Na minha empresa, teve um projeto que, graças a uns ajustes que eu fiz, rendeu um puta contrato. Isso deixou todo mundo feliz pra caralho, ia melhorar nossa grana e ainda dar uma estabilidade no trampo que a gente valorizava pra cacete. Meu chefe então planejou um jantar pra comemorar esse sucesso.
Então naquele sábado, minha mulher se vestiu toda gostosa como sempre, com um vestido justinho que marcava a bunda linda dela, com um fio dental enfiado na racha, parecia que tava sem nada por baixo. Como o decote era enorme, ela colocou um sutiã que só cobria por baixo dos peitos lindos dela e um xale nos ombros. Deixamos as crianças com meus sogros e encontramos o resto do grupo num hotel conhecido da cidade, com um salão privado pra depois de uma ceia deliciosa a gente ter open bar com música boa pra dançar.
A noite inteira fui o centro das atenções, meus colegas comemoravam com maior alegria e meu chefe não parava de me elogiar na frente da minha mulher, agradecendo pela conquista. Eu, verdade seja dita, não sou bom de dança e o único sem par na festa era meu chefe, então ele me pediu permissão pra dançar com a Marce. Pensei que ela não ia aceitar depois do que ela tinha me contado, da vez anterior que ele tentou passar a mão nela, mas ela aceitou o convite.
Enquanto isso, alguns dos meus colegas vinham falar comigo e todo mundo queria brindar comigo, isso fez eu beber pra caralho. Depois de umas duas horas, tava muito bêbado. Comecei a apagar de verdade, como se diz aqui, e só ouvia ao longe as risadas e a alegria de todo mundo e um monte de tapinhas nas minhas costas me parabenizando.
Minha mulher veio sentar e, quando percebeu meu estado, falou algo com o Héctor (esse é o nome do meu chefe). Só entendi: "Vamos, não se preocupa, ele merece estar feliz, depois eu levo vocês em casa", e ele sussurrou algo no ouvido da Marce que, sorrindo, aceitou dançar mais uma.
Não sei quanto tempo a festa durou, devo ter dormido um pouco sentado num sofá macio, só lembro que a Marcela me falou: "Você pode andar, já foram quase todos e é melhor a gente ir pra casa". Nem lembro o que respondi, a próxima coisa que lembro é que entre minha esposa e meu chefe me carregavam até o estacionamento, ele abriu a porta do carro e eu caí meio deitado no banco de trás. Passaram alguns minutos e não sei por que eles não entravam no carro. Tentei olhar pra fora, mas pelo meu estado não conseguia enxergar direito, pelo visto estavam conversando ou ele estava abraçando ela? Com meus movimentos, vi eles se separarem e entrarem no carro, ela sentou do lado dele e me pareceu ver que o vestido dela estava levantado, não estava com o xale nos ombros e pelo visto o decote mostrava mais do que devia. O sono me venceu e nem percebi quando ele ligou o carro e saímos de lá. Depois de um tempo, acho que estávamos parados, senti uns gemidos, balbuciei perguntando onde estávamos. A Marce se remexeu no banco como se estivesse escondendo algo e o Héctor me respondeu: "Já estamos chegando na sua casa". De novo o sono me pegou, abriram o carro e o Héctor me ajudou a sair, a Marce abriu a porta da nossa casa e entramos, senti quando me deitaram na cama, tiraram meus sapatos e eu dormi. Acordei não sei a que horas com vontade de mijar, então a duras penas me levantei pra ir ao banheiro. Quando abri a porta do quarto, ouvi uns gemidos vindo do quarto do meu filho. Com cuidado e ainda sonolento, me aproximei da porta entreaberta e na penumbra vi algo que não esperava. Minha mulher estava sendo duramente penetrada pelo meu chefe. De costas na cama e com as pernas abertas sobre os ombros do Héctor, ele com força enfiava o pau na buceta da minha esposa. Lembrei que ela tinha reparado que ele era grande e agora eu mesmo podia confirmar que era verdade. Depois, pela Marce, soube que já estavam transando fazia quase uma hora. Minha mulher estava perdida de tesão, ela me viu na penumbra, eu não fiz nada, e pra ela isso foi sinal de que podia continuar, então... Fechando os olhos, ela se deixou levar num orgasmo tremendo enquanto Héctor gozava fundo dentro dela e caía exausto em cima da Marce. Nisso, eu já tava gozando no corredor de casa, tinha me aliviado sem me tocar, só de ver minha mulher sendo penetrada.
Saí em silêncio pra deixar eles se recuperarem, com certeza o Héctor ia pegar as roupas dele e vazar. Fiquei deitado no meu quarto, lembrando do que tinha visto, e já tava excitado de novo. Queria que a Marce aparecesse naquela porta pra eu meter com toda força, mas os minutos passavam e nada. Levantei de novo na maciota e, quando cheguei perto do quarto, agora a Marce tava de quatro sendo comida no cu pelo meu chefe com a mesma força de antes. Esse cara não só tinha uma pica enorme, como também muita resistência e uma recuperação foda, porque tava duro igual antes.
Minha mulher tava perdida de novo, mordendo os lábios, focada em ter outro orgasmo, enfiando os dedos na buceta dela, enquanto o Héctor, agarrado na cintura dela, ia com força de fora até o fundo do cu da minha mulher com aquele pedaço de carne comprido e grosso. Comecei a me tocar, e eles ficaram nessa por vários minutos. Sei que minha mulher gozou pelo menos duas vezes antes do Héctor encher as entranhas dela de porra. Ele abraçou ela e se deitou por cima. Pegou nos peitos dela e sussurrou algo no ouvido, ela virou e se beijaram apaixonadamente, até que um "plop" anunciou que ele tinha acabado de tirar o pau do cu dela, mas mesmo assim continuou amassando os peitos dela e se beijando com gosto. Voltei pra minha cama, com a mão cheia da minha porra que tinha gozado de novo, e dormi.
De manhã, a Marce tava dormindo do meu lado. Não quis incomodar e levantei pra fazer um café forte pra passar minha dor de cabeça. Ela apareceu na porta sem dizer nada, só me atrevi a perguntar: "Gostou?". Ela balançou a cabeça que sim. "Se sentiu preenchida?". "Sim", ela respondeu. "Então me explica como isso começou, já que você tinha recusado ele por ser mulherengo e porque ele só te... desejava pra cama’.
‘Bom’, ela disse, ‘Você sabe que eu precisava de algo maior pra minha buceta e sabia que o Héctor tinha esse tamanho. Quando começamos a dançar na festa, ele foi muito respeitoso e começou a te elogiar pelo teu trabalho e pela mulher gostosa que você tinha, depois veio umas músicas de salsa onde ele me abraçou com sensualidade mas sem se passar, é um bom dançarino e soube me levar, o que me fez me entregar ao ritmo dele, aí tocou um reggaeton e lá eu senti que ele tava duro, isso me excitou e me fez lembrar do tamanho do pau dele.
A gente continuou dançando quando percebi que você tava muito bêbado, pensei que ia estragar minha noite, mas no fim você melhorou ela, porque o Héctor se ofereceu pra nos levar pra casa se você não tivesse em condições, sabendo que ia ser assim a gente continuou dançando de um jeito mais sensual, já tava passando a mão na minha bunda e colando o pacote dele na minha buceta, enquanto deixávamos você continuar bebendo.
No fim da festa a gente te colocou no carro e nós começamos a nos beijar e a nos acariciar com frenesi, no estacionamento ele puxou um peito pra fora e começou a chupar, enquanto a gente se esfregava bem quente, ele levantou meu vestido e agarrou minha bunda com vontade. Sentimos você se mexer e entramos no carro muito excitados.
Saímos do hotel, e o Héctor dirigiu devagar enquanto tinha uma mão dentro da minha buceta, eu desabotoei a calça dele e peguei o pau enorme dele nas minhas mãos e comecei a bater uma pra ele.
De novo você interrompeu nossos jogos, então viemos pra casa, tava com medo de você acordar e estragar a vontade que a gente tava de transar, mas você tava tão bebum que mal te colocamos na cama, já começou a roncar. Aí tirei seus sapatos e te cobri, saímos do quarto e deixei a porta encostada pra sentir se você levantasse. Fomos pro quarto do menino e recomeçamos nossos jogos de carícias e beijos, começamos a nos despir e ele começou a chupar meus peitos com vontade, desceu até minha bucetinha e a língua dele começou a fazer maravilhas no meu clitóris. Eu também queria chupar o pauzão enorme dele, então nos ajeitamos pra um tasty 69. Ele me fez gozar gostoso, enquanto eu tinha babado bem o pau dele e conseguido enfiar quase metade na minha boca.
Pedi pra ele me penetrar e ele me deitou na cama, abriu minhas pernas e começou uma penetração lenta e constante. De novo senti minha buceta cheia, ele dilatava minha xereca a cada estocada e isso me fazia gozar. Quando ele percebeu que tinha enfiado tudo, começou a me furar com mais força, levantou minhas pernas, as penetradas eram deliciosas. Te avistei na porta, não sei há quanto tempo você tava lá, mas entendi que você tava de acordo porque não fez nada, então me deixei levar por um orgasmo tremendo compartilhado com o Héctor.
Depois me levantei pra ver o que você tava fazendo, pisei na sua porra no chão e sabia que você tinha gostado do que viu. Te vi dormindo e voltei pro Héctor, pra minha surpresa ele já tava duro de novo, então comecei a chupar ele, enquanto ele brincava com meus peitos e depois com minha bunda. Eu sabia o que ele queria e eu também, então ele ajeitou um travesseiro debaixo da minha cintura e começou a brincar com a cabeça do pau dele no meu cu. Falei pra ele esquentar meu clitóris antes de entrar e assim, aos poucos, o cilindro de carne dele foi entrando no meu buraquinho. Quando comecei a gemer, ele foi cada vez mais forte, até virar um trem de orgasmos e sensações, terminando com uma gozada abundante dentro de mim. Ele continuou me acariciando e agradecendo porque eu fiz ele sentir sensações que nunca tinha sentido com ninguém, eu também agradeci pelo que ele me fez sentir e seguimos com beijos e carícias, isso fez o pau dele reagir e eu não resisti em colocar ele nos meus lábios e comecei a chupar com tanta habilidade que fiz ele gozar na minha boca, depois ele se vestiu e foi embora, mas não sem antes pedir que tomara que a gente repita a experiência. Assim, cheinha e satisfeita, me deitei.
Quando ela terminou o relato, meu pau queria guerra, então eu apoiei ela na mesa da cozinha e enfiei meu pequeno pico na bunda dela e rapidamente misturei minha porra com a que ainda tinha do meu chefe dentro dela.
Então naquele sábado, minha mulher se vestiu toda gostosa como sempre, com um vestido justinho que marcava a bunda linda dela, com um fio dental enfiado na racha, parecia que tava sem nada por baixo. Como o decote era enorme, ela colocou um sutiã que só cobria por baixo dos peitos lindos dela e um xale nos ombros. Deixamos as crianças com meus sogros e encontramos o resto do grupo num hotel conhecido da cidade, com um salão privado pra depois de uma ceia deliciosa a gente ter open bar com música boa pra dançar.
A noite inteira fui o centro das atenções, meus colegas comemoravam com maior alegria e meu chefe não parava de me elogiar na frente da minha mulher, agradecendo pela conquista. Eu, verdade seja dita, não sou bom de dança e o único sem par na festa era meu chefe, então ele me pediu permissão pra dançar com a Marce. Pensei que ela não ia aceitar depois do que ela tinha me contado, da vez anterior que ele tentou passar a mão nela, mas ela aceitou o convite.
Enquanto isso, alguns dos meus colegas vinham falar comigo e todo mundo queria brindar comigo, isso fez eu beber pra caralho. Depois de umas duas horas, tava muito bêbado. Comecei a apagar de verdade, como se diz aqui, e só ouvia ao longe as risadas e a alegria de todo mundo e um monte de tapinhas nas minhas costas me parabenizando.
Minha mulher veio sentar e, quando percebeu meu estado, falou algo com o Héctor (esse é o nome do meu chefe). Só entendi: "Vamos, não se preocupa, ele merece estar feliz, depois eu levo vocês em casa", e ele sussurrou algo no ouvido da Marce que, sorrindo, aceitou dançar mais uma.
Não sei quanto tempo a festa durou, devo ter dormido um pouco sentado num sofá macio, só lembro que a Marcela me falou: "Você pode andar, já foram quase todos e é melhor a gente ir pra casa". Nem lembro o que respondi, a próxima coisa que lembro é que entre minha esposa e meu chefe me carregavam até o estacionamento, ele abriu a porta do carro e eu caí meio deitado no banco de trás. Passaram alguns minutos e não sei por que eles não entravam no carro. Tentei olhar pra fora, mas pelo meu estado não conseguia enxergar direito, pelo visto estavam conversando ou ele estava abraçando ela? Com meus movimentos, vi eles se separarem e entrarem no carro, ela sentou do lado dele e me pareceu ver que o vestido dela estava levantado, não estava com o xale nos ombros e pelo visto o decote mostrava mais do que devia. O sono me venceu e nem percebi quando ele ligou o carro e saímos de lá. Depois de um tempo, acho que estávamos parados, senti uns gemidos, balbuciei perguntando onde estávamos. A Marce se remexeu no banco como se estivesse escondendo algo e o Héctor me respondeu: "Já estamos chegando na sua casa". De novo o sono me pegou, abriram o carro e o Héctor me ajudou a sair, a Marce abriu a porta da nossa casa e entramos, senti quando me deitaram na cama, tiraram meus sapatos e eu dormi. Acordei não sei a que horas com vontade de mijar, então a duras penas me levantei pra ir ao banheiro. Quando abri a porta do quarto, ouvi uns gemidos vindo do quarto do meu filho. Com cuidado e ainda sonolento, me aproximei da porta entreaberta e na penumbra vi algo que não esperava. Minha mulher estava sendo duramente penetrada pelo meu chefe. De costas na cama e com as pernas abertas sobre os ombros do Héctor, ele com força enfiava o pau na buceta da minha esposa. Lembrei que ela tinha reparado que ele era grande e agora eu mesmo podia confirmar que era verdade. Depois, pela Marce, soube que já estavam transando fazia quase uma hora. Minha mulher estava perdida de tesão, ela me viu na penumbra, eu não fiz nada, e pra ela isso foi sinal de que podia continuar, então... Fechando os olhos, ela se deixou levar num orgasmo tremendo enquanto Héctor gozava fundo dentro dela e caía exausto em cima da Marce. Nisso, eu já tava gozando no corredor de casa, tinha me aliviado sem me tocar, só de ver minha mulher sendo penetrada.
Saí em silêncio pra deixar eles se recuperarem, com certeza o Héctor ia pegar as roupas dele e vazar. Fiquei deitado no meu quarto, lembrando do que tinha visto, e já tava excitado de novo. Queria que a Marce aparecesse naquela porta pra eu meter com toda força, mas os minutos passavam e nada. Levantei de novo na maciota e, quando cheguei perto do quarto, agora a Marce tava de quatro sendo comida no cu pelo meu chefe com a mesma força de antes. Esse cara não só tinha uma pica enorme, como também muita resistência e uma recuperação foda, porque tava duro igual antes.
Minha mulher tava perdida de novo, mordendo os lábios, focada em ter outro orgasmo, enfiando os dedos na buceta dela, enquanto o Héctor, agarrado na cintura dela, ia com força de fora até o fundo do cu da minha mulher com aquele pedaço de carne comprido e grosso. Comecei a me tocar, e eles ficaram nessa por vários minutos. Sei que minha mulher gozou pelo menos duas vezes antes do Héctor encher as entranhas dela de porra. Ele abraçou ela e se deitou por cima. Pegou nos peitos dela e sussurrou algo no ouvido, ela virou e se beijaram apaixonadamente, até que um "plop" anunciou que ele tinha acabado de tirar o pau do cu dela, mas mesmo assim continuou amassando os peitos dela e se beijando com gosto. Voltei pra minha cama, com a mão cheia da minha porra que tinha gozado de novo, e dormi.
De manhã, a Marce tava dormindo do meu lado. Não quis incomodar e levantei pra fazer um café forte pra passar minha dor de cabeça. Ela apareceu na porta sem dizer nada, só me atrevi a perguntar: "Gostou?". Ela balançou a cabeça que sim. "Se sentiu preenchida?". "Sim", ela respondeu. "Então me explica como isso começou, já que você tinha recusado ele por ser mulherengo e porque ele só te... desejava pra cama’.
‘Bom’, ela disse, ‘Você sabe que eu precisava de algo maior pra minha buceta e sabia que o Héctor tinha esse tamanho. Quando começamos a dançar na festa, ele foi muito respeitoso e começou a te elogiar pelo teu trabalho e pela mulher gostosa que você tinha, depois veio umas músicas de salsa onde ele me abraçou com sensualidade mas sem se passar, é um bom dançarino e soube me levar, o que me fez me entregar ao ritmo dele, aí tocou um reggaeton e lá eu senti que ele tava duro, isso me excitou e me fez lembrar do tamanho do pau dele.
A gente continuou dançando quando percebi que você tava muito bêbado, pensei que ia estragar minha noite, mas no fim você melhorou ela, porque o Héctor se ofereceu pra nos levar pra casa se você não tivesse em condições, sabendo que ia ser assim a gente continuou dançando de um jeito mais sensual, já tava passando a mão na minha bunda e colando o pacote dele na minha buceta, enquanto deixávamos você continuar bebendo.
No fim da festa a gente te colocou no carro e nós começamos a nos beijar e a nos acariciar com frenesi, no estacionamento ele puxou um peito pra fora e começou a chupar, enquanto a gente se esfregava bem quente, ele levantou meu vestido e agarrou minha bunda com vontade. Sentimos você se mexer e entramos no carro muito excitados.
Saímos do hotel, e o Héctor dirigiu devagar enquanto tinha uma mão dentro da minha buceta, eu desabotoei a calça dele e peguei o pau enorme dele nas minhas mãos e comecei a bater uma pra ele.
De novo você interrompeu nossos jogos, então viemos pra casa, tava com medo de você acordar e estragar a vontade que a gente tava de transar, mas você tava tão bebum que mal te colocamos na cama, já começou a roncar. Aí tirei seus sapatos e te cobri, saímos do quarto e deixei a porta encostada pra sentir se você levantasse. Fomos pro quarto do menino e recomeçamos nossos jogos de carícias e beijos, começamos a nos despir e ele começou a chupar meus peitos com vontade, desceu até minha bucetinha e a língua dele começou a fazer maravilhas no meu clitóris. Eu também queria chupar o pauzão enorme dele, então nos ajeitamos pra um tasty 69. Ele me fez gozar gostoso, enquanto eu tinha babado bem o pau dele e conseguido enfiar quase metade na minha boca.Pedi pra ele me penetrar e ele me deitou na cama, abriu minhas pernas e começou uma penetração lenta e constante. De novo senti minha buceta cheia, ele dilatava minha xereca a cada estocada e isso me fazia gozar. Quando ele percebeu que tinha enfiado tudo, começou a me furar com mais força, levantou minhas pernas, as penetradas eram deliciosas. Te avistei na porta, não sei há quanto tempo você tava lá, mas entendi que você tava de acordo porque não fez nada, então me deixei levar por um orgasmo tremendo compartilhado com o Héctor.
Depois me levantei pra ver o que você tava fazendo, pisei na sua porra no chão e sabia que você tinha gostado do que viu. Te vi dormindo e voltei pro Héctor, pra minha surpresa ele já tava duro de novo, então comecei a chupar ele, enquanto ele brincava com meus peitos e depois com minha bunda. Eu sabia o que ele queria e eu também, então ele ajeitou um travesseiro debaixo da minha cintura e começou a brincar com a cabeça do pau dele no meu cu. Falei pra ele esquentar meu clitóris antes de entrar e assim, aos poucos, o cilindro de carne dele foi entrando no meu buraquinho. Quando comecei a gemer, ele foi cada vez mais forte, até virar um trem de orgasmos e sensações, terminando com uma gozada abundante dentro de mim. Ele continuou me acariciando e agradecendo porque eu fiz ele sentir sensações que nunca tinha sentido com ninguém, eu também agradeci pelo que ele me fez sentir e seguimos com beijos e carícias, isso fez o pau dele reagir e eu não resisti em colocar ele nos meus lábios e comecei a chupar com tanta habilidade que fiz ele gozar na minha boca, depois ele se vestiu e foi embora, mas não sem antes pedir que tomara que a gente repita a experiência. Assim, cheinha e satisfeita, me deitei.
Quando ela terminou o relato, meu pau queria guerra, então eu apoiei ela na mesa da cozinha e enfiei meu pequeno pico na bunda dela e rapidamente misturei minha porra com a que ainda tinha do meu chefe dentro dela.
3 comentários - Meu chefe comeu minha esposa e Marce me contou os detalhes