Já tinha passado uma semana da foda que Noelia sofreu, e do grande engasgo que ela teve com Amir. Noelia agora estava no ponto de ônibus, com os pensamentos longe, e Yésica percebeu que ela estava diferente. Noelia, uma mulher sempre recatada e muito quieta, agora estava toda arrepiada, como se estivesse com calor, e conversava com Yésica... Embora ela notasse a mudança, também percebeu que Noelia sempre olhava para os subúrbios, onde um dia a viu ir naquela vez que a procuraram. Yésica falou de Amir e Noelia disse: "Com certeza deve estar dormindo". Ao que Yésica respondeu: "E como você sabe?". "Não, não sei, só estou supondo". Yésica sentiu cheiro de coisa estranha e insistiu, perguntando de novo. Noelia não dizia nada. Yésica insistiu que ela sabia de algo, e Noelia afrouxou. E contou tudo com riqueza de detalhes, ao que Yésica disse: "Impossível! Você deu pra ele? Não, não pode ser!", e ficou com um pouco de ciúmes, já que quem queria foder ele era ela, "e ele não pode ter uma pica tão grande, você está mentindo..." Noelia disse: "A pica do Amir não dá pra aguentar, é incrível", e Yésica disse que queria conhecê-lo. Noelia ficou com ciúmes, se irritou e justamente chegou o ônibus. O marido de Noelia trabalha embarcado, então se ausenta por longos períodos, costuma ficar um mês ou dois, dependendo da embarcação, e Noelia mal podia esperar pelo marido ir embora, para ir ver Amir. Além disso, estava adiando uma dormida dos filhos na casa dos primos, para que ficassem o fim de semana inteiro. Tinha tudo calculado friamente: o marido, os filhos, e ela ficaria com Amir o fim de semana todo. Com Yésica, não quis conversar para que ela não insistisse em ver Amir ou algo parecido, e estava meio cortante com ela, não queria dividir seu grande amante. Os dias passaram, e ela estava ficando mais excitada dia após dia, pensando no seu macho e em como ia se divertir, tanto que à noite ficava molhada pensando na pica do Amir e em como ia aproveitar. E chegou o grande dia: seu marido embarcou numa quinta-feira à tarde, e ela já pensando em curtir seu amante o Sextou à noite. Ela comprou um conjunto de lingerie novo e estava super ansiosa. De manhã, deixou as crianças na escola, passou correndo na casa da Yésica e foi até a casa do Amir para avisar que à noite deixaria as crianças e viria. Mas ele não estava, então foi atendida por outro dos caras que morava com ele, e ligaram para o Amir. Ele disse que estava trabalhando e não podia recebê-la, mas que no sábado ela fosse cedo que ele estaria. Noelia, deixou as crianças na casa de uma amiga naquela tarde, e não conseguiu pregar o olho a noite toda, pensando no Amir. Já eram 4h e ela já estava de pé, trocada, maquiada. Usava uma camiseta branca sem estampa, sem sutiã. A saia que vestiu para o seu homem era uma pregueada, bem curtinha, que deixava ver atrás das costas uma calcinha fio dental azul minúscula. As duas nádegas do seu bumbum apareciam, e os saltos altos vermelhos produziriam fogo em qualquer homem que a visse. Seus lábios estavam vermelhos, da cor da paixão, e seus olhos brilhavam. Suas meias cor de pele, duas maria-chiquinhas e com um calor de uma garota colegial que vai ao primeiro encontro com seu namoradinho. Saiu às 5h de casa para não dar pala com ninguém que pudesse vê-la e foi até a esquina da casa do Amir. Levou um sobretudo porque estava frio. Ali sentou num mureto e decidiu esperar seu amado. Estava sozinha, não passava nada nem ninguém pelo bairro. Em frente a onde ela estava havia um terreno baldio e mais adiante, um tecido virado, que era o caminho debaixo dos 7 pontes, em Avellaneda. Já eram quase 6h da manhã, ainda estava escuro, fazia frio, e apareceram uns caras do nada. Eram 4, parecia que vinham de alguma festa porque estavam bêbados, dava para notar pela caminhada. Eles pulavam, e a viram. Lá estava ela, sozinha, e pensaram que ela estava trabalhando de puta pela sua roupa. Se aproximaram e perguntaram quanto pelo seu amor. Ela disse que não estava trabalhando, e eles insistiram. Ela disse não, que fossem embora. Eles ficaram irritados. dizendo que o dinheiro dela não valia nada, ela falou que não, que não trabalhava, que estava esperando alguém, ficou nervosa, e um deles ficou violento. Um dos caras a chamou de puta barata, o outro disse que puta não fica esperando gente, e falaram "puta de merda, você deve ter chupado tantas picas hoje que tá com os lábios tão vermelhos", ela tentou falar algo. E outro gritou "não te foderam direito hoje, a gente vai te ensinar o que é foder", ela tentou gritar e rapidamente a seguraram...
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