A garota de prática

(os nomes, profissões e outros dados pessoais possíveis foram modificados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por eu mesmo) “O que você achou?”, disse Alfonso. “O que eu ache o quê?” “Puta, a menina que está vindo fazer as práticas na empresa”, respondeu. Assim era isso. O pobre... era feio e passava o dia falando coisas sobre as mulheres, coisas como Essa eu a fodia. E essa. E essa se eu tapasse a cabeça. Um cavalheiro que não entendia por que todas lhe davam um tiro no rabo. “Bem, me parece muito bem que venha fazer as práticas”, respondi. A mim dava igual. “Ah, é que você não viu a foto, claro. Olhe”. Passou-me uma folha de papel. Era o currículo da menina em questão. Chamava-se Noelia, tinha 20 anos, estudava Administração... e era linda. Condenadamente linda. Uma beleza à primeira vista. Nada mal a menina. Mas ao trabalho vai trabalhar, então ignorei meu colega e continuei preparando a reunião do departamento. “Bom dia, vocês prestam atenção?” A chefe de Pessoal estava lá. Detrás dela, muito tímida, estava Noelia. Era ainda mais linda natural. Decidi não fazer caso desse pensamento. “Eu apresento a Noelia. Vai estar conosco seis meses de práticas”, nos informou. “Espero que vocês se portem bem com ela e que aprenda muito de todos vocês”. “Será um prazer”, disse, mas nesse momento Alfonso se pôs em pé para cumprimentar a jovem. “Encantado”, disse, em uma invasão terrível do espaço vital da pobre Noelia, avançou até lhe dar dois beijos na face. Tanto a chefe de Pessoal quanto eu olhamos com bastante desaprovação. De fato Noelia parecia um pouco coibida. “Bom, Noelia, este vai ser seu formador durante sua estância conosco”, indicou à menina e me apontou para mim. Isso pareceu irritar Alfonso mas eu não me importava. Eu assenti, pus-me de pé e lhe estendi a mão para cumprimentá-la. Avaliando bem, a jovem era todo um monumento. Não era muito alta. Seu cabelo negro e longo caía por sua espalda. Sua pele parecia um pouco pálida à luz do teto. Tinha bonitas curvas na cintura, bem Marcadas por sua camiseta apertada. Embora o que mais marcava era o tamanho das suas tetas. Eram grandes. Não um tamanho exagerado, mas grandes, grandes. Um escote além disso generoso. Mas ela parecia não se dar conta de como a avaliava e se limitou a sorrir.

Deixo-te. Não esqueças a reunião, me recordou a chefe do Departamento de Pessoal.

Descuida, respondi. Bom, Noelia, se te parece, senta-te aqui, aponte a mesa que estava ao meu lado, habitualmente vazia. Lhe dei alguns documentos onde explicava os primeiros passos para configurar seu usuário e continuei com o tema da reunião.

Passei um tempo sem escutar nada, até que de repente Noelia me perguntou algo.

Tengo uma dúvida...

Dime.

Me virei para olhar para ela. E sem saber como, eu me deparei com seu escote frente aos meus olhos. A menos de um milímetro da minha nariz estavam seus peitos. Voltei a girar imediatamente, mas ela não parecia molesta por aquele mal-entendido. Retrocedi um pouco na minha cadeira para falar com ela.

O que está acontecendo?, perguntei, algo sonrou.

Mira, quando eu põe essa tela, se aproximou um pouco mais, mostrando-me o manual, e com suas tetas perigosamente perto da minha cara.

Se de mim tivesse dependido, teria afundado a cabeça entre seus peitos, teria começado a lamber os, a tirar sua roupa... mas me controlei e expliquei como configurar o sistema de segurança para evitar que alguém acessasse com sua conta.

Desde aquele dia, meus pensamentos lascivos aumentaram. Noelia chegava todos os dias à oficina cedo, com seu calção jeans (que tapava seu gostoso cu) e camisetas que não disimulavam o tamanho de suas tetas. Uma vez a vi recolhendo papéis da sala de reuniões, e fantasiei com fechar essa porta e tomar-la enquanto ela me suplicava por mais sexo.

Talvez a fantasia não fosse tão puramente física. Noelia era uma pessoa boa, doce, amável... mas antes de tudo era uma estudante recém-entrada na maioridade que acabara de terminar seus estudos e o que menos Necesitava que o seu responsável a importunasse. Para isso estava o pesado de Alfonso.

Ainda assim, Noelia costumava ir atrás de mim na oficina e costumava descer para comer à hora que eu. E isso me fez pensar que talvez fosse melhor sincerar-me. Não com a ideia de que saltasse aos meus braços presa do desejo, mas para pedir-lhe pelo menos que se despegasse um pouco de mim. Por minha saúde mental.

Assim, um viernes, quando saíamos à hora de comer, disse-lhe que queria falar com ela. Ela aceitou... mas não devia ter entendido muito bem quando me levou ao bar da frente da oficina para tomar um refresco com um bocadinho.

Noelia... não me referia a isso, disse, algo cohibido. E não faz falta que pagues..., adicionei quando vi sacar a carteira e pagar.

No sei tu, mas eu tenho fome, se espero até chegar em casa às quatro e meia não como, disse enquanto tomava um dos pratos com um bocadinho e foi para a única mesa que restava livre. Eu segui com meu bocadinho e duas latas de bebida.

Bem, aproveite-se, disse-lhe, e comecei a comer.

O que me tinhas que dizer? Parecias nervoso antes, comentou-me. Me olhou diretamente nos olhos. Tinha uns lindos olhos azuis.

Fiquei um minuto calado. A verdade era mais fácil pensar do que dizer. Podia interpretar qualquer coisa. Ela se limitava a me mirar e sorrir. Joder.

A ver, Noelia, eu..., comecei. Lo siento.

O que você sente? O quê?, perguntou sem entender.

E... tive algum pensamento sobre ti. Nada profissional, é dizer... eres uma garota muito atraente. Estás ao meu lado todo o dia, me segues pela oficina, e não pude evitar fixar-me.

Noelia não disse nada. Continuava me mirando.

Não pense em nada estranho. Estás a salvo. Basta que tenhas Alfonso tentando seduzir-te todo o dia... só queria saber se não te importa que mantenhamos um pouco de distância.

Se for assim, não passa nada, assegurou ela. Agradeço sua sinceridade. Embora me pareça um pouco ofensivo que apenas me vejas atraente...

Joder, não. Tu tens muitas qualidades. Eres uma das pessoas mais competentes que estão na oficina, e uma pessoa realmente agradável.

Eso me agrada mais. E não te preocupes, que não me vais a espantar. Não me pareces um porco, me disse. Sinto se te he posto nervioso... normalmente sempre hei sido assim.

Não tem nada de malo, lhe assegurei. Suponho que o seu namorado estará bêbado de que te passem essas coisas, deixei cair enquanto lhe dava um trago à minha latinha.

Novo? Não, tenho medo que não.

Oh. A tua noiva?

Quando dizia Eu tenho medo que nãoÉ porque não tenho namorado, mas isso não implica automaticamente que eu tenha namorada. Estou solteira.

Percy, não quis ofender-te.

Não passa nada.VocêNão foste um porco. Mas quando saio para beber alguma noite de fim de semana... Ah, sim!Bela, vem aqui que eu vou comer você toda, que simQuem estaria calças para estar em sua concha?Pelo isso não quis me juntar com ninguém. E só os que se limitam a dizer. Que alguém toca.

Joder.

Sim, e eu também lhe toco. A cara toda com a palma da mão.

Rimos. Estava bem de conversar. Nos despedimos após comer, e eu fui para o carro. Iria passar o fim de semana no povo.

Mas creio que nossa conversa não serviu de muito. A partir do próximo lunes seguinte notei Noelia mais próxima de mim. Tocava a minha mão quando me pedia algum favor, se jogava um pouco para frente mostrando seu escote sem pudor...

Aqui temos um provérbio que diz onde guardes a panela não metas o pinto. Creio que do outro lado do charco dizes não comes no lugar onde cagas. Em qualquer caso, o significado é o mesmo: não mantenhas relações com alguém de seu ambiente de trabalho. E Noelia se estava aproximando demais de mim. Devia impedi-la. Mas em meu fuero interno não queria fazer isso. Queria quebrar todo protocolo social, comer-lhe a boca... e se me aceitasse, passar para o próximo nível.

Voltava a ser viernes à tarde. Estávamos prestes a sair. E Noelia havia pedido que eu voltasse a conversar. Mas sob a desculpa de ter que fazer xerox, fiquei na sala onde guardávamos a máquina para não fazer barulho na oficina. Calculei que ao menos meia hora estando ali me permitiria ir-me para casa diretamente. Assim que me fiz estar na luz tenue da sala, fazendo tempo.

Você é muito mau por rejeitar uma convidação, susurrou uma voz no ouvido, e dei um pulo. Noelia estava na sala.

O que você está fazendo?, perguntei. Estava contra a parede... e ela se aproximava perigosamente de mim.

Estava esperando por você. Não tinhas que usar a máquina?, indagou. Apartei o olhar. Sim, havia soltado uma merda de desculpa. Se não quiser comer comigo me diga, mas não me venha com mentiras.

A porta estava fechada. Noelia frente a mim. E atrás dela, uma mesa. Não pude conter-me. Pus minha boca na sua, beijei-a com vontade enquanto tomava... Sus coxas. Avancei, fazendo-a retroceder até a mesa. Subi-a segurando-a pelas nádegas e sentei-a sobre o móvel, apertando meu púbis ao seu báculo. Pensava que não iam dar o passo..., disse ela com uma sonrisa quando a liberei. Aunque não esperava que o desse num local tão arriscado como este... O que dizes? Terias que estar zangada... Pensei no que me disseste o sábado passado... e eu também vi qualidades boas em ti... gosto de como és comigo... e me põe cachonda saber que desperto isso em ti... Não pôde falar mais porque volti a beijá-la. Nesse momento senti certa pressão na entrepierna. Minha ereção lutava por sair do calção, algo complicado tendo o cinto posto. Ela parecia ter se dado conta já que movia as coxas com a intenção de me excitarem. Que má! Iria ter que castigá-la. Podemos ir comer... e rematar isso mais tarde, disse-lhe. Definitivamente, embora a oficina fosse emocionante, preferia que não nos pegassem fazendo alguma coisa.Vou ir comer o pija.Me susurraste: 'Tenho fome de ti... quero que me folles de uma maldita vez...' 'Vamos'. Apanhei-a da mão e descemos diretamente ao garagem da empresa. Tivemos cuidado durante a descida, assim como na pequena caminhada que nos levava até meu carro. Havia câmeras de segurança que poderiam fazer-nos perder o posto de trabalho. Noelia pôs o cinto e eu fiz o mesmo. 'Tenho muitíssimas ganas de ti... por favor, não jogues comigo enquanto conduzo', pedi-lhe enquanto ligava o motor. 'Serei boa', prometeu. 'Já serei má mais tarde'. Fiz grandes esforços para me concentrar na condução. Por sorte eu ia por uma rota pouco transitada, e não passaram mais de dez minutos até que cheguei à minha rua. Milagrosamente, havia vaga justo na porta. Aparquei, não muito bem, e desembarcamos. Por sorte, moro em um andar térreo. Deixei-a entrar, fechei a porta atrás de mim e voltei a apoderar-me dela. Minhas mãos se agarraram às suas nádegas enquanto nos beijávamos. Pus uma mão na sua cabeça, por medo de que se chocasse contra alguma parede enquanto ia para trás da minha habitação guiada por mim. O sabor dos seus lábios me encantou. Por fim chegamos ao meu quarto, e caí sobre ela em meu colchão. E por fim pude fazê-lo. Puxei sua camiseta para tirá-la. Fiquei um segundo admirando seu escote antes de começar a lambê-lo. Minhas mãos não acertavam com o fechamento do seu sutiã, mas ela amavelmente o abriu para mim. Toquei, lamei, chupé, suguei cada poro daquelas tetas. Creio que me perguntou se eu gostava tanto, mas estava muito ocupado com a boca para atender aos meus ouvidos. Enquanto meus lábios e minha língua faziam seu trabalho, minhas mãos se ocuparam do resto dela, acariciando todo o seu corpo, e lentamente, afastando aquele calção de vaqueiro que nos iria molestar. Puxei a goma da sua thong para baixo e ela estava diante de mim. Reclinada sobre minha cama, apoiada em suas mãos, com as pernas separadas, exposta sua pussy para mim. Ainda doía na entreperna. Devia liberar minha ereção agora. Espera... eu sei jogar isso, disse ela, e voltou a me beijar enquanto se ocupava em desabotoar minha camisa primeiro. Massajeou rapidamente meu corpo antes de chegar ao calção, que caiu com certa brusquidade. Tirou o boxers, sim, muito suavemente, como se temesse fazer mal no pênis.

Nãoelia..., eu disse. Queria gozar já mesmo, mas... Te prometi uma coisa, disse ela com sua voz mais suave. Disfruta

E começou a me chupar. Foi muito delicada no início. Só no início. Meu pênis foi estimulado enquanto suas mãos acariciavam o resto de minha ereção. Com seus dedos mindinhos, acariciava minhas bolas. Mas logo se atreveu a engolir todo meu rabo, não rápido o suficiente para causar-lhe arcadas, mas garantindo que tivesse cada centímetro de minha ereção na boca.

Acariciei seus cabelos enquanto ela se dedicava a me chupar. Saiu um momento e recorreu todo o tronco até baixo. Tratou minhas bolas com cuidado e profissionalismo que me deixava claro que não era sua primeira vez fazendo isso. Meu pênis estava apoiado no resto de sua cabeça enquanto tratava minhas pelotas... e houve um momento em que foi um passo mais além. Sua língua alcançou meu ânus. Eu não estava preparado para aquilo, me tremiam as pernas, mas Nãoelia voltou ao ponto inicial.

Sujeitei suas tetas enquanto ela me chupava, então se ofereceu para fazer outra coisa. Deitada na cama, apoiei meu pau entre seus peitos e os usei para masturbar-me. Ela pôs suas mãos sobre as minhas e usou sua língua para lamber-me o glande tanto quanto podia. Joguei com seus mamilos, provocando sérios gemidos, antes de correr por primeira vez. Observei horrorizado como deixei seus peitos, seu pescoço e seus lábios manchados com meu sêmen.

Espero que isso não seja tudo o que vamos fazer, disse ela de repente, levantando uma perna. Há algo que me apetece muito...

Não te molesta...?

Não. Gosto fazer essas coisas... com quem eu... Quero. E quero contigo. Agora fóllame... por favor... estou bêbada...

Me movi para pôr-me entre suas pernas, e contemplei que era verdadeiro. Sua pussy estava completamente molhada. Ela se excitava com esses jogos. Não ia fazer esperar uma senhorita. Com cuidado, pus-me entre suas pernas, e me a meti. Ela gemeu.

Mais rápido... não sou uma boneca delicada... , pediu-me. Quero sexo duro. Quero que me folles forte.

Poucas vezes havia tido a oportunidade de fazer algo assim, mas seria muito tolo desperdiçar. Assim, passei uma de suas pernas por cima da minha, a tumei de lado, e comecei a follar-la com todas as minhas vontades. Minhas cadeiras se moviam sozinhas. Minha mão se pôs sobre sua teta, acariciando-a, enquanto a outra mão segurava sua cintura e me servia de apoio para seguir com minhas investidas.

Joder... segue... , suspirou. Que delicioso... mmmmmmm... eu gostaaaaah, eu gostaaaaah.

Gime... dize que você quer mais, ordenei-lhe.

Sim, quero mais... quero que me des mais...

E nesse momento, levantei a mão com que segurava sua cintura e dei um sonoro azote. Ela gritou. Talvez eu havia passado o limite.

Sim, papi... dê, castigue-me...

Você vai ser má novamente?, perguntei, e voltei a azotá-la. Minhas investidas não cessavam.

Não... serei boa... mas mereço um castigo..., gemeu.

Azotei-a várias vezes mais enquanto continuava a follar com ela. Parei em certo momento quando, perto do meu orgasmo, mudei de posição. Pus-la de bruços, ergui as pernas e me a follei segurando suas cadeiras até que eu me corrí, enquanto ela gritava Vou cum... mi love, acabo...

Você me chamou 'Meu amorMe disse enquanto a acomodava entre meus braços. 'Isso é um problema?', perguntou-me. 'Claro que não... embora seja melhor que não sejam informados na oficina', disse-lhe. 'Isso não é um problema... só quero que continuemos fazendo isso'. Aceptei sem hesitar. Ela trazia um mês na oficina... dentro de cinco meses ela estaria fora da empresa. ¿Valia a pena esperar cinco meses sem fazer nada para permitir que se apagasse a chispa? Não. O melhor seria manter a relação em segredo. Dois colegas na oficina... e dois amantes no colchão.MOS MEUS OUTROS RELATOSPassem, vejam e desfrutem-nos 😃Férias com meus primosFimCapítulo 1,Capítulo 2,Capítulo 3,Capítulo 4,Capítulo 5,Capítulo 6,Capítulo 7,Capítulo 8,Capítulo 9,Capítulo 10, Capítulo 11,Capítulo 12,Capítulo 13,Capítulo 14,Capítulo 15,Capítulo 16,Capítulo 17,Capítulo 18,Nonagésimo nono aniversário com minhas primas

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