Mi aventura con el papá de mi amiga Elena 1- relato 13

Olá! Aqui estou eu de novo com outro relato. Obrigada a todos que entraram em contato comigo pedindo histórias novas. Sei que devo muitas e estou tentando terminar todas as pendências. Por enquanto, trago a continuação do relato com Elena depois da nossa travessura no provador de roupas. É um relato longo, então vou dividir em 3 partes.

Para quem não leu meus relatos anteriores, conto que me chamo Amy e atualmente sou estudante em tempo integral. Sou uma garota que aproveita ao máximo minha vida sexual e adoro escrever sobre isso. Este é um relato bem longo, então dividi em vários capítulos. Espero que não ache chato e que tenha valido a espera. Obrigada pela paciência.

MINHA AVENTURA COM O PAI DA MINHA AMIGA ELENA

Passamos a tarde toda nadando na piscina, eu aguentando as brincadeiras que Elena fazia sobre meus pelos pubianos que teimavam em aparecer nas bordas do meu biquíni toda vez que eu mergulhava. Estávamos realmente nos divertindo.

Dom Miguel estava a alguns metros de nós na pequena mini cozinha que tinham ao lado da piscina, trabalhando em algo dos negócios dele. Eu o via lidar com pilhas e mais pilhas de papel enquanto, de repente, levantava o olhar para ver a gente mergulhando na piscina.

Os maiôs que Elena tinha escolhido eram pequenos demais, então toda vez que eu saía da água tinha que ajustá-los para cobrir ou meus mamilos que escapavam do top ou arrumar meus pelos pubianos que apareciam nas bordas do biquíni por causa do efeito da água. Obviamente, tudo isso eu fazia me posicionando descaradamente na frente de Dom Miguel, que eu virava de repente para olhar e mais de uma vez peguei ele me encarando. Ele só baixava a cabeça, envergonhado, ao se sentir descoberto. A situação era tanto divertida quanto excitante.

— 'Você é uma putinha' — Elena me disse rindo.
— 'Ah, caralho! Por que você me chama assim?' — respondi.
— 'Como assim, por quê? Você Você passou o dia inteiro se exibindo pro meu padrasto. Já deixou ele todo atordoado, nem trabalhar ele consegue, cara.
- 'Hahaha, para de falar merda, não é verdade. Eu não tenho culpa se os biquínis que você escolheu não cobrem nada em mim. Além disso, se ele quisesse, podia entrar em casa, ninguém tá forçando ele a ficar aqui fora.'
- 'Bom, nisso você tem razão. Mas é a casa dele, ele pode ficar onde quiser e obviamente o que ele quer é ficar olhando pra minha amiga putinha' — disse Elena, me chamando daquele jeito de novo.
- 'Para de me chamar assim, garota. Não gosto' — respondi.
- 'Hahaha, agora diz que não gosta. Sabe muito bem que adora quando te chamam assim na hora do sexo.'
- 'É verdade, cara, você mesma disse. Quando tô transando, podem até xingar minha mãe. Agora, assim, não rola, é chato pra caralho hahaha' — falei, pegando ela de surpresa e puxando o top do biquíni pra baixo, fazendo os peitos dela pularem pra fora.
- 'Ahhhh, caralho, para! — gritou Elena, tentando cobrir os seios com as duas mãos e arrumando o top.
- 'Continua enchendo o saco e eu te deixo pelada, vadia' — falei, rindo e me afastando pro meio da piscina pra evitar que ela fizesse o mesmo comigo. Virei de repente pra olhar pro seu Miguel e peguei ele nos olhando de novo. Levantei a mão num aceno, e ele respondeu sorrindo e levantando a mão também, deixando claro que não tinha problema ele me olhar.
- 'Elena... você não se importa que seu padrasto me veja ou que eu me exiba pra ele?' — perguntei pra minha amiga com cuidado.
- 'Amy... não tô nem aí, garota. A relação entre minha mãe e meu padrasto é mais por interesse do que por amor. Com o tempo, percebi que eles fazem o que querem cada um do seu lado, e os dois sabem disso. Se eles querem viver assim, problema deles. Não sou eu quem vai dizer o que fazer com a vida deles, já são adultos, né?' — rebateu minha amiga, ainda lutando pra arrumar o top.
- 'Bom, isso é verdade. Mas é estranho' — falei.
- 'Hahaha, sua família também não fica atrás no quesito estranho. Começando por você. Porra, sua ninfomaníaca! Então, se você quer pegar meu padrasto, fica à vontade. Só não deixa minha mãe saber. Pra mim, sem problema nenhum" — disse Elena, me dando o dedo do meio de brincadeira.
— "Não sou ninfomaníaca, cara! Só sou sexualmente ativa, hahaha" — respondi, jogando água nela com as mãos.
— "Ou seja, você adora uma pica" — disse Elena, mergulhando na água para não ser respingada.

Dom Miguel atendeu uma ligação no celular e se levantou, indo até a porta. Minutos depois, voltou na nossa direção.
— "Olha, meninas, sei que vocês estão se divertindo, mas precisam comer alguma coisa" — disse Dom Miguel, se aproximando com várias caixas de pizza e uma sacola plástica com garrafas de refrigerante.
— "Espera, deixa eu ajudar, senão vai cair tudo!" — falei, pulando para fora da piscina, ainda com água escorrendo do meu corpo. Cheguei perto dele e, juntos, colocamos as pizzas e as bebidas no balcão pequeno que ficava no quintal, perto da piscina. Embora não desse pra dizer que eram "milionários", os pais da Elena tinham uma condição financeira boa, que permitia uma casa bem luxuosa.

Dom Miguel não tirava os olhos dos meus peitos, que, quando eu corri até ele, balançavam sem vergonha. Enquanto tentava ajudá-lo, baixei o olhar pros meus seios e percebi que um dos meus mamilos tinha escapado do biquíni, totalmente à mostra para Dom Miguel. Com as mãos ocupadas, não dava pra arrumar o biquíni e esconder o mamilo rosado e safado.
— "Hahaha, desculpa, que vergonha!" — falei.
— "Ahhh, não se preocupa. Acidentes acontecem!" — disse Dom Miguel, tentando minimizar o ocorrido, mas sem parar de olhar pros meus peitos, que estavam molhados de água. Sentir o olhar dele em mim fez meus mamilos ficarem duros de novo, deixando a situação ainda mais ridícula.

Colocamos duas caixas de pizza quente no balcão, junto com as bebidas e guardanapos, enquanto Elena se aproximava de nós. tentava ajustar meu biquíni com as duas mãos. Dom Miguel sentou num banco de bar, pegando a própria fatia e uma cerveja gelada.

— "Acho que vou pegar uma cerveja, tá quente demais aqui" — ele disse, sorrindo pra mim com um ar de cumplicidade.

— "Mmmm, pepperoni! Meu favorito! A única merda da pizza é que engorda pra caralho" — falou Elena, escolhendo uma fatia e colocando no prato.

— "Não posso me dar ao luxo de ganhar um grama, ainda mais se quero continuar usando esse biquíni!" — falei, olhando pro Dom Miguel.

— "Você é homem, Dom Miguel... O que acha? Acha que preciso perder peso?"

Levantei na frente dele, com uma fatia de pizza numa mão e um refri na outra, enquanto tentava "desfilar" meu corpo pra ele, como se realmente esperasse a opinião dele.

Mesmo sem ter uma barriga saliente, meus peitões enormes se destacavam sem vergonha. Meus mamilos endureceram de novo ao sentir o olhar nervoso do Dom Miguel. A cara de deboche da Elena me dizia que ela não acreditava que eu tava me exibindo daquele jeito pro padrasto dela.

— "O que acha? Minha barriga tá muito grande?" — perguntei pro Dom Miguel.

— "Não, Amy, não seja boba. Você não tá gorda" — disse Miguel. "As duas são lindas e gostosas."

Elena me olhou, sorrindo e fazendo a mímica da palavra "puta" em silêncio.

— "Obrigada, Seu Miguel" — falei, enquanto eu e Elena trocávamos olhares divertidos.

— "Não quero estragar o momento, mas... posso pegar uma cerveja?" — disse Elena, cortando minha putaria descarada com o padrasto dela.

— "Mmmmm, você sabe que sua mãe não gosta que você beba. E eu também não, pra ser sincero" — falou o padrasto da Elena.

— "Eu sei, mas minha mãe não tá aqui e... uma cervejinha não faz mal. Anda, não seja chato, vai? Me deixa?" — disse Elena pro padrasto, fazendo biquinho de criança mimada. Isso nunca falha, pensei comigo.

— "Tá bom, mas se você ficar de ressaca, não me culpa nem me entrega pra sua mãe. Não quero encrenca."

— "Ok, papai, prometo guardar segredo. — disse Elena, divertida, enquanto pegava um par de garrafas.
— "E você, Amy, também sabe guardar segredos?" — me disse dom Miguel, de um jeito que claramente tinha duplo sentido.
— "Claro, qualquer coisa que rolar aqui na sua casa, vou levar pra cova como segredo inconfessável" — falei, sorrindo e sem desviar o olhar, tentando do mesmo jeito que ele entendesse o duplo sentido na minha resposta.
— "Ok, mas não abusem também. Só um par de cervejas e pronto" — disse dom Miguel, mais pra se livrar de qualquer culpa do que pra realmente nos proibir de beber mais.

Passamos o resto da tarde batendo papo e contando histórias engraçadas, na companhia de dom Miguel. Eu aproveitava pra me exibir pra ele na menor oportunidade. Elena também aproveitava as distrações do padrasto pra continuar bebendo. Depois de um tempo, decidimos que já era hora de ir dormir, não só pelo horário avançado, mas porque Elena já dava sinais de ter bebido demais.

— "Bom, vamos nos render, papai" — disse Elena, com a voz rouca e arrastando as palavras. "Valeu de novo por nos levar ao shopping, pelas pizzas, pela cerveja e por tudo. Boa noite, dorme bem."
Ela se inclinou pra beijar a bochecha dele, tropeçando sem jeito em cima do padrasto. Definitivamente, Elena tinha bebido demais e a cerveja já tinha feito efeito. Miguel a abraçou rápido pra evitar que ela caísse no chão, enquanto eu soltava uma gargalhada sem querer.

— "Hahaha, desculpa, eu sei que não devia rir, mas não consegui evitar" — falei, meio sem graça, pra dom Miguel.
— "Ahhh, não se preocupa. Essa menina boba que não sabe beber. Me ajuda a levar ela pro quarto dela? Eu carrego ela, você só abre as portas pra mim" — disse Miguel, enquanto pegava Elena no colo. Com o movimento, os peitos de Elena escaparam do biquíni minúsculo.
— "Opa! Já demos show sem querer" — falei, divertida, tentando arrumar o top do biquíni de Elena.
— "Hahaha, eu sei, e que show hein. Não posso reclamar, pra falar a verdade. — disse dom Miguel sem parar de olhar os belos seios da enteada.
— "A culpa é toda da Elena, que me convenceu a usar esses biquínis tão pequenos" — falei, olhando pros meus próprios peitos pra ver se meus mamilos também não tinham escapado.
— "Bom, isso é uma coisa que vou ter que agradecer a essa menina boba" — disse dom Miguel, já deitando a Elena na cama dela com carinho.
Mal terminaram de deitá-la e a Elena já estava roncando com a bocona aberta. Fechamos a porta e eu e dom Miguel fomos pra cozinha da casa. Miguel abriu a geladeira, pegou duas cervejas e me ofereceu uma, que eu peguei na hora.
— "Espero que tenha falado sério sobre guardar segredos, Amy. Não ia gostar que a Marel descobrisse a bebedeira que a Elena pegou por minha causa" — me disse dom Miguel enquanto batia a garrafa dele na minha, tipo um brinde. Marel é a mãe da Elena.
— "Hahaha Nãoooo, já te falei que qualquer coisa que rolar nessa casa fica em segredo entre eu e você" — falei, dando um sorrisinho safado pra ele.
— "Qualquer coisa, Amy? Tem certeza, certeza?" — disse dom Miguel, sondando o terreno. Ele tava prestes a dar o passo, mas obviamente queria ter certeza. Decidi ser eu a dar o primeiro passo.
— "Qualquer coisaaaaa" — falei, arrastando as palavras e dando um gole grande na cerveja, pra depois me aproximar dele e dar um beijo ainda com a boca cheia de cerveja, que escorreu entre nossos lábios famintos.

Dom Miguel respondeu ao meu beijo colando o corpo dele no meu. As mãos dele foram direto pros meus peitos carnudos. Passei o dia inteiro provocando ele, e ele tava morrendo de vontade de tocar, apertar, ter aquilo nas mãos dele. Sem interromper o beijo, ele me levantou no colo e me levou escada acima, atravessando a sala no estilo noite de núpcias. Queria beijar ele, tocar, apalpar, mas também não queria distrair ele enquanto subíamos as escadas, imagino que pro quarto.

Assim que chegamos no quarto principal, me deitou na cama, tirou a roupa rapidinho e se arrastou pra cima de mim. Na mesma hora, a boca dele tomou a minha de novo num beijo quente e apaixonado. Saber que a gente tava na cama onde ele comia a esposa dele me deixou doida. Eu sentia as mãos dele deslizando pra cima e pra baixo no meu corpo, acariciando meus peitos, minha cintura, minha bunda.

A mão dele foi por baixo do top do biquíni e levantou ele, me deixando nua. Quando meus peitos ficaram expostos, a boca dele já tava neles. Ele alternava de um pro outro; beijando, chupando, mordiscando e mordendo de leve até meus mamilos rosados ficarem cheios de saliva dele.

— 'Caralho, você não sabe a vontade que eu tava de fazer isso em você' — ele disse enquanto amassava meus peitões.
— 'Me chupa, me morde, seu Miguel. Minhas tetas são suas' — eu falava com a voz cortada de prazer.

Passei meus dedos pelo cabelo grosso dele, cheio de cabelos brancos começando. A boca e as mãos dele tavam me enlouquecendo, e eu sentia minha buceta ficando molhada com os cuidados habilidosos dele. Dava pra ver a experiência. Ele era um homem, não um moleque. Nem meu namorado Franki ou qualquer outro tinha me deixado tão doida assim. Entre gemidos, tentei guiar ele.

— 'Mais pra baixo... Por favor, seu Miguel... mais pra baixo...' — eu chorei. Meu mamilo escapou da boca dele.
— 'Me diz o que você quer'
— 'Minha buceta... põe sua boca na minha buceta'

Ele sorriu. Não tem nada mais excitante que uma mulher implorando por sexo e nós dois sabíamos disso. A cara dele mostrava que ele adorava que eu implorasse, e eu decidi usar isso no momento que a gente tava vivendo.

— 'Por favor, seu Miguel... não zoa comigo. Quero sentir sua língua em mim. Quero sentir seu pau' — eu falei, enfatizando chamar ele de 'seu'. Queria deixar claro que ele era um homem mais velho e eu, a conquista adolescente dele.

Ele demorou, de um jeito provocante, me atormentando. Devagar, foi beijando meu caminho pela barriga enquanto as mãos dele nunca largavam meus peitos. A boca dele Viajei mais pro sul até meu umbigo, a língua dele entrando e saindo. Soltei um gemidinho quando ele me mordeu, deixando marquinhas de dente na minha barriga. Ouvi ele inspirar fundo.

- 'Tô sentindo o cheiro da sua buceta, adoro como você tá quente e molhada'
- 'Por favor, seu Miguel... Por favor...' — gemi, tentando desesperadamente puxar a cabeça dele pra baixo.

Me pegando de surpresa, ele passou os braços por baixo e depois entre minhas coxas. Aí me empurrou pra cabeceira da cama, ao mesmo tempo que abriu minhas pernas e levantou minha bunda do colchão, arrancando a parte de baixo do meu biquíni de uma vez.

- 'Ai, meu Deus!' — gemi quando ele enfiou a língua dentro da minha buceta encharcada.

Quase na hora, senti como se um raio tivesse atravessado meu corpo. Dava pra sentir a língua dele lambendo as paredes da minha buceta antes de sair e subir até meu clitóris. Ofeguei quando ele levou meu botãozinho à boca e começou a chupar gostoso. Gemia entre suspiros curtos. As mãos dele ainda estavam nos meus peitos, e ele alternava entre amassá-los e apertar meus bicos com a ponta dos dedos. Senti meu orgasmo começando a crescer enquanto ele continuava atacando minha buceta. Meu corpo inteiro parecia em chamas enquanto ele lambia meu clitóris sem parar.

- 'Só mais um pouco, seu Miguel... só mais um pouco...' — falei, sabendo que ele não ia responder porque tava com o rosto enterrado na minha buceta inchada, tomando meus sucos. Tentei segurar o orgasmo o máximo que pude porque não queria que o prazer intenso que ele tava me dando acabasse. Infelizmente, só aguentei mais uns segundos antes de me soltar e liberar meu corpo.

- 'Ahhhhh... aaaahhh.. haaaww!! Ahhhh... aaaaaggggg gggg... ggg, vou gozar!! Vou gozaaar' — gritei enquanto sentia mil descargas elétricas cruzando meu corpo, jorrando líquidos que foram cair direto na cara do meu macho. Nem toda mulher consegue. esguichar ao chegar no orgasmo, e dom Miguel me premiava colocando a boca aberta, ávida pelos meus fluidos vaginais, tomando tudo, tentando não desperdiçar nem uma gota.

Meu corpo não parava de tremer e dom Miguel não parava de me comer na minha buceta. E sem conseguir evitar, mais um orgasmo chegou com toda força, soltando uma quantidade de sucos na boca do meu macho, dessa vez acompanhado de jatos de xixi, como sempre acontecia comigo.

— "Aghhh... que delíciaaaa... que delícia me comer, dom Migueeel. Quero mais, quero maaaais" — eu dizia ofegante, lutando para articular palavras. Nunca até agora alguém tinha me provocado um orgasmo tão devastador só com sexo oral. Definitivamente, eu estava com um homem.
— "Adoro como você geme e ofega como uma putinha, Amy" — dom Miguel me disse carinhosamente, com o rosto molhado dos meus sucos.
— "Sim, papai... sim... sou sua putinha. Sou sua puta, sua cachorra de trepar, papai. E você é um homem. Um homem de verdade, sem frescura" — falei, recuperando um pouco o fôlego.
— "Você fica linda com essa carinha de menina falando palavrão. Me excita como você nem imagina, Amy" — disse dom Miguel, me dando um beijo nos pelos molhados da minha buceta.
— "Me diz como quer que eu fale, que eu obedeço. Eu falo do jeito que você mandar. Posso ser quem você quiser. Uma puta, uma menina, uma puta. Posso ser sua esposa. Posso ser a Elena, se você quiser, mas não para de lamber, de chupar, papai" — falei, ansiosa pra sentir a língua dele dentro de mim de novo. Senti ele se tensão ao ouvir o nome da enteada, mas na hora se recompôs. Não sabia se tinha passado dos limites, mas decidi continuar no jogo. Queria enlouquecê-lo de tesão. Tinha lido tantos contos de amor familiar que me matava de curiosidade saber se essas coisas realmente aconteciam.

— "Você é uma putinha sexual, Amy, e eu adoro isso, minha bonequinha" — disse meu homem com o rosto molhado dos meus sucos. Não respondi, só mostrei minha língua de forma erótica. simulando ser uma puta no cio e deixando minha saliva escorrer pelos lábios.
—'Tá pronto pra mais um pouco?' — perguntou com a voz rouca.
—'Quero seu pau na minha boca' — falei bem baixinho.

FIM DO PRIMEIRO CAPÍTULO.

6 comentários - Mi aventura con el papá de mi amiga Elena 1- relato 13

celta05 +1
Si coges como escribís, debe ser el paraíso.
Yo también quiero probar ese coñito hirviendo me dejaste al palo espero ansioso por más, van 10 puntos
Que buen relato! De nuevo nos dejas con ganas de leer mas. Ojala los mios fueran tan buenos como los tuyos. Felicidades