corno espião

Naquela noite chuvosa, a gente voltava de Buenos Aires e o carro quebrou no meio do caminho. Tinha deixado no mecânico de uma cidadezinha, mas as peças só chegariam segunda-feira à tarde. E era sábado. Com a Violeta, decidimos ir pra casa mesmo assim, uns 600 quilômetros adiante, e voltar quando o carro estivesse pronto. Não é tão difícil arranjar carona entre cidades. Sempre tem um caminhoneiro que topa, só pra viagem ficar mais agradável. No posto da estrada, subimos num Scania enorme dirigido pelo Renzo, um cara alegre e simpático, de olhos vivos. O tempo ruim não tinha estragado o bom humor dele. Ele não parava de falar, fazendo piadas e perguntando coisas. Claro, parte do bom humor era ter a vista alegre com minha namorada (com quem morávamos juntos), uma gata de 20 anos que, se não era uma modelo, era muito, muito gostosa. Morena de olhos grandes, com curvas boas e uma barriguinha leve. E uns peitões que saltavam pelo decote da camiseta. Pernuda e com um bundão. Ironicamente, uma "caminhonete". Na cabine do Scania, batemos papo e tomamos mate. Mas eu estava morto (tinha dirigido o dia todo, e meus quarenta já não eram meus vinte) e logo comecei a cochilar. Nem as piadas do Renzo, que já estavam entrando no duplo sentido, nem as risadas da minha linda gata conseguiam me manter acordado. Renzo percebeu e teve pena de mim.
— Por que não tira uma soneca? — ele mostrou um espacinho com uma cama de campanha atrás dos bancos. Tinha até travesseiro.
— Tem certeza? — perguntei, tentando não invadir a privacidade dele.
— Sim, cara!
Deitei lá e logo peguei no sono. Mal adormeci, as piadas do Renzo abandonaram o duplo sentido e passaram a ser abertamente sexuais. E pouco depois já não eram piadas, mas sim causos safados. Ele contou dois ou três. Ela contou outro. Ele a incentivou a contar alguma "aventurinha" que eu não soubesse. "Afinal, ele tá dormindo", disse. Mas não tinha. Em compensação, Viole confessou que antes de me conhecer ele teve sua fase de descontrole. Eles riram. A próxima anedota do Renzo foi uma desculpa esfarrapada pra confessar que tinha um membro fora do comum. A ideia dele era fazer minha mulher morder a isca.
—Não pode ser verdade —ela disse.
—E pra que eu vou te mentir, gata?
—Não pode ser tão grande… Eu nunca vi uma coisa dessas…
—Porque você é novinha, mas com certeza vai conhecer… bah, se você é casada, com certeza não, mas…
—Você é um mentiroso…
—Quer apostar?
Apostaram. E Viole confirmou que o caminhoneiro tinha exagerado, mas que mesmo assim tinha uma pica enorme, talvez a maior que ela tinha visto na sua curta vida. Renzo tinha baixado o zíper e tirado a pica pra fora da calça. Mas depois de perder a aposta, não guardou. E os olhos da minha namorada não conseguiam parar de olhar. Ficaram em silêncio. Depois de alguns instantes, Renzo aproximou suavemente a mão da minha namorada da sua pica. Violeta se deixou levar, como hipnotizada. Tocou aquela carne quente, macia e dura ao mesmo tempo, e já não conseguiu nem quis soltar. Acariciou com ternura e a pica cresceu mais. Pulsava. E cada pulsação fazia o ventre dela tremer.corno espiãoFicaram assim por alguns minutos. Viole acabou pegando ela toda entre os dedos, enquanto ele dirigia, apertando um pouco, enchendo as mãos de pau grosso.corno espiãoRenzo se aproximou dela, sempre em silêncio, segurou sua nuca com delicadeza e lentamente a inclinou em direção ao seu pau. Minha namorada ofereceu uma resistência mínima, olhando para mim e confirmando minha respiração pesada, de quem dorme. E cedeu. Encheu a boca de pau e sua língua percorreu cada centímetro da carne dura de Renzo.corno espiãoEla bateu uma punheta pra ele, chupou, mamou como uma expert e deixou ele apalpar os peitos, a barriga, parte da bunda, tudo.corno espiãoQuinze minutos chupando o pau dele fizeram Renzo explodir na boca dela, enchendo tudo de porra. Minha namorada engoliu com o respeito que o dono de um pau daquele merecia.corno espião- Sabia que você era uma gauchita young lady assim que te vi, linda... Pena que estamos com pressa, senão a gente parava e eu te retribuía a atenção com uma enrabada como você nunca teve na vida... A promessa excitou ainda mais minha namorada. Mas ela disfarçou:
- Não fala assim do Henry...
- Ele te fode bem?
Minha namorada hesitou. E hesitou. E hesitou. No final, deu de ombros.
- Ele me ama muito...
- Eu te comeria como Deus manda...
Eles trocaram telefones. Quarenta minutos depois, eu acordei da soneca.
- Quanto falta? - perguntei sem ter entendido nada.
O resto da viagem foi como no começo. Muita boa vibe, piadas, causos. Renzo era um cara fora de série, daqueles tios gente boa, ou aqueles amigos especiais. Ele nos deixou na porta de casa, pra isso teve que entrar na cidade. Nós havíamos dito que não precisava, mas ele insistiu. Hoje acho que ele tinha esperança de que a gente o convidasse pra entrar.
Trocamos telefones e prometemos nos ver de novo, com a certeza de que nunca iríamos fazer isso, como as amizades que a gente faz nas férias. Mas uma semana depois, Renzo ligou. Ele tinha uma viagem, não sei pra onde, e ia passar pela cidade, e nos perguntou se queríamos que ele nos visitasse.
Ele apareceu na sexta à noite com duas garrafas de bom vinho. Desde o momento em que a visita foi confirmada, notei minha namorada um pouquinho alterada. Nada ruim, nem grave. Eu devia ter imaginado por onde vinha a coisa quando ela se trocou pro jantar em casa. Um vestidinho tipo escritório, formal mas bem sexy, com losangos cinzas e pretos, decotado e que terminava numa minissaia. A generosidade dos seus curvas e a juventude, com aquela roupa, eram uma tentação pra qualquer um. Ela tinha alisado o cabelo e feito uma franjinha também. A franjinha não me agradava muito, a fazia parecer um pouco mais puta e mais barata. Mas isso me deixava com tesão.
Jantamos. Realmente nos divertimos muito. Não notei nada estranho - não tinha por que notar - embora desse pra perceber que entre os dois havia uma química especial. Nada sexual, e também nada exclusivo comigo. Mas dava pra ver que eles tinham uma sintonia natural. Entre o vinho e o cansaço de um dia exaustivo no trabalho, às 3 da manhã vi que Renzo não dava sinais de ir embora e eu me rendi. — Vou dormir, amor — disse pra Violeta, que esquentava água numa chaleira. E me virei pro nosso amigo — Desculpa, mas hoje eu tive um dia maluco… — Pode ir, tranquilo. Eu também vou tomar uns mates e já vou embora… Fui pro quarto e dormi em dois minutos. Na sala, Viole baixou as luzes e trouxe o mate. Os primeiros minutos eles falaram besteira. Mas logo Renzo atacou. — Eu gosto quando você toma mate… Dá pra ver que você curte muito… Viole sorriu. — Você é um sem-vergonha. Como é que vem com essas? — Qual é? Somos amigos… Mas foi ela que — por ansiedade — puxou o assunto: — Você não vai ficar querendo que eu te chupe de novo, né? O Henry tá no quarto! — Não, fica tranquila — disse ele. E notou um certo leve desapontamento nos olhos da minha namorada. Ele sorriu agora. — Ahh… a comida estava muito yummy, mas inchou minha barriga… — acrescentou e desabotoou a calça. Já estava durão e se ajeitou no sofá pra que a pica enorme sobressaísse da cueca e aparecesse pela braguilha aberta. — O que você tá fazendo, Renzo!? Tá louco? — Vem, linda… — disse ele sorrindo. — Vem buscar o que eu te devo desde a semana passada… E minha namorada foi lenta e inexoravelmente em direção à virilha do nosso amigo, e engoliu de uma vez a pica grossa.corno espiãoAjoelhada entre as pernas de Renzo, Viole chupava e engolia o pau com uma paixão que nunca tinha experimentado antes. Ela o masturbava de cima a baixo e queria ele todo dentro da sua boca. Todo.corno espião- Essas tetas enormes que você tem me deixam louco... - ele confessou. O rosto da minha namorada se iluminou - Mal podia esperar pelo chifrudo ir embora... Viole tirou o pau da boca por um segundo e o repreendeu. - Não chame ele assim... - Mas ele é... Quantas vezes você fez ele de corno, bebê...? - Nunca. Meu namorado não é corno. - Hoje ele vai ser. Ele apoiou a mão grande na cabeça dela e pressionou para baixo, para que ela continuasse chupando o pau.corno espião- Ele te comeu melhor essa semana...? Ela balançou a cabeça, sem soltar o pau. - Que pena... Mas pelo menos ele te comeu, né? Ela negou de novo. - Não? Nossa, que lindo cuck vamos fazer, gata. Dessa vez ela não reclamou. Continuou chupando pau sem largar. - Ele te comeu esse mês, pelo menos...? Ela balançou a cabeça. - Também não...? Puta mer... Esse ano...? Viole parou a cabeçada no pau do seu macho, sem tirar a boca do pedaço. Pensou. E finalmente concordou, pra continuar chupando. - Coração, isso tá muito ruim... De agora em diante você vai transar uma vez por semana, tá? -ela concordou- E toda vez que ele vier jantar você vai se arrumar bonita, assim como hoje, mas sem parecer uma puta... pra não dar na telha do cuck, tá? -ela concordou de novo. Ele pegou seu rosto com as duas mãos e a fez parar. Apalpou seus peitos por cima do decote, e as pernas e a bunda por baixo da saia.corno espião

corno espião- Que gostosa você está, menina… Você merece muita pica… Violeta concordou com a cabeça sem tirar os olhos da pica que brilhava com sua própria saliva. Renzo tirou o vestido dela com grande habilidade e se deliciou com seus seios jovens, duros e fartos, a cintura apetitosa apesar de uma barriguinha incipiente.corno espiãoEle a girou para ver aquele bumbum grande e redondo. -Vadia, como vou te comer... Viole se sentiu lisonjeada e excitada, e dez segundos depois estava sentada no mastro do Renzo, de costas para ele, com a calcinha puxada para o lado, recebendo sem piedade toda aquela peça de carne.corno espião

corno espião-E agora, enquanto você cavalga no meu pau, vai me dizer a verdade... Minha namorada subia e descia nesse pau bem devagar, aproveitando cada centímetro que entrava e saía dela. Ela estava no paraíso. -Tem certeza que nunca traiu o Henry, nem uma vez...? Ele é muito mais velho que você, poderia ser seu pai... -Não... Então Renzo parou o movimento dela quando ela estava bem lá em cima, impedindo-a de descer. -Até você me contar a verdade, não vai receber mais pau, vadia... Houve um segundo de tensão... sexual. Viole tentou descer para se enfiar nele, mas Renzo não permitiu. -Você já transou com outro...? Confessa... -Sim... -minha namorada se rendeu -Sim... -e começou a enterrar o pau. -Quantas vezes...? -Uma... -Renzo a parou de novo. -Não... Por favor, não me para... -Quantas vezes, gatinha...? -Duas... duas vezes... -ela tentou se enfiar. Ele a deteve. -Me diz quantas vezes você fez ele de corno ou até semana que vem você não vê mais pau... Viole suspirou. -Oito vezes... -vadia... -disse Renzo, triunfante, e afrouxou para que ela se enfiasse no pau dele... -vadia... como a gente vai se dar bem...corno espiãoMas a Viole tava no pique. —Que pauzão gostoso você tem, filho de uma puta... —Então foram oito vezes... —murmurou Renzo, saboreando sua pequena vitória. —Dez... Dez vezes... —Viole continuou subindo e descendo, enfiando o pau até o talo. —Tá bom, doze... Doze vezes, mas não mais que isso... Renzo agarrou ela pelo cabelo e sussurrou no ouvido: —puta... E começou a meter com mais força e velocidade. —E o corno nunca desconfiou de nada...? Continuavam transando num ritmo bom agora. Ela ofegava alto. —Sim... ele soube de duas... ah, de... quatro... mas me perdoou... ele é muito bonzinho... —Não é bonzinho, puta... É muito corno... —Não... Esse ano tô me comportando... esse ano não traí ele... —A gente tá em janeiro, filha da puta... —ele tirou, girou minha mina, arrancou a calcinha e sentou ela no pau dele, mas de frente. A penetração não era tão profunda, mas ele via a carinha de anjo e os peitos dela, e apalpava melhor as pernudas.corno espião- Que gostosa você está, meu amor…! Vou começar a vir aqui sempre, sabia? Mas a Violeta estava quase gozando e só implorou: - Não para… não para, por favor… acaricia minha bunda e me come com força… me fode com tudo… Um minuto depois minha namorada estava gozando no pau do Renzo, no sofá da sala, enfiada como nunca.corno espiãoRenzo gozou cinco minutos depois, de quatro, com a visão daquele rabão em primeiro plano.corno espiãoEla foi embora às 4 da manhã. Mas na sexta seguinte ligou de novo. E apareceu de novo. E o jantar. E meu cansaço. Viole tinha comprado vinho e me servia generosamente cada vez que minha taça esvaziava. Às duas da manhã eu estava dormindo, e ela estava montada na bancada da cozinha, recebendo rola do novo macho dela, que foi embora de novo às 4.corno espiãoNa terceira sexta-feira, comecei a desconfiar que tinha algo estranho. Bebi menos vinho, exagerei no cansaço e disse que ia dormir. No quarto, tirei a roupa e abri a cama. Se a Violeta entrasse para ver se eu estava dormindo, precisava ser convincente. Mas minha namorada nem apareceu, tão certa do meu cansaço ela estava. Ou talvez relaxada demais. Seja como for, abri a porta do meu quarto bem devagarinho e vi que a luz da sala estava muito mais fraca. Já não se ouviam as gargalhadas e os comentários. Na verdade, não se ouvia nada. Me aproximei da sala sem fazer barulho. Quase chegando, comecei a entender o silêncio. Renzo estava sentado no sofá, de costas para mim, e a Viole estava ajoelhada no chão. Não dava pra ver a Viole, mas dava pra ver a bunda dela empinada. Era óbvio que ela estava chupando o pau dele. Os barulhos de saliva e líquidos confirmavam.corno espião

corno espiãoMe senti mal, vítima de um abuso de confiança. Não estava com raiva. Estava indignado. E um pouco frustrado, no sentido de que essa era a quarta ou quinta vez que eu descobria minha namorada transando com outro. Voltei para o meu quarto. Quando a surpresa e a indignação baixaram um pouco, comecei a pensar friamente. Das quatro vezes que ela tinha me traído, eu sempre tinha perdoado e ela sempre tinha prometido que era a última vez. Era evidente que ela não ia se corrigir mais. Mas o que fazer? Eu a amava, e não só isso, ela me deixava com mais tesão do que qualquer outra mulher na terra. O problema era que ultimamente eu não conseguia corresponder como ela precisava. Por culpa do estresse do meu trabalho, fazia muito tempo que eu não a satisfazia plenamente, nem sequer conseguia penetrá-la. Mas me recusava a aceitar que essa era a razão da putaria dela, e também não queria ser manipulado. Havia outra coisa em tudo isso, que eu não tinha coragem de encarar, e que agora tinha que assumir de uma vez por todas para tomar uma decisão. A última vez que a tinha descoberto na cama com outro, eu tinha ficado um pouco excitado. Eu mesmo tinha negado isso na época, mas agora não podia escapar da certeza: Violeta era a mulher que mais me excitava na terra, mesmo quando outros a comiam. Não ia dizer nada. Para eles, eu estava dormindo, e ia continuar seguindo o jogo. Abri um pouco a porta do meu quarto e agucei o ouvido. De longe, mas claramente, dava para ouvir o gemido da minha Viole. Estavam comendo ela. Eu estava morrendo de ansiedade e nervosismo. Queria vê-la. Mas se eu espiasse, me veriam pelo corredor que vai dos quartos até a sala e tudo estragaria. Na semana instalei uma porta de correr entre a sala e o corredorzinho que leva aos quartos e ao banheiro. A Violeta achou estranho, mas logo viu que minha extravagância poderia beneficiá-la, se o Renzo fosse aparecer com mais frequência. Como apareceu naquela sexta. E na seguinte, e em várias outras, virando uma rotina. Minha Chiquita tomava banho umas duas horas antes do caminhoneiro chegar, se vestia de um jeito sensual mas sem exagerar, e passava perfume. Renzo chegava, a gente jantava, nos divertíamos, às vezes até assistíamos um filme, e invariavelmente eu ia dormir e eles ficavam sozinhos. A porta de correr me dava a chance de me aproximar até a entrada da sala e ouvir melhor e até espiar a foda que Renzo dava na minha namorada. Eu vi ela cavalgar naquele pau várias noites, ouvi ela gemer, gozar, e pedir mais e mais pau.corno espião

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corno espiãoTambém presenciei a noite em que sua linda e generosa bunda foi perfurada pela primeira vez e como a filha da puta acabou pedindo "mais forte" apesar da dor que a grossura daquele pau lhe causava.corno espião

corno espiãoVi tudo e veria mais. Uma sexta-feira ele apareceu com outro cara. Sem avisar. Um cara mais novo que ele, uns 35 anos. Vi o nervosismo do Renzo e a expectativa que ele tinha sobre nossa reação, e explicou que a empresa tinha colocado um companheiro de rota pra ele. Viole olhou o estranho de cima a baixo e logo sorriu. Para a grande encenação, era apenas um amigo do Renzo, que tinha ficado "preso" naquela rotina das sextas. Mas todos nós sabíamos que a aposta de verdade estava subindo. A essa altura eles suspeitavam que eu sabia de tudo. Era impossível que sexta após sexta eu deixasse o caminho livre e nunca reclamasse de nada. Mas em todos esses meses nem minha namorada nem eu tínhamos esclarecido nada entre nós, nem mesmo roçando no assunto. Nunca. Aquela noite, depois do jantar, calculei que dois caras, um dos quais nunca tinha comido ela, iam demorar o dobro e então fui dormir mais cedo que nunca. Se a Viole tinha me transformado no seu corno, pelo menos seria o melhor corno possível. Minha namorada estava vestida com uma regata preta bem decotada, mostrando seus peitões lindos, e um shorts amarelo curtinho, nada escandaloso, mas que desenhava aquele rabão sem disfarce. Talvez excitada pela perspectiva do seu primeiro trio, estava mais dada que nunca. Ria por qualquer coisa, se mostrava um pouco mais do que o normal, e apalpava o novo, Pablo, quase sem vergonha. - Gente... - falei, como sempre. - Vocês não se incomodam se eu for dormir...? É que tô morto de cansado e amanhã tenho que acordar cedo... A excitação dos três foi percebida num rápido cruzamento de olhares. - Vai, vai, não se preocupa - me disse Renzo. E completou, também como sempre - A gente toma uns mates e já vamos embora... Mas os mates foram tomados pela minha namorada. Primeiro, com o Pablo. Enquanto supostamente eu dormia, Renzo ordenou que minha Viole o satisfizesse em tudo. Pablo fez ela chupar o pau dele e apalpou ela à vontade. Comeu ela por quase 35 minutos e pude ver meu amorzinho sendo sacudida pelo novato e gozando entre gemidos abafados. Depois Renzo tomou conta da minha mina e começou a comer ela, mas logo Pablo se juntou e Violeta teve seu primeiro ménage à trois. Vi como esses dois pivetes enrabaram minha mulher por quase três horas, onde aconteceu de tudo. Mais de uma vez tive que me retirar pro meu quarto porque algum deles resolveu ir ao banheiro. Quando ela estava sendo serrada por trás pelo macho dela, enquanto o novato pegava a boca dela, Viole não conseguiu segurar um grito de prazer e gozou que nem uma gostosa. Os outros relaxaram e os gemidos ficaram mais fortescorno espião

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-Renzo, ¿de dónde sacaste a esta pendeja…? Es la mejor hembrita que me comí en mi vida.
Estas palabras halagaban a mi novia, quien ponía más empeño y movía pelvis, boca, lo que fuera para dar y recibir más y más placer.
Me preguntaba cómo seguirían los viernes. Imaginé que desde ahora traería al compañero que le había impuesto la empresa y entre los dos se garcharían a mi mujer.
Qué equivocado estaba.
Continuara. ...

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6 comentários - corno espião

pipa64
Excelente post !!!!!
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muy bueno, me re calenté
Espera la 2da parte
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Me gusta tu formato de relatar y sobresaltar la imaginación con hermosos GIF😈🤘🏼
Impresionante y excitante relato. Queremos mas!
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como me calento este relato...dios mio encima con imagenes y todo
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excelente relato con animaciones! muy Rebelde !