Eva fez isso, perguntando assustada o que estava acontecendo, se ele tinha um bicho e, se fosse o caso, que por favor tirasse. —Não, não é isso, disse Javier enquanto abria as nádegas dela. Olha, Mario.
—Mas o que foi, perguntou Eva já bem assustada. —Você viu como tá seu cu? Porra, tá totalmente aberto. —Ahh, não, nada, um problema de prisão de ventre que já resolvi. —Porra, mina, então tá em carne viva, não dói? —Só um pouquinho, mas vai sarar, o tratamento terminou hoje. —Pois é, sara sarinho, rãzinha, se não sarar hoje, sara amanhã —e deu um beijo estalado bem na bunda dela. —Que idiota você é, tomara que sara com isso, disse Eva rindo. Se você me fizer o favor de soltar minha bunda, posso colocar a calcinha fio dental vermelha pra ver o que acham. Eva vestiu e, rebolando a bunda de um jeito sensual, perguntou: —O que vocês acham?
Não sei… coloca o branco, disse Javier enquanto pegava no minúsculo triângulo e, cavalheirescamente, ajudava a abaixá-lo enquanto passava a mão na bucetinha da Eva. Definitivamente o branco, né Mario?
Sim, fica melhor na câmera e dá pra ver com mais qualidade, ele disse enquanto passava a mão pelo triângulo branco, deixando os lábios de Eva perfeitamente marcados. — É muito macio, deve ser uma delícia sentir um tecido tão gostoso roçando na sua buceta. Os três voltaram pra sala de jantar. — Já era hora, disse Carlos irritado, vamos começar logo que o tempo tá passando. Rafa, faz o papel do diretor, deita no chão. Bom, Eva, pra você ficar claro: assim que entrar, abre o saco do diretor e tira o pau dele pra fora, mas isso não precisa ensaiar. Você deita do lado dele e abraça. — Para — gritou Mario — isso não faz sentido, o diretor pelado e você de fio dental depois de um sexo selvagem… não, não bate. É verdade, tira a calcinha.
E pra isso vocês me mandam trocar de roupa? Viu, Eva? — disse Carlos — já te falei que o ensaio era importante. Eva abaixou a tanga e ficou deitada ao lado de Rafa, de pernas abertas, enquanto Mario pegava um close da bucetinha dela. — Eva, coloca a perna em cima dele. Eva obedeceu, agora exibindo um close da rabuda dela. — Agora vamos ligar pro celular do diretor, que vamos deixar aos pés de vocês, e você vai pegar ele. Assim, quando ele acordar todo atordoado, a primeira coisa que vai ver é sua rabuda e a bucetinha bem aberta. Depois você sobe em cima dele, no peito dele, olhando pra ele, pra que a ppk fique na altura dos olhos assim que ele levantar a cabeça. Rafa e Eva seguiram as instruções.
- Então a Eva solta um discursão dizendo que foi a melhor transa dela, que não tomaram cuidado e que pode estar grávida… - Ainda vejo um problema, interrompeu Mario, que continuava gravando, precisamos de cheiro de sexo e a Eva com esperma por cima. - Sim, claro, perfeito, cara, temos que encher o cabelo e a buceta de porra. Mario, Javier e Andrés, tirem as picas e gozem no cabelo, na cara e na buceta da Eva. Sem dar tempo pra Eva reagir, os três já estavam com as picas pra fora e começaram a apalpar a Eva por todo lado, que de repente tinha seis mãos percorrendo o corpo inteiro dela. Rafa garantiu que não ia dar tempo e falou pra Eva. - Vai, gata, porra, entra na brincadeira e dá uma ajudinha. Eva tava alucinada, pelada na frente de cinco caras e três deles com as picas apontando pra ela não paravam de passar a mão. - Isso, usa essa boca gostosa, senão a gente vai ficar até de madrugada. Então Eva começou a chupar as picas dos três, enquanto Mario deixava a câmera com Carlos pra continuar gravando. Eva ia rodando, chupava uma, batia punheta pra duas, até que finalmente gozaram na buceta, no cabelo e na cara dela.
-Agora não se mexe e espera secar.
Enquanto Eva esperava o sêmen secar de olhos fechados pra não entrar porra nos olhos, os amigos dela aproveitaram pra tirar umas fotos de lembrança com ela. Quando secou, começaram o plano conforme o ensaio. Eva tava na loja do diretor, os dois pelados como planejado, e quando ele acordou, ela falou que tinha sido a melhor foda da vida dela. O diretor – Pois eu não lembro de nada. – Pois eu lembro, e parece que seu amigo também não – disse Eva com um tom lascivo, enquanto passava o dedinho no pau ereto do diretor. Eva pensou: a brincadeira tá saindo genial. Bom, diretor, foi um prazer, depois a gente conversa – e enquanto ia de quatro, pelada em direção à porta, sentiu um peso atrás e uma dor forte na buceta ao ser penetrada.
Não vá embora ainda, já que a gente transou, pelo menos dessa vez espero lembrar. O diretor tava comendo ela, Eva achava que a brincadeira tava saindo do controle e tentou reclamar, mas o diretor segurava a cabeça dela com força contra o colchão da barraca — não é que ela não conseguisse gritar, é que mal conseguia respirar. Por sorte pra Eva, em menos de 5 minutos o diretor gozou dentro da bucetinha dela e, quando saiu, conseguiu dizer: "Era uma brincadeira.
O quê? Que tudo não passou de uma brincadeira armada pelos caras e por mim. Quer dizer que eu fui infiel à minha esposa por causa de uma puta brincadeira? Sim. Agora cresce e volta com os responsáveis por essa brincadeirinha. Eva saiu da loja escorrendo porra da buceta, procurando os colegas, e todos foram até a loja do diretor, onde explicaram a pegadinha. — Senhores e senhorita, isso é muito sério — declarou o diretor —, pode acabar com meu casamento se isso vazar, e acho que posso processá-los por engano. A senhora, disse ele se virando para Eva, não vai escapar da cadeia, a senhora me estuprou. Essas palavras assustaram Eva, que em pouco mais de dois meses ia se casar e já via que teria que cancelar o casamento ou casar na prisão. Proponho um pacto de silêncio e, para selar isso, de modo que todos fiquemos na mesma, vamos foder a Eva e gravar, dando uma cópia da fita para cada um de nós. Se alguém abrir a boca, também se ferra, porque a fita vai vir à tona. Se não aceitarem, vou à delegacia registrar uma queixa. Aceitamos, disseram todos quase ao mesmo tempo, incluindo Eva, que viu a solução para o problema do casamento. Senhorita, proponho que fique de quatro, com a câmera na sua frente, para garantir que dê pra ver bem o rosto de todos. Como temos que fazer rápido, porque as crianças vão acordar logo, vamos alternando: um fode a buceta e, quando terminar, outro fode o cu, e assim por diante. Perfeito, Sr. Diretor. Obrigado por não me denunciar e, por favor, me perdoe pela brincadeira.
E foi assim que o cozinheiro, os quatro monitores e o diretor comeram minha namorada. Sim, o diretor também de novo, porque ele insistiu que o pacto de silêncio obrigava todo mundo a foder. Quando ainda só quatro tinham comido ela, minha pobre Eva só conseguia pensar que em poucas horas ia ter que aguentar de novo o pauzão do doutor e do enfermeiro… mas pelo menos seria a última vez.
Bom, amigos, espero as opiniões de vocês, que animam pra caralho, e se pá eu conto mais desventuras da minha pobre Eva nesses dois meses antes do casamento. Continua...
—Mas o que foi, perguntou Eva já bem assustada. —Você viu como tá seu cu? Porra, tá totalmente aberto. —Ahh, não, nada, um problema de prisão de ventre que já resolvi. —Porra, mina, então tá em carne viva, não dói? —Só um pouquinho, mas vai sarar, o tratamento terminou hoje. —Pois é, sara sarinho, rãzinha, se não sarar hoje, sara amanhã —e deu um beijo estalado bem na bunda dela. —Que idiota você é, tomara que sara com isso, disse Eva rindo. Se você me fizer o favor de soltar minha bunda, posso colocar a calcinha fio dental vermelha pra ver o que acham. Eva vestiu e, rebolando a bunda de um jeito sensual, perguntou: —O que vocês acham?
Não sei… coloca o branco, disse Javier enquanto pegava no minúsculo triângulo e, cavalheirescamente, ajudava a abaixá-lo enquanto passava a mão na bucetinha da Eva. Definitivamente o branco, né Mario?
Sim, fica melhor na câmera e dá pra ver com mais qualidade, ele disse enquanto passava a mão pelo triângulo branco, deixando os lábios de Eva perfeitamente marcados. — É muito macio, deve ser uma delícia sentir um tecido tão gostoso roçando na sua buceta. Os três voltaram pra sala de jantar. — Já era hora, disse Carlos irritado, vamos começar logo que o tempo tá passando. Rafa, faz o papel do diretor, deita no chão. Bom, Eva, pra você ficar claro: assim que entrar, abre o saco do diretor e tira o pau dele pra fora, mas isso não precisa ensaiar. Você deita do lado dele e abraça. — Para — gritou Mario — isso não faz sentido, o diretor pelado e você de fio dental depois de um sexo selvagem… não, não bate. É verdade, tira a calcinha.
E pra isso vocês me mandam trocar de roupa? Viu, Eva? — disse Carlos — já te falei que o ensaio era importante. Eva abaixou a tanga e ficou deitada ao lado de Rafa, de pernas abertas, enquanto Mario pegava um close da bucetinha dela. — Eva, coloca a perna em cima dele. Eva obedeceu, agora exibindo um close da rabuda dela. — Agora vamos ligar pro celular do diretor, que vamos deixar aos pés de vocês, e você vai pegar ele. Assim, quando ele acordar todo atordoado, a primeira coisa que vai ver é sua rabuda e a bucetinha bem aberta. Depois você sobe em cima dele, no peito dele, olhando pra ele, pra que a ppk fique na altura dos olhos assim que ele levantar a cabeça. Rafa e Eva seguiram as instruções.
- Então a Eva solta um discursão dizendo que foi a melhor transa dela, que não tomaram cuidado e que pode estar grávida… - Ainda vejo um problema, interrompeu Mario, que continuava gravando, precisamos de cheiro de sexo e a Eva com esperma por cima. - Sim, claro, perfeito, cara, temos que encher o cabelo e a buceta de porra. Mario, Javier e Andrés, tirem as picas e gozem no cabelo, na cara e na buceta da Eva. Sem dar tempo pra Eva reagir, os três já estavam com as picas pra fora e começaram a apalpar a Eva por todo lado, que de repente tinha seis mãos percorrendo o corpo inteiro dela. Rafa garantiu que não ia dar tempo e falou pra Eva. - Vai, gata, porra, entra na brincadeira e dá uma ajudinha. Eva tava alucinada, pelada na frente de cinco caras e três deles com as picas apontando pra ela não paravam de passar a mão. - Isso, usa essa boca gostosa, senão a gente vai ficar até de madrugada. Então Eva começou a chupar as picas dos três, enquanto Mario deixava a câmera com Carlos pra continuar gravando. Eva ia rodando, chupava uma, batia punheta pra duas, até que finalmente gozaram na buceta, no cabelo e na cara dela.
-Agora não se mexe e espera secar.
Enquanto Eva esperava o sêmen secar de olhos fechados pra não entrar porra nos olhos, os amigos dela aproveitaram pra tirar umas fotos de lembrança com ela. Quando secou, começaram o plano conforme o ensaio. Eva tava na loja do diretor, os dois pelados como planejado, e quando ele acordou, ela falou que tinha sido a melhor foda da vida dela. O diretor – Pois eu não lembro de nada. – Pois eu lembro, e parece que seu amigo também não – disse Eva com um tom lascivo, enquanto passava o dedinho no pau ereto do diretor. Eva pensou: a brincadeira tá saindo genial. Bom, diretor, foi um prazer, depois a gente conversa – e enquanto ia de quatro, pelada em direção à porta, sentiu um peso atrás e uma dor forte na buceta ao ser penetrada.
Não vá embora ainda, já que a gente transou, pelo menos dessa vez espero lembrar. O diretor tava comendo ela, Eva achava que a brincadeira tava saindo do controle e tentou reclamar, mas o diretor segurava a cabeça dela com força contra o colchão da barraca — não é que ela não conseguisse gritar, é que mal conseguia respirar. Por sorte pra Eva, em menos de 5 minutos o diretor gozou dentro da bucetinha dela e, quando saiu, conseguiu dizer: "Era uma brincadeira.
O quê? Que tudo não passou de uma brincadeira armada pelos caras e por mim. Quer dizer que eu fui infiel à minha esposa por causa de uma puta brincadeira? Sim. Agora cresce e volta com os responsáveis por essa brincadeirinha. Eva saiu da loja escorrendo porra da buceta, procurando os colegas, e todos foram até a loja do diretor, onde explicaram a pegadinha. — Senhores e senhorita, isso é muito sério — declarou o diretor —, pode acabar com meu casamento se isso vazar, e acho que posso processá-los por engano. A senhora, disse ele se virando para Eva, não vai escapar da cadeia, a senhora me estuprou. Essas palavras assustaram Eva, que em pouco mais de dois meses ia se casar e já via que teria que cancelar o casamento ou casar na prisão. Proponho um pacto de silêncio e, para selar isso, de modo que todos fiquemos na mesma, vamos foder a Eva e gravar, dando uma cópia da fita para cada um de nós. Se alguém abrir a boca, também se ferra, porque a fita vai vir à tona. Se não aceitarem, vou à delegacia registrar uma queixa. Aceitamos, disseram todos quase ao mesmo tempo, incluindo Eva, que viu a solução para o problema do casamento. Senhorita, proponho que fique de quatro, com a câmera na sua frente, para garantir que dê pra ver bem o rosto de todos. Como temos que fazer rápido, porque as crianças vão acordar logo, vamos alternando: um fode a buceta e, quando terminar, outro fode o cu, e assim por diante. Perfeito, Sr. Diretor. Obrigado por não me denunciar e, por favor, me perdoe pela brincadeira.
E foi assim que o cozinheiro, os quatro monitores e o diretor comeram minha namorada. Sim, o diretor também de novo, porque ele insistiu que o pacto de silêncio obrigava todo mundo a foder. Quando ainda só quatro tinham comido ela, minha pobre Eva só conseguia pensar que em poucas horas ia ter que aguentar de novo o pauzão do doutor e do enfermeiro… mas pelo menos seria a última vez.
Bom, amigos, espero as opiniões de vocês, que animam pra caralho, e se pá eu conto mais desventuras da minha pobre Eva nesses dois meses antes do casamento. Continua...
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