Travesuras con Elena en el probador de ropa - relato 12

Olá! Aqui estou eu de novo com mais um relato. Obrigada a todos que entraram em contato pedindo histórias novas. Sei que devo muitas e tô tentando terminar todas as pendências. Por enquanto, trago uma aventura com minha amiga Elena.
Pra quem não leu meus relatos anteriores, vou contar: me chamo Amy e atualmente sou estudante em tempo integral. Sou uma garota que curte ao máximo minha vida sexual e adoro escrever sobre isso. A única coisa que gosto mais do que escrever é saber que vocês leem e, pelo que me disseram, curtem. A única parte ruim de escrever é que acabo me alongando demais nos relatos. Espero que não achem chato e que tenha valido a espera. Obrigada pela paciência.

TRAVESSURAS COM ELENA NO VESTIÁRIO DO SHOPPING

— 'Caralho, Amy... tá saindo tudo os pelo! Kkkkk!' — gritou Elena, e depois se acabou de rir.
— 'Elena!!! Você é horrível!' — respondi enquanto tentava olhar minha virilha pra ver se era verdade o que minha amiga tinha acabado de falar.
— 'Ué, é verdade, tá saindo tudo os pelo da buceta por cima e pelos lados do biquíni' — repetiu Elena, me olhando e tentando rir o mais baixo possível, sem sucesso.
— 'Sério, tá saindo muito?' — falei, levantando meus peitos com as mãos devagar e me olhando. Além dos meus peitos inchados e da barriga meio lisa, vi mesmo uns tufos de pelo escuro saindo da parte de cima do biquíni.
— 'Ah, sim, parece até que tem um macaco querendo escapar da sua calcinha. Não deu pra depilar antes de vir comprar nossos maiôs? Você tem um problema de pelo aí embaixo' — Elena brincou.

Bati no ombro da Elena. Estávamos uma do lado da outra no vestiário da loja de departamento, nos olhando no espelho de corpo inteiro. As duas estávamos com maiôs pequenos. O da Elena era amarelo, e o meu, branco. O biquíni da Elena combinava com o cabelo castanho dela, enquanto meu cabelão de rabão de cavalo ficava um arraso em contraste com meu maiô branco. Infelizmente, minha pelanca pubiana escura aparecia do mesmo jeito na parte de baixo do biquíni e destacava ainda mais por causa da minha pele branca. A gente tinha planejado passar o fim de semana na casa da Elena, tomando sol e nadando na piscina, e com o calorão dos últimos dias, era mais que perfeito. A mãe dela ia estar fora, e o pai provavelmente ocupado com os trampos dele como sempre, então a questão da minha pelanca exagerada não era problema. Afinal, meu namorado Franki gostava assim e eu não ia depilar.

— "Não tenho um problema de pelos!" — gritei pra ela, rindo sem querer. "Se você não tivesse me convencido a provar um biquíni pequeno demais, não ia estar, sabe, aparecendo minha pelanca" — respondi.

— "Bom, a gente prometeu conseguir os biquínis mais sexys que achasse. Menos pano significa mais pele" — falou a Elena, ajustando as tiras que seguravam o biquíni minúsculo dela.

A parte de cima do biquíni da Elena era dois triângulos pequenos de pano amarelo e fininho, presos por tiras. Os triângulos mal cobriam os bicos dos peitos dela. Elena se sorriu no espelho. Adorava ver os peitões cheios dela tão expostos. Embora não fossem tão grandes quanto os meus, eram de um tamanho considerável.

Enfiei meus cachos rebeldes de novo na parte de baixo do maiô, antes de alisar o pano safado sobre o montinho que se formava por causa da minha pelanca volumosa.

— "Pronto! Acho que vou ficar de boa se tomar cuidado" — falei pra Elena, com as mãos na cintura e me admirando. Todo meu esforço na academia e a ajuda da minha amiga Liz tinham dado resultado. A gordinha rechonchuda que eu sempre fui tinha ficado pra trás, dando lugar aos poucos a um corpo mais escultural. Ainda faltava trabalhar mais. No ginásio, mas o que eu via agora me agradava, e muito.
— Minha mãe ia se assustar se me visse nesse biquíni. É tão careta e se escandaliza com tudo! E você? Também tá mostrando os pelos? — falei, olhando de canto pra Elena.
— Eu? — Não tenho esse problema. 'Viu?' — disse Elena, abaixando a parte da frente do biquíni, revelando até o topo da rachinha. Ela tava depilada, lisinha. Abri os olhos de surpresa e olhei em volta, como se alguém pudesse estar nos espionando no vestiário privado.
— Você... se depila? — falei sussurrando. De repente, senti uma vontade louca de estender a mão e tocar a pele clara da minha amiga, mas me segurei.
— Sim — disse Elena com indiferença, enquanto se virava e olhava por cima do ombro, tentando ver como tava a parte de trás. 'Desde o mês passado, quando comecei a sair com o Pepe. Ele gosta da minha buceta sem nenhum pelo' — falou sorrindo. 'Às vezes é o Pepe quem depila pra mim.'

Senti meu rosto corar. Até senti minha buceta ficar molhada. Me imaginei a Elena deitada na cama dela, de pernas abertas, enquanto o namorado depilava os cachos meio escuros da buceta dela.

— Aaah, não acredito! O Pepe faz isso por você??
— Sim, gostoso, né? Deixo crescer um pouquinho pra ele antes de sairmos ou quando ele vem em casa. Ele mete a mão na minha calcinha e fica tateando com os dedos. Depois subimos pro meu quarto, eu deito na cama, e ele me depila, depois me enxágua — disse Elena. Um sorriso safado cresceu no rostinho bonito dela. 'Enquanto ainda tô de pernas abertas... sabe o que ele faz?'
— Não me conta, não me conta! Não me conta!... Ok, me conta — falei, já morrendo de curiosidade e com o tesão aumentando.
— Ele me chupa. Faz o melhor oral que você pode imaginar. Até outro dia, quando você tava na minha casa, a gente fez, enquanto você tava vidrada na TV — disse Elena, soltando um gritinho.
— Não acredito, sério?? Eu lá, babando. Nem me toquei. Juro que não, Elena' — falei sentindo minha bucetinha vazar mais líquidos só de imaginar a cena.
—'Bom, você ia se tocar se não tivesse na sua, olhando pro meu padrasto. Ei, como tá minha bunda?' — disse Elena, super sem vergonha.
—'Hahaha Claro que nãooooo! Eu nunca olho pro seu padrasto, não enche o saco, Elena' — falei, corando com o comentário sobre o padrasto dela, e baixando o olhar pra bunda da minha amiga. O biquíni amarelo era tão pequeno e, mesmo não sendo fio dental, ainda assim deixava as duas bandas da bunda dela quase completamente expostas. Além disso, a racha do cu da Elena tava quase aparecendo.
'Tá incrível! O Pepe vai amar esse biquíni' — falei com admiração.
—'O seu também tá super gostoso. Porra, esses peitões enormes que mal cabem no sutiã. Agora sim, com certeza você vai deixar o pau do meu padrasto duro assim que ele te ver, hahaha' — disse Elena, tirando sarro de mim. Tava há umas duas semanas sem transar, e só de pensar que o padrasto da Elena ia ficar excitado me vendo de biquíni, já me esquentou.
—'Para de falar isso, girl! E deixa seu padrasto fora disso. Acho que ele é um senhor muito gato, só isso. Mas isso não quer dizer que eu fico de olho nele ou tenho outros pensamentos, né' — falei, fingindo raiva.

Ela inclinou a cabeça e me deu um olhar de canto. 'É, claro. E esses bicos ficaram duros pensando em... o quê?'

—'Elena!' — falei, cobrindo os peitos com as mãos. Sem perceber, meus bicos tinham endurecido só de imaginar o padrasto da Elena ficando excitado me vendo. Dom Miguel era daqueles senhores que o tempo só deixava mais atraentes, e mesmo tendo idade suficiente pra ser meu pai, ele se cuidava pra caralho, e os cabelos grisalhos que começavam a aparecer deixavam ele ainda mais interessante. Pelos meus cálculos, ele devia ter uns 50 anos, mais ou menos.

—'Falando no Sr. Gato, ele vai chegar aqui logo pra nos pegar. Então, acho melhor a gente ficar com esses biquínis. São perfeitos!' — disse Elena, sem mostrar desagrado ou repulsa pelos comentários sobre o padrasto dela.
— "Então... seu namoradinho Pepe te faz o melhor sexo oral que você já teve?" — falei pra Elena, enquanto tirávamos os biquínis.
— "Isso mesmo, o melhor!" — disse Elena, se olhando no espelho pela última vez.
— "Acho que não é melhor do que quando eu fiz em você" — falei.
— "Hahaha, desculpa, gatinha, mas ele é melhor que você no oral. Na verdade, ele consegue enfiar a língua mais fundo. Atrás e na frente" — respondeu Elena, encarando meu comentário como um desafio.
— "Naaah, não acredito nisso, e se quiser, eu te provo!" — respondi com meu ego ferido.
— "Você tem 5 minutos pra me provar, ou até o segurança vir nos tirar do vestiário. O que acontecer primeiro, hahaha!" — disse Elena, enquanto se jogava em mim, me envolvendo com os braços e me dando um beijo agressivo, que eu retribuí da mesma forma. Um beijo longo, com nossas línguas lutando dentro pra invadir a boca uma da outra. Logo a saliva começou a escorrer pelos nossos queixos, deixando o beijo mais molhado, mais sujo e mais obsceno.

Estávamos peladas, e isso facilitava apalpar à vontade. Nos beijávamos de língua como loucas, enquanto eu segurava as nádegas dela com as mãos, apertando e puxando pra perto de mim. Elena pegava meus peitos, amassando, apertando, me causando uma dor gostosa.

Lembrando do limite de tempo imposto pela minha amiga, desci meus lábios pelo pescoço dela, lambendo, chupando e deixando minha saliva no caminho até a parte de baixo do corpo dela.

— "Assim, assim, Amy... me morde, me chupa... tira meu leite" — dizia Elena enquanto eu passava pelos peitos lindos dela, chupando os bicos com fúria, como se realmente pudesse tirar leite deles. Pra minha tristeza, não podia perder muito tempo e abandonei os peitos deliciosos dela, não sem antes dar uma mordidinha em cada bico.
— "Awww... não seja má, continua, Amy... continuaaaa" — ouvi minha amiga reclamar, enquanto minha língua passava rápido pela barriga lisa dela, fazendo círculos pequenos no... umbigo.
—"Não dá. Você tem uma coisa aqui embaixo que precisa da minha atenção" — falei enquanto separava as pernas dela com as mãos.
—"Me come, vagabunda! Me come do jeito que você sabe fazer!!" — Elena sussurrava, me puxando pelo cabelo e esmagando meu rosto contra a buceta já encharcada dela. Abri a boca pra tentar engolir a boceta dela, enfiando a língua e provando aquele buraco delicioso.
—"Slurrrpp, sluuurppp" — minha boca fazia barulhos escandalosos ao entrar em contato com os sucos dela, se misturando com minha saliva numa mistura agridoce gostosa que eu devorava com gula. Da boca da minha amiga começou a sair um discurso de frases, cada uma mais obscena que a anterior, o que me motivava a redobrar os esforços no meu trabalho oral já furioso que eu tava dando nela.

—"Agghhhh, assim, assim. Me come, me morde... mas não para de fazer o que tá fazendo, puta!"
—"Mmm... continua, Amy, continua. Não para, filha da sua mãe puta, não para!"
—"Me dá mais, bebê, me dá maaais!"
—"Vou gozar, vou gozaaar! Chupa, vagabunda, chupa e me deixa seca!"

Tive que levantar a mão pra tentar fazer um sinal pra ela baixar a voz. A última coisa que eu queria era sermos descobertas transando num vestiário de shopping. Com um aceno de cabeça, Elena baixou o tom e, se afastando um pouco de mim, virou de costas.

—"Me come o cu, Amy. Enfia a língua o mais fundo que puder e me faz gozar, bebê" — ela disse, abrindo exageradamente as nádegas e me oferecendo aquele rabão enorme.

Embora eu não odiasse a ideia de meter minha boca e língua na bunda dela, não era a mesma coisa fazer isso depois de um banho, sabendo que tava limpinha, do que fazer depois de uma manhã de compras e as obrigatórias visitas ao banheiro público. Não dava tempo pra arrependimentos, enfiei meu rosto no meio daquelas nádegas carnudas e comecei a passar a língua no cu apertado dela. Elena, ao sentir minha língua, deu um pulo e tentou se abrir ainda mais. Ela abriu as nádegas dela pra facilitar meu serviço.

- "Agghhhh, assim, assiiiiim que eu gosto que você faça! Enfia a língua, Amy, enfia mais e me prova! Agghhh!" – eu ouvia a Elena falar, enquanto passava minha língua pela rachadura do cu dela de cima pra baixo como se fosse um picolé, pra depois terminar no cu dela, que comecei a chupar que nem uma endemoniada, tentando enfiar minha língua dentro do reto quente e fedido dela.

- "Ewwww! Seu cu tem um gosto horrível, girl!" – eu rebati.

- "Você continua e não para" – respondeu a Elena, arrastando as palavras como ela sempre fazia.

- "Você gosta, sua puta? Gosta quando eu como seu cu, baby?" – eu perguntava, tirando o rosto da bunda dela pra depois enterrar de novo.

- "Sim, meu amor, siiiim. Continua que já tô quase lá, continua....já falta pouco" – respondeu a Elena com a voz sem ar, sinal de que o orgasmo tava chegando.

Eu abri as nádegas dela o máximo que pude com as mãos, pra enfiar a língua ainda mais fundo. O gosto amargo na minha boca era sinal claro de que eu tinha chegado no fundo do reto dela. O tempo tava acabando, ouvi barulhos fora do vestiário. O medo de sermos pegas deu um plus na minha tesão, e eu redobrei os esforços, acompanhando meu trabalho oral com dois dedos que enfiei de uma vez na buceta encharcada da minha amiga puta.

- "Awwww....sim, siiiim! Enfia mais, maaais!"

- "Aperta meus dedos, quebra eles com sua buceta! Arrebenta eles!" – eu provocava ela pra esquentar mais.

- "Sim, sim...mas não para de me beijar nem de enfiar os dedos. Enfia mais dedos, enfia a mão inteira!!!" – dizia a Elena, aumentando o volume da voz de novo.

Enfiei mais dois dedos, que ficaram apertados. Tava com quatro dedos dentro da buceta dela e ela ainda pedia mais. Já tinha visto vídeos de fisting na internet, mas nunca tinha tentado. Essa era uma oportunidade que eu não ia deixar passar. Chupei os sucos e a saliva que saíam do cu dela, e cuspi tudo na buceta dela. Sorri divertida ao ver a cor marrom transparente da minha saliva. escorrer pela sua buceta depilada. Interrompi esse pensamento e, juntando o dedo mindinho, pressionei tentando enfiar dentro da minha amiga, o que não parecia tão fácil.
Segurando meu cotovelo com a outra mão, empurrei com mais agressividade, tendo como resposta um leve gemido que escapou da boca de Elena ao sentir minha mão inteira entrando dentro da buceta dela.

- 'Aghhhhh, já entrouuuu toda! Ughhh....dói!' - disse Elena reclamando. Movi minha mão de um lado pro outro como liquidificador, e depois fiz pequenos movimentos de vai e vem.
- 'Ughhhh, isso, isso....mexe ela. Quero sentir sua mão dentro de mim, bebê'
- 'Tá sentindo minha mão? Sente, sente como sua buceta se abre'
- 'Ufff....sim, sinto você me abrindo toda. Você tá me arrombando, bebê' - falou Elena com uma voz bem gostosa, rouquinha pelo esforço.
- 'Aproveita, mamãe. Aproveita agora porque depois quero que você faça o mesmo comigo' - falei sabendo que tava assinando minha sentença. Elena nunca esquecia o que a gente dizia e levava tudo como promessa a cumprir.
- 'Ughhh, é muito grande. Tô sentindo gostoso, mas dói' - ouvi minha amiga reclamar de novo.
- 'Quer que eu pare?' - perguntei.
- 'Não quero, mas dói e, além disso, se continuar pressionando, vou acabar me cagando, Amy. Tira ela. Mas devagar' - disse Elena com uma voz que mostrava decepção.

Aos poucos, fui tirando minha mão, puxando meus dedos devagar pra não machucar minha amiga. Elena franziu a bucetinha ao se sentir livre da pressão que minha mão fazia, que saiu encharcada de sucos e saliva.

- TOC TOC!!
- 'Meninas, tudo bem?' - ouviu-se a voz de uma das vendedoras enquanto batia na porta do provador pequeno.
- 'Ahhh, sim sim! Já estamos terminando, é que estávamos experimentando vários biquínis!' - respondi na hora.

Nos vestimos rápido enquanto juntávamos os biquínis, entre risadinhas abafadas pela travessura que a gente tinha acabado de fazer.

- 'Hahaha, viu o que você provoca? Quase nos pegam, girl' - falei divertida pra Elena.
- 'Pois você, mano, Por que você não se apressa? Além disso, você perdeu, não me fez gozar. O Pepe continua em primeiro lugar" – me provocou Elena, sabendo que me atingia bem no orgulho.

– "Pois é, mas o seu namorado te come à vontade, sem ninguém incomodar, e na cama bem gostoso. Eu só ganhei 5 minutos e ainda com o perigo de sermos descobertos. Pra mim é empate" – rebati.

– "Empate o meu clitóris! Você perdeu, aceita, Amy" – disse Elena, me mostrando o dedo do meio pra provocar.

– "Tá bom, a gente vê isso depois. Agora vamos embora antes que a vendedora volte. Você consegue andar? Não tá doendo? Quer que eu te ajude?" – me ofereci pra minha amiga. Afinal, eu tinha acabado de enfiar a mão inteira dentro dela.

– "Hahaha Dói um pouquinho, mas não é como se eu tivesse dado à luz. Não exagera, mano! E vamos logo, porque meu padrasto não demora a chegar e ele fica puto se eu demorar pra sair" – disse Elena, se aproximando e me dando um beijo na boca.

Saímos do provador e fomos pagar pelos nossos biquínis. Tudo sob o olhar acusador da vendedora. Mas a gente cagou pra isso, porque nos esperava um fim de semana gostoso na piscina da casa dos pais da Elena.

3 comentários - Travesuras con Elena en el probador de ropa - relato 12

tan bella como siempre , espero mas de ti muñeca sigue asi que ya eres una profecional😉👍👌