Apesar de Rocco parecer recuperado, Lourdes se preparou para copular com seu bicho. Depois de lambê-la, como se estivesse ajeitando, ele deu umas voltas, mas sem muito entusiasmo. Eu tinha criado a ilusão de vê-los cruzados, mas não parecia possível.
A temperatura tinha mudado, então vestimos uns roupões, ligamos o aquecedor e nos aninhamos no sofá vendo TV, esperando o momento certo. Entre o barulho do aparelho e o calorzinho que a gente se dava, acabamos cochilando. O cachorro perto da lareira fez o mesmo, aparentemente com vontade de descansar. Ao sentir uma mão acariciando meu rosto, percebi que minha cabeça estava apoiada no colo de Lourdes. Num estado de relaxamento e distensão, senti as mãos dela começarem a abrir meu roupão, até deixar totalmente expostos meus seios quentes e sensíveis. Fechei os olhos para aproveitar ao máximo seus carinhos.
Ela começou a brincar com meu mamilo, até deixá-lo duro. A boca dela não demorou a tomar conta das pontinhas do meu bico, começando a chupá-los com muita avidez. Seus dedos não tardaram a apertar minhas pontas, causando uma certa dor, mas ao mesmo tempo um prazer gostoso. Lourdes era uma gulosa sem freio, e ficava louca pelos meus peitos, se engasgando com eles, deixando de lado qualquer gentileza. Me devorava com total avidez, me enlouquecia de tal jeito que eu acabava me entregando àquela paixão louca dela, arrepiando meus mamilos e aliviando minhas tetas cheias do meu leite materno.
Aproximando a boca do meu ouvido, ela sussurrou:Me excita teu estado de gravidez, do jeito que você táte excita, com suas tetas cheias daquele líquido leitoso. A gente faria de tudo
entre eu e o Rocco.
Sinto um arrepio interno saber que os
cativava, respondendo pra ele:Sim? Pois faz o que te der na telha.Adoro que se sustentem do meu corpo, mas antes você vai me fazer um agrado.Beleza, o que você quer que eu faça?Me responde, enquanto abria mais meu jaleco, deixando meu corpo nu à mostra.
Ver você copulando com seu bicho de estimaçãoRespondi.
Sem fazer cerimônia, ela se aproximou de Rocco, que ainda dormia,
se ajoelhou e começou a acordá-lo.
Quando olhei o relógio e vi que já passava das 9 da noite, me deu um ataque.
Sabia que se ficasse, aquilo ia render, então, contrariada, me vesti
rápido e fui embora do mesmo jeito. Ao chegar na casa da minha mãe,
ela me deu uma bronca pelo horário, e tive a mesma discussão
com meu marido por chegar tão tarde. Não discuti nada, porque eles
tinham razão, mas à noite tentei agradá-lo, mesmo sem muita vontade.
Minha obsessão de ver a Lourdes com o bichinho dela me ajudou
a me estimular o suficiente pra ter uma boa relação.
Deixar a menina com minha mãe nos fins de semana e, ao mesmo tempo,
abandonar meu marido por algumas horas tinha se tornado bem complicado.
Me sentia como se estivesse de castigo, além disso minha barriga crescia
cada vez mais, e eu não queria ter problemas com o bebê,
já que ainda podia me dar ao luxo de fazer isso. Contei essa dificuldade pra minha amiga,
pra tentar superar esse problema, e ela me disse:Não se preocupaVou faltar um dia no meu trabalho e a gente vai ficar sossegada. Esperei mais que ansiosa por aquele momento, depois de 10 dias de espera, não sei com que desculpa, ela faltou no trabalho dela. Tava morrendo de vontade de chegar na casa dela, mal deixei minha filha na casa da minha mãe pra ela cuidar, e sabendo que meu marido ia chegar tarde, praticamente corri pra casa da minha amiga, pra ficarmos juntas o máximo de tempo possível.
Quando cheguei na casa da Lourdes, fiquei pensando se ela lembraria do combinado. Pois qual não foi minha surpresa quando ela abriu a porta: tava com um quimono curto e transparente, que mostrava toda a nudez dela, e umas meias pretas que iam quase até a virilha, que realmente me chocou. Depois de nos darmos uns beijos apaixonados, ela me fez sentar no sofá, trouxe o Rocco, e começou a tocar nos genitais dele, até que começou a desembainhar a ponta vermelha dele. Mal conseguiu, a boca dela foi direto na rola pra iniciar um boquete lento.
O cachorro já começou a procurar ela como se fosse penetrar, tentando derrubá-la no chão e conseguir o objetivo dele. Lourdes continuou brincando, evitando e ao mesmo tempo provocando ele. Aquela cena já tava me dando um monte de estímulos, eu ia ver pela primeira vez uma mulher sendo penetrada pelo bicho dela, coisa que, apesar de já ter experimentado na pele, não deixava de me causar uma grande expectativa e, claro, uma puta excitação.
Como se quisesse atrair o bicho, ela tirou o quimono, ficando só de calcinha. Ver ela assim me deixava com um tesão danado. Depois de continuar brincando com ele, ela acabou tirando a calcinha e se jogou no tapete, com o corpo nu encostando no pelo do animal. Abriu as pernas, esperando o sexo oral do cachorro. Rocco começou a explorar a sexualidade dela, iniciando aquela lambida característica, molhando a buceta da minha amiga, que se agitava com a intervenção do cachorro. Eu via que as lambidas que ele dava na Lourdes só aumentavam o tesão dela. excitação tanto quanto a minha, se
friccionavam como dois amantes completamente ardentes. Os mamilos da minha amiga
tinham se eriçado, e a pica do Rocco já revelava sua ponta vermelha.
Em dado momento, Rocco apoia seu corpo sobre o
da Lourdes, se sacudindo na intenção de penetrá-la, pegou seu volume, no
qual já estava surgindo sua pica, para iniciar uma lambida de uma forma muito
sensual, o cachorro ficou estático, curtindo, aquele ato tão específico.
Lourdes tocava sua buceta, sem parar de agir sobre o membro do animal,
introduzindo-o na boca dela de uma forma surpreendente.
Só de observar a cena, a cada
segundo meu corpo excitante se enchia de nervosismo, poder chegar a ver aquele animal comendo minha amiga com toda sua
energia me fascinava apaixonadamente. Percebia que entre os dois tinha
chegado ao auge do clímax. A pica do cachorro dela ainda se mantinha dentro
da boca da Lourdes, que iniciou um ritmo
acelerado, um fluxo, mistura da saliva dela e da secreção do membro do cachorro,
escorria pelo canto dos lábios dela.
Lourdes se virou, se posicionando de quatro, pronta
para se entregar ao bicho dela, naquele instante pensei na forma submissa e sem pudor
que nos entregávamos a um animal, ver como de quatro, Lourdes estava
à espera de ser fodida pelo cachorro dela, me deu uma sensação de morbidez e ao
mesmo tempo me excitava. Notei como o corpo da Lourdes tremia, e as pontas dos
seios dela ficavam mais duras, à espera do desfecho previsto. Quando
Rocco começou a lamber as entradas dela, como para excitá-la ou lubrificá-la
para conseguir uma melhor penetração da pica dele.
De forma instintiva e sem nenhuma sobriedade, apoiou o corpo pesado dele
sobre o da minha amiga, que com fortes investidas tentava penetrá-la, depois de
várias tentativas, um grito da Lourdes indicava que já tinha sido atravessada
por aquele troço bem grande, uma bombada alucinante começou no útero dela,
enquanto as patas dianteiras do apaixonado dela se Agarravam na cintura dela, como
impedindo que escapasse. Aquela cena
fez com que eu abrisse minha calça, pra enfiar meus dedos na minha buceta mais que
molhada.
Ver o tronco do animal entrando e saindo da cavidade
da Lourdes, junto com os gemidos dela e os grunhidos do bicho, era algo hipnotizante,
ver como ela era comida. Tentei intervir, acariciando a Lourdes, que me
parou, mandando eu só observar, que depois eu entraria em ação. Obedeci
o pedido dela, pra continuar olhando, tentando não perder nenhum detalhe. Acho
que a parte mais excitante era ver a Lourdes gemir, enquanto o
mascote dela não parava, notar
o pau inteiro dele enfiado no útero dessa mulher, e como o animal
se tornava dono dela, era a mulher dele, era a puta dele, no fim das contas. Meu estado
tava mais que alterado, eu tinha tirado a calça e, por cima da calcinha,
comecei a me masturbar. Meu sutiã e minha blusa
denunciavam uma mancha enorme, do meu gozo e da agitação que me tomava.
Percebia como o gozo do cachorro escorria da buceta
da Lourdes, enquanto eles ainda estavam acoplados, pra depois cair
no tapete. Via o útero dela gotejando,
por causa dos líquidos que o Rocco tinha despejado, enquanto ainda mantinha o instrumento
dentro do útero dela. Num momento, ele tirou de um jeito nada delicado,
e a Lourdes, ainda agitada, continuava de quatro, enquanto umas lambidas
do cachorro encerravam o encontro. Não consegui me segurar e me
ajoelhei pra chupar a buceta dela,
absorvendo aquela mistura de sucos que me enlouqueceu, enquanto nos
beijávamos intensamente.
Assim que a Lourdes foi se recuperando, começou a tirar
minha blusa, também manchada, levantando meu sutiã
pra apreciar meus peitos agitados, por causa da minha excitação com o espetáculo.
Ela chupou meus peitos ardentes como se estivesse desesperada, procurando com a mão o meu sexo molhado.
Naquele instante, senti que ela era minha dona, que o que ela
propusesse, eu tava disposta a fazer. realizar, é possível que meu tesão
precisasse ser aplacado.
O cachorro ainda mantinha o membro ereto, e
Lourdes me convidou para chupá-lo. Sem pensar e atraída, como uma desesperada,
aceitei o pedido. Virei de barriga para cima, debaixo de Rocco, agarrei seu
pau e comecei a chupá-lo, passando a língua por inteiro,
para depois enfiá-lo na boca, sugando com gosto.
Senti tirarem minha meia-calça e descerem minha
calcinha, revelando minha buceta toda molhada e louca para ser aliviada. A
língua de Lourdes não demorou, roçando meu clitóris enquanto seus dedos exploravam
minhas cavidades, o que me fazia chupar com ainda mais vontade.
Quando o cachorro se afastou, Lourdes assumiu o
controle, me levou pro quarto dela, me deitou, vendou meus olhos,
começando seu ritual de sempre, com meus peitos, e depois com minhas partes
mais íntimas. Se eu já tava quente, ela completou meu estado de tesão crescente.
Comecei a sentir algo estranho entrando entre minhas pernas. Rapidamente
entendi o que era, então deixei que continuasse com seu objetivo. Sem poder ver e
imaginando suas intenções, me entreguei de corpo e alma. Meus sentidos
pareciam mais aguçados, focados naquele ponto. Senti aquele
negócio entrando suave até o fundo do meu útero. A bombada foi acelerando,
me levando a um estado de pura expectativa. Mesmo sem ver, sentia a pélvis dela
batendo na minha. Fui sendo levada a um estado de êxtase total,
aumentando minha vontade, sem conseguir segurar os gemidos.
Ela tirou o negócio, me virou, e começou a
enfiar no meu cu. Ardia um pouco, mas eu adorava. Não foi uma penetração
funda, só o suficiente pra alargar minha entrada. Naquele momento eu
flutuava. Com cuidado, ela me colocou de quatro, lambendo minha buceta enquanto tirava
o brinquedo.
Depois de dar uns tapas na minha bunda, Senti o Rocco tomar conta do meu corpo, e eu, submisso, aceitei. Claro que ele começou a me bombar de imediato, mas minha surpresa foi quando a mão de Lourdes guiou ele direto pra mim, já dilatado e preparado. Quando a ponta dele encontrou meu buraco anal, instintivamente tentei impedir, mas cada vez que ele entrava um pouco, eu gostava, me dava uma sensação diferente. Mesmo sem ter praticado muito, resolvi deixar tudo ao acaso, ou nas mãos de Lourdes — já era a putinha gostosa dela, pronta pra satisfazer o macho. Meu coração batia acelerado e meu corpo começava a suar. Notava que ele ia entrando cada vez mais fundo, o que me excitava a ponto de permitir a invasão. Doía, mas eu aguentava; era uma mistura de sofrimento e prazer. Com uma habilidade danada, o pau dele começou uma penetração rítmica, até ir diminuindo aos poucos. Quando ele se dilatava dentro de mim, sentia dor, mas era como se fundisse com minha excitação. A piroca do Rocco começou a me penetrar de forma abrupta, roçando as paredes do meu canal, sentindo ela crescer como das outras vezes, mas por outro buraco. As patas dele se agarravam com força, como se quisesse enfiar a totalidade daquela ferramenta brutal; as unhas arranhavam minhas coxas. Sentia minha bunda se rasgando, estava sendo violada por uma besta insaciável e descontrolada, pronta pra satisfazer o instinto animal dela, não importava por onde, só seguia o instinto. Sentia ele entrar dolorosamente, centímetro por centímetro, pelo meu reto. Acho que cada vez mais vermelho por aquela furadeira de carne, meu esfíncter parecia pulsar com aquela intromissão. Rocco se deitou sobre minhas costas, enquanto eu sentia as primeiras gozadas dele regarem meu interior. Me excitava, curtia aquilo, apesar da dor; a bombada dele era implacável e cheia de violência, onde meu cu era forçado sem muita cerimônia. Lourdes se jogou no chão pra chupar meu pau, enquanto eu continuava empalado pelo cachorro. As lambidas da minha amiga e o objeto que estava dentro de mim me davam uma série de orgasmos incríveis. Aquela invasão no meu corpo a dois me fazia sentir como uma prisioneira, como um objeto sexual, era o dispositivo do sacrifício, onde cada parte se deliciava com uma das minhas cavidades. Não posso negar que eu curtia pra caralho, sentindo que a cada momento me entregava mais aos desejos deles.
O calor do esperma dele começou a regar meu canal, isso foi a consequência de outro espasmo. Mas o ponto alto foi quando a Lourdes enfiou o consolo dentro da minha buceta. Naquela hora, me senti humilhada pela bestialidade dela, doía pra cacete, sentia como se estivesse sendo castigada pelo que estava rolando. Quando conseguiu enfiar tudo, a bola dela, toda dilatada, presa na saída do meu cu, pra finalizar completamente encaixados. Naquele instante, senti como se o Rocco fosse meu dono, o macho possuidor da sua mulher-vadia submissa, permitindo tudo, só pra curtir as penetrações dele. Sentia o pau dele pulsando dentro do meu cu, quando de repente o Rocco se virou e pela primeira vez ficamos trancados, cu com cu, sentia o pau dele latejando, me dando uma série de espasmos, mas quando senti ele gozar de novo dentro do meu cu, foi o ápice, eu gemia igual uma cadela no cio. Tentei segurar as pernas dele pra evitar que ele me arrastasse e acabasse rasgando a área enganchada.
Fiquei quase vinte minutos naquela situação, a Lourdes tentava segurar ele pra não ser arrastada pelo quarto. Quando o pau dele foi se contraindo, ele puxou de uma vez só pra fora do meu cu, e uma dor forte me invadiu. Ele lambeu pra aliviar meu sofrimento na hora.
Praticamente desabei no chão, totalmente exausta com tamanha surra. Notei minhas coxas arranhadas, meu cu ardendo e meus lábios da buceta meio inchados. Por sorte, a Lourdes me abraçou como um gesto de acolhimento. Não era demais. Tarde, mas meu corpo já não respondia a mais um encontro louco. Eu me sentia satisfeita, embora meu corpo estivesse meio judiado.
A temperatura tinha mudado, então vestimos uns roupões, ligamos o aquecedor e nos aninhamos no sofá vendo TV, esperando o momento certo. Entre o barulho do aparelho e o calorzinho que a gente se dava, acabamos cochilando. O cachorro perto da lareira fez o mesmo, aparentemente com vontade de descansar. Ao sentir uma mão acariciando meu rosto, percebi que minha cabeça estava apoiada no colo de Lourdes. Num estado de relaxamento e distensão, senti as mãos dela começarem a abrir meu roupão, até deixar totalmente expostos meus seios quentes e sensíveis. Fechei os olhos para aproveitar ao máximo seus carinhos.
Ela começou a brincar com meu mamilo, até deixá-lo duro. A boca dela não demorou a tomar conta das pontinhas do meu bico, começando a chupá-los com muita avidez. Seus dedos não tardaram a apertar minhas pontas, causando uma certa dor, mas ao mesmo tempo um prazer gostoso. Lourdes era uma gulosa sem freio, e ficava louca pelos meus peitos, se engasgando com eles, deixando de lado qualquer gentileza. Me devorava com total avidez, me enlouquecia de tal jeito que eu acabava me entregando àquela paixão louca dela, arrepiando meus mamilos e aliviando minhas tetas cheias do meu leite materno.
Aproximando a boca do meu ouvido, ela sussurrou:Me excita teu estado de gravidez, do jeito que você táte excita, com suas tetas cheias daquele líquido leitoso. A gente faria de tudo
entre eu e o Rocco.
Sinto um arrepio interno saber que os
cativava, respondendo pra ele:Sim? Pois faz o que te der na telha.Adoro que se sustentem do meu corpo, mas antes você vai me fazer um agrado.Beleza, o que você quer que eu faça?Me responde, enquanto abria mais meu jaleco, deixando meu corpo nu à mostra.
Ver você copulando com seu bicho de estimaçãoRespondi.
Sem fazer cerimônia, ela se aproximou de Rocco, que ainda dormia,
se ajoelhou e começou a acordá-lo.
Quando olhei o relógio e vi que já passava das 9 da noite, me deu um ataque.
Sabia que se ficasse, aquilo ia render, então, contrariada, me vesti
rápido e fui embora do mesmo jeito. Ao chegar na casa da minha mãe,
ela me deu uma bronca pelo horário, e tive a mesma discussão
com meu marido por chegar tão tarde. Não discuti nada, porque eles
tinham razão, mas à noite tentei agradá-lo, mesmo sem muita vontade.
Minha obsessão de ver a Lourdes com o bichinho dela me ajudou
a me estimular o suficiente pra ter uma boa relação.
Deixar a menina com minha mãe nos fins de semana e, ao mesmo tempo,
abandonar meu marido por algumas horas tinha se tornado bem complicado.
Me sentia como se estivesse de castigo, além disso minha barriga crescia
cada vez mais, e eu não queria ter problemas com o bebê,
já que ainda podia me dar ao luxo de fazer isso. Contei essa dificuldade pra minha amiga,
pra tentar superar esse problema, e ela me disse:Não se preocupaVou faltar um dia no meu trabalho e a gente vai ficar sossegada. Esperei mais que ansiosa por aquele momento, depois de 10 dias de espera, não sei com que desculpa, ela faltou no trabalho dela. Tava morrendo de vontade de chegar na casa dela, mal deixei minha filha na casa da minha mãe pra ela cuidar, e sabendo que meu marido ia chegar tarde, praticamente corri pra casa da minha amiga, pra ficarmos juntas o máximo de tempo possível.
Quando cheguei na casa da Lourdes, fiquei pensando se ela lembraria do combinado. Pois qual não foi minha surpresa quando ela abriu a porta: tava com um quimono curto e transparente, que mostrava toda a nudez dela, e umas meias pretas que iam quase até a virilha, que realmente me chocou. Depois de nos darmos uns beijos apaixonados, ela me fez sentar no sofá, trouxe o Rocco, e começou a tocar nos genitais dele, até que começou a desembainhar a ponta vermelha dele. Mal conseguiu, a boca dela foi direto na rola pra iniciar um boquete lento.
O cachorro já começou a procurar ela como se fosse penetrar, tentando derrubá-la no chão e conseguir o objetivo dele. Lourdes continuou brincando, evitando e ao mesmo tempo provocando ele. Aquela cena já tava me dando um monte de estímulos, eu ia ver pela primeira vez uma mulher sendo penetrada pelo bicho dela, coisa que, apesar de já ter experimentado na pele, não deixava de me causar uma grande expectativa e, claro, uma puta excitação.
Como se quisesse atrair o bicho, ela tirou o quimono, ficando só de calcinha. Ver ela assim me deixava com um tesão danado. Depois de continuar brincando com ele, ela acabou tirando a calcinha e se jogou no tapete, com o corpo nu encostando no pelo do animal. Abriu as pernas, esperando o sexo oral do cachorro. Rocco começou a explorar a sexualidade dela, iniciando aquela lambida característica, molhando a buceta da minha amiga, que se agitava com a intervenção do cachorro. Eu via que as lambidas que ele dava na Lourdes só aumentavam o tesão dela. excitação tanto quanto a minha, se
friccionavam como dois amantes completamente ardentes. Os mamilos da minha amiga
tinham se eriçado, e a pica do Rocco já revelava sua ponta vermelha.
Em dado momento, Rocco apoia seu corpo sobre o
da Lourdes, se sacudindo na intenção de penetrá-la, pegou seu volume, no
qual já estava surgindo sua pica, para iniciar uma lambida de uma forma muito
sensual, o cachorro ficou estático, curtindo, aquele ato tão específico.
Lourdes tocava sua buceta, sem parar de agir sobre o membro do animal,
introduzindo-o na boca dela de uma forma surpreendente.
Só de observar a cena, a cada
segundo meu corpo excitante se enchia de nervosismo, poder chegar a ver aquele animal comendo minha amiga com toda sua
energia me fascinava apaixonadamente. Percebia que entre os dois tinha
chegado ao auge do clímax. A pica do cachorro dela ainda se mantinha dentro
da boca da Lourdes, que iniciou um ritmo
acelerado, um fluxo, mistura da saliva dela e da secreção do membro do cachorro,
escorria pelo canto dos lábios dela.
Lourdes se virou, se posicionando de quatro, pronta
para se entregar ao bicho dela, naquele instante pensei na forma submissa e sem pudor
que nos entregávamos a um animal, ver como de quatro, Lourdes estava
à espera de ser fodida pelo cachorro dela, me deu uma sensação de morbidez e ao
mesmo tempo me excitava. Notei como o corpo da Lourdes tremia, e as pontas dos
seios dela ficavam mais duras, à espera do desfecho previsto. Quando
Rocco começou a lamber as entradas dela, como para excitá-la ou lubrificá-la
para conseguir uma melhor penetração da pica dele.
De forma instintiva e sem nenhuma sobriedade, apoiou o corpo pesado dele
sobre o da minha amiga, que com fortes investidas tentava penetrá-la, depois de
várias tentativas, um grito da Lourdes indicava que já tinha sido atravessada
por aquele troço bem grande, uma bombada alucinante começou no útero dela,
enquanto as patas dianteiras do apaixonado dela se Agarravam na cintura dela, como
impedindo que escapasse. Aquela cena
fez com que eu abrisse minha calça, pra enfiar meus dedos na minha buceta mais que
molhada.
Ver o tronco do animal entrando e saindo da cavidade
da Lourdes, junto com os gemidos dela e os grunhidos do bicho, era algo hipnotizante,
ver como ela era comida. Tentei intervir, acariciando a Lourdes, que me
parou, mandando eu só observar, que depois eu entraria em ação. Obedeci
o pedido dela, pra continuar olhando, tentando não perder nenhum detalhe. Acho
que a parte mais excitante era ver a Lourdes gemir, enquanto o
mascote dela não parava, notar
o pau inteiro dele enfiado no útero dessa mulher, e como o animal
se tornava dono dela, era a mulher dele, era a puta dele, no fim das contas. Meu estado
tava mais que alterado, eu tinha tirado a calça e, por cima da calcinha,
comecei a me masturbar. Meu sutiã e minha blusa
denunciavam uma mancha enorme, do meu gozo e da agitação que me tomava.
Percebia como o gozo do cachorro escorria da buceta
da Lourdes, enquanto eles ainda estavam acoplados, pra depois cair
no tapete. Via o útero dela gotejando,
por causa dos líquidos que o Rocco tinha despejado, enquanto ainda mantinha o instrumento
dentro do útero dela. Num momento, ele tirou de um jeito nada delicado,
e a Lourdes, ainda agitada, continuava de quatro, enquanto umas lambidas
do cachorro encerravam o encontro. Não consegui me segurar e me
ajoelhei pra chupar a buceta dela,
absorvendo aquela mistura de sucos que me enlouqueceu, enquanto nos
beijávamos intensamente.
Assim que a Lourdes foi se recuperando, começou a tirar
minha blusa, também manchada, levantando meu sutiã
pra apreciar meus peitos agitados, por causa da minha excitação com o espetáculo.
Ela chupou meus peitos ardentes como se estivesse desesperada, procurando com a mão o meu sexo molhado.
Naquele instante, senti que ela era minha dona, que o que ela
propusesse, eu tava disposta a fazer. realizar, é possível que meu tesão
precisasse ser aplacado.
O cachorro ainda mantinha o membro ereto, e
Lourdes me convidou para chupá-lo. Sem pensar e atraída, como uma desesperada,
aceitei o pedido. Virei de barriga para cima, debaixo de Rocco, agarrei seu
pau e comecei a chupá-lo, passando a língua por inteiro,
para depois enfiá-lo na boca, sugando com gosto.
Senti tirarem minha meia-calça e descerem minha
calcinha, revelando minha buceta toda molhada e louca para ser aliviada. A
língua de Lourdes não demorou, roçando meu clitóris enquanto seus dedos exploravam
minhas cavidades, o que me fazia chupar com ainda mais vontade.
Quando o cachorro se afastou, Lourdes assumiu o
controle, me levou pro quarto dela, me deitou, vendou meus olhos,
começando seu ritual de sempre, com meus peitos, e depois com minhas partes
mais íntimas. Se eu já tava quente, ela completou meu estado de tesão crescente.
Comecei a sentir algo estranho entrando entre minhas pernas. Rapidamente
entendi o que era, então deixei que continuasse com seu objetivo. Sem poder ver e
imaginando suas intenções, me entreguei de corpo e alma. Meus sentidos
pareciam mais aguçados, focados naquele ponto. Senti aquele
negócio entrando suave até o fundo do meu útero. A bombada foi acelerando,
me levando a um estado de pura expectativa. Mesmo sem ver, sentia a pélvis dela
batendo na minha. Fui sendo levada a um estado de êxtase total,
aumentando minha vontade, sem conseguir segurar os gemidos.
Ela tirou o negócio, me virou, e começou a
enfiar no meu cu. Ardia um pouco, mas eu adorava. Não foi uma penetração
funda, só o suficiente pra alargar minha entrada. Naquele momento eu
flutuava. Com cuidado, ela me colocou de quatro, lambendo minha buceta enquanto tirava
o brinquedo.
Depois de dar uns tapas na minha bunda, Senti o Rocco tomar conta do meu corpo, e eu, submisso, aceitei. Claro que ele começou a me bombar de imediato, mas minha surpresa foi quando a mão de Lourdes guiou ele direto pra mim, já dilatado e preparado. Quando a ponta dele encontrou meu buraco anal, instintivamente tentei impedir, mas cada vez que ele entrava um pouco, eu gostava, me dava uma sensação diferente. Mesmo sem ter praticado muito, resolvi deixar tudo ao acaso, ou nas mãos de Lourdes — já era a putinha gostosa dela, pronta pra satisfazer o macho. Meu coração batia acelerado e meu corpo começava a suar. Notava que ele ia entrando cada vez mais fundo, o que me excitava a ponto de permitir a invasão. Doía, mas eu aguentava; era uma mistura de sofrimento e prazer. Com uma habilidade danada, o pau dele começou uma penetração rítmica, até ir diminuindo aos poucos. Quando ele se dilatava dentro de mim, sentia dor, mas era como se fundisse com minha excitação. A piroca do Rocco começou a me penetrar de forma abrupta, roçando as paredes do meu canal, sentindo ela crescer como das outras vezes, mas por outro buraco. As patas dele se agarravam com força, como se quisesse enfiar a totalidade daquela ferramenta brutal; as unhas arranhavam minhas coxas. Sentia minha bunda se rasgando, estava sendo violada por uma besta insaciável e descontrolada, pronta pra satisfazer o instinto animal dela, não importava por onde, só seguia o instinto. Sentia ele entrar dolorosamente, centímetro por centímetro, pelo meu reto. Acho que cada vez mais vermelho por aquela furadeira de carne, meu esfíncter parecia pulsar com aquela intromissão. Rocco se deitou sobre minhas costas, enquanto eu sentia as primeiras gozadas dele regarem meu interior. Me excitava, curtia aquilo, apesar da dor; a bombada dele era implacável e cheia de violência, onde meu cu era forçado sem muita cerimônia. Lourdes se jogou no chão pra chupar meu pau, enquanto eu continuava empalado pelo cachorro. As lambidas da minha amiga e o objeto que estava dentro de mim me davam uma série de orgasmos incríveis. Aquela invasão no meu corpo a dois me fazia sentir como uma prisioneira, como um objeto sexual, era o dispositivo do sacrifício, onde cada parte se deliciava com uma das minhas cavidades. Não posso negar que eu curtia pra caralho, sentindo que a cada momento me entregava mais aos desejos deles.
O calor do esperma dele começou a regar meu canal, isso foi a consequência de outro espasmo. Mas o ponto alto foi quando a Lourdes enfiou o consolo dentro da minha buceta. Naquela hora, me senti humilhada pela bestialidade dela, doía pra cacete, sentia como se estivesse sendo castigada pelo que estava rolando. Quando conseguiu enfiar tudo, a bola dela, toda dilatada, presa na saída do meu cu, pra finalizar completamente encaixados. Naquele instante, senti como se o Rocco fosse meu dono, o macho possuidor da sua mulher-vadia submissa, permitindo tudo, só pra curtir as penetrações dele. Sentia o pau dele pulsando dentro do meu cu, quando de repente o Rocco se virou e pela primeira vez ficamos trancados, cu com cu, sentia o pau dele latejando, me dando uma série de espasmos, mas quando senti ele gozar de novo dentro do meu cu, foi o ápice, eu gemia igual uma cadela no cio. Tentei segurar as pernas dele pra evitar que ele me arrastasse e acabasse rasgando a área enganchada.
Fiquei quase vinte minutos naquela situação, a Lourdes tentava segurar ele pra não ser arrastada pelo quarto. Quando o pau dele foi se contraindo, ele puxou de uma vez só pra fora do meu cu, e uma dor forte me invadiu. Ele lambeu pra aliviar meu sofrimento na hora.
Praticamente desabei no chão, totalmente exausta com tamanha surra. Notei minhas coxas arranhadas, meu cu ardendo e meus lábios da buceta meio inchados. Por sorte, a Lourdes me abraçou como um gesto de acolhimento. Não era demais. Tarde, mas meu corpo já não respondia a mais um encontro louco. Eu me sentia satisfeita, embora meu corpo estivesse meio judiado.
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