Olá! Estou aqui de novo com outro relato. Obrigado a todos que entraram em contato pedindo histórias novas. Sei que devo muitas e estou tentando terminar todas as pendências. Por enquanto, trago a continuação do relato com Elena depois da nossa aventura no provador de roupas. É um relato longo, então vou dividir em 3 partes.
Para quem não leu meus relatos anteriores, conto que me chamo Amy e atualmente sou estudante em tempo integral. Sou uma garota que aproveita ao máximo minha vida sexual e adoro escrever sobre isso. Este é um relato bem longo, então dividi em vários capítulos. Espero que não ache chato e que tenha valido a espera. Obrigado pela paciência.
MINHA AVENTURA COM O PAI DA MINHA AMIGA ELENA
Passamos a tarde toda nadando na piscina, eu aguentando as brincadeiras que Elena fazia sobre meus pelos pubianos que teimavam em aparecer nas bordas do meu biquíni toda vez que eu mergulhava. Estávamos realmente nos divertindo.
Dom Miguel estava a alguns metros de nós na pequena minicozinha que tinham ao lado da piscina, trabalhando em algo dos negócios dele. Eu via ele folheando pilhas e mais pilhas de papel enquanto de repente levantava o olhar para ver a gente mergulhando na piscina.
Os maiôs que Elena tinha escolhido eram pequenos demais, então toda vez que eu saía da água tinha que ajustá-los para cobrir ou meus mamilos que escapavam do top ou arrumar meus pelos pubianos que apareciam nas bordas do biquíni por causa do efeito da água. Obviamente, tudo isso eu fazia me posicionando descaradamente na frente de Dom Miguel, que eu virava de repente para olhar e mais de uma vez peguei ele me encarando. Ele só abaixava a cabeça envergonhado ao se sentir descoberto. A situação era tanto divertida quanto excitante.
— 'Você é uma putinha' — Elena disse rindo.
— 'Ah, caralho! Por que você tá me chamando disso?' — respondi.
— 'Como assim por que? Você passou o dia inteiro se exibindo pro meu padrasto. Já deixou ele todo atordoado, nem trabalhar ele deixa, véi.
- 'Hahaha, para de falar merda, não é verdade. Eu não tenho culpa se os biquínis que você escolheu não cobrem nada em mim. Além disso, se ele quisesse, podia entrar em casa, ninguém tá obrigando ele a ficar aqui fora.'
- 'Bom, nisso você tem razão. Mas é a casa dele, ele pode ficar onde quiser e obviamente o que ele quer é ficar olhando pra minha amiga putinha' – disse Elena, me chamando daquele jeito de novo.
- 'Para de me chamar assim, girl. Não gosto' – respondi.
- 'Hahaha, agora diz que não gosta. Sabe muito bem que adora quando te chamam assim na hora que tá dando.'
- 'Então, véi, você mesma disse. Quando tô dando, até podem xingar minha mãe. Agora, assim, não rola, é chato pra caralho hahaha' – falei, pegando ela de surpresa e puxando o top do biquíni pra baixo, fazendo os peitos dela pularem livres.
- 'Ahhhh, véi, para de merda!' – gritou Elena, tentando cobrir os seios com as duas mãos e arrumando o top.
- 'Continua enchendo o saco e eu te deixo pelada, bitch' – falei rindo e me afastando pro meio da piscina pra evitar que ela fizesse o mesmo comigo. Virei de repente pra olhar pro seu Miguel e peguei ele me encarando de novo. Levantei a mão num aceno, e ele respondeu sorrindo e levantando a mão também, deixando claro que não tinha problema ele me olhar.
- 'Elena... você não liga que seu padrasto me olhe ou que eu me exiba pra ele?' – perguntei pra minha amiga com cuidado.
- 'Amy... não ligo, girl. A relação entre minha mãe e meu padrasto é mais por interesse do que por amor. Com o tempo, percebi que eles fazem o que querem cada um pro seu lado, e os dois sabem disso. Se eles querem viver assim, problema deles. Não sou eu que vou dizer o que fazer da vida deles, já são adultos, né?' – rebateu minha amiga, ainda lutando pra arrumar o top.
- 'Bom, isso é verdade. Mas é estranho' – falei.
- 'Hahaha, sua família também não fica atrás no quesito estranho. Começando por você. Porra, sua ninfomaníaca! Então, se você quer pegar meu padrasto, é contigo. Só não deixa minha mãe saber. Pra mim, sem problema nenhum — disse Elena, me dando o dedo do meio de brincadeira.
— Não sou ninfomaníaca, cara! Só sou sexualmente ativa, hahaha — respondi, jogando água nela com as mãos.
— Ou seja, a mesma coisa: você adora uma rola — falou Elena, mergulhando na água pra não ser respingada.
Dom Miguel atendeu uma ligação no celular e se levantou, indo até a porta. Minutos depois, voltou na nossa direção.
— Olha, meninas, sei que vocês estão se divertindo, mas precisam comer alguma coisa — disse Dom Miguel, se aproximando com várias caixas de pizza e uma sacola plástica com garrafas de refrigerante.
— Espera, deixa eu ajudar, senão vai cair tudo! — falei, pulando pra fora da piscina, ainda com água escorrendo do meu corpo. Cheguei perto dele e, juntos, colocamos as pizzas e as bebidas na pequena bancada que ficava no quintal, perto da piscina. Embora não desse pra dizer que eram "milionários", os pais da Elena tinham uma situação financeira boa, que permitia uma casa bem luxuosa.
Dom Miguel não tirava os olhos dos meus peitos, que, quando eu corri até ele, balançavam sem pudor. Enquanto tentava ajudá-lo, baixei o olhar pros meus seios e notei que um dos meus mamilos tinha escapado do biquíni, totalmente à mostra pra ele. Com as mãos ocupadas, não dava pra arrumar o biquíni e esconder o mamilo rosado e safado.
— Hahaha, desculpa, que vergonha! — falei.
— Ahhh, não se preocupa. Acidentes acontecem! — disse Dom Miguel, tentando minimizar o ocorrido, mas sem parar de olhar pros meus peitos, que estavam encharcados de água. Sentir o olhar dele em mim fez meus mamilos ficarem duros de novo, deixando a situação ainda mais ridícula.
Colocamos um par de caixas de pizza quente na bancada, junto com as bebidas e os guardanapos, enquanto Elena se aproximava de nós. tentava ajustar meu biquíni com as duas mãos. Dom Miguel sentou num banco de bar, pegando sua própria fatia e uma cerveja gelada.
— "Acho que vou pegar uma cerveja, tá quente demais aqui" — disse ele, sorrindo pra mim com uma espécie de cumplicidade.
— "Mmmm, pepperoni! Meu favorito! A única merda da pizza é o quanto engorda" — disse Elena, escolhendo uma fatia e colocando no prato.
— "Não posso me dar ao luxo de ganhar um grama, ainda mais se quero continuar usando esse biquíni!" — falei, olhando pro Dom Miguel.
— "O senhor é homem, Dom Miguel... O que acha? Acha que preciso perder peso?"
Levantei na frente dele, com uma fatia de pizza numa mão e um refri na outra, enquanto tentava "desfilar" meu corpo pra ele, como se realmente esperasse a opinião dele.
Mesmo sem ter uma barriga saliente, meus peitões enormes se destacavam sem pudor. Meus bicos endureceram de novo ao sentir o olhar nervoso de Dom Miguel. A cara de deboche da Elena me dizia que ela não acreditava que eu tava me exibindo pro padrasto dela daquele jeito.
— "O que acha? Minha barriga tá muito grande?" — perguntei pro Dom Miguel.
— "Não, Amy, não seja boba. Você não tá gorda" — disse Miguel. "As duas são lindas e gostosas."
Elena me olhou, sorrindo e fazendo a mímica da palavra "puta" em silêncio.
— "Obrigada, Seu Miguel" — falei, enquanto eu e Elena trocávamos olhares divertidas.
— "Não quero estragar o momento, mas... posso pegar uma cerveja?" — disse Elena, interrompendo minha putaria descarada com o padrasto dela.
— "Mmmmm, você sabe que sua mãe não gosta que você beba. E eu também não, pra ser sincero" — disse o padrasto da Elena.
— "Eu sei, mas a mamãe não tá aqui e... uma não é nenhuma. Anda, não seja chato, sim? Deixa eu?" — disse Elena pro padrasto, fazendo biquinho de criança mimada. Isso nunca falha, pensei comigo.
— "Ok, mas se ficar de ressaca, não me culpa nem me entrega pra sua mãe. Não quero encrenca."
— "Ok, papai, prometo guardar segredo. — disse Elena, divertida, enquanto pegava um par de garrafas.
— "E você, Amy, também sabe guardar segredos?" — me perguntou dom Miguel, de um jeito que claramente tinha duplo sentido.
— "Claro, qualquer coisa que rolar aqui na sua casa vou levar comigo pro túmulo como segredo inconfessável" — falei sorrindo e sem desviar o olhar, tentando da mesma forma que ele entendesse o duplo sentido na minha resposta.
— "Ok, mas não exagerem também. Só um par de cervejas e pronto" — nos disse dom Miguel, mais pra se livrar de qualquer culpa do que pra realmente nos proibir de beber mais.
Passamos o resto da tarde conversando e contando histórias engraçadas na companhia de dom Miguel. Eu aproveitava pra me exibir pra ele na menor oportunidade. Elena também aproveitava as distrações do padrasto pra continuar bebendo. Depois de um tempo, decidimos que já era hora de ir dormir, não só pelo horário avançado, mas porque Elena já dava sinais de ter bebido demais.
— "Bom, vamos nos render, papai" — disse Elena, com a voz rouca e arrastando as palavras. "Valeu de novo por nos levar ao shopping, pelas pizzas, pela cerveja e por tudo. Boa noite, dorme bem."
Ela se inclinou pra beijar a bochecha dele, tropeçando desajeitada em cima do padrasto. Definitivamente, Elena tinha bebido demais e a cerveja já tinha feito efeito. Miguel a abraçou rápido pra evitar que ela caísse no chão, enquanto eu soltava uma gargalhada sem querer.
— "Hahaha, desculpa, eu sei que não devia rir, mas não consegui evitar" — falei, meio envergonhada, pra dom Miguel.
— "Ahhh, não se preocupa. Essa menina boba que não sabe beber. Me ajuda a levar ela pro quarto dela? Eu carrego ela, você só abre as portas pra mim" — me disse Miguel enquanto pegava Elena no colo. Com o movimento, os peitos de Elena escaparam do biquíni minúsculo.
— "Opa! Já demos show sem querer" — falei, divertida, tentando arrumar o top do biquíni de Elena.
— "Hahaha, eu sei, e que show hein. Não posso reclamar, pra ser sincero. — disse dom Miguel sem tirar os olhos dos lindos seios da enteada.
— "A culpa é toda da Elena, que me convenceu a usar esses biquínis tão pequenos" — falei, olhando para meus próprios peitos pra ver se meus mamilos também não tinham escapado.
— "Bom, isso é uma coisa que vou ter que agradecer a essa menina boba" — disse dom Miguel, já deitando Elena na cama dela com carinho.
Mal terminaram de deitá-la e Elena já estava roncando com a bocona aberta. Fechamos a porta e eu e dom Miguel fomos pra cozinha da casa. Miguel abriu a geladeira, pegou duas cervejas e me ofereceu uma, que peguei na hora.
— "Espero que tenha falado sério sobre guardar segredos, Amy. Não ia gostar que a Marel descobrisse a bebedeira que a Elena pegou por minha culpa" — me disse dom Miguel enquanto batia a garrafa dele na minha, tipo um brinde. Marel é a mãe da Elena.
— "Hahaha Nãooo, já falei que qualquer coisa que rolar nessa casa fica em segredo entre nós dois" — falei, dando um sorrisinho safado.
— "Qualquer coisa, Amy? Tem certeza, certeza?" — disse dom Miguel sondando o terreno. Ele ia dar o passo, mas queria ter certeza. Decidi ser eu a dar o primeiro passo.
— "Qualquer coisaaaaa" — falei arrastando as palavras e tomando um gole grande da cerveja, pra depois me aproximar dele e dar um beijo ainda com a boca cheia de cerveja, que escorreu entre nossos lábios famintos.
Dom Miguel respondeu ao meu beijo colando o corpo dele no meu. As mãos dele foram direto pros meus peitos carnudos. Passei o dia inteiro provocando ele, e ele tava morrendo de vontade de tocar, apertar, ter eles nas mãos. Sem parar o beijo, ele me levantou no colo e me levou escada acima, atravessando a sala no estilo noite de núpcias. Queria beijar ele, tocar, apalpar, mas também não queria distrair ele enquanto subíamos as escadas, imagino que pro quarto.
Assim que chegamos no quarto principal, me deito na cama, ele tirou a roupa rapidinho e se arrastou por cima de mim. Na mesma hora, a boca dele tomou a minha de novo num beijo quente e apaixonado. Saber que a gente tava na cama onde ele comia a esposa dele me deixou do caralho. Eu sentia as mãos dele deslizando pra cima e pra baixo no meu corpo, acariciando meus peitos, minha cintura, minha bunda.
A mão dele passou por baixo da parte de cima do biquíni e levantou, me deixando nua. Assim que meus peitos ficaram expostos, a boca dele foi pra cima deles. Ele alternava de um pro outro; beijando, chupando, mordiscando e mordendo de leve até meus mamilos rosados ficarem cheios da saliva dele.
— "Deus, você não sabe a vontade que eu tava de fazer isso em você" — ele disse enquanto amassava meus peitões.
— "Me chupa, me morde, seu Miguel. Meus peitos são seus" — eu falava com a voz cortada pelo prazer.
Passei meus dedos pelo cabelo grosso dele, cheio de cabelos brancos começando. A boca e as mãos dele tavam me deixando louca, e eu sentia minha buceta ficando molhada com os cuidados habilidosos dele. Dava pra ver a experiência. Ele era um homem, não um moleque. Nem meu namorado Franki ou qualquer outro tinha me deixado tão excitada assim. Entre gemidos, tentei guiar ele.
— "Mais pra baixo... Por favor, seu Miguel... mais pra baixo..." — eu chorei. Meu mamilo escapou da boca dele.
— "Me diz o que você quer"
— "Minha buceta... coloca sua boca na minha buceta"
Ele sorriu. Não tem nada mais excitante que uma mulher implorando por sexo e nós dois sabíamos disso. A cara dele mostrava que ele adorava que eu implorasse, e eu decidi incluir isso no momento que a gente tava vivendo.
— "Por favor, seu Miguel... não zoa comigo. Quero sentir sua língua em mim. Quero sentir seu pau" — eu falei, enfatizando chamar ele de 'seu'. Queria deixar claro que ele era um homem mais velho e eu, a conquista adolescente dele.
Ele demorou, de um jeito provocante, me atormentando. Devagar, foi beijando o caminho pelo meu estômago enquanto as mãos dele nunca largavam meus peitos. A boca dele Viajei mais para o sul até meu umbigo, a língua dele entrando e saindo. Soltei um gemidinho quando ele me mordeu, deixando marquinhas de dentes na minha barriga. Ouvi ele inspirar fundo.
— "Consigo sentir o cheiro da sua buceta, adoro como você está quente e molhada."
— "Por favor, seu Miguel... Por favor..." — gemi, tentando desesperadamente puxar a cabeça dele para baixo.
Me pegando de surpresa, ele envolveu os braços por baixo e depois por entre minhas coxas. Então me empurrou para a cabeceira da cama, ao mesmo tempo que abriu minhas pernas e levantou minha bunda do colchão, arrancando a parte de baixo do meu biquíni de uma puxada.
— "Ai, meu Deus!" — gemi quando ele afundou a língua dentro da minha buceta encharcada.
Quase na mesma hora, senti como se um raio tivesse atravessado meu corpo. Dava pra sentir a língua dele lambendo as paredes da minha buceta antes de sair e subir até meu clitóris. Ofeguei quando ele levou meu botãozinho à boca e começou a chupar deliciosamente. Gemia entre pequenos sorvos de ar. As mãos dele ainda estavam nos meus peitos, e ele alternava entre amassá-los e apertar meus biquinhos com a ponta dos dedos. Senti meu orgasmo começando a crescer enquanto ele continuava o ataque na minha buceta. Meu corpo inteiro parecia em chamas enquanto ele não parava de lamber meu clitóris.
— "Só mais um pouquinho, seu Miguel... só mais um pouquinho..." — falei, sabendo que ele não ia responder porque tinha o rosto enterrado na minha buceta inchada, tomando meus sucos. Tentei segurar o orgasmo o máximo que pude porque não queria que o prazer intenso que ele tava me dando acabasse. Infelizmente, só aguentei mais alguns segundos antes de me soltar e liberar meu corpo.
— "Ahhhhh... aaaahhh.. haaaww!! Ahhhh... aaaaggggg gggg... ggg, vou gozar!! Vou gozaaar!" — gritei enquanto sentia mil descargas elétricas cruzando meu corpo, jorrando líquidos que foram cair direto na cara do meu macho. Nem toda mulher consegue. jato ao chegar no orgasmo, e dom Miguel me premiava colocando a boca aberta, ávida pelos meus fluidos vaginais, tomando tudo, tentando não desperdiçar nem uma gota.
Meu corpo não parava de tremer e dom Miguel não parava de me comer na minha buceta. E sem conseguir evitar, mais um orgasmo chegou com toda força, soltando uma porrada de líquidos na boca do meu macho, dessa vez acompanhado de jatos de xixi, como sempre acontecia comigo.
— "Aghhh... que delíciaaaa... que delícia que me come, dom Migueeel. Quero mais, quero maaaais" — eu dizia, ofegante, lutando para articular palavras. Nunca até agora alguém tinha me provocado um orgasmo tão devastador só com sexo oral. Definitivamente, eu estava com um homem.
— "Adoro como você geme e ofega como uma putinha, Amy" — disse dom Miguel carinhosamente, com o rosto molhado dos meus fluidos.
— "Sim, papai... sim... sou sua putinha. Sou sua puta, sua cachorra de quatro, papai. E o senhor é um homem. Um homem de verdade, e não porcaria" — falei, recuperando um pouco o fôlego.
— "Você fica linda com essa carinha de menina falando palavrão. Me esquenta de um jeito que você não faz ideia, Amy" — disse dom Miguel, me dando um beijo nos pelos molhados da minha buceta.
— "Me diga como quer que eu fale, que eu obedeço. Eu falo do jeito que o senhor mandar. Posso ser quem o senhor quiser. Uma puta, uma menina, uma puta. Posso ser sua esposa. Posso ser a Elena, se o senhor quiser, mas não pare de me lamber, de me chupar, papai" — falei, ansiosa para sentir a língua dele dentro de mim de novo. Senti ele se tensar ao ouvir o nome da enteada, mas na hora se recompôs. Não sabia se tinha passado dos limites, mas resolvi continuar no jogo. Queria enlouquecê-lo de tesão. Tinha lido tantos contos de amor familiar que morria de vontade de descobrir se essas coisas realmente rolavam.
— "Você é uma putinha sexual, Amy, e isso me encanta, minha bonequinha" — disse meu homem com o rosto molhado dos meus fluidos. Não respondi, só mostrei minha língua de forma erótica. simulando ser uma puta no cio e deixando minha saliva escorrer pelos lábios.
—'Tá pronto pra mais um pouco?' — perguntei com a voz rouca.
—'Quero seu pau na minha boca' — falei bem baixinho.
FIM DO PRIMEIRO CAPÍTULO.
Para quem não leu meus relatos anteriores, conto que me chamo Amy e atualmente sou estudante em tempo integral. Sou uma garota que aproveita ao máximo minha vida sexual e adoro escrever sobre isso. Este é um relato bem longo, então dividi em vários capítulos. Espero que não ache chato e que tenha valido a espera. Obrigado pela paciência.
MINHA AVENTURA COM O PAI DA MINHA AMIGA ELENA
Passamos a tarde toda nadando na piscina, eu aguentando as brincadeiras que Elena fazia sobre meus pelos pubianos que teimavam em aparecer nas bordas do meu biquíni toda vez que eu mergulhava. Estávamos realmente nos divertindo.
Dom Miguel estava a alguns metros de nós na pequena minicozinha que tinham ao lado da piscina, trabalhando em algo dos negócios dele. Eu via ele folheando pilhas e mais pilhas de papel enquanto de repente levantava o olhar para ver a gente mergulhando na piscina.
Os maiôs que Elena tinha escolhido eram pequenos demais, então toda vez que eu saía da água tinha que ajustá-los para cobrir ou meus mamilos que escapavam do top ou arrumar meus pelos pubianos que apareciam nas bordas do biquíni por causa do efeito da água. Obviamente, tudo isso eu fazia me posicionando descaradamente na frente de Dom Miguel, que eu virava de repente para olhar e mais de uma vez peguei ele me encarando. Ele só abaixava a cabeça envergonhado ao se sentir descoberto. A situação era tanto divertida quanto excitante.
— 'Você é uma putinha' — Elena disse rindo.
— 'Ah, caralho! Por que você tá me chamando disso?' — respondi.
— 'Como assim por que? Você passou o dia inteiro se exibindo pro meu padrasto. Já deixou ele todo atordoado, nem trabalhar ele deixa, véi.
- 'Hahaha, para de falar merda, não é verdade. Eu não tenho culpa se os biquínis que você escolheu não cobrem nada em mim. Além disso, se ele quisesse, podia entrar em casa, ninguém tá obrigando ele a ficar aqui fora.'
- 'Bom, nisso você tem razão. Mas é a casa dele, ele pode ficar onde quiser e obviamente o que ele quer é ficar olhando pra minha amiga putinha' – disse Elena, me chamando daquele jeito de novo.
- 'Para de me chamar assim, girl. Não gosto' – respondi.
- 'Hahaha, agora diz que não gosta. Sabe muito bem que adora quando te chamam assim na hora que tá dando.'
- 'Então, véi, você mesma disse. Quando tô dando, até podem xingar minha mãe. Agora, assim, não rola, é chato pra caralho hahaha' – falei, pegando ela de surpresa e puxando o top do biquíni pra baixo, fazendo os peitos dela pularem livres.
- 'Ahhhh, véi, para de merda!' – gritou Elena, tentando cobrir os seios com as duas mãos e arrumando o top.
- 'Continua enchendo o saco e eu te deixo pelada, bitch' – falei rindo e me afastando pro meio da piscina pra evitar que ela fizesse o mesmo comigo. Virei de repente pra olhar pro seu Miguel e peguei ele me encarando de novo. Levantei a mão num aceno, e ele respondeu sorrindo e levantando a mão também, deixando claro que não tinha problema ele me olhar.
- 'Elena... você não liga que seu padrasto me olhe ou que eu me exiba pra ele?' – perguntei pra minha amiga com cuidado.
- 'Amy... não ligo, girl. A relação entre minha mãe e meu padrasto é mais por interesse do que por amor. Com o tempo, percebi que eles fazem o que querem cada um pro seu lado, e os dois sabem disso. Se eles querem viver assim, problema deles. Não sou eu que vou dizer o que fazer da vida deles, já são adultos, né?' – rebateu minha amiga, ainda lutando pra arrumar o top.
- 'Bom, isso é verdade. Mas é estranho' – falei.
- 'Hahaha, sua família também não fica atrás no quesito estranho. Começando por você. Porra, sua ninfomaníaca! Então, se você quer pegar meu padrasto, é contigo. Só não deixa minha mãe saber. Pra mim, sem problema nenhum — disse Elena, me dando o dedo do meio de brincadeira.
— Não sou ninfomaníaca, cara! Só sou sexualmente ativa, hahaha — respondi, jogando água nela com as mãos.
— Ou seja, a mesma coisa: você adora uma rola — falou Elena, mergulhando na água pra não ser respingada.
Dom Miguel atendeu uma ligação no celular e se levantou, indo até a porta. Minutos depois, voltou na nossa direção.
— Olha, meninas, sei que vocês estão se divertindo, mas precisam comer alguma coisa — disse Dom Miguel, se aproximando com várias caixas de pizza e uma sacola plástica com garrafas de refrigerante.
— Espera, deixa eu ajudar, senão vai cair tudo! — falei, pulando pra fora da piscina, ainda com água escorrendo do meu corpo. Cheguei perto dele e, juntos, colocamos as pizzas e as bebidas na pequena bancada que ficava no quintal, perto da piscina. Embora não desse pra dizer que eram "milionários", os pais da Elena tinham uma situação financeira boa, que permitia uma casa bem luxuosa.
Dom Miguel não tirava os olhos dos meus peitos, que, quando eu corri até ele, balançavam sem pudor. Enquanto tentava ajudá-lo, baixei o olhar pros meus seios e notei que um dos meus mamilos tinha escapado do biquíni, totalmente à mostra pra ele. Com as mãos ocupadas, não dava pra arrumar o biquíni e esconder o mamilo rosado e safado.
— Hahaha, desculpa, que vergonha! — falei.
— Ahhh, não se preocupa. Acidentes acontecem! — disse Dom Miguel, tentando minimizar o ocorrido, mas sem parar de olhar pros meus peitos, que estavam encharcados de água. Sentir o olhar dele em mim fez meus mamilos ficarem duros de novo, deixando a situação ainda mais ridícula.
Colocamos um par de caixas de pizza quente na bancada, junto com as bebidas e os guardanapos, enquanto Elena se aproximava de nós. tentava ajustar meu biquíni com as duas mãos. Dom Miguel sentou num banco de bar, pegando sua própria fatia e uma cerveja gelada.
— "Acho que vou pegar uma cerveja, tá quente demais aqui" — disse ele, sorrindo pra mim com uma espécie de cumplicidade.
— "Mmmm, pepperoni! Meu favorito! A única merda da pizza é o quanto engorda" — disse Elena, escolhendo uma fatia e colocando no prato.
— "Não posso me dar ao luxo de ganhar um grama, ainda mais se quero continuar usando esse biquíni!" — falei, olhando pro Dom Miguel.
— "O senhor é homem, Dom Miguel... O que acha? Acha que preciso perder peso?"
Levantei na frente dele, com uma fatia de pizza numa mão e um refri na outra, enquanto tentava "desfilar" meu corpo pra ele, como se realmente esperasse a opinião dele.
Mesmo sem ter uma barriga saliente, meus peitões enormes se destacavam sem pudor. Meus bicos endureceram de novo ao sentir o olhar nervoso de Dom Miguel. A cara de deboche da Elena me dizia que ela não acreditava que eu tava me exibindo pro padrasto dela daquele jeito.
— "O que acha? Minha barriga tá muito grande?" — perguntei pro Dom Miguel.
— "Não, Amy, não seja boba. Você não tá gorda" — disse Miguel. "As duas são lindas e gostosas."
Elena me olhou, sorrindo e fazendo a mímica da palavra "puta" em silêncio.
— "Obrigada, Seu Miguel" — falei, enquanto eu e Elena trocávamos olhares divertidas.
— "Não quero estragar o momento, mas... posso pegar uma cerveja?" — disse Elena, interrompendo minha putaria descarada com o padrasto dela.
— "Mmmmm, você sabe que sua mãe não gosta que você beba. E eu também não, pra ser sincero" — disse o padrasto da Elena.
— "Eu sei, mas a mamãe não tá aqui e... uma não é nenhuma. Anda, não seja chato, sim? Deixa eu?" — disse Elena pro padrasto, fazendo biquinho de criança mimada. Isso nunca falha, pensei comigo.
— "Ok, mas se ficar de ressaca, não me culpa nem me entrega pra sua mãe. Não quero encrenca."
— "Ok, papai, prometo guardar segredo. — disse Elena, divertida, enquanto pegava um par de garrafas.
— "E você, Amy, também sabe guardar segredos?" — me perguntou dom Miguel, de um jeito que claramente tinha duplo sentido.
— "Claro, qualquer coisa que rolar aqui na sua casa vou levar comigo pro túmulo como segredo inconfessável" — falei sorrindo e sem desviar o olhar, tentando da mesma forma que ele entendesse o duplo sentido na minha resposta.
— "Ok, mas não exagerem também. Só um par de cervejas e pronto" — nos disse dom Miguel, mais pra se livrar de qualquer culpa do que pra realmente nos proibir de beber mais.
Passamos o resto da tarde conversando e contando histórias engraçadas na companhia de dom Miguel. Eu aproveitava pra me exibir pra ele na menor oportunidade. Elena também aproveitava as distrações do padrasto pra continuar bebendo. Depois de um tempo, decidimos que já era hora de ir dormir, não só pelo horário avançado, mas porque Elena já dava sinais de ter bebido demais.
— "Bom, vamos nos render, papai" — disse Elena, com a voz rouca e arrastando as palavras. "Valeu de novo por nos levar ao shopping, pelas pizzas, pela cerveja e por tudo. Boa noite, dorme bem."
Ela se inclinou pra beijar a bochecha dele, tropeçando desajeitada em cima do padrasto. Definitivamente, Elena tinha bebido demais e a cerveja já tinha feito efeito. Miguel a abraçou rápido pra evitar que ela caísse no chão, enquanto eu soltava uma gargalhada sem querer.
— "Hahaha, desculpa, eu sei que não devia rir, mas não consegui evitar" — falei, meio envergonhada, pra dom Miguel.
— "Ahhh, não se preocupa. Essa menina boba que não sabe beber. Me ajuda a levar ela pro quarto dela? Eu carrego ela, você só abre as portas pra mim" — me disse Miguel enquanto pegava Elena no colo. Com o movimento, os peitos de Elena escaparam do biquíni minúsculo.
— "Opa! Já demos show sem querer" — falei, divertida, tentando arrumar o top do biquíni de Elena.
— "Hahaha, eu sei, e que show hein. Não posso reclamar, pra ser sincero. — disse dom Miguel sem tirar os olhos dos lindos seios da enteada.
— "A culpa é toda da Elena, que me convenceu a usar esses biquínis tão pequenos" — falei, olhando para meus próprios peitos pra ver se meus mamilos também não tinham escapado.
— "Bom, isso é uma coisa que vou ter que agradecer a essa menina boba" — disse dom Miguel, já deitando Elena na cama dela com carinho.
Mal terminaram de deitá-la e Elena já estava roncando com a bocona aberta. Fechamos a porta e eu e dom Miguel fomos pra cozinha da casa. Miguel abriu a geladeira, pegou duas cervejas e me ofereceu uma, que peguei na hora.
— "Espero que tenha falado sério sobre guardar segredos, Amy. Não ia gostar que a Marel descobrisse a bebedeira que a Elena pegou por minha culpa" — me disse dom Miguel enquanto batia a garrafa dele na minha, tipo um brinde. Marel é a mãe da Elena.
— "Hahaha Nãooo, já falei que qualquer coisa que rolar nessa casa fica em segredo entre nós dois" — falei, dando um sorrisinho safado.
— "Qualquer coisa, Amy? Tem certeza, certeza?" — disse dom Miguel sondando o terreno. Ele ia dar o passo, mas queria ter certeza. Decidi ser eu a dar o primeiro passo.
— "Qualquer coisaaaaa" — falei arrastando as palavras e tomando um gole grande da cerveja, pra depois me aproximar dele e dar um beijo ainda com a boca cheia de cerveja, que escorreu entre nossos lábios famintos.
Dom Miguel respondeu ao meu beijo colando o corpo dele no meu. As mãos dele foram direto pros meus peitos carnudos. Passei o dia inteiro provocando ele, e ele tava morrendo de vontade de tocar, apertar, ter eles nas mãos. Sem parar o beijo, ele me levantou no colo e me levou escada acima, atravessando a sala no estilo noite de núpcias. Queria beijar ele, tocar, apalpar, mas também não queria distrair ele enquanto subíamos as escadas, imagino que pro quarto.
Assim que chegamos no quarto principal, me deito na cama, ele tirou a roupa rapidinho e se arrastou por cima de mim. Na mesma hora, a boca dele tomou a minha de novo num beijo quente e apaixonado. Saber que a gente tava na cama onde ele comia a esposa dele me deixou do caralho. Eu sentia as mãos dele deslizando pra cima e pra baixo no meu corpo, acariciando meus peitos, minha cintura, minha bunda.
A mão dele passou por baixo da parte de cima do biquíni e levantou, me deixando nua. Assim que meus peitos ficaram expostos, a boca dele foi pra cima deles. Ele alternava de um pro outro; beijando, chupando, mordiscando e mordendo de leve até meus mamilos rosados ficarem cheios da saliva dele.
— "Deus, você não sabe a vontade que eu tava de fazer isso em você" — ele disse enquanto amassava meus peitões.
— "Me chupa, me morde, seu Miguel. Meus peitos são seus" — eu falava com a voz cortada pelo prazer.
Passei meus dedos pelo cabelo grosso dele, cheio de cabelos brancos começando. A boca e as mãos dele tavam me deixando louca, e eu sentia minha buceta ficando molhada com os cuidados habilidosos dele. Dava pra ver a experiência. Ele era um homem, não um moleque. Nem meu namorado Franki ou qualquer outro tinha me deixado tão excitada assim. Entre gemidos, tentei guiar ele.
— "Mais pra baixo... Por favor, seu Miguel... mais pra baixo..." — eu chorei. Meu mamilo escapou da boca dele.
— "Me diz o que você quer"
— "Minha buceta... coloca sua boca na minha buceta"
Ele sorriu. Não tem nada mais excitante que uma mulher implorando por sexo e nós dois sabíamos disso. A cara dele mostrava que ele adorava que eu implorasse, e eu decidi incluir isso no momento que a gente tava vivendo.
— "Por favor, seu Miguel... não zoa comigo. Quero sentir sua língua em mim. Quero sentir seu pau" — eu falei, enfatizando chamar ele de 'seu'. Queria deixar claro que ele era um homem mais velho e eu, a conquista adolescente dele.
Ele demorou, de um jeito provocante, me atormentando. Devagar, foi beijando o caminho pelo meu estômago enquanto as mãos dele nunca largavam meus peitos. A boca dele Viajei mais para o sul até meu umbigo, a língua dele entrando e saindo. Soltei um gemidinho quando ele me mordeu, deixando marquinhas de dentes na minha barriga. Ouvi ele inspirar fundo.
— "Consigo sentir o cheiro da sua buceta, adoro como você está quente e molhada."
— "Por favor, seu Miguel... Por favor..." — gemi, tentando desesperadamente puxar a cabeça dele para baixo.
Me pegando de surpresa, ele envolveu os braços por baixo e depois por entre minhas coxas. Então me empurrou para a cabeceira da cama, ao mesmo tempo que abriu minhas pernas e levantou minha bunda do colchão, arrancando a parte de baixo do meu biquíni de uma puxada.
— "Ai, meu Deus!" — gemi quando ele afundou a língua dentro da minha buceta encharcada.
Quase na mesma hora, senti como se um raio tivesse atravessado meu corpo. Dava pra sentir a língua dele lambendo as paredes da minha buceta antes de sair e subir até meu clitóris. Ofeguei quando ele levou meu botãozinho à boca e começou a chupar deliciosamente. Gemia entre pequenos sorvos de ar. As mãos dele ainda estavam nos meus peitos, e ele alternava entre amassá-los e apertar meus biquinhos com a ponta dos dedos. Senti meu orgasmo começando a crescer enquanto ele continuava o ataque na minha buceta. Meu corpo inteiro parecia em chamas enquanto ele não parava de lamber meu clitóris.
— "Só mais um pouquinho, seu Miguel... só mais um pouquinho..." — falei, sabendo que ele não ia responder porque tinha o rosto enterrado na minha buceta inchada, tomando meus sucos. Tentei segurar o orgasmo o máximo que pude porque não queria que o prazer intenso que ele tava me dando acabasse. Infelizmente, só aguentei mais alguns segundos antes de me soltar e liberar meu corpo.
— "Ahhhhh... aaaahhh.. haaaww!! Ahhhh... aaaaggggg gggg... ggg, vou gozar!! Vou gozaaar!" — gritei enquanto sentia mil descargas elétricas cruzando meu corpo, jorrando líquidos que foram cair direto na cara do meu macho. Nem toda mulher consegue. jato ao chegar no orgasmo, e dom Miguel me premiava colocando a boca aberta, ávida pelos meus fluidos vaginais, tomando tudo, tentando não desperdiçar nem uma gota.
Meu corpo não parava de tremer e dom Miguel não parava de me comer na minha buceta. E sem conseguir evitar, mais um orgasmo chegou com toda força, soltando uma porrada de líquidos na boca do meu macho, dessa vez acompanhado de jatos de xixi, como sempre acontecia comigo.
— "Aghhh... que delíciaaaa... que delícia que me come, dom Migueeel. Quero mais, quero maaaais" — eu dizia, ofegante, lutando para articular palavras. Nunca até agora alguém tinha me provocado um orgasmo tão devastador só com sexo oral. Definitivamente, eu estava com um homem.
— "Adoro como você geme e ofega como uma putinha, Amy" — disse dom Miguel carinhosamente, com o rosto molhado dos meus fluidos.
— "Sim, papai... sim... sou sua putinha. Sou sua puta, sua cachorra de quatro, papai. E o senhor é um homem. Um homem de verdade, e não porcaria" — falei, recuperando um pouco o fôlego.
— "Você fica linda com essa carinha de menina falando palavrão. Me esquenta de um jeito que você não faz ideia, Amy" — disse dom Miguel, me dando um beijo nos pelos molhados da minha buceta.
— "Me diga como quer que eu fale, que eu obedeço. Eu falo do jeito que o senhor mandar. Posso ser quem o senhor quiser. Uma puta, uma menina, uma puta. Posso ser sua esposa. Posso ser a Elena, se o senhor quiser, mas não pare de me lamber, de me chupar, papai" — falei, ansiosa para sentir a língua dele dentro de mim de novo. Senti ele se tensar ao ouvir o nome da enteada, mas na hora se recompôs. Não sabia se tinha passado dos limites, mas resolvi continuar no jogo. Queria enlouquecê-lo de tesão. Tinha lido tantos contos de amor familiar que morria de vontade de descobrir se essas coisas realmente rolavam.
— "Você é uma putinha sexual, Amy, e isso me encanta, minha bonequinha" — disse meu homem com o rosto molhado dos meus fluidos. Não respondi, só mostrei minha língua de forma erótica. simulando ser uma puta no cio e deixando minha saliva escorrer pelos lábios.
—'Tá pronto pra mais um pouco?' — perguntei com a voz rouca.
—'Quero seu pau na minha boca' — falei bem baixinho.
FIM DO PRIMEIRO CAPÍTULO.
6 comentários - Minha aventura com o pai da minha amiga Elena 1 - conto 13