Quando a vida te sorri.

Fala aí, pessoal!"
Essa é minha primeira história, aconteceu há 4 anos, em 2015.

Por motivos óbvios, vou omitir nossos nomes e só usar a primeira letra.
Essa história é 100% real, nada exagerado.

**Descrição dos protagonistas:**

**E.**
Uma mulher de 37 anos, casada, com 3 filhos. Em 2015, agora tem 41.
Usa óculos.
Cabelo preto e comprido.
1,70m de altura.
Pele clara.
Bunda bonita, muito bonita, pra ser sincero.
E o mais sexy: aquela boca que parece desenhada à mão.

**J.**
Um cara normal, nada de outro mundo.
1,75m de altura.
Pele clara.
Cabelo preto.
Barba rala.
Um pau de 15cm.
O que mais se destaca em mim é que sempre ando apresentável e sou prestativo.
Em 2015, 28 anos; agora, 32.

**Começo**
Sou natural de Honduras e, como disse, sou um cara normal, nada demais. Na época, trabalhava num mercadinho noturno, horário das 17h às 22h.

Tinha uma vizinha que me chamava muita atenção. Não sei se vocês já tiveram aquela sensação de ver uma mulher meio desleixada e pensar: "aqui tem potencial", e saber o que tem por baixo dessa falta de cuidado.

Com a E, a gente só trocava cumprimentos tipo "Oi", "Bom dia", "Boa noite", etc. Eu sempre dava uma olhada quando via ela, ficava fascinado pela boca dela, e com aqueles óculos e o cabelo liso, ela ficava muito gostosa.

Tudo começou numa sexta à tarde, quando ela ia jogar o lixo fora — já que o marido inútil dela não fazia nem isso. Eu vi que ela não tava conseguindo, e eu vinha de jogar bola. Rapidamente me ofereci pra ajudar com os sacos e, de quebra, puxar assunto. Ela mora a duas quadras da minha casa, e aquele lixeiro era pra colônia inteira.

**J:** "Vizinha, ajudo a senhora?"
**E:** "Oi, sim, muito obrigada."

**J:** "Prazer, me chamo J."
**E:** "O prazer é meu, E."

Tudo tranquilo até aí. Passaram-se três dias e encontrei ela no ponto de ônibus. Eu tava indo pro centro, e ela pra escola dos filhos. Aproveitei no bus pra puxar conversa sobre futebol, a seleção, política e a situação econômica do país.

Como ela descia antes, falei: "Eu pago a passagem."
Ela: "Muito obrigada, não precisa. Respondo.
J: E aí, me dava o número de telefone se quiser, aí ela disse NÃO e eu fiquei bolado.
E: E ela me disse não dar, mas anotar pra mim — aí meus olhos brilharam como nunca. Anotei numa fatura que tava comigo.

Três dias depois, mandei mensagem no WhatsApp.
J: Oi E, sou J, beleza?
E: Muito prazer, vizinho, como cê tá?

Passaram três meses de mensagens normais até que a vida começou a sorrir.
E: Oi, sumido, beleza? Já não lembra mais de mim, né?
J: Oi, Princesa dos meus sonhos, não é que eu tava ocupado? Como cê tá!
E: Pra começar, não sou princesa, sou uma Rainha. Com emojis de risada.
Mais mensagens e tudo até que?
E: Vizinho, cê conhece alguém que pinta casa? É que quero pintar o quarto da menina, a sala e o banheiro?
J: Falta de confiança, E, eu mesmo posso fazer?
E: É que a tinta tá aqui e tudo, mas o xxxxx (marido) não pode e nunca tem tempo. Essa tinta já tem dois meses parada.
J: Me diz que dia cê pode que eu vou, já que trabalho de noite.
E: Sábado cê vem? O marido ia com os meninos pra cidade dos avós. Dá?
J: Claro, só me diz a hora?
E: Cê fala, porque eu acordo às 6 da manhã.
J: 8h eu tô aí.
Isso tudo era terça e minha cabeça tava explodindo de saber que ia ver ela na casa.
Bati uma punheta pensando que ia pro quarto dela ver a calcinha e o que mais pudesse achar.
Sexta à noite.
E: J, cê podia vir mais tarde, é que tenho que sair pra fazer umas compras no mercado.
J: Posso chegar tipo 10h30?
Sábado
J: 10h20 eu mandei mensagem: posso ir já, vizinha?
E: Pode, vem, já voltei!
Cheguei em seis minutos, tava nervoso, levei roupa extra pra usar porque tinta mancha.
Mandei mensagem.
J: Tô aqui fora.
E: Já vou.
Ela abriu o portão e eu não podia acreditar, uauuuu, ali estava ela? Vestida assim:
Um shortinho bem colado e curto, daqueles de dormir, parecido com os que as tenistas usam, verde. Que pernas lindas, falei, e aquela bundinha como se destacava. Uma Camiseta regata branca e que peitos kkk. Falei: sabia que tava guardando isso debaixo dessa roupa sem vergonha.
Ela me cumprimentou, me deu um beijo na bochecha e falou: entra. Desculpa, é que acabei de chegar e tava com calor. Me ofereceu água.
Falei: tá bom. Ela trouxe, eu tomei e falei: me mostra os lugares pra pintar. Deixei ela passar na frente e minha cabeça explodiu — que rabo gostoso, duro e sei que tava de fio dental, a desgraçada.
Ela falou: tem o banheiro, aqui o quarto da menina e a sala. Onde eu já tinha estado.
Me levou até onde tava a tinta, eu revisei e tava tudo certo. Falei que ia começar pelo banheiro. Preparei tudo e comecei. Não tinha nada, na real. Só fio de cabelo e uns frascos de shampoo vazios.
Depois falei que ia pro quarto da menina — e aí começou a parte boa. Tinha que mexer nas coisas?
Eu conseguia sozinho, mas ela perguntou se precisava de ajuda. Falei que sim, só pra zuar...!!!
Ela ajudou a mover as coisas, mas eu sempre dava um jeito de colocá-la em poses mais ousadas pra ficar de olho. Ela ajudou a mover um guarda-roupa e eu vi os peitos grandes e brancos dela. Peitos de uma mulher de verdade. O cheiro do shampoo no cabelo dela vinha até mim, junto com o splash que ela tava usando. Só pensava: que delícia.
Consegui ver ela melhor de perto. Reparei nos dentes dela — muito bonitos, por sinal — e vi que tinha umas manchinhas no rosto.
Ela ajudou e eu falei: já deu. Ela disse: qualquer coisa me avisa, vou ficar na sala. Terminei e fui pra sala. Lá estava ela, vendo TV, deitada no sofá. Só via aquelas pernas lindas e os peitões dela.
Falei: aqui vou eu, "Rainha dos Meus Sonhos". Ela ficou tipo: WTF? E eu me senti um idiota.
E ela fala: rápido, hein? Falei: é, esse trampo é mamão com açúcar. Ela sorriu. "Nem tanto, porque meu marido nunca quis fazer."
Só falei: quando tem vontade, a gente faz, né?
"Pois é", ela falou, se levantou e disse: vou comprar algo pro almoço. Falei: tá bom? Mas ela disse: vou me trocar, porque não posso ir assim. Falei: você é uma lindeza de mulher, qualquer homem seria feliz de ter você, né? Mudei e fui embora, eu mexi na mobília, e quando voltei já estava quase terminando a primeira demão de tinta.
Almoçamos e, como tava um clima, comemos um de frente pro outro e eu não tirava os olhos dela, cada movimento que ela fazia. Olhar as pernas dela e a barriguinha, os peitos dela, valeu mais que eu tinha colocado um travesseiro pra não aparecer a vara de pau que eu tava.
Almoçamos e ficamos de bobeira pra depois continuar.

Aí fez o clique tudo.
Falamos de tudo um pouco, mas depois entramos em assuntos pessoais dela, onde foi a primeira vez que ela me contou coisas bem íntimas. Tipo que aquele maridinho era um inútil, nunca tinha chupado a buceta dela, que gostava que ela chupasse o pau dele e depois dormia. Que ela adorava beber desde sexta-feira, por isso parecia um porco do mato. Eu não acreditava. Ela parecia triste, E.

Aí falei que ela era uma mulher lindíssima, me soltei e tudo. Falei que sempre me chamou a atenção, mas que parecia maltratada. E ela riu, disse: "É que aqui não é qualquer um que fala por falar merda, não." Falei: "Que pernas lindas a senhora tem", e ela disse: "Obrigada, antes jogava basquete e nadava."

Depois disso, cortou a conversa.
E eu falei: "Vou continuar." "Tá bom", ela disse, mas notei que o olhar dela mudou, era algo diferente, ela sorriu pra mim, não como antes.

Terminei e depois descansei na cozinha, lavei os pincéis e rolos pra não deixar nada sujo.
Falamos um pouco mais, já que era tarde, e brincando falei: "Sou um pouco mais alto que a senhora." E ela disse: "Vamos ver, rapaz." E nos medimos, hahaha, de lado e eu roçava nela com a mão e ela só ria.
Depois a mãe dela falou que ia chegar.

Nos despedimos e ela perguntou quanto eu devia, e eu falei: "Um beijo seu não cairia mal." E ela ficou vermelha.
"Safado", ela disse. Falei: "Tá bom, são 400 lps, quase 20 dólares."
Ela me deu um abraço e eu nunca tinha abraçado ela, e que delícia, acariciei o cabelo dela e falei que quando precisasse de mim, eu tava lá. Que não tivesse vergonha. Que era uma mulher linda e grande. E ela me apertava mais. Senti os peitos dela duros. sobre meu peito e me disse: "ali a gente conversa outro dia...!!!"

Um mês depois.
Ela me ligou 6 vezes, tipo 9h, eu tava voltando de nadar na Vila Olímpica.
Me assustei, falei: "que que foi? precisa de algo?"
Ela ligou de novo e atendi na hora.
E: "cadê você?"
J: "Vila Olímpica, por quê?"
E: "posso te ver."
J: "claro, com todo prazer, onde te vejo?"
E: "pode ser no centro."
J: "sim"
E: "daqui 30 minutos, na Curacao a gente se vê, ok?"
J: "sim, linda" falei.
E: só uns emojis felizes.
Chegamos e ela me pergunta: "tá com tempo?" "todo tempo que quiser."
"Vamos pra um lugar conversar, que tô mal."
Fomos pro lado do Parque Naciones Unidas.
Passei no caixa eletrônico e tirei 1.200 varas, uns 65 dólares, por via das dúvidas, pensei.
Fomos e chegamos, sentamos nos mirantes.
Lá ela começou a chorar e me disse que o marido gostava de cheirar pó, por isso vivia sem grana.
Que uns caras tinham chegado cobrando e ele ficou nervoso, disse que ia pagar naquela semana.
Que chegaram na casa e ela viu tudo, e o cara tinha xingado ela.
Agora ela sabia por que aquele otário vivia duro e falava que era por causa do crack.
De tanto chorar, peguei na mão dela, apertei e puxei ela pra perto de mim. Falei que ela valia muito, que era uma mulher foda, dei um beijo na cabeça dela. E falei: "calma, love!"
Depois ela se acalmou e ficou me olhando nos olhos, e eu falei: "vamos dar um rolê pelo parque, Mulher Bonita."
Ela só riu e começamos a andar e conversar, e perguntei se ela lembrava de quando fui pintar.
Ela disse: "sim, e por quê?"
Falei: "gostei de como você tava vestida, Minha Rainha Única." E ela disse: "notei, e o que você gostou mais em mim?"
J: "sem ficar brava, posso falar?"
E: "pode"
J: "sua bunda, que parece grande e dura" e ela: "como sabe que é dura?" "porque dá pra ver."
E: "que lindo e direto. e só gosta disso?"
J: "não, suas pernas torneadas e seus peitos de mulher de verdade? e principalmente essa boca que você tem é Única."
E: "tudo isso que você fala, e o idiota do meu marido nem me olha?"
J: "como assim?"
E: "a gente nem transa mais."
J: Huuuuy sério, amor. E sendo tão gostosa. Se me deixasse ficar com você? Ia ver como te desejei?
Aí chegamos no Cristo do Picacho.
E ela tirou fotos e tudo, e eu falei: que mulher linda que você é. Não pode passar despercebida.
Ela: me promete uma coisa, se acontecer algo, você fica calado.
Eu: você sabe que eu só cumprimento as pessoas. Nada além disso.
Fomos pra uma imitação de ruínas maias e lá ela disse: aqui tá bom. Tava com meu pau explodindo.
Ela: uuuuy garoto, viu ela e apalpou. Que gostosaaa, se sente, né? Safado, tá doido, vai?
Eu: você me deixa assim, meu amor.
E começamos a nos pegar loucamente, comi aqueles lábios como nunca, estavam durinhos e bem definidos. Meti a língua e ela correspondeu, me agarrava pelo pescoço e falava: é
Nosso segredo, vai! Sim, meu amorzinho, só nosso. E eu colocava as mãos dela pra pegar no pau. E ela apertava. E eu por cima tocava aqueles peitos, abraçava ela forte e dizia: que gostoso, cheira doce, pura mulher. E ela falava: que lindo, meu garotinho.
Depois olhei se não vinha ninguém, e falei: espera, e tirei o pau pra fora. E ela: loucooo, vão nos ver.
E eu falo: e nem toca. E ela: desculpa, coração. E sentir a mão dela no meu pau foi uma delícia, ela começou a bater uma e falava: como ele tá? Bem durinho e quentinho. É por sua causa, meu amor.
Aí falei: e eu posso tocar, ahhh?
Ela: e onde você quer, meu garotinho? Já sabe, bebê, na sua bundona. E levantou, virou de costas, desabotoou a calça. E abaixou um pouco, e olhamos pra todos os lados. E ali estava o que nunca pensei que fosse ter.
Ela tava de calcinha rendada branca. E o que fiz foi pegar com as duas mãos e apertar.
Beijei, cheirei, ahhh que delícia, aquela mulher soltava feromônios que me deixavam louco.
E quis puxar a calcinha pra baixo. Ela não deixou, mas olhamos de novo e vimos que não vinha ninguém.
E ela deixou, e o que fiz foi passar a língua toda no rego daquela bundona. XD que delícia, salgadinho porque tinha suado.
E aí vimos um guarda de longe. Ela se assustou e disse: "Vamos embora agora".
Eu aceitei, fomos comer nas barracas e depois cada um foi pra sua casa.
Ela me agradeceu por ter ouvido ela, e eu disse: "Tá aí, se precisar de algo, é só falar".
"Que lindo você é comigo."
"Você me faz ser assim?"
E: "Me peça o que quiser?" ela disse.
J: "2,5 milhões de lps kkkkk mentira, poder te ter pelo menos uma vez e realizar umas fantasias com você, BEBÊ."
E: "Quais são?"
J: "Te comer de quatro, lamber essa barriguinha, chupar esses peitos, dar um massagem gostosa no corpo todo e tomar umas birita pra ficar loucos."
E: "Loquinho e safado." Ela riu. "Hoje vou te mandar algo, mas não me pergunta, por favor, só espera."
J: "Como você quiser, minha linda." E dei um beijo na testa dela.
A gente levantou e foi cada um pra sua casa.
Umas 22h.
E: "Aí vão, love, boa noite por esse dia tão lindo, descanse...!!! Não me responde."
J: Duas fotos: uma de fio dental mostrando aquela bunda linda e outra de pé de calcinha.
Bati três punhetas bem feitas e dormi.

Fim.

15 dias depois, entre mensagens lindas e tudo, ela me chamou pra ir numa balada com uma prima.
Já que o marido tava em San Pedro Sula e ela teria tempo.
Na hora eu topei.

Chegou o dia, era um sábado. Eu tava todo arrumado e ela, uffff, tava feita uma Deusa do Olimpo.
Vestido preto justo, que destacava aquela bunda e os peitos, brincos, pulseira e corrente de prata, com um relógio prateado. Maquiagem bem discreta, batom vermelho paixão e uma raba de cavalo. Não colocou os óculos, pena.

Combinamos de nos ver às 22h, ela ia me esperar com a prima. Eu pedi pra sair às 21h. Chegamos no Blvd Morazán, no Patio Cervecero. Bebemos nós três, e depois de um tempo chegou um cara de carro pra ver a prima. E aí, mais duas cubetas e fomos pra Casa Latina. Bebemos uns tequilas e lá tocaram reggaeton, a gente dançou bem colado. Eu dizia que desejava ela, que linda ela tava, que era um tesão pra qualquer um. Ela rebolava e colocava aquela bundona, e eu segurava. Ela só ria, e a gente foi beber mais e, disfarçadamente, Eu apalpava ela e uns velhos tavam me olhando e só riam.
A gente continuava bebendo e já mais bêbados, cagando pra tudo, e começamos a rebolar na pista, e a prima toda feliz com o outro cara do carrinho.
Cada vez a gente se soltava mais, e depois eu acompanhei ela no banheiro e fiquei do lado de fora, e ela me chamou depois de um tempo.
"J", e eu fiquei na frente da entrada, e ela falou "olha, love". E mostrou os peitos.
Nisso, um velho dos que tava olhando a gente me viu e disse: "cê é foda, mermão".
Já eram 2h da manhã e a balada tava fechando, aí a gente foi embora, paramos num Circle K e compramos mais cerveja, porque íamos dormir na casa da prima. Eu e ela íamos atrás, brindando pra gente e tal, e passando a mão nas pernas e nos peitos dela. E a prima na frente com aquele filho da puta, fazendo as coisas deles.
Chegamos num apartamento maneiro, e o outro cara, sem perder tempo, foi com a prima pro quarto e se trancou. E a gente ficou na sala tomando as últimas duas cervejas. Coloquei música no celular e dançamos um pouco, e ali, sem vergonha nenhuma, beijei ela do pescoço, segurei as mãos dela, esfreguei meu pau na bunda dela, e falei que era um prazer pra mim estar perto de uma mulher daquela. Ela virou e a gente se beijou igual louco, de língua e tudo. E ela me parou e fomos pro quarto ouvir: o cara e a prima tavam transando.
Falei "agora é a nossa vez", meu coração batia a mil, e comecei a desabotoar o vestido dela. A desgraçada não tava de calcinha nem sutiã.
Fiquei doido e ela só riu, "cê gostou, meu love?", e eu falei "sim" e virei ela. Aquela bunda grande e dura, aquela buceta raspadinha, e aqueles peitos duros e escuros.
Coloquei ela de frente pra pia, inclinei ela e lambi as costas todas, até chegar na bundinha. Ali, com as duas mãos, abri o cu dela, que tava bem fechadinho, muito lindo, rosadinho, e fiquei feroz e comecei a percorrer com a ponta da língua toda a bunda dela, e abria mais até enfiar a ponta da língua bem no cu dela — era a primeira vez que eu fazia isso. E tinha um gosto amargo e salgado, mas delicioso, ainda mais com o cheiro do perfume que ela usava. Ela só gemia e me dizia que ninguém nunca tinha feito aquilo com ela. Continuei provocando o cu dela com a língua, enquanto com a outra mão comecei a acariciar a buceta dela, que já tava toda quente. Ali mesmo, abri ela com dois dedos e com o dedo do meio comecei a forçar a entrada, e ela cedeu, suspirou e começou a rebolar. Eu continuei provocando aquele cu. Depois, num piscar de olhos, tirei a roupa. Virei ela pra chupar aquela buceta. Subi ela na pia da cozinha e abri aquela buceta linda, parecia pouco usada. E que cheiro de mulher, aquele cheiro característico de mulher no cio. Ela segurava os peitos e apertou minha cabeça contra a buceta dela. Eu continuei passando a língua de cima pra baixo em toda a buceta dela. Depois subi de repente pra chupar os peitos dela, que estavam inchados, e mordia e apertava eles. Sabia que ela ia gozar logo porque começou a ficar tensa, já que eu tinha metido dois dedos na buceta dela. Então ela me abraçou e respirou fundo. Eu apertei ela mais e enfiei mais dedos. Depois ela ficou quieta, e eu com o pau bem duro, vermelho e babando. Falei: "Vamos pra sala" e levei ela pela mão. Disse: "Fica de quatro, meu amor". Ela me beijou e mordeu meus lábios. E disse: "Confio em você". Se colocou de quatro e eu fiquei atrás dela, coloquei meu pau inchado ao máximo e meti de uma vez. Ela se jogou pra frente e disse: "Aiiii" e começou a rebolar. Como ela mexia aquela cintura e apertava meu pau! Eu me agarrava naquela cintura e dava tapas na bunda dela, e ela dizia: "Que gostoso, meu amor!" Tirei de repente e comecei a passar o pau todo na racha da bunda dela, colocando a cabeça naquele cuzinho fechado. Falei: "Abre as nádegas". Ela abriu e comecei a lamber de novo, tava mais salgadinho, e comecei a fazer círculos no esfíncter dela. Consegui enfiar um dedo e senti como aquele cu apertava, socava. Depois fiz mais pressão e foi cedendo. Com a outra mão agarrei os peitos dela e apertava, e mordia as costas dela. Ela dizia: "Agora ou nunca, J. Se vai meter, mete logo". Imediatamente levei meu pau até o cu dela, coloquei e falei: Abracei ela mais, love. E ela fez isso, e eu comecei, e ela disse "espera" e respirou fundo, e com a cabeça ela acenou pra eu continuar. Duas estocadas e ficou presa, eu tava com ela toda enfiada até o talo. Fiquei parado e ela tava ofegante. E eu falei: "Meu amor, você é a melhor coisa que já aconteceu". Passaram três minutos e eu comecei a cuspir e cuspir no cu dela e no meu pau pra começar a mexer. Ela não dizia nada, mas depois começou a rebolar, e só suava e falava "vai fundo". E eu já sabia que não ia aguentar mais, e continuei metendo nela e dava tapas na bunda, e ela se mexia tipo liquidificador. Mas não aguentei mais e falei "vou gozar, BEBÊ", e ela disse "vou gozar, coração". Nunca tinha sentido aquela pressão no meu pau, saíram cinco jatos bem disparados, e eu senti aquele cu apertando minha rola. Tava deixando todo meu esperma nos intestinos dela, apertei com tanta força. E ela se virou e falou "maluco lindo!" Deixei assim até sair sozinho, ela foi correndo pro banheiro. E eu lavei minha rola ali mesmo com sabão de lavar louça...!!!

Daí um tempo ela saiu rindo e a gente deitou no sofá e conversou um pouco. Eu segurei ela no meu peito e ela ficou passando a mão, e eu nas pernas, costas e cabelo dela. Depois a prima apareceu e falou "ahá, safadinhos...!!!" e foi pro banheiro, e depois o macho dela. A gente se despediu e pedi um cobertor pra dormir no sofá.

Ela deu e a gente dormiu. Acordamos às 8h e ela foi no banheiro fazer as necessidades dela, e eu levantei pra mijar no quintal. E lavei a boca com pasta de dente. Daí um pouco ela fala "me arruma uma toalha, Coração". Arrumei e falei "tem espaço aí, Meu Céu", ela riu e disse "pode entrar". Vi ela linda, as cicatrizes de guerra por causa dos 3 filhos, as estrias tão imperfeitas e perfeitas. Uma mulher de verdade mesmo.

Aí ela falou "love, vamos tomar banho rápido porque tenho que buscar meus filhos", e eu falei "tá bom". Entramos no chuveiro e começamos a nos ensaboar, e ela ensaboava minha pomba que já tava dura e passava a mão nas minhas bolas, e eu ensaboava a buceta e os peitos dela. Depois a gente se enxaguou e eu falei: "Nem chupa minha rola, amor", e ela respondeu: "Nem gozo na sua coisinha, meu céu". Ela se abaixou e começou a chupar minha pica, e ficava acariciando minhas bolas, que delícia, com aquela linguinha. Depois ela se levantou, virou de costas e falou: "Já sabe". Eu inclinei ela, ela apoiou as mãos na parede, e eu só abri um pouquinho a torneira, caiu uma aguinha e comecei a penetrar ela. Tava meio apertada, e que delícia, sentia tudo socado, e comecei um mete-saca forte. Ela começou a rebolar aquela cintura, fazia o movimento de recuar e eu metia mais forte. Já começava o plop, plop, plop, e eu acelerava, e ela apertava os peitos mais forte, e eu lambia as costas dela e puxava o cabelo. Aí ela virou e pediu: "Me carrega, por favor". Ela montou em mim de pé, e fiquei uns 5 minutos assim, penetrando ela e chupando os peitos dela, até que ela me apertou com toda força e tremeu. Eu ainda continuei até que falei: "Vou gozar", e saíram três jorros de leite, mas bem fortes. A gente ficou um tempão assim, depois se enxaguou.
Vestimos a roupa e cada um foi pra sua casa...!!!

Tivemos mais cinco encontros...!!!

Depois ela se separou e foi pro Canadá com os filhos. A última notícia que tive é que ela tava morando com um colombiano.

Dedicado àquela grande Mulher.
Quando a Vida te dá, simplesmente te dá...!!!

Valeu por ler esse relato, aceito críticas e tudo.Quando a vida te sorri.Assim era o short que eu tava usando naquele dia que fui pintar.Quando a vida te sorri.E fisicamente é assim que ela é de rosto, não igual, mas parecida.
Não posto fotos porque isso foi há 4 anos!

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