Naquela noite chuvosa, voltávamos de Buenos Aires e o carro me deixou na mão no meio do caminho. Deixei ele na oficina de um povoado, mas não iam ter peças até segunda à tarde. E era sábado. Com a Violeta, decidimos ir pra casa mesmo assim, uns 600 quilômetros a mais de estrada, e voltar quando o carro estivesse pronto. Não é tão difícil arrumar quem te dê carona entre os povoados. Sempre tem algum caminhoneiro que topa, contanto que a viagem fique mais animada. No posto da estrada, subimos num Scania enorme dirigido pelo Renzo, um cara alegre e descontraído, de olhos vivos. O tempo ruim não tinha estragado o bom humor dele. Ele não parava de falar, fazer piada e perguntar coisas. Claro, parte do bom humor era ter a vista alegrada com a minha mina (com quem eu morava), uma guria de 20 anos que, mesmo não sendo uma modelinho, era muito, mas muito gostosa pra caralho. Morena de olhos grandes, com umas curvas boas e uma barriguinha de leve. E uns peitos gordinhos que escapavam pelo decote da camiseta. Pernuda e com uma rabeta grande. Ironicamente, uma caminhonete. Na cabine do Scania, batemos papo e tomamos chimarrão. Mas eu tava morto (tinha dirigido o dia inteiro, e meus quarenta já não eram meus vinte) e logo comecei a cochilar. Nem as piadas do Renzo, que já estavam cheias de duplo sentido, nem as risadas da minha gata linda conseguiam me manter acordado. Renzo percebeu e teve pena de mim. — Por que você não tira uma soneca? — ele me mostrou um cabininho com um catre atrás dos bancos. Tinha até um travesseiro. — Tem certeza? — perguntei, tentando não invadir a privacidade dele. — Claro, cara! Deitei lá e logo apaguei. Mal dormi, as piadas do Renzo largaram o duplo sentido e passaram a ser pura e simplesmente putaria. E um tempo depois, já não eram piadas, mas histórias safadas. Ele contou duas ou três. Ela contou outra. Ele incentivou ela a contar alguma "escapada" que eu não soubesse. "Total, ele tá dormindo", disse. Mas não tinha. Em compensação, Viole confessou que antes de me conhecer, tinha tido sua fase de descontrole. Riram. A próxima anedota do Renzo foi uma desculpa esfarrapada pra confessar que tinha um pau fora do comum. A ideia era fisgar minha mulher. — Não pode ser verdade — ela disse. — E pra que vou mentir, gata? — Não pode ser tão grande… Nunca vi nada assim… — Porque você é novinha, mas com certeza vai conhecer… bah, se é casada, com certeza não, mas… — Cê é um mentiroso… — Quer apostar? Apostaram. E Viole confirmou que o caminhoneiro tinha exagerado, mas que mesmo assim tinha um pau enorme, talvez o maior que já tinha visto na vida. Renzo tinha abaixado o zíper e tirado o pau da calça. Mas, perdida a aposta, não tinha guardado. E os olhos da minha namorada não conseguiam parar de olhar. Ficaram em silêncio. Depois de alguns instantes, Renzo aproximou suavemente a mão da minha namorada do pau dele. Violeta se deixou levar, como hipnotizada. Tocou aquela carne morna, macia e dura ao mesmo tempo, e já não conseguiu nem quis soltar. Acariciou com ternura e o pau cresceu mais. Latejava. E cada batida fazia o ventre dela tremer.
Ficaram assim por alguns minutos. Viole acabou agarrando ela toda entre os dedos, enquanto ele dirigia, apertando um pouco, enchendo as mãos de pau grosso.
Renzo avançou em direção a ela, sempre em silêncio, segurou sua nuca com delicadeza e lentamente a inclinou em direção ao pau dele. Minha namorada ofereceu uma resistência mínima, olhando para mim e percebendo minha respiração pesada, de quem estava dormindo. E ela cedeu. Encheu a boca com o pau e sua língua percorreu cada centímetro da carne dura de Renzo.
Ela pagou ele, mamou ele, chupou ele como uma expert e deixou apalpar os peitos, a barriga, parte da raba, tudo.
Quinze minutos chupando a pica dele fizeram Renzo gozar na boca dela, enchendo ela de porra. Minha mina engoliu tudo com o respeito que o dono de uma pica daquelas merecia.
—Sabia que você era uma gata gaúcha assim que te vi, linda… Pena que a gente tá com o chifre, senão a gente parava e eu te retribuía as atenções com uma trepada como você nunca teve na vida… A promessa excitou ainda mais minha namorada. Mas ela disfarçou: —Não fala assim com o Henry… —Ele te come bem? Minha namorada hesitou. Hesitou. Hesitou. Por fim, deu de ombros. —Ele me ama muito… —Eu te comeria como Deus manda… Trocaram números. Quarenta minutos depois, eu acordava da sesta. —Quanto falta? —perguntei sem ter sacado nada. O resto da viagem foi como no começo. Muita boa onda, piadas, histórias. Renzo era um cara fora de série, tipo aqueles tios maneirões, ou aqueles amigos do peito. Ele nos deixou na porta de casa, pra isso teve que entrar na cidade. A gente tinha dito que não precisava, mas ele insistiu. Hoje acho que ele tinha esperança de que a gente convidasse ele pra entrar. Trocamos números e prometemos nos ver de novo, com a certeza de que nunca íamos fazer isso, como as amizades que a gente faz nas férias. Mas uma semana depois, Renzo ligou. Ele tinha uma viagem não sei pra onde e ia passar pela cidade, e perguntou se a gente queria que ele nos visitasse. Ele apareceu na sexta à noite com duas garrafas de vinho bom. Desde o momento em que a visita foi confirmada, notei minha namorada um pouco alterada. Nada de mal, nem grave. Devia ter imaginado por onde vinha a coisa quando ela se trocou pro jantar em casa. Um vestidinho tipo escritório, formal mas muito sexy, de losangos cinza e preto, com decote generoso e que terminava em minissaia. A generosidade das curvas dela e a juventude, com aquela roupa, eram uma tentação pra qualquer um. Ela tinha alisado o cabelo e penteado com uma franja também. Eu não gostava muito da franja, fazia ela parecer um pouco mais piranha e mais barata. Embora isso me excitasse. Jantamos. Realmente nos divertimos muito. Não notei nada de estranho — não tinha por que notar — embora desse pra perceber que entre eles dois tinha uma química especial. Nada sexual, e nada também que fosse excludente pra mim. Mas dava pra perceber que tinham uma sintonia natural. Entre o vinho e o cansaço de um dia exaustivo no trampo, lá pelas 3 da manhã vi que o Renzo não dava sinal de ir embora e me entreguei. — Vou dormir, love — falei pra Violeta, que tava esquentando água numa chaleira. E virei pro nosso amigo: — Me desculpa, mas hoje foi um dia de louco… — Fica tranquilo, vou tomar um mate aqui e já vazo… Fui pro quarto e apaguei em dois minutos. Na sala, a Viole baixou as luzes e trouxe o mate. Nos primeiros minutos, falaram um monte de besteira. Mas logo o Renzo partiu pra cima. — Gosto quando você toma mate… Dá pra ver que você curte muito… A Viole sorriu. — Você é um sem-vergonha. Como é que vem aqui? — Qual é? Somos amigos… Mas foi ela que — por ansiedade — puxou o assunto: — Não vai querer que eu te chupe de novo, né? O Henry tá no quarto! — Não, fica tranquila — ele disse. E percebeu uma certa decepção nos olhos da minha mina. Agora foi ele quem sorriu. — Ahh… a comida tava muito yummy, mas encheu meu estômago… — completou e desabotoou a calça. Já tava durasso e se ajeitou no sofá pra rola enorme aparecer por cima da cueca e espiar pela braguilha aberta. — ¡Que isso, Renzo!? Você é louco? — Vem, gostosa… — falou sorrindo. — Vem buscar o que te devo desde semana passada… E a minha mina foi, lenta e inevitavelmente, na direção da virilha do nosso amigo, e engoliu de uma bocada a rola grossa.
Ajoelhada entre as pernas do Renzo, a Viole batia uma punheta e engolia a pica com uma paixão que até então nunca tinha experimentado. Ela masturbava ele de cima pra baixo e queria ele todinho dentro da boca dela. Todinho.
—Essas tetonas que você tem me deixam louco… — confessou ele. O rosto da minha namorada se iluminou. — Tava doida pra essa broxa ir embora…
Viole tirou a pica da boca por um segundo e reclamou:
— Não fala assim dele…
— Mas é… Quantas vezes você fez ele de corno, bebê…?
— Nunca. Meu namorado não é corno.
— Hoje vai ser.
Ele apoiou a mãozona na cabeça dela e pressionou pra baixo, pra ela continuar chupando a pica.
— Ele te comeu melhor essa semana…? Ela balançou a cabeça, sem soltar a pica. — Que merda isso… Mas pelo menos te comeu, né? Ela balançou a cabeça de novo. — Não? Nossa, que cuck gostoso a gente vai fazer, princesa. Dessa vez ela não se irritou. Continuou chupando a pica sem soltar. — Ele te comeu esse mês, pelo menos…? Ela balançou a cabeça. — Também não…? Porra… Esse ano…? Viole parou de balançar a cabeça na pica do macho dela, sem tirar a boca do pedaço. Pensou. E por fim concordou, pra continuar o boquete. — Amor, isso é muito ruim… De agora em diante você vai dar uma vez por semana, ok? — ela concordou — E toda vez que ele vier jantar, você vai se vestir bonita, igual hoje, mas sem parecer uma puta… pra não dar pista pro cuck, entendeu? — ela concordou de novo. Ele segurou o rosto dela com as duas mãos e a fez parar. Apalpou os peitos dela por cima do decote, e as pernas e a raba por baixo da saia.
-Que gostosa que você tá, garota… Você merece muita pica… Violeta concordou sem tirar os olhos da pica que brilhava com a própria saliva. Renzo tirou o vestido dela com muita habilidade e se deliciou com os peitos jovens, duros e cheios, a cintura apetitosa apesar de uma barriguinha começando a aparecer.
Fez ela girar pra ver aquela bunda grandona e redonda. —Porra, como vou te comer… Viole se sentiu lisonjeada e excitada, e dez segundos depois já tava sentada no pau do Renzo, de costas pra ele, com a calcinha puxada pro lado, recebendo sem dó aquele pedaço de carne inteiro.
—E agora, enquanto você monta na minha pica, vai me dizer a verdade… Minha namorada subia e descia naquela pica bem devagar, aproveitando cada centímetro que entrava e saía. Ela estava no paraíso. — Tem certeza que nunca deu chifre no Henry, nem uma vez…? Ele é muito mais velho que você, podia ser seu pai… — Não… Então Renzo parou o movimento dela quando ela estava lá em cima, impedindo ela de descer. — Até você me dizer a verdade, não vai receber mais pica, puta… Teve um segundo de tensão… sexual. Viole ameaçou descer pra se enfiar, mas Renzo não deixou. — Já transou com outro…? Confessa… — Sim… — minha namorada se rendeu — Sim… — e começou a enfiar a pica. — Quantas vezes…? — Uma… — Renzo parou ela de novo. — Não… Por favor, não para… — Quantas vezes, vadiazinha…? — Duas… duas vezes… — ela ameaçou se enfiar. Ele parou ela. — Me fala quantas vezes você fez isso, corno, ou até semana que vem não tem mais pica… Viole suspirou. — Oito vezes… — Puta… — disse Renzo, triunfante, e afrouxou pra ela se enfiar na pica dele… — Puta… como a gente vai se dar bem…
Mas a Viole já estava solta. — Que cock gostosa que tu tem, filha da puta… — Então oito vezes… — murmurou Renzo, saboreando sua pequena vitória. — Dez… Dez vezes… — Viole continuava subindo e descendo, enfiando a cock até os pelos. — Tá bom, doze… Doze vezes, mas não mais… Renzo a pegou pelos cabelos e sussurrou no ouvido dela: — Puta… E começou a meter com força e velocidade. — E o cuck nunca desconfiou de nada…? Continuavam transando num bom ritmo agora. Ela gemia alto. — Sim… ele soube de duas, bah… de… quatro… mas me perdoou… ele é muito bonzinho… — Não é bonzinho, puta… É muito cuck… — Não… Esse ano eu tô me comportando… esse ano não traí ele… — Tamo em janeiro, filha da puta… — ele tirou, fez minha namorada girar, tirou a calcinha dela e sentou ela na cock dele, mas de frente pra ele. A penetração não era tão profunda, mas ele via a carinha de anjo e os peitos, e apalpava melhor as pernonas dela.
—Que gostosa que você tá, meu amor…! Vou começar a passar aqui direto, sabia? Mas a Violeta tava quase gozando e só implorou: —Não para… não para, por favor… acaricia minha bunda e mete forte… mete com tudo… Um minuto depois minha namorada tava gozando na pica do Renzo, no sofá da sala, empalada como nunca.
Renzo gozou cinco minutos depois, de quatro, com aquela bunda grande bem na cara dele.
Foi embora às 4 da manhã. Mas na sexta seguinte ligou de novo. E apareceu de novo. E o jantar. E meu cansaço. Viole tinha comprado vinho e me servia generosamente toda vez que meu copo ficava vazio. Às duas da manhã eu tava dormindo, e ela tava montada na bancada da cozinha, recebendo pica do novo macho dela, que foi embora de novo às 4.
No terceiro sábado, comecei a desconfiar de algo estranho. Bebi menos vinho, exagerei no cansaço que sentia e falei que ia dormir. No quarto, me despi e arrumei a cama. Se a Violeta entrasse pra conferir meu sono, tinha que ser convincente. Mas minha mina nem apareceu, tão segura do meu cansaço que tava. Ou talvez relaxada demais. Seja como for, abri bem devagarinho a porta do meu quarto e vi que na sala a luz tava bem mais fraca. Já não dava pra ouvir as risadas e os comentários. Na real, não se ouvia nada. Cheguei na sala sem fazer barulho. Quase chegando, comecei a entender o silêncio. O Renzo tava sentado no sofá, de costas pra mim, e a Viole tava ajoelhada no chão. Não dava pra ver a Viole direito, mas dava pra ver a bunda dela empinada. Era óbvio que ela tava chupando a rola dele. Os barulhos de saliva e líquidos confirmavam isso.
Me senti mal, vítima de um abuso de confiança. Não estava com raiva. Estava indignado. E um pouco frustrado, no sentido de que era a quarta ou quinta vez que pegava minha namorada dando pra outro. Voltei pro meu quarto. Quando a surpresa e a indignação baixaram um pouco, comecei a pensar friamente. Das quatro vezes que ela tinha me chifrado, eu sempre perdoei e ela sempre prometeu que era a última. Era óbvio que não ia mais se corrigir. Mas o que fazer? Eu amava ela, e não só isso, ela me esquentava mais que qualquer outra mulher na terra. O problema é que ultimamente eu não conseguia dar conta do que ela precisava. Por causa do estresse do trabalho, já fazia um tempão que eu não satisfazia ela direito, nem conseguia mais penetrar. Mas me recusava a aceitar que essa era a razão dela virar uma puta, e também não queria ser manipulado. Tinha outra coisa nessa história toda, que eu não tinha coragem de encarar, e que agora precisava assumir de qualquer jeito pra tomar uma decisão. Da última vez que peguei ela na cama com outro, fiquei um pouco excitado. Eu mesmo neguei isso na hora, mas agora não dava pra fugir da certeza: Violeta era a mulher que mais me excitava na terra, mesmo quando outros comiam ela. Não ia falar nada. Pra eles, eu tava dormindo, e ia seguir o jogo. Abri um pouco a porta do meu quarto e agucei a audição. Longe, mas claramente, dava pra ouvir o gemido da minha Viole. Tavam comendo ela. Tava morrendo de ansiedade e nervoso. Queria ver ela. Mas se eu me mostrasse, me veriam pelo corredor que vai dos quartos até a sala e estragaria tudo. Na semana, instalei uma porta de correr entre a sala e o corredorzinho que leva aos quartos e ao banheiro. Violeta achou estranho, mas logo viu que minha extravagância podia beneficiar ela, se o Renzo fosse aparecer mais vezes. Como apareceu naquela sexta. E na seguinte, e em várias outras, virando uma rotina. Minha A chiquita tomava banho umas duas horas antes do caminhoneiro chegar, se vestia gostosa mas sem exagerar, e se perfumava. Renzo chegava, a gente jantava, se divertia, às vezes até via algum filme, e sem falta eu ia dormir e eles ficavam sozinhos. A porta de correr me dava a chance de chegar perto da entrada da sala e ouvir melhor e até espiar a foda que o Renzo dava na minha mina. Vi ela montar naquela rola várias noites, ouvi ela gemer, gozar, e pedir mais e mais rola.







Também presenciei a noite em que aquele rabo lindo e generoso dela foi macetado pela primeira vez e como a filha da puta acabou pedindo "mais forte" apesar da dor que a grossura daquela pica causava.
Vi tudo e veria mais. Numa sexta-feira, ele apareceu com outro cara. Sem avisar. Um cara mais novo que ele, uns 35 anos. Vi o nervosismo do Renzo e a expectativa que ele tinha sobre nossa reação, e explicou que a empresa tinha colocado um parceiro de rota pra ele. A Viole olhou o estranho de cima a baixo e na hora sorriu. Pra grande encenação, era só um amigo do Renzo, que tinha ficado "preso" naquela rotina de sexta. Mas todo mundo sabia que a aposta de verdade tava subindo. Naquela altura, eles suspeitavam que eu sabia de tudo. Era impossível que, sexta após sexta, eu deixasse o caminho livre e nunca reclamasse de nada. Mas em todos esses meses, nem eu nem minha mina tínhamos tocado no assunto entre a gente, nem de leve. Nunca. Naquela noite, depois de jantar, calculei que dois caras, um dos quais nunca tinha comido ela, iam demorar o dobro, então fui dormir mais cedo do que nunca. Se a Viole tinha me transformado no corno dela, pelo menos eu seria o melhor corno possível. Minha mina tava vestida com uma camiseta preta bem decotada, mostrando aqueles peitões lindos, e um shortinho amarelo, nada escandaloso, mas que desenhava a raba monstra sem disfarce. Talvez excitada pela perspectiva do primeiro menage, tava mais solta do que nunca. Ria de qualquer coisa, se mostrava um pouco mais do que o normal, e passava a mão no novato, Pablo, quase sem vergonha. - Galera… - falei, como sempre. - Vocês não ficam putos se eu for dormir? É que tô morto e amanhã tenho que acordar cedo… A excitação dos três foi perceptível numa troca de olhares rápida. - Vai lá, fica de boa - falou Renzo. E completou, também como sempre - A gente toma um mate aqui e já vaza… Mas o mate quem tomou foi minha mina. Primeiro, com o Pablo. Enquanto eu supostamente dormia, o Renzo mandou a minha Viole satisfazer ele em tudo. O Pablo fez ela chupar a pica e apalpou ela à vontade. Comeu ela por quase 35 minutos e eu pude ver minha gostosa sendo sacudida. pelo novo e gozando entre gemidos abafados. Depois Renzo tomou conta da minha namorada e começou a macetar ela, mas logo Pablo entrou junto e Violeta teve o primeiro menage a trois dela. Vi como esses dois puteros se enfiaram na minha mulher por quase três horas, onde aconteceu de tudo. Mais de uma vez tive que me mandar pro meu quarto porque algum deles dava na telha de ir no banheiro. Quando ela tava sendo serrada por trás pelo macho dela, enquanto o novo chupava a boca dela, a Viole não conseguiu segurar um grito de prazer e gozou feito uma gostosa. Os outros relaxaram e os gemidos ficaram mais fortes.



-Renzo, ¿de dónde sacaste a esta pendeja…? Es la mejor hembrita que me comí en mi vida.
Estas palabras halagaban a mi novia, quien ponía más empeño y movía pelvis, boca, lo que fuera para dar y recibir más y más placer.
Me preguntaba cómo seguirían los viernes. Imaginé que desde ahora traería al compañero que le había impuesto la empresa y entre los dos se garcharían a mi mujer.
Qué equivocado estaba.
Continuara. ...
http://m.poringa.net/posts/relatos/3382683/Cornudo-espia-descubierto.html
Ficaram assim por alguns minutos. Viole acabou agarrando ela toda entre os dedos, enquanto ele dirigia, apertando um pouco, enchendo as mãos de pau grosso.
Renzo avançou em direção a ela, sempre em silêncio, segurou sua nuca com delicadeza e lentamente a inclinou em direção ao pau dele. Minha namorada ofereceu uma resistência mínima, olhando para mim e percebendo minha respiração pesada, de quem estava dormindo. E ela cedeu. Encheu a boca com o pau e sua língua percorreu cada centímetro da carne dura de Renzo.
Ela pagou ele, mamou ele, chupou ele como uma expert e deixou apalpar os peitos, a barriga, parte da raba, tudo.
Quinze minutos chupando a pica dele fizeram Renzo gozar na boca dela, enchendo ela de porra. Minha mina engoliu tudo com o respeito que o dono de uma pica daquelas merecia.
—Sabia que você era uma gata gaúcha assim que te vi, linda… Pena que a gente tá com o chifre, senão a gente parava e eu te retribuía as atenções com uma trepada como você nunca teve na vida… A promessa excitou ainda mais minha namorada. Mas ela disfarçou: —Não fala assim com o Henry… —Ele te come bem? Minha namorada hesitou. Hesitou. Hesitou. Por fim, deu de ombros. —Ele me ama muito… —Eu te comeria como Deus manda… Trocaram números. Quarenta minutos depois, eu acordava da sesta. —Quanto falta? —perguntei sem ter sacado nada. O resto da viagem foi como no começo. Muita boa onda, piadas, histórias. Renzo era um cara fora de série, tipo aqueles tios maneirões, ou aqueles amigos do peito. Ele nos deixou na porta de casa, pra isso teve que entrar na cidade. A gente tinha dito que não precisava, mas ele insistiu. Hoje acho que ele tinha esperança de que a gente convidasse ele pra entrar. Trocamos números e prometemos nos ver de novo, com a certeza de que nunca íamos fazer isso, como as amizades que a gente faz nas férias. Mas uma semana depois, Renzo ligou. Ele tinha uma viagem não sei pra onde e ia passar pela cidade, e perguntou se a gente queria que ele nos visitasse. Ele apareceu na sexta à noite com duas garrafas de vinho bom. Desde o momento em que a visita foi confirmada, notei minha namorada um pouco alterada. Nada de mal, nem grave. Devia ter imaginado por onde vinha a coisa quando ela se trocou pro jantar em casa. Um vestidinho tipo escritório, formal mas muito sexy, de losangos cinza e preto, com decote generoso e que terminava em minissaia. A generosidade das curvas dela e a juventude, com aquela roupa, eram uma tentação pra qualquer um. Ela tinha alisado o cabelo e penteado com uma franja também. Eu não gostava muito da franja, fazia ela parecer um pouco mais piranha e mais barata. Embora isso me excitasse. Jantamos. Realmente nos divertimos muito. Não notei nada de estranho — não tinha por que notar — embora desse pra perceber que entre eles dois tinha uma química especial. Nada sexual, e nada também que fosse excludente pra mim. Mas dava pra perceber que tinham uma sintonia natural. Entre o vinho e o cansaço de um dia exaustivo no trampo, lá pelas 3 da manhã vi que o Renzo não dava sinal de ir embora e me entreguei. — Vou dormir, love — falei pra Violeta, que tava esquentando água numa chaleira. E virei pro nosso amigo: — Me desculpa, mas hoje foi um dia de louco… — Fica tranquilo, vou tomar um mate aqui e já vazo… Fui pro quarto e apaguei em dois minutos. Na sala, a Viole baixou as luzes e trouxe o mate. Nos primeiros minutos, falaram um monte de besteira. Mas logo o Renzo partiu pra cima. — Gosto quando você toma mate… Dá pra ver que você curte muito… A Viole sorriu. — Você é um sem-vergonha. Como é que vem aqui? — Qual é? Somos amigos… Mas foi ela que — por ansiedade — puxou o assunto: — Não vai querer que eu te chupe de novo, né? O Henry tá no quarto! — Não, fica tranquila — ele disse. E percebeu uma certa decepção nos olhos da minha mina. Agora foi ele quem sorriu. — Ahh… a comida tava muito yummy, mas encheu meu estômago… — completou e desabotoou a calça. Já tava durasso e se ajeitou no sofá pra rola enorme aparecer por cima da cueca e espiar pela braguilha aberta. — ¡Que isso, Renzo!? Você é louco? — Vem, gostosa… — falou sorrindo. — Vem buscar o que te devo desde semana passada… E a minha mina foi, lenta e inevitavelmente, na direção da virilha do nosso amigo, e engoliu de uma bocada a rola grossa.
Ajoelhada entre as pernas do Renzo, a Viole batia uma punheta e engolia a pica com uma paixão que até então nunca tinha experimentado. Ela masturbava ele de cima pra baixo e queria ele todinho dentro da boca dela. Todinho.
—Essas tetonas que você tem me deixam louco… — confessou ele. O rosto da minha namorada se iluminou. — Tava doida pra essa broxa ir embora… Viole tirou a pica da boca por um segundo e reclamou:
— Não fala assim dele…
— Mas é… Quantas vezes você fez ele de corno, bebê…?
— Nunca. Meu namorado não é corno.
— Hoje vai ser.
Ele apoiou a mãozona na cabeça dela e pressionou pra baixo, pra ela continuar chupando a pica.
— Ele te comeu melhor essa semana…? Ela balançou a cabeça, sem soltar a pica. — Que merda isso… Mas pelo menos te comeu, né? Ela balançou a cabeça de novo. — Não? Nossa, que cuck gostoso a gente vai fazer, princesa. Dessa vez ela não se irritou. Continuou chupando a pica sem soltar. — Ele te comeu esse mês, pelo menos…? Ela balançou a cabeça. — Também não…? Porra… Esse ano…? Viole parou de balançar a cabeça na pica do macho dela, sem tirar a boca do pedaço. Pensou. E por fim concordou, pra continuar o boquete. — Amor, isso é muito ruim… De agora em diante você vai dar uma vez por semana, ok? — ela concordou — E toda vez que ele vier jantar, você vai se vestir bonita, igual hoje, mas sem parecer uma puta… pra não dar pista pro cuck, entendeu? — ela concordou de novo. Ele segurou o rosto dela com as duas mãos e a fez parar. Apalpou os peitos dela por cima do decote, e as pernas e a raba por baixo da saia.
-Que gostosa que você tá, garota… Você merece muita pica… Violeta concordou sem tirar os olhos da pica que brilhava com a própria saliva. Renzo tirou o vestido dela com muita habilidade e se deliciou com os peitos jovens, duros e cheios, a cintura apetitosa apesar de uma barriguinha começando a aparecer.
Fez ela girar pra ver aquela bunda grandona e redonda. —Porra, como vou te comer… Viole se sentiu lisonjeada e excitada, e dez segundos depois já tava sentada no pau do Renzo, de costas pra ele, com a calcinha puxada pro lado, recebendo sem dó aquele pedaço de carne inteiro.
—E agora, enquanto você monta na minha pica, vai me dizer a verdade… Minha namorada subia e descia naquela pica bem devagar, aproveitando cada centímetro que entrava e saía. Ela estava no paraíso. — Tem certeza que nunca deu chifre no Henry, nem uma vez…? Ele é muito mais velho que você, podia ser seu pai… — Não… Então Renzo parou o movimento dela quando ela estava lá em cima, impedindo ela de descer. — Até você me dizer a verdade, não vai receber mais pica, puta… Teve um segundo de tensão… sexual. Viole ameaçou descer pra se enfiar, mas Renzo não deixou. — Já transou com outro…? Confessa… — Sim… — minha namorada se rendeu — Sim… — e começou a enfiar a pica. — Quantas vezes…? — Uma… — Renzo parou ela de novo. — Não… Por favor, não para… — Quantas vezes, vadiazinha…? — Duas… duas vezes… — ela ameaçou se enfiar. Ele parou ela. — Me fala quantas vezes você fez isso, corno, ou até semana que vem não tem mais pica… Viole suspirou. — Oito vezes… — Puta… — disse Renzo, triunfante, e afrouxou pra ela se enfiar na pica dele… — Puta… como a gente vai se dar bem…
Mas a Viole já estava solta. — Que cock gostosa que tu tem, filha da puta… — Então oito vezes… — murmurou Renzo, saboreando sua pequena vitória. — Dez… Dez vezes… — Viole continuava subindo e descendo, enfiando a cock até os pelos. — Tá bom, doze… Doze vezes, mas não mais… Renzo a pegou pelos cabelos e sussurrou no ouvido dela: — Puta… E começou a meter com força e velocidade. — E o cuck nunca desconfiou de nada…? Continuavam transando num bom ritmo agora. Ela gemia alto. — Sim… ele soube de duas, bah… de… quatro… mas me perdoou… ele é muito bonzinho… — Não é bonzinho, puta… É muito cuck… — Não… Esse ano eu tô me comportando… esse ano não traí ele… — Tamo em janeiro, filha da puta… — ele tirou, fez minha namorada girar, tirou a calcinha dela e sentou ela na cock dele, mas de frente pra ele. A penetração não era tão profunda, mas ele via a carinha de anjo e os peitos, e apalpava melhor as pernonas dela.
—Que gostosa que você tá, meu amor…! Vou começar a passar aqui direto, sabia? Mas a Violeta tava quase gozando e só implorou: —Não para… não para, por favor… acaricia minha bunda e mete forte… mete com tudo… Um minuto depois minha namorada tava gozando na pica do Renzo, no sofá da sala, empalada como nunca.
Renzo gozou cinco minutos depois, de quatro, com aquela bunda grande bem na cara dele.
Foi embora às 4 da manhã. Mas na sexta seguinte ligou de novo. E apareceu de novo. E o jantar. E meu cansaço. Viole tinha comprado vinho e me servia generosamente toda vez que meu copo ficava vazio. Às duas da manhã eu tava dormindo, e ela tava montada na bancada da cozinha, recebendo pica do novo macho dela, que foi embora de novo às 4.
No terceiro sábado, comecei a desconfiar de algo estranho. Bebi menos vinho, exagerei no cansaço que sentia e falei que ia dormir. No quarto, me despi e arrumei a cama. Se a Violeta entrasse pra conferir meu sono, tinha que ser convincente. Mas minha mina nem apareceu, tão segura do meu cansaço que tava. Ou talvez relaxada demais. Seja como for, abri bem devagarinho a porta do meu quarto e vi que na sala a luz tava bem mais fraca. Já não dava pra ouvir as risadas e os comentários. Na real, não se ouvia nada. Cheguei na sala sem fazer barulho. Quase chegando, comecei a entender o silêncio. O Renzo tava sentado no sofá, de costas pra mim, e a Viole tava ajoelhada no chão. Não dava pra ver a Viole direito, mas dava pra ver a bunda dela empinada. Era óbvio que ela tava chupando a rola dele. Os barulhos de saliva e líquidos confirmavam isso.
Me senti mal, vítima de um abuso de confiança. Não estava com raiva. Estava indignado. E um pouco frustrado, no sentido de que era a quarta ou quinta vez que pegava minha namorada dando pra outro. Voltei pro meu quarto. Quando a surpresa e a indignação baixaram um pouco, comecei a pensar friamente. Das quatro vezes que ela tinha me chifrado, eu sempre perdoei e ela sempre prometeu que era a última. Era óbvio que não ia mais se corrigir. Mas o que fazer? Eu amava ela, e não só isso, ela me esquentava mais que qualquer outra mulher na terra. O problema é que ultimamente eu não conseguia dar conta do que ela precisava. Por causa do estresse do trabalho, já fazia um tempão que eu não satisfazia ela direito, nem conseguia mais penetrar. Mas me recusava a aceitar que essa era a razão dela virar uma puta, e também não queria ser manipulado. Tinha outra coisa nessa história toda, que eu não tinha coragem de encarar, e que agora precisava assumir de qualquer jeito pra tomar uma decisão. Da última vez que peguei ela na cama com outro, fiquei um pouco excitado. Eu mesmo neguei isso na hora, mas agora não dava pra fugir da certeza: Violeta era a mulher que mais me excitava na terra, mesmo quando outros comiam ela. Não ia falar nada. Pra eles, eu tava dormindo, e ia seguir o jogo. Abri um pouco a porta do meu quarto e agucei a audição. Longe, mas claramente, dava pra ouvir o gemido da minha Viole. Tavam comendo ela. Tava morrendo de ansiedade e nervoso. Queria ver ela. Mas se eu me mostrasse, me veriam pelo corredor que vai dos quartos até a sala e estragaria tudo. Na semana, instalei uma porta de correr entre a sala e o corredorzinho que leva aos quartos e ao banheiro. Violeta achou estranho, mas logo viu que minha extravagância podia beneficiar ela, se o Renzo fosse aparecer mais vezes. Como apareceu naquela sexta. E na seguinte, e em várias outras, virando uma rotina. Minha A chiquita tomava banho umas duas horas antes do caminhoneiro chegar, se vestia gostosa mas sem exagerar, e se perfumava. Renzo chegava, a gente jantava, se divertia, às vezes até via algum filme, e sem falta eu ia dormir e eles ficavam sozinhos. A porta de correr me dava a chance de chegar perto da entrada da sala e ouvir melhor e até espiar a foda que o Renzo dava na minha mina. Vi ela montar naquela rola várias noites, ouvi ela gemer, gozar, e pedir mais e mais rola.







Também presenciei a noite em que aquele rabo lindo e generoso dela foi macetado pela primeira vez e como a filha da puta acabou pedindo "mais forte" apesar da dor que a grossura daquela pica causava.
Vi tudo e veria mais. Numa sexta-feira, ele apareceu com outro cara. Sem avisar. Um cara mais novo que ele, uns 35 anos. Vi o nervosismo do Renzo e a expectativa que ele tinha sobre nossa reação, e explicou que a empresa tinha colocado um parceiro de rota pra ele. A Viole olhou o estranho de cima a baixo e na hora sorriu. Pra grande encenação, era só um amigo do Renzo, que tinha ficado "preso" naquela rotina de sexta. Mas todo mundo sabia que a aposta de verdade tava subindo. Naquela altura, eles suspeitavam que eu sabia de tudo. Era impossível que, sexta após sexta, eu deixasse o caminho livre e nunca reclamasse de nada. Mas em todos esses meses, nem eu nem minha mina tínhamos tocado no assunto entre a gente, nem de leve. Nunca. Naquela noite, depois de jantar, calculei que dois caras, um dos quais nunca tinha comido ela, iam demorar o dobro, então fui dormir mais cedo do que nunca. Se a Viole tinha me transformado no corno dela, pelo menos eu seria o melhor corno possível. Minha mina tava vestida com uma camiseta preta bem decotada, mostrando aqueles peitões lindos, e um shortinho amarelo, nada escandaloso, mas que desenhava a raba monstra sem disfarce. Talvez excitada pela perspectiva do primeiro menage, tava mais solta do que nunca. Ria de qualquer coisa, se mostrava um pouco mais do que o normal, e passava a mão no novato, Pablo, quase sem vergonha. - Galera… - falei, como sempre. - Vocês não ficam putos se eu for dormir? É que tô morto e amanhã tenho que acordar cedo… A excitação dos três foi perceptível numa troca de olhares rápida. - Vai lá, fica de boa - falou Renzo. E completou, também como sempre - A gente toma um mate aqui e já vaza… Mas o mate quem tomou foi minha mina. Primeiro, com o Pablo. Enquanto eu supostamente dormia, o Renzo mandou a minha Viole satisfazer ele em tudo. O Pablo fez ela chupar a pica e apalpou ela à vontade. Comeu ela por quase 35 minutos e eu pude ver minha gostosa sendo sacudida. pelo novo e gozando entre gemidos abafados. Depois Renzo tomou conta da minha namorada e começou a macetar ela, mas logo Pablo entrou junto e Violeta teve o primeiro menage a trois dela. Vi como esses dois puteros se enfiaram na minha mulher por quase três horas, onde aconteceu de tudo. Mais de uma vez tive que me mandar pro meu quarto porque algum deles dava na telha de ir no banheiro. Quando ela tava sendo serrada por trás pelo macho dela, enquanto o novo chupava a boca dela, a Viole não conseguiu segurar um grito de prazer e gozou feito uma gostosa. Os outros relaxaram e os gemidos ficaram mais fortes.



-Renzo, ¿de dónde sacaste a esta pendeja…? Es la mejor hembrita que me comí en mi vida.
Estas palabras halagaban a mi novia, quien ponía más empeño y movía pelvis, boca, lo que fuera para dar y recibir más y más placer.
Me preguntaba cómo seguirían los viernes. Imaginé que desde ahora traería al compañero que le había impuesto la empresa y entre los dos se garcharían a mi mujer.
Qué equivocado estaba.
Continuara. ...
http://m.poringa.net/posts/relatos/3382683/Cornudo-espia-descubierto.html
6 comentários - Cuck espião