Lá por 2005, veio visitar um amigo de fora com um amigo dele de origem grega.
O amigo dele era um pouco mais baixo que eu, bem forte, braços musculosos e um olhar que te derretia.
Levei eles pra dar umas voltas algumas vezes pra conhecerem um pouco de Buenos Aires, e um dia, no final, no apartamento que eles alugavam, depois de ir tomar algo, meu amigo saiu pra ver o e-mail dele, já que não tinha internet onde tava hospedado, e eu fiquei sozinho com o amigo dele.
A gente tava no sofá, cada um pro seu lado, vendo um pouco de TV. A gente se olhou num momento, e qualquer palavra que a gente tivesse dito era desnecessária, cada um sabia seu papel sem ter falado nada.
Começamos a nos pegar e ele me levou contra a bancada da cozinha, baixou minha calça e afastou a sunga masculina que eu tava usando na época e comeu minha bunda de um jeito que poucas vezes fizeram assim.
Ele me obrigou a me abaixar e engolir o pau dele já duro. Ele entrava e saía da minha boca sem me dar respiro, enquanto as bolas dele batiam no meu queixo e ele dava uns tapinhas nas minhas bochechas, suave, sem ser violento, sempre no controle da situação. Ver ele dali de baixo parecia maior e mais imponente, ainda mais com aquele olhar libidinoso.
Enquanto eu tava chupando ele, ele não perdia tempo, já que a gente não sabia quanto tempo meu amigo ia demorar pra voltar, e começou a meter o dedo, dilatando a bunda já molhada pela comida de bunda recente.
Ele me levantou, me virou, colocou a camisinha e, sem mais, começou a encostar o pau na entrada da minha bunda e eu fui sentindo devagar.
Depois que me acostumei com o pau dele, ele me deu uma fodida sem igual, incrível como aquele grego bombava meu buraquinho molhado e lubrificado pela saliva dele, uma máquina de costura lenta.
O cara era uma máquina, tava no modo silencioso, só fazia algum barulho aqui e ali, mas basicamente foi um mudo na hora do sexo.
Não demorou muito mais, ele gozou, com a camisinha colocada, eu senti. Enquanto eu gozava na buceta dela, sentia as batidas do pau dele dentro de mim, como ele ia enchendo a camisinha com a porra grega dele.
Na hora a gente se limpou, dei um spray de desodorante de ambiente pra meu amigo não desconfiar de nada, abri um pouco as janelas pra circular um ar fresco, e depois de ter feito o dever de casa, me arrumei de novo e ele me acompanhou até a porta, já que no dia seguinte eu trabalhava e precisava descansar.
Foi uma despedida gostosa de Buenos Aires, porque uns dias depois ele voltava pro país dele.MAIS RELATOS E FOTOS EMhttp://www.poringa.net/Onix4/posts
O amigo dele era um pouco mais baixo que eu, bem forte, braços musculosos e um olhar que te derretia.
Levei eles pra dar umas voltas algumas vezes pra conhecerem um pouco de Buenos Aires, e um dia, no final, no apartamento que eles alugavam, depois de ir tomar algo, meu amigo saiu pra ver o e-mail dele, já que não tinha internet onde tava hospedado, e eu fiquei sozinho com o amigo dele.
A gente tava no sofá, cada um pro seu lado, vendo um pouco de TV. A gente se olhou num momento, e qualquer palavra que a gente tivesse dito era desnecessária, cada um sabia seu papel sem ter falado nada.
Começamos a nos pegar e ele me levou contra a bancada da cozinha, baixou minha calça e afastou a sunga masculina que eu tava usando na época e comeu minha bunda de um jeito que poucas vezes fizeram assim.
Ele me obrigou a me abaixar e engolir o pau dele já duro. Ele entrava e saía da minha boca sem me dar respiro, enquanto as bolas dele batiam no meu queixo e ele dava uns tapinhas nas minhas bochechas, suave, sem ser violento, sempre no controle da situação. Ver ele dali de baixo parecia maior e mais imponente, ainda mais com aquele olhar libidinoso.
Enquanto eu tava chupando ele, ele não perdia tempo, já que a gente não sabia quanto tempo meu amigo ia demorar pra voltar, e começou a meter o dedo, dilatando a bunda já molhada pela comida de bunda recente.
Ele me levantou, me virou, colocou a camisinha e, sem mais, começou a encostar o pau na entrada da minha bunda e eu fui sentindo devagar.
Depois que me acostumei com o pau dele, ele me deu uma fodida sem igual, incrível como aquele grego bombava meu buraquinho molhado e lubrificado pela saliva dele, uma máquina de costura lenta.
O cara era uma máquina, tava no modo silencioso, só fazia algum barulho aqui e ali, mas basicamente foi um mudo na hora do sexo.
Não demorou muito mais, ele gozou, com a camisinha colocada, eu senti. Enquanto eu gozava na buceta dela, sentia as batidas do pau dele dentro de mim, como ele ia enchendo a camisinha com a porra grega dele.
Na hora a gente se limpou, dei um spray de desodorante de ambiente pra meu amigo não desconfiar de nada, abri um pouco as janelas pra circular um ar fresco, e depois de ter feito o dever de casa, me arrumei de novo e ele me acompanhou até a porta, já que no dia seguinte eu trabalhava e precisava descansar.
Foi uma despedida gostosa de Buenos Aires, porque uns dias depois ele voltava pro país dele.MAIS RELATOS E FOTOS EMhttp://www.poringa.net/Onix4/posts
0 comentários - Relato: O grego de visita 🍼🍑