Eram umas onze da manhã quando Raquel acordou com a claridade que entrava pelo vidrão que dava pra sacada. Coberta só por um lençol de cetim, ela ficou enrolando um pouco antes de abrir os olhos e dar uma olhada no quarto onde estava. Achou estranho, mas bem iluminado e bonito. Depois de olhar um pouco, se cobriu de novo com o lençol pra continuar o sono, fechando os olhos enquanto se virava de lado e de bruços, com uma mão entre a barriga e o lençol de baixo. Nos dias que não precisava acordar cedo, ela curtia aquele estado gostoso entre o sono e a vigília, onde ficava se remexendo debaixo dos lençóis. — Mmmm… — murmurou meio dormindo, sentindo o cheirinho suave dos sais minerais que usou no banho na noite anterior… mmm… virou pro outro lado, se enrolando tanto que quase encostava o peito no joelho. Mesmo com seus 24 anos e o corpão de mulher "mulher" que tinha, Raquel era bem menina quando tava sozinha e mantinha alguns costumes de quando era criança. E ficar se enrolando na cama antes de levantar era um deles. Sem nenhuma conotação sexual, ela colocava uma mão entre as coxas macias e quentinhas, coçava a barriga… curtindo um pouco as sensações. — Puffff! Que saco… — pensou quando finalmente se decidiu a levantar, tirando o lençol do corpo e sentando na beira da cama com as mãos apoiadas dos lados. Ainda sonolenta, olhou pelo vidrão as copas das árvores e um pedaço de mar azul turquesa. — Que lugar bonito, que sorte que os ricos têm… — pensou de novo, assumindo que aquela não era a classe social dela, que era só uma trabalhadora muito bem paga. Num relógio na mesinha, viu que já eram 11h53 do meio-dia. — Porra, o sono colou… — pensou, pulando da cama pra ir pro banheiro vestida só com uma fio dental laranja clarinho, fazer suas necessidades e tomar um banho bem gostoso, onde ficou um tempão com a cabeça debaixo d'água. Chuveirinho do chuveiro enquanto levantava as mãos até a cabeça pra arrumar a longa melena preta. Se qualquer homem tivesse visto ela pelada no chuveiro naquela posição, ia se achar o cara mais sortudo do mundo, tamanha era a beleza do corpo moreno e molhado com a água escorrendo pela pele. Depois do banho, ela se secou e enrolou o cabelo numa toalha. Sem colocar calcinha, vestiu um roupão branco supermacio, voltou pro quarto e, pegando o celular do quarto, discou o número 3, que era o do serviço. — Oi, bom dia, era pra saber se podia subir o café da manhã, falou timidamente. — Sim, senhorita, o que a senhora deseja?, respondeu a voz de uma moça nova. — Bom, não sei se tem ou não, mas eu queria um suco de laranja, duas torradas com azeite, alho esfregado e tomate, cereal e um smoothie de verduras, se der. — Em dez minutos a gente sobe, senhorita Raquel. — Obrigada, você é muito gentil, disse Raquel desligando. Dez minutos depois, a moça apareceu com o uniforme e um carrinho dourado com tudo que ela tinha pedido e dois bombons de licor. — São cortesia do dono da casa, senhorita Vázquez, comentou a moça, vendo a cara de estranheza dela. — Nossa, obrigada, respondeu enquanto dava um gole no copo de suco de laranja. Depois de terminar o café, ela secou o cabelo de vez, vestiu um vestido de gaze soltinho e desceu pra ver o que rola naquela casa. — Bom dia, senhorita Vázquez, dormiu bem?, cumprimentou Lúcia, que parecia ser a chefe do serviço. — Sim, obrigada, muito... tô meio perdida, cê pode me mostrar a casa? — Claro, me segue que eu mostro. Uma vez eu falei pro senhor Strachan que ele devia ter feito menor, são quartos demais pra cinco empregados! — Cinco?, estranhou Raquel... não é muito? — Não, não, de jeito nenhum. Olha, essa é a sala de estar principal... tem uns 90 metros quadrados, uma loucura... essa é a academia, tem um monte de aparelho... ah! Essa é a sala de cinema, nunca pensei que alguém precisasse de um É isso… aqui está a piscina fechada. O patrão mantém a água a 25 graus, se baixar ou subir, ele se irrita… outra sala, mas essa é pros coquetéis que o patrão dá… essa é a sala de sinuca e outros jogos… por aquele corredor vai pros quartos dos funcionários e por aquele pro escritório do patrão, bem ao lado fica a Mari Luz, a secretária dele, vamos cumprimentá-la.
Bom dia, dona Mari Luz, essa moça tão gostosa é a senhorita Raquel Vázquez.
— Ah, nossa! Justamente ia ligar pra você agora pra entregar seus documentos bancários e lembrar que hoje sua personal shopper está à disposição.
Raquel ficou de cara… uma personal shopper só pra ela e de graça?... Deus existe!, pensou, se divertindo.
— Bom, na verdade não tô sentindo falta de nada porque trouxe roupa suficiente, mas vai ser bom dar um passeio. Depois de pegar sua nova caderneta bancária e seu cartão de crédito VISA Platina, se despediu da secretária apertando a mão dela.
— Bem, vou te mostrar o andar de cima, continuou a chefe do serviço. Quartos, quartos e mais quartos de hóspedes, não sei pra que o patrão quer tantos… reclamou de novo a Lúcia… esse aqui é o do patrão, mas ele não gosta que eu mostre, melhor ele mesmo fazer isso… esse é o quarto do pânico. Tem uma cama, duas armas, mantimentos e pouco mais… e finalmente chegamos ao terraço principal, 300 metros quadrados de terraço com piscina de 18 metros no ponto mais comprido.
Com o terraço principal, Raquel alucinou. Ficava em cima da casa, centralizado e cercado por áticos e outros cômodos. Por ser um terraço, estava descoberto na maior parte, exceto por duas marquises que faziam sombra num conjunto de poltronas de teca e mesas, e num balcão de bar de uns 12 metros de comprimento com banquetas giratórias fixadas no chão, que ficava do outro lado da piscina. Um pouco mais afastada, tinha uma churrasqueira industrial, e a piscina era rodeada por espreguiçadeiras também de teca. O chão todo era coberto com grama sintética, e uns vasos enormes seguravam várias plantas. davam frescor e um toque bonito ao terraço.
— Então vou tomar um banho antes de comer.
— Oooh, senhorita! A senhora faz o que quiser, mas já aviso que tem uns homens que gostam de olhar o que não devem!
— Kkkk... e isso, Lúcia? — perguntou Raquel, achando graça do jeito antiquado de Lúcia se expressar e pensar. Normal pra quem tem 60 anos, claro.
— Não me chame de Lúcia, senhorita Raquel, não fica bem tratar o serviço assim, a senhora é uma dama... — disse ela como se fosse uma criada do século XVIII. — Pois é, o serviço já não é mais o que era, não, senhorita. Não vou dizer quem, mas tem mais de um gavião por aqui! Mas a senhora tome seu banho como quiser, não é da minha conta.
O que me deixa muito feliz é que o patrão finalmente arrumou uma mulher... não é bom um homem ficar sozinho, senhorita Raquel, não é bom — disse ela balançando a cabeça.
Raquel achava Lúcia muito engraçada e tinha a impressão de que ela sabia um monte de coisas e estava louca pra contar.
— Bom, imagino que ele já deve ter tido outras namoradas... não? — perguntou curiosa.
— Não, senhorita Raquel. Tirando uma ou outra amiga de vez em quando, teve uma, mas ficaram pouco tempo juntos. Era uma mulher muito "leviana", a senhora me entende.
Depois do tour pela casa, ela ligou pra personal shopper e em meia hora a moça já estava na casa com o carro pra buscá-la. Ela se chamava Laura, uma garota muito simpática e gostosa, que ainda tinha um blog de tendências bem seguido.
— Ooooláaa! Uau, você é linda demais! — disse Laura exageradamente assim que a viu, olhando ela de cima a baixo.
— Kkkk, valeu, mas você também não fica atrás.
E era verdade. Laura era uma loira de 29 anos com um corpo maravilhoso e se vestia com um estilo muito próprio. Calça de imitação de couro fino e respirável, com um cinto largo na cintura cuja fivela caía na barriga baixa, uma camiseta dos Rolling Stones e uma jaqueta jeans. Dava pra ver que ela entendia do assunto e sabia combinar estilos que agradavam aos olhos.
— Bom, então vou te mostrar um pouco A cidade e no caminho a gente dá uma olhada nos ladyboys, beleza?
- Tá me deixando animada, disse Raquel entrando no carro dela.
- Caralho, como aquele cara é gostoso, eu deixaria ele fazer tudo o que quisesse comigo... disse Laura reparando no funcionário que buscou Raquel no aeroporto, vestindo um shortinho e uma regata... ela pirou nos braços fortes e musculosos dele, nas costas largas, no maxilar quadrado, nos olhos verdes esmeralda e, principalmente, na bunda que dava pra ver que era grande, firme e forte. Daquelas rabetas que as garotas adoram agarrar quando tão sendo comidas.
Raquel ficou quieta discretamente porque, como a nova namorada do Alfredo, tinha que manter as aparências, mas era verdade que o cara era uma delícia.
As duas passaram uma manhã incrível na cidade, rindo de tudo, entrando em todo tipo de loja, vendo vestidos, lingerie de todos os tipos, acessórios, roupas de banho, etc. Raquel comprou um biquíni branco neve de tecido liso enfeitado com brilhantes lindos, um vestido de noite de cetim curto dourado champanhe e uma bolsa de mão combinando. Depois das compras, sentaram num terraço pra bater papo e recuperar as energias.
Umas duas horas depois, voltaram pro chalé pra almoçar.
- Ei, Laura, por que você não fica pra almoçar, tá a fim? A gente pode dar um mergulho na piscina agora, comer e depois passar a tarde nas espreguiçadeiras de boa, entre um mergulho e outro.
- Ah, não sei... você tá me tentando. Vai, fico sim, e assim dou uma olhada mais de perto naquele gato, haha.
- Demais!... a gente bota um biquíni, manda servir o almoço no terraço de cima e se diverte pra caralho. Disse Raquel pegando ela pelo pulso e quase arrastando pro quarto pra trocar de roupa.
Pra Raquel, Laura foi uma descoberta. Embora Laura fosse cinco anos mais velha, elas se entendiam muito bem, falavam de coisas em comum e tinham um jeito parecido, então ela viu nela um apoio, uma amiga numa cidade onde não conhecia ninguém.
- Eu não trouxe roupa de banho, hein? —Fica tranquila, entre que somos parecidas fisicamente e os biquínis esticam bem, não vai ser problema. Claro que eu tenho mais peito que você, mas é pouca coisa, minhas roupas vão servir em você… disse Raquel com confiança depois de olhar bem pros peitos dela.
Já no provador, as duas ficaram experimentando biquínis e maiôs como se se conhecessem a vida inteira. Não escondiam os peitos uma da outra e, na hora da tanga, viravam de costas e no máximo dava pra ver a bunda, sem mostrar a ppk. Se divertiram pra caralho vendo os que a Raquel tinha, experimentando tudo, etc.
—Acho que no final vou ficar com esse que comprei hoje, disse Raquel com o biquíni branco neve de tecido liso e elástico, enquanto se olhava de frente e se virava pra se ver de costas num dos espelhões do provador, se achando, reparando como os peitos e a bunda estavam bonitos.
—Se esse fica espetacular em você… e em mim, como é que fica esse? perguntou Laura com um biquíni de fundo branco com listras finas azuis horizontais, que também mostrava umas formas bem femininas e gostosas.
—Espetacular, Laura, fica maravilhoso em você. Vamos, sobe no elevador e a gente sai direto pra varanda.
Fizeram isso e em dois minutos já estavam mergulhando na piscina, dando umas braçadas — Raquel nadava muito bem — e Laura brincando na água, que não nadava tanto. Depois de dez minutos na água, deitaram os corpos molhados nas espreguiçadeiras e começaram a conversar enquanto esperavam o almoço. Assim que uma das funcionárias serviu os pratos e as bebidas, elas atacaram duas lagostas acompanhadas de salada de abacate e frutas, outra de camarão e champanhe Moët & Chandon Imperial. Resumindo, o mais caro que tinha.
—Que delícia essa salada de camarão, pelo amor de Deus! comentou Raquel, já deitada de novo no sol.
—Bufff… chiquérrima! concordou Laura, deitando ao lado dela.
Raquel fechou os olhos, tentando descansar um pouco enquanto tomava sol e ia relaxando. Secando a longa juba morena ainda encharcada de água. Ela estava deitada de barriga pra cima com uma das pernas dobradas e a espreguiçadeira meio levantada enquanto Laura passava protetor solar.
— Quer que eu passe em você? — perguntou pra Raquel quando terminou. É muito bom, deixa a pele macia, macia e ainda relaxa, dou umas massagens bem boas.
— Bom, vai me fazer bem, espera aí que vou deitar a espreguiçadeira e ficar de bruços — coisa que fez em segundos.
Laura sentou sobre os tornozelos de Raquel e começou a passar o creme neles até as panturrilhas, deslizando as mãos várias vezes. Quando terminou, começou pelas coxas, primeiro a esquerda e depois a direita, passando as mãos devagar várias vezes e apertando cada vez mais forte com os polegares pra separar os músculos e relaxá-los.
— Mmmm… Laura, filha, você é incrível, vou dormir, haha.
— Chiiiiu… tô trabalhando — sussurrou no ouvido dela, inclinando o corpo sobre o dela pra que ouvisse.
Laura tomou cuidado pra não chegar com as mãos na buceta de Raquel, mas se arriscava a enfiar dois ou três dedos por baixo do tecido da tanga na área da bunda, coisa que pareceu normal pra Raquel. Depois de massagear a parte de cima das coxas e os quadris que ficavam de fora, passou a sentar no rabo esplêndido de Raquel pra começar a espalhar o protetor solar nas costas, onde se demorou um bom tempo deslizando os polegares pela espinha dorsal até terminar no pescoço, repetindo várias vezes. Depois foi pras laterais, passando também na parte dos peitos que escapava pros lados, esmagados pelo peso do próprio corpo, chegando até a enfiar as mãos por baixo do tecido do sutiã.
Coisa que também não surpreendeu Raquel, que tava no paraíso. O protetor solar era bem oleoso e as mãos deslizavam fácil pelo corpo dela, deixando-a num estado de bem-estar mais que gostoso.
— Pla… — soou a palmada que Laura deu na bunda dela… — Vira, que a parte de trás já foi. — Terminamos —disse ela, levantando-se da bunda de Raquel, onde tinha se sentado para massagear suas costas.
— Poxa, quase tava dormindo, mas tudo bem… — disse ela, virando-se. — Mas eu posso passar o protetor na frente, hein? Não precisa se incomodar.
— Anda, cala a boca, que você vai ver como é gostoso alguém passar o protetor em você enquanto relaxa e não pensa em nada. — Em seguida, sentou-se ao lado da espreguiçadeira e começou a espalhar o protetor na perna direita de Raquel, acariciando-a, mas com uma certa força quando chegava na coxa, como se fizesse pressão afundando a carne. De novo, percorria toda a coxa, mas parava ao chegar na virilha.
Depois, despejou um bom jato de protetor na barriga de Raquel e começou a espalhá-lo em círculos, várias vezes. Cada vez com mais pressão, afundando o ventre dela por onde passavam as pontas dos seus dedos.
— Nossa, é bem mais gostoso quando outra pessoa passa, hein?
— Já te disse… — respondeu Laura, enquanto afundava o umbigo dela uns quatro ou cinco centímetros, já que Raquel deixava a barriga mole.
Quando ia passar para os peitos, Raquel a parou. — Vai, deixa, o decote eu mesma passo.
— Chiiiiu… — disse Laura, inclinando-se sobre Raquel, que permanecia de olhos fechados. De repente, sentiu um dos peitos de Laura roçar no seu, e logo depois notou seus lábios sendo acariciados com delicadeza pelos dela.
— Mas o que você tá fazendo, Laura? — disse ela, tentando se levantar, mas Laura não deixou, apoiando a mão no esterno dela para impedir que se erguesse.
— Chiiiiu… me deixa cuidar… relaxa — disse Laura com um sorriso, enquanto a mão que estava no esterno descia um pouco e seguia para a esquerda, enfiando-se por baixo do tecido do sutiã, deslizando a mão sobre a pele de um dos peitos de Raquel, enquanto beijava sua boca de novo, com beijos curtos e suaves.
Nunca soube por quê, mas o fato é que Raquel se entregou às mãos e lábios de Laura, que já percorriam sem pudor seus peitos e barriga.
— Espera — disse ela. Raquel, enquanto se levantava, passava as mãos na nuca soltando as tiras do sutiã, tirava ele liberando seus peitos lindos e se deitava de novo fechando os olhos. Laura imitou ela, liberando uns peitões enormes, tão bonitos quanto os da Raquel, mas um pouco menos volumosos.
Esse foi o sinal pra Laura se deitar sobre ela, corpo contra corpo, peito contra peito que se espremiam até que a força fez eles escorregarem um pro lado do outro, menos um peito da Raquel que ficou espremido entre os da Laura e vice-versa. Enquanto beijava ela de novo, agora com beijos quentes, profundos e demorados onde suas línguas suculentas se entrelaçavam, meteu uma mão entre a barriga dela e a da Raquel, descendo até a calcinha fio dental procurando o clitóris dela, que abriu um pouco as coxas pra facilitar a chegada.
— Mmmm… devagar, Laura, não aperta tanto… tô muito sensível e às vezes parece que arde, dói ou algo assim… mmmm… Deussss… ôôôh! — gemeu quando os dedos da Laura alcançaram ele e começaram a acariciar.
— Fica tranquila, que eu também tenho um e sei como é. Os caras não, por isso fazem tudo errado, mas eu não… você vai ver. — disse enquanto os dedos dela se enchiam de protetor solar e passavam a acariciar a vulva dela, a separar os lábios maiores e a esfregar eles devagar até voltar pro clitóris.
Raquel se entregou às carícias que iam pra sua vulva molhada e inchada, pras investidas na vagina dela primeiro com um dedo, depois com dois… tava a mil. Ela largou a atitude passiva pra passar a acariciar com as duas mãos as costas macias da Laura, descendo depois pro cuzão gostoso dela que apertou com força, afundando os dedos nas nádegas, amassando, apertando com suavidade e firmeza. Depois deixou uma mão apertando uma das nádegas enquanto a outra desceu pro assoalho pélvico até achar a entrada da vagina dela, que penetrou com calma e delicadeza.
— Aaaih… mmm… — começou a gemer Laura, que esfregava sua corpo contra o da Raquel, barriga contra barriga e peito contra peito, que às vezes se espremiam com força e outras com suavidade, enquanto ela sentia o hálito cada vez mais ofegante da outra.
Se alguém tivesse visto, teria reparado nos corpaços de duas mulheres se amando apaixonadamente.
Teria visto as coxas lindas da Raquel abertas e flexionadas, a bunda da Laura encaixada entre elas, os peitos das duas deslizando um contra o outro enquanto se dedavam cada vez mais rápido, até gozarem juntas entre gemidos, espasmos, gritinhos e aquele tremor nas coxas, tão temido quanto desejado pela mulher quando o orgasmo é forte, intenso.
E se elas tivessem visão de raio-X, teriam visto um moleque de 17 anos esfregando o pau sem parar atrás da janela de um dos quartos que davam para a varanda, até encher a parede de porra. O garoto já estava se masturbando desde que as duas apareceram na varanda, e aquela já era a terceira gozada dele enquanto espiava bestificado.
Completamente alheias a isso, as duas ficaram grudadas uma na outra até que os tremores foram passando, até que a respiração delas foi se acalmando. Depois de uns minutos assim, com a Raquel virada de lado para escapar do peso da Laura e conseguir respirar, ela se levantou numa boa e voltou a se deitar na espreguiçadeira.
— Porra, que delícia, Raquel, você é incrível — disse ela, colocando a mão na barriga, fechando os olhos e continuando a tomar sol como se nada tivesse acontecido, como se tivesse tomado uma Coca Booty.
— Mas Laura, o que a gente fez? — perguntou Raquel, surpresa com o próprio comportamento, sentando na espreguiçadeira com as pernas dobradas, segurando os joelhos com os braços e olhando para a piscina, pensativa.
— O quê? — perguntou Laura — ... a gente só aproveitou uma boa trepada, Raquel, não fica viajando. Olha, eu sou bi, e enquanto eu passava o protetor em você... Protetor, fui me soltando e pensei… por que não? Olha, Raquel, fica tranquila que não me apaixono por garotas nem sinto nada por você além de simpatia… garota, não fica viajando e aproveita o momento, pelo amor de Deus!
— Bom, enquanto você tiver isso claro… — disse Raquel —, verdade é que me diverti pra caralho — sussurrou baixinho, sorrindo pra ela. E foi minha primeira vez com uma garota, só pra você saber.
— Sério?... Com 24 anos e esse corpão? — respondeu Laura, surpresa.
— Aham, você me desvirginou, sabia?... E eu amei, ha ha.
Depois, deitaram de novo e ficaram tomando sol de peito nu, meio dormindo, por um bom tempo.
— Nossa, que vista gostosa — soou de repente a voz do Alfredo.
Raquel se assustou, sentando na espreguiçadeira.
— Alfredo! Não te esperava até mais tarde — disse ela, tapando um dos peitos ao se virar um pouco pra ele.
— Já é tarde, são sete — respondeu ele. Terminei meus afazeres mais cedo, a Lúcia me disse que vocês estavam aqui e eu vim. Passaram um bom dia? — perguntou, sem saber se olhava pras duas garotas ou pros quatro peitos que apontavam pra ele, e tentava olhar de soslaio.
— Claro, nos divertimos pra caramba, né Raquel? — respondeu Laura.
— Sim, ótimo, Alfredo, fizemos amizade na hora e tô super feliz de ter nos conhecido... — disse ela, lançando um olhar e um sorriso rápido pra Laura, que respondeu com uma piscadela.
— Bom, eu vou indo e deixo vocês de casal, porque três é multidão — disse, colocando o sutiã e indo pro elevador depois de dar dois beijos na Raquel… Até mais!
Sozinhos, Alfredo e Raquel, ele deu um beijo na boca dela, que respondeu acolhedoramente. Depois, ele foi até a geladeira atrás do balcão do bar.
— Te preparo algo, Raquel?
— Não, não precisa, um refri já serve… — respondeu ela, ainda de peito nu, meio sentada na espreguiçadeira com uma perna meio dobrada, exibindo a coxa linda.
Alfredo preparou dois mojitos e foi até a espreguiçadeira ao lado da dela. Raquel sentando-se nela.
—Você está uma gostosa — disse ele, aproximando a taça e entregando a ela.
—Mmm… você me mima demais. E obrigada… pela taça e pelo elogio, claro — disse ela, sorrindo.
—Você merece, é assim. Pensei em dar amanhã à noite uma festa pra te apresentar como minha namorada pros meus amigos mais íntimos… você topa? — disse ele, colocando uma mão na coxa dela.
—Claro, vai ser interessante conhecer gente e se divertir.
—Então depois peço pra Lucía cuidar de tudo. Quero que você se vista bem elegante e sexy, quero te exibir. E por baixo, nada de lingerie, usa um biquíni. A gente costuma dar uns mergulhos durante a festa.
—Ha ha… tá bom, pode deixar, faço o que der — disse ela, ainda deitada de olhos fechados, o que Alfredo aproveitou pra se deliciar observando o corpo dela.
—Quer ver um filme na sala de cinema? — disse ele depois de um tempo.
—Valeu — respondeu ela sem abrir os olhos, enquanto ele acariciava a coxa dela, se deliciando com a maciez da pele e a forma dela.
PLAF… soou a palmada que ele deu de repente na barriga dela, seguida de um "ai!" que escapou da boca dela.
—Então vai se vestir e vamos ver o filme, já são sete da noite e não quero jantar tarde. Te espero na sala.
Depois de dizer isso, Alfredo se levantou e foi embora descendo pelas escadas em vez do elevador.
Raquel se sentou, vestiu a parte de cima do biquíni e o seguiu, indo pro quarto dela, onde tomou um bom banho antes de ir pro closet, quase vazio, só com as roupas que tinha trazido da cidade dela. Olhou o que tinha e escolheu um vestido de gaze que se ajustava logo abaixo do peito e caía até um pouco acima dos joelhos.
Esse tipo de vestido ela adorava. Fazia ela se sentir muito livre, embora tivesse a desvantagem de que uma rajada de vento podia fazer a gaze grudar na pele, mostrando as curvas do corpo dela. A vantagem é que, se tivesse um parceiro, o cara podia meter a mão por baixo do vestido e acariciar tudo. corpo livremente. Depois de se vestir, foi até a sala de cinema onde Alfredo já estava sentado numa das poltronas, passando uma lista de filmes que projetava na parede da frente.
Raquel sentou ao lado dele.
— Então, qual vamos ver? — perguntou curiosa. — Minhas preferidas são as românticas e as de desenho — disse ela, sugerindo o que gostaria de assistir.
— Essa é diferente, acho — respondeu ele, apertando o play no controle remoto do projetor.
Logo começou a passar um filme sobre um casal que não desagradou Raquel. Na história, a relação foi ficando estranha: a garota cada vez mais se apegava ao rapaz, a ponto de, lá pela metade do filme, ela aceitar que ele a tratasse mal, que a surrasse.
“PLASH… AI!… PLASH… OH!… PLASH… AUF!” — soavam os gemidos dela enquanto o cara batia com um cinto nas costas, na bunda e nas coxas dela.
— Afff, isso deve doer pra caralho — comentou Raquel em voz alta.
— Cê acha? Bom, depende da força com que ele bate, imagino — disse Alfredo sem tirar os olhos da tela.
PLASH!… OH!… PLASH!… OHHHH! — agora ele surrava de verdade a barriga e os peitos dela.
— Ei, Raquel… nunca experimentou isso? — falou Alfredo, cruzando as pernas pra disfarçar a ereção enquanto virava a cabeça pra olhar pra ela.
— Não, não… com certeza não — respondeu Raquel com uma risada nervosa, embora calasse que o que via também a atraía.
— Então a gente podia tentar, né? No começo leve, claro, tipo brincando.
— Sim, claro, quando você quiser — respondeu com um sorriso. Por dentro, o coração dela acelerou só de se imaginar amarrada nas mãos de um desconhecido.
— Não tá no seu contrato, pode recusar se quiser, ou se preferir, eu aumento ele.
— Não, não, Alfredo, não é por dinheiro. Se eu fizer algo assim com você, seria por curiosidade também. Na real, já tive umas fantasias com isso.
— Sério? Vem comigo — disse Alfredo, desligando o projetor, pegando a mão dela e saindo para o Corredor para ir até o elevador.
—Vamos, Alfredo… agora? — perguntou Raquel, perplexa e assustada, enquanto ele a puxava pela mão e a enfiava no elevador.
—Sim, claro, agora… — respondeu ele, apertando um botão do elevador.
Ela estranhou que o elevador descesse além do térreo. Quando chegaram lá embaixo, saíram e, depois de percorrer um corredor, chegaram a uma porta que Raquel nunca tinha visto antes. Na verdade, ela nem sabia que existia aquele subsolo na casa, e Lúcia não tinha comentado nada.
Ao abrir a porta de aço com uma chave de segurança, ela pôde ver um cômodo relativamente amplo, cheio de aparelhos estranhos.
Raquel entrou e começou a olhar, espantada, para ganchos no teto, no chão e nas paredes… um cavalo, duas madeiras formando um X, máquinas esquisitas, uma cama só com o estrado e dezenas de engenhocas que ela nem reconhecia.
— Comprei e instalei tudo na semana passada, antes de você chegar, tá tudo novo e lacrado. E não pensei só em mim, pensei em você também. Essa aqui é uma fucking machine, onde você pode se deitar, e tem vários pênis de todos os tamanhos e formas que você puder imaginar. Funciona com um controle remoto sem fio, que dá pra acelerar ou desacelerar, e também escolher a profundidade das penetrações. Nessa outra, se você sentar, ela vai vibrar até você gozar quantas vezes quiser, e também dá pra colocar um ou dois pênis, como preferir.
Raquel ficou alucinada. Aos 24 anos, tudo aquilo parecia superestranho pra ela, embora já tivesse visto coisas assim em filmes e séries de TV.
— Tá, bem… o que eu posso dizer, Alfredo? Eu não uso essas coisas.
— Mas você sempre tem a opção de usar. Vai ter uma cópia da chave. Bem, agora vamos ao que interessa: tira a roupa.
Raquel hesitou, mas depois de alguns segundos de dúvida, tirou o vestido e a tanga encharcada de porra.
— Vem, fica bem no centro do cômodo… assim, perfeito.
Alfredo colocou uma venda nos olhos dela e uma mordaça com uma tira que impedia ela de falar, mas não Respirar fundo, ela precisava. Ele pegou um dos pulsos dela e apertou com uma algema forrada de veludo, levantando o braço dela acima da cabeça, flexionado. Fez o mesmo com o outro, deixando-a completamente nua, de pé, com as mãos dois palmos acima da cabeça e os cotovelos dobrados. Nessa posição, Raquel estava absolutamente gostosa.
Alfredo se despiu e, se aproximando dela sem fazer barulho, começou a olhar de todos os ângulos. Chamou a atenção dele como a barriga e os peitos dela se mexiam, nervosa, respirando acelerado. Depois, ele se colocou atrás dela e, colando o corpo, pegou os dois peitos dela, avaliando, amassando. Em seguida, as mãos desceram até a barriga, na altura do umbigo, que ele afundou, colando o corpo inteiro no dela.
— Calma, Raquel, hoje a gente só vai brincar 30 minutos, e você me avisa quando eu tiver te machucando demais, dando três puxões fortes na corda… tá bom?
Raquel concordou com a cabeça. Estava um caco de nervos, mas (apesar do medo) queria aguentar, agradar ele, nem sabia por quê.
Ele foi até uma mesa onde tinha vários apetrechos e pegou uma espécie de raquete de praia, mas menor, com o cabo bem mais comprido e feita de couro.
Alfredo demorou, girando em volta dela e tocando a bunda dela… a barriga, os peitos e as coxas, como se examinasse onde daria o primeiro golpe. A cada toque, Raquel se encolhia, temendo uma pancada.
PLAC… AI!… ela gritou mais de susto do que de dor quando sentiu a raquete bater debaixo de um dos peitos, levantando-o de uma vez, para depois cair, subir de novo e cair até voltar ao normal.
De novo, uns segundos eternos de espera a deixaram tensa enquanto ele decidia onde bater de novo, dando voltas ao redor dela.
PLAC… AI!… ela gritou quando sentiu a raquete bater bem entre o umbigo e a buceta, causando uma arranhada danada.
— Muito forte? — ele perguntou, preocupado. Ela respondeu que não, balançando a cabeça, embora Realmente doeu pra caralho, mas ela era orgulhosa e se segurou firme pra não reclamar demais.
PLAS…AI!...UFFF!, mais uma vez ele acertou um peito dela, mas dessa vez direto no mamilo, que afundou dentro da buceta peito que foi esmagado pela raquete e levou uns dois ou três segundos pra voltar ao normal, dada a firmeza dos peitos dela. Umas lágrimas escorreram dos olhos dela, tinha doído pra caramba… mas ela voltou pra posição e ergueu a cabeça, desafiadora.
Alfredo tava francamente desnorteado. Sabia que não tava batendo com toda a força, mas mesmo assim os golpes deviam doer. Ele se afastou dela, girando de novo. A espera e não saber onde seria o próximo golpe deixavam Raquel bem nervosa, e isso se traduzia em movimentos inquietos.
PLAS…AH!, o próximo golpe Raquel sentiu na bunda linda dela, que balançou igual um pudim. A ardência que ela sentiu era bem parecida com a de um tapa na bunda.
E assim se passaram mais 20 minutos, onde ela levou não menos que 30 golpes em partes diferentes do corpo, sendo as mais acertadas a barriga, os peitos tanto por baixo quanto de frente, e a bunda linda dela, que levou uma boa parte dos golpes. Nas costas e nas coxas, ela só levou uns quatro.
— Bom, já terminamos, como eu te falei, foi só pra testar.
Enquanto dizia isso, Alfredo afrouxou a mordaça até tirar, removeu a venda dos olhos dela e soltou a corda que a segurava no teto. Depois, tirou as algemas.
Ela olhou pra ele com um certo rancor no olhar, mas, desconcertantemente, sorriu pra ele enquanto esfregava os pulsos e acariciava a barriga dolorida, que ardia, embora não menos que os peitos ou a bunda.
— E aí, como foi? — perguntou ele, intrigado e preocupado. — Olha, eu não bati tão forte, mas em alguns momentos perdi a mão, e mesmo assim você não fez o sinal pra parar.
— Ah, bom… se você soubesse o que é uma menstruação dolorosa, não se surpreenderia tanto. Olha, Alfredo, como teste, não foi ruim… mas não é algo que Gostei, te garanto. Se quiser repetir, vale, eu aceito… mas agradável não é.
Embora pra você pareça que foi, ela disse, apontando pro pau dele duro como ferro. Vamos resolver isso?, perguntou pegando no pau dele, pronta pra bater uma pra ele.
— Não, não, tenho algo melhor pra nós dois. Olha, sou meio voyeur, então adoraria que você se deitasse na fucking machine pra eu ver você gozar. Eu vou sentar e te observar enquanto testo esse brinquedo… disse ele, pegando uma buceta artificial com um mecanismo tão sofisticado que simulava perfeitamente as contrações vaginais.
— Tá bom, vale. Parece um trambolho e nem de longe chega perto do que um homem faz, mas vou experimentar se você insiste.
— Insisto, mas antes… pode colocar esse par de meias ali? Acho que são do seu tamanho.
— Claro, sem problemas, ela disse, pegando uma das meias, enrolando com as duas mãos pra vestir. Enfiou a ponta do pé e apoiou ele num banquinho, dando a ele uma vista magnífica da perna e dos peitos ao se inclinar pra puxar a meia. Com uma lentidão calculada, foi subindo devagar pelo tornozelo, panturrilha, joelho, e terminou esticando na coxa o mais alto que pôde, até dois terços da coxa.
Com a outra fez o mesmo, e já com as duas vestidas, foi até a fucking machine pra se deitar. Antes, escolheu um pau de tamanho parecido com o do Alfredo, completamente duro, mas revestido de silicone, imitando perfeitamente o pau de um homem. Tinha uma base larga de silicone pra frear ao bater na bunda, parte interna das coxas e vulva. Assim, a força da máquina não machucaria o colo do útero nem causaria rasgos internos.
Ela sentou de lado na máquina, virou o corpo pra se deitar e, uma vez deitada, flexionou as duas pernas e colocou a cabeça do pau na entrada da buceta depois de lubrificar bem. Pegou o controle remoto e viu que dava pra escolher o modo manual, então segurou o pau e se… tentou introduzir a glande. Teve dificuldade por causa da grossura dela, mas depois de várias tentativas conseguiu enfiar na buceta dela.
Aí ela se deitou relaxada e colocou no modo automático lento com penetração média. PLOP…………PLOP……….PLOP………a base do pau batendo na parte de baixo da Raquel.
— Ah! haha, é gostoso — sorriu virando o rosto pro Alfredo, que já tinha o pau inteiro enfiado na buceta artificial. E pelo visto era bem boa, porque de vez em quando escapava um gritinho dela.
Ela foi na dela e terminou de se deitar, pronta pra curtir aquela máquina que tava dando tanto prazer. Olhava pra barriga incrédula porque quando o pau grosso e comprido entrava, levantava a pele da barriga dela uns dois ou três centímetros ao encher as entranhas e baixava de novo quando saía. Voltou a olhar pro teto enquanto as investidas suaves e curtas mexiam o corpo dela na maca, fazendo os peitos balançarem igual se um homem tivesse comendo ela.
Resolveu passar pra velocidade média e penetração profunda, e aí o corpo inteiro dela começou a vibrar e ser sacudido pra cima e pra baixo na maca cada vez que entrava tudo nela ou saía numa velocidade parecida com a que um homem mete quando tá comendo gostoso.
PLOP……PLOP…..PLOP…..PLOP…….PLOP…..PLOP…..
— Mmmm… ah… ah… meu deus, que delícia — gritava enquanto sentia ondas de prazer percorrerem o corpo e ele se mexia na maca como se um profissional de pornô tivesse fodendo ela.
Alfredo olhava bestificado, via aquele corpo tão gostoso se mexendo com violência a cada investida da máquina enquanto a buceta artificial dava um prazer nele que nunca tinha sentido antes.
— Ah… ah… ah… ah… — gritava ela cada vez mais forte, já quase no auge do prazer, de olhos fechados, sentindo que tava indo, que não ia aguentar muito mais. As coxas começaram a tremer depois de um primeiro espasmo na buceta que também contraiu a barriga dela. E vieram os outros, provocando que ela fechasse as coxas trêmulas por causa do orgasmo brutal enquanto todo o corpo dela era sacudido na maca e os bicos dos peitos descreviam círculos no ar.
—Ai, meu Deus, meu Deus, meu Deus!... durante o orgasmo longo, as mãos dela se agarraram nas alças laterais pra não cair.
—Ai!... ai… ai… — gritou Alfredo, que teve um orgasmo bestial enquanto via Raquel ser vencida pela máquina e se esparramar em orgasmos.
E é que com ela acontecia o seguinte: se ela tinha um orgasmo e continuava sendo estimulada, ou o orgasmo se prolongava e ela tinha orgasmos múltiplos, ou então um engatava no outro.
E era exatamente isso que tava rolando com ela. Além disso, por descuido, ele apertou o botão de velocidade da máquina e ela foi pra 80% — uma velocidade que nenhum homem no planeta conseguia alcançar, por mais forte e resistente que fosse. A 80%, a máquina fazia contra Raquel a força de três ou quatro homens, tudo contra a bunda, a buceta e as coxas dela. Até o próprio Alfredo chegou perto dela e colocou uma mão na barriga suada dela pra conferir, alucinado, que o pau da máquina levantava a pele, a gordura e os músculos da barriga de Raquel uns centímetros quando entrava por completo, além de fazer o corpo inteiro dela vibrar e empurrá-la pela maca a cada estocada.
PLOP… PLOP… PLOP… PLOP… PLOP… PLOP… PLOP… a máquina batia nela, mexendo com o corpo dela como se fosse uma boneca.
—Ai… ai… ai… ai… ai… ai… ai… ai… — um terceiro orgasmo sacudiu ela com tanta força que ela teve que se afastar pra cima na maca pra escapar daquele pau que tava matando ela, se soltar dele com um “plop” quando saiu da buceta dela — igual ao barulho de abrir uma garrafa de champanhe — enquanto ela se virava de lado na posição fetal, se contorcendo com os espasmos de um orgasmo que não acabava.
Já tinham passado mais de 15 minutos desde que Alfredo gozou, e agora ele olhava, alucinado, como Raquel tremia com calafrios, como se tivesse febre, que finalmente foram se apagando conforme o orgasmo passava.
Depois de quatro ou cinco minutos toda encolhida Um novelo se recuperando na maca, Raquel toda suada olhou pro Alfredo destruída mas satisfeita.
—Quanto que te custou essa máquina?
—12 mil euros, disse ele ainda impressionado com o que acabara de ver.
—Pois saiu de graça pra você, porque seja lá o que for esse treco, vale umas dez vezes mais, respondeu ela sorrindo.
CONTINUA.






Bom dia, dona Mari Luz, essa moça tão gostosa é a senhorita Raquel Vázquez.
— Ah, nossa! Justamente ia ligar pra você agora pra entregar seus documentos bancários e lembrar que hoje sua personal shopper está à disposição.
Raquel ficou de cara… uma personal shopper só pra ela e de graça?... Deus existe!, pensou, se divertindo.
— Bom, na verdade não tô sentindo falta de nada porque trouxe roupa suficiente, mas vai ser bom dar um passeio. Depois de pegar sua nova caderneta bancária e seu cartão de crédito VISA Platina, se despediu da secretária apertando a mão dela.
— Bem, vou te mostrar o andar de cima, continuou a chefe do serviço. Quartos, quartos e mais quartos de hóspedes, não sei pra que o patrão quer tantos… reclamou de novo a Lúcia… esse aqui é o do patrão, mas ele não gosta que eu mostre, melhor ele mesmo fazer isso… esse é o quarto do pânico. Tem uma cama, duas armas, mantimentos e pouco mais… e finalmente chegamos ao terraço principal, 300 metros quadrados de terraço com piscina de 18 metros no ponto mais comprido.
Com o terraço principal, Raquel alucinou. Ficava em cima da casa, centralizado e cercado por áticos e outros cômodos. Por ser um terraço, estava descoberto na maior parte, exceto por duas marquises que faziam sombra num conjunto de poltronas de teca e mesas, e num balcão de bar de uns 12 metros de comprimento com banquetas giratórias fixadas no chão, que ficava do outro lado da piscina. Um pouco mais afastada, tinha uma churrasqueira industrial, e a piscina era rodeada por espreguiçadeiras também de teca. O chão todo era coberto com grama sintética, e uns vasos enormes seguravam várias plantas. davam frescor e um toque bonito ao terraço.
— Então vou tomar um banho antes de comer.
— Oooh, senhorita! A senhora faz o que quiser, mas já aviso que tem uns homens que gostam de olhar o que não devem!
— Kkkk... e isso, Lúcia? — perguntou Raquel, achando graça do jeito antiquado de Lúcia se expressar e pensar. Normal pra quem tem 60 anos, claro.
— Não me chame de Lúcia, senhorita Raquel, não fica bem tratar o serviço assim, a senhora é uma dama... — disse ela como se fosse uma criada do século XVIII. — Pois é, o serviço já não é mais o que era, não, senhorita. Não vou dizer quem, mas tem mais de um gavião por aqui! Mas a senhora tome seu banho como quiser, não é da minha conta.
O que me deixa muito feliz é que o patrão finalmente arrumou uma mulher... não é bom um homem ficar sozinho, senhorita Raquel, não é bom — disse ela balançando a cabeça.
Raquel achava Lúcia muito engraçada e tinha a impressão de que ela sabia um monte de coisas e estava louca pra contar.
— Bom, imagino que ele já deve ter tido outras namoradas... não? — perguntou curiosa.
— Não, senhorita Raquel. Tirando uma ou outra amiga de vez em quando, teve uma, mas ficaram pouco tempo juntos. Era uma mulher muito "leviana", a senhora me entende.
Depois do tour pela casa, ela ligou pra personal shopper e em meia hora a moça já estava na casa com o carro pra buscá-la. Ela se chamava Laura, uma garota muito simpática e gostosa, que ainda tinha um blog de tendências bem seguido.
— Ooooláaa! Uau, você é linda demais! — disse Laura exageradamente assim que a viu, olhando ela de cima a baixo.
— Kkkk, valeu, mas você também não fica atrás.
E era verdade. Laura era uma loira de 29 anos com um corpo maravilhoso e se vestia com um estilo muito próprio. Calça de imitação de couro fino e respirável, com um cinto largo na cintura cuja fivela caía na barriga baixa, uma camiseta dos Rolling Stones e uma jaqueta jeans. Dava pra ver que ela entendia do assunto e sabia combinar estilos que agradavam aos olhos.
— Bom, então vou te mostrar um pouco A cidade e no caminho a gente dá uma olhada nos ladyboys, beleza?
- Tá me deixando animada, disse Raquel entrando no carro dela.
- Caralho, como aquele cara é gostoso, eu deixaria ele fazer tudo o que quisesse comigo... disse Laura reparando no funcionário que buscou Raquel no aeroporto, vestindo um shortinho e uma regata... ela pirou nos braços fortes e musculosos dele, nas costas largas, no maxilar quadrado, nos olhos verdes esmeralda e, principalmente, na bunda que dava pra ver que era grande, firme e forte. Daquelas rabetas que as garotas adoram agarrar quando tão sendo comidas.
Raquel ficou quieta discretamente porque, como a nova namorada do Alfredo, tinha que manter as aparências, mas era verdade que o cara era uma delícia.
As duas passaram uma manhã incrível na cidade, rindo de tudo, entrando em todo tipo de loja, vendo vestidos, lingerie de todos os tipos, acessórios, roupas de banho, etc. Raquel comprou um biquíni branco neve de tecido liso enfeitado com brilhantes lindos, um vestido de noite de cetim curto dourado champanhe e uma bolsa de mão combinando. Depois das compras, sentaram num terraço pra bater papo e recuperar as energias.
Umas duas horas depois, voltaram pro chalé pra almoçar.
- Ei, Laura, por que você não fica pra almoçar, tá a fim? A gente pode dar um mergulho na piscina agora, comer e depois passar a tarde nas espreguiçadeiras de boa, entre um mergulho e outro.
- Ah, não sei... você tá me tentando. Vai, fico sim, e assim dou uma olhada mais de perto naquele gato, haha.
- Demais!... a gente bota um biquíni, manda servir o almoço no terraço de cima e se diverte pra caralho. Disse Raquel pegando ela pelo pulso e quase arrastando pro quarto pra trocar de roupa.
Pra Raquel, Laura foi uma descoberta. Embora Laura fosse cinco anos mais velha, elas se entendiam muito bem, falavam de coisas em comum e tinham um jeito parecido, então ela viu nela um apoio, uma amiga numa cidade onde não conhecia ninguém.
- Eu não trouxe roupa de banho, hein? —Fica tranquila, entre que somos parecidas fisicamente e os biquínis esticam bem, não vai ser problema. Claro que eu tenho mais peito que você, mas é pouca coisa, minhas roupas vão servir em você… disse Raquel com confiança depois de olhar bem pros peitos dela.
Já no provador, as duas ficaram experimentando biquínis e maiôs como se se conhecessem a vida inteira. Não escondiam os peitos uma da outra e, na hora da tanga, viravam de costas e no máximo dava pra ver a bunda, sem mostrar a ppk. Se divertiram pra caralho vendo os que a Raquel tinha, experimentando tudo, etc.
—Acho que no final vou ficar com esse que comprei hoje, disse Raquel com o biquíni branco neve de tecido liso e elástico, enquanto se olhava de frente e se virava pra se ver de costas num dos espelhões do provador, se achando, reparando como os peitos e a bunda estavam bonitos.
—Se esse fica espetacular em você… e em mim, como é que fica esse? perguntou Laura com um biquíni de fundo branco com listras finas azuis horizontais, que também mostrava umas formas bem femininas e gostosas.
—Espetacular, Laura, fica maravilhoso em você. Vamos, sobe no elevador e a gente sai direto pra varanda.
Fizeram isso e em dois minutos já estavam mergulhando na piscina, dando umas braçadas — Raquel nadava muito bem — e Laura brincando na água, que não nadava tanto. Depois de dez minutos na água, deitaram os corpos molhados nas espreguiçadeiras e começaram a conversar enquanto esperavam o almoço. Assim que uma das funcionárias serviu os pratos e as bebidas, elas atacaram duas lagostas acompanhadas de salada de abacate e frutas, outra de camarão e champanhe Moët & Chandon Imperial. Resumindo, o mais caro que tinha.
—Que delícia essa salada de camarão, pelo amor de Deus! comentou Raquel, já deitada de novo no sol.
—Bufff… chiquérrima! concordou Laura, deitando ao lado dela.
Raquel fechou os olhos, tentando descansar um pouco enquanto tomava sol e ia relaxando. Secando a longa juba morena ainda encharcada de água. Ela estava deitada de barriga pra cima com uma das pernas dobradas e a espreguiçadeira meio levantada enquanto Laura passava protetor solar.
— Quer que eu passe em você? — perguntou pra Raquel quando terminou. É muito bom, deixa a pele macia, macia e ainda relaxa, dou umas massagens bem boas.
— Bom, vai me fazer bem, espera aí que vou deitar a espreguiçadeira e ficar de bruços — coisa que fez em segundos.
Laura sentou sobre os tornozelos de Raquel e começou a passar o creme neles até as panturrilhas, deslizando as mãos várias vezes. Quando terminou, começou pelas coxas, primeiro a esquerda e depois a direita, passando as mãos devagar várias vezes e apertando cada vez mais forte com os polegares pra separar os músculos e relaxá-los.
— Mmmm… Laura, filha, você é incrível, vou dormir, haha.
— Chiiiiu… tô trabalhando — sussurrou no ouvido dela, inclinando o corpo sobre o dela pra que ouvisse.
Laura tomou cuidado pra não chegar com as mãos na buceta de Raquel, mas se arriscava a enfiar dois ou três dedos por baixo do tecido da tanga na área da bunda, coisa que pareceu normal pra Raquel. Depois de massagear a parte de cima das coxas e os quadris que ficavam de fora, passou a sentar no rabo esplêndido de Raquel pra começar a espalhar o protetor solar nas costas, onde se demorou um bom tempo deslizando os polegares pela espinha dorsal até terminar no pescoço, repetindo várias vezes. Depois foi pras laterais, passando também na parte dos peitos que escapava pros lados, esmagados pelo peso do próprio corpo, chegando até a enfiar as mãos por baixo do tecido do sutiã.
Coisa que também não surpreendeu Raquel, que tava no paraíso. O protetor solar era bem oleoso e as mãos deslizavam fácil pelo corpo dela, deixando-a num estado de bem-estar mais que gostoso.
— Pla… — soou a palmada que Laura deu na bunda dela… — Vira, que a parte de trás já foi. — Terminamos —disse ela, levantando-se da bunda de Raquel, onde tinha se sentado para massagear suas costas.
— Poxa, quase tava dormindo, mas tudo bem… — disse ela, virando-se. — Mas eu posso passar o protetor na frente, hein? Não precisa se incomodar.
— Anda, cala a boca, que você vai ver como é gostoso alguém passar o protetor em você enquanto relaxa e não pensa em nada. — Em seguida, sentou-se ao lado da espreguiçadeira e começou a espalhar o protetor na perna direita de Raquel, acariciando-a, mas com uma certa força quando chegava na coxa, como se fizesse pressão afundando a carne. De novo, percorria toda a coxa, mas parava ao chegar na virilha.
Depois, despejou um bom jato de protetor na barriga de Raquel e começou a espalhá-lo em círculos, várias vezes. Cada vez com mais pressão, afundando o ventre dela por onde passavam as pontas dos seus dedos.
— Nossa, é bem mais gostoso quando outra pessoa passa, hein?
— Já te disse… — respondeu Laura, enquanto afundava o umbigo dela uns quatro ou cinco centímetros, já que Raquel deixava a barriga mole.
Quando ia passar para os peitos, Raquel a parou. — Vai, deixa, o decote eu mesma passo.
— Chiiiiu… — disse Laura, inclinando-se sobre Raquel, que permanecia de olhos fechados. De repente, sentiu um dos peitos de Laura roçar no seu, e logo depois notou seus lábios sendo acariciados com delicadeza pelos dela.
— Mas o que você tá fazendo, Laura? — disse ela, tentando se levantar, mas Laura não deixou, apoiando a mão no esterno dela para impedir que se erguesse.
— Chiiiiu… me deixa cuidar… relaxa — disse Laura com um sorriso, enquanto a mão que estava no esterno descia um pouco e seguia para a esquerda, enfiando-se por baixo do tecido do sutiã, deslizando a mão sobre a pele de um dos peitos de Raquel, enquanto beijava sua boca de novo, com beijos curtos e suaves.
Nunca soube por quê, mas o fato é que Raquel se entregou às mãos e lábios de Laura, que já percorriam sem pudor seus peitos e barriga.
— Espera — disse ela. Raquel, enquanto se levantava, passava as mãos na nuca soltando as tiras do sutiã, tirava ele liberando seus peitos lindos e se deitava de novo fechando os olhos. Laura imitou ela, liberando uns peitões enormes, tão bonitos quanto os da Raquel, mas um pouco menos volumosos.
Esse foi o sinal pra Laura se deitar sobre ela, corpo contra corpo, peito contra peito que se espremiam até que a força fez eles escorregarem um pro lado do outro, menos um peito da Raquel que ficou espremido entre os da Laura e vice-versa. Enquanto beijava ela de novo, agora com beijos quentes, profundos e demorados onde suas línguas suculentas se entrelaçavam, meteu uma mão entre a barriga dela e a da Raquel, descendo até a calcinha fio dental procurando o clitóris dela, que abriu um pouco as coxas pra facilitar a chegada.
— Mmmm… devagar, Laura, não aperta tanto… tô muito sensível e às vezes parece que arde, dói ou algo assim… mmmm… Deussss… ôôôh! — gemeu quando os dedos da Laura alcançaram ele e começaram a acariciar.
— Fica tranquila, que eu também tenho um e sei como é. Os caras não, por isso fazem tudo errado, mas eu não… você vai ver. — disse enquanto os dedos dela se enchiam de protetor solar e passavam a acariciar a vulva dela, a separar os lábios maiores e a esfregar eles devagar até voltar pro clitóris.
Raquel se entregou às carícias que iam pra sua vulva molhada e inchada, pras investidas na vagina dela primeiro com um dedo, depois com dois… tava a mil. Ela largou a atitude passiva pra passar a acariciar com as duas mãos as costas macias da Laura, descendo depois pro cuzão gostoso dela que apertou com força, afundando os dedos nas nádegas, amassando, apertando com suavidade e firmeza. Depois deixou uma mão apertando uma das nádegas enquanto a outra desceu pro assoalho pélvico até achar a entrada da vagina dela, que penetrou com calma e delicadeza.
— Aaaih… mmm… — começou a gemer Laura, que esfregava sua corpo contra o da Raquel, barriga contra barriga e peito contra peito, que às vezes se espremiam com força e outras com suavidade, enquanto ela sentia o hálito cada vez mais ofegante da outra.
Se alguém tivesse visto, teria reparado nos corpaços de duas mulheres se amando apaixonadamente.
Teria visto as coxas lindas da Raquel abertas e flexionadas, a bunda da Laura encaixada entre elas, os peitos das duas deslizando um contra o outro enquanto se dedavam cada vez mais rápido, até gozarem juntas entre gemidos, espasmos, gritinhos e aquele tremor nas coxas, tão temido quanto desejado pela mulher quando o orgasmo é forte, intenso.
E se elas tivessem visão de raio-X, teriam visto um moleque de 17 anos esfregando o pau sem parar atrás da janela de um dos quartos que davam para a varanda, até encher a parede de porra. O garoto já estava se masturbando desde que as duas apareceram na varanda, e aquela já era a terceira gozada dele enquanto espiava bestificado.
Completamente alheias a isso, as duas ficaram grudadas uma na outra até que os tremores foram passando, até que a respiração delas foi se acalmando. Depois de uns minutos assim, com a Raquel virada de lado para escapar do peso da Laura e conseguir respirar, ela se levantou numa boa e voltou a se deitar na espreguiçadeira.
— Porra, que delícia, Raquel, você é incrível — disse ela, colocando a mão na barriga, fechando os olhos e continuando a tomar sol como se nada tivesse acontecido, como se tivesse tomado uma Coca Booty.
— Mas Laura, o que a gente fez? — perguntou Raquel, surpresa com o próprio comportamento, sentando na espreguiçadeira com as pernas dobradas, segurando os joelhos com os braços e olhando para a piscina, pensativa.
— O quê? — perguntou Laura — ... a gente só aproveitou uma boa trepada, Raquel, não fica viajando. Olha, eu sou bi, e enquanto eu passava o protetor em você... Protetor, fui me soltando e pensei… por que não? Olha, Raquel, fica tranquila que não me apaixono por garotas nem sinto nada por você além de simpatia… garota, não fica viajando e aproveita o momento, pelo amor de Deus!
— Bom, enquanto você tiver isso claro… — disse Raquel —, verdade é que me diverti pra caralho — sussurrou baixinho, sorrindo pra ela. E foi minha primeira vez com uma garota, só pra você saber.
— Sério?... Com 24 anos e esse corpão? — respondeu Laura, surpresa.
— Aham, você me desvirginou, sabia?... E eu amei, ha ha.
Depois, deitaram de novo e ficaram tomando sol de peito nu, meio dormindo, por um bom tempo.
— Nossa, que vista gostosa — soou de repente a voz do Alfredo.
Raquel se assustou, sentando na espreguiçadeira.
— Alfredo! Não te esperava até mais tarde — disse ela, tapando um dos peitos ao se virar um pouco pra ele.
— Já é tarde, são sete — respondeu ele. Terminei meus afazeres mais cedo, a Lúcia me disse que vocês estavam aqui e eu vim. Passaram um bom dia? — perguntou, sem saber se olhava pras duas garotas ou pros quatro peitos que apontavam pra ele, e tentava olhar de soslaio.
— Claro, nos divertimos pra caramba, né Raquel? — respondeu Laura.
— Sim, ótimo, Alfredo, fizemos amizade na hora e tô super feliz de ter nos conhecido... — disse ela, lançando um olhar e um sorriso rápido pra Laura, que respondeu com uma piscadela.
— Bom, eu vou indo e deixo vocês de casal, porque três é multidão — disse, colocando o sutiã e indo pro elevador depois de dar dois beijos na Raquel… Até mais!
Sozinhos, Alfredo e Raquel, ele deu um beijo na boca dela, que respondeu acolhedoramente. Depois, ele foi até a geladeira atrás do balcão do bar.
— Te preparo algo, Raquel?
— Não, não precisa, um refri já serve… — respondeu ela, ainda de peito nu, meio sentada na espreguiçadeira com uma perna meio dobrada, exibindo a coxa linda.
Alfredo preparou dois mojitos e foi até a espreguiçadeira ao lado da dela. Raquel sentando-se nela.
—Você está uma gostosa — disse ele, aproximando a taça e entregando a ela.
—Mmm… você me mima demais. E obrigada… pela taça e pelo elogio, claro — disse ela, sorrindo.
—Você merece, é assim. Pensei em dar amanhã à noite uma festa pra te apresentar como minha namorada pros meus amigos mais íntimos… você topa? — disse ele, colocando uma mão na coxa dela.
—Claro, vai ser interessante conhecer gente e se divertir.
—Então depois peço pra Lucía cuidar de tudo. Quero que você se vista bem elegante e sexy, quero te exibir. E por baixo, nada de lingerie, usa um biquíni. A gente costuma dar uns mergulhos durante a festa.
—Ha ha… tá bom, pode deixar, faço o que der — disse ela, ainda deitada de olhos fechados, o que Alfredo aproveitou pra se deliciar observando o corpo dela.
—Quer ver um filme na sala de cinema? — disse ele depois de um tempo.
—Valeu — respondeu ela sem abrir os olhos, enquanto ele acariciava a coxa dela, se deliciando com a maciez da pele e a forma dela.
PLAF… soou a palmada que ele deu de repente na barriga dela, seguida de um "ai!" que escapou da boca dela.
—Então vai se vestir e vamos ver o filme, já são sete da noite e não quero jantar tarde. Te espero na sala.
Depois de dizer isso, Alfredo se levantou e foi embora descendo pelas escadas em vez do elevador.
Raquel se sentou, vestiu a parte de cima do biquíni e o seguiu, indo pro quarto dela, onde tomou um bom banho antes de ir pro closet, quase vazio, só com as roupas que tinha trazido da cidade dela. Olhou o que tinha e escolheu um vestido de gaze que se ajustava logo abaixo do peito e caía até um pouco acima dos joelhos.
Esse tipo de vestido ela adorava. Fazia ela se sentir muito livre, embora tivesse a desvantagem de que uma rajada de vento podia fazer a gaze grudar na pele, mostrando as curvas do corpo dela. A vantagem é que, se tivesse um parceiro, o cara podia meter a mão por baixo do vestido e acariciar tudo. corpo livremente. Depois de se vestir, foi até a sala de cinema onde Alfredo já estava sentado numa das poltronas, passando uma lista de filmes que projetava na parede da frente.
Raquel sentou ao lado dele.
— Então, qual vamos ver? — perguntou curiosa. — Minhas preferidas são as românticas e as de desenho — disse ela, sugerindo o que gostaria de assistir.
— Essa é diferente, acho — respondeu ele, apertando o play no controle remoto do projetor.
Logo começou a passar um filme sobre um casal que não desagradou Raquel. Na história, a relação foi ficando estranha: a garota cada vez mais se apegava ao rapaz, a ponto de, lá pela metade do filme, ela aceitar que ele a tratasse mal, que a surrasse.
“PLASH… AI!… PLASH… OH!… PLASH… AUF!” — soavam os gemidos dela enquanto o cara batia com um cinto nas costas, na bunda e nas coxas dela.
— Afff, isso deve doer pra caralho — comentou Raquel em voz alta.
— Cê acha? Bom, depende da força com que ele bate, imagino — disse Alfredo sem tirar os olhos da tela.
PLASH!… OH!… PLASH!… OHHHH! — agora ele surrava de verdade a barriga e os peitos dela.
— Ei, Raquel… nunca experimentou isso? — falou Alfredo, cruzando as pernas pra disfarçar a ereção enquanto virava a cabeça pra olhar pra ela.
— Não, não… com certeza não — respondeu Raquel com uma risada nervosa, embora calasse que o que via também a atraía.
— Então a gente podia tentar, né? No começo leve, claro, tipo brincando.
— Sim, claro, quando você quiser — respondeu com um sorriso. Por dentro, o coração dela acelerou só de se imaginar amarrada nas mãos de um desconhecido.
— Não tá no seu contrato, pode recusar se quiser, ou se preferir, eu aumento ele.
— Não, não, Alfredo, não é por dinheiro. Se eu fizer algo assim com você, seria por curiosidade também. Na real, já tive umas fantasias com isso.
— Sério? Vem comigo — disse Alfredo, desligando o projetor, pegando a mão dela e saindo para o Corredor para ir até o elevador.
—Vamos, Alfredo… agora? — perguntou Raquel, perplexa e assustada, enquanto ele a puxava pela mão e a enfiava no elevador.
—Sim, claro, agora… — respondeu ele, apertando um botão do elevador.
Ela estranhou que o elevador descesse além do térreo. Quando chegaram lá embaixo, saíram e, depois de percorrer um corredor, chegaram a uma porta que Raquel nunca tinha visto antes. Na verdade, ela nem sabia que existia aquele subsolo na casa, e Lúcia não tinha comentado nada.
Ao abrir a porta de aço com uma chave de segurança, ela pôde ver um cômodo relativamente amplo, cheio de aparelhos estranhos.
Raquel entrou e começou a olhar, espantada, para ganchos no teto, no chão e nas paredes… um cavalo, duas madeiras formando um X, máquinas esquisitas, uma cama só com o estrado e dezenas de engenhocas que ela nem reconhecia.
— Comprei e instalei tudo na semana passada, antes de você chegar, tá tudo novo e lacrado. E não pensei só em mim, pensei em você também. Essa aqui é uma fucking machine, onde você pode se deitar, e tem vários pênis de todos os tamanhos e formas que você puder imaginar. Funciona com um controle remoto sem fio, que dá pra acelerar ou desacelerar, e também escolher a profundidade das penetrações. Nessa outra, se você sentar, ela vai vibrar até você gozar quantas vezes quiser, e também dá pra colocar um ou dois pênis, como preferir.
Raquel ficou alucinada. Aos 24 anos, tudo aquilo parecia superestranho pra ela, embora já tivesse visto coisas assim em filmes e séries de TV.
— Tá, bem… o que eu posso dizer, Alfredo? Eu não uso essas coisas.
— Mas você sempre tem a opção de usar. Vai ter uma cópia da chave. Bem, agora vamos ao que interessa: tira a roupa.
Raquel hesitou, mas depois de alguns segundos de dúvida, tirou o vestido e a tanga encharcada de porra.
— Vem, fica bem no centro do cômodo… assim, perfeito.
Alfredo colocou uma venda nos olhos dela e uma mordaça com uma tira que impedia ela de falar, mas não Respirar fundo, ela precisava. Ele pegou um dos pulsos dela e apertou com uma algema forrada de veludo, levantando o braço dela acima da cabeça, flexionado. Fez o mesmo com o outro, deixando-a completamente nua, de pé, com as mãos dois palmos acima da cabeça e os cotovelos dobrados. Nessa posição, Raquel estava absolutamente gostosa.
Alfredo se despiu e, se aproximando dela sem fazer barulho, começou a olhar de todos os ângulos. Chamou a atenção dele como a barriga e os peitos dela se mexiam, nervosa, respirando acelerado. Depois, ele se colocou atrás dela e, colando o corpo, pegou os dois peitos dela, avaliando, amassando. Em seguida, as mãos desceram até a barriga, na altura do umbigo, que ele afundou, colando o corpo inteiro no dela.
— Calma, Raquel, hoje a gente só vai brincar 30 minutos, e você me avisa quando eu tiver te machucando demais, dando três puxões fortes na corda… tá bom?
Raquel concordou com a cabeça. Estava um caco de nervos, mas (apesar do medo) queria aguentar, agradar ele, nem sabia por quê.
Ele foi até uma mesa onde tinha vários apetrechos e pegou uma espécie de raquete de praia, mas menor, com o cabo bem mais comprido e feita de couro.
Alfredo demorou, girando em volta dela e tocando a bunda dela… a barriga, os peitos e as coxas, como se examinasse onde daria o primeiro golpe. A cada toque, Raquel se encolhia, temendo uma pancada.
PLAC… AI!… ela gritou mais de susto do que de dor quando sentiu a raquete bater debaixo de um dos peitos, levantando-o de uma vez, para depois cair, subir de novo e cair até voltar ao normal.
De novo, uns segundos eternos de espera a deixaram tensa enquanto ele decidia onde bater de novo, dando voltas ao redor dela.
PLAC… AI!… ela gritou quando sentiu a raquete bater bem entre o umbigo e a buceta, causando uma arranhada danada.
— Muito forte? — ele perguntou, preocupado. Ela respondeu que não, balançando a cabeça, embora Realmente doeu pra caralho, mas ela era orgulhosa e se segurou firme pra não reclamar demais.
PLAS…AI!...UFFF!, mais uma vez ele acertou um peito dela, mas dessa vez direto no mamilo, que afundou dentro da buceta peito que foi esmagado pela raquete e levou uns dois ou três segundos pra voltar ao normal, dada a firmeza dos peitos dela. Umas lágrimas escorreram dos olhos dela, tinha doído pra caramba… mas ela voltou pra posição e ergueu a cabeça, desafiadora.
Alfredo tava francamente desnorteado. Sabia que não tava batendo com toda a força, mas mesmo assim os golpes deviam doer. Ele se afastou dela, girando de novo. A espera e não saber onde seria o próximo golpe deixavam Raquel bem nervosa, e isso se traduzia em movimentos inquietos.
PLAS…AH!, o próximo golpe Raquel sentiu na bunda linda dela, que balançou igual um pudim. A ardência que ela sentiu era bem parecida com a de um tapa na bunda.
E assim se passaram mais 20 minutos, onde ela levou não menos que 30 golpes em partes diferentes do corpo, sendo as mais acertadas a barriga, os peitos tanto por baixo quanto de frente, e a bunda linda dela, que levou uma boa parte dos golpes. Nas costas e nas coxas, ela só levou uns quatro.
— Bom, já terminamos, como eu te falei, foi só pra testar.
Enquanto dizia isso, Alfredo afrouxou a mordaça até tirar, removeu a venda dos olhos dela e soltou a corda que a segurava no teto. Depois, tirou as algemas.
Ela olhou pra ele com um certo rancor no olhar, mas, desconcertantemente, sorriu pra ele enquanto esfregava os pulsos e acariciava a barriga dolorida, que ardia, embora não menos que os peitos ou a bunda.
— E aí, como foi? — perguntou ele, intrigado e preocupado. — Olha, eu não bati tão forte, mas em alguns momentos perdi a mão, e mesmo assim você não fez o sinal pra parar.
— Ah, bom… se você soubesse o que é uma menstruação dolorosa, não se surpreenderia tanto. Olha, Alfredo, como teste, não foi ruim… mas não é algo que Gostei, te garanto. Se quiser repetir, vale, eu aceito… mas agradável não é.
Embora pra você pareça que foi, ela disse, apontando pro pau dele duro como ferro. Vamos resolver isso?, perguntou pegando no pau dele, pronta pra bater uma pra ele.
— Não, não, tenho algo melhor pra nós dois. Olha, sou meio voyeur, então adoraria que você se deitasse na fucking machine pra eu ver você gozar. Eu vou sentar e te observar enquanto testo esse brinquedo… disse ele, pegando uma buceta artificial com um mecanismo tão sofisticado que simulava perfeitamente as contrações vaginais.
— Tá bom, vale. Parece um trambolho e nem de longe chega perto do que um homem faz, mas vou experimentar se você insiste.
— Insisto, mas antes… pode colocar esse par de meias ali? Acho que são do seu tamanho.
— Claro, sem problemas, ela disse, pegando uma das meias, enrolando com as duas mãos pra vestir. Enfiou a ponta do pé e apoiou ele num banquinho, dando a ele uma vista magnífica da perna e dos peitos ao se inclinar pra puxar a meia. Com uma lentidão calculada, foi subindo devagar pelo tornozelo, panturrilha, joelho, e terminou esticando na coxa o mais alto que pôde, até dois terços da coxa.
Com a outra fez o mesmo, e já com as duas vestidas, foi até a fucking machine pra se deitar. Antes, escolheu um pau de tamanho parecido com o do Alfredo, completamente duro, mas revestido de silicone, imitando perfeitamente o pau de um homem. Tinha uma base larga de silicone pra frear ao bater na bunda, parte interna das coxas e vulva. Assim, a força da máquina não machucaria o colo do útero nem causaria rasgos internos.
Ela sentou de lado na máquina, virou o corpo pra se deitar e, uma vez deitada, flexionou as duas pernas e colocou a cabeça do pau na entrada da buceta depois de lubrificar bem. Pegou o controle remoto e viu que dava pra escolher o modo manual, então segurou o pau e se… tentou introduzir a glande. Teve dificuldade por causa da grossura dela, mas depois de várias tentativas conseguiu enfiar na buceta dela.
Aí ela se deitou relaxada e colocou no modo automático lento com penetração média. PLOP…………PLOP……….PLOP………a base do pau batendo na parte de baixo da Raquel.
— Ah! haha, é gostoso — sorriu virando o rosto pro Alfredo, que já tinha o pau inteiro enfiado na buceta artificial. E pelo visto era bem boa, porque de vez em quando escapava um gritinho dela.
Ela foi na dela e terminou de se deitar, pronta pra curtir aquela máquina que tava dando tanto prazer. Olhava pra barriga incrédula porque quando o pau grosso e comprido entrava, levantava a pele da barriga dela uns dois ou três centímetros ao encher as entranhas e baixava de novo quando saía. Voltou a olhar pro teto enquanto as investidas suaves e curtas mexiam o corpo dela na maca, fazendo os peitos balançarem igual se um homem tivesse comendo ela.
Resolveu passar pra velocidade média e penetração profunda, e aí o corpo inteiro dela começou a vibrar e ser sacudido pra cima e pra baixo na maca cada vez que entrava tudo nela ou saía numa velocidade parecida com a que um homem mete quando tá comendo gostoso.
PLOP……PLOP…..PLOP…..PLOP…….PLOP…..PLOP…..
— Mmmm… ah… ah… meu deus, que delícia — gritava enquanto sentia ondas de prazer percorrerem o corpo e ele se mexia na maca como se um profissional de pornô tivesse fodendo ela.
Alfredo olhava bestificado, via aquele corpo tão gostoso se mexendo com violência a cada investida da máquina enquanto a buceta artificial dava um prazer nele que nunca tinha sentido antes.
— Ah… ah… ah… ah… — gritava ela cada vez mais forte, já quase no auge do prazer, de olhos fechados, sentindo que tava indo, que não ia aguentar muito mais. As coxas começaram a tremer depois de um primeiro espasmo na buceta que também contraiu a barriga dela. E vieram os outros, provocando que ela fechasse as coxas trêmulas por causa do orgasmo brutal enquanto todo o corpo dela era sacudido na maca e os bicos dos peitos descreviam círculos no ar.
—Ai, meu Deus, meu Deus, meu Deus!... durante o orgasmo longo, as mãos dela se agarraram nas alças laterais pra não cair.
—Ai!... ai… ai… — gritou Alfredo, que teve um orgasmo bestial enquanto via Raquel ser vencida pela máquina e se esparramar em orgasmos.
E é que com ela acontecia o seguinte: se ela tinha um orgasmo e continuava sendo estimulada, ou o orgasmo se prolongava e ela tinha orgasmos múltiplos, ou então um engatava no outro.
E era exatamente isso que tava rolando com ela. Além disso, por descuido, ele apertou o botão de velocidade da máquina e ela foi pra 80% — uma velocidade que nenhum homem no planeta conseguia alcançar, por mais forte e resistente que fosse. A 80%, a máquina fazia contra Raquel a força de três ou quatro homens, tudo contra a bunda, a buceta e as coxas dela. Até o próprio Alfredo chegou perto dela e colocou uma mão na barriga suada dela pra conferir, alucinado, que o pau da máquina levantava a pele, a gordura e os músculos da barriga de Raquel uns centímetros quando entrava por completo, além de fazer o corpo inteiro dela vibrar e empurrá-la pela maca a cada estocada.
PLOP… PLOP… PLOP… PLOP… PLOP… PLOP… PLOP… a máquina batia nela, mexendo com o corpo dela como se fosse uma boneca.
—Ai… ai… ai… ai… ai… ai… ai… ai… — um terceiro orgasmo sacudiu ela com tanta força que ela teve que se afastar pra cima na maca pra escapar daquele pau que tava matando ela, se soltar dele com um “plop” quando saiu da buceta dela — igual ao barulho de abrir uma garrafa de champanhe — enquanto ela se virava de lado na posição fetal, se contorcendo com os espasmos de um orgasmo que não acabava.
Já tinham passado mais de 15 minutos desde que Alfredo gozou, e agora ele olhava, alucinado, como Raquel tremia com calafrios, como se tivesse febre, que finalmente foram se apagando conforme o orgasmo passava.
Depois de quatro ou cinco minutos toda encolhida Um novelo se recuperando na maca, Raquel toda suada olhou pro Alfredo destruída mas satisfeita.
—Quanto que te custou essa máquina?
—12 mil euros, disse ele ainda impressionado com o que acabara de ver.
—Pois saiu de graça pra você, porque seja lá o que for esse treco, vale umas dez vezes mais, respondeu ela sorrindo.
CONTINUA.







1 comentários - Sugar daddy P.-3 Um longo e duro dia de trabalho