A pedido de uma amiga do trampo

Tenho uma proposta pra te fazer. Pode me dizer sim ou não, e espero que seja sim porque você é a garota ideal."

Até aí, sem desconfiar de nada, respondi:
— "Como assim? Me conta o que você está tramando, porque eu e o quê?"

Ela pega na minha mão e me olha nos olhos, um pouco trêmula, mas com uma certa segurança no que está dizendo:
— "Com meu marido. Vamos fazer um ano de casados e estamos querendo sair da rotina na nossa vida sexual."

Deu pra ver que fiz cara de espanto, porque ela completou:
— "É por aí mesmo. Pra gente é a primeira vez que a gente pensa em algo assim."

Sem deixar de prestar atenção, meio surpresa mas curiosa pra saber onde a conversa ia dar, falei:
— "Mas o que você tá dizendo? O que eu tenho a ver com a vida sexual sua e do seu marido?"

Aí ela segurou minhas duas mãos e foi direta:
— "Exatamente. A gente pensou em nos permitir e nos presentear um ao outro com quem a gente acha que é a pessoa mais gostosa do nosso trabalho. Ou seja, eu vou ficar com o colega de trabalho dele que ele escolher, e ele vai ficar com quem eu escolher aqui do escritório... Você é jovem, sempre te achei linda e com uma sensualidade sutil. Além disso, todos os caras viram pra olhar sua bunda quando você vem com aquelas calças brancas justas, e eu sei que ele também vai te amar."

Eu tinha entendido claramente, embora estivesse surpresa. Aquela parada de "sensualidade sutil" meio que inflou meu ego, e querendo confirmar, falei:
— "Não tô entendendo... ou tô sim. Você tá me convidando ou oferecendo pra eu transar com seu marido?"

Parece que me fiz de difícil um pouco, porque ela respondeu:
— "Não, não encara assim. Como eu disse, pode me dizer não, mas é que achei que você curte umas aventuras e é muito gostosa. Nossa ideia é ir jantar num barzinho, ele levar o cara do trabalho dele e eu levar você, todo mundo sabendo onde pode dar. Aproveitar esse encontro pra se soltar e ver como a gente se sente. Se não rolar química, você, ele ou a gente mesmo pode ir embora e deixar tudo pra lá. Mas se rolar... Bora lá, os quatro irem pro apartamento e fazer a troca"
A ideia começou a me agradar e minha postura mudou, e eu disse: "Você me surpreende, não posso te dar um sim ou não, além disso, agora tenho que voltar pro trabalho, mas prometo que vou pensar"
Ela segurou meu rosto e me deu um beijo na bochecha pra dizer: "Valeu, espero seu sim, acho que vamos nos divertir pra caralho, você me avisa"
De tarde, ela me manda uma mensagem dizendo: "Aníbal me disse que já tem o parceiro dele da oficina, ele tá top pra essa sexta, o que cê acha? Vai encarar?"
Levei uns minutos pra responder, pensando sei lá o quê, já seria tipo um encontro às cegas, mas com o marido da minha colega, e na real ela também estaria lá com outro que não é o marido dela.
"Sim, vou no bar" respondi, dando o sinal verde.
"Claro, a gente se vê lá, já confirmei pra ele"
A proposta foi na quarta, a semana foi normal, não falamos do assunto nem nada com a Mikaela, até que chegou a sexta, e depois do almoço ela me diz: "Hoje a gente vai se divertir, 21h a gente se vê, não me deixe na mão."
Cheguei umas 21h30, eles três já estavam na mesa, e eu pensei: "Caralho, que homens lindos, os dois altos e bem fornidos." Mikaela me apresentou, Aníbal era o marido dela, puta merda, o que a Mikaela escondia em casa, não sei como descrever, alto, uns 1,90, moreno, mãos largas e calejadas, com uma calça de linho e uma camisa justa que marcava os peitorais e bíceps. Dei um sorrisinho safado e beijei a bochecha dele, e no ouvido ele sussurra: "É um prazer, e vai ser um prazer terminar com você" — channn, direto mas discreto, disfarçado no cumprimento, já me deu a primeira indireta. O outro cara, no mesmo estilo, acho que da mesma altura, um pouco mais magro, mas com uns olhos que te hipnotizavam, rosto quadrado com uma barbinha loira sutil.
Eu fui com um vestidinho preto com detalhes azuis no decote e curto, na metade da coxa, preferi ir sem sutiã porque o vestido já segurava bem, e no final... Um pouco marcada a calcinha no vestido, sei que sempre excita eles um pouco mais, a tanga branca a sugestão da anfitriã. Quanto a ela, a Mikaela estava uma gostosa também, escolheu uma saia curta e uma renda que realçava os peitões dela, onde o olhar do chefe se perde toda vez que revisam a agenda.

A noite foi agradável, os caras muito solícitos, o Aníbal não parava de me dar em cima e passar a mão na minha perna por baixo da mesa. Eles trabalhavam numa oficina mecânica consertando caminhões, bem, na verdade o Aníbal é o dono da oficina e o outro cara, o Aron, é um cliente de longa data, que dirige um caminhão internacional.

Os copos e o álcool foram fazendo efeito, as mesas se levantaram e começou a dança. O Aníbal me chamou pra pista, a agitação começou, a festa tava rolando. A Mikaela e o Aron nos acompanharam um pouco, e a gente se divertia e se apalpava com o Aníbal e também com o Aron, embora a Mikaela o mantivesse na coleira, tipo, pra ele não escapar, e eles foram pro bar, a gente continuou.

Num momento, a dança esquentou, a rebolada no volume do Aníbal já tava evidente e intensa, me fazia tremer. Ele me apertava firme na pélvis dele, sussurrando no meu ouvido coisas que com a música eu nem entendia, mas sabia que eram putarias quentes. Dava pra sentir ele tão duro e precisando sair da braguilha, e eu louca pra colocar ele em mim. Senti então que era hora de pegar na mão dele, fiz isso e fomos pro bar, ele colado nas minhas costas como se eu fosse a locomotiva e ele o vagão atrás. Lá estavam a Mikaela e o Aron com as pernas entrelaçadas, conversando de um jeito meloso.

Me aproximei do ouvido da Mikaela, e ela sorriu e olhou pro Aníbal, que me abraçava por trás e beijava meu pescoço. "A gente vai indo, esperamos vocês no apê", ela diz.
"Esperem 10 minutos e a gente vai junto", exclama a Mikaela.
"Ok, se apressa e vamos, Mika, avança", peguei a mão dela e coloquei na perna do Aron.
Com o Aníbal a gente tava muito quente, voltamos pra pista e eu... Diz: "Eu não aguento 10 minutos, me segue" — me pegou pelo braço e atravessamos a pista, chegamos no banheiro, apontando pras opções ele fala: "Você escolhe: o de homem ou o de mulher"
Dude, hesitei um segundo, e ele me puxou de uma vez pro de homem, entramos no box individual. Alguns viram e começaram a incentivar ele atrás da porta fechada: "Faz ela te chupar, gostosa!!!" "Boa ordenha, dude!" e um grita: "Não deixa ela sair até dar o cu".

Ao ouvir esses incentivos, sorri pra ele, olhei e falei: se a torcida tá pedindo, espero que você cumpra e termine essa pica já no meu cu. Enquanto desabotoava a calça dele, descobrindo que aquela carne já tava um mastro duro e preto.

Nisso ele diz: "Vamos ver se o presente da minha esposa sabe chupar bem?" e encostou minha cara na pica dele. Do jeito que deu, me agachei e comecei a chupar ele, desesperada, senti que era o que eu mais queria naquele momento, já não tinha limites e enfiei na minha boca até me engasgar.

Chupava ele inteiro, enquanto ouvia os caras entrando e saindo do banheiro — isso me excitava, assim como pensar que tava fazendo um boquete delicioso no marido da minha colega, que até duas horas atrás era um desconhecido e agora tava saboreando a carne dele em mim. Eu tava uma puta autêntica.

Num momento ele fala: "Já chega, levanta" — não obedeci, continuei com aquela pica venosa deliciosa na minha boca.
"Mas eu falei pra levantar e virar" — ele me levantou com aquelas mãos enormes e me virou de costas pra ele, eu com as mãos na porta, ele subiu meu vestido até a cintura, abriu minhas pernas, e se abaixou pra beijar minha bunda. Os lábios ásperos dele começaram a percorrer cada uma das minhas nádegas, que ele segurava nas mãos, enquanto eu rebolava suave feito uma gatinha no cio.

Sutilmente, ele puxou a tira da calcinha fio-dental pro lado e foi aí que começou a beijar e lubrificar meu cu, com o dedo foi me dilatando um pouquinho, enquanto eu rebolava minha bunda, me deixando pronta pra receber aquela pica deliciosa que meus lábios já começavam a sentir falta. Eu imaginava ela... e eu queria ela em mim. "Não demora mais, me dá logo" quase que eu implorei.
Ela se levantou, e colocou a cabeça na minha bunda, me pegou pelo cabelo, abri as pernas, comecei a gemer ao sentir como ela colocava a glande dentro, com cuidado um pouquinho mais pra dentro, e eu ia engolindo centímetro por centímetro o pau dela, assim tudo dentro começou a me comer.A pedido de uma amiga do trampoEra excitante e cheio de adrenalina saber que os caras desfilavam pelo banheiro, batiam na porta e o "vai fundo, vai" era o incentivo mais sutil que eles diziam, com certeza sentindo todo o sexo que tinha naquele banheiro.
A pica toda dentro e ele continuava, dava pra sentir ela pulsando quando eu apertava pra não deixar escapar, e lá ia ela de novo pra dentro.
A respiração dele na minha nuca e os dois celulares não paravam de tocar. "Tão nos procurando, parece", falei. "E você liga pra isso? Não queria levar a gozada dentro? Espera" e ele começou mais forte, era uma máquina de prazer me comendo toda de pé por trás contra a porta. Meus gemidos eram altos, do outro lado se anunciavam: "Somos da segurança, moços, por favor, isso não é hotel, é um banheiro" e batiam na porta pra gente abrir. Foi aí que senti meu interior se encher de porra, e me apertando contra a porta quase como dava, Aníbal exclamou: "Ok, ok, já vamos sair" e eu apertei a pica dele com a pouca força que restava no meu cu cheio de sêmen. Começamos a rir e, apertados como dava, ele me passou o envelope, peguei lenços umedecidos e nos limpamos como deu. Eu me sentia cheia de gozo e suja, mas arrumei minha calcinha fio dental e baixei o vestido enquanto Aníbal guardava a ferramenta dele na calça.
De novo o celular da Mikaela, quarta chamada. Atendi: "Já vamos, já vamos, não ouvi o celular, ainda estamos dentro da balada. Esperem a gente no carro, já estamos indo". Foi assim que saí do banheiro falando no celular e Aníbal saindo atrás de mim, se desculpando com o pessoal da segurança.

4 comentários - A pedido de uma amiga do trampo

esta muy bueno..! pero...me imagino que sigue, porque lo terminastes en la mejor parte..ja!