Mais uma aluna caiu

Beleza, depois de quase um ano, tô de volta no P! pra contar uma história bem fresquinha.

Primeiro, valeu pelos comentários e pontos nos posts anteriores, foram eles que me motivaram a voltar e contar mais. Queria ter dito que minha situação com minha aluna e a mãe dela terminou num ménage bem pornográfico, mas infelizmente não rolou. Tudo acabou em umas fodas separadas com cada uma, mesmo as duas sabendo que eu transava com elas. Mas fazer o quê, não posso reclamar, haha.

O que me trouxe aqui dessa vez não é muito diferente da última história, onde usei meus dotes de conhecimento em idiomas. Tudo começou no aniversário de um amigo, todo mundo conversando, comendo, etc. Quando chega uma amiga do meu irmão, uma morena de cabelo liso e comprido, linda de qualquer ângulo, olhos verdes, um corpo maravilhoso, peitinhos bonitos e uma bunda de dar show; do jeito que eu gosto. Pois é, ela se apresenta como amiga da namorada do meu irmão, toda simpática, enquanto reclamava que tava voltando estressada do trabalho, o primeiro dela, dando a entender que era novinha (19 anos, descobri depois), e perguntando pra "mesa geral" se alguém conhecia um bom professor de inglês pra ajudar ela com a prática, já que o nível dela era baixo e no trampo tava precisando urgente. Ingenuamente, minha esposa, que tava presente, me recomendou na hora, na frente de todo mundo. (Ela sempre se gaba do meu diploma de engenharia e inglês em público, nunca entendi por quê.)

Essa garota, que vou chamar de Flopi, animada com a resposta rápida pro "pedido" dela, começou a me perguntar o que eu sabia, quanto podia ensinar e em quanto tempo. (O resto da noite foi bem tranquilo, sem detalhes pra contar.) Depois de um tempo conversando, passei meu número pra ela e falei pra me avisar pra combinar dias e horários, já que eu teria que ir na casa dela.

Até aí, nada de estranho, nenhum tipo de insinuação, só eu de olho naquela bunda linda toda toda vez que ela parava, disfarçava como podia pra olhar pra ela. Umas 2 dias depois, recebi um whatsapp dela perguntando se eu podia passar umas 18h naquele mesmo dia. Já tínhamos combinado que, como ela mora perto do meu trabalho, isso não era problema. Acertamos e pronto. Como era a primeira aula, e eram só aulas pra ela começar a responder perguntas básicas, não precisei de livro nenhum dessa vez. Ao chegar na casa, notei que ela não morava sozinha, muito estranho que até aquele momento ela não tinha mencionado nada, mas beleza, não dei muita importância no começo. Passou mais ou menos meia hora, ouço alguém saindo de um quarto, era o namorado da Flopi, que pra minha surpresa ela nunca tinha mencionado, nem de leve, nem de raspão, haha, não sei se ela tinha vergonha ou o quê, mas fez como se o cara não existisse. Um cara de uns vinte e poucos anos, jovem, meio gordinho e com cara de otário (não por mal, foi a primeira impressão). Ele me cumprimentou super cordial. Aí ela comentou que eu era de quem ela tinha falado pras aulas e blá blá blá, situação típica de apresentação. O problema é que ele ia trabalhar, então foi tudo muito corrido. Nem lento nem preguiçoso, perguntei pra Flopi se o namorado voltava ou qual era a dela. Ela me contou que o namorado trabalhava muitas horas à noite numa montadora muito famosa, que por isso eles estavam bem financeiramente, mas não se viam muito por causa dos horários de trabalho. (Por dentro, passou um monte de coisa na minha cabeça quando ela disse isso) "colmilhos estendidos.exe". Tudo seguiu com certa normalidade até umas 19h, quando eu resolvi encerrar ali e deixar pra outro dia. Ela, muito nervosa, me perguntou se eu queria tomar algo antes de ir. Aceitei algo rápido, mas ao perceber um jogo de entrelinhas, comecei a elogiar ela sutilmente e dar a entender que era uma pena ela não passar tanto tempo com o namorado. Primeiro de boa, com frases de que ela era jovem e gostosa demais pra estar enrolada e esse tipo de papo furado. depois, algumas coisas do trabalho e dos colegas, até que comecei com um pouco mais de artilharia. E eu: — "é um desperdício não poder estar com você todas as noites, você deve ficar muito entediada sozinha" (tranquilo, 120). Ela já um pouco mais relaxada, vendo que tudo estava indo como ela "queria" aparentemente. Ela: — "sim, fico muito entediada às vezes, termino todas as noites sozinha, super entediada, você pelo menos tem sua mulher pra te fazer companhia". Eu: — "sim, bem, mas posso te fazer companhia por um tempinho, se você quiser". (Não sei de onde tirei coragem pra me jogar assim na piscina). Ela ficou toda vermelha quando eu disse isso, houve um silêncio constrangedor enquanto ela se aproximava com um copo de coca gelada. Sempre nesses momentos sinto que ferrei tudo, mas, bem, não estaria contando isso se fosse o caso. Não sei se todo mundo percebe esses gestos de aceitação, nervosismo e tesão juntos que uma mulher pode ter em momentos assim. Eu, por sorte, sim: um pequeno sorriso tímido, um ajuste no cabelo, rubor no rosto e olhares que dizem muito foram os sinais que fizeram com que, quando ela se aproximou pra deixar o copo na mesa, eu a pegasse bem suavemente pela mão e, com um puxão leve, a deixasse na minha frente. Foi automático o beijo que ela me deu, muito tímido, curto, mas com intensidade e tesão. Ela se afasta um segundo de mim. Ela: — "Desculpa, foi o tesão falando por mim, você não tem problema com isso?". Ha. Minha resposta foi um beijo mais apaixonado, segurando ela pela nuca com suavidade, enquanto com a outra mão ia sentando ela em cima de mim. Como se ela montasse de frente, bem suave e timidamente. Ela estava extremamente nervosa, inclusive chegou a machucar um pouquinho meu lábio com os aparelhos enquanto me beijava. Ao notar isso, comecei a tomar as rédeas com firmeza e falar devagar pra ela se acalmar. Segundo ela, nunca tinha traído o namorado (não acreditei nem um pouco). Bem devagar, beijava o pescoço dela, como se cheirasse a pele dela aos poucos, e ao mesmo tempo tirava a camiseta que ela estava usando. Comecei a beijar o peito dela. enquanto tirava o corpete dela, descendo com beijos suaves até os mamilos dela, que estavam durinhos como duas flechas. Eu passava a língua bem devagar, contornando as auréolas pequeninas e rosadas. Ela foi se soltando aos poucos, enquanto suspirava cada vez mais ofegante e excitada, soltando gemidos suaves e "inocentes". O tesão e a situação estavam surtindo efeito naquele momento. Depois de um tempinho de amasso, eu já tava explodindo, levantei ela e deitei na mesa, puxei pra baixo o shortinho que ela tava usando junto com uma calcinha fio-dental preta muito linda, mas que sinceramente não tive vontade de parar pra admirar. Com um pouco de vergonha, ela abriu as pernas, me dando caminho livre pra descer até os lábios mais íntimos e gostosos dela. Com delicadeza, me dediquei a lubrificar com os sucos dela e minha língua toda aquela buceta que tava pegando fogo. Brinquei um pouco com isso enquanto ia colocando um e dois dedos, até sentir na minha boca um orgasmo poderoso, enquanto ela me segurava e puxava meu cabelo. Quando vi que ela já tava num estado de calma e excitação, peguei uma camisinha na minha mochila e, antes que ela percebesse, já tava enterrado até o talo. O prazer que essa aluna sentia era tanto que os gritos enchiam a sala de jantar, sem nenhum pudor. No começo, só fui metendo suave e fundo, como se tivesse marcando e alargando mais o terreno. Ela repetia que nunca tinha sentido nada igual e que eu tava abrindo ela toda aos berros (isso me deixou louco, óbvio), então tive que esperar pra poder furar ela melhor. Depois de alguns minutos, aumentei o ritmo e a profundidade de cada estocada, e quando vi que ela não ia aguentar muito mais, virei ela de bruços, apoiada na mesa, deixando aquela bunda maravilhosa na minha frente, toda molhada e sem defesa nenhuma. Com um único empurrão, enterrei de novo até sentir o fundo, e fiquei um tempão metendo forte e firme até sentir a buceta dela me apertar com força e soltar outro orgasmo intenso, que deixou ela toda mole em cima da mesa. Pedindo um tempo (literalmente, ela disse "timeout", uma gênia, haha). Ajudei ela a descer da mesa e, com um pequeno impulso e guia, ela ficou com a carinha a centímetros da minha rola toda dura, implorando para explodir. Ela tirou a camisinha e primeiro me bateu uma punheta suave, como se estivesse brincando comigo, até que eu peguei ela pelos cabelos e, puxando pra perto, fiz ela engolir centímetro por centímetro. Peguei a boca dela bem de leve, mas forçando os engasgos a cada entrada, ela já lacrimejando e apertando suavemente minhas bolas, como se ajudasse a eu gozar. E, sem preâmbulo, descarreguei toda aquela porra sugada direto na garganta dela, sem deixar escapar. Segurei ela assim por uns segundos até me deixar bem vazio; a carinha dela, meiga, avermelhada e babada, era a glória pra mim. Quando tirei, ela me olhou com cara de "que filho da puta"... mas ao mesmo tempo um sorrisinho cúmplice, enquanto me dizia que nunca tinha deixado o namorado gozar na boca dela. Como sempre, na cornagem tem mais liberdade. Obviamente, a primeira aula terminou aí; agora a gente já vai pra quase quinta aula, quase sempre é uma horinha de teoria e uma horinha de "prática". Se vocês gostaram, me avisem que eu vejo se conto a última aula até agora (13/03), onde não teve teoria e fomos direto pra uma prática completa e intensa. Deixo uma foto que peguei do Facebook dela pra vocês terem uma ideia do que é a mina.Mais uma aluna caiuSaudações.

9 comentários - Mais uma aluna caiu

Van 10 !! esperamos los relatos y las fotos de flopy !
Jaja dale, no sé porque en la PC no subió bien la foto.despues la resubo
Muy bueno. Te felicito jaja

Y la foto?
Gracias, el servidor de poringa no me está dejando subir nada por ahora, luego vuelvo a intentar
Muy buen relato jaja, que champion. Se nota que sos terrible hijo de puta en el buen sentido de la palabra