Recém-casada, o Sérgio me levou pra casa que seria a minha, me apresentou pros vizinhos, e foi aí que conheci quem seria minha melhor amiga, a Cristina, Cris de apelido, o marido dela, o Júlio, me enchia o saco com o assédio dele, mas eu sempre escapava, naquela época eu tinha 19 anos, o Sérgio 34, a Cris 25, e o Júlio 38... • O bebê deles chegou naqueles dias, e com 3 meses, eles pediram pra gente ser os padrinhos, claro que gostei da ideia, e nossa relação ficou ainda mais próxima, a gente se reunia nos fins de semana, os três tomavam um copo, eu cerveja de vez em quando, e a gente adorava dançar do mesmo jeito... • Uma vez, o Júlio e o Sérgio, depois de uns copos, começaram com uns jogos de castigo, e nos meteram nisso também, e numa ocasião, o jogo terminou em prendas, e já quase os quatro pelados, acabamos numa troca de casais, ménage, sem traições... • O tempo passou, e o Carlos cresceu, sempre teve a mania de passar de uma casa pra outra só pulando a cerca de madeira que dividia as propriedades... • Faltavam 10 dias pra ele fazer 19 anos, e a Cris tava organizando uma festa, e mandou o Carlos na minha casa pra me pedir pra ir, ele seguiu a tradição dele de pular a cerca, e chegou perto da minha janela, eu naquela hora tava brincando com meu vibrador dentro da minha bucetinha de olhos fechados, e quando abri, vi uma cabeça atrás do vidro, me assustei, mas cheguei perto pra ver quem era, meus olhos cravaram no Carlos, que tava com o pau de fora batendo uma, e quase caí pra trás quando vi como ele era bem dotado, fiquei olhando até o final, quando ele gozou no gramado, me retirei na hora, me vesti e desci pra cozinha, um pouco depois, ele entrou e me deu o recado da Cris...
No dia seguinte, ainda não tinha me levantado, e ouvi passos na escada para os quartos, não eram passos de adulto, e a primeira coisa que me veio à cabeça foi puxar a coberta do lençol que me cobria e fingir que estava dormindo. Calculei que estava na entrada do quarto, com a cabeça enfiada no travesseiro, não conseguia achar nenhum objeto pra me ver refletido, mas me deparei com algo mais eficaz: meu celular. Liguei a câmera de vídeo e deixei aberto, fingi que tava vendo as horas e "continuei dormindo". Pouco depois, senti ele se afastar. Sentei e vi o que tinha gravado: parte do meu ombro e a cabeça quase ocupavam a imagem toda, mas ainda assim, o que mais me interessava dava pra ver num cantinho da tela: Carlos se masturbava me olhando, e quando gozou, jogou na mão pra não deixar rastro.
Durante 3 dias, fiquei pensando e pensando, como não era fácil fazer aquilo parecer tão Fácil... •Eu estava no meu quintal sentada, tentando apagar meu desejo pelo meu afilhado, e foi quando ele chegou e sentou na minha frente... Do lugar dele, dava pra ver muito bem minhas pernas, e minha bucetinha de leve, e foi aí que decidi que deixaria ele resolver, de acordo com como ele se comportasse naquele momento, e logo ele se mostrou bem atento às minhas pernas, a questão é que minha bucetinha já escorria seus líquidos, e parei de vê-lo como um adolescente, e automaticamente, minhas pernas se abriram um pouco mais, ele fixou o olhar com atenção deliciosa, e perguntei se ele já tinha visto uma buceta, ele confessou o desejo de ver uma de verdade... •Quando eu já ia abrir as pernas e convidá-lo pra ver, me veio um orgasmo delicioso, fechei os olhos, e ao mesmo tempo soltei um gemido um pouco alto, ele ficou observando minha reação, e curioso, no fim, me perguntou se eu estava bem, foi fofa a ignorância dele sobre o que tinha acontecido, quis retomar minha intenção de novo, mas minha cabeça teve uma proposta melhor ao ouvir naquele momento os trovões que anunciavam a próxima chuva... E propus uma noite de cinema na minha casa... Combinamos de nos ver às 8 e ele avisar na casa dele....
Quando ele chegou, já tinha preparado pipoca, clássica como no cinema, refri de Booty e sodas, botou um filme da Marvel, bom, até que tava legal, depois outro, e mais outro, ele tava deitado no sofá enquanto eu peguei minha poltrona individual, perto da janela, caso eles resolvessem aparecer, eu veria antes. No quarto filme, ele me perguntou qual eu queria ver, falei pra ele descansar um pouco e vir pra perto conversar. Ele se acomodou no sofá de dois lugares, o love seat, apoiou os cotovelos na borda e as mãos "segurando" o rosto, viu que eu tava "mal sentada", com uma perna em cima do sofá e a outra um pouco aberta, e minha bucetinha dava pra ver mesmo na penumbra da sala, que se iluminava com a TV. Percebi que ele quase queria enfiar a cara em mim, e perguntei de novo se ele nunca tinha visto a buceta de alguma amiga, ou de alguém... E ele repetiu o desejo de conhecer uma de verdade... Sem parar de olhar gulosamente pra minha... Aí fingi que não tinha entendido, e sugeri botar um filme pra ensinar como "eram". Passei pro love seat, e ele sentou do meu lado, começou a ver o filme pornô, e eu pausei, pedi pra ele me explicar o que viu, e nas palavras dele, me disse um monte de confusão... Falei que ia explicando, abracei ele com uma mão, e fui descendo como quem não quer nada, e coloquei bem perto do pau dele... •Ele tava com uma ereção violenta, a imagem no filme, a mina tinha montado nele e teve um orgasmo, expliquei que isso tinha acontecido comigo à tarde, maaaaas, parece que ele não captou bem, e deixei a mão cair no pau dele, que pulava safado debaixo da minha mão... •Uiii, tive vontade de começar... Mas preferi me acalmar. Terminado o filme, pedi uma nova observação dele, e de novo, só confusão. Pedi pra ele me observar, levantei minha saia e abri as pernas, fiz ele chegar bem perto, abri meus lábios vaginais, e "fui explicando", e fiz ele tocar, pra conhecer a textura, fiz ele tocar meu clitóris, e enfiar os dedos da outra mão, pra Senti um orgasmo... Depois, pedi pra ela colocar o Homem-Aranha, pra "clarear" a cabeça, e quando terminou, falei pra subirmos pra dormir, pedi pra ela ficar num quarto, e eu no meu, deixei a porta sem fechar, mas só encostada... E depois de 15 minutos, consegui ouvir a porta abrindo, ela sentou do meu lado, e começou a me acariciar...
Deixei ele avançar completamente, e num piscar de olhos, ele se acomodou atrás de mim, empinei minha bunda, empurrando ela na direção dele, e ele entrou tão fácil e rápido, por causa da grande lubrificação da quantidade de gozadas que eu já tinha tido... Ele me abraçou forte, gostoso, e dava pra perceber tanto que era a primeira vez dele... e num tempo, não mais que 10 minutos, ele se descarregou monumentalmente bem dentro de mim... •Ele continuou bombando, e nunca perdeu a ereção...
Então eu me virei e comecei a chupar aquela rola deliciosa dele. Ele fechava os olhos com tanta força, descobrindo aquela sensação nova pra ele, se segurava no lençol com tanta desesperação que achei que ia rasgar. E quando engoli ela por completo, ele começou a dar "estocadas" no fundo, e se pôs a bombar automaticamente, aumentou o ritmo e não diminuiu mais. Se agarrou assim até soltar a carga lá no fundo da minha garganta.
Terminei de chupar ela, limpei, sentei, e ela pulou na minha frente. Assim que caí e abri as pernas, ela se ajeitou de missionário e foi direto...
Transbordou de novo, me safei e deixei assim por um tempo, conversei pra baixar a ansiedade dele, pedi pra ele aguentar o máximo que pudesse, que não era por quantidade, mas por qualidade, e ele me confessou que tinha espionado os pais, que tentava imitar o Júlio. Depois de conversar, ele voltou com tudo pro missionário, e olha, demorou, digamos assim... O normal, a terapia tinha funcionado. Ele teve uma descarga, ainda mais abundante de tudo... E eu agradeci tanto...
E pra premiar ele, e agradecer pela delícia da situação, fui eu que subi agora, montando na sua piroca gostosa, entre vai e vem e vários tamanhos de círculos enquanto ele também bombava segurando minha cintura... Nem sei quanto tempo a gente ficou assim, mas o sol já tava clareando, •Carlos não dava mais sinal de que ia gozar logo, e num dos meus orgasmos, apertei tanto meu cuzinho vaginal, que fiz ele soltar uma gozada grossa, inundando meu fundo com a lava fervendo do esperma dele...
Se ofereceu pra "cuidar" de mim nos dias que o padrinho Sergio estivesse fora... e acontecia aquele passo mágico de ver como um "cresce" um guri com a ajuda da Fada Madrinha...
No dia seguinte, ainda não tinha me levantado, e ouvi passos na escada para os quartos, não eram passos de adulto, e a primeira coisa que me veio à cabeça foi puxar a coberta do lençol que me cobria e fingir que estava dormindo. Calculei que estava na entrada do quarto, com a cabeça enfiada no travesseiro, não conseguia achar nenhum objeto pra me ver refletido, mas me deparei com algo mais eficaz: meu celular. Liguei a câmera de vídeo e deixei aberto, fingi que tava vendo as horas e "continuei dormindo". Pouco depois, senti ele se afastar. Sentei e vi o que tinha gravado: parte do meu ombro e a cabeça quase ocupavam a imagem toda, mas ainda assim, o que mais me interessava dava pra ver num cantinho da tela: Carlos se masturbava me olhando, e quando gozou, jogou na mão pra não deixar rastro.
Durante 3 dias, fiquei pensando e pensando, como não era fácil fazer aquilo parecer tão Fácil... •Eu estava no meu quintal sentada, tentando apagar meu desejo pelo meu afilhado, e foi quando ele chegou e sentou na minha frente... Do lugar dele, dava pra ver muito bem minhas pernas, e minha bucetinha de leve, e foi aí que decidi que deixaria ele resolver, de acordo com como ele se comportasse naquele momento, e logo ele se mostrou bem atento às minhas pernas, a questão é que minha bucetinha já escorria seus líquidos, e parei de vê-lo como um adolescente, e automaticamente, minhas pernas se abriram um pouco mais, ele fixou o olhar com atenção deliciosa, e perguntei se ele já tinha visto uma buceta, ele confessou o desejo de ver uma de verdade... •Quando eu já ia abrir as pernas e convidá-lo pra ver, me veio um orgasmo delicioso, fechei os olhos, e ao mesmo tempo soltei um gemido um pouco alto, ele ficou observando minha reação, e curioso, no fim, me perguntou se eu estava bem, foi fofa a ignorância dele sobre o que tinha acontecido, quis retomar minha intenção de novo, mas minha cabeça teve uma proposta melhor ao ouvir naquele momento os trovões que anunciavam a próxima chuva... E propus uma noite de cinema na minha casa... Combinamos de nos ver às 8 e ele avisar na casa dele....
Quando ele chegou, já tinha preparado pipoca, clássica como no cinema, refri de Booty e sodas, botou um filme da Marvel, bom, até que tava legal, depois outro, e mais outro, ele tava deitado no sofá enquanto eu peguei minha poltrona individual, perto da janela, caso eles resolvessem aparecer, eu veria antes. No quarto filme, ele me perguntou qual eu queria ver, falei pra ele descansar um pouco e vir pra perto conversar. Ele se acomodou no sofá de dois lugares, o love seat, apoiou os cotovelos na borda e as mãos "segurando" o rosto, viu que eu tava "mal sentada", com uma perna em cima do sofá e a outra um pouco aberta, e minha bucetinha dava pra ver mesmo na penumbra da sala, que se iluminava com a TV. Percebi que ele quase queria enfiar a cara em mim, e perguntei de novo se ele nunca tinha visto a buceta de alguma amiga, ou de alguém... E ele repetiu o desejo de conhecer uma de verdade... Sem parar de olhar gulosamente pra minha... Aí fingi que não tinha entendido, e sugeri botar um filme pra ensinar como "eram". Passei pro love seat, e ele sentou do meu lado, começou a ver o filme pornô, e eu pausei, pedi pra ele me explicar o que viu, e nas palavras dele, me disse um monte de confusão... Falei que ia explicando, abracei ele com uma mão, e fui descendo como quem não quer nada, e coloquei bem perto do pau dele... •Ele tava com uma ereção violenta, a imagem no filme, a mina tinha montado nele e teve um orgasmo, expliquei que isso tinha acontecido comigo à tarde, maaaaas, parece que ele não captou bem, e deixei a mão cair no pau dele, que pulava safado debaixo da minha mão... •Uiii, tive vontade de começar... Mas preferi me acalmar. Terminado o filme, pedi uma nova observação dele, e de novo, só confusão. Pedi pra ele me observar, levantei minha saia e abri as pernas, fiz ele chegar bem perto, abri meus lábios vaginais, e "fui explicando", e fiz ele tocar, pra conhecer a textura, fiz ele tocar meu clitóris, e enfiar os dedos da outra mão, pra Senti um orgasmo... Depois, pedi pra ela colocar o Homem-Aranha, pra "clarear" a cabeça, e quando terminou, falei pra subirmos pra dormir, pedi pra ela ficar num quarto, e eu no meu, deixei a porta sem fechar, mas só encostada... E depois de 15 minutos, consegui ouvir a porta abrindo, ela sentou do meu lado, e começou a me acariciar...
Deixei ele avançar completamente, e num piscar de olhos, ele se acomodou atrás de mim, empinei minha bunda, empurrando ela na direção dele, e ele entrou tão fácil e rápido, por causa da grande lubrificação da quantidade de gozadas que eu já tinha tido... Ele me abraçou forte, gostoso, e dava pra perceber tanto que era a primeira vez dele... e num tempo, não mais que 10 minutos, ele se descarregou monumentalmente bem dentro de mim... •Ele continuou bombando, e nunca perdeu a ereção...
Então eu me virei e comecei a chupar aquela rola deliciosa dele. Ele fechava os olhos com tanta força, descobrindo aquela sensação nova pra ele, se segurava no lençol com tanta desesperação que achei que ia rasgar. E quando engoli ela por completo, ele começou a dar "estocadas" no fundo, e se pôs a bombar automaticamente, aumentou o ritmo e não diminuiu mais. Se agarrou assim até soltar a carga lá no fundo da minha garganta.
Terminei de chupar ela, limpei, sentei, e ela pulou na minha frente. Assim que caí e abri as pernas, ela se ajeitou de missionário e foi direto...
Transbordou de novo, me safei e deixei assim por um tempo, conversei pra baixar a ansiedade dele, pedi pra ele aguentar o máximo que pudesse, que não era por quantidade, mas por qualidade, e ele me confessou que tinha espionado os pais, que tentava imitar o Júlio. Depois de conversar, ele voltou com tudo pro missionário, e olha, demorou, digamos assim... O normal, a terapia tinha funcionado. Ele teve uma descarga, ainda mais abundante de tudo... E eu agradeci tanto...
E pra premiar ele, e agradecer pela delícia da situação, fui eu que subi agora, montando na sua piroca gostosa, entre vai e vem e vários tamanhos de círculos enquanto ele também bombava segurando minha cintura... Nem sei quanto tempo a gente ficou assim, mas o sol já tava clareando, •Carlos não dava mais sinal de que ia gozar logo, e num dos meus orgasmos, apertei tanto meu cuzinho vaginal, que fiz ele soltar uma gozada grossa, inundando meu fundo com a lava fervendo do esperma dele...
Se ofereceu pra "cuidar" de mim nos dias que o padrinho Sergio estivesse fora... e acontecia aquele passo mágico de ver como um "cresce" um guri com a ajuda da Fada Madrinha...
5 comentários - A mágica da fada madrinha...
10!!!