Mi novia...ingenua o puta? 8

Continuo contando as experiências da minha namorada, que dessa vez é subjugada pelos meus chefes e depois comida por desconhecidos. E eu, naquela época, sem saber o que a minha pobre namorada sofria. À noite, Rafa e minha namorada foram ao hotel de San Sebastián onde meus chefes e o seboso do Carlos estavam hospedados. — Boa noite — disse Eva na recepção. — Estamos esperando o Sr. Dom Joaquim XXXX. O recepcionista ligou para o quarto. — Podem subir, quarto 703. — Obrigada. Uma vez no quarto, foram recebidos por David, e atrás estavam Joaquim e Carlos. — Boa noite, no fim decidimos jantar aqui. — É, não dá pra sair pelado pelas ruas de San Sebastián — disse Carlos soltando uma gargalhada. — É melhor assim, você pode ficar mais à vontade — disse Dom Joaquim, olhando com desaprovação para Carlos. — Pô, mas eu posso ir jantar vestida, só pratico nudismo em lugares permitidos. — Não, por favor, prometemos ao seu namorado que faríamos a estadia dele agradável, e podemos jantar perfeitamente neste quarto… ou será que você quer que seu namorado nos recrimine por não a termos agradado? — Sério, não precisa — disse Eva, incomodada — podemos sair para jantar fora do quarto. — Que pena, com todo o trabalho que tivemos pra montar a mesa aqui e com a comida encomendada — disse Dom David — enfim, que desperdício. — É verdade, uma pena mesmo — completou Dom Joaquim — mas se você não quiser jantar aqui, a gente fez isso com a melhor das intenções. — Não, não, por favor. Agradeço muito pelo trabalho, vamos jantar aqui. — Tem certeza? Se não quiser, a gente vai embora. — Certeza mesmo — confirmou Eva. Houve um silêncio, e todos olhavam para Eva. — Então vamos, tira essa roupa, que foi pra isso que montamos tudo isso — disse Dom David. — Claro — disse Eva, forçando um sorriso. Aos poucos, foi soltando as alças do vestido, se sentindo muito desconfortável sob os olhares daqueles homens. De manhã, na praia, parecia algo natural, mas naquele quarto não se sentia à vontade. Finalmente, o vestido caiu aos pés dela, deixando-a nua. vestida só com uma fio dental azul.Mi novia...ingenua o puta? 8Bem, então vamos aproveitar o jantar – disse ele enquanto pegava o vestido dela e pendurava no cabide. Você esqueceu a tanga – falou Dom David num tom que não admitia réplica, e embora Eva não quisesse ficar totalmente nua, se convenceu de que quando relaxasse tudo ficaria normal e se auto-enganava pensando que de manhã já tinham visto ela pelada e não tinha acontecido nada. Não quis comentar na frente do Rubén, mas vejo que sua bunda já não está mais branca. Todos olharam para Carlos com cara de estranheza. Deixa eu explicar: no acampamento com as crianças, ela tomava sol de peito nu, mas com a calcinha do biquíni, então dava pra ver a diferença de bronzeado. Vejo que nesses dias o moreno se uniformizou. Porra, como a gente repara nas coisas – disse Dom David. Ora... salta aos olhos. Eva se sentiu ainda mais desconfortável depois do comentário do Carlos. Dom David ofereceu uma taça de espumante pra ela, e Eva agradeceu por ter algo nas mãos pra disfarçar o nervosismo. Nesse instante, bateram na porta do quarto. O jantar, pontual às nove e meia. Eva fez menção de ir pegar o vestido, mas Dom David segurou o pulso dela e a impediu, bem na hora que Dom Joaquin abria a porta do quarto. Entraram dois garçons com um carrinho de comida e, ao verem uma gostosa pelada na frente de quatro caras vestidos, ficaram parados olhando pra ela. Eva estava vermelha de vergonha. O jantar, senhores... e senhora. Obrigado, deixem na mesa. Desejam mais alguma coisa? – disse um dos garçons sem tirar os olhos de Eva, que com a mão que David tinha soltado e com o punho fechado tentava esconder a buceta. Que horas vocês terminam o turno? Às onze, senhor, mas temos serviço de quarto até meia-noite. Quando terminarem o turno, subam que vou dar uma boa gorjeta – disse Joaquin inclinando a cabeça na direção de Eva. Obrigado, senhor – e os garçons saíram do quarto com um sorriso enorme. David soltou Eva, que foi em direção ao vestido dizendo: Não sei qual é a desse rolê. Mas eu vou vazar agora mesmo. Mas Eva, por quê? – perguntou Dom Joaquim, colocando um tom de surpresa. Eu não sou uma atração de circo pra me exibir na frente de todo mundo. Claro que você não é uma atração, sua gostosa – disse o seboso Carlos, enquanto mexia no controle da TV. Eva se virou contra Carlos, mas naquele momento ouviram-se sons de gemidos vindo da TV. Eva não podia acreditar: na televisão estava o vídeo que gravaram no acampamento quando ela comeu todos os monitores, naquela hora as imagens mostravam ela fodendo com Carlos. Acho melhor você ficar, não é? – disse Dom Joaquim – claro, senão a gente pode mandar esse vídeo pra todos os computadores do escritório… não sei o que o Rubén vai achar desse vídeo, mas com certeza o resto dos funcionários vai adorar. Mas… mas… nós fizemos… fizemos um pacto de silêncio, Carlos, nesse vídeo aparece muita gente e não prejudica só a mim. Sim, mas de todos, a única que está aqui é você, bom, e o Carlos e o Rafa – disse Dom Joaquim. O vídeo é uma maravilha, você é uma puta de primeira, a quantidade de punheta que eu bati desde que tenho ele – disse Dom David entre gargalhadas – voltei à adolescência graças a você. O que vocês querem? – disse Eva com voz de cansaço. Te fazer feliz – explicou Dom Joaquim enquanto se aproximava e passava a mão na bunda de Eva – e que o Rubén não sofra, claro. Por que não vamos jantar? Todos se dirigiram para a mesa, Rafa, se fazendo de digno, disse: Carlos, você é um maldito filho da puta, estou muito decepcionado, você quebrou nosso pacto. Eu não vou participar disso. Rafa, se você não quer que esse vídeo chegue na sua mãe, senta na mesa e faz o que a gente mandar – disse Carlos enquanto piscava o olho e sorria, já que Eva não podia ver. Carlos e os dois chefes do Rubén tiraram as calças e as cuecas, ficando só com as camisas, e fizeram um sinal pro Rafa fazer o mesmo. Sentaram-se na mesa e, quando Eva ia fazer o mesmo, Dom Joaquim com um sorriso se dirigiu a ela: Não, querida, seu lugar é aqui. É debaixo da mesa. Preparamos um menu especial pra você, rolinhos de carne com creme, hahaha, pode comer quantas porções quiser que quase não engorda. Só engorda se enfiar na buceta… mas depois de nove meses você emagrece de novo — disse o gordo do Carlos enquanto todos, menos o Rafa, riam — pode começar pela minha que você já conhece. Eva, debaixo da mesa, enfiou a pica do seboso na boca. Carlos agarrou ela pelo rabo de cavalo e meteu a pica na boca dela até a garganta. Eva sentia as bolas dele coladas no queixo e a testa pressionando a barriga, sentindo todo o suor e catinga na testa. Tinha ânsia de vômito porque a pica entupia a garganta dela, e o ritmo era o Carlos quem marcava, mexendo a cabeça dela presa pelo rabo de cavalo. Quando finalmente gozou na boquinha da Eva, soltou o rabo de cavalo dela e limpou as babas e os restos de porra da pica no cabelo dela. Durante o boquete, vários flashes foram vistos debaixo da mesa, porque estavam tirando várias fotos. Eva sabia que não adiantava reclamar, então nem se deu ao trabalho. Porra, cara, a gente tem que comer todas, não me encosta com esse cabelo sujo, vagabunda. Joaquim, sua vez. Eva foi até a pica do Joaquim. Eu gosto com a pontinha da língua e muitos beijinhos, você vai aprender com o tempo. Ao ouvir isso, Eva estremeceu e percebeu que estava à mercê daqueles sem-vergonhas e que aquilo não ia acabar naquela noite. Eva percorria o pau do Seu Joaquim com a ponta da língua e alternava com beijinhos na cabeça. A língua dela deslizava pela glande enquanto a mão batia uma punheta, na esperança de que ele gozasse logo. Eva não parava de chorar e tinha que limpar o ranho toda hora pra poder respirar. Piranha, não vai me encher de ranho? Essas putinhas não têm educação e não sabem chupar… Eva, usa o guardanapo, definitivamente precisa ser educada — disse David enquanto passava um guardanapo pra ela. Quando finalmente engoliu a gozada, chegou a vez do Rafa. Eva se Enfiou o cacetão na boca dela, mas Rafa afastou o rosto de Eva e tirou o pau, mas continuou se mexendo como se ela estivesse chupando, pra que o resto dos convidados pensassem que tava mamando ele. Eva se sentiu grata e percebeu que o coitado do Rafa era tão prisioneiro quanto ela. Finalmente, Rafa fez que gozava. Minha vez, bem forte e com os lábios bem fechados pra roçar mais. Enquanto Eva chupava o Don David, o parceiro dela na frente aproveitou que Eva tava de quatro e passou o pé na bunda e na buceta dela, tentando enfiar o dedão em algum dos buracos. Quando Don David gozou, perguntou: "Cenou bem, minha putinha? ... não te ouço, vagabunda." "Sim", disse Eva entre soluços. "Então pode levantar da mesa e servir a sobremesa pra gente." Quando Eva saiu debaixo da mesa, o aspecto dela era horrível, tinha porra no cabelo loiro lindo dela, todo bagunçado. Na cara e no pescoço também tinha vários grumos, alguns tão frescos que começavam a escorrer pelos peitos. "Tá horrível... essas putas cada vez aguentam menos. Vamos tirar umas fotos de lembrança dessa noite bonita, né? David, fica do lado da Promíscua. Levanta esses peitinhos com as mãos... Não, por baixo não, pega pelos mamilos e puxa pra cima. Agora morde um mamilo e segura o peito com a boca, chupa esse jato de porra, Promíscua... que com o que custou dar pra você, não vamos jogar fora. É uma pena uns peitos tão pequenos. Bom, isso tem solução, acho que o presente que a empresa vai dar pro seu namorado no casamento é um bom par de peitos pra namorada dele. Sim, nosso funcionário vai nos amar muito. Um bom par de melões é um presente excelente. E que podemos deduzir como despesa médica da empresa. Quer uns peitões bons, putinha? E assim poder fazer uns bons cubanos?" perguntou Don David. "Não", disse Eva, horrorizada. "Vamos ver, vamos ver... é um presente pro corno do seu namorado, não. pra você. Enquanto Rafa tirava as fotos, fingindo uma indignação que estava longe de sentir, Joaquín e Carlos enfiavam os dedos na bucetinha e no cu dela. Eva percebeu que tinha uma câmera de vídeo com um tripé, então também estavam gravando. - Eva, posa de quatro com sua bunda virada pra câmera…, agora encosta o rosto no chão e abre bem as nádegas com as mãos. Olha pra câmera, que dê pra ver bem sua cara. E sorri, piranha! - Senta no chão, abre bem as pernas e escancara essa buceta de puta, puxando os lábios. - É isso que você gosta, porca nojenta, se exibir pros homens, não é?. Quando ela estava posando, bateram na porta. Enquanto Carlos olhava o relógio, disse - Porra, já são mais de onze. Como o tempo passa quando a gente se diverte com os amigos. Apareceram os dois garçons, já vestidos com roupas normais. Eva já imaginava o que a esperava, então nem se deu ao trabalho de esconder a nudez. Boa noite, senhores… e senhora. Espero que o jantar tenha sido do agrado. Muito agradável, né Eva? – disse Carlos. Nos falaram que teria uma gorjeta se viéssemos às onze – comentaram, olhando pro Don Joaquín. Sim, pensamos que talvez vocês queiram uma gorjeta de 50,00 euros (70 dólares), pra vocês dois, ou passar uns minutos com nossa solicita Eva, mas saibam que vamos gravar, pra consumo interno. - Vou deixar essa buceta igual boca de metrô – disse um dos garçons, olhando lascivamente pra Eva. Acho que isso responde minha pergunta, hahaha e o senhor, o que quer? Podemos fazer o que quisermos com ela? Mais ou menos sim. Arrebentar o cu dela? Claro, claro, mas pelo que sei já tá bem arrebentado, né Carlos? Sim, sim, bastante. Mas acho que com uma dessa não – disse o garçom mais velho enquanto tirava um pauzão bem grosso, que não devia ter menos de 22 centímetros e seis de largura. Marta olhou pro pauzão com horror e virou o olhar suplicante pra mim. chefes, que estavam com cara de satisfeitos. Por favor, não, eu chupo ele, eu dou a buceta mas o cu não, não, por favor. O garçom olhou pro Dom Joaquim e fez um gesto com a cara perguntando se podia comer o cu dela ou se atendia o pedido da Eva, e recebeu um sinal de aprovação. Enquanto Eva continuava implorando, o garçom se despia. Quando terminou, agarrou ela e obrigou ela a apoiar os peitos e a cabeça na mesa, deixando a bunda empinada. O nojento do garçom abriu as nádegas com a mão, deixando à vista o cu contraído dela, e cuspiu no buraco, enfiando dois dedos depois. Relaxa senão isso vai doer pra caralho. Por favor não, não faz isso comigo… por favor. Depois de tirar os dedos, o garçom enfiou o pauzão de uma vez só, mas o cu da minha pobre Eva não aguentou receber mais da metade de um troço tão enorme. Apesar dos gritos e pedidos pra parar, ela foi comida várias vezes no cu. Agora sim tá entrando bem – disse o garçom. Sabia que era uma puta boa e conseguia engolir ele sem problema. Quando o garçom gozou, tirou a camisinha e sem dar nó, encostou ela nas costas da Eva, fazendo uma parte do leite escorrer pelo corpo gostoso dela. Todos, menos o Rafa, ficaram atrás da Eva pra olhar o cu dela. Porra, filho da puta, você destruiu ela – disse o próximo garçom, que tava doido pra comer ela. É, você arrebentou ela, tá saindo sangue do cu – falou Dom Joaquim. Passa a linha azul do metrô por aqui? – disse o Carlos rindo e enfiando um dedo no cu dilatado da Eva. Todo mundo caiu na gargalhada com a piada do babaca. Minha vez, mas eu não vou comer ela no cu… não vou sentir nada – disse ele apontando pro pau de uns 16 centímetros e não muito grosso – O segundo garçom pegou a Eva pelo cabelo, arrastou ela até o sofá como se fosse uma boneca, deitou ela de barriga pra cima, abriu as pernas dela e sem falar nada meteu o pau na buceta dela. Ahh – exclamou ela. Eva ao receber a pica do garçom já que a buceta dela não estava nada molhada. Enquanto o garçom comia Eva, com todo mundo olhando pra ela, ouviu a voz de Dom David que parecia falar no telefone. "Oi Rubén, como foi a viagem? … Que bom, que bom … Então, a gente tava encerrando a noite com a Eva e queria garantir que você chegou bem, a coitada não para de falar de você… ela tá super apaixonada por você. … Sim, vou passar pra ela." Dom David colocou o telefone na cara de Eva e fez um sinal pro garçom continuar comendo ela. "Eva, vou passar pro Rubén." Eva se sentiu muito humilhada, não só tava sendo comida repetidas vezes, mas tinha que falar comigo enquanto era penetrada. "Oi amor. … Sim, uma noite muito agradável. … Cuidaram bem de mim, amanhã te ligo e a gente conversa, tô cansada" – disse Eva segurando a dor na buceta dela, já que o filho da puta do garçom tinha aumentado a velocidade e a força das penetradas. "… Eu também, tchau." Todos elogiaram a sacada do Dom David, que chegou perto do ouvido de Eva e disse: "Viu que puta você é? Não se importa de falar com seu pobre namorado enquanto dá pra outro cara, você é uma vagabunda." Finalmente o segundo garçom gozou e Dom Joaquim perguntou pro Rafa se ia comer ela, mas confiando que mais tarde chegaria a vez dele se continuasse no papel de amigo da Eva, ele recusou. "Então se não quer foder ela, já vaza, que a Eva vai ficar com a gente essa noite, não queremos que ela durma numa barraca." Rafa e os dois garçons saíram do quarto, eles disseram pros meus chefes que se precisassem de mais ajuda durante a estadia no hotel, eles estariam felizes em atender. Ao fechar a porta, a última imagem que Rafa levou da Eva foi a de um corpo inerte debaixo de uma massa amorfa de gordura que era o corpo do Carlos, que se movia ritmicamente e as banhas balançavam nos movimentos. "Porra, como esse filho da puta rebola a bunda", pensou Rafa enquanto imaginava como ia tirar ela dali. proveitando de ser "tão bom amigo" da Eva. Amanhã te ligo, Eva. Aguenta firme. Pode passar lá pra pegar ela umas onze da manhã, nessa hora já teremos terminado com ela – Disse Seu David entre gargalhadas. E Eva ficou nas mãos dos três… mas isso já é outra história.

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