Noche de boliche...

Sou a gordinha desse casal e hoje trago pra vocês um conto escrito pelo Leão...
Espero que vocês gostem tanto quanto eu e curtam tanto quanto eu curti com minhas mãos brincalhonas...




Tudo foi numa noite, num instante…
Ramiro tava há um tempão sem sair, então naquele dia ele decidiu dar um rolê com os dois amigos. A noite já tava bem avançada, o álcool no sangue fazia com que os impulsos se controlassem muito pouco, e a tesão também começava a aparecer.
Já com qualquer mulher que via dançando, ele tentava puxar papo, muitas nem olhavam pra ele e outras riam, até que num momento um dos amigos dele fala:
Ei, Rami, vamos encarar aquelas duas?
Claro, ele não recusava, topava tudo, e as minas já estavam de olho neles há um tempão, mas com a bebida que ele já tinha tomado, nem tinha percebido. Então foram encarar elas. Uma delas, cabelo castanho, olhos castanhos, 5 cm mais baixa que o Ramiro, que media 1,75m, uns peitos que faziam um decote mais que interessante e uma bunda que merece ser apertada e palmada. Começaram a dançar bem animados do lado delas, e as minas, sem falar nada, embarcaram na dança com eles.
Ramiro tava dançando com a morena enquanto os amigos dele dançavam com a amiga dela. A mina começou a levar ele pra um canto mais afastado, ele rindo e dançando nem percebia. Quando menos esperou, a gata se jogou em cima dele e meteu a língua na boca dele. Ramiro, com o calor do álcool e vendo o quanto ela era gostosa, começou a beijar ela com mais tesão e a acariciar devagar a bunda dela, querendo apertar. Ela se deixou e, não só isso, também começou a acariciar ele, esfregando a mão na calça dele naquela ereção que já tava lá desde que começaram a dançar. Os dois já tavam muito no fogo, ela sussurrou no ouvido dele que queria que ele comesse ela. Com cara de surpreso e de repente meio tímido, porque não esperava uma proposta daquelas naquela situação, ele respondeu:
Eu também quero te comer, vamos pra minha casa?
Ela com um olhar pervertido e safado:
Não, quero que você me coma aqui no baile!
Ele já estava muito surpreso, mas ao mesmo tempo muito excitado com o que ela acabara de propor.
E pra onde a gente vai? Todo mundo vai nos ver!
vem comigo.
Pegou ele pela mão e levou pro corredor que ligava os dois banheiros, esperou até ter pouco movimento de gente (o que era complicado, já que com todo o álcool rolando naquele balada, os banheiros estavam sempre ocupados). Por sorte pra eles e totalmente por acaso pra safadeza deles, começa a tocar uma banda popular ao vivo no palco. Naquela hora, quem tava na fila pra entrar no banheiro segurou a onda e foi ver a banda.
Ela entrou no banheiro feminino, viu que só tinha um dos cubículos ocupado, então, sem se importar com nada, pegou ele de novo pela mão e levou pra um dos cubículos vazios. Colocou um dedo na boca dele, calando antes que falasse alguma coisa, e fez sinal de que tinha alguém nos cubículos ao lado. Aí beijou ele, enfiando as mãos pra tentar desabotoar o zíper da calça do Ramiro. Ela, que tava de saia, com a mão livre levantou e abaixou a calcinha fio dental, deixando a mão dele agarrada ali; ele passava o rosto entre o decote daqueles peitões enormes enquanto com a mão acariciava toda a buceta dela. Já tava bem molhada, ele com a pica pra fora, e a descarga do cubículo ao lado soa, dando a entender que em pouco tempo o banheiro era todo deles.
Ela agarra a pica dele e puxa ele pra perto, deixando bem do lado, e no ouvido diz:
- Tem camisinha, né?
Ele, com gestos balançando a cabeça, deu a entender que sim.
Então coloca isso e me fode, gostoso, quero pica!
Na mesma hora ele colocou a camisinha, ela tava quase de quatro, apoiada na porta do cubículo. Ramiro deu um tapa na bunda dela que ardeu e estalou, e começou a meter nela, segurando a cintura com uma mão e apertando aqueles peitões do caralho com a outra, mordendo o ombro dela a cada estocada. Com o som da música da banda de fundo, ela gemia cada vez mais alto, e no ritmo dos gemidos dela ele enfiava a pica, até que de repente ouviu o cantor da banda falar que ia ser a última música. Aí ele acelerou as estocadas, fazendo ela gritar que nem uma puta. De repente, virou ela pra aproveitar melhor aqueles peitos, colocou uma perna dela sobre o antebraço dele e começou a meter de novo. Ela ficava louca com essa posição porque sentia o pau dele ainda mais fundo dentro dela, de olhos fechados, aproveitando como ele tava comendo ela e chupando os peitos dela, disse entre gemidos.
Mordam elas, por favor!!
Quase sem hesitar, ele mordiscava os bicos dos peitos dela e apalpava todas as tetas, avisando:
já tô gozando!
Sim, sim, tira ela e enche meus peitos de porra!
ELE tirou o pau daquela buceta tão molhada e começou a gozar, enchendo ela de porra não só nos peitos, mas também um pouco no rosto sem querer. Ela, sorrindo, tirava o sêmen dos peitos com os dedos e chupava, secando cada gota de porra, olhando nos olhos dele e disse:
Na próxima, quero chupar essa pica gostosa que você tem.
Se vestiram e saíram. Por via das dúvidas, ela mandou ele esperar do lado de fora do banheiro. Quando ela sai, ele diz:
Adorei como você fode, cara. Agora vou terminar a noite com minhas amigas, se não te incomodar.
Tá bom. Adorei te comer assim e amei seus peitos, mas pelo menos me diz teu nome antes de ir embora.
Agustina é o meu nome.
Deu um beijão nela e foi embora.

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