dona de casa safada reprimida 1

p.p1 {margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 11.0px Helvetica; -webkit-text-stroke: #000000}p.p2 {margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 11.0px Helvetica; -webkit-text-stroke: #000000; min-height: 13.0px}span.s1 {font-kerning: none}Capítulo 1 O Começo de TudoEsta história conta a vida de uma dona de casa que sai da rotina quando descobre o verdadeiro prazer do sexo, algo que nunca havia experimentado com o marido, e decide se afogar nesse prazer com um desconhecido, libertando assim a putinha submissa reprimida que estava dentro dela. Ela experimenta sensações diferentes que a levam à condenação do prazer e do pecado, sendo infiel ao marido e, pouco a pouco, deixando de se importar com sua própria família, tendo como prioridade máxima o prazer de seu amante.

Diana é uma mulher de 39 anos, com 1,60m de altura, cabelos castanhos, olhos café escuro, e medidas de 32DDD-23-34 — um corpo de dar infarto, que daria inveja a muitas mulheres e deixaria qualquer homem com tesão. A história começa um dia em que ela decide passar mais tempo com o filho e conviver com ele, mas, pela idade, ele sempre a desprezava por tratá-lo como criança, já que estava perto de atingir a maioridade. Isso a envergonhava. Daniela se sentia rejeitada por isso, mas pensava em outras coisas e se dedicava à casa. Em uma ocasião, enquanto acompanhava o filho à escola e voltava, eu a vi perto de entrar em casa e me apresentei.

Angel: Oi, vizinha, prazer em conhecê-la. Apesar de morarmos um ao lado do outro há um tempo, não tive a oportunidade de falar com você.

Diana: Prazer, vizinho. Quase não saio e nunca o tinha visto.

Angel: É, vizinha, me chame de Angel. Como passo o dia todo na escola, não a tinha visto, mas agora não estou indo porque não me senti muito bem. Mas vejo que você acompanha seu filho à escola.

Como somos quase da mesma idade e já que não há muitas universidades por perto, vamos na mesma escola.

Diana: Sim, mas ele ainda fica incomodado que a mãe o acompanhe à escola (diz rindo). Te deixo, Angel, tenho muitas coisas para fazer em casa e, se não me apressar, meu filho e meu marido vão chegar.

Ao vê-la ir embora, fiquei olhando sua bunda, como ela a mexia, e não parava de admirar. Naquele dia, depois de observar a rotina dela e o horário em que o marido e o filho não estavam, decidi torná-la minha.

Diana, ao abrir a porta, percebe algo estranho.

Diana: Que estranho, pensei que tinha trancado a porta. Até deixei a TV ligada.

Diana entrou em casa achando que tinha sido apenas um descuido dela, mas então lembrou que, com a pressa de levar o filho à escola, nem sequer tinha ligado a televisão. Enquanto Diana ficava pensando no que poderia ter acontecido, Ángel estava atrás dela e a eletrocutou, deixando-a sem conseguir mover o corpo e atordoada.

Diana: Ángel?? O que... o que você está fazendo? Por que está fazendo isso comigo? (perguntou assustada)

Ángel: Só estou aqui para retribuir.

Diana: Retribuir? Como assim? Para, por favor.

Ele levantou a blusa de Diana e viu seus grandes seios presos por um sutiã simples. Depois, puxou o sutiã, deixando seus peitos livres.

Ángel: Você tem tetas enormes, Diana. Com certeza muitos homens já brincaram com elas. (disse com um sorriso)

Diana: Não, você está enganado. (Por que não consigo mover meu corpo?)

Ángel: Nesse caso, é seu marido quem brinca com elas? (retrucou enquanto brincava com um de seus mamilos)

Diana: !Aaaahh! Para! (Tenho que fazer algo para detê-lo.) Vou gritar se você não parar, isso é errado!

Ángel: Não tem ninguém para te ouvir. A maioria dos vizinhos está trabalhando, e as que ficam em casa são donas de casa como você, mas nessa hora estão fazendo compras. Então ninguém vai te escutar. Pode gemer tão alto quanto quiser. (disse enquanto pressionava seu clitóris)

Diana: !Aaaaaaahhaaaaaaaaaahh!

Comecei a brincar com suas tetas, mordê-las, puxar os mamilos e enterrar meu rosto nelas enquanto ela gritava de prazer.

Ángel: Nossa, isso foi bem alto. Você não tem vergonha nenhuma, Diana?

Diana: Não, por favor, chega. Eu te imploro. (disse entre gemidos e com um pouco de medo)

Ángel: Olha só, olha como sua buceta está molhada. (disse enquanto enfiava um dedo em sua buceta) (e noto todos os seus sucos dando um tapa na bunda dela e ela volta a gemer) Ela é masoquista, não é?

Diana: Não, do que você está falando? (me responde entre gemidos e choros)

Angel: Pare de negar (enfio dois dedos na sua buceta sem piedade enquanto ouço ela gritar) Ouça esse som sujo que seus sucos de amor estão fazendo?

Diana: Para, aaaaahhh, você mmmm está enganado

Angel: Sua vagina e ânus estão completamente encharcados, está ficando excitada ou não? (apertando seus mamilos) Digo isso pelo quão duros seus mamilos estão

Diana: Aaaaaaahhh para por favor…. para… não…. v… vou gozar….! n-nããããooo! não olha! (ouço ela gritar de prazer e se arquear)

Angel: Olha como está gozando forte, você é uma mulher suja (digo sorrindo)

Diana começa a gozar sem parar, molhando o chão com seus fluidos enquanto tem um multiorgasmo como nunca havia sentido

Diana: Aaaaaaaahhh n-não olha… por favor n-não olha… (diz enquanto está gozando quase perdendo a razão)

Continuo enfiando meus dedos na sua buceta e brincando com seu clitóris sem dar descanso

Diana: Aaaah… aaaaahhhaaahaahaahhh. aaaaahhah. por… favor… não mais..

Continuo fazendo pelo prazer que ela sente, acabo fazendo ela gozar ainda mais forte, até se urina de prazer

Angel: E até se molhou toda, não tem vergonha de mijar na frente do seu vizinho?…, até sujou minha mão (mostro minha mão cheia dos seus fluidos e urina)

Diana: Por favor para, por que, por que você faz isso?

Angel: Por que estou fazendo isso? me pergunta?.. é porque fui tentado pelo seu cheiro provocante e seu corpo

Vou até a porta onde deixei uma mochila com várias coisas e de lá pego uma corda, me aproximo dela para que veja, olho com um sorriso e ela, ao ver a corda, se assusta dizendo

Diana: N…… não e-eu não por favor

Angel: (Me aproximando e começando a amarrar suas mãos) Deixe-me verificar algo (termino de amarrá-la passando a corda por suas mãos) (puxando o pescoço até seus seios e amarrando os pés junto com as mãos para ter uma visão melhor da sua buceta e ela não poder fazer nada) Como está isso?.. gosta de estar amarrada, não é?

Diana: Não! Me solta, me deixa ir!

Angel: Acho isso muito difícil de acreditar quando até seus mamilos estão duros (puxo seus mamilos um pouco enquanto vejo como ela grita) Você queria que alguém fizesse isso com você?, ou vai responder não para essa pergunta também? (a prendi bem no chão expondo sua buceta à minha vista e a abri)

Diana: N-não! Não abre…!, por favor não olha (me diz chorando e suplicando)

Angel: Lembro desse cheiro, é o cheiro de uma puta, o mesmo que tenho sentido nos últimos dias, é tão sujo quanto seus gemidos, essa é a classe de pessoa que você é (fui buscar um vibrador, liguei e passei por seu cone molhado)

Diana: P… para por favor não faz isso! (Me dizia suplicando e chorando, acelerei mais o vibrador) Aaaaaaaahhhaaahhh hhhhhiiiiiiiiii tô gozandooooooooooo! (ao terminar de gozar tirei o vibrador da sua buceta) Parou? Ah não consigo sentir nada…

Deixei o vibrador no chão depois me preparei para tirar a calça e minha cueca

Angel: Não deveria ter toda a diversão só para si mesma, Diana, não sabe a situação em que se encontra?, vê como minha rola ficou dura?.. vou enfiar dentro da sua buceta (comecei a esfregar minha rola na sua buceta)

Diana: Aaaaaahh.. n..não não faz isso.. não esfrega em mim…

Angel: Enfio dentro?

Diana: P… para

Angel: Ou ainda vai me resistir?.. agora mesmo sua buceta está tão molhada e perdida, você sabe que está morrendo de vontade do meu pau

Diana: Por favor… faço o que você quiser

Angel: Eeehh parece que não tem ideia do que está falando

Diana: Então por favor qualquer coisa menos isso minha vagina não…

Angel: (Me aproximo dela pegando minha rola e direcionando para sua buceta e digo) Vou fazer você se sentir bem (enfio de uma vez ouvindo seus gritos de prazer) Diana: Nãããããoooo… não tira aaaahhh aaagggaaaaaagaagaag não….. aaaaaaaaaahhhh… não, você tá metendo na minha buceta muito forte aaaahhh.. aaahhhaaaahaaahaahaaahaahaaagaagaaga

Angel: (Acelero o ritmo) Admite que é bom, né? Olha como meu pau tá encharcado dos seus fluidos

Diana: Não… não mexe…! m-minha buceta tá………

Angel: Buceta isso, buceta aquilo, não tem vergonha, Diana? Vou humilhar você ainda mais (com minha mão passo meu dedo pelo seu cu e tento enfiar, vejo seu rosto de surpresa e susto) Nunca tinham tocado seu cuzinho antes, né?

Diana: Aaaaahh aí não!! não….. tá muito sujo

Angel: Vou brincar mais com ele já que parece que você gosta tanto

Diana: Para de esfregar aaaaahhhaahh p… para!!

Angel: Vamos, fala, fala que é muito bom (enquanto continuo te comendo mais forte e brinco com seu cu)

Diana: N… não, não gosto disso nem um pouco… não tô me sentindo nada bem! Para de esfregar meu cu, v… vou ficar louca

Angel: Ótimo, mais uma razão pra continuar. Na verdade, vou gozar na sua boceta

Diana: N-não! não dentro de mim… (diz assustada mas ao mesmo tempo excitada)

Angel: Toma isso, vou encher sua boceta de porra (começo a gozar dentro dela)

Diana: Nããããããoooo! e… está jorrando dentro de mim!! al al aaahhhhaaggaagg não… tá entrando no meu útero

Angel: Isso mesmo, Diana, sua boceta tá apertando forte, é como se seu corpo quisesse que você ficasse grávida (digo sorrindo)

Diana: N….. não, não quero ficar grávida (diz enquanto claramente está fora de si)

Angel: Não deveria desmaiar depois de uma rodada de sexo, ainda temos um longo dia pela frente (comecei a foder de novo e de novo até perceber que eram 3 da tarde, hora da saída da escola, e ver que não demoraria pro seu filho voltar)

Diana: Aaaaaahhh aaahhh haaaaaaaaaaahhh nãããão! tô gozando de novo aaaaaaaahhhhhh

Angel: Toma isso, aí vem a 13ª gozada na sua boceta

Diana: Uaaaaaaahahh aah aahhhaaaahhaahha n...não aguento mais... para, você está arrebentando minha buceta, eu vou acabar engravidando de verdade!

Angel: Isso é incrível, Diana, sua boceta está cheia até a borda do meu leite! (ouço alguém tentando abrir a porta de casa e digo a ela) Que pena, Diana, parece que alguém acabou de voltar. Olha só, parece que deu a volta (começo a desamarrá-la e, ao terminar, digo) mas não se preocupe, volto em breve.

Continua......

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