Minha prima Cláudia e eu, desde pequenos, sempre fomos muito unidos e, quando entramos na adolescência, começamos a nos explorar mutuamente... tudo ia rolando como uma brincadeira e um flerte que, no fim, só fazia aumentar nossa temperatura e agitar nossos hormônios.
Um verão, nossas famílias alugaram uma casa de campo por quinze dias, e é lá que se passa a história que conto hoje.
O terreno era enorme: tinha uma casa em forma de V com uma varanda por toda a extensão, a sala de jantar como cômodo principal e, nas laterais, os quartos e uma sala de descanso/reunião com uma biblioteca e sofás grandes e confortáveis.
A uns 80 metros ficava a piscina e, mais longe, a casa da família que cuidava do campo, um casal de idosos com uma filha de uns 19 anos chamada Glória.
Tinha também um galinheiro imenso e uma cavalariça com vários cavalos. Lá longe — diria que a uns 500 metros — um bosque de eucaliptos decorava a paisagem.
No primeiro dia de manhã, fui com a Cláudia dar uma volta pelo lugar, cada um montado num cavalo... era realmente lindo e transmitia paz... chegamos ao bosque de eucaliptos e descemos. Sentamos num tronco caído e começamos a conversar, demos as mãos, trocando piadas, e tudo terminou num beijo suave nos lábios. Depois disso, voltamos pra casa.
Almoçamos e, depois de uma longa conversa na mesa, nossos pais foram tirar uma soneca.
Cláudia e eu nos trocamos pra ir mais tarde pra piscina e fomos pra sala de descanso, já que íamos esperar um pouco pra nadar porque o sol estava muito forte.
Eu estava largado no sofá quando minha prima começou a procurar um livro nas estantes, de costas pra mim... Visão maravilhosa do corpo jovem dela de biquíni: a pele meio bronzeada, o cabelo caindo até a cintura, a bunda redondinha e as pernas fortes... Levantei e abracei ela, encostando meu pau, esperando que ela sentisse a dureza... ela mexeu a quadris e riu, e virando a cabeça nos beijamos. Eu tava no céu, nunca tínhamos ido tão longe nas nossas brincadeiras, e depois daquele beijo ela me disse pra irmos pra piscina, que lá a gente podia ficar sozinho e, de qualquer forma, ter uma visão melhor caso alguém se aproximasse.
Era umas 3 da tarde, a temperatura devia estar lá pelos 35°, o sol tava rachando o chão...
Nós mergulhamos e fomos pra um canto da piscina... nos olhamos e começamos um jogo de beijos curtos: no pescoço, no rosto, nos lábios... quando sinto a mão dela pousar no meu pau, começando a me esfregar devagar por cima do short de banho... deixei ela fazer enquanto começava a acariciar a bunda dela... nunca tínhamos ido tão longe.
Nisso, vimos a Gloria vindo em direção à piscina. Nos separamos, fingindo que estávamos conversando. Gloria sentou na borda da piscina e começamos uma conversa sobre várias coisas e situações da vida.
Ela dizia que, exceto na escola onde estudava ou com os pais, não falava com ninguém, já que a família mais próxima morava a uns 6 km de distância, que ia a cavalo pras aulas e coisas do tipo, e a gente contava das nossas atividades na cidade.
O calor tava insuportável e minha prima pergunta por que ela não troca de roupa e entra na piscina com a gente, ao que Gloria responde que não tem maiô. Claudia, olhando pra todo lado, diz que não tem ninguém por perto, que por que ela não entra de calcinha e sutiã. Gloria ri e, balançando a cabeça, faz menção de ir embora. Claudia dá um pulo pra fora da piscina e pega ela pelo braço, convencendo-a a fazer o que sugeriu.
Depois de pensar um pouco, Gloria tira o vestido e, ficando só de calcinha e sutiã, se cobrindo com as mãos de vergonha, mergulhou.
Era magrinha, de pele queimada de sol, peito pequeno, bunda pequena, pernas muito compridas... mas o rosto dela era lindo, decorado com uns olhos azuis, quase transparentes.
Brincamos um pouco na água. e paramos pra descansar e bater um papo.
Obviamente a pergunta de um milhão foi se ela tinha namorado, e ela respondeu que nunca tinha tido...
Começamos a zoar ela, perguntando se gostava de alguém da escola, algum vizinho de outra fazenda, mas ela disse que não, que não tinha rapazes bonitos... aí minha prima fez uma segunda pergunta: já tinha beijado alguém alguma vez??... Glória disse que não, e ainda completou que não sabia beijar.
Cláudia perguntou se ela queria aprender e, surpresa, ela não soube o que responder, e diante do silêncio dela, Cláudia se aproximou de mim e me beijou bem devagar, fazendo com que Glória se aproximasse e observasse como se fazia. Depois do beijo, ela disse pra Glória se animar e experimentar me beijar... Glória disse que não conseguia, que não me conhecia, e foi aí que minha prima segurou o rosto dela com as mãos e começou a beijá-la... Glória não fez nenhum movimento: ficou paralisada, enquanto Cláudia já tinha começado a meter a língua naquela boca que aos poucos cedia espaço: minha tesão já tinha descido toda pra minha virilha.
Cláudia se afastou dela e a convidou pra me beijar... juntamos nossas bocas e línguas, e minha prima, aproveitando a situação, enfiou a mão no meu short, puxou ele pra baixo e começou a me masturbar.
Depois pegou a mão de Glória e colocou no meu pau, indicando o movimento que ela devia fazer, e enquanto isso acontecia, começou a beijá-la de novo, então não demorei nem 10 segundos pra gozar.
Glória saiu da piscina e se vestiu, dizendo que já era tarde e que a mãe dela podia estar procurando... Cláudia chamou ela pra falar algo e, quando Glória se abaixou, beijou ela de novo.
Ficamos sozinhos na piscina e — ainda com o short abaixado — falei pra minha prima que ela tinha me surpreendido com a atitude dela, e pegando no meu pau e mostrando pra ela, falei: "... não quer dar uns carinhos nele...?" ... ela caiu na gargalhada e, me beijando, sussurrou no meu ouvido: "... vamos pro mato, não vamos perder o momento..."
Saímos da piscina e fomos pro estábulo. Escolhemos um cavalo e montamos. Os dois em um: ela na frente, assim eu podia apoiá-la e acariciar os peitos dela enquanto a gente cavalgava.
Chegamos no bosque, descemos e, tirando a roupa de banho, ficamos pelados pela primeira vez, um de frente pro outro. Não sei se era o tesão do momento, mas eu via minha prima como uma modelo da Playboy, com os peitinhos de adolescente empinados, bicos duros e pequenos, a virilha dela com aqueles pelinhos loiros quase imperceptíveis...
A gente se acomodou contra uma árvore e eu lambi os peitos dela, descendo até enfiar minha língua na buceta dela... Ela me afastou com a mão e, me beijando, confessou que era virgem, e que eu era o escolhido pra ser o primeiro homem dela.
Tentei ser o mais doce e cuidadoso possível, fui me enfiando devagar naquela gruta molhada quando a gente percebeu que não tinha proteção... a gente não sabia o que fazer!!! ... aí meus ouvidos escutaram algo que nunca imaginei ouvir: "...vamos fazer por trás..." disse a Cláudia.
Eu me ajoelhei, comecei a lubrificar o cu dela com saliva e, depois de um tempo dilatando, comecei a meter e tirar devagar e suave... Cláudia aguentou, reclamando no começo, até que começou a gemer de prazer. Meus movimentos ficaram mais rápidos até eu gozar dentro dela.
A gente se vestiu e voltou pra casa torcendo pra ninguém ter notado nossa ausência. No caminho, Cláudia disse que tinha adorado e que a promessa de eu ser quem a desvirgasse ainda tava de pé.
Também disse que gostaria que na próxima a gente incluísse a Glória.
Mas isso já é outra história.
Um verão, nossas famílias alugaram uma casa de campo por quinze dias, e é lá que se passa a história que conto hoje.
O terreno era enorme: tinha uma casa em forma de V com uma varanda por toda a extensão, a sala de jantar como cômodo principal e, nas laterais, os quartos e uma sala de descanso/reunião com uma biblioteca e sofás grandes e confortáveis.
A uns 80 metros ficava a piscina e, mais longe, a casa da família que cuidava do campo, um casal de idosos com uma filha de uns 19 anos chamada Glória.
Tinha também um galinheiro imenso e uma cavalariça com vários cavalos. Lá longe — diria que a uns 500 metros — um bosque de eucaliptos decorava a paisagem.
No primeiro dia de manhã, fui com a Cláudia dar uma volta pelo lugar, cada um montado num cavalo... era realmente lindo e transmitia paz... chegamos ao bosque de eucaliptos e descemos. Sentamos num tronco caído e começamos a conversar, demos as mãos, trocando piadas, e tudo terminou num beijo suave nos lábios. Depois disso, voltamos pra casa.
Almoçamos e, depois de uma longa conversa na mesa, nossos pais foram tirar uma soneca.
Cláudia e eu nos trocamos pra ir mais tarde pra piscina e fomos pra sala de descanso, já que íamos esperar um pouco pra nadar porque o sol estava muito forte.
Eu estava largado no sofá quando minha prima começou a procurar um livro nas estantes, de costas pra mim... Visão maravilhosa do corpo jovem dela de biquíni: a pele meio bronzeada, o cabelo caindo até a cintura, a bunda redondinha e as pernas fortes... Levantei e abracei ela, encostando meu pau, esperando que ela sentisse a dureza... ela mexeu a quadris e riu, e virando a cabeça nos beijamos. Eu tava no céu, nunca tínhamos ido tão longe nas nossas brincadeiras, e depois daquele beijo ela me disse pra irmos pra piscina, que lá a gente podia ficar sozinho e, de qualquer forma, ter uma visão melhor caso alguém se aproximasse.
Era umas 3 da tarde, a temperatura devia estar lá pelos 35°, o sol tava rachando o chão...
Nós mergulhamos e fomos pra um canto da piscina... nos olhamos e começamos um jogo de beijos curtos: no pescoço, no rosto, nos lábios... quando sinto a mão dela pousar no meu pau, começando a me esfregar devagar por cima do short de banho... deixei ela fazer enquanto começava a acariciar a bunda dela... nunca tínhamos ido tão longe.
Nisso, vimos a Gloria vindo em direção à piscina. Nos separamos, fingindo que estávamos conversando. Gloria sentou na borda da piscina e começamos uma conversa sobre várias coisas e situações da vida.
Ela dizia que, exceto na escola onde estudava ou com os pais, não falava com ninguém, já que a família mais próxima morava a uns 6 km de distância, que ia a cavalo pras aulas e coisas do tipo, e a gente contava das nossas atividades na cidade.
O calor tava insuportável e minha prima pergunta por que ela não troca de roupa e entra na piscina com a gente, ao que Gloria responde que não tem maiô. Claudia, olhando pra todo lado, diz que não tem ninguém por perto, que por que ela não entra de calcinha e sutiã. Gloria ri e, balançando a cabeça, faz menção de ir embora. Claudia dá um pulo pra fora da piscina e pega ela pelo braço, convencendo-a a fazer o que sugeriu.
Depois de pensar um pouco, Gloria tira o vestido e, ficando só de calcinha e sutiã, se cobrindo com as mãos de vergonha, mergulhou.
Era magrinha, de pele queimada de sol, peito pequeno, bunda pequena, pernas muito compridas... mas o rosto dela era lindo, decorado com uns olhos azuis, quase transparentes.
Brincamos um pouco na água. e paramos pra descansar e bater um papo.
Obviamente a pergunta de um milhão foi se ela tinha namorado, e ela respondeu que nunca tinha tido...
Começamos a zoar ela, perguntando se gostava de alguém da escola, algum vizinho de outra fazenda, mas ela disse que não, que não tinha rapazes bonitos... aí minha prima fez uma segunda pergunta: já tinha beijado alguém alguma vez??... Glória disse que não, e ainda completou que não sabia beijar.
Cláudia perguntou se ela queria aprender e, surpresa, ela não soube o que responder, e diante do silêncio dela, Cláudia se aproximou de mim e me beijou bem devagar, fazendo com que Glória se aproximasse e observasse como se fazia. Depois do beijo, ela disse pra Glória se animar e experimentar me beijar... Glória disse que não conseguia, que não me conhecia, e foi aí que minha prima segurou o rosto dela com as mãos e começou a beijá-la... Glória não fez nenhum movimento: ficou paralisada, enquanto Cláudia já tinha começado a meter a língua naquela boca que aos poucos cedia espaço: minha tesão já tinha descido toda pra minha virilha.
Cláudia se afastou dela e a convidou pra me beijar... juntamos nossas bocas e línguas, e minha prima, aproveitando a situação, enfiou a mão no meu short, puxou ele pra baixo e começou a me masturbar.
Depois pegou a mão de Glória e colocou no meu pau, indicando o movimento que ela devia fazer, e enquanto isso acontecia, começou a beijá-la de novo, então não demorei nem 10 segundos pra gozar.
Glória saiu da piscina e se vestiu, dizendo que já era tarde e que a mãe dela podia estar procurando... Cláudia chamou ela pra falar algo e, quando Glória se abaixou, beijou ela de novo.
Ficamos sozinhos na piscina e — ainda com o short abaixado — falei pra minha prima que ela tinha me surpreendido com a atitude dela, e pegando no meu pau e mostrando pra ela, falei: "... não quer dar uns carinhos nele...?" ... ela caiu na gargalhada e, me beijando, sussurrou no meu ouvido: "... vamos pro mato, não vamos perder o momento..."
Saímos da piscina e fomos pro estábulo. Escolhemos um cavalo e montamos. Os dois em um: ela na frente, assim eu podia apoiá-la e acariciar os peitos dela enquanto a gente cavalgava.
Chegamos no bosque, descemos e, tirando a roupa de banho, ficamos pelados pela primeira vez, um de frente pro outro. Não sei se era o tesão do momento, mas eu via minha prima como uma modelo da Playboy, com os peitinhos de adolescente empinados, bicos duros e pequenos, a virilha dela com aqueles pelinhos loiros quase imperceptíveis...
A gente se acomodou contra uma árvore e eu lambi os peitos dela, descendo até enfiar minha língua na buceta dela... Ela me afastou com a mão e, me beijando, confessou que era virgem, e que eu era o escolhido pra ser o primeiro homem dela.
Tentei ser o mais doce e cuidadoso possível, fui me enfiando devagar naquela gruta molhada quando a gente percebeu que não tinha proteção... a gente não sabia o que fazer!!! ... aí meus ouvidos escutaram algo que nunca imaginei ouvir: "...vamos fazer por trás..." disse a Cláudia.
Eu me ajoelhei, comecei a lubrificar o cu dela com saliva e, depois de um tempo dilatando, comecei a meter e tirar devagar e suave... Cláudia aguentou, reclamando no começo, até que começou a gemer de prazer. Meus movimentos ficaram mais rápidos até eu gozar dentro dela.
A gente se vestiu e voltou pra casa torcendo pra ninguém ter notado nossa ausência. No caminho, Cláudia disse que tinha adorado e que a promessa de eu ser quem a desvirgasse ainda tava de pé.
Também disse que gostaria que na próxima a gente incluísse a Glória.
Mas isso já é outra história.
3 comentários - Valeu, Glorinha