As bundas da mamãe são minhas pra sempre

Olá, seguidores. Sei que não escrevo com frequência, embora tente trazer conteúdo de qualidade, boas experiências e, acima de tudo, reais. E, mesmo que hoje eu transe com ela não tão seguido quanto gostaria, já é normal. Vamos nos situar na linha do tempo depois do ocorrido no carro e na casa da minha tia. Lembro que, naquela época, mesmo tendo cruzado a barreira, não era como se ela topasse transar como minha mulher faz hoje. Foi um processo de alguns anos, mas, de forma mais concreta, vamos falar de histórias depois do evento na casa da minha tia e no carro. Depois do que rolou na casa da minha tia, por algumas semanas o clima em casa ficou estranho e muito tenso. Na verdade, diria que foi culpa dos dois (embora da minha parte fosse tipo tocar na rola e pensar "você fodeu tudo, pfff!"), mas ela não sentia o mesmo. Enfim, isso causou um distanciamento muito grande dela em relação a mim. Mesmo eu tentando puxar assunto, ela era educada, mas seca. Concretamente, passaram uns 3 meses quando meu pai estava na sala, ela cozinhava, e lembro que estava há semanas morrendo de vontade dela. Desci pra cozinha e, com o mesmo método de sempre, tentei abraçá-la por trás. Minha surpresa foi que ela se virou na hora e disse: — Nunca mais vamos cruzar essa barreira, entendeu? Vai pro teu quarto ou pra onde quiser, mas na cozinha você não pode ficar, vai se queimar. (Confesso que me pegou de surpresa, não falei nada e saí.) Passou uma semana e eu disse que precisávamos conversar (tava com medo). Só falei, resumindo, que tinha curtido muito o que aconteceu e não me arrependia de nada, e achei que ela tinha sentido o mesmo. Ela não disse nada, só: — Entendo, te amo muito. Vamos deixar isso no passado, tá? Seu pai é um ser humano excelente e não merece isso, e se você o ama igual, essa loucura acabou. Vai pro teu quarto, love, descansa. (Ela se levantou e me deixou sozinho no quarto, sentado na cama.) Na real, não aconteceu muita coisa nas semanas seguintes, até que minha avó paterna, por motivos de saúde e por precisar de cuidados, Encontramos espaço na casa (de forma manhosa, consegui dar meu espaço no quarto pra ela. Sabia que meu pai sai pra trabalhar às 6 da manhã e minha mãe acorda umas 7, mas sabia que meu pai, ao me ver no sofá de manhã quando acorda, me mandaria dormir com minha mãe). Fui muito gentil e falei pro meu pai que não tinha problema em emprestar meu quarto. O foda é que logo no primeiro dia meu pai acordou às 5h45 da manhã e, quando passou pela sala pra sair, eu levantei pra ir ao banheiro coçando minhas costas. E aí consegui exatamente a reação que queria dele: — Vai dormir com sua mãe na cama, essa semana compramos colchão, sobe e dorme direito. Na hora, não pensei duas vezes: deitei junto com minha mãe e suas bundonas, me enfiei nas cobertas com ela (tava de calça de pijama). Não fiz barulho, então não acordei ela. Ouvi o portão fechar, sinal de que meu pai tinha ido, e comecei a me masturbar debaixo das cobertas. Não quis tocar nela porque a nova postura dela já tava clara. Até que gozei como nunca e mirei na bunda dela. Todo meu semen escorreu no pijama. Só me deitei, e depois de uns 20 minutos comecei a me masturbar de novo e, sem me importar com a consequência, gozei na bunda dela por cima do pijama de novo. Tinha uma quantidade impossível de esconder de porra. Fingi que tava dormindo pra ver a reação dela ao acordar. Ela só levantou umas meia hora depois, tocou na bunda molhada na hora, me olhou (eu fingia que tava dormindo) e saiu do quarto. Isso, juro, aconteceu exatamente igual por 3 dias. Mas no 4º dia, quando subi no quarto de manhã e me enfiei nas cobertas, notei que ela tava com o moletom do pijama, mas sem a calça. Só de calcinha, e a bundona dela claramente comia a calcinha (fiquei mais excitado do que nunca, pensei que não podia ter dormido assim, ou meu pai não teria mandado eu subir no quarto, tipo, ela tirou a calça, ou só dormiu de moletom e meu pai nem percebeu). Não importava, qualquer opção era boa, porque ela tava consciente do que fazia. Mesmo assim, fiquei naquela posição, comecei a me masturbar de novo, mas dessa vez só lubrifiquei meu pau, abracei ela por trás debaixo das cobertas (falei que tava frio) ela respondeu — é, um pouco, dorme (falando bem baixinho) eu — já tô, me ajeitei assim, não passo tanto frio (enquanto minha cabeça se enterrava na bunda dela e batia na calcinha fio dental) ela — tá bom, quer outro cobertor? Eu — não, assim tô confortável, e você? (isso com minha voz no talo, bem baixinho, murmurando) — sim, também tô confortável assim, mas não se mexe, já tô com sono e você não me deixa dormir, love (ela tava falando isso porque eu tava empurrando a cabeça do meu pau contra a bunda dela bem de leve) eu — tá bom, desculpa, deixa eu me ajeitar direito pra não mexer mais (quando falei isso, num movimento só, puxei a calcinha de lado e enfiei meu pau com tudo! Lá no fundo senti a pressão da buceta gostosa dela, ela não falou nada, ficou calada como das outras vezes) comecei a me mexer devagar, mas com uma penetração constante e forte, notei como ela apertava o colchão, e comecei a meter com uma força como se fosse a última vez que pudesse. Eu — você adora, eu sei, me deixa louco essa bundona, não tem outra igual! Ela — ahh! Eu — não tem nada de errado em você gostar do pau do seu filho! Eu adoro sua bunda! Ela — ahh! Já chega! Eu — tem certeza? Ela — ........... não disse nada, ficou calada uns 10 minutos até eu gozar dentro dela, depois ela levantou e foi pra sala. De tarde, não tocamos no assunto (como se ficasse entendido que seria de manhã que ela me daria a chance). No dia seguinte, foi a mesma coisa, só que quando cheguei no quarto de manhã, ela tava de bruços, então só tirei a coberta, lambi a bunda toda dela igual criança, lubrifiquei o cu inteiro enquanto ela só empurrava sem dizer nada, era um silêncio delicioso, me permitia tudo! Enfiei meu pau uma vez e outra no cu dela até cansar e ficar com o pau irritado, de 6 a 7 da manhã fiz todas as sacanagens que deram vontade, sentei ela na Na beira da cama, fiz ela sentar no meu pau. As bundonas dela quicavam sem parar. Gozei dentro da buceta dela sem me importar com nada, uma vez e outra. Lembro que essa vez marcou um antes e um depois. Eu falava:
- Você adora o pau do seu próprio filho.
Ela: .........
Eu: - Fala!
Ela: .......
Eu: - Só admite que você adora o pau do seu próprio filho! (Enquanto falava isso, a velocidade que eu tava metendo nela era no máximo)
Ela: - Sim... sim...
Eu: - Sim o quê?!
Ela: - Eu adoro o pau do meu filho!

Depois disso, até minha avó ir embora, a gente transava todo dia! Umas 2 meses, tudo que você imaginar eu fiz. Uma história curiosa em particular: ela foi tomar banho cedo, e eu tive a ideia de descer nu com minha toalha e entrei no banho com ela. Fiz ela gemer como você não faz ideia, adoro o cu dela. E a gente tava transando quando meu irmão bateu na porta do banheiro, porque não aguentava mais de vontade de mijar. E como a cortina do banho é azul escura, sempre que ele tá com muita vontade, minha mãe abre pra ele mijar, e não dá pra ver nada atrás da cortina. O curioso é que a gente teve que abrir porque ele tava parado na porta e era mais perigoso ele esperar e me ver saindo. Melhor ele fazer xixi no banheiro e subir pro quarto dele. Minha mãe abriu a porta pra ele, e enquanto meu irmão mijava com toda a paciência, eu tava enfiado no cu da minha mãe num ritmo devagar, gozando dentro dela, e ele perguntando um monte de coisas e minha mãe respondendo.

Desde aquele dia, nem sempre dá, mas ela não me rejeita mais. Era importante pra mim que ela admitisse que no fundo somos homem e mulher, e enquanto isso rolar, essa linha sempre pode ser ultrapassada de forma inteligente. Estudo psicologia, posso ajudar vocês a passar fácil essa barreira que acham impossível, mexendo no inconsciente das mães de vocês. E ainda tenho experiência. Me procurem, peçam meu conselho. Meu e-mail é incesto__hm@hotmail.com

9 comentários - As bundas da mamãe são minhas pra sempre

me parece increible y fascinante amigo, me encantaría ver fotos o videos, si me lo permites
Que rica experiencia. Ojalá sigas contando más acexdotas así bien cachondas. Saludos.
Los mejores relatos de incesto en poringa sin dudarlo, deberias de poner fotos de cuando te la estes cojiendo se de 1000000%.
gracias por estos relatos bro te espero con mas y unas fotikos saludos
lo q nooo y me confunde es q si tienen 1 tienda en casa como es q tu papa sale alas. 6 a trabajar q se va a otro negocio
Es muy excitan te tu experiencia, te deseo la mejor de las dicha con tu mamá.
Fotos pfv, gran relato amigo si no puedes mandame a efraportillo@msn.com
Fotos pfv, gran relato amigo si no puedes mandame a efraportillo@msn.com