Eram umas onze da manhã quando Raquel acordou com a claridade que entrava pela grande porta de vidro que dava para a varanda. Coberta só por um lençol de cetim, ela remoeu um pouco antes de abrir os olhos e olhar o quarto onde estava. Achou estranho, mas muito iluminado e bem decorado. Depois de olhar um pouco, voltou a se cobrir com o lençol para continuar o sono, fechando os olhos enquanto se deitava de lado e de bruços, com uma mão entre a barriga e o lençol de baixo. Nos dias em que não precisava acordar cedo, costumava curtir aquele estado tão gostoso que fica entre o sono e a vigília, durante o qual se remexia debaixo dos lençóis.
— Mmmm… — murmurou meio dormindo, sentindo o cheiro suave dos sais minerais com que se banhou na noite anterior… mmm… — virou para o lado oposto, deitando-se de lado tão encolhida que quase tocava o peito com os joelhos. Apesar dos seus 24 anos e do corpaço de mulher “mulher” que tinha, Raquel era muito criança quando estava sozinha e mantinha alguns costumes de quando era. E remexer na cama antes de levantar era um deles. Sem nenhuma conotação sexual, costumava meter uma mão entre as coxas macias e quentes, coçar a barriga… curtir um pouco as sensações.
— Puffff! Que saco… — pensou quando finalmente se decidiu a levantar, descobrindo o corpo e sentando-se num lado da cama com as mãos apoiadas ao lado. Olhou ainda sonolenta pela janela as copas das árvores e um pedaço de mar azul turquesa.
— Que lugar mais lindo, que sorte que os ricos têm… — pensou de novo, assumindo que aquela não era sua classe social, que era só uma trabalhadora muito bem paga. Num relógio da mesinha, viu que já eram 11h53 do meio-dia.
— Porra, os lençóis me grudaram… — pensou, pulando da cama para ir ao banheiro vestida só com uma calcinha fio-dental laranja claro, fazer suas necessidades e tomar um bom banho, durante o qual ficou um tempão com a cabeça debaixo da água. Chuveirinho do chuveiro enquanto levantava as mãos até a cabeça pra arrumar a longa melena preta. Se qualquer homem visse ela pelada no banho naquela posição, ia se achar o cara mais sortudo do mundo, tamanha era a beleza do corpo moreno e molhado com a água escorrendo pela pele.
Depois do banho, se secou o corpo e enrolou o cabelo numa toalha. Sem colocar roupa íntima, vestiu um roupão branco supermacio, voltou pro quarto e, pegando o celular interno, discou o número 3, que era do serviço.
— Oi, bom dia, era pra saber se podia subir meu café da manhã, falou timidamente.
— Sim, senhorita, o que a senhora deseja?, respondeu a voz de uma moça nova.
— Bom, não sei se tem ou não, mas eu queria um suco de laranja, duas torradas com azeite, alho esfregado e tomate, cereal e um suco verde, se der.
— Em dez minutos a gente sobe, senhorita Raquel.
— Obrigada, você é muito gentil, disse Raquel desligando.
Dez minutos depois, a moça apareceu com o uniforme e um carrinho dourado com tudo que ela tinha pedido e dois bombons de licor.
— São cortesia do dono da casa, senhorita Vázquez, comentou a moça diante do olhar de estranheza dela.
— Nossa, obrigada, respondeu enquanto dava um gole no copo de suco de laranja.
Depois de terminar o café da manhã, terminou de secar o cabelo, vestiu um vestido de gaze soltinho e desceu pra ver o que rolava naquela casa.
— Bom dia, senhorita Vázquez, dormiu bem?, cumprimentou Lúcia, que parecia ser a chefe do serviço.
— Sim, obrigada, muito... tô meio perdida, podia me mostrar a casa?
— Claro, me segue que eu mostro. Quando eu falei pro senhor Strachan que ele devia ter feito menor, são quartos demais pra cinco empregados!
— Cinco?, estranhou Raquel... não é muita gente?
— Não, não, de jeito nenhum. Olha, essa é a sala de estar principal... tem uns 90 metros quadrados, uma loucura... essa é a academia, tem várias máquinas... ah! Essa é a sala de cinema, nunca pensei que alguém precisasse de um É isso… aqui está a piscina fechada. O senhor mantém a água a 25 graus, se baixar ou subir, ele fica puto… outra sala, mas essa é pros coquetéis que o senhor dá… essa é a sala de sinuca e outros jogos… por aquele corredor vai pros quartos dos funcionários e por aquele pro escritório do senhor, do lado fica a Mari Luz, a secretária dele, vamos cumprimentá-la.
Bom dia, dona Mari Luz, essa gata aqui é a senhorita Raquel Vázquez.
— Ah, caramba! Tava justamente pensando em ligar pra você agora pra entregar seus documentos bancários e lembrar que hoje sua personal shopper tá à disposição.
Raquel ficou de cara… uma personal shopper só pra ela e de graça?... Deus existe!, pensou se divertindo.
— Bom, na real não tô sentindo falta de nada porque trouxe roupa suficiente, mas vai ser bom dar um passeio. Depois de pegar sua nova caderneta bancária e seu cartão de crédito VISA Platina, se despediu da secretária apertando a mão dela.
— Então, vou te mostrar o andar de cima, continuou a chefe do serviço. Quartos, quartos e mais quartos de hóspedes, não sei pra que o senhor quer tantos… reclamou de novo a Lucía… esse é o do senhor, mas ele não gosta que eu mostre, melhor ele mesmo fazer isso… esse é o quarto do pânico. Tem uma cama, duas armas, mantimentos e pouco mais… e finalmente chegamos ao terraço principal, 300 metros quadrados de terraço com piscina de 18 metros no ponto mais comprido.
Com o terraço principal, Raquel alucinou. Ficava em cima da casa, centralizado e cercado por áticos e outros cômodos. Por ser um terraço, era descoberto na maior parte, exceto por duas marquises que faziam sombra num conjunto de poltronas de teca e mesas e num balcão de bar de uns 12 metros de comprimento com banquetas giratórias fixadas no chão, que ficava do outro lado da piscina. Um pouco mais afastada, tinha uma churrasqueira industrial, e a piscina era rodeada por espreguiçadeiras também de teca. O chão todo era coberto com grama sintética, e uns vasos enormes seguravam várias plantas que Davam frescor e um toque bonito ao terraço.
— Então vou tomar um banho antes de comer.
— Oooh, senhorita! A senhora faz o que quiser, mas já vou avisando que tem uns homens que gostam de olhar o que não devem!
— Kkkk… e isso, Lúcia? — perguntou Raquel, se divertindo com o jeito antiquado de Lúcia se expressar e pensar. Normal pra quem tem seus 60 anos, claro.
— Não me chame de Lúcia, senhorita Raquel, não fica bem tratar o serviço assim, a senhora é uma dama… — disse como se fosse uma criada do século XVIII. — Pois é, o serviço já não é mais o que era, não, senhorita. Não vou dizer quem, mas aqui tem mais de um gavião! Mas a senhora tome banho como quiser, não é da minha conta.
O que me deixa muito feliz é que o patrão finalmente encontrou uma mulher… não é bom um homem ficar sozinho, senhorita Raquel, não é, não — disse balançando a cabeça.
Raquel achava Lúcia muito engraçada e tinha a impressão de que ela sabia um monte de coisas e estava doida pra contar.
— Bom, imagino que ele já tenha tido outras namoradas… não? — perguntou curiosa.
— Não, senhorita Raquel. Tirando uma ou outra amiga de vez em quando, teve uma, mas duraram pouco tempo juntos. Era uma mulher muito “leviana”, a senhora me entende.
Depois do tour pela casa, ela ligou pra personal shopper e em meia hora ela já estava na casa com o carro pra buscá-la. Chamava-se Laura, uma moça muito simpática e gostosa que ainda tinha um blog de tendências bem seguido.
— Ooooláaa! Uau, você é linda demais… — disse Laura exageradamente assim que a viu, olhando ela de cima a baixo.
— Kkkk, valeu, mas você também não fica atrás.
E era verdade. Laura era uma loira de 29 anos com um corpo maravilhoso e vestia um estilo bem pessoal. Calça de imitação de couro fino e respirável, com um cinto largo na cintura cuja fivela caía na barriga baixa, uma camiseta dos Rolling Stones e uma jaqueta jeans. Dava pra ver que ela sabia o que fazia e que manjava de combinar estilos que agradavam aos olhos.
— Bom, então vou te mostrar um pouco A cidade e no caminho a gente dá uma olhada nos ladyboys, beleza?
— Tá pintando um cenário foda, disse Raquel entrando no carro dela.
— Porra, como aquele cara é gostoso, eu deixaria ele fazer tudo o que quisesse comigo… disse Laura reparando no funcionário que buscou Raquel no aeroporto, vestindo um shortinho e uma regata… ela pirou nos braços fortes e musculosos dele, nas costas largas, no queixo quadrado, nos olhos verdes esmeralda e, principalmente, na bunda que dava pra ver que era grande, firme e forte. Daquelas rabetas que as minas adoram agarrar na hora de transar.
Raquel ficou quieta na dela porque, como a nova namorada do Alfredo, tinha que manter as aparências, mas era verdade que o cara era uma delícia.
As duas passaram uma manhã incrível na cidade, rindo de tudo, entrando em todo tipo de loja, vendo vestidos, lingerie de todos os estilos, acessórios, roupas de banho, etc. Raquel comprou um biquíni branco neve de tecido liso cheio de brilhantes lindo, um vestido de noite de cetim curto dourado champanhe e uma bolsa de mão combinando. Depois das compras, sentaram num terraço pra papear e recarregar as energias.
Umas duas horas depois, voltaram pro chalé pra almoçar.
— Ei, Laura, por que você não fica pra almoçar, tá a fim? A gente pode dar um mergulho na piscina agora, comer e depois passar a tarde nas espreguiçadeiras de boa, entre um mergulho e outro.
— Ah, não sei… você me tenta. Vai, fico sim, e ainda dou uma olhada melhor naquele gato que não vi de perto, haha.
— Demais!… a gente bota um biquíni, manda servir o almoço no terraço de cima e se diverte pra caralho. Disse Raquel pegando ela pelo pulso e quase arrastando pro quarto pra trocar de roupa.
Pra Raquel, Laura foi uma descoberta. Mesmo sendo cinco anos mais velha, elas se davam super bem, falavam de coisas em comum e tinham um jeito parecido, então ela viu nela um apoio, uma amiga numa cidade onde não conhecia ninguém.
— Eu não trouxe roupa de banho, hein? —Fica tranquila que, como somos parecidas fisicamente e os biquínis esticam bem, não vai ser problema. Claro que eu tenho mais peito que você, mas é pouca diferença, minhas roupas vão servir em você… disse Raquel com segurança depois de olhar bem pros peitos dela.
Já no provador, as duas ficaram experimentando biquínis e maiôs como se se conhecessem há uma vida inteira. Não escondiam os peitos uma da outra e, na hora da tanga, viravam de costas e no máximo dava pra ver a bunda, sem mostrar a ppk. Se divertiram pra caralho vendo os que a Raquel tinha, experimentando tudo, etc.
—No final, acho que vou ficar com esse que comprei hoje, disse Raquel com o biquíni branco neve de tecido liso e elástico, enquanto se olhava de frente e se virava pra se ver de costas num dos espelhões do provador, se admirando, vendo como seus peitos e bunda estavam lindos.
—Se esse fica espetacular em você… que tal fica esse em mim?, perguntou Laura com um biquíni de fundo branco com listras finas horizontais azuis, que também mostrava umas formas bem femininas e gostosas.
—Espetacular, Laura, fica maravilhoso em você. Vamos, sobe no elevador e a gente sai direto pra sacada.
Assim fizeram e em dois minutos já estavam mergulhando na piscina, dando umas braçadas a Raquel, que nadava muito bem, e brincando na água a Laura, que não nadava tanto. Depois de dez minutos na água, esticaram os corpos molhados nas espreguiçadeiras e começaram a bater papo enquanto esperavam o almoço. Assim que uma das funcionárias serviu os pratos e as bebidas, elas atacaram umas lagostas acompanhadas de saladas de abacate e frutas, outra de camarões e champanhe Moët & Chandon Imperial. Resumindo, o que tinha de mais caro.
—Que delícia essa salada de camarão, pelo amor de Deus!, comentou Raquel, já deitada de novo no sol.
—Bufff… chiquérrima!, concordou Laura, deitando ao lado dela.
Raquel fechou os olhos, tentando descansar um pouco enquanto tomava sol e ia relaxando. Secando a longa juba morena ainda encharcada pela água. Ela estava deitada de barriga pra cima com uma das pernas dobradas e a espreguiçadeira meio levantada enquanto Laura passava protetor solar.
— Quer que eu passe em você? — perguntou pra Raquel quando terminou em si mesma. É muito bom, deixa a pele macia, macia e ainda vai te relaxar, dou umas massagens bem boas.
— Bom, vai me fazer bem, espera aí que vou deitar a espreguiçadeira e virar de bruços, coisa que fez em segundos.
Laura sentou sobre os tornozelos de Raquel e começou a passar o creme neles até as panturrilhas, deslizando as mãos várias vezes. Quando terminou, começou pelas coxas, primeiro a esquerda e depois a direita, passando as mãos devagar várias vezes e apertando cada vez mais forte com os polegares pra separar os músculos e relaxá-los.
— Mmmm… Laura, filha, você é incrível, vou dormir, haja.
— Chiiiiu… tô trabalhando — sussurrou no ouvido dela, inclinando o corpo sobre o dela pra que ouvisse.
Laura tomou cuidado pra não chegar com as mãos na buceta de Raquel, mas se arriscava a colocar dois ou três dedos por baixo do tecido da calcinha fio dental na área da bunda, o que pareceu normal pra Raquel. Depois de massagear a parte de cima das coxas e os quadris que ficavam de fora, passou a sentar sobre a bunda esplêndida de Raquel pra começar a espalhar o protetor solar nas costas, onde se demorou um bom tempo deslizando os polegares pela espinha dorsal até terminar no pescoço, repetindo várias vezes. Depois foi pras laterais, passando também na parte dos peitos que escapava pros lados, esmagados pelo peso do próprio corpo, chegando até a meter as mãos por baixo do tecido do sutiã.
O que também não surpreendeu Raquel, que estava no paraíso. O protetor solar era bem oleoso e as mãos deslizavam fácil pelo corpo dela, deixando-a num estado de bem-estar mais que gostoso.
— Plaft! — soou a palmada que Laura deu na bunda dela… — Vira, que a parte de trás já foi. Terminamos", disse ela, se levantando da bunda da Raquel onde tinha se sentado para massagear as costas dela.
"Poxa, quase tava dormindo, mas tudo bem…", disse ela se virando. "Mas eu mesma posso passar o protetor na frente, hein? Não precisa se incomodar."
"Anda, cala a boca, você vai ver como é bom alguém passar o protetor em você enquanto relaxa e não pensa em nada", e então sentou ao lado da espreguiçadeira e começou a esfregar o protetor na perna direita dela, acariciando, mas com uma certa força quando chegava na coxa, como se fizesse pressão afundando a carne. De novo percorria toda a coxa, mas parava ao chegar na virilha.
Depois, jogou um bom jato de protetor na barriga da Raquel e começou a espalhar em círculos várias vezes. Cada vez com mais pressão, afundando a barriga dela por onde as pontas dos dedos passavam.
"Pô, é bem mais gostoso mesmo quando outra pessoa passa, hein?"
"Tô te falando…", respondeu Laura enquanto afundava o umbigo dela uns quatro ou cinco centímetros, já que Raquel deixava a barriga mole.
Quando ia passar pros peitos, Raquel já parou ela. "Deixa, o decote eu mesma passo."
"Chssst…", disse Laura se inclinando sobre Raquel, que ficava de olhos fechados. De repente, sentiu um dos peitos de Laura roçar no seu, e em seguida notou os lábios sendo acariciados com delicadeza pelos dela.
"Mas o que você tá fazendo, Laura?", disse ela tentando se sentar, mas Laura não deixou, apoiando a mão no esterno dela pra impedir que se levantasse.
"Chssst… me deixa… relaxa", disse Laura com um sorriso, enquanto a mão que estava no esterno descia um pouco e seguia pra esquerda, entrando por baixo do tecido do sutiã, deslizando a mão sobre a pele de um dos peitos de Raquel enquanto beijava a boca dela de novo com beijos curtos e suaves.
Nunca soube por quê, mas o fato é que Raquel se entregou às mãos e lábios de Laura, que já percorriam sem vergonha os peitos e a barriga dela.
"Espera", disse ela. Raquel, enquanto se levantava, passou as mãos na nuca e soltou as tiras do sutiã, tirou ele liberando seus peitos lindos e se deitou de novo, fechando os olhos. Laura imitou ela, liberando uns peitões enormes, tão bonitos quanto os da Raquel, mas um pouco menos volumosos.
Esse foi o sinal pra Laura se deitar sobre ela, corpo contra corpo, peito contra peito que se espremiam até que a força fez eles escorregarem um pro lado do outro, menos um peito da Raquel que ficou esmagado entre os da Laura e vice-versa. Enquanto beijava ela de novo, agora com beijos quentes, profundos e demorados, onde suas línguas suculentas se entrelaçavam, ela enfiou uma mão entre a barriga dela e a da Raquel, descendo até a calcinha fio dental, procurando o clitóris dela, que abriu um pouco as coxas pra facilitar a chegada.
— Mmmm… devagar, Laura, não aperta tanto… tô muito sensível e às vezes parece que arde, dói ou algo assim… mmmm… Deussss… ôôô! — gemeu quando os dedos da Laura alcançaram e começaram a acariciar.
— Fica tranquila, que eu também tenho um e sei como é. Os caras não, por isso fazem tudo errado, mas eu não… você vai ver. — disse enquanto os dedos dela se enchiam de protetor solar e passavam a acariciar a vulva dela, a separar os lábios maiores e a esfregar devagar, até voltar pro clitóris.
Raquel se entregou às carícias que iam pra vulva molhada e inchada dela, pras investidas na vagina dela, primeiro com um dedo, depois com dois… ela tava a mil. Ela largou a atitude passiva e passou a acariciar com as duas mãos as costas macias da Laura, descendo depois pro cuzão gostoso dela, que apertou com força, afundando os dedos nas nádegas, amassando, apertando com suavidade e firmeza. Depois deixou uma mão apertando uma das nádegas enquanto a outra desceu pro assoalho pélvico até achar a entrada da vagina dela, que penetrou com calma e delicadeza.
— Aaah… mmmm… — começou a gemer Laura, que esfregava a corpo contra o de Raquel, barriga contra barriga e peito contra peito, que às vezes se espremiam com força e outras com suavidade, enquanto ela sentia o hálito cada vez mais ofegante da outra.
Se alguém tivesse visto, teria reparado nos corpaços de duas mulheres se amando apaixonadamente.
Teria visto as coxas lindas de Raquel abertas e flexionadas, a bunda de Laura encaixada entre elas, os peitos das duas deslizando um contra o outro enquanto se dedavam uma à outra cada vez mais rápido, até começarem a gozar juntas entre gemidos, espasmos, gritinhos e aquele tremor nas coxas tão temido quanto desejado pela mulher quando o orgasmo é forte, intenso.
E se elas tivessem visão de raio-X, teriam visto um moleque de 17 anos esfregando o pau sem parar atrás da janela de um dos quartos que davam para a varanda, até encher a parede de jatos de porra. Um garoto que já estava se esfregando desde que as duas apareceram na varanda, na terceira gozada enquanto as espiava bestificado.
Completamente alheias a isso, as duas ficaram grudadas uma na outra até aqueles tremores irem sumindo, até a respiração delas se acalmar. Depois de uns minutos assim, com Raquel virada de lado para escapar do peso de Laura e conseguir respirar, ela se levantou numa boa e voltou a se deitar na espreguiçadeira.
— Porra, que delícia, Raquel, você é incrível — disse ela, colocando a mão na barriga, fechando os olhos e continuando a tomar sol como se nada tivesse acontecido, como se tivesse tomado uma Coca Booty.
— Mas Laura, o que a gente fez? — falou Raquel, surpresa com o próprio comportamento, sentando na espreguiçadeira com as pernas flexionadas, abraçando os joelhos e olhando para a piscina pensativa.
— O quê? — perguntou Laura — ... a gente só aproveitou uma boa trepada, Raquel, não fica viajando. Olha, eu sou bi, e enquanto eu passava o protetor em você... Protector, fui me colocando e pensei… por que não? Olha, Raquel, fica tranquila que não me apaixono por garotas nem sinto nada por você além de simpatia… garota, não fica viajando e aproveita o momento, pelo amor de Deus!
— Bom, desde que você tenha isso claro… — disse Raquel —, verdade é que me diverti pra caralho — sussurrou baixinho, sorrindo pra ela. E foi minha primeira vez com uma garota, só pra você saber.
— Sério?… com 24 anos e esse corpão? — respondeu Laura, surpresa.
— Aham, você me desvirginou, fique sabendo… e eu amei, ha ha.
Depois, deitaram de novo e ficaram tomando sol de peito nu, meio dormindo, por um bom tempo.
— Nossa, que vista bonita — soou de repente a voz do Alfredo.
Raquel se assustou, sentando na espreguiçadeira.
— Alfredo! Não te esperava até mais tarde — disse ela, tapando um dos peitos ao virar um pouco na direção dele.
— Já é tarde, são sete — respondeu ele. Terminei meus afazeres mais cedo, a Lúcia me disse que vocês estavam aqui e eu vim. Passaram um bom dia? — perguntou, sem saber se olhava pras duas garotas ou pros quatro peitos que apontavam pra ele, e tentava olhar de soslaio.
— Claro, nos divertimos pra caramba, né Raquel? — respondeu Laura.
— Sim, demais, Alfredo. Fizemos amizade na hora e tô super feliz de ter nos conhecido… — disse ela, lançando um olhar e um sorriso rápido pra Laura, que respondeu piscando um olho.
— Bom, eu vou indo e deixo vocês duas, porque três é multidão — disse, colocando o sutiã e indo pro elevador depois de dar dois beijos na Raquel… — A gente se vê!
Já sozinhos, Alfredo e Raquel, ele deu um beijo na boca dela, e ela respondeu acolhedoramente. Depois, ele foi até a geladeira atrás do balcão do bar.
— Te preparo algo, Raquel?
— Não, não precisa, um refri já serve… — respondeu ela, ainda de peito nu, meio sentada na espreguiçadeira, com uma das pernas meio dobrada, exibindo a coxa linda.
Alfredo preparou dois mojitos e foi até a espreguiçadeira ao lado da dela. Raquel sentando-se nela.
—Você está uma gostosa — disse ele, aproximando a taça e entregando a ela.
—Mmm… você me mima demais. E obrigada… pela taça e pelo elogio, claro — disse ela sorrindo.
—Você merece, é assim. Pensei em dar amanhã à noite uma festa para te apresentar como minha namorada pros meus amigos mais íntimos… cê topa? — disse ele, colocando uma mão na coxa dela.
—Claro, vai ser interessante conhecer gente e se divertir.
—Então depois falo com a Lúcia pra cuidar de tudo. Quero que você se vista bem elegante e sexy, quero te exibir. E por baixo, nada de lingerie, só um biquíni — a gente costuma dar uns mergulhos durante a festa.
—Ha ha… tá bom, pode deixar, faço o que der — disse ela, ainda deitada de olhos fechados, coisa que Alfredo aproveitou pra se deliciar observando o corpo dela.
—Quer ver um filme na sala de cinema? — disse ele depois de um tempo.
—Valeu — respondeu ela sem abrir os olhos, enquanto ele acariciava a coxa dela, se deliciando com a maciez da pele e a forma dela.
PLAF… soou a palmada que ele deu de repente na barriga dela, seguida de um "ai!" que escapou da boca dela.
—Então vai se vestir e vamos ver o filme, já são sete da noite e não quero jantar tarde. Te espero na sala.
Depois de dizer isso, Alfredo se levantou e foi embora descendo pelas escadas em vez do elevador.
Raquel se sentou, vestiu a parte de cima do biquíni e o seguiu, indo pro quarto dela, onde tomou um bom banho antes de ir pro closet quase vazio, só com as roupas que tinha trazido da cidade dela. Olhou o que tinha e escolheu um vestido de gaze que se ajustava logo abaixo do peito e caía até um pouco acima dos joelhos.
Esse tipo de vestido ela adorava. Fazia ela se sentir muito livre, embora tivesse a desvantagem de que uma rajada de vento podia fazer a gaze grudar na pele, mostrando as curvas do corpo dela. A vantagem é que, se tivesse um parceiro, o cara podia meter a mão por baixo do vestido e acariciar tudo. corpo livremente. Depois de se vestir, foi até a sala de cinema onde Alfredo já estava sentado numa das poltronas, passando uma lista de filmes que eram projetados na parede da frente.
Raquel sentou ao lado dele.
— Então, qual vamos ver? — perguntou curiosa. — Minhas preferidas são as românticas e as de desenho — disse ela, como quem sugere o que gostaria de ver.
— Essa aqui é diferente, acho — falou ele, apertando o play no controle remoto do projetor.
Logo começou a passar um filme sobre um casal que não desagradou Raquel. Na história, a relação foi ficando estranha: a garota cada vez mais se apegava ao rapaz, a ponto de, lá pela metade do filme, ela aceitar que ele a tratasse mal, que a surrasse.
“PLASH… AI!… PLASH… OH!… PLASH… AUF!”… soavam os gemidos dela enquanto o cara batia com um cinto nas costas, na bunda e nas coxas dela.
— Bufff, isso deve doer pra caralho — comentou Raquel em voz alta.
— Você acha? Bom, depende da força com que ele bate, imagino — respondeu Alfredo sem tirar os olhos da tela.
PLASH!… OH!… PLASH!… OHHHH!… agora ele surrava a barriga e os peitos dela com gosto.
— Ei, Raquel… você nunca experimentou isso? — disse Alfredo, cruzando as pernas pra disfarçar a ereção enquanto virava a cabeça pra olhar pra ela.
— Não, não… com certeza não — falou Raquel com uma risada nervosa, embora calasse que o que via também a excitava.
— Então a gente podia tentar, né? No começo de leve, claro, tipo brincando.
— Sim, claro, quando você quiser… — respondeu ela com um sorriso. Por dentro, o coração dela acelerou só de se imaginar amarrada nas mãos de um desconhecido.
— Não tá no seu contrato, você pode recusar se quiser, ou se preferir, eu aumento ele.
— Não, não, Alfredo, não é por dinheiro. Se eu fizer algo assim com você, seria por curiosidade também. Na real, já tive umas fantasias com isso.
— Sério? Vem comigo — disse Alfredo, desligando o projetor, pegando a mão dela e saindo para o Corredor para ir até o elevador.
—Vamos, Alfredo… agora? —perguntou Raquel, perplexa e assustada, enquanto ele a puxava pela mão e a enfiava no elevador.
—Claro, agora… —respondeu ele, apertando um botão do elevador.
Ela estranhou que o elevador descesse além do térreo. Quando chegaram lá embaixo, saíram e, depois de percorrer um corredor, chegaram a uma porta que Raquel nunca tinha visto antes. Na verdade, nem sabia que existia aquele andar embaixo da casa, e Lúcia não tinha comentado nada.
Ao abrir a porta de aço com uma chave de segurança, ela pôde ver uma sala relativamente ampla, cheia de aparelhos estranhos.
Raquel entrou e começou a olhar, espantada, para ganchos no teto, no chão e nas paredes… um cavalo, duas madeiras formando um X, máquinas esquisitas, uma cama só com o estrado e dezenas de engenhocas que ela nem identificava.
—Comprei e instalei tudo na semana passada, antes de você chegar, tá tudo novo e pronto pra usar. E não pensei só em mim, pensei em você também. Essa aqui é uma fucking machine, onde você pode se deitar e tem vários pênis de todos os tamanhos e formas que você puder imaginar, funciona com um controle remoto sem fio que dá pra acelerar ou desacelerar, além de escolher a profundidade das penetrações. Nessa outra, se você sentar, ela vai vibrar até você gozar quantas vezes quiser, e também dá pra colocar um ou dois pênis, como preferir.
Raquel ficou alucinada. Aos 24 anos, tudo aquilo parecia superestranho, embora já tivesse visto coisas assim em filmes e séries de TV.
—Tá, mas… o que eu posso dizer, Alfredo? Eu não uso essas coisas.
—Mas você sempre tem a opção de usar, vai ter uma cópia da chave. Bom, agora vamos ao que interessa, tira a roupa.
Raquel hesitou, mas depois de alguns segundos de dúvida, tirou o vestido e a calcinha fio-dental encharcada de porra.
—Vem, fica bem no centro da sala… assim, perfeito.
Alfredo colocou uma venda nos olhos dela e uma mordaça com uma tira que a impedia de falar, mas não Respirar fundo, ela precisava. Ele pegou um dos pulsos dela e apertou com uma algema forrada de veludo, levantando o braço dela até ficar dobrado acima da cabeça. Fez o mesmo com o outro, deixando-a completamente nua, de pé, com as mãos dois palmos acima da cabeça e os cotovelos flexionados. Naquela posição, Raquel era uma beleza absoluta.
Alfredo se despiu e, aproximando-se dela sem fazer barulho, começou a observá-la de todos os ângulos. Chamou a atenção dele como a barriga e os peitos dela se mexiam, nervosa, respirando acelerado. Depois, ele se colocou atrás dela e, colando o corpo, pegou os dois peitos dela, avaliando, amassando. Em seguida, as mãos desceram até a barriga, na altura do umbigo, que ele afundou, grudando completamente o corpo no dela.
— Calma, Raquel, hoje só vamos brincar 30 minutos, e você me avisa quando eu estiver te machucando demais, dando três puxões fortes na corda… tá bem?
Raquel concordou com a cabeça. Estava um caco de nervos, mas (apesar do medo) queria aguentar, agradar ele, nem sabia por quê.
Ele foi até uma mesa onde tinha vários apetrechos e pegou uma espécie de raquete de praia, mas menor, com o cabo bem mais comprido e feita de couro.
Alfredo demorou, girando em volta dela e tocando a bunda dela… a barriga, os peitos e as coxas, como se examinasse onde daria o primeiro golpe. A cada toque, Raquel se afastava, temendo uma pancada.
PLAC… AI!... ela gritou mais de susto do que de dor quando sentiu a raquete bater debaixo de um dos peitos, levantando-o de repente para depois cair, subir de novo e cair até voltar à posição normal.
De novo, uns segundos eternos de espera a deixaram tensa enquanto ele decidia onde bater de novo, dando voltas ao redor dela.
PLAC… AI! ela gritou quando sentiu a raquete acertar bem entre o umbigo e a buceta, causando uma grande ardência.
— Muito forte? — ele perguntou, preocupado. Ela respondeu que não, balançando a cabeça, embora Realmente doeu pra caralho, mas ela era orgulhosa e se segurou firme pra não reclamar demais.
PLAS…AI!...UFFF!, de novo ele acertou um peito, mas dessa vez direto no mamilo, que afundou dentro da buceta peitoral enquanto a raquete esmagava tudo, e depois de uns dois ou três segundos o peito voltou ao normal, dada a firmeza dos seios dela. Umas lágrimas escorreram dos olhos dela, doeu pra burro… mas ela voltou pra posição e ergueu a cabeça, desafiadora.
Alfredo tava francamente perdido. Sabia que não tava batendo com toda a força, mas mesmo assim os golpes deviam doer. Ele se afastou dela, girando de novo. A espera e não saber onde seria o próximo golpe deixavam Raquel bem nervosa, e isso se traduzia em movimentos inquietos.
PLAS…AH!, o próximo golpe Raquel sentiu na bunda linda dela, que balançou igual pudim. A ardência que ela sentiu era bem parecida com um tapa na bunda.
E assim se passaram mais 20 minutos, onde ela levou não menos que 30 golpes em partes diferentes do corpo, sendo as mais acertadas a barriga, os peitos – tanto por baixo quanto de frente – e a bunda gostosa dela, que levou uma boa parte das pancadas. Nas costas e nas coxas, ela só levou uns quatro.
— Bom, já terminamos, como eu falei, foi só pra testar.
Enquanto falava isso, Alfredo foi afrouxando a mordaça até tirar, removeu a venda dos olhos dela e soltou a corda que segurava ela no teto. Depois, tirou as algemas.
Ela olhou pra ele com um certo rancor no olhar, mas, desconcertantemente, sorriu enquanto esfregava os pulsos e acariciava a barriga dolorida, que ardia tanto quanto os peitos e a bunda.
— E aí?, ele perguntou, intrigado e preocupado. — Olha, não bati tão forte, mas em algumas vezes perdi a mão, e mesmo assim você não fez o sinal pra parar.
— Ah, bom… se você soubesse o que é uma menstruação dolorosa, não se surpreenderia tanto. Olha, Alfredo, como teste não foi ruim… mas não é algo que Gostei, pode ter certeza. Se quiser repetir, tudo bem, eu aceito... mas agradável não é.
— Embora pra você pareça que foi — disse ela, apontando pro pau dele duro como ferro. — Vamos resolver isso? — perguntou, pegando no pau dele, pronta pra bater uma.
— Não, não. Tenho algo melhor em mente pros dois. Olha, eu tenho um lado voyeur, então adoraria que você se deitasse na fucking machine pra eu ver você gozar. Eu vou sentar e te observar enquanto testo esse brinquedo... — disse ele, pegando uma vagina artificial com um mecanismo tão sofisticado que simulava perfeitamente as contrações vaginais.
— Bom, tudo bem. Parece um trambolho e nem de longe vai chegar perto do que um homem faz, mas vou experimentar já que você insiste.
— Insisto, mas antes... pode colocar esse par de meias ali? Acho que são do seu tamanho.
— Claro, sem problemas — disse ela, pegando uma das meias, enrolando com as duas mãos pra vestir. Enfiou a ponta do pé e apoiou ele num banquinho, dando a ele uma vista magnífica da perna e dos peitos ao se inclinar pra puxar a meia. Com uma lentidão calculada, foi subindo devagar pelo tornozelo, panturrilha, joelho, e terminou esticando na coxa o mais alto que pôde, até uns dois terços da coxa.
Com a outra fez a mesma coisa. Já com as duas meias vestidas, foi até a fucking machine pra se deitar. Antes, escolheu um pênis de tamanho parecido com o do Alfredo, completamente duro, mas revestido de silicone, imitando perfeitamente o pau de um homem. Tinha uma base larga de silicone pra frear ao bater na bunda, parte interna das coxas e buceta. Assim, a força da máquina não machucaria o colo do útero nem causaria rasgos internos.
Ela sentou de lado na máquina, virou o corpo pra se deitar e, uma vez deitada, flexionou as duas pernas e colocou a cabeça do pau na entrada da buceta depois de lubrificar bem. Pegou o controle remoto e viu que podia escolher o modo manual, então segurou o pênis e se... tentou introduzir a cabeça. Teve dificuldade por causa da grossura, mas depois de algumas tentativas conseguiu enfiar na buceta dela.
Aí ela se deitou relaxada e colocou no modo automático lento com penetração média. PLOP…………PLOP……….PLOP………a base do pau batendo na parte de baixo da Raquel.
— Ah! haha, que gostoso — sorriu virando o rosto pro Alfredo, que já tinha o pau inteiro enfiado na buceta artificial. E pelo visto era bem boa, porque de vez em quando escapava um gritinho.
Ela foi na dela e terminou de se deitar, pronta pra aproveitar aquela máquina que tava dando tanto prazer. Olhava pra barriga incrédula porque quando o pau grosso e comprido entrava, levantava a pele da barriga uns dois ou três centímetros ao encher as entranhas dela e baixava de novo quando saía. Voltou a olhar pro teto enquanto as investidas suaves e curtas mexiam o corpo dela na maca, fazendo os peitos balançarem igual se um homem tivesse comendo ela.
Decidiu passar pra velocidade média e penetração profunda, e aí o corpo inteiro começou a vibrar e ser sacudido pra cima e pra baixo na maca cada vez que entrava até o fundo ou saía numa velocidade parecida com a de um homem quando fode com tudo.
PLOP……PLOP…..PLOP…..PLOP…….PLOP…..PLOP…..
— Mmmm… ah… ah… meu deus, que delícia — gritava enquanto sentia ondas de prazer percorrerem o corpo, e ele se mexia na maca como se um profissional de pornô tivesse comendo ela.
Alfredo olhava bestificado, via aquele corpo tão gostoso se mexendo com violência a cada golpe da máquina enquanto a buceta artificial dava um prazer que ele nunca tinha sentido antes.
— Ah… ah… ah… ah… — ela gritava cada vez mais forte, já quase no auge do prazer, de olhos fechados, sentindo que tava indo, que não ia aguentar muito mais. As coxas começaram a tremer depois de um primeiro espasmo na buceta que também contraiu a barriga dela. Depois vieram os outros, provocando que ela fechasse suas coxas trêmulas por causa do orgasmo brutal enquanto todo o corpo dela era sacudido na maca e os mamilos descreviam círculos no ar.
—Ai, Deus, Deus, Deus!... durante o orgasmo longo, as mãos dela se agarraram nas alças laterais para não cair.
—Ai!... ai… ai… — gritou Alfredo, que teve um orgasmo bestial enquanto via Raquel ser vencida pela máquina e se esparramar em orgasmos.
E é que com ela acontecia o seguinte: se ela tinha um orgasmo e continuava sendo estimulada, ou o orgasmo se prolongava e ela tinha orgasmos múltiplos, ou então um engatava no outro.
E era exatamente isso que estava acontecendo com ela. Além disso, por descuido, ele apertou o botão de velocidade da máquina, e ela foi para uma velocidade de 80%, que nenhum homem no planeta conseguiria alcançar, por mais forte e resistente que fosse. A 80%, a máquina fazia contra Raquel a força de três ou quatro homens, e tudo contra a bunda, a buceta e as coxas dela. Até o próprio Alfredo se aproximou dela e colocou uma mão na barriga suada dela para ver, alucinado, que o pau da máquina levantava a pele, a gordura e os músculos da barriga de Raquel alguns centímetros quando entrava por completo, além de fazer o corpo inteiro dela vibrar e empurrá-la para cima na maca a cada estocada.
PLOP… PLOP… PLOP… PLOP… PLOP… PLOP… PLOP… — a máquina batia nela, mexendo com ela como se fosse uma boneca.
— Ai… ai… ai… ai… ai… ai… ai… ai… — um terceiro orgasmo a sacudiu com tanta força que ela teve que se afastar para cima na maca para escapar daquele pau que a matava, se soltar dele com um "plop" quando saiu da buceta dela, igual ao som de abrir uma garrafa de champanhe, enquanto ela se deitava de lado na posição fetal, se contorcendo com os espasmos de um orgasmo que não acabava.
Já tinham passado mais de 15 minutos desde que Alfredo gozou, e agora ele olhava alucinado como Raquel tremia com calafrios, como se tivesse febre, que finalmente foram se apagando conforme o orgasmo passava.
Depois de quatro ou cinco minutos toda encolhida Um novelo se recuperando na maca, Raquel toda suada olhou pro Alfredo destruída mas satisfeita.
—Quanto te custou essa máquina?
—12 mil euros, disse ele ainda impressionado com o que acabara de ver.
—Pois saiu de graça pra você, porque seja lá o que for essa geringonça, vale umas dez vezes mais, respondeu ela sorrindo.
CONTINUA.






— Mmmm… — murmurou meio dormindo, sentindo o cheiro suave dos sais minerais com que se banhou na noite anterior… mmm… — virou para o lado oposto, deitando-se de lado tão encolhida que quase tocava o peito com os joelhos. Apesar dos seus 24 anos e do corpaço de mulher “mulher” que tinha, Raquel era muito criança quando estava sozinha e mantinha alguns costumes de quando era. E remexer na cama antes de levantar era um deles. Sem nenhuma conotação sexual, costumava meter uma mão entre as coxas macias e quentes, coçar a barriga… curtir um pouco as sensações.
— Puffff! Que saco… — pensou quando finalmente se decidiu a levantar, descobrindo o corpo e sentando-se num lado da cama com as mãos apoiadas ao lado. Olhou ainda sonolenta pela janela as copas das árvores e um pedaço de mar azul turquesa.
— Que lugar mais lindo, que sorte que os ricos têm… — pensou de novo, assumindo que aquela não era sua classe social, que era só uma trabalhadora muito bem paga. Num relógio da mesinha, viu que já eram 11h53 do meio-dia.
— Porra, os lençóis me grudaram… — pensou, pulando da cama para ir ao banheiro vestida só com uma calcinha fio-dental laranja claro, fazer suas necessidades e tomar um bom banho, durante o qual ficou um tempão com a cabeça debaixo da água. Chuveirinho do chuveiro enquanto levantava as mãos até a cabeça pra arrumar a longa melena preta. Se qualquer homem visse ela pelada no banho naquela posição, ia se achar o cara mais sortudo do mundo, tamanha era a beleza do corpo moreno e molhado com a água escorrendo pela pele.
Depois do banho, se secou o corpo e enrolou o cabelo numa toalha. Sem colocar roupa íntima, vestiu um roupão branco supermacio, voltou pro quarto e, pegando o celular interno, discou o número 3, que era do serviço.
— Oi, bom dia, era pra saber se podia subir meu café da manhã, falou timidamente.
— Sim, senhorita, o que a senhora deseja?, respondeu a voz de uma moça nova.
— Bom, não sei se tem ou não, mas eu queria um suco de laranja, duas torradas com azeite, alho esfregado e tomate, cereal e um suco verde, se der.
— Em dez minutos a gente sobe, senhorita Raquel.
— Obrigada, você é muito gentil, disse Raquel desligando.
Dez minutos depois, a moça apareceu com o uniforme e um carrinho dourado com tudo que ela tinha pedido e dois bombons de licor.
— São cortesia do dono da casa, senhorita Vázquez, comentou a moça diante do olhar de estranheza dela.
— Nossa, obrigada, respondeu enquanto dava um gole no copo de suco de laranja.
Depois de terminar o café da manhã, terminou de secar o cabelo, vestiu um vestido de gaze soltinho e desceu pra ver o que rolava naquela casa.
— Bom dia, senhorita Vázquez, dormiu bem?, cumprimentou Lúcia, que parecia ser a chefe do serviço.
— Sim, obrigada, muito... tô meio perdida, podia me mostrar a casa?
— Claro, me segue que eu mostro. Quando eu falei pro senhor Strachan que ele devia ter feito menor, são quartos demais pra cinco empregados!
— Cinco?, estranhou Raquel... não é muita gente?
— Não, não, de jeito nenhum. Olha, essa é a sala de estar principal... tem uns 90 metros quadrados, uma loucura... essa é a academia, tem várias máquinas... ah! Essa é a sala de cinema, nunca pensei que alguém precisasse de um É isso… aqui está a piscina fechada. O senhor mantém a água a 25 graus, se baixar ou subir, ele fica puto… outra sala, mas essa é pros coquetéis que o senhor dá… essa é a sala de sinuca e outros jogos… por aquele corredor vai pros quartos dos funcionários e por aquele pro escritório do senhor, do lado fica a Mari Luz, a secretária dele, vamos cumprimentá-la.
Bom dia, dona Mari Luz, essa gata aqui é a senhorita Raquel Vázquez.
— Ah, caramba! Tava justamente pensando em ligar pra você agora pra entregar seus documentos bancários e lembrar que hoje sua personal shopper tá à disposição.
Raquel ficou de cara… uma personal shopper só pra ela e de graça?... Deus existe!, pensou se divertindo.
— Bom, na real não tô sentindo falta de nada porque trouxe roupa suficiente, mas vai ser bom dar um passeio. Depois de pegar sua nova caderneta bancária e seu cartão de crédito VISA Platina, se despediu da secretária apertando a mão dela.
— Então, vou te mostrar o andar de cima, continuou a chefe do serviço. Quartos, quartos e mais quartos de hóspedes, não sei pra que o senhor quer tantos… reclamou de novo a Lucía… esse é o do senhor, mas ele não gosta que eu mostre, melhor ele mesmo fazer isso… esse é o quarto do pânico. Tem uma cama, duas armas, mantimentos e pouco mais… e finalmente chegamos ao terraço principal, 300 metros quadrados de terraço com piscina de 18 metros no ponto mais comprido.
Com o terraço principal, Raquel alucinou. Ficava em cima da casa, centralizado e cercado por áticos e outros cômodos. Por ser um terraço, era descoberto na maior parte, exceto por duas marquises que faziam sombra num conjunto de poltronas de teca e mesas e num balcão de bar de uns 12 metros de comprimento com banquetas giratórias fixadas no chão, que ficava do outro lado da piscina. Um pouco mais afastada, tinha uma churrasqueira industrial, e a piscina era rodeada por espreguiçadeiras também de teca. O chão todo era coberto com grama sintética, e uns vasos enormes seguravam várias plantas que Davam frescor e um toque bonito ao terraço.
— Então vou tomar um banho antes de comer.
— Oooh, senhorita! A senhora faz o que quiser, mas já vou avisando que tem uns homens que gostam de olhar o que não devem!
— Kkkk… e isso, Lúcia? — perguntou Raquel, se divertindo com o jeito antiquado de Lúcia se expressar e pensar. Normal pra quem tem seus 60 anos, claro.
— Não me chame de Lúcia, senhorita Raquel, não fica bem tratar o serviço assim, a senhora é uma dama… — disse como se fosse uma criada do século XVIII. — Pois é, o serviço já não é mais o que era, não, senhorita. Não vou dizer quem, mas aqui tem mais de um gavião! Mas a senhora tome banho como quiser, não é da minha conta.
O que me deixa muito feliz é que o patrão finalmente encontrou uma mulher… não é bom um homem ficar sozinho, senhorita Raquel, não é, não — disse balançando a cabeça.
Raquel achava Lúcia muito engraçada e tinha a impressão de que ela sabia um monte de coisas e estava doida pra contar.
— Bom, imagino que ele já tenha tido outras namoradas… não? — perguntou curiosa.
— Não, senhorita Raquel. Tirando uma ou outra amiga de vez em quando, teve uma, mas duraram pouco tempo juntos. Era uma mulher muito “leviana”, a senhora me entende.
Depois do tour pela casa, ela ligou pra personal shopper e em meia hora ela já estava na casa com o carro pra buscá-la. Chamava-se Laura, uma moça muito simpática e gostosa que ainda tinha um blog de tendências bem seguido.
— Ooooláaa! Uau, você é linda demais… — disse Laura exageradamente assim que a viu, olhando ela de cima a baixo.
— Kkkk, valeu, mas você também não fica atrás.
E era verdade. Laura era uma loira de 29 anos com um corpo maravilhoso e vestia um estilo bem pessoal. Calça de imitação de couro fino e respirável, com um cinto largo na cintura cuja fivela caía na barriga baixa, uma camiseta dos Rolling Stones e uma jaqueta jeans. Dava pra ver que ela sabia o que fazia e que manjava de combinar estilos que agradavam aos olhos.
— Bom, então vou te mostrar um pouco A cidade e no caminho a gente dá uma olhada nos ladyboys, beleza?
— Tá pintando um cenário foda, disse Raquel entrando no carro dela.
— Porra, como aquele cara é gostoso, eu deixaria ele fazer tudo o que quisesse comigo… disse Laura reparando no funcionário que buscou Raquel no aeroporto, vestindo um shortinho e uma regata… ela pirou nos braços fortes e musculosos dele, nas costas largas, no queixo quadrado, nos olhos verdes esmeralda e, principalmente, na bunda que dava pra ver que era grande, firme e forte. Daquelas rabetas que as minas adoram agarrar na hora de transar.
Raquel ficou quieta na dela porque, como a nova namorada do Alfredo, tinha que manter as aparências, mas era verdade que o cara era uma delícia.
As duas passaram uma manhã incrível na cidade, rindo de tudo, entrando em todo tipo de loja, vendo vestidos, lingerie de todos os estilos, acessórios, roupas de banho, etc. Raquel comprou um biquíni branco neve de tecido liso cheio de brilhantes lindo, um vestido de noite de cetim curto dourado champanhe e uma bolsa de mão combinando. Depois das compras, sentaram num terraço pra papear e recarregar as energias.
Umas duas horas depois, voltaram pro chalé pra almoçar.
— Ei, Laura, por que você não fica pra almoçar, tá a fim? A gente pode dar um mergulho na piscina agora, comer e depois passar a tarde nas espreguiçadeiras de boa, entre um mergulho e outro.
— Ah, não sei… você me tenta. Vai, fico sim, e ainda dou uma olhada melhor naquele gato que não vi de perto, haha.
— Demais!… a gente bota um biquíni, manda servir o almoço no terraço de cima e se diverte pra caralho. Disse Raquel pegando ela pelo pulso e quase arrastando pro quarto pra trocar de roupa.
Pra Raquel, Laura foi uma descoberta. Mesmo sendo cinco anos mais velha, elas se davam super bem, falavam de coisas em comum e tinham um jeito parecido, então ela viu nela um apoio, uma amiga numa cidade onde não conhecia ninguém.
— Eu não trouxe roupa de banho, hein? —Fica tranquila que, como somos parecidas fisicamente e os biquínis esticam bem, não vai ser problema. Claro que eu tenho mais peito que você, mas é pouca diferença, minhas roupas vão servir em você… disse Raquel com segurança depois de olhar bem pros peitos dela.
Já no provador, as duas ficaram experimentando biquínis e maiôs como se se conhecessem há uma vida inteira. Não escondiam os peitos uma da outra e, na hora da tanga, viravam de costas e no máximo dava pra ver a bunda, sem mostrar a ppk. Se divertiram pra caralho vendo os que a Raquel tinha, experimentando tudo, etc.
—No final, acho que vou ficar com esse que comprei hoje, disse Raquel com o biquíni branco neve de tecido liso e elástico, enquanto se olhava de frente e se virava pra se ver de costas num dos espelhões do provador, se admirando, vendo como seus peitos e bunda estavam lindos.
—Se esse fica espetacular em você… que tal fica esse em mim?, perguntou Laura com um biquíni de fundo branco com listras finas horizontais azuis, que também mostrava umas formas bem femininas e gostosas.
—Espetacular, Laura, fica maravilhoso em você. Vamos, sobe no elevador e a gente sai direto pra sacada.
Assim fizeram e em dois minutos já estavam mergulhando na piscina, dando umas braçadas a Raquel, que nadava muito bem, e brincando na água a Laura, que não nadava tanto. Depois de dez minutos na água, esticaram os corpos molhados nas espreguiçadeiras e começaram a bater papo enquanto esperavam o almoço. Assim que uma das funcionárias serviu os pratos e as bebidas, elas atacaram umas lagostas acompanhadas de saladas de abacate e frutas, outra de camarões e champanhe Moët & Chandon Imperial. Resumindo, o que tinha de mais caro.
—Que delícia essa salada de camarão, pelo amor de Deus!, comentou Raquel, já deitada de novo no sol.
—Bufff… chiquérrima!, concordou Laura, deitando ao lado dela.
Raquel fechou os olhos, tentando descansar um pouco enquanto tomava sol e ia relaxando. Secando a longa juba morena ainda encharcada pela água. Ela estava deitada de barriga pra cima com uma das pernas dobradas e a espreguiçadeira meio levantada enquanto Laura passava protetor solar.
— Quer que eu passe em você? — perguntou pra Raquel quando terminou em si mesma. É muito bom, deixa a pele macia, macia e ainda vai te relaxar, dou umas massagens bem boas.
— Bom, vai me fazer bem, espera aí que vou deitar a espreguiçadeira e virar de bruços, coisa que fez em segundos.
Laura sentou sobre os tornozelos de Raquel e começou a passar o creme neles até as panturrilhas, deslizando as mãos várias vezes. Quando terminou, começou pelas coxas, primeiro a esquerda e depois a direita, passando as mãos devagar várias vezes e apertando cada vez mais forte com os polegares pra separar os músculos e relaxá-los.
— Mmmm… Laura, filha, você é incrível, vou dormir, haja.
— Chiiiiu… tô trabalhando — sussurrou no ouvido dela, inclinando o corpo sobre o dela pra que ouvisse.
Laura tomou cuidado pra não chegar com as mãos na buceta de Raquel, mas se arriscava a colocar dois ou três dedos por baixo do tecido da calcinha fio dental na área da bunda, o que pareceu normal pra Raquel. Depois de massagear a parte de cima das coxas e os quadris que ficavam de fora, passou a sentar sobre a bunda esplêndida de Raquel pra começar a espalhar o protetor solar nas costas, onde se demorou um bom tempo deslizando os polegares pela espinha dorsal até terminar no pescoço, repetindo várias vezes. Depois foi pras laterais, passando também na parte dos peitos que escapava pros lados, esmagados pelo peso do próprio corpo, chegando até a meter as mãos por baixo do tecido do sutiã.
O que também não surpreendeu Raquel, que estava no paraíso. O protetor solar era bem oleoso e as mãos deslizavam fácil pelo corpo dela, deixando-a num estado de bem-estar mais que gostoso.
— Plaft! — soou a palmada que Laura deu na bunda dela… — Vira, que a parte de trás já foi. Terminamos", disse ela, se levantando da bunda da Raquel onde tinha se sentado para massagear as costas dela.
"Poxa, quase tava dormindo, mas tudo bem…", disse ela se virando. "Mas eu mesma posso passar o protetor na frente, hein? Não precisa se incomodar."
"Anda, cala a boca, você vai ver como é bom alguém passar o protetor em você enquanto relaxa e não pensa em nada", e então sentou ao lado da espreguiçadeira e começou a esfregar o protetor na perna direita dela, acariciando, mas com uma certa força quando chegava na coxa, como se fizesse pressão afundando a carne. De novo percorria toda a coxa, mas parava ao chegar na virilha.
Depois, jogou um bom jato de protetor na barriga da Raquel e começou a espalhar em círculos várias vezes. Cada vez com mais pressão, afundando a barriga dela por onde as pontas dos dedos passavam.
"Pô, é bem mais gostoso mesmo quando outra pessoa passa, hein?"
"Tô te falando…", respondeu Laura enquanto afundava o umbigo dela uns quatro ou cinco centímetros, já que Raquel deixava a barriga mole.
Quando ia passar pros peitos, Raquel já parou ela. "Deixa, o decote eu mesma passo."
"Chssst…", disse Laura se inclinando sobre Raquel, que ficava de olhos fechados. De repente, sentiu um dos peitos de Laura roçar no seu, e em seguida notou os lábios sendo acariciados com delicadeza pelos dela.
"Mas o que você tá fazendo, Laura?", disse ela tentando se sentar, mas Laura não deixou, apoiando a mão no esterno dela pra impedir que se levantasse.
"Chssst… me deixa… relaxa", disse Laura com um sorriso, enquanto a mão que estava no esterno descia um pouco e seguia pra esquerda, entrando por baixo do tecido do sutiã, deslizando a mão sobre a pele de um dos peitos de Raquel enquanto beijava a boca dela de novo com beijos curtos e suaves.
Nunca soube por quê, mas o fato é que Raquel se entregou às mãos e lábios de Laura, que já percorriam sem vergonha os peitos e a barriga dela.
"Espera", disse ela. Raquel, enquanto se levantava, passou as mãos na nuca e soltou as tiras do sutiã, tirou ele liberando seus peitos lindos e se deitou de novo, fechando os olhos. Laura imitou ela, liberando uns peitões enormes, tão bonitos quanto os da Raquel, mas um pouco menos volumosos.
Esse foi o sinal pra Laura se deitar sobre ela, corpo contra corpo, peito contra peito que se espremiam até que a força fez eles escorregarem um pro lado do outro, menos um peito da Raquel que ficou esmagado entre os da Laura e vice-versa. Enquanto beijava ela de novo, agora com beijos quentes, profundos e demorados, onde suas línguas suculentas se entrelaçavam, ela enfiou uma mão entre a barriga dela e a da Raquel, descendo até a calcinha fio dental, procurando o clitóris dela, que abriu um pouco as coxas pra facilitar a chegada.
— Mmmm… devagar, Laura, não aperta tanto… tô muito sensível e às vezes parece que arde, dói ou algo assim… mmmm… Deussss… ôôô! — gemeu quando os dedos da Laura alcançaram e começaram a acariciar.
— Fica tranquila, que eu também tenho um e sei como é. Os caras não, por isso fazem tudo errado, mas eu não… você vai ver. — disse enquanto os dedos dela se enchiam de protetor solar e passavam a acariciar a vulva dela, a separar os lábios maiores e a esfregar devagar, até voltar pro clitóris.
Raquel se entregou às carícias que iam pra vulva molhada e inchada dela, pras investidas na vagina dela, primeiro com um dedo, depois com dois… ela tava a mil. Ela largou a atitude passiva e passou a acariciar com as duas mãos as costas macias da Laura, descendo depois pro cuzão gostoso dela, que apertou com força, afundando os dedos nas nádegas, amassando, apertando com suavidade e firmeza. Depois deixou uma mão apertando uma das nádegas enquanto a outra desceu pro assoalho pélvico até achar a entrada da vagina dela, que penetrou com calma e delicadeza.
— Aaah… mmmm… — começou a gemer Laura, que esfregava a corpo contra o de Raquel, barriga contra barriga e peito contra peito, que às vezes se espremiam com força e outras com suavidade, enquanto ela sentia o hálito cada vez mais ofegante da outra.
Se alguém tivesse visto, teria reparado nos corpaços de duas mulheres se amando apaixonadamente.
Teria visto as coxas lindas de Raquel abertas e flexionadas, a bunda de Laura encaixada entre elas, os peitos das duas deslizando um contra o outro enquanto se dedavam uma à outra cada vez mais rápido, até começarem a gozar juntas entre gemidos, espasmos, gritinhos e aquele tremor nas coxas tão temido quanto desejado pela mulher quando o orgasmo é forte, intenso.
E se elas tivessem visão de raio-X, teriam visto um moleque de 17 anos esfregando o pau sem parar atrás da janela de um dos quartos que davam para a varanda, até encher a parede de jatos de porra. Um garoto que já estava se esfregando desde que as duas apareceram na varanda, na terceira gozada enquanto as espiava bestificado.
Completamente alheias a isso, as duas ficaram grudadas uma na outra até aqueles tremores irem sumindo, até a respiração delas se acalmar. Depois de uns minutos assim, com Raquel virada de lado para escapar do peso de Laura e conseguir respirar, ela se levantou numa boa e voltou a se deitar na espreguiçadeira.
— Porra, que delícia, Raquel, você é incrível — disse ela, colocando a mão na barriga, fechando os olhos e continuando a tomar sol como se nada tivesse acontecido, como se tivesse tomado uma Coca Booty.
— Mas Laura, o que a gente fez? — falou Raquel, surpresa com o próprio comportamento, sentando na espreguiçadeira com as pernas flexionadas, abraçando os joelhos e olhando para a piscina pensativa.
— O quê? — perguntou Laura — ... a gente só aproveitou uma boa trepada, Raquel, não fica viajando. Olha, eu sou bi, e enquanto eu passava o protetor em você... Protector, fui me colocando e pensei… por que não? Olha, Raquel, fica tranquila que não me apaixono por garotas nem sinto nada por você além de simpatia… garota, não fica viajando e aproveita o momento, pelo amor de Deus!
— Bom, desde que você tenha isso claro… — disse Raquel —, verdade é que me diverti pra caralho — sussurrou baixinho, sorrindo pra ela. E foi minha primeira vez com uma garota, só pra você saber.
— Sério?… com 24 anos e esse corpão? — respondeu Laura, surpresa.
— Aham, você me desvirginou, fique sabendo… e eu amei, ha ha.
Depois, deitaram de novo e ficaram tomando sol de peito nu, meio dormindo, por um bom tempo.
— Nossa, que vista bonita — soou de repente a voz do Alfredo.
Raquel se assustou, sentando na espreguiçadeira.
— Alfredo! Não te esperava até mais tarde — disse ela, tapando um dos peitos ao virar um pouco na direção dele.
— Já é tarde, são sete — respondeu ele. Terminei meus afazeres mais cedo, a Lúcia me disse que vocês estavam aqui e eu vim. Passaram um bom dia? — perguntou, sem saber se olhava pras duas garotas ou pros quatro peitos que apontavam pra ele, e tentava olhar de soslaio.
— Claro, nos divertimos pra caramba, né Raquel? — respondeu Laura.
— Sim, demais, Alfredo. Fizemos amizade na hora e tô super feliz de ter nos conhecido… — disse ela, lançando um olhar e um sorriso rápido pra Laura, que respondeu piscando um olho.
— Bom, eu vou indo e deixo vocês duas, porque três é multidão — disse, colocando o sutiã e indo pro elevador depois de dar dois beijos na Raquel… — A gente se vê!
Já sozinhos, Alfredo e Raquel, ele deu um beijo na boca dela, e ela respondeu acolhedoramente. Depois, ele foi até a geladeira atrás do balcão do bar.
— Te preparo algo, Raquel?
— Não, não precisa, um refri já serve… — respondeu ela, ainda de peito nu, meio sentada na espreguiçadeira, com uma das pernas meio dobrada, exibindo a coxa linda.
Alfredo preparou dois mojitos e foi até a espreguiçadeira ao lado da dela. Raquel sentando-se nela.
—Você está uma gostosa — disse ele, aproximando a taça e entregando a ela.
—Mmm… você me mima demais. E obrigada… pela taça e pelo elogio, claro — disse ela sorrindo.
—Você merece, é assim. Pensei em dar amanhã à noite uma festa para te apresentar como minha namorada pros meus amigos mais íntimos… cê topa? — disse ele, colocando uma mão na coxa dela.
—Claro, vai ser interessante conhecer gente e se divertir.
—Então depois falo com a Lúcia pra cuidar de tudo. Quero que você se vista bem elegante e sexy, quero te exibir. E por baixo, nada de lingerie, só um biquíni — a gente costuma dar uns mergulhos durante a festa.
—Ha ha… tá bom, pode deixar, faço o que der — disse ela, ainda deitada de olhos fechados, coisa que Alfredo aproveitou pra se deliciar observando o corpo dela.
—Quer ver um filme na sala de cinema? — disse ele depois de um tempo.
—Valeu — respondeu ela sem abrir os olhos, enquanto ele acariciava a coxa dela, se deliciando com a maciez da pele e a forma dela.
PLAF… soou a palmada que ele deu de repente na barriga dela, seguida de um "ai!" que escapou da boca dela.
—Então vai se vestir e vamos ver o filme, já são sete da noite e não quero jantar tarde. Te espero na sala.
Depois de dizer isso, Alfredo se levantou e foi embora descendo pelas escadas em vez do elevador.
Raquel se sentou, vestiu a parte de cima do biquíni e o seguiu, indo pro quarto dela, onde tomou um bom banho antes de ir pro closet quase vazio, só com as roupas que tinha trazido da cidade dela. Olhou o que tinha e escolheu um vestido de gaze que se ajustava logo abaixo do peito e caía até um pouco acima dos joelhos.
Esse tipo de vestido ela adorava. Fazia ela se sentir muito livre, embora tivesse a desvantagem de que uma rajada de vento podia fazer a gaze grudar na pele, mostrando as curvas do corpo dela. A vantagem é que, se tivesse um parceiro, o cara podia meter a mão por baixo do vestido e acariciar tudo. corpo livremente. Depois de se vestir, foi até a sala de cinema onde Alfredo já estava sentado numa das poltronas, passando uma lista de filmes que eram projetados na parede da frente.
Raquel sentou ao lado dele.
— Então, qual vamos ver? — perguntou curiosa. — Minhas preferidas são as românticas e as de desenho — disse ela, como quem sugere o que gostaria de ver.
— Essa aqui é diferente, acho — falou ele, apertando o play no controle remoto do projetor.
Logo começou a passar um filme sobre um casal que não desagradou Raquel. Na história, a relação foi ficando estranha: a garota cada vez mais se apegava ao rapaz, a ponto de, lá pela metade do filme, ela aceitar que ele a tratasse mal, que a surrasse.
“PLASH… AI!… PLASH… OH!… PLASH… AUF!”… soavam os gemidos dela enquanto o cara batia com um cinto nas costas, na bunda e nas coxas dela.
— Bufff, isso deve doer pra caralho — comentou Raquel em voz alta.
— Você acha? Bom, depende da força com que ele bate, imagino — respondeu Alfredo sem tirar os olhos da tela.
PLASH!… OH!… PLASH!… OHHHH!… agora ele surrava a barriga e os peitos dela com gosto.
— Ei, Raquel… você nunca experimentou isso? — disse Alfredo, cruzando as pernas pra disfarçar a ereção enquanto virava a cabeça pra olhar pra ela.
— Não, não… com certeza não — falou Raquel com uma risada nervosa, embora calasse que o que via também a excitava.
— Então a gente podia tentar, né? No começo de leve, claro, tipo brincando.
— Sim, claro, quando você quiser… — respondeu ela com um sorriso. Por dentro, o coração dela acelerou só de se imaginar amarrada nas mãos de um desconhecido.
— Não tá no seu contrato, você pode recusar se quiser, ou se preferir, eu aumento ele.
— Não, não, Alfredo, não é por dinheiro. Se eu fizer algo assim com você, seria por curiosidade também. Na real, já tive umas fantasias com isso.
— Sério? Vem comigo — disse Alfredo, desligando o projetor, pegando a mão dela e saindo para o Corredor para ir até o elevador.
—Vamos, Alfredo… agora? —perguntou Raquel, perplexa e assustada, enquanto ele a puxava pela mão e a enfiava no elevador.
—Claro, agora… —respondeu ele, apertando um botão do elevador.
Ela estranhou que o elevador descesse além do térreo. Quando chegaram lá embaixo, saíram e, depois de percorrer um corredor, chegaram a uma porta que Raquel nunca tinha visto antes. Na verdade, nem sabia que existia aquele andar embaixo da casa, e Lúcia não tinha comentado nada.
Ao abrir a porta de aço com uma chave de segurança, ela pôde ver uma sala relativamente ampla, cheia de aparelhos estranhos.
Raquel entrou e começou a olhar, espantada, para ganchos no teto, no chão e nas paredes… um cavalo, duas madeiras formando um X, máquinas esquisitas, uma cama só com o estrado e dezenas de engenhocas que ela nem identificava.
—Comprei e instalei tudo na semana passada, antes de você chegar, tá tudo novo e pronto pra usar. E não pensei só em mim, pensei em você também. Essa aqui é uma fucking machine, onde você pode se deitar e tem vários pênis de todos os tamanhos e formas que você puder imaginar, funciona com um controle remoto sem fio que dá pra acelerar ou desacelerar, além de escolher a profundidade das penetrações. Nessa outra, se você sentar, ela vai vibrar até você gozar quantas vezes quiser, e também dá pra colocar um ou dois pênis, como preferir.
Raquel ficou alucinada. Aos 24 anos, tudo aquilo parecia superestranho, embora já tivesse visto coisas assim em filmes e séries de TV.
—Tá, mas… o que eu posso dizer, Alfredo? Eu não uso essas coisas.
—Mas você sempre tem a opção de usar, vai ter uma cópia da chave. Bom, agora vamos ao que interessa, tira a roupa.
Raquel hesitou, mas depois de alguns segundos de dúvida, tirou o vestido e a calcinha fio-dental encharcada de porra.
—Vem, fica bem no centro da sala… assim, perfeito.
Alfredo colocou uma venda nos olhos dela e uma mordaça com uma tira que a impedia de falar, mas não Respirar fundo, ela precisava. Ele pegou um dos pulsos dela e apertou com uma algema forrada de veludo, levantando o braço dela até ficar dobrado acima da cabeça. Fez o mesmo com o outro, deixando-a completamente nua, de pé, com as mãos dois palmos acima da cabeça e os cotovelos flexionados. Naquela posição, Raquel era uma beleza absoluta.
Alfredo se despiu e, aproximando-se dela sem fazer barulho, começou a observá-la de todos os ângulos. Chamou a atenção dele como a barriga e os peitos dela se mexiam, nervosa, respirando acelerado. Depois, ele se colocou atrás dela e, colando o corpo, pegou os dois peitos dela, avaliando, amassando. Em seguida, as mãos desceram até a barriga, na altura do umbigo, que ele afundou, grudando completamente o corpo no dela.
— Calma, Raquel, hoje só vamos brincar 30 minutos, e você me avisa quando eu estiver te machucando demais, dando três puxões fortes na corda… tá bem?
Raquel concordou com a cabeça. Estava um caco de nervos, mas (apesar do medo) queria aguentar, agradar ele, nem sabia por quê.
Ele foi até uma mesa onde tinha vários apetrechos e pegou uma espécie de raquete de praia, mas menor, com o cabo bem mais comprido e feita de couro.
Alfredo demorou, girando em volta dela e tocando a bunda dela… a barriga, os peitos e as coxas, como se examinasse onde daria o primeiro golpe. A cada toque, Raquel se afastava, temendo uma pancada.
PLAC… AI!... ela gritou mais de susto do que de dor quando sentiu a raquete bater debaixo de um dos peitos, levantando-o de repente para depois cair, subir de novo e cair até voltar à posição normal.
De novo, uns segundos eternos de espera a deixaram tensa enquanto ele decidia onde bater de novo, dando voltas ao redor dela.
PLAC… AI! ela gritou quando sentiu a raquete acertar bem entre o umbigo e a buceta, causando uma grande ardência.
— Muito forte? — ele perguntou, preocupado. Ela respondeu que não, balançando a cabeça, embora Realmente doeu pra caralho, mas ela era orgulhosa e se segurou firme pra não reclamar demais.
PLAS…AI!...UFFF!, de novo ele acertou um peito, mas dessa vez direto no mamilo, que afundou dentro da buceta peitoral enquanto a raquete esmagava tudo, e depois de uns dois ou três segundos o peito voltou ao normal, dada a firmeza dos seios dela. Umas lágrimas escorreram dos olhos dela, doeu pra burro… mas ela voltou pra posição e ergueu a cabeça, desafiadora.
Alfredo tava francamente perdido. Sabia que não tava batendo com toda a força, mas mesmo assim os golpes deviam doer. Ele se afastou dela, girando de novo. A espera e não saber onde seria o próximo golpe deixavam Raquel bem nervosa, e isso se traduzia em movimentos inquietos.
PLAS…AH!, o próximo golpe Raquel sentiu na bunda linda dela, que balançou igual pudim. A ardência que ela sentiu era bem parecida com um tapa na bunda.
E assim se passaram mais 20 minutos, onde ela levou não menos que 30 golpes em partes diferentes do corpo, sendo as mais acertadas a barriga, os peitos – tanto por baixo quanto de frente – e a bunda gostosa dela, que levou uma boa parte das pancadas. Nas costas e nas coxas, ela só levou uns quatro.
— Bom, já terminamos, como eu falei, foi só pra testar.
Enquanto falava isso, Alfredo foi afrouxando a mordaça até tirar, removeu a venda dos olhos dela e soltou a corda que segurava ela no teto. Depois, tirou as algemas.
Ela olhou pra ele com um certo rancor no olhar, mas, desconcertantemente, sorriu enquanto esfregava os pulsos e acariciava a barriga dolorida, que ardia tanto quanto os peitos e a bunda.
— E aí?, ele perguntou, intrigado e preocupado. — Olha, não bati tão forte, mas em algumas vezes perdi a mão, e mesmo assim você não fez o sinal pra parar.
— Ah, bom… se você soubesse o que é uma menstruação dolorosa, não se surpreenderia tanto. Olha, Alfredo, como teste não foi ruim… mas não é algo que Gostei, pode ter certeza. Se quiser repetir, tudo bem, eu aceito... mas agradável não é.
— Embora pra você pareça que foi — disse ela, apontando pro pau dele duro como ferro. — Vamos resolver isso? — perguntou, pegando no pau dele, pronta pra bater uma.
— Não, não. Tenho algo melhor em mente pros dois. Olha, eu tenho um lado voyeur, então adoraria que você se deitasse na fucking machine pra eu ver você gozar. Eu vou sentar e te observar enquanto testo esse brinquedo... — disse ele, pegando uma vagina artificial com um mecanismo tão sofisticado que simulava perfeitamente as contrações vaginais.
— Bom, tudo bem. Parece um trambolho e nem de longe vai chegar perto do que um homem faz, mas vou experimentar já que você insiste.
— Insisto, mas antes... pode colocar esse par de meias ali? Acho que são do seu tamanho.
— Claro, sem problemas — disse ela, pegando uma das meias, enrolando com as duas mãos pra vestir. Enfiou a ponta do pé e apoiou ele num banquinho, dando a ele uma vista magnífica da perna e dos peitos ao se inclinar pra puxar a meia. Com uma lentidão calculada, foi subindo devagar pelo tornozelo, panturrilha, joelho, e terminou esticando na coxa o mais alto que pôde, até uns dois terços da coxa.
Com a outra fez a mesma coisa. Já com as duas meias vestidas, foi até a fucking machine pra se deitar. Antes, escolheu um pênis de tamanho parecido com o do Alfredo, completamente duro, mas revestido de silicone, imitando perfeitamente o pau de um homem. Tinha uma base larga de silicone pra frear ao bater na bunda, parte interna das coxas e buceta. Assim, a força da máquina não machucaria o colo do útero nem causaria rasgos internos.
Ela sentou de lado na máquina, virou o corpo pra se deitar e, uma vez deitada, flexionou as duas pernas e colocou a cabeça do pau na entrada da buceta depois de lubrificar bem. Pegou o controle remoto e viu que podia escolher o modo manual, então segurou o pênis e se... tentou introduzir a cabeça. Teve dificuldade por causa da grossura, mas depois de algumas tentativas conseguiu enfiar na buceta dela.
Aí ela se deitou relaxada e colocou no modo automático lento com penetração média. PLOP…………PLOP……….PLOP………a base do pau batendo na parte de baixo da Raquel.
— Ah! haha, que gostoso — sorriu virando o rosto pro Alfredo, que já tinha o pau inteiro enfiado na buceta artificial. E pelo visto era bem boa, porque de vez em quando escapava um gritinho.
Ela foi na dela e terminou de se deitar, pronta pra aproveitar aquela máquina que tava dando tanto prazer. Olhava pra barriga incrédula porque quando o pau grosso e comprido entrava, levantava a pele da barriga uns dois ou três centímetros ao encher as entranhas dela e baixava de novo quando saía. Voltou a olhar pro teto enquanto as investidas suaves e curtas mexiam o corpo dela na maca, fazendo os peitos balançarem igual se um homem tivesse comendo ela.
Decidiu passar pra velocidade média e penetração profunda, e aí o corpo inteiro começou a vibrar e ser sacudido pra cima e pra baixo na maca cada vez que entrava até o fundo ou saía numa velocidade parecida com a de um homem quando fode com tudo.
PLOP……PLOP…..PLOP…..PLOP…….PLOP…..PLOP…..
— Mmmm… ah… ah… meu deus, que delícia — gritava enquanto sentia ondas de prazer percorrerem o corpo, e ele se mexia na maca como se um profissional de pornô tivesse comendo ela.
Alfredo olhava bestificado, via aquele corpo tão gostoso se mexendo com violência a cada golpe da máquina enquanto a buceta artificial dava um prazer que ele nunca tinha sentido antes.
— Ah… ah… ah… ah… — ela gritava cada vez mais forte, já quase no auge do prazer, de olhos fechados, sentindo que tava indo, que não ia aguentar muito mais. As coxas começaram a tremer depois de um primeiro espasmo na buceta que também contraiu a barriga dela. Depois vieram os outros, provocando que ela fechasse suas coxas trêmulas por causa do orgasmo brutal enquanto todo o corpo dela era sacudido na maca e os mamilos descreviam círculos no ar.
—Ai, Deus, Deus, Deus!... durante o orgasmo longo, as mãos dela se agarraram nas alças laterais para não cair.
—Ai!... ai… ai… — gritou Alfredo, que teve um orgasmo bestial enquanto via Raquel ser vencida pela máquina e se esparramar em orgasmos.
E é que com ela acontecia o seguinte: se ela tinha um orgasmo e continuava sendo estimulada, ou o orgasmo se prolongava e ela tinha orgasmos múltiplos, ou então um engatava no outro.
E era exatamente isso que estava acontecendo com ela. Além disso, por descuido, ele apertou o botão de velocidade da máquina, e ela foi para uma velocidade de 80%, que nenhum homem no planeta conseguiria alcançar, por mais forte e resistente que fosse. A 80%, a máquina fazia contra Raquel a força de três ou quatro homens, e tudo contra a bunda, a buceta e as coxas dela. Até o próprio Alfredo se aproximou dela e colocou uma mão na barriga suada dela para ver, alucinado, que o pau da máquina levantava a pele, a gordura e os músculos da barriga de Raquel alguns centímetros quando entrava por completo, além de fazer o corpo inteiro dela vibrar e empurrá-la para cima na maca a cada estocada.
PLOP… PLOP… PLOP… PLOP… PLOP… PLOP… PLOP… — a máquina batia nela, mexendo com ela como se fosse uma boneca.
— Ai… ai… ai… ai… ai… ai… ai… ai… — um terceiro orgasmo a sacudiu com tanta força que ela teve que se afastar para cima na maca para escapar daquele pau que a matava, se soltar dele com um "plop" quando saiu da buceta dela, igual ao som de abrir uma garrafa de champanhe, enquanto ela se deitava de lado na posição fetal, se contorcendo com os espasmos de um orgasmo que não acabava.
Já tinham passado mais de 15 minutos desde que Alfredo gozou, e agora ele olhava alucinado como Raquel tremia com calafrios, como se tivesse febre, que finalmente foram se apagando conforme o orgasmo passava.
Depois de quatro ou cinco minutos toda encolhida Um novelo se recuperando na maca, Raquel toda suada olhou pro Alfredo destruída mas satisfeita.
—Quanto te custou essa máquina?
—12 mil euros, disse ele ainda impressionado com o que acabara de ver.
—Pois saiu de graça pra você, porque seja lá o que for essa geringonça, vale umas dez vezes mais, respondeu ela sorrindo.
CONTINUA.







1 comentários - Sugar daddy P.-3 Um longo e duro dia de trabalho