Passaram 3 dias e eles não tinham se visto, ele não ia mais no ponto de ônibus, ela ficava sozinha, e a Yésica sempre perguntava o que teria acontecido, e falava do negão, todo santo dia, até que a Noelia se cansou e falou: "se você sente tanta falta dele, por que não tenta dar pra ele pra ver se consegue?" Yésica calou a boca, ficou muda, e disse pra Noelia: "eu dou pra ele sim, faço ele me arrebentar toda, até o cu eu entrego, deixo bem aberta". Então Noelia fala: "ele deve ter uns 25 centímetros de pica, não entra nem na empurrada". E Yésica responde: "melhor, eu tenho um consolo de 30 e quando o otário do meu marido não tá, eu meto tudo até o fundo." — Você é uma puta gostosa, Yésica. Mmmm, diz Yésica: "deitar e deixar ele meter a pica na sua garganta, não te deixa louca? Comigo faziam isso, e enquanto me comiam a garganta, eu gozava de tanto prazer." Noelia: entre puta e com tesão, fala que não, e só escutava o que a amiga dizia. Yésica ria, e Noelia fala: "do que você tá rindo, sua virgem? Deixa de ser boba, vira mulher, tem que chupar mais pica na vida..." E Noelia começa a se perguntar o que teria acontecido com o Amir. No dia seguinte, ela despacha a Yésica rápido, dizendo que tinha coisas pra fazer, e vai pra casa do Amir. Bate na porta, e sai outro negão, ela pergunta pelo Amir, e ele convida ela pra entrar: "Amir tá trabalhando de noite, semana passada faltou um dia e trocaram o turno dele, já vou acordar ele." Noelia fala: "não, não, deixa ele dormir, amanhã eu passo, deixa ele descansar." "Beleza", diz o rapaz, e grita: "tchau, gostosa, você é muito linda!" Noelia olha ele com cuidado e fala: "você também", e sai rebolando a bunda pra lá e pra cá, fantasiando com o rapaz, rindo do que tava fazendo, e de como uma mulher casada ia num lugar daquele. No dia seguinte, o rapaz magro, alto, afro também, tava no ponto de ônibus. Noelia cumprimenta. (Yésica não entendia nada) E Pascal puxa Noelia de lado e fala que o Amir tava... Esperando, em casa, que ele fosse, por favor, porque ela se sentia muito mal e não queria ir ao médico. Noelia, sem pensar em nada, vai com o cara, e Yésica fica no ponto de ônibus sozinha. Quando chegam, o cara entra atrás, Noelia entra. Eles seguram ela com força pelos braços, tapam a boca dela e levam pro quarto. Uma vez lá, com loucura e sem consideração nenhuma, nosso amigo Amir, que estava sob efeito de alguma droga, porque arranca a camiseta dela, tira o sutiã de um puxão e com as duas mãozonas que tinha, abaixa o jeans dela, com calcinha e tudo. Noelia, de repente, estava nua, sem entender nada. Ele tinha os olhos vermelhos e estava muito acelerado. Sem dizer nada, sem lubrificação, sem beijos, sem nada de nada, ele se joga em cima dela, abre as pernas dela e começa a desabotoar o cinto. Ela esperneia, grita e tenta correr, mas ele alcança ela de um pulo, com a calça arriada e o pau meio pra fora. Ela se agarra com força na maçaneta da porta. Ele pega ela pelas duas pernas e, com o pau meio duro, mete de uma vez. Ela gritava, implorando que não, e ele, sem piedade, começa a penetrar ela, mais e mais. Foi uma bagunça de 5 minutos, até que a pica tava totalmente dentro. Ela sentia dor pra caralho, parecia que tavam partindo ela em dois, mas não gritava tanto, só chorava. Só sentia um pau imenso entrando na pussy dela em alta velocidade. Ela se segurou na maçaneta da porta o máximo que pôde, mas a besta empurrou até chegar no estômago dela. Ela soltou, gritou com toda força, e quando soltou a maçaneta, ele levantou ela pelas duas pernas, deixando ela totalmente imobilizada naquele segundo. Noelia começou a sentir um orgasmo tremendo chegando, que não queria mostrar, mas sabia que ia ser impossível, e bombando ela de pé, ela começou a gemer como uma louca, ele no ar. A besta joga ela na cama de barriga pra cima e, quando ele tava subindo de novo, ela começa a ter um orgasmo como se tivesse mijando e começa a enfiar os dedos nela mesma. usa a palavra: buceta, agitando os lábios vaginais como se nunca quisesse que gozasse aquele êxtase. Amir observa por 2 segundos e não ligava pra nada, só queria foder ela, só isso. Ela sobe e recebe ele como toda uma mulher, e ele diz: "agora você vai ver, outro dia você fez o mesmo comigo, hoje vou te encher de porra", e começa a penetrar bem fundo, quase bestial, mas ela estava adormecida de tanta dor, só sentia as estocadas da besta, via os peitorais do seu dominador. Por ser tão pequena perto dele, não conseguia aproveitar nada além de um homem gigante em cima dela... Amir continuou bombando com aquela rudeza tremenda, e de novo ela começa a gozar, era uma loucura, a mulher tava mijando, ela estava sufocada, atordoada, sem ar, e ele metia como se tivessem acabado de começar. Já tinha passado uma hora e ele era uma besta insaciável, quando ele começa a gritar, ela fica louca sentindo toda a porra que ele tava despejando dentro da usa a palavra: buceta, era uma loucura de sêmen pra todo lado, e Noelia fica de cócoras na cama e começa a lamber a própria mão, se tocava na usa a palavra: buceta, enfiava os dedos, tirava porra, lambia. Ele tava de lado com a pica meio dormindo depois da grande façanha. Noelia, como toda uma puta profissional, se joga em cima da pica do Amir, começa a chupar ela como se fosse o fim do mundo e aos poucos enfia o máximo que consegue, mas engasgava, e lembrava da Yésica. Ela se joga na cama de barriga pra cima, com a cabeça pendurada, e Amir entende tudo, segura a garganta dela com as duas mãos e diz: "você é uma puta mesmo". Primeiro ele coloca na boca dela bem devagar, até tirar, e ela puxa ele de volta e diz: "me come como uma puta". Amir, excitado pelo que Noelia disse, começa a meter a pica, passava pela boca dela, passava pela campainha, ficava no meio do pescoço, e ele tirava quando ela fazia sinal. Ele diz: "você vai me fazer gozar, puta", meio com carinho, e ela responde: "me come a boca, preto de merda" (ela Ela tava louca, a buceta tava ardendo, a pica chegava mais da metade da garganta dela, tava sendo um estupro consentido. Ele agarra ela pelo pescoço e começa a bombar a garganta dela, era algo incrível, a pica passava da metade e ele se empolgou, ficou doido, começou a foder ela como se fosse uma buceta gostosa, e não ligava pros sinais que ela fazia até gozar, dentro da traqueia dela. Ela ficou vermelha, tinha se engasgado, nem conseguia respirar, saiu pelada pra sala procurando ar, e começou a respirar como dava. Quando se acalmou e continuou respirando, até passar o choque, ela tava pelada na sala, onde tinha três negros olhando pras tetas dela. Amir tava pelado com a pica balançando, e ela tinha a pica do Amir na mão, e um grita: "quase morreu a dona, mas pica é pica", todo mundo riu, e ela soltou o pau dele, tentou andar pro quarto mas quase caiu, as pernas não obedeciam, e tava super cansada, totalmente nua olha o celular e já era hora de buscar os filhos, procura a roupa e não acha. Sã, ela fala pro Amir que iam se ver depois, que já era tarde. "Me chama um Uber", ela fala. Amir chama o Uber, e oferece um moletom, já que a camiseta dela tava toda rasgada...
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