A Praticante, pt. 1

Já tenho mais de 30 anos e tô num trampo onde a gente recebe um monte de estagiários durante o ano, eles vêm e vão por uns meses e a gente nunca mais vê, então já acostumamos a não criar apego por ninguém. Mas de vez em quando aparece uma mina que vale a pena lembrar.

É o caso da Karla, uma estagiária de faculdade, sua primeira experiência no mundo do trabalho. Uma menina de 19 anos, pequenininha, 1,50m de altura, guria de pele branca com uma bunda pequena mas notável, empinadinha, uns peitos também pequenos mas que com o sutiã e o uniforme dá pra ver eles suculentos e apetitosos, e uma carinha inocente mas com um olhar daqueles que deixa transparecer um desejo tímido, e quando você olha de canto percebe que os olhos dela se fixam na sua bunda e depois desvia o olhar como se você não tivesse notado.

Desde o primeiro dia ela me chamou atenção e, por causa da atitude tímida e meiga dela, até cheguei a pensar que era virgem, mas bastou conhecê-la um pouco pra perceber que já tinha uma certa estrada. Comecei a provocá-la um pouco pra chamar a atenção dela, misturando umas brincadeiras com elogios — primeiro pelos óculos dela, que têm um estilo retrô, tipo secretária dos anos 70, depois por algumas atitudes dela — e aos poucos fui me aproximando, tocando a barriga dela, fazendo cócegas, e logo já tava carregando ela, levantando pelas bundinha dela, girando e apertando o corpinho todo quando baixava. Era só uma brincadeira, mas sempre percebia como, quando me abraçava, ela mantinha os peitos colados em mim por uns segundos a mais.

Finalmente um dia que bateu nosso horário de saída mais cedo, convidei ela pra tomar um milk-shake pra "nos conhecermos melhor" e fomos num lugarzinho daqueles estilo anos 50, de hambúrguer e milk-shake. Foi lá que descobri que o atual namorado dela, que também era estagiário, tava só começando a aprender como tratar uma mina, e a falta de experiência dele já tava começando a encher o saco dela, porque ela tinha se acostumado com um ritmo mais intenso com o primeiro namorado, que também era mais velho que ela, embora não tanto quanto eu. Na hora meus olhos brilharam, e falei bem assim pra ela.

Hoje, antes de te chamar, meu plano era ver um filme com pipoca e uma cerveja. Que tal a gente aproveitar a tarde e ir pro meu apê, botar um filme e te pagar a pipoca e a cerveja? Quem sabe a gente até se acomoda um pouquinho...

- mmmmm sei lá, tanto faz, moro com meu namorado e o que eu vou falar se não chegar?

- Então não se preocupa, manda mensagem pra ela que no final você não saiu antes e de qualquer forma amanhã a gente entra cedo, então seja o que for, a gente tem pouco tempo. No máximo, seria só o filme e pronto. - Já falei pra ela, porque no fim das contas, se tudo desse certo, o filme ia ser só barulho de fundo 😉 e era verdade que a gente ia ter pouco tempo, já que nosso horário fazia a gente entrar de madrugada.

— Mas então ia ser só isso? — ela me disse com um olhar safado enquanto, num instante, percorreu meu corpo com os olhos. Não dava pra ignorar aquela indireta, então, sem falar tão na cara, já mandei a real na hora.

- Então vamos, bota tudo, a gente se ajeita e se não for o filme, aí a gente vê se tira essa aflição que seu namorado tá te deixando. No fim das contas, faz quanto tempo que você ficou com ele? - perguntei com malícia, porque eu não curto essa de ficar mexendo em cama alheia.

- jijijiji - ela riu com uma mistura de ternura e safadeza que já fez o pau começar a subir - pois é, já vai fazer quase duas semanas que não rola nada - exatamente o que eu precisava ouvir, mesmo que fosse mentira, pelo menos me deu uma certa confiança e eu fui com tudo.

- Não é possível! Temos que mudar isso! Vamos? Pra aproveitar o tempo.

- mmm gostoso - ela me disse com aquele olhar de levantar o rosto e te olhar de baixo pra cima com um sorriso bem safado.

Eu ainda tava vendo como arrumar minha ereção pra andar e a gente saiu pra pegar um táxi.

Como moro sozinho, tenho tudo concentrado ao redor da cama: a TV, o Xbox, o notebook, tudo dá pra fazer direto na cama. E pra aqueles momentos de "Netflix and chill", essa montagem fica perfeita, porque é certeza que a gente vai se acomodar na cama.

Chegando, ligo o ar condicionado e pego umas cervejas. Percebo que ela tá muito, mas muito nervosa. Pelo que ela tinha me contado, eu pensei que ia se soltar assim que a gente ficasse sozinho, mas não. Ela ficou parada, tomando a cerveja dela, olhando em volta, reconhecendo o lugar.

— Vamos fazer uma parada — falei enquanto segurava o queixo dela com meus dedos pra levantar o olhar dela até mim — vamos botar o primeiro filme que achar e depois a gente começa com o resto, mas pra tu não ficar nervosa, vai fazer o que eu mandar, tá?

- não é que eu esteja nervosa, é que não quero que você me xingue por não saber - aí lembrei, nessa idade elas têm um ritmo acelerado, mas em questão de experiência ainda têm muito o que aprender, no entanto é exatamente isso que me atraiu nela e o que estava me deixando mais duro e molhado.

- Não vou te dar bronca, só vamos devagar e faz o que eu digo. Deixa suas coisas na mesa, a gente vai tomar banho juntinho primeiro sem fazer mais nada pra ficar os dois fresquinhos, e depois a gente se enfia entre os lençóis.

Depois de um dia de trabalho e de andar na rua, eu precisava de um banho e, pra curtir ela, queria ela bem limpinha pra poder comer do jeito que eu gosto. Coloquei a primeira coisa que achei na Netflix pra fazer barulho e tirei minha "caixa secreta", que mantenho escondida e tem o necessário: camisinha, lubrificante e uns brinquedos.

- fecha seus olhinhos, bebê, e deixa eu te despir

Parados fora do chuveiro, comecei a acariciar o rosto dela e, com meus lábios, fui percorrendo cada pedaço — beijinhos nas bochechas, me aproximando da boca dela. Ela começou a sorrir, e as mãozinhas dela foram, aos poucos, procurando minhas pernas e minha bunda enquanto a gente se beijava, já sentindo o toque das nossas línguas. Nessa hora, eu gosto de só chegar até ali e lavar ela direitinho primeiro, então peguei os bracinhos finos dela pra levantar e tirar a blusa. O sutiã esportivo roxo dela me mostrou que o que aparecia pelo uniforme não tava longe da realidade. Ela ainda de olhos fechados, me abaixei pra tirar os sapatos dela — uns tênis de cadarço, mas que pelo tamanho não precisei desamarrar o nó — e as meias pequenas roxas também. Subindo, passei minhas mãos pelas pernas dela, percorrendo as coxas por dentro, e desabotoei o shortinho dela. Virei pra cima e, já de olhos abertos, ela tava com o olhar fixo em mim, a boca entreaberta, a língua umedecendo os lábios.

Abaixando o shortinho dela já consigo sentir aquele cheirinho característico de uma mulher excitada, e até na calcinha rosa escuro dela, pequena mas sem ser fio dental, já dá pra ver a mancha de tão molhada que a buceta dela tá. Deixando ela só de sutiã e calcinha, me despiro rapidão de uma vez e sinto a mãozinha fria dela no meu pau, que já tá durasso e babando quase tanto quanto ela. Dou um beijão nela, pego na mão dela e sussurro no ouvido:

- devagar, bebê, você já vai comer ele

Levanto de novo os bracinhos dela agora pra tirar o sutiã que é pull up e finalmente posso ver os peitinhos dela, com uma leve marquinha de bronzeado, uns biquinhos bem durinhos já esperando pra serem beijados, as auréolas não muito escuras e pequenas também, e os seios dela, pequenos mas bem formadinhos, uma curva deliciosa na parte de baixo, tamanho perfeito pra eu contornar com minha língua de baixo até o lado, mas eu me seguro, eu que fiz as regras.

Eu puxei a calcinha dela pelas laterais e, conforme foi saindo da buceta dela, meu nariz encheu com o cheiro dela. Dava pra ver o fiozinho de lubrificante que já tava encharcando a calcinha e os pelinhos dela, que pareciam estar há mais de uma semana sem depilar, confirmando que ela tava precisando ser penetrada e que não tava preparada pra aquilo.

Aí eu lembrei de perguntar pra ela se quer ir no banheiro antes de começar.

- não, tô de boa

— Tá firme? Porque também vou meter no teu cu — falei no ouvido dela enquanto a abraçava.

- ahhhh! mas é que eu não... eu não faço isso... bom... nunca fiz - ela me disse agora com um nervosismo genuíno que me deixou com ainda mais vontade de estrear aquele cuzinho apertado e convido ela pra ir ao banheiro antes, mas ela pede pra eu sair pra fazer sozinha.

Finalmente entramos no banho e começo a tocar o corpo molhado e ensaboado dela, massageando os peitos tão firmes e os bicos que vão endurecendo cada vez mais. Enfio a mão entre as nádegas dela e, com o polegar, começo a massagear o cuzinho dela, fazendo um pouco de força pra começar a entrar e deixar bem limpinho. Ela percebe que já tô preparando pra meter e se inclina, arqueando as costas e gemendo um pouco. Enquanto brinco com o cu dela, uso o resto da mão pra lavar bem a buceta dela, que tá bem quentinha e macia. Ela também começa a lavar meu pau e minhas bolas bem devagar. Não paro ela mais. Ela puxa a pele do prepúcio pra baixo, e a sensação das mãozinhas dela na minha cabecinha me faz gemer. Ela começa a me masturbar, deixando meu pau mais duro, e pra minha surpresa, agora é ela quem enfia a mão entre minhas nádegas e começa a massagear meu cu. Ela me olha com um olhar safado, e isso só me excita mais.

Já nós dois, mais que prontos, vamos pra cama e nos enroscamos, nos beijando entre os lençóis. Já secos da água do chuveiro, sentimos só a umidade que vem da buceta dela e do meu pau, que já estão em contato. Ela parece que quer ele dentro desesperadamente, e não vou decepcioná-la. Então, coloco ela na cama e ponho um travesseiro debaixo da lombar dela enquanto beijo e lambo os peitos dela, e meu pau continua brincando na entrada da buceta dela. Pego uma camisinha da minha caixa e, enquanto coloco, ela se ajeita melhor nos travesseiros, expondo a buceta linda dela pra mim. Levanto as pernas dela e coloco nos meus ombros, e começo a passar meu pau pelos lábios vaginais dela e pela entrada, enfiando devagar a cabeça, acariciando as pernas dela e tocando o clitóris dela com meus dedos. Ela quer meu pau inteiro dentro e começa a pedir, mas tenho um pouco de trabalho pra enfiar a glande. Ela tá toda molhada, mas tão apertada que preciso achar um ângulo melhor. Então, me inclino um pouco e agarro os peitos dela com força, machuco ela um pouco, e no momento em que vejo uma leve reação de dor no rosto dela, me deixo cair e a penetro até o fundo. A reação de dor dela vira, num instante, um gemido intenso de prazer enquanto ela arqueia as costas e começa a se remexer enquanto eu me impulso dentro dela. Já com meu pau todo dentro, fica mais fácil me mover cada vez mais forte e rápido. Ela coloca as perninhas dela em volta das minhas nádegas, como se me prendesse com elas, o que me faz me mover de um jeito mais vertical e, claramente, causa mais prazer nela. Sinto líquido escorrendo pelas minhas bolas, resultado da excitação dela, e ao sentir isso, aumento o ritmo e a força até que os gemidos dela começam a se afogar em suspiros intensos, e sinto a buceta dela começando a se contrair até que, numa contração, ela me fez sair de repente. Sinto as perninhas dela tremendo, e ela mesma pede uma pausa. Dou uns segundos pra ela aproveitar o orgasmo dela.

Enquanto começo a descer, conforme ela me deixa tocá-la de novo, coloco meu rosto na frente da buceta dela, meu braço esquerdo por baixo da perna dela contorna pela frente para acariciar o clitóris por cima da pele enquanto posiciono minha mão direita para dedilhá-la ao mesmo tempo que começo a chupá-la. O orgasmo dela deixou aquela creminha branca que, depois que você pega o gosto, vira a nata do leite, e eu lambo com cuidado porque ela ainda se contrai quando toco direto nos lábios ou no clitóris dela. Então, com cuidado, começo a beijar e lamber até que ela me deixa lamber o clitóris dela diretamente. Aí começo a meter meus dedos; o ponto G dela parece algo bem pequenininho, não tenho certeza se encontrei, mas a combinação da minha língua no clitóris dela e meus dedos lá dentro fez ela explodir com um squirt na minha cara — néctar delicioso que tento engolir o máximo possível, enquanto ela se revira debaixo das minhas mãos para eu enfiar um dedo no cu dela.

Enquanto ela se recupera de novo, eu subo de volta pra dar uma provada no próprio mel dela e sussurro no ouvido dela: "vou meter no seu cuzinho.

Ela já estava me esperando e, olhando direto nos meus olhos, me disse que sim só balançando a cabeça.

Tiro o lubrificante da minha caixa e viro ela de quatro, acaricio os peitos dela e passo meu pau primeiro pela buceta dela, não consigo me segurar vendo aquele rabo empinado na minha frente, então sem avisar meto na buceta dela mais uma vez. Nessa altura, eu já tô chegando lá também, então tenho que diminuir o ritmo, mas aproveito pra encher o cu dela de lubrificante. Saio da buceta dela e desço pra lamber o cu dela, tento enfiar a língua e ela começa a gemer de novo. Com uma mão, dedo a buceta dela enquanto continuo enfiando a língua no cu dela. Quando já entra mais fácil, encho de lubrificante de novo e começo a enfiar um dedo devagar, tudo enquanto continuo dedando a buceta dela com a outra mão. Sinto o cu dela cedendo, dilatando cada vez mais. Quando consigo enfiar o dedo médio inteiro, decido meter nela. Levanto e ela se ajeita também, abaixa a cabeça talvez esperando um pouco de dor, mas levanta a bunda pra receber meu pau. Descanso a cabeça do meu pau na entrada do cu dela e, com um ritmo suave, começo a empurrar, me inclinando. Os gemidos dela ficam cada vez mais fortes e, mesmo que às vezes pareçam de dor, a bunda dela não recua; pelo contrário, ela aproxima e ajeita mais pra me receber. Finalmente, com a cabeça do meu pau dentro dela, sinto contrações fortes. Talvez já fosse suficiente, mas os gemidos constantes dela e o fato de que eu já tava entrando me fizeram me ajeitar mais uma vez pra entrar por completo. A sensação foi indescritível, completamente apertado, ainda mais que a buceta dela, e se contraindo o tempo todo. Começo a bombar o mais rápido que o aperto do cu dela permite e, num momento em que tiro ele por completo, posso ver aquela cena maravilhosa: uma bundinha pequena com o cu aberto pela foda que acabou de levar. Meto de novo e continuo bombando um pouco mais até que ela pede pra eu parar um pouco. No fim das contas, era a primeira vez dela.

Descansando de bruços, eu fico por cima dela, com meu pau encostando nos peitos dela, nos bicos dos seios, já perto do orgasmo. Me vendo por cima dela, ela olha nos meus olhos e pergunta: — Já posso comer? — Não tenho outra escolha senão aproximar ele da boquinha dela, e ela começa a chupar meu pau, que já tinha penetrado ela por dois buracos e faltava um. Não precisei de muito mais do que sentir a boca quentinha dela, a língua rodeando minha glande e os olhinhos meigos dela me olhando enquanto chupava para gozar. Ela mesma fez questão de que cada gota de porra caísse dentro da boca dela e engoliu tudo, sabendo que eu também tinha engolido os fluidos dela e que nós dois queríamos estar dentro um do outro.

O tempo tinha voado, então ela teve que pegar um táxi de volta pra casa rapidinho. No dia seguinte, tudo tinha que ser normal, nem um sinal do que rolou, exceto que, claro, não seria a última vez.

Valeu por ler essa história e dá uns pontos aí se quiser ler a segunda parte.

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