Antes de começar, queria falar umas coisas pra vocês. Essa história se passa há um ano, lá pro começo de janeiro de 2018, eu tinha 19 anos, agora sou um jovem de 20, meio acima do peso, mas apesar da pouca idade, desde que entrei na faculdade há dois anos, foi quando mais experiências tive, porque saio mais com meus amigos. Histórias que vou contar porque tô a fim. Agora começando minha história: fazia dois anos que minha mãe tinha se separado do meu pai, e ela ganhava muito pouco pra sustentar eu e minha irmã, principalmente minha irmã, que tava começando a faculdade, e os gastos nem se fala (minha irmã é dois anos mais velha que eu). Vendo como tava a situação e que mal dava pra pagar o aluguel, minha mãe decidiu voltar pra casa dos meus avós, uns senhores não tão velhos, mas já com a idade aparecendo, que moram numa casa enorme quase na saída da cidade. Quando digo que a casa dos meus avós é grande é porque parece que no mesmo terreno tem várias casas. Deixa eu explicar: dentro do terreno tem a casa principal, onde eles dormem, e indo pra trás dessa casa, no resto do terreno, tem dois quartos. Num dormiam três dos meus tios, e no outro, três tias e minha irmã. Os quartos tinham armário, cômodas e um banheiro; o da minha mãe e das minhas tias tinha dois. E os quartos eram de beliche, menos o dos meus tios, que tinham camas em cada canto. Resumindo, quando chegamos na casa dos meus avós, fomos super bem recebidos: comida caseira com aquele tempero que só avó sabe, e uma conversa enorme sobre como a gente tava, porque fazia anos que eu não via meus avós, principalmente minha avó, que é como uma segunda mãe pra mim. Como eu era o único homem que chegou, carreguei todas as nossas malas de roupa, caixas com pertences e outras coisas pro quarto das meninas, vamos dizer assim, hehe. Quando voltei de levar a última caixa, minha tia Marisol, a gente chama de Mary, tava sentada no sofá conversando, e eu cheguei cumprimentando ela. minha tia é daquelas mulheres que, aos 28 anos na época, ainda morava na casa dos pais. Daquelas que raramente você vê saindo com um homem e, quando sai, é só com as amigas. Muito conservadora. Bom, continuando a história, minha tia tinha se apossado do quarto onde meus tios dormiam, porque ficava mais perto de casa e era menor, já que só tinha uma cama lá. Quando nos mudamos, era final de agosto. Meu aniversário estava chegando e, com ele, minha maioridade. Embora eu já bebesse desde que fiz 17, meus amigos tinham planejado ir pra casa de um deles e fazer uma puta bagunça, jogando videogame, comendo pizza e bebendo. Mas na casa dos meus avós tinha uma surpresa. Cheguei do colégio naquele dia e, quando entrei em casa, minha família me esperava. Só estavam lá minha mãe, minha irmã, minha tia e meus avós, mas não esperava por aquela surpresa: uma comida deliciosa feita pela minha avó e minha mãe, e uma torta de queijo que minha avó sabia que eu amava e fez especialmente pra mim. Quando todos me abraçaram, no final foi minha tia quem me abraçou, me dando um envelope com dinheiro pra gastar. Mas quando ela me abraçou, notei algo nela. O aroma do perfume dela despertou algo dentro de mim que me deixou estranho — não fisicamente, mas na minha mente senti até um certo tesão. O cheiro do cabelo dela, o jeito que ela estava vestida (de legging e uma camisa esportiva), tudo isso se juntou dentro de mim. Mesmo minha tia não tendo um corpo dos melhores, a partir daí comecei a ver minha tia não como parente, mas como uma mulher. Enfim, o dia passou e fui pra putaria com meus amigos. Voltei meio bêbado umas 2 da manhã, até cedo, porque no dia seguinte tinha aula — pra qual não fui, hehe. Cheguei sem fazer muito barulho, porque tinha que atravessar a casa toda, sair pelos fundos e chegar o mais silencioso possível no quarto onde eu dormia com minha mãe e minha irmã. Quando saí, vi que do quarto da minha tia saía uma luz, a luz da TV dela. Não lembro o que ela tava assistindo, acho que era... Netflix e eu, por tesão, dei uma espiada por uma parte da cortina que não estava bem fechada, e era minha tia, de joelhos pra cima, roçando a buceta com os dedos por cima da calcinha, e sem sutiã, com os peitos duros. Ela só estava de olhos fechados, como se estivesse dormindo, mas dava pra ouvir a TV. Só olhei por uns 30 segundos, porque sentia que ela podia me ver, mesmo estando no escuro. Entrei no meu quarto e fui pro banheiro, não conseguia mijar direito de tanta ereção que tava, pela excitação de ver minha tia daquele jeito.
No dia seguinte, como não fui pra aula, fiquei sozinho em casa, porque todo mundo tinha saído pra trabalhar, menos meus avós, mas eles estavam na sala tomando café e vendo as notícias. Resumindo, pelo que eu tava sentindo, entrei no quarto da minha tia e, sem pensar, roubei a calcinha que ela usou na noite anterior, que tava no monte de roupa suja. A melhor punheta que já bati na vida. O cheiro que tinha dos fluidos dela me fez gozar jorrando no banheiro. E assim fui levando pelos meses seguintes, pra não alongar a história: roubava as calcinhas dela, claro que devolvia, e de vez em quando espiava minha tia pela janela, quando dava.
Chegou a festa de Ano Novo e todo mundo que eu já falei tava lá, junto com outra tia que trouxe a filha dela, que tinha a minha idade, então fiquei conversando com ela quase a noite toda, já que não via ela há anos. A noite passou, o Ano Novo chegou e com ele o álcool. Minha tia Mary, que não bebe muito, foi a que ficou mais bêbada. Lá pelas 2:30, minha tia já não aguentava mais, me pediram pra levar ela pro quarto. Ela nem sabia quem tinha levado ela, de tão bêbada que tava. Me pediu pra tirar as sapatilhas que ela tava usando, deitada de bruços com um vestido meio curto, ela praticamente dormindo. Ela não tava com as pernas muito abertas e eu não conseguia ver muito, só as coxas dela se encostando. Aí eu falei que ia mexer a perna dela que tava atrapalhando, e ela respondeu que tava tudo bem. Claro que não dava pra entender muito bem, já que ela tava quase dormindo. dormida e bêbada, pede pra ver como minha tia tava com uma calcinha de renda vermelha, que acho que significa que ela tá procurando amor ou algo assim no ano novo, demorei de propósito pra tirar os sapatos dela pra poder apreciar tudo aquilo. Virei ela de barriga pra cima e notei como no vestido colado, os bicos dos peitos dela ficaram duros, recostei ela no travesseiro e ela me puxou e me deu um beijo na boca e disse obrigada e que dormisse, entrei rápido no banheiro dela pra espantar um pouco o sono, lavei o rosto pensando no que ia rolar agora, mijei e saí e falei pra minha tia "tia, a gente se vê amanhã" esperando uma resposta, ela não respondeu, falei de novo "TIAA" Nem se mexeu, peguei ela pela coxa e mexi, só ouvi um ronquinho leve, minha tia tava completamente dormida e olha que eu peguei ela com força pela coxa, foi aí que minha cabeça encheu de pensamentos, fazer ou não fazer alguma coisa, e acho que por causa do álcool na minha cabeça eu decidi, levantei o vestido da minha tia até a cintura, deixando a calcinha dela exposta, abaixei um pouco também e pude ver a pussy da minha tia, depilada, com um cheiro que te pedia pra chupar na hora. Com o coração a mil por hora, me aproximei da pussy dela e lambi o clitóris, fiquei apaixonado pelo gosto e comecei a notar como a pussy dela ficava mais e mais molhada, mas já tinha passado tempo demais, então voltei pra casa depois de subir a calcinha, cheguei, me perguntaram por que demorei tanto e eu só falei "bateu uma vontade de ir no banheiro". Passaram os dias depois do ano novo, era 7 de janeiro e minha mãe foi trabalhar e minha irmã foi pra faculdade, então durante as manhãs ou pelo menos até as 3 da tarde éramos eu e minha tia Mary por um mês. Meus avós passavam quase todas as manhãs com os vizinhos que, apesar de serem só outro casal de idosos, só tomavam café e conversavam por horas, e quando estavam em casa, nunca iam pros quartos. Já era noite, eu voltava de sair com meus amigos, era 1h da manhã, e me deu vontade de espiar pela janela, e minha tia Acabava de chegar de sair com as amigas, tinha terminado de tomar banho, vi ela sair do banheiro com a toalha, e vi como deixou ela cair. Ela tava meio bebada, porque quase caiu várias vezes e fazia movimentos bem desengonçados. Naquele dia, pra mim, era como qualquer outro de ficar de olho na minha tia. Naquele dia, ela se vestiu normal, mas não sem antes trancar a porta com o cadeado. Quando vi que ela ia pra porta, fingi que tava chegando naquele momento. Minha tia abriu a porta e disse: — "Ei, Sérgio, cê tá chegando agora?" com uma voz de quem realmente tinha bebido um pouco a mais. — "Oi, tia, pois é, tô chegando" — tentei abrir a porta enquanto ela puxava conversa. — "Como foi a noite? Pegou alguma menininha, haha?" com uma voz de quem tava dando mole e bêbada ao mesmo tempo. Ela também tava vestindo uma blusa bem fininha que, por causa do frio, fazia os bicos dos peitos ficarem durinhos, e eu tentando não olhar. — "Haha, só dancei com algumas, mas nada sério ainda" — continuei tentando abrir a porta, mas tava trancada e eu não tinha a chave. — "Não abre a porta? Acho que te deixaram na rua." — "É, acho que vou dormir na sala." — "Nada, como assim? Melhor vir pro meu quarto, aqui tem um colchão, a gente coloca no chão e eu te empresto um cobertor e um travesseiro." Vale dizer que ela continuava falando de um jeito bem provocante e bêbada, haha. — "Tá bom, tia, muito obrigado." Ajeitamos tudo, tirei a calça e fiquei só de cueca e regata, e pra tentar dormir, minha tia colocou Netflix. Mas lá pelos 20 minutos do filme, ela começou a puxar assunto: — "Ei, e... como cê tá com as mulheres? Tem alguma namorada por aí?" — típica tia perguntando sobre namorada, haha. — "Pois é, verdade, não tenho. Tive umas aventuras, mas nada demais." — "Aaaah, que tipo de aventuras?" — "Ué, cê sabe, tia... sexo." — "Eeeeh, safado, e me conta, como cê tem se sentido?" Nessa hora, comecei a me sentir estranho, porque não sei se era por causa da bebida, mas era esquisito uma tia me perguntar sobre minhas experiências sexuais, ainda mais ela que sempre foi muito quieta. Eu respondi alguma coisa. envergonhada. —"Bom, minha primeira vez foi na casa de uma amiga que eu tava de pretendente quando tinha 16, ficamos sozinhos e aconteceu o que tinha que acontecer kkkk." —"Nossa, que bonitinho, que bom que você tá experimentando isso do sexo, e não teve mais nada?" Naquele momento comecei a sentir uma certa tensão, mas ao mesmo tempo fui me soltando mais. —"Bom, com a mesma garota num acampamento escolar, que fui em outubro, com uma colega, tava com medo de dormir sozinho e era uma casinha bem pequena, e aí aconteceu o que aconteceu, sem fazer muito barulho pra não sermos descobertos. E você, tia, teve sorte com algum homem ultimamente?" —"Ah, meu filho, eu há anos não tenho sorte com homem, acho que sou muito feia pra eles." —"Pois eles tão perdendo muita coisa, porque a verdade é que você é linda pra caralho." —"Aaai, obrigada, querido, mas olha pra mim, não tenho quase peito nem bunda." —"E daí, tia? Um homem que saiba te valorizar não vai ligar pra sua aparência, se eu não fosse seu sobrinho e te visse num bar, não hesitaria em te pagar uns drinks." —"Aaai, meu bem, muito obrigada, me diz, eu te pareço atraente? Quero saber o que um homem como você pensa." Naquele momento ela senta na cama, e ela tava vestindo um boxer que ficava bem justo e dava pra ver os lábios se separando naquele boxer e a blusinha fina que deixava os bicos duros aparecendo. Nessa hora já dava pra sentir uma tensão alta entre eu e ela, sentado na cama eu sabia que era minha chance, comecei a elogiar ela. Eu falei: —"Caralho, tia, você tá gostosa, e tem umas pernas muito bonitas." —"Aaai, obrigada, querido, me diz, se eu não fosse sua tia, você me comeria?" —"Caralho, sendo sincero, pu..." Não consegui terminar de falar, minha tia se jogou em cima de mim e começou a me beijar, começamos a tirar as camisetas e vi como os bicos dela estavam tão duros que podiam quebrar tijolos, e eu tava com uma ereção tão dura quanto concreto, isso sim, não tenho o pau maior do mundo, mas meu amiguinho serve muito bem kkkk. —"Então, você me comeria ou não?" Entre ofegos, não falei nada, ela Peguei ela e deitei na cama, tirei a cueca dela e comecei a chupar a buceta da minha tia, aquele cheiro e aquele sabor eram ainda melhores que da última vez. Minha tia estava jorrando os sucos dela e eu engolia tudo como se fosse nada, mas claro, eu também queria, então me deitei e ela começou a chupar meu pau, ela não era muito boa, mas com o tempo fomos aperfeiçoando, hehe. Ela parou do nada e montou em mim, ela se mexendo bem sensual enquanto eu brincava com os mamilos dela, depois de um tempo ela ficou de quatro e disse: "Quero seu pau no meu cu, sobrinho". Quando ela disse isso, me excitei tanto que dei um beijo grego nela, deixei tudo babado e enfiei, entrou fácil porque o cu dela já estava meio dilatado, já que ela gosta muito de plugs anais ou algo assim, mas estava bem apertado, tanto que eu estava quase gozando, falei: — "Vou encher seu cu de porra, tia". — "Me enche de porra, sobrinho, quero todo o seu leite". Não sei por que, mas nos chamar de tia e sobrinho me excitava mais, era mais sacana e eu gostava, enchi a rabeta dela de porra, ver o leite escorrendo do cu dela era algo tão excitante. Ela pegou uns lenços da gaveta, nos limpamos e deitamos juntos, ela disse: — "Fazia dois anos que um homem não me fazia o que você fez hoje, mas não conta pra ninguém se quiser que isso se repita". — "Tá bom, tudo pela minha tia gostosa." Deixo umas fotos que achei agora no meu computador, foi daí que contei essa história, e tem mais, se quiserem que eu continue contando umas aventuras que tive, farei com gosto.

No dia seguinte, como não fui pra aula, fiquei sozinho em casa, porque todo mundo tinha saído pra trabalhar, menos meus avós, mas eles estavam na sala tomando café e vendo as notícias. Resumindo, pelo que eu tava sentindo, entrei no quarto da minha tia e, sem pensar, roubei a calcinha que ela usou na noite anterior, que tava no monte de roupa suja. A melhor punheta que já bati na vida. O cheiro que tinha dos fluidos dela me fez gozar jorrando no banheiro. E assim fui levando pelos meses seguintes, pra não alongar a história: roubava as calcinhas dela, claro que devolvia, e de vez em quando espiava minha tia pela janela, quando dava.
Chegou a festa de Ano Novo e todo mundo que eu já falei tava lá, junto com outra tia que trouxe a filha dela, que tinha a minha idade, então fiquei conversando com ela quase a noite toda, já que não via ela há anos. A noite passou, o Ano Novo chegou e com ele o álcool. Minha tia Mary, que não bebe muito, foi a que ficou mais bêbada. Lá pelas 2:30, minha tia já não aguentava mais, me pediram pra levar ela pro quarto. Ela nem sabia quem tinha levado ela, de tão bêbada que tava. Me pediu pra tirar as sapatilhas que ela tava usando, deitada de bruços com um vestido meio curto, ela praticamente dormindo. Ela não tava com as pernas muito abertas e eu não conseguia ver muito, só as coxas dela se encostando. Aí eu falei que ia mexer a perna dela que tava atrapalhando, e ela respondeu que tava tudo bem. Claro que não dava pra entender muito bem, já que ela tava quase dormindo. dormida e bêbada, pede pra ver como minha tia tava com uma calcinha de renda vermelha, que acho que significa que ela tá procurando amor ou algo assim no ano novo, demorei de propósito pra tirar os sapatos dela pra poder apreciar tudo aquilo. Virei ela de barriga pra cima e notei como no vestido colado, os bicos dos peitos dela ficaram duros, recostei ela no travesseiro e ela me puxou e me deu um beijo na boca e disse obrigada e que dormisse, entrei rápido no banheiro dela pra espantar um pouco o sono, lavei o rosto pensando no que ia rolar agora, mijei e saí e falei pra minha tia "tia, a gente se vê amanhã" esperando uma resposta, ela não respondeu, falei de novo "TIAA" Nem se mexeu, peguei ela pela coxa e mexi, só ouvi um ronquinho leve, minha tia tava completamente dormida e olha que eu peguei ela com força pela coxa, foi aí que minha cabeça encheu de pensamentos, fazer ou não fazer alguma coisa, e acho que por causa do álcool na minha cabeça eu decidi, levantei o vestido da minha tia até a cintura, deixando a calcinha dela exposta, abaixei um pouco também e pude ver a pussy da minha tia, depilada, com um cheiro que te pedia pra chupar na hora. Com o coração a mil por hora, me aproximei da pussy dela e lambi o clitóris, fiquei apaixonado pelo gosto e comecei a notar como a pussy dela ficava mais e mais molhada, mas já tinha passado tempo demais, então voltei pra casa depois de subir a calcinha, cheguei, me perguntaram por que demorei tanto e eu só falei "bateu uma vontade de ir no banheiro". Passaram os dias depois do ano novo, era 7 de janeiro e minha mãe foi trabalhar e minha irmã foi pra faculdade, então durante as manhãs ou pelo menos até as 3 da tarde éramos eu e minha tia Mary por um mês. Meus avós passavam quase todas as manhãs com os vizinhos que, apesar de serem só outro casal de idosos, só tomavam café e conversavam por horas, e quando estavam em casa, nunca iam pros quartos. Já era noite, eu voltava de sair com meus amigos, era 1h da manhã, e me deu vontade de espiar pela janela, e minha tia Acabava de chegar de sair com as amigas, tinha terminado de tomar banho, vi ela sair do banheiro com a toalha, e vi como deixou ela cair. Ela tava meio bebada, porque quase caiu várias vezes e fazia movimentos bem desengonçados. Naquele dia, pra mim, era como qualquer outro de ficar de olho na minha tia. Naquele dia, ela se vestiu normal, mas não sem antes trancar a porta com o cadeado. Quando vi que ela ia pra porta, fingi que tava chegando naquele momento. Minha tia abriu a porta e disse: — "Ei, Sérgio, cê tá chegando agora?" com uma voz de quem realmente tinha bebido um pouco a mais. — "Oi, tia, pois é, tô chegando" — tentei abrir a porta enquanto ela puxava conversa. — "Como foi a noite? Pegou alguma menininha, haha?" com uma voz de quem tava dando mole e bêbada ao mesmo tempo. Ela também tava vestindo uma blusa bem fininha que, por causa do frio, fazia os bicos dos peitos ficarem durinhos, e eu tentando não olhar. — "Haha, só dancei com algumas, mas nada sério ainda" — continuei tentando abrir a porta, mas tava trancada e eu não tinha a chave. — "Não abre a porta? Acho que te deixaram na rua." — "É, acho que vou dormir na sala." — "Nada, como assim? Melhor vir pro meu quarto, aqui tem um colchão, a gente coloca no chão e eu te empresto um cobertor e um travesseiro." Vale dizer que ela continuava falando de um jeito bem provocante e bêbada, haha. — "Tá bom, tia, muito obrigado." Ajeitamos tudo, tirei a calça e fiquei só de cueca e regata, e pra tentar dormir, minha tia colocou Netflix. Mas lá pelos 20 minutos do filme, ela começou a puxar assunto: — "Ei, e... como cê tá com as mulheres? Tem alguma namorada por aí?" — típica tia perguntando sobre namorada, haha. — "Pois é, verdade, não tenho. Tive umas aventuras, mas nada demais." — "Aaaah, que tipo de aventuras?" — "Ué, cê sabe, tia... sexo." — "Eeeeh, safado, e me conta, como cê tem se sentido?" Nessa hora, comecei a me sentir estranho, porque não sei se era por causa da bebida, mas era esquisito uma tia me perguntar sobre minhas experiências sexuais, ainda mais ela que sempre foi muito quieta. Eu respondi alguma coisa. envergonhada. —"Bom, minha primeira vez foi na casa de uma amiga que eu tava de pretendente quando tinha 16, ficamos sozinhos e aconteceu o que tinha que acontecer kkkk." —"Nossa, que bonitinho, que bom que você tá experimentando isso do sexo, e não teve mais nada?" Naquele momento comecei a sentir uma certa tensão, mas ao mesmo tempo fui me soltando mais. —"Bom, com a mesma garota num acampamento escolar, que fui em outubro, com uma colega, tava com medo de dormir sozinho e era uma casinha bem pequena, e aí aconteceu o que aconteceu, sem fazer muito barulho pra não sermos descobertos. E você, tia, teve sorte com algum homem ultimamente?" —"Ah, meu filho, eu há anos não tenho sorte com homem, acho que sou muito feia pra eles." —"Pois eles tão perdendo muita coisa, porque a verdade é que você é linda pra caralho." —"Aaai, obrigada, querido, mas olha pra mim, não tenho quase peito nem bunda." —"E daí, tia? Um homem que saiba te valorizar não vai ligar pra sua aparência, se eu não fosse seu sobrinho e te visse num bar, não hesitaria em te pagar uns drinks." —"Aaai, meu bem, muito obrigada, me diz, eu te pareço atraente? Quero saber o que um homem como você pensa." Naquele momento ela senta na cama, e ela tava vestindo um boxer que ficava bem justo e dava pra ver os lábios se separando naquele boxer e a blusinha fina que deixava os bicos duros aparecendo. Nessa hora já dava pra sentir uma tensão alta entre eu e ela, sentado na cama eu sabia que era minha chance, comecei a elogiar ela. Eu falei: —"Caralho, tia, você tá gostosa, e tem umas pernas muito bonitas." —"Aaai, obrigada, querido, me diz, se eu não fosse sua tia, você me comeria?" —"Caralho, sendo sincero, pu..." Não consegui terminar de falar, minha tia se jogou em cima de mim e começou a me beijar, começamos a tirar as camisetas e vi como os bicos dela estavam tão duros que podiam quebrar tijolos, e eu tava com uma ereção tão dura quanto concreto, isso sim, não tenho o pau maior do mundo, mas meu amiguinho serve muito bem kkkk. —"Então, você me comeria ou não?" Entre ofegos, não falei nada, ela Peguei ela e deitei na cama, tirei a cueca dela e comecei a chupar a buceta da minha tia, aquele cheiro e aquele sabor eram ainda melhores que da última vez. Minha tia estava jorrando os sucos dela e eu engolia tudo como se fosse nada, mas claro, eu também queria, então me deitei e ela começou a chupar meu pau, ela não era muito boa, mas com o tempo fomos aperfeiçoando, hehe. Ela parou do nada e montou em mim, ela se mexendo bem sensual enquanto eu brincava com os mamilos dela, depois de um tempo ela ficou de quatro e disse: "Quero seu pau no meu cu, sobrinho". Quando ela disse isso, me excitei tanto que dei um beijo grego nela, deixei tudo babado e enfiei, entrou fácil porque o cu dela já estava meio dilatado, já que ela gosta muito de plugs anais ou algo assim, mas estava bem apertado, tanto que eu estava quase gozando, falei: — "Vou encher seu cu de porra, tia". — "Me enche de porra, sobrinho, quero todo o seu leite". Não sei por que, mas nos chamar de tia e sobrinho me excitava mais, era mais sacana e eu gostava, enchi a rabeta dela de porra, ver o leite escorrendo do cu dela era algo tão excitante. Ela pegou uns lenços da gaveta, nos limpamos e deitamos juntos, ela disse: — "Fazia dois anos que um homem não me fazia o que você fez hoje, mas não conta pra ninguém se quiser que isso se repita". — "Tá bom, tudo pela minha tia gostosa." Deixo umas fotos que achei agora no meu computador, foi daí que contei essa história, e tem mais, se quiserem que eu continue contando umas aventuras que tive, farei com gosto.


5 comentários - Minha história com minha tia
Ojalá tengamos continuacion
Igual muchas gracias 👍