Aventuras cuckold 9

Acordei de repente. Tava tonto e a cabeça rodando. Lembrei onde tava enquanto tentava entender o barulho meio confuso. Sim. Tinha apagado no sofá do quarto e agora tava semi nu, no escuro, todo sujo de porra. De novo: Ceci. Subi a calça e me levantei com esforço, me apoiando na parede. Cambaleando, fui em direção a uma luz atrás da porta entreaberta e me vi no banheiro. Outro gemido quase abafado. Ceci de novo. Dei uns passos tortos na direção do som. Ceci com certeza. Quase tropecei numa sandália dela quando avancei pelo corredor, devagar, até a sala.

Com certeza era ela: “Isso, love, isso!, isso!” gemia baixinho, se segurando. Espiei pela porta: minha esposa tava montada em cima do Paul, que bufava no sofá enquanto ela cavalgava que nem uma possessa no torso imponente dele. “Mexe essa bunda, bebê”, ele falava baixo, enquanto ela jogava a cabeça pra trás e rebolava em oito pra se empalar melhor: “isso, isso, isso!”. Fiquei meio puto deles continuarem transando por conta própria, me deixando de lado, e também com um pouco de ciúme, porque entendi que ela tava segurando os gemidos pra não me acordar e curtir melhor o amante dela. Mas ao mesmo tempo percebi que era compreensível: eu não tava à altura de um macho como o Paul.

Fora de si, quase diria alucinada montando naqueles peitorais de aço e rebolando com maestria pra sentir a dureza daquela pica e satisfazer o macho dela, Ceci tava linda. A excitação foi tomando o lugar da tontura e, quando dei mais um passo, chutei sem querer uma garrafa vazia e o barulho distraiu todo mundo por um instante. Ela me fulminou com o olhar pela minha falta de tato, mas Paul sorriu e falou numa boa “Vem”. E levantou ela como se fosse um bebê. Sentei no sofá, tentando me acostumar com a luz. Ela beijava cada pedaço do rosto e do pescoço dele enquanto ele a levava contra a parede e começava a meter de pé: eu tava morrendo de tesão. e ao mesmo tempo de ciúmes, porque eu nunca tive coragem de fazer aquilo, mesmo tendo tentado várias vezes. Suados, fibrosos, brilhantes, as costas, a bunda e os músculos das pernas do Paul eram tipo uma escultura mecânica que bombeava ritmadamente dentro da minha esposa até que a Ceci não aguentou mais e passou dos gemidos pra gritos: ela envolvia a cintura preta dele com as pernas e arranhava as costas dele desesperada, como se quisesse se agarrar em algo pra aguentar a enfiada bestial. "Quem te fode assim, bebê?", ele murmurava, e a Ceci mal conseguia responder numa onda de prazer: "Ninguém, ninguém!". Implacável, robótico, ele acelerava o ritmo perfeito, segurando ela pela cintura com uma mão e com a outra agarrando o pescoço dela contra a parede pra minha mulher olhar nos olhos dele enquanto ele a fazia dele. Comecei a me masturbar enquanto ele acelerava as estocadas e, sorrindo pra mim, dizia "Teu marido fode assim?", e a Ceci tentava responder mas quase não conseguia respirar, e ele forçava um pouco mais e repetia a pergunta de brincadeira, metendo mais forte até que num fio de voz entrecortado eu ouvi "não, não, não consegue…" e aquele animal acelerou e ela gritava enquanto ele dizia "Quero que você goze em cima de mim", e ela abraçou ele e explodiu uivando que nem uma puta enquanto ele a pendurava no pau dando as últimas pirocadas e enchia ela de porra com um urro rouco.

Acho que gozei quase ao mesmo tempo que eles. O Paul a baixou com cuidado, delicadamente, e enquanto a Ceci recuperava o ar e desabava, se desmanchando contra a parede, ele sentou pra descansar no sofá. Me pediu umas cervejas e perguntou se podia limpar tudo. Sem graça, sem entender, comecei a levantar os copos e o Paul sorriu: "Isso aí você tem que limpar". E apontou pra minha esposa largada no chão, com o cabelo no rosto e os olhos ainda fechados, gemendo feita um trapo e com um fio de porra grossa escorrendo pela perna dela.

3 comentários - Aventuras cuckold 9

espero que sigas muy buenos tus relatos y si son experiencias reales mejor con mi maridito tambien lo hacemos bechitos pauli
Cómo disfruta tu mujer, me encanta esa versión de ella