Mulheres Gostosas 3

Já tinha passado uma semana da surra de buceta que a Noelia levou, e do baita engasgo que ela deu com o Amir. Noelia agora estava no ponto de ônibus, com a cabeça longe, e a Yésica percebeu que ela estava diferente. Noelia, uma mulher sempre recatada e muito quieta, agora estava toda desabrigada, parecendo com calor, e conversava com a Yésica... Embora ela notasse a mudança, também percebeu que ela vivia olhando para os subúrbios, onde um dia a viu ir naquela vez que foram procurá-la. Yésica falou do Amir e Noelia disse que ele devia estar dormindo. Aí ela respondeu: "E você, como sabe?" "Não, não sei, acho." Yésica sentiu o cheiro de coisa errada e insistiu, perguntou de novo. Noelia não dizia nada. Yésica insistiu que ela sabia de algo, e Noelia amoleceu. E contou tudo com luxo de detalhes, aí Yésica falou: "Impossível, você comeu ele, não, não pode ser", e ficou meio com ciúme, porque quem queria comer ele era ela, e "não pode ser tão grande assim, você tá mentindo..." Noelia disse: "A pica do Nair não dá pra aguentar, é inacreditável", e Yésica falou que queria conhecer ele. Noelia ficou com ciúme, se irritou, e aí o ônibus chegou. O marido da Noelia trabalha embarcado, então fica ausente por longos períodos, geralmente um mês ou dois, depende da embarcação, e Noelia não via a hora de o marido ir embora pra ir ver o Amir. Ainda por cima, estava adiando a busca dos filhos na casa dos primos pra eles ficarem o fim de semana inteiro. Ela tinha tudo friamente planejado: o marido, os filhos, e ela ficaria com o Amir o fim de semana todo. Com a Yésica, não quis falar pra ela não insistir em ver o Amir ou algo assim, e a tratava meio cortante, não queria dividir o grande amante dela. Passaram os dias, e ela estava ficando mais quente a cada dia, pensando no negão dela e em como ia se acabar. Tanto que, à noite, se molhava pensando na pica do Amir e em como ia aproveitar. E chegou o grande dia: o marido embarcou numa quinta à tarde, e ela pensando em curtir o amante o fim de semana inteiro. Sexta-feira à noite. Ela comprou um conjunto novo de lingerie e tava super excitada. De manhã, deixou os moleques na escola, deu um toque na Yésica rapidinho e foi na casa do Amir avisar que à noite largava os meninos e vinha. Mas ele não tava, então quem atendeu foi outro dos caras que morava com ele, e ligaram pro Amir no telefone. Ele disse que tava trabalhando, que não podia receber ela, mas que no sábado viesse cedo que ele ia estar. A Noelia largou os pivetes na casa de uma amiga à tarde e não conseguiu pregar o olho a noite inteira, pensando no Amir. Já eram 4 da manhã e ela tava de pé, trocada, pintada. Vestia uma camiseta branca lisa, sem sutiã. A saia que colocou pra seduzir era uma pregueada, bem curtinha, que deixava ver, por trás das costas, uma micro fio dental azul. Os dois glúteos do rabão dela apareciam, e os saltos altos dos sapatos vermelhos iam incendiar qualquer homem que visse ela. Os lábios dela estavam vermelhos, cor da paixão, e os olhos brilhavam. Meia-calça cor da pele, dois rabinhos de cabelo e um tesão de menina colegial indo pro primeiro encontro com o namoradinho. Saiu de casa às 5 da manhã pra não levantar suspeita de ninguém que pudesse ver ela, e foi até a esquina da casa do Amir. Levou um sobretudo porque tava frio. Lá, sentou num muretinho e resolveu esperar o amado dela. Tava sozinha, não passava nada nem ninguém no bairro. Na frente de onde ela tava, tinha um terreno baldio e mais adiante, um tecido caído que era o caminho embaixo das 7 pontes, em Avellaneda. Já eram quase 6 da manhã, ainda tava escuro, fazia frio, e do nada apareceram uns caras. Eram 4, parecia que vinham de alguma farra porque tavam bêbados, dava pra ver pelo jeito de andar, pulando. Eles viram ela, lá sozinha, e acharam que ela tava trabalhando de puta pela roupa. Chegaram perto e perguntaram quanto pelo love dela. Ela disse que não tava trabalhando, e eles insistiram. Ela falou não, que fossem embora. Eles se irritaram. dizendo que o dinheiro dela não valia nada, ela disse que não tava trabalhando, que tava esperando alguém, ficou nervosa, e um deles ficou violento. Um dos caras xingou ela de puta barata, o outro falou que puta não espera ninguém, e chamaram ela de puta miserável, perguntaram se ela já tinha chupado um monte de pica essa noite pra estar com os lábios tão vermelhos. Ela tentou falar alguma coisa. E outro gritou que ela não tinha sido bem comida essa noite, que eles iam ensinar o que é foder de verdade. Ela tentou gritar e rapidamente seguraram ela...

0 comentários - Mulheres Gostosas 3