Já fazia 2 anos que eu era casado, e meus amados sogros ainda não tinham me engolido de jeito nenhum. Com o tempo, acabei não pisando mais na casa deles. Dayan, de certa forma, me apoiava sem eu ter pedido, porque sabia o quanto a situação era ilógica. E assim passamos mais 3 anos muito felizes... Os pais dela "visitavam" todo dia, mas só pelo celular. Certa vez, levei ela ao médico, e ele explicou que a Dayan precisava fazer um tratamento para ter família, e que teria que começar naquela mesma manhã. Combinamos que ela só faria a parte mais leve, e eu cuidaria da parte geral. Os dias foram passando, e numa tarde de sábado, entrei em casa e vi 6 malas de viagem, como se alguém fosse viajar por meses. Subi correndo, pensando que ela ia me deixar... E surpresa: meus sogros estavam lá. Meu cumprimento foi o mais hipócrita possível, e o deles também, na frente da Dayan, que tava felizona dizendo que era maravilhoso ter deixado de lado nossas diferenças... Depois, Seu Pepê ficava repetindo que não poderia vir vê-la com frequência, e eu, observando ele todo contente, falei: "Pois é, que pena...". Mas, quando lembrei que Dona Carmen ia ficar em casa todo esse tempo, voltei à realidade, quase chorando, e Dayan piscou pra mim, sorrindo. O tempo continuou passando, indiferente ao meu sofrimento, só que eu engoli toda minha amargura e mudei meu tratamento com minha sogra... Passávamos horas conversando... besteiras, mas ela também já tinha mudado. Várias vezes até me separava a roupa bem combinada, eu trazia sobremesas variadas pra ela, e até me dava um beijo e uma bênção na saída... Não tava acreditando nisso... Não podia ser tanta beleza assim... Uma manhã, Dayan recebeu uma ligação do médico: finalmente iam fazer a 4ª etapa do tratamento, mas ela teria que passar 15 dias no hospital. Quando eu e Dona Carmen voltamos, pensei que tudo voltaria ao normal, nos odiarmos como no começo... Mas não foi assim. Ela ficou ainda mais melosa, direto abria a porta do quarto quando eu tava lá, ou quando eu tava no banho, "sem querer", ou se mostrava nua rapidamente em câmera lenta... Uma das coisas é que eu começava a me excitar, e a procurar poder vê-la muito mais na calma... E justo numa sexta à noite, eu via futebol na TV, ela perguntou se eu queria um café com leite, mostrando seu grande decote ao colocar as xícaras.
Engoli não sei quanta saliva, e meu pau teve uma ereção violenta. As aréolas dela estavam mais do que à mostra, e os bicos dos peitos seguravam o vestido dela com toda a força do mundo pra não escaparem. Ela continuou na dela, serviu e sentou do lado oposto ao meu. Perguntei se ela queria que eu mudasse de canal, mas ela me surpreendeu falando de jogadores, posições, pontos e ligas já disputadas... Continuamos vendo o jogo, e de relance comecei a observar o corpo dela. Puta merda, um sonho, muito apetecível mesmo com seus 45 anos na época. Ela se reclinou de lado, e os quadris dela pareceram crescer. Não tava com tesão por falta de sexo, a real era simplesmente aquilo: na minha frente, tinha uma mulher de verdade. Naquele momento, o time adversário marcou, e ela comemorou pulando no lugar. Percebi que os peitões enormes dela balançaram tanto que ela nem notou que um deles tinha escapado do sutiã. Me deu um puta prazer observar aquilo, tava pouco me fodendo se meu time perdesse, contanto que eu pudesse ver ela... Ela percebeu o peito de fora, e eu fingi que não vi nada... Depois me ofereceu mais um café, aceitei, e ela serviu de novo do mesmo jeito. Meu pau tava explodindo, mas não queria criar um mal-entendido. Ela sentou de novo, mas dessa vez, as bundas dela ficaram pra fora do assento. Uffff, tava mais que deliciosa. Me acomodei, meio que pra agradecer a atenção provocante dela. Meu pau tava pulsando forte por baixo da calça. Virei pra olhar ela, e descobri que ela tava me observando. Ela se ajeitou com uma perna pra cima, e colocou a bunda ainda mais pra fora. De repente, o vestido dela subiu, deixando ver o fim das coxas e o começo da bunda. Ela enfiou uma mão na entreperna e começou a esfregar a buceta. E aí, não deu outra, eu comecei a me acariciar e apertar meu pau. Pra encerrar o jogo, ela perguntou se eu queria jantar. Falei que só queria mais um café... Ela saiu pra cozinha, e quando voltou, colocou as xícaras na mesinha e se aproximou de mim. Abriu o zíper comprido do vestido e deixou ele cair na minha frente. Ufff, peguei ela de todos os lados. Pena que nos interromperam. só duas mãos, cobria ela de beijos, enfiava meus dedos nela.....
Ela se deitou em cima de mim com o corpo dela, que não pesava nada. Começou a rolar uma daquelas situações raras, onde eu sentia que era o guia, e sabia que tinha que levá-la ao ponto máximo do desejo, mostrar tudo de mim, e fazer ela se sentir amada... E mesmo assim, ela também queria ver como me dar a experiência dela, mas o melhor rolou entre nós dois... O Toma e Dá do desejo, saber se conhecer, e principalmente curtir ao se compartilhar, como se estivesse começando um relacionamento, e no fim das contas, era isso mesmo que tava acontecendo...
Quando estávamos completamente nus, pedi que ela montasse em mim, e sem mais delongas, ela se acomodou, e eu a penetrei. Eu me enchia de uma luxúria intensa ao ver como ela se mexia, as palavras obscenas que saíam dela, como num filme pornô dublado em espanhol, ou talvez ainda mais pesadas. Como ela ia segurando minha carne, apertando com vontade, como se fossem asas para dar mais força aos seus movimentos. Doía, mas minha recompensa chegava ao sentir ela transbordando de orgasmos, que ecoavam como nas montanhas... Que coisas tão maravilhosas, ela tinha criado um pequeno lago debaixo de nós... Meus olhos e mente viam minha sogra, mas minhas mãos e pau viam uma grande puta que gemia, ofegava com tanta excitação, provocando um tesão desgraçado que despertava ainda mais prazer e deleite.
Lancei 2 ou 3 tiros de porra (tiros, não litros), mas talvez isso não fosse relevante no momento, porque ela continuava mexendo a cintura enquanto eu gozava. Foram várias posições que percorremos, e em cada uma ela sempre me enchia de beijos, assim como com seus jogos. Era um prazer total chupar os peitos dela, que, apesar da idade e de ter filhos grandes, soltava certas quantidades de leite materno. Dizem que isso transmite sensações de uma próxima gravidez — talvez a do Dayan — e me chamou a atenção como eles eram duros, assim como todo o corpo musculoso dela...
Depois, os movimentos dela pediam que eu desse uma gozada bem gostosa, e eu dei com prazer.... Já depois, durante a conversa, ela me pediu um favor, que fizesse a Booty nela... E eu aceitei na boa.... Suei pra caralho pra fazer, ela me confessou que um ex-namorado tinha feito, e nunca mais ninguém fez, porque ninguém topava, uffff.. Do que eles perderam, uma bunda tão apertada, aquele canalzinho fervendo, e mais delícia. .. Que jeito gostoso da Carmen se mexer, principalmente na hora de gozar, como ela apertava meu pau, ufff, continuei soltando porra, mas que importava, pelo menos não era pra me gabar....
Depois ela se acalmou um pouco, e voltamos a conversar. Ela me perguntou como eu me sentia no momento de gozar, a sensação de quando eu jorrava, como ela se dilatava e as veias pulsavam, e os anéis anais captavam o momento em que corriam para fora... E as bolas se retraíam, dando batidinhas nos lábios da buceta. Nossa, que presente enorme saber disso... Depois, ela se ajeitou e pediu para terminar assim, já que queria me ver de frente, e eu nunca baixar a cabeça de vergonha, porque ela estava muito satisfeita e queria afogar qualquer arrependimento... Peguei o rosto dela, beijei sua boca, dizendo: Obrigado, e Eu Te Amo... Penetrei aquele cuzinho delicioso de novo, e comecei a bombar por um tempão... Acariciando e beijando o corpo dela sempre que estava ao meu alcance... Ela também se mexia com tanto desejo, com o olhar fixo nos meus olhos, o que foi um baita elogio por eu ter sido grande parte dessa história... E ao sentir que ela aumentou o ritmo, anunciando a chegada do orgasmo dela, eu a segui também no que a gente queria... Gozar juntos... E eu me derramei tanto e tão forte, tão quente, tão abundante, que até a alma doeu mais que minhas bolas...
Dom Pépe viu por muitos anos o tratamento que a Cármen me dava, e ainda mais porque ela tinha deixado de ser "senhora", ou "Dona Cármen" e muito menos "sogra"... Assim, simplesmente... Cármen... Até que ele se foi, e a nossa relação continuou por anos e anos... Bom, pra falar a verdade, nunca me pesou na consciência ter uma vida com mãe e filha...
Engoli não sei quanta saliva, e meu pau teve uma ereção violenta. As aréolas dela estavam mais do que à mostra, e os bicos dos peitos seguravam o vestido dela com toda a força do mundo pra não escaparem. Ela continuou na dela, serviu e sentou do lado oposto ao meu. Perguntei se ela queria que eu mudasse de canal, mas ela me surpreendeu falando de jogadores, posições, pontos e ligas já disputadas... Continuamos vendo o jogo, e de relance comecei a observar o corpo dela. Puta merda, um sonho, muito apetecível mesmo com seus 45 anos na época. Ela se reclinou de lado, e os quadris dela pareceram crescer. Não tava com tesão por falta de sexo, a real era simplesmente aquilo: na minha frente, tinha uma mulher de verdade. Naquele momento, o time adversário marcou, e ela comemorou pulando no lugar. Percebi que os peitões enormes dela balançaram tanto que ela nem notou que um deles tinha escapado do sutiã. Me deu um puta prazer observar aquilo, tava pouco me fodendo se meu time perdesse, contanto que eu pudesse ver ela... Ela percebeu o peito de fora, e eu fingi que não vi nada... Depois me ofereceu mais um café, aceitei, e ela serviu de novo do mesmo jeito. Meu pau tava explodindo, mas não queria criar um mal-entendido. Ela sentou de novo, mas dessa vez, as bundas dela ficaram pra fora do assento. Uffff, tava mais que deliciosa. Me acomodei, meio que pra agradecer a atenção provocante dela. Meu pau tava pulsando forte por baixo da calça. Virei pra olhar ela, e descobri que ela tava me observando. Ela se ajeitou com uma perna pra cima, e colocou a bunda ainda mais pra fora. De repente, o vestido dela subiu, deixando ver o fim das coxas e o começo da bunda. Ela enfiou uma mão na entreperna e começou a esfregar a buceta. E aí, não deu outra, eu comecei a me acariciar e apertar meu pau. Pra encerrar o jogo, ela perguntou se eu queria jantar. Falei que só queria mais um café... Ela saiu pra cozinha, e quando voltou, colocou as xícaras na mesinha e se aproximou de mim. Abriu o zíper comprido do vestido e deixou ele cair na minha frente. Ufff, peguei ela de todos os lados. Pena que nos interromperam. só duas mãos, cobria ela de beijos, enfiava meus dedos nela.....
Ela se deitou em cima de mim com o corpo dela, que não pesava nada. Começou a rolar uma daquelas situações raras, onde eu sentia que era o guia, e sabia que tinha que levá-la ao ponto máximo do desejo, mostrar tudo de mim, e fazer ela se sentir amada... E mesmo assim, ela também queria ver como me dar a experiência dela, mas o melhor rolou entre nós dois... O Toma e Dá do desejo, saber se conhecer, e principalmente curtir ao se compartilhar, como se estivesse começando um relacionamento, e no fim das contas, era isso mesmo que tava acontecendo...
Quando estávamos completamente nus, pedi que ela montasse em mim, e sem mais delongas, ela se acomodou, e eu a penetrei. Eu me enchia de uma luxúria intensa ao ver como ela se mexia, as palavras obscenas que saíam dela, como num filme pornô dublado em espanhol, ou talvez ainda mais pesadas. Como ela ia segurando minha carne, apertando com vontade, como se fossem asas para dar mais força aos seus movimentos. Doía, mas minha recompensa chegava ao sentir ela transbordando de orgasmos, que ecoavam como nas montanhas... Que coisas tão maravilhosas, ela tinha criado um pequeno lago debaixo de nós... Meus olhos e mente viam minha sogra, mas minhas mãos e pau viam uma grande puta que gemia, ofegava com tanta excitação, provocando um tesão desgraçado que despertava ainda mais prazer e deleite.
Lancei 2 ou 3 tiros de porra (tiros, não litros), mas talvez isso não fosse relevante no momento, porque ela continuava mexendo a cintura enquanto eu gozava. Foram várias posições que percorremos, e em cada uma ela sempre me enchia de beijos, assim como com seus jogos. Era um prazer total chupar os peitos dela, que, apesar da idade e de ter filhos grandes, soltava certas quantidades de leite materno. Dizem que isso transmite sensações de uma próxima gravidez — talvez a do Dayan — e me chamou a atenção como eles eram duros, assim como todo o corpo musculoso dela...
Depois, os movimentos dela pediam que eu desse uma gozada bem gostosa, e eu dei com prazer.... Já depois, durante a conversa, ela me pediu um favor, que fizesse a Booty nela... E eu aceitei na boa.... Suei pra caralho pra fazer, ela me confessou que um ex-namorado tinha feito, e nunca mais ninguém fez, porque ninguém topava, uffff.. Do que eles perderam, uma bunda tão apertada, aquele canalzinho fervendo, e mais delícia. .. Que jeito gostoso da Carmen se mexer, principalmente na hora de gozar, como ela apertava meu pau, ufff, continuei soltando porra, mas que importava, pelo menos não era pra me gabar....
Depois ela se acalmou um pouco, e voltamos a conversar. Ela me perguntou como eu me sentia no momento de gozar, a sensação de quando eu jorrava, como ela se dilatava e as veias pulsavam, e os anéis anais captavam o momento em que corriam para fora... E as bolas se retraíam, dando batidinhas nos lábios da buceta. Nossa, que presente enorme saber disso... Depois, ela se ajeitou e pediu para terminar assim, já que queria me ver de frente, e eu nunca baixar a cabeça de vergonha, porque ela estava muito satisfeita e queria afogar qualquer arrependimento... Peguei o rosto dela, beijei sua boca, dizendo: Obrigado, e Eu Te Amo... Penetrei aquele cuzinho delicioso de novo, e comecei a bombar por um tempão... Acariciando e beijando o corpo dela sempre que estava ao meu alcance... Ela também se mexia com tanto desejo, com o olhar fixo nos meus olhos, o que foi um baita elogio por eu ter sido grande parte dessa história... E ao sentir que ela aumentou o ritmo, anunciando a chegada do orgasmo dela, eu a segui também no que a gente queria... Gozar juntos... E eu me derramei tanto e tão forte, tão quente, tão abundante, que até a alma doeu mais que minhas bolas...
Dom Pépe viu por muitos anos o tratamento que a Cármen me dava, e ainda mais porque ela tinha deixado de ser "senhora", ou "Dona Cármen" e muito menos "sogra"... Assim, simplesmente... Cármen... Até que ele se foi, e a nossa relação continuou por anos e anos... Bom, pra falar a verdade, nunca me pesou na consciência ter uma vida com mãe e filha...
1 comentários - Bienvenida querída Cármen, suegra...