Quando eu era mais novo, nos meus começos, lembro que numa primavera, umas 11 da noite, eu tava voando de tesão. Ainda não existiam esses aplicativos de celular pra pegar gente.
Me conectei numa linha de contatos e falei com um macho hétero enrustido que tava procurando dar a bunda. Nem mais, nem menos, só isso. Uma boa chupada de pau e que eu entregasse a bucetinha, nada de beijo nem amasso.
Com o tesão que eu tava, a gente se acertou e se encontrou rapidinho numa esquina tranquila. Ele me passou a placa do carro, eu entrei e fomos procurar uma rua sem muito movimento.
Conversa vai, conversa vem, até que achamos uma rua de paralelepípedo, meio escura, com bastante árvore, pouca luz e quase sem trânsito. Ele estacionou, reclinou o banco do carona onde eu tava sentado e falou: "Deixa eu ver essa bundinha que tu tem, promíscuo?"
Eu baixei a calça de moletom junto com a cueca branca de listrinha azul e mostrei minha bundinha depilada. Ele ajeitou um pouco e deu umas lambidas preparando ela.
Enfiou um dedo com camisinha na mão esquerda e começou a dedilhar minha bucetinha faminta, sentindo como eu apertava os dedos dele com meu cuzinho, enquanto com a outra mão ele acariciava minha bunda.
Ele falou: "Promíscuo, como vou fazer nessa sua bundinha. Minha namorada não me dá e eu tô com o saco cheio. Vem pra cá."
Mostrou o pau moreno, já meio molhadinho, um belo pau de macho, e comecei a chupar ele até deixar bem duro. Até que ele disse:
"Já deu, promíscuo, é hora de meter. Deita no banco."
Ele lubrificou minha bucetinha, colocou uma camisinha naquele pau e montou em cima de mim. Apontou a cabeça pro meu buraquinho e, aos poucos, fui engolindo aquele pau de macho.
Demorei pra engolir porque era grosso. Na última parte, ele meteu sem avisar, e eu pedi pra tirar, mas ele não ligou e falou: "Aguenta, promíscuo, que já passa." Relaxei como pude e... começou a bombar minha buceta devagar, quando me viu que eu comecei a jogar a raba pra trás, ele acelerou num metelão violento,
me dizendo "que quentinha que você tem essa buceta promíscua, vou encher ela todinha de porra"
Eu só conseguia gemer e falar "sim papai, me dá essa pica que eu adoro como você tá furando minha buceta".
Ele acelerou o ritmo da bombada e eu senti aquela pica alargar enquanto pulsava e ia esvaziando os ovos dentro de mim com a camisinha ainda. Ele tirou devagar, tirou a camisinha e jogou na rua.
A gente se ajeitou, levantou o banco do carona e ele me deixou no ponto onde a gente tinha se encontrado, sem muita conversa nem saber o nome dele, só minha buceta sabia o comprimento e a grossura daquela pica daquele macho.
Cheguei em casa, meti os dedos e terminei de me punhetar porque cheguei super tarada sem ter gozado, gozando pra caralho.
Tentei de novo me conectar naquela linha de contatos, mas nunca mais cruzei com ele.
MAIS RELATOS E FOTOS EMhttp://www.poringa.net/Onix4/posts
Me conectei numa linha de contatos e falei com um macho hétero enrustido que tava procurando dar a bunda. Nem mais, nem menos, só isso. Uma boa chupada de pau e que eu entregasse a bucetinha, nada de beijo nem amasso.
Com o tesão que eu tava, a gente se acertou e se encontrou rapidinho numa esquina tranquila. Ele me passou a placa do carro, eu entrei e fomos procurar uma rua sem muito movimento.
Conversa vai, conversa vem, até que achamos uma rua de paralelepípedo, meio escura, com bastante árvore, pouca luz e quase sem trânsito. Ele estacionou, reclinou o banco do carona onde eu tava sentado e falou: "Deixa eu ver essa bundinha que tu tem, promíscuo?"
Eu baixei a calça de moletom junto com a cueca branca de listrinha azul e mostrei minha bundinha depilada. Ele ajeitou um pouco e deu umas lambidas preparando ela.
Enfiou um dedo com camisinha na mão esquerda e começou a dedilhar minha bucetinha faminta, sentindo como eu apertava os dedos dele com meu cuzinho, enquanto com a outra mão ele acariciava minha bunda.
Ele falou: "Promíscuo, como vou fazer nessa sua bundinha. Minha namorada não me dá e eu tô com o saco cheio. Vem pra cá."
Mostrou o pau moreno, já meio molhadinho, um belo pau de macho, e comecei a chupar ele até deixar bem duro. Até que ele disse:
"Já deu, promíscuo, é hora de meter. Deita no banco."
Ele lubrificou minha bucetinha, colocou uma camisinha naquele pau e montou em cima de mim. Apontou a cabeça pro meu buraquinho e, aos poucos, fui engolindo aquele pau de macho.
Demorei pra engolir porque era grosso. Na última parte, ele meteu sem avisar, e eu pedi pra tirar, mas ele não ligou e falou: "Aguenta, promíscuo, que já passa." Relaxei como pude e... começou a bombar minha buceta devagar, quando me viu que eu comecei a jogar a raba pra trás, ele acelerou num metelão violento,
me dizendo "que quentinha que você tem essa buceta promíscua, vou encher ela todinha de porra"
Eu só conseguia gemer e falar "sim papai, me dá essa pica que eu adoro como você tá furando minha buceta".
Ele acelerou o ritmo da bombada e eu senti aquela pica alargar enquanto pulsava e ia esvaziando os ovos dentro de mim com a camisinha ainda. Ele tirou devagar, tirou a camisinha e jogou na rua.
A gente se ajeitou, levantou o banco do carona e ele me deixou no ponto onde a gente tinha se encontrado, sem muita conversa nem saber o nome dele, só minha buceta sabia o comprimento e a grossura daquela pica daquele macho.
Cheguei em casa, meti os dedos e terminei de me punhetar porque cheguei super tarada sem ter gozado, gozando pra caralho.
Tentei de novo me conectar naquela linha de contatos, mas nunca mais cruzei com ele.
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7 comentários - Relato: Garchado en un auto 🚗
besitos