Fala galera (sei que algumas minas tão aqui por tesão também), como vocês tão? Fazia uns dias que não postava nada, mas é que, sinceramente, nem todo dia a gente tem alguém pra transar, haha. Mas vamos ao que interessa: hoje vim contar uma parada que rolou comigo faz quase um mês, sobre como um segurança maduro e atlético me comeu gostoso.Nota: Sou totalmente costarriquenha, mas costumo usar palavras como "fuck" ou "fornicar" (não são muito usadas na Costa Rica, né), mas, pra não ficar repetindo as mesmas palavras toda hora e pra todo mundo que fala espanhol entender, vou usar elas do mesmo jeito.Bom, a história que vou contar hoje aconteceu há cerca de um mês. Tava mexendo nas minhas coisas, vendo a quantidade de visualizações dos meus contos anteriores e tal, quando vejo que nas mensagens tinha uma que dizia na lata: -Quero te comer-. Quando vi isso, fiquei excitada pra caralho e perguntei de onde ele era, aí ele respondeu que era da Zona dos Santos (chamada assim porque a maioria das comunidades e vilas têm nome de santo). Já tinha ouvido falar da Zona dos Santos várias vezes em notícias e tal, já que é uma das maiores produtoras de café da Costa Rica, então comecei a conversar com ele. Pouco tempo depois, perguntei quão longe era a Zona dos Santos de Cartago, e ele disse que de Cartago até lá era cerca de uma hora de carro, o que me chamou a atenção porque, pra ser sincera, achava que era mais longe xD. Esse cara me excitava pra caramba porque era um segurança mais velho, em boa forma. Já tinha tido a oportunidade de transar com um coroa antes, mas não com um bombadão xD. Bom, enquanto a gente se conhecia, ele me passou o Facebook dele, e tava de dar água na boca. Então, rapidinho combinamos data e hora pra ir na casa dele.
Finalmente chegou o dia marcado, peguei as chaves do carro, coloquei o Google Maps no celular e saí viajando até a localização da casa do sujeito, que a partir de agora vou chamar de Eduardo, Edu de apelido. Quando cheguei, liguei pro Edu no telefone e ele saiu pra me dar as boas-vindas. Pra ser sincera, era um lugar lindo, montanhas pra todo lado e bem agradável, melhor do que a cidade barulhenta. Quando vejo o Edu, percebo que é um homem aparentando uns 40 anos, uns 170-175 de altura, e em excelente forma física. Na hora, ele tava usando uma camiseta sem manga, um short esportivo e sandálias. No momento em que ele vem caminhando na minha direção, olho pra entreperna dele e noto um volume mais que considerável. Notável ereção, então apertamos as mãos, e logo em seguida ele pega minha mão e leva até o pau dele, que era simplesmente delicioso, não muito grande, mas grosso e com a cabeçona. Depois disso, ele solta minha mão, eu continuo punhetando um pouco, e ele me diz:
Edu: — Vamos pra dentro pra você conhecer melhor o amiguinho que vai te fazer gemer, bebê.
Eu: — Humm, vamos, já quero provar.
Na sequência, entramos na casa dele, e no momento em que ele fechou a porta, tirou a vara completamente dura e me beijou na boca, enquanto guiava minha mão pro pau dele. E ali ficamos nos beijando por uns cinco minutos enquanto eu batia uma lentamente, até que, com muito tesão, começo a descer e chego no pau dele, e devagar meto na minha boca, e começo a chupar devagar, ouvindo os gemidos do Edu, até que ele diz: "Faz mais rápido". Eu amava o sabor, era aquele gosto matinal de um homem de 40 anos, simplesmente delicioso, queria aproveitar. Era um pênis sem circuncisão, então eu enfiava minha língua debaixo do prepúcio e rodeava com a língua. Mas o Edu queria que eu mamasse mais rápido, e foi o que fiz, até que ele jorrou dois jatos de porra branca, quente e grossa. Cuspi na minha mão e, logo em seguida, coloquei de novo na boca pra saborear bem. Fiz isso umas duas ou três vezes. Enquanto eu fazia isso, o Edu ficou duro de novo rapidinho, e ele me disse:
Edu: — Gostou do sabor da minha porra, vagabunda? Ainda tenho muito mais, mas não vou dar só na sua boca de puta, quero meter tudo nessa bunda gostosa que você tem.
Eu: — Uff, bebê, tô doida pra isso, quero ver essa porra escorrendo do meu cu.
Nota: Eu estava usando um moletom esportivo, e isso facilitava o toque nas minhas nádegas. Enquanto me beijava, ele não só apalpava minha bunda, mas também enfiou uma das mãos por baixo do moletom e da cueca e meteu um dedo no meu cu. Coisa que me deixou com muito mais tesão.
Ao chegar no quarto dele, me jogou na cama, baixou meu moletom e a cueca e começou a comer meu cu ali mesmo. Mesmo, coisa que não pude evitar gemer uma ou duas vezes. Em seguida, ele pegou um vidro de lubrificante e me disse: "slut, vou abrir um pouco seu cu primeiro pra quando eu meter meu cock não rasgar ele."
Na hora, pensei que ele ia meter vários dedos até meter o cock, mas não foi assim.
De uma gaveta do armário, ele tirou um dildo imitando o cock de um preto e me disse:
Edu: — O meu não é tão grande, mas é grosso e cabeçudo, viado. Mal cabe na sua boca de chupa-sabre, então vou ver o quão fundo seu cu vai, slut.
Eu: — Sim, bebê, mete esse dildo pra não doer tanto sua verga, bebê.
Esse dildo, sem mentira, media uns 24 cm. Ele colocou a cabeça do dildo no meu cu e começou a meter. Pra ser sincero, eu mesmo me surpreendi quando senti as bolas do dildo nas minhas nádegas, mas doía pra caralho. E Edu começou a meter e tirar rapidão, o que me fez gritar de prazer e dor ao mesmo tempo. Depois de uns 5 minutos de bombada constante, meu cu já tinha se acostumado a ponto de minhas pernas tremerem de puro prazer. Toquei minha barriga e sentia, através da pele, aquele dildo enorme abrindo caminho nas minhas entranhas.
De repente, Edu me diz:
Edu: — Slut, acho que você tá bem aberta, slut. Vamos ver se aguenta a minha. E em seguida, tirou o dildo.
Eu: — Tô esperando, bebê. Uma de verdade.
Edu: — É? Então toma.
E ele meteu o cock dele. A entrada não doeu muito, porque eu já tava dilatado pelo dildo, mas ainda assim senti que era mais grosso. Não pude evitar gemer igual uma louca. Amo cocks entre 13 e 16 cm porque, na minha opinião — olha, na minha opinião — qualquer um pode engolir um sem sentir muita dor, e como não chega no segundo esfíncter, não precisa dilatar tanto, e dá pra gemer bem gostoso. Voltando ao relato, naquele momento, enquanto ouvia a pelve do Edu batendo forte nas minhas nádegas, escutei ele dizer:
Edu: — Oh, oh, oh, que gostoso, putinha. Mmm, diz. Piranha, você gosta, uff que bunda mais gostosa bebê, vou te encher de porra
Eu: - sim bebê me enche por favor bebê
Ao dizer isso para Edu, ele começou a me comer mais forte e rápido, metia toda a rola dele e ele desejava que o pau dele fosse ainda mais comprido pra meter mais, em algumas vezes tirava a rola rapidamente, cuspia no meu cu aberto e rapidamente metia o pau de uma vez, o que fez com que eu me molhasse mais de uma vez, em outras pegava o dildo e metia tudo de uma vez, o que me fazia gritar de dor e prazer combinados, e ele me dizia:
Edu: - Parece que tudo o que você dizia nos seus contos não era mentira, você é uma piranha completa, piranha nojenta, me diz você gosta, ou quer que eu pare piranha
Eu: - uhh ahh uff mmm não bebê não para, me come, sou sua piranha vim de longe pra te alegrar e te mimar, não para bebê me enche com seu leite quente
Edu: - ahh você quer meu leite cadela, então toma aqui.
De repente ele parou de fazer tudo o que estava fazendo com o dildo e cuspir no meu cu aberto e me segurou forte pelos quadris e começou a bombar rapidamente e senti dentro de mim como Edu gozava pra caralho, em seguida Edu se separou e se deitou na cama e eu coloquei minhas mãos no cu e sentia o sêmen descendo pelas minhas nádegas, recolhi tudo o que pude com as mãos e comecei a beber, são coisas que não se podem desperdiçar hehe
Edu: - você é viciada em sêmen né piranha?
Eu: - sim é um sabor que não me canso
Edu: - com quem você tem fantasia de transar agora?
Eu: - ainda me falta um preto de pau grande, e um gordo
Edu: - você é uma piranha mesmo
Eu: - mas por hoje e amanhã minha fantasia é te deixar seco promíscuo
Edu: - calma bebê vou te dar de comer bastante
Depois desse diálogo que durou mais ou menos 15 minutos no qual falamos outras coisas como experiências minhas e as dele e outras coisas, Edu ficou duro de novo, e enquanto conversávamos de repente ele me diz
Edu: - fica de quatro cadela já descansamos o suficiente.
E logo depois de me dizer isso e eu obedeci, ele enfiou o pau de uma vez até o fundo e eu comecei a gemer que nem uma louca de novo, e dessa vez ele me comeu ainda mais agressivo, me deu tapas na bunda e me xingava, o que me excitava pra caralho, gotas de porra saíam da minha rola sem precisar tocar no meu pau, era puro prazer. De repente, Edu parou, me puxou pelo cabelo e enfiou o pau na minha boca, começou a foder minha boca até que senti dois ou três jatos de porra quente saindo do pau dele. Foi delicioso, quase como mel, doce e gostoso. Depois disso, ele me disse:Edu: -espero que se acostume a essa sequência, do seu cu pra sua boca, porque é assim que você vai comer durante toda a sua estadia na minha casa
Depois disso, a cada 20 minutos a gente falhava, na minha opinião acho que foi a maior trepada com uma pessoa que eu já tive. Na semana seguinte, fiquei com a bunda dolorida, mas lembrar da experiência ainda me deixa de pau duro.Lembro que sou de Cartago, na Costa Rica, sou do centro de Cartago, moro perto da Basílica dos Anjos, então se vocês são daqui perto e têm um lugar, não hesitem em me chamar no direct. Quem sabe algo bom pode rolar e talvez vocês saiam como protagonistas de um dos meus contos.
Finalmente chegou o dia marcado, peguei as chaves do carro, coloquei o Google Maps no celular e saí viajando até a localização da casa do sujeito, que a partir de agora vou chamar de Eduardo, Edu de apelido. Quando cheguei, liguei pro Edu no telefone e ele saiu pra me dar as boas-vindas. Pra ser sincera, era um lugar lindo, montanhas pra todo lado e bem agradável, melhor do que a cidade barulhenta. Quando vejo o Edu, percebo que é um homem aparentando uns 40 anos, uns 170-175 de altura, e em excelente forma física. Na hora, ele tava usando uma camiseta sem manga, um short esportivo e sandálias. No momento em que ele vem caminhando na minha direção, olho pra entreperna dele e noto um volume mais que considerável. Notável ereção, então apertamos as mãos, e logo em seguida ele pega minha mão e leva até o pau dele, que era simplesmente delicioso, não muito grande, mas grosso e com a cabeçona. Depois disso, ele solta minha mão, eu continuo punhetando um pouco, e ele me diz:
Edu: — Vamos pra dentro pra você conhecer melhor o amiguinho que vai te fazer gemer, bebê.
Eu: — Humm, vamos, já quero provar.
Na sequência, entramos na casa dele, e no momento em que ele fechou a porta, tirou a vara completamente dura e me beijou na boca, enquanto guiava minha mão pro pau dele. E ali ficamos nos beijando por uns cinco minutos enquanto eu batia uma lentamente, até que, com muito tesão, começo a descer e chego no pau dele, e devagar meto na minha boca, e começo a chupar devagar, ouvindo os gemidos do Edu, até que ele diz: "Faz mais rápido". Eu amava o sabor, era aquele gosto matinal de um homem de 40 anos, simplesmente delicioso, queria aproveitar. Era um pênis sem circuncisão, então eu enfiava minha língua debaixo do prepúcio e rodeava com a língua. Mas o Edu queria que eu mamasse mais rápido, e foi o que fiz, até que ele jorrou dois jatos de porra branca, quente e grossa. Cuspi na minha mão e, logo em seguida, coloquei de novo na boca pra saborear bem. Fiz isso umas duas ou três vezes. Enquanto eu fazia isso, o Edu ficou duro de novo rapidinho, e ele me disse:
Edu: — Gostou do sabor da minha porra, vagabunda? Ainda tenho muito mais, mas não vou dar só na sua boca de puta, quero meter tudo nessa bunda gostosa que você tem.
Eu: — Uff, bebê, tô doida pra isso, quero ver essa porra escorrendo do meu cu.
Nota: Eu estava usando um moletom esportivo, e isso facilitava o toque nas minhas nádegas. Enquanto me beijava, ele não só apalpava minha bunda, mas também enfiou uma das mãos por baixo do moletom e da cueca e meteu um dedo no meu cu. Coisa que me deixou com muito mais tesão.
Ao chegar no quarto dele, me jogou na cama, baixou meu moletom e a cueca e começou a comer meu cu ali mesmo. Mesmo, coisa que não pude evitar gemer uma ou duas vezes. Em seguida, ele pegou um vidro de lubrificante e me disse: "slut, vou abrir um pouco seu cu primeiro pra quando eu meter meu cock não rasgar ele."
Na hora, pensei que ele ia meter vários dedos até meter o cock, mas não foi assim.
De uma gaveta do armário, ele tirou um dildo imitando o cock de um preto e me disse:
Edu: — O meu não é tão grande, mas é grosso e cabeçudo, viado. Mal cabe na sua boca de chupa-sabre, então vou ver o quão fundo seu cu vai, slut.
Eu: — Sim, bebê, mete esse dildo pra não doer tanto sua verga, bebê.
Esse dildo, sem mentira, media uns 24 cm. Ele colocou a cabeça do dildo no meu cu e começou a meter. Pra ser sincero, eu mesmo me surpreendi quando senti as bolas do dildo nas minhas nádegas, mas doía pra caralho. E Edu começou a meter e tirar rapidão, o que me fez gritar de prazer e dor ao mesmo tempo. Depois de uns 5 minutos de bombada constante, meu cu já tinha se acostumado a ponto de minhas pernas tremerem de puro prazer. Toquei minha barriga e sentia, através da pele, aquele dildo enorme abrindo caminho nas minhas entranhas.
De repente, Edu me diz:
Edu: — Slut, acho que você tá bem aberta, slut. Vamos ver se aguenta a minha. E em seguida, tirou o dildo.
Eu: — Tô esperando, bebê. Uma de verdade.
Edu: — É? Então toma.
E ele meteu o cock dele. A entrada não doeu muito, porque eu já tava dilatado pelo dildo, mas ainda assim senti que era mais grosso. Não pude evitar gemer igual uma louca. Amo cocks entre 13 e 16 cm porque, na minha opinião — olha, na minha opinião — qualquer um pode engolir um sem sentir muita dor, e como não chega no segundo esfíncter, não precisa dilatar tanto, e dá pra gemer bem gostoso. Voltando ao relato, naquele momento, enquanto ouvia a pelve do Edu batendo forte nas minhas nádegas, escutei ele dizer:
Edu: — Oh, oh, oh, que gostoso, putinha. Mmm, diz. Piranha, você gosta, uff que bunda mais gostosa bebê, vou te encher de porra
Eu: - sim bebê me enche por favor bebê
Ao dizer isso para Edu, ele começou a me comer mais forte e rápido, metia toda a rola dele e ele desejava que o pau dele fosse ainda mais comprido pra meter mais, em algumas vezes tirava a rola rapidamente, cuspia no meu cu aberto e rapidamente metia o pau de uma vez, o que fez com que eu me molhasse mais de uma vez, em outras pegava o dildo e metia tudo de uma vez, o que me fazia gritar de dor e prazer combinados, e ele me dizia:
Edu: - Parece que tudo o que você dizia nos seus contos não era mentira, você é uma piranha completa, piranha nojenta, me diz você gosta, ou quer que eu pare piranha
Eu: - uhh ahh uff mmm não bebê não para, me come, sou sua piranha vim de longe pra te alegrar e te mimar, não para bebê me enche com seu leite quente
Edu: - ahh você quer meu leite cadela, então toma aqui.
De repente ele parou de fazer tudo o que estava fazendo com o dildo e cuspir no meu cu aberto e me segurou forte pelos quadris e começou a bombar rapidamente e senti dentro de mim como Edu gozava pra caralho, em seguida Edu se separou e se deitou na cama e eu coloquei minhas mãos no cu e sentia o sêmen descendo pelas minhas nádegas, recolhi tudo o que pude com as mãos e comecei a beber, são coisas que não se podem desperdiçar hehe
Edu: - você é viciada em sêmen né piranha?
Eu: - sim é um sabor que não me canso
Edu: - com quem você tem fantasia de transar agora?
Eu: - ainda me falta um preto de pau grande, e um gordo
Edu: - você é uma piranha mesmo
Eu: - mas por hoje e amanhã minha fantasia é te deixar seco promíscuo
Edu: - calma bebê vou te dar de comer bastante
Depois desse diálogo que durou mais ou menos 15 minutos no qual falamos outras coisas como experiências minhas e as dele e outras coisas, Edu ficou duro de novo, e enquanto conversávamos de repente ele me diz
Edu: - fica de quatro cadela já descansamos o suficiente.
E logo depois de me dizer isso e eu obedeci, ele enfiou o pau de uma vez até o fundo e eu comecei a gemer que nem uma louca de novo, e dessa vez ele me comeu ainda mais agressivo, me deu tapas na bunda e me xingava, o que me excitava pra caralho, gotas de porra saíam da minha rola sem precisar tocar no meu pau, era puro prazer. De repente, Edu parou, me puxou pelo cabelo e enfiou o pau na minha boca, começou a foder minha boca até que senti dois ou três jatos de porra quente saindo do pau dele. Foi delicioso, quase como mel, doce e gostoso. Depois disso, ele me disse:Edu: -espero que se acostume a essa sequência, do seu cu pra sua boca, porque é assim que você vai comer durante toda a sua estadia na minha casa
Depois disso, a cada 20 minutos a gente falhava, na minha opinião acho que foi a maior trepada com uma pessoa que eu já tive. Na semana seguinte, fiquei com a bunda dolorida, mas lembrar da experiência ainda me deixa de pau duro.Lembro que sou de Cartago, na Costa Rica, sou do centro de Cartago, moro perto da Basílica dos Anjos, então se vocês são daqui perto e têm um lugar, não hesitem em me chamar no direct. Quem sabe algo bom pode rolar e talvez vocês saiam como protagonistas de um dos meus contos.
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