Fala, galera! Hoje trago mais um relato feito pelo meu amigo Nachobeto69. Como comentei em outro conto, ele tá com dificuldade pra postar e me deu permissão pra fazer isso por ele. Esperamos que vocês curtam.
Na Minha Viagem com Minha Mãe
Meu nome é Miguel, tenho 25 anos, moro com minha mãe, Ana, que a gente chama carinhosamente de Anita. Ela tem 49 anos e vai fazer 50 em breve. Também tem minha irmã Rosa, de 30 anos, casada há 5 anos, com uma filha de 3 anos, e meu pai, que se separou da minha mãe há 2 anos, mas parece que tão voltando.
Bom, a história começa quando recebo um convite pra dar uma palestra em outra cidade. Como ainda não tenho namorada, tava procurando alguém pra me acompanhar e ajudar nos preparativos da apresentação. Por sorte, minha mãe topou ir comigo. Preparamos tudo, porque a reserva já tava feita.
Partimos numa viagem longa de 4 horas. Ao chegar no hotel, descansamos e preparamos tudo pra exposição do dia seguinte. Mas à noite, minha mãe me convenceu a sair pra espairecer antes da palestra. Aceitei, e fomos jantar e dar uma volta pela cidade. Chegamos num bar e tomamos uns drinks. Perto da meia-noite, decidimos voltar pro hotel, mas com a bebida, eu só queria descansar. Já no quarto (que tinha duas camas), minha mãe foi tomar banho enquanto eu tentava pegar no sono. Com a TV ligada, sem prestar atenção, mudei de canal e caiu num filme pornô. Quando vi uma cena de uma mulher mais velha transando com um jovem (que eram sogra e genro), fiquei excitado pra caralho. De repente, ouvi minha mãe saindo do banheiro. Me fiz de dormido, com uma ereção que tentava esconder com a mão. Minha mãe saiu e começou a se secar. Eu via ela nua de costas, aquela silhueta gostosa combinando perfeitamente com a luz da lua. Minha mãe percebeu o filme e virou pra me olhar, mas viu que eu tava dormindo. Notei que eu tava de pau duro, ela desligou a TV e foi dormir.
Lá pras 3 da manhã acordei pra ir no banheiro, quando voltei vi que minha mãe tava dormindo pelada e destapada, vi que ela tava com frio porque os bicos dos peitos tavam durinhos, aquela imagem me fez ficar duro de novo, de repente vi que minha mãe abriu os olhos e ficou me olhando…
Anita: Nossa, filho, o que te excitou tanto pra deixar ele assim?
Miguel: É… eu…
Anita: Nossa, é um pouco maior que o do seu pai.
Miguel: Ehhh
Anita: Vem, filho, vamos ver que solução a gente dá pra isso.
Eu, feito um zumbi, obedeci o que ela mandava, ela pegou na minha mão e me deitou enquanto tirava minha cueca, e começou a chupar meu pau como se fosse um pirulito, eu flutuando no céu. Depois ela falou: agora é sua vez. Eu coloquei ela do mesmo jeito que ela me colocou e comecei a chupar a buceta dela, ela com os olhos quase virados quando eu deixei ela sem fôlego, ela falou: vamos, filho, faz logo. Me posicionei e comecei a meter na buceta dela, enquanto acariciava os peitos lindos dela, aqueles que me amamentaram quando eu era bebê. Fizemos várias posições (de papai e mamãe, de quatro, ela por cima e eu por baixo, vice-versa, de conchinha). Quando eu tava quase gozando, ia tirar, mas minha mãe me segurou com as pernas, me impedindo de sair de dentro dela…
Miguel: Mãe, tô quase gozando
Anita: Deixa dentro, filho, eu te dei muito leite quando você era criança, agora me dá um pouco do seu.
Assim que ela terminou de falar isso, soltei todo o esperma dentro dela, soltando um gemido leve. Terminando exausto, levantei e fui tomar banho, enquanto me lavava pensava no que tinha acontecido e não acreditava no que rolou.
Na manhã seguinte, acordamos às 10:00 e nos preparamos pra conferência que eu ia dar, lá pras 18:00 terminamos, voltamos pro hotel e dormimos um pouco, saímos pro bar umas 22:00 e lá pela 1:00 voltamos pro hotel, sem falar nada a gente transou de novo, eu e minha mãe, mas dessa vez antes de começar, enquanto ela se preparava… No banheiro, escondi o celular pra gravar a gente e pelo menos ter uma lembrança do que rolou. Depois de horas de sexo, minha mãe apagou cansada, molhada e cheia do meu gozo. Aproveitei, peguei o celular e guardei o vídeo.
Na manhã seguinte, antes de ir embora, combinamos de não contar nada do que aconteceu pra ninguém. Seria um segredo entre nós dois. Se rolasse de novo, beleza; se não, também não teria problema pra nenhum de nós.
De volta em casa, as coisas mudaram. Minha mãe e meu pai voltaram, e a reconciliação foi tão grande que eles voltaram a ter intimidade, coisa que não rolava há 2 anos.
Passaram-se 3 meses, e eu comecei a notar minha mãe estranha. Ela comia pra caralho, tinha náuseas e vômitos, dormia demais, e os peitos dela aumentaram.
Uma tarde, depois que cheguei de uma palestra na escola, minha mãe disse que a gente precisava conversar.
Anita: Filho, que bom que você chegou. Precisamos conversar.
Miguel: Sim, mãe. O que foi? Vocês brigaram de novo, você e meu pai?
Anita: Não, filho. É algo mais sério, e só diz respeito a você e a mim.
Miguel: O que foi, mãe? Tá tudo bem?
Anita: Filho, não sei como você vai levar isso, mas… Estou grávida.
Miguel: O quê…?! Como assim? Mas como?
Anita: Filho, eu achava que não podia mais engravidar, porque depois que você nasceu, eu fiz laqueadura. Mas parece que não foi 100%.
Miguel: Mas, e com o papai? Você quase não transava com ele antes da nossa vez?
Anita: Sim, mas eu obrigava ele a usar camisinha, porque sabia que ele tava pegando outras. E na nossa vez (entre você e eu), a gente não usou, porque eu sabia que você não é igual ao seu pai.
Miguel: Mas tem certeza que é meu? E quando a gente voltou e você se reconciliou com meu pai, vocês não usaram camisinha?
Anita: Sim, mas ela estourou. Mas eu sei que é seu, porque já conferi as datas e elas batem com as nossas noites de paixão. Mas se você não quiser, eu não vou ter o bebê.
Miguel: Mãe, não começa com chantagem. Você sabe que esse bebê significa algo pra mim.
Anita: É? O quê?
Miguel: O fruto do amor que a gente teve naqueles dias. Algo meu crescendo dentro de você. Mesmo que seja uma gravidez de alto risco pra você, não se preocupa, eu vou estar aqui pra cuidar de você.
Anita: Obrigada, filho.
Miguel: E você já contou pro meu pai? O que vai dizer pra ele?
Anita: Não, hoje vou contar. E vou dizer que é dele, da vez que a camisinha estourou. Camisinha
Minha mãe contou a notícia pro meu pai, ele achou que o bebê era dele, meu pai começou a trabalhar em turno duplo, então quase não via minha mãe e o "bebê" dela. Minha irmã ficou sabendo e não acreditava que minha mãe fosse ter um filho nessa idade.
Os meses passaram, a barriga da minha mãe foi crescendo. Eu pedi pra ela deixar eu tirar fotos todo mês pra guardar o crescimento do bebê dentro da barriga dela. Como meu pai não podia ir com ela nas consultas, eu ia. Adorava ver e ouvir os batimentos do meu filho. Quando estávamos em casa, eu passava a mão na barriga da minha mãe pra sentir os chutes do bebê, colocávamos música pra ele relaxar.
Aos completar nove meses, minha mãe tava parecendo que ia ter gêmeos, eu tava com ela em casa quando a bolsa estourou, levei ela pro hospital onde entrou em trabalho de parto, um pouco mais de 8 horas durou o parto, esperando ela dilatar os 10 cm, perto das 21:00 minha mãe deu à luz nosso bebê, que foi um menino, meu pai por causa do trabalho perdeu o nascimento, e eu, que sou o verdadeiro pai, feliz pela minha mãe que tirou nota 10 no parto, e se comportou super corajosa.
Já no quarto, minha mãe, o bebê e eu.
Anita: Cadê o teu pai, pô?
Miguel: Deve tá trabalhando, eu avisei ele.
Anita: Ok, foda-se ele, o mais importante é que você não perdeu o nascimento do seu próprio filho, o que achou?
Miguel: Tive um déjà vu, como se já tivesse vivido aquilo e surpreso por saber como nasci.
Anita: Acho que você deve ter visto quando nasceu e reviveu isso com o nascimento do nosso filho.
Nisso entra meu pai com um arranjo de flores.
Pai: Amor, desculpa, tava trabalhando e não consegui sair.
Anita: Ok, amor, mas você perdeu o nascimento do seu filho.
Pai: Mas o bom é que ele já tá aqui com a gente, e seu filho, já viu seu irmãozinho?
Miguel: Sim, pai, já segurei ele, pra ir praticando pra quando eu for pai.
Minha mãe só fez um sorrisinho com o que eu falei.
Meu pai cuida do meu filho como se fosse dele, minha mãe ama demais o bebê, já que é um fruto do amor entre ela e eu, que começa a se parecer comigo quando eu era bebê...
Na Minha Viagem com Minha Mãe
Meu nome é Miguel, tenho 25 anos, moro com minha mãe, Ana, que a gente chama carinhosamente de Anita. Ela tem 49 anos e vai fazer 50 em breve. Também tem minha irmã Rosa, de 30 anos, casada há 5 anos, com uma filha de 3 anos, e meu pai, que se separou da minha mãe há 2 anos, mas parece que tão voltando.
Bom, a história começa quando recebo um convite pra dar uma palestra em outra cidade. Como ainda não tenho namorada, tava procurando alguém pra me acompanhar e ajudar nos preparativos da apresentação. Por sorte, minha mãe topou ir comigo. Preparamos tudo, porque a reserva já tava feita.
Partimos numa viagem longa de 4 horas. Ao chegar no hotel, descansamos e preparamos tudo pra exposição do dia seguinte. Mas à noite, minha mãe me convenceu a sair pra espairecer antes da palestra. Aceitei, e fomos jantar e dar uma volta pela cidade. Chegamos num bar e tomamos uns drinks. Perto da meia-noite, decidimos voltar pro hotel, mas com a bebida, eu só queria descansar. Já no quarto (que tinha duas camas), minha mãe foi tomar banho enquanto eu tentava pegar no sono. Com a TV ligada, sem prestar atenção, mudei de canal e caiu num filme pornô. Quando vi uma cena de uma mulher mais velha transando com um jovem (que eram sogra e genro), fiquei excitado pra caralho. De repente, ouvi minha mãe saindo do banheiro. Me fiz de dormido, com uma ereção que tentava esconder com a mão. Minha mãe saiu e começou a se secar. Eu via ela nua de costas, aquela silhueta gostosa combinando perfeitamente com a luz da lua. Minha mãe percebeu o filme e virou pra me olhar, mas viu que eu tava dormindo. Notei que eu tava de pau duro, ela desligou a TV e foi dormir.
Lá pras 3 da manhã acordei pra ir no banheiro, quando voltei vi que minha mãe tava dormindo pelada e destapada, vi que ela tava com frio porque os bicos dos peitos tavam durinhos, aquela imagem me fez ficar duro de novo, de repente vi que minha mãe abriu os olhos e ficou me olhando…
Anita: Nossa, filho, o que te excitou tanto pra deixar ele assim?
Miguel: É… eu…
Anita: Nossa, é um pouco maior que o do seu pai.
Miguel: Ehhh
Anita: Vem, filho, vamos ver que solução a gente dá pra isso.
Eu, feito um zumbi, obedeci o que ela mandava, ela pegou na minha mão e me deitou enquanto tirava minha cueca, e começou a chupar meu pau como se fosse um pirulito, eu flutuando no céu. Depois ela falou: agora é sua vez. Eu coloquei ela do mesmo jeito que ela me colocou e comecei a chupar a buceta dela, ela com os olhos quase virados quando eu deixei ela sem fôlego, ela falou: vamos, filho, faz logo. Me posicionei e comecei a meter na buceta dela, enquanto acariciava os peitos lindos dela, aqueles que me amamentaram quando eu era bebê. Fizemos várias posições (de papai e mamãe, de quatro, ela por cima e eu por baixo, vice-versa, de conchinha). Quando eu tava quase gozando, ia tirar, mas minha mãe me segurou com as pernas, me impedindo de sair de dentro dela…
Miguel: Mãe, tô quase gozando
Anita: Deixa dentro, filho, eu te dei muito leite quando você era criança, agora me dá um pouco do seu.
Assim que ela terminou de falar isso, soltei todo o esperma dentro dela, soltando um gemido leve. Terminando exausto, levantei e fui tomar banho, enquanto me lavava pensava no que tinha acontecido e não acreditava no que rolou.
Na manhã seguinte, acordamos às 10:00 e nos preparamos pra conferência que eu ia dar, lá pras 18:00 terminamos, voltamos pro hotel e dormimos um pouco, saímos pro bar umas 22:00 e lá pela 1:00 voltamos pro hotel, sem falar nada a gente transou de novo, eu e minha mãe, mas dessa vez antes de começar, enquanto ela se preparava… No banheiro, escondi o celular pra gravar a gente e pelo menos ter uma lembrança do que rolou. Depois de horas de sexo, minha mãe apagou cansada, molhada e cheia do meu gozo. Aproveitei, peguei o celular e guardei o vídeo.
Na manhã seguinte, antes de ir embora, combinamos de não contar nada do que aconteceu pra ninguém. Seria um segredo entre nós dois. Se rolasse de novo, beleza; se não, também não teria problema pra nenhum de nós.De volta em casa, as coisas mudaram. Minha mãe e meu pai voltaram, e a reconciliação foi tão grande que eles voltaram a ter intimidade, coisa que não rolava há 2 anos.
Passaram-se 3 meses, e eu comecei a notar minha mãe estranha. Ela comia pra caralho, tinha náuseas e vômitos, dormia demais, e os peitos dela aumentaram.
Uma tarde, depois que cheguei de uma palestra na escola, minha mãe disse que a gente precisava conversar.
Anita: Filho, que bom que você chegou. Precisamos conversar.
Miguel: Sim, mãe. O que foi? Vocês brigaram de novo, você e meu pai?
Anita: Não, filho. É algo mais sério, e só diz respeito a você e a mim.
Miguel: O que foi, mãe? Tá tudo bem?
Anita: Filho, não sei como você vai levar isso, mas… Estou grávida.
Miguel: O quê…?! Como assim? Mas como?
Anita: Filho, eu achava que não podia mais engravidar, porque depois que você nasceu, eu fiz laqueadura. Mas parece que não foi 100%.
Miguel: Mas, e com o papai? Você quase não transava com ele antes da nossa vez?
Anita: Sim, mas eu obrigava ele a usar camisinha, porque sabia que ele tava pegando outras. E na nossa vez (entre você e eu), a gente não usou, porque eu sabia que você não é igual ao seu pai.
Miguel: Mas tem certeza que é meu? E quando a gente voltou e você se reconciliou com meu pai, vocês não usaram camisinha?
Anita: Sim, mas ela estourou. Mas eu sei que é seu, porque já conferi as datas e elas batem com as nossas noites de paixão. Mas se você não quiser, eu não vou ter o bebê.
Miguel: Mãe, não começa com chantagem. Você sabe que esse bebê significa algo pra mim.
Anita: É? O quê?
Miguel: O fruto do amor que a gente teve naqueles dias. Algo meu crescendo dentro de você. Mesmo que seja uma gravidez de alto risco pra você, não se preocupa, eu vou estar aqui pra cuidar de você.
Anita: Obrigada, filho.
Miguel: E você já contou pro meu pai? O que vai dizer pra ele?
Anita: Não, hoje vou contar. E vou dizer que é dele, da vez que a camisinha estourou. Camisinha
Minha mãe contou a notícia pro meu pai, ele achou que o bebê era dele, meu pai começou a trabalhar em turno duplo, então quase não via minha mãe e o "bebê" dela. Minha irmã ficou sabendo e não acreditava que minha mãe fosse ter um filho nessa idade.
Os meses passaram, a barriga da minha mãe foi crescendo. Eu pedi pra ela deixar eu tirar fotos todo mês pra guardar o crescimento do bebê dentro da barriga dela. Como meu pai não podia ir com ela nas consultas, eu ia. Adorava ver e ouvir os batimentos do meu filho. Quando estávamos em casa, eu passava a mão na barriga da minha mãe pra sentir os chutes do bebê, colocávamos música pra ele relaxar.
Aos completar nove meses, minha mãe tava parecendo que ia ter gêmeos, eu tava com ela em casa quando a bolsa estourou, levei ela pro hospital onde entrou em trabalho de parto, um pouco mais de 8 horas durou o parto, esperando ela dilatar os 10 cm, perto das 21:00 minha mãe deu à luz nosso bebê, que foi um menino, meu pai por causa do trabalho perdeu o nascimento, e eu, que sou o verdadeiro pai, feliz pela minha mãe que tirou nota 10 no parto, e se comportou super corajosa.Já no quarto, minha mãe, o bebê e eu.
Anita: Cadê o teu pai, pô?
Miguel: Deve tá trabalhando, eu avisei ele.
Anita: Ok, foda-se ele, o mais importante é que você não perdeu o nascimento do seu próprio filho, o que achou?
Miguel: Tive um déjà vu, como se já tivesse vivido aquilo e surpreso por saber como nasci.
Anita: Acho que você deve ter visto quando nasceu e reviveu isso com o nascimento do nosso filho.
Nisso entra meu pai com um arranjo de flores.
Pai: Amor, desculpa, tava trabalhando e não consegui sair.
Anita: Ok, amor, mas você perdeu o nascimento do seu filho.
Pai: Mas o bom é que ele já tá aqui com a gente, e seu filho, já viu seu irmãozinho?
Miguel: Sim, pai, já segurei ele, pra ir praticando pra quando eu for pai.
Minha mãe só fez um sorrisinho com o que eu falei.
Meu pai cuida do meu filho como se fosse dele, minha mãe ama demais o bebê, já que é um fruto do amor entre ela e eu, que começa a se parecer comigo quando eu era bebê...
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