A gostosa de calça legging

Era uma mina que eu cruzava no busão.




Naquela época, eu pegava um ônibus que demorava uma hora ou uma hora e vinte. Se você não sentasse rápido, já era, não sentava mais. E eu aproveitava pra dormir um pouco até chegar. Depois pegava outro ônibus e ainda caminhava umas dez quadras até chegar em casa. Meu Deus, já cansei da viagem só de descrever ela, haja!!

Mas um dia, o que aconteceu foi mágico. (O ônibus, eu sempre pegava no mesmo horário e no mesmo ponto, já entediado da mesma viagem todo santo dia.) Começou a aparecer naquele ponto uma moça que, curiosamente, vinha sempre vestida com uma legging, por cima uma blusa, camisa, casaco, jaqueta ou o que fosse, mas por baixo era sempre legging de todas as cores que você imaginar... Eu cruzei com essa moça. Vou descrever ela naquela época: cabelo meio castanho puxando pro ruivo, alta, uns 1,60m, peitos bem grandes, mas ela tinha as costas largas, um pouco cheinha, mas isso não importava. Rosto redondo, meio puxado, e uma bunda generosa que com aquela legging ficava linda, além de que a legging entrava na buceta e no cú dela... Depois eu descobriria que ela era de origem guarani, que tinha 27 anos, que tinha três filhos, que tava junto há 10 anos com um cara 15 anos mais velho que ela, que era mototaxista e não ficava em casa o dia todo, e ela também não. Os filhos eram criados pela sobrinha de 18 anos que morava com eles...

Bom, vou contar como tudo começou. Como eu disse antes, naquele dia que ela apareceu, me chamou a atenção, mas ela nem ligou. Subimos no ônibus, e, infelizmente, fomos em pé, um do lado do outro. Eu olhava pra ela ou tentava cruzar o olhar, mas não adiantou. Um problema no ônibus acabou sendo sorte pra mim, ajudando na conquista dessa garota. Descemos todos, e aí aproveitei, começando uma conversa com ela, claro, falando mal da linha, haja!!

Eu: — Que ônibus de merda, parou...
Ela: — Uhh, cara, e eu morrendo de vontade de chegar em casa.
Eu: — Você sempre viaja nessa linha? Porque nunca te vi?
Ela: — Sim, na Mesma hora, mas eu já tinha te visto umas vezes bem entretido falando no telefone.
Eu: — Ahhh, caramba, vou ter que prestar mais atenção!!!

Parei um táxi, com ela do meu lado, perguntei se queria que eu desse uma carona até algum lugar. Ela me pergunta: — Pra onde você vai?
Eu vou pro sul, atravessando a ponte, falei. Ela me olhou e disse: — Talvez sejamos vizinhos, vou pro mesmo lado!!! E subimos. Lá em cima, começamos a conversar.

Depois desse dia, começamos a viajar mais juntos, eu esperava por ela ou ela por mim. Trocamos os números e ficávamos de nos encontrar naquela parada ou pra ir a algum lugar tomar algo ou comer. Falávamos de tudo, e foi aí que ela me contou sobre a vida dela. Aproveitando que a gente se via mais, trocávamos olhares, risadas e roçadas... até que um dia eu me aproximei da boca dela, nos olhamos, devorando a boca um do outro. Depois disso, as viagens já eram só beijos, mão boba pra todo lado (dos dois lados) e umas calenturas do caralho. Foi aí que comecei a insistir pra ter um encontro mais íntimo, e ela dizia que sim, mas que não tinha tempo pra ficar tranquilo.

Depois de um tempão de beijinhos, amassos, apalpadas e insinuações, ela finalmente topou ir transar. Como tive que remar, nunca tinha acontecido de a gostosa dar tanta volta pra trepar. Depois eu ia entender por quê...

Fomos pra um hotel ali perto da parada. Ela pediu pra comprar uns sanduíches e uns refrigerantes (mas será que ia fazer um piquenique ou transar?, eu pensava por dentro). Entramos e ela disse: — Tô morta, vou tomar uma ducha rápida. Virou de costas e abaixou a legging. Foi aí que eu vi isso...
A gostosa de calça legging(É só uma foto de exemplo, não é ela)

Eu meti a língua naquele cuzão começando a lamber ele, ela se assustou no começo mas se deixou levar pela situação e entrou na minha onda (como minha pica ficava dura com aquele cheiro de cu suado e a buceta toda encharcada com os sucos e o suor dela). Pra piorar, ela agarrava minha cabeça e enfiava mais fundo naquele cu majestoso. Eu comecei a bater punheta pra ela de tanta tesão que tava, ela ficou louca e gritava: "É isso, vagabundo, viola meu cu com essa língua!!!" Eu tava com a pica no talo, me levantei e encostei ela no buraco do cu, enfiando devagar naquele cu lindo. Entrou rápido porque já tava bem arrombado. "Uiiii!!! Como essa pica entrou no meu cu, Mmmmmmm que gostoso". Ela colocou os joelhos em cima do sofá e apoiou as mãos na parede. Eu me ajeitei bem atrás dela e comecei a furar aquele rabo gordo e lindo.

Eu: "Mmmmmmm, que cu gostoso você tem, mamãe!!!"
Ela: "Sim, sim, sim, continua, vagabundo!!!"
Eu: "Que sortudo seu marido que pode aproveitar essa delícia..."
Ela: "Cala a boca, otário, e continua me comendo assim, assim, assim, mais forte, vagabundo!!!"
Eu: "Vou rasgar essa bunda de puta sua!!!"
Ela: "Mmmmmmm, que gostoso sentir sua pica no meu cu!!!"
Eu: "Aperta!!! aperta!! aperta o cu, gata, que quero encher sua bunda de porra!!!"
Ela: "Assim, assim, assim!! vai, bate punheta pra mim, bate, sim, sim, siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.....!!!!!"
Eu: "(Essa porra fez ela apertar bem o cu) Mmmmmmmmm, você tá espremendo minha picaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!! (Eu sentia enchendo o cu dela de porra)..."

E aí a gente se jogou no sofá, ela com minha porra escorrendo por todo o sofá e eu com a pica toda melada de porra... descansamos um pouco e ela disse que ia tomar banho, eu ia seguir ela daqui a pouco...

Continua...

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