Mulheres 5... (A mulher do Luis)

Noelia terminou o sábado à noite pegando fogo, os filhos já estavam nos quartos dela. Ela, na cama sozinha, pensando em tudo que tinha feito naquele mês. Foi uma loucura, ela dizia. Em um mês, enfiaram pica na garganta dela até ela quase se engasgar, engoliu litros de porra, quatro caras arrebentaram o cu dela, e ela cheirou pó, que amou de paixão. Eram 3 da madrugada, ela acordou querendo foder, tava pegando fogo. O cu ardia de tanto que tinham comido ela, mas sentia que faltava alguma coisa. Tava na cama e não aguentava mais. Foi tomar um banho frio e se olhou no espelho: era uma mulher mais velha, os anos estavam passando. Tinha pelos pubianos, estrias, e era um pouco gordinha. O cabelo tava opaco, descuidado, não era uma garotinha. Percebeu que os anos estavam cobrando o preço, e que a rotina do dia a dia tava matando ela sem ela perceber. E teve um estalo na cabeça: por que não ser uma mulher de vida dupla? Por que não...? ela pensava. E sozinha no banheiro, começou a se tocar, lembrando o que quatro homens tinham feito com ela. Tirou o roupão sensualmente, enquanto se olhava no espelho, ficou muito acalorada. De repente, pensou de novo: que festinha gostosa que fizeram com ela. E enfiando os dedos devagar, percebia que o calor e a vontade de uma matilha de homens crescia dentro dela. No fundo, queria foder de novo com três ou quatro. Tinha gostado de tudo: de ser preenchida, de se sentir mulher... De ser desejada, de ser querida. Gostava que queriam comer ela, e isso a deixou muito molhada, demais, até pra ela mesma. E sem perceber, começou a passar os dedos, se tocando, usando a buceta com brutalidade, e desceu os dedos, começou a se tocar na bunda, acariciar o esfíncter, e entrou no chuveiro de novo pra se esfriar, ou pra acalmar o calor sozinha. E começou a brincar, a desejar chupar uma pica, a pular e arrebentar a bunda dela sozinha. E viu pelo espelho que o desodorante tava ao lado dela. Disposição, saiu do banheiro, pegou o desodorante e passou shampoo nas mãos, besuntando ele. Se encostou no canto e foi se abaixando devagar, morrendo de vontade de chupar uma rola, e o tesão só aumentava. Com o chuveiro ligado, no cantinho do banheiro, de cócoras, começou a enfiar o negócio pequeno no cu dela, bem de leve, metendo e tirando devagar, enquanto com a outra mão enfiava os dedos na buceta dela. Já tava pegando fogo, e ia se apagar sozinha, de tanto tesão. Eram 3 da manhã e com uma vontade ardente de ser comida bem gostoso, se masturbou tanto que gozou, e sem querer tirar o desodorante que tinha enfiado no rabo, foi pra cama. Tava doida por uma pica, não importava de quem. Vestiu a calcinha fio dental vermelha, uma camiseta sem sutiã, e deitou na caminha dela. Brincou sozinha na cama com o desodorante até pegar no sono de novo. Quando acordou, sabia que tinha que comprar um vibrador, não queria passar outra noite na seca. No domingo planejou tudo e na segunda, bem cedo, foi ver o love dela, o Amir, que tinha deixado na mão por causa dos vagabundos que tinham comido ela com tanto gosto. Dessa vez vestiu uma calça legging e um moletom, bateu na casa do Amir até o rapaz sair. Perguntou se o Amir tava, e ele disse: "Ah, você é a moça que o Amir esperou outro dia?" "Sim, sou eu", ela respondeu. E ele falou que o Amir não tinha voltado do trabalho, e perguntou se ela queria entrar e esperar. Mil coisas passaram pela cabeça dela, desde dar um boquete gostoso nele até a ideia do Amir chegar e ela dar pra os dois. Mas tinha responsabilidade, os filhos dela, e as coisas de casa não se arrumam sozinhas. Se despediu do rapaz e disse que voltava na sexta à tarde. Noelia não se preocupou e foi embora, toda pegando fogo. Passou na esquina onde foi estuprada, olhou pra ver se via algum carro parecido com o que ela tinha entrado, e não viu nada. Foi pra casa, pensando em mil coisas, sonhando em dar de novo como uma puta no cio. Mudou a rotina, se Produzia todo dia, se depilou toda, pintou o cabelo, comprou lingerie bem sexy, bem feminina, e começou a fuçar em sites pornô, dedicando um orgasmo diário pra ele. Também percebeu que adorava ver 4 ou 5 caras comendo as mulheres, e como elas não paravam de gozar, e que a pica do Amir não era tão grande assim, e que foder brutalmente era o que ela queria. Queria ser tratada como uma puta, e ser comida sem parar. Tava se transformando em todas aquelas atrizes que tava vendo...

Chegou sexta-feira, despachou os filhos pra festa do pijama, os parentes, e lá pelas 4 da tarde, depois de falar no telefone com o marido, dizendo o quanto amava ele, foi pra casa do Amir. Tava linda, deslumbrante. Chegou lá, bateu na porta, o moleque abriu, e ela entrou. Não ligava pra mais nada, queria foder com o macho dela. Mas o moleque tava sozinho. Entrou no quarto onde todo mundo dormia, e o Amir não tava. O moleque disse, sorrindo: "Vai esperar ele, fica à vontade, vem sentar no sofá". Ela tirou a jaqueta, ficou só com uma camiseta preta lisa, e perguntou que horas ele chegava. O moleque perguntou se ela tava com pressa. Ficou bem na frente dela, com a pica quase estourando o short, não deixava ela pensar. Enquanto ele gaguejava, ela se ajoelhou na frente do moleque, como se fosse um filme pornô, puxou a calça dele pra baixo e tirou a pica pra fora. A ereção dele não demorou a mostrar a excitação. Ela passou a ponta da pica do jovem nos próprios lábios, e como se fosse uma profissional, começou a chupar a pica dele com força, tão rápido que o moleque começou a gozar. E como uma puta profissional, engoliu até a última gota, deixou brilhar e, bem dura de novo, começou a engolir a pica dele. A porta da frente se abriu, e entraram dois negões grandões, altos, que começaram a ver o que tava rolando e não perderam tempo: começaram a tirar a roupa.

0 comentários - Mulheres 5... (A mulher do Luis)