Minha Gravidez 3

Dando continuidade ao que falei antes, vou comentando os acontecimentos mais interessantes com meu querido Bobby. A prática com meu amante canino, mantive até quase meus 7 meses de gravidez, por precaução pra não causar dano ao meu bebê, parei com a relação periódica, com a intenção de dar um fim definitivo. Aparentemente Bobby não devia pensar igual, pois notava como meu bichinho me procurava, com o objetivo de ter alguma aproximação física comigo, cheirando minha buceta e até pulando em mim com a tentativa de me penetrar, mas com um simples grito, eu paralisava o desejo dele. Não posso negar que a atitude do meu Bobby me atraía e até sentia uma excitação em saber que, no instinto natural dele, me desejava, ou melhor, desejava saciar o fogo canino dele com a dona.

Com o nascimento do meu bebê, as coisas foram mudando pra mim, porque eu passava grande parte do dia cuidando e amamentando. Por consequência, Bobby ficou em segundo plano, ou melhor, em terceiro, já que meu marido ocupou aquele lugar. Meu corpo tinha aumentado de volume e meus peitos pareciam dois melões, por causa da amamentação da minha pequena. Eu tinha a sensação de que meu marido tinha perdido um pouco o interesse por mim, e que o Bobby era o contrário, mas acho que foi só imaginação minha.

Uma tarde, depois de amamentar meu bebê, trocá-lo e colocá-lo pra dormir, o Bobby estava observando meus movimentos. Quando terminei, ele me olhava balançando a bundinha, me dava a sensação de que queria que eu desse atenção pra ele, então comecei a fazer carinho nele pra agradá-lo. Ele se deitou de barriga pra cima, esperando meus mimos na barriga, e eu fui até chegar perto do volume dele. Não demorou muito pra começar a aparecer a ponta do pau vermelho dele. Senti um desejo natural de tocar nele, e bem devagar comecei a masturbá-lo. Ele ficou quieto, aproveitando o que eu tava fazendo, enquanto o pau dele crescia junto com minha excitação. Minha boca se aproximou da ponta dele pra começar uma chupadinha suave, quando ele Chorei, meu bem, me trouxe de volta à realidade, largando de repente o que tava fazendo pra ver a neném.
Depois do que aconteceu, pensei que não devia me envolver de novo com meu cachorro por vários motivos, além de que tava feliz com minha família, e não via necessidade de continuar praticando zoofilia.

Até então, não tinha rolado nada com o Bobby, mas uma manhã, enquanto amamentava meu bebê, meu querido cachorrinho observava a cena. Falei com ele enquanto continuava minha tarefa, e ele se aproximou de mim, rebolando a rabeta. Num dado momento, ele enfiou o focinho entre minhas pernas, tocando minha buceta, foi como um choque elétrico que invadiu meu corpo. Deixei ele um pouco e senti umas lambidas através da minha calcinha fio dental, somadas às sugadas do meu bebê, me deixaram excitada, mas mesmo assim afastei meu cachorro e continuei alimentando minha pequena.

Por um tempo, não rolou mais nada, até que um dia (o diabo sempre mete a rabeta), tinha acabado de dar de mamar pra minha bebê, mas mesmo assim continuava produzindo leite que ainda escorria das minhas tetas enormes. Comecei a me despir pra me lavar e trocar de roupa, tava quase tirando minha calcinha fio dental, quando o Bobby pulou em cima de mim, tão bruscamente que perdi o equilíbrio e caí no tapete. Meu corpo quase nu, molhado do meu leite, foi atraente o suficiente pro meu bichinho começar a lamber. Minha primeira intenção foi tirar ele daquilo, mas não foi fácil, ao sentir uma sensação muito gostosa, aí me joguei no tapete, me entregando pra aproveitar a língua gulosa dele.

Minha pele se arrepiava ao sentir a aspereza dele lambendo meus mamilos, que começavam a endurecer a cada lambida. Parecia que ele tava mamando nas minhas tetas, sugando meu leite materno, me excitava com desespero e vontade de sentir mais e mais, o contato dele no meu corpo voluptuoso.

Tirei minha única peça de roupa pra oferecer meu corpo inteiro pra ele, já não era mais eu, era meu ser totalmente entregue, ao sentir a língua dele na minha buceta molhada. buceta, já não raciocinava, só queria gozar, o roçar da língua dele no meu clitóris me enlouquecia, eu gemia que nem uma puta no cio, pronta pra ser servida pelo meu macho. Ao ver a ponta vermelha bem inchada, minha boca buscou com vontade, pra enfiar ela toda lá dentro. Eu mamava desesperada, enquanto sentia ele ganhando todo o volume, ia introduzindo devagar, deslizando lentamente, curtindo com meus lábios a textura dele. Continuei assim, aos poucos, o Bobby ficou parado, aproveitando o boquete da sua amante-dona. Eu seguia fascinada no meu trabalho, quando ouvi uns choros da minha bebê, mas mesmo assim continuei, a chegada de um orgasmo fez eu intensificar o boquete, até que um jorro enorme de esperma inundou minha boca, era a primeira vez que acontecia comigo, e eu amei de verdade.
Eu tava toda melada de fluidos diferentes, além dos que tinham escorrido da minha buceta. Me levantei como pude, me limpei com a toalha e fui ver a minha pequena, acalmando o choro dela.
Enquanto tomava banho, fiquei pensando no que tinha feito, não dava pra dizer que tava feliz, mas tinha soltado meus instintos mais baixos, pra me envolver com meu cachorro em mais um encontro sexual pegando fogo, que eu realmente curti.
Mesmo com a intenção de não repetir, minha mente trabalhava pra que eu fizesse de novo. Uma noite, não lembro o motivo, mas meu marido não dormiu em casa, o que não me deixava muito feliz de ficar sozinha. Depois de alimentar minha filha e colocá-la pra dormir, sem ter planejado nada, chamei o Bobby e levei ele pro quarto de hóspedes. Comecei a brincar com ele, levantando minha saia, oferecendo minha buceta, sentia o focinho dele roçando, e assim, aos poucos, fui tirando a roupa, até ficar pelada na frente dele, que parecia entender o que tava rolando.
Apertei meus peitos de novo, até sair leite, minha buceta escorria fluido de tanta excitação. Me deitei no tapete, pra aproveitar a língua vigorosa do meu bichinho, que começou um trabalho minucioso Incursão pelo meu corpo lascivo. Dos meus peitos jorrava meu gozo, que o Bobby engolia com gosto, me deixando num estado de total excitação. Abri minhas pernas pra permitir que a língua dele penetrasse mais fundo nas minhas cavidades, a ponto de, sem pensar, me virar e ficar de quatro, na posição de putinha. Nem lerdo nem preguiçoso, ele me montou com gosto, pra começar a bombar sem parar em busca da minha racha.

Não demorei pra sentir o propósito dele: o pau dele tinha me penetrado de novo, me possuía com paixão, as patas dele se agarravam firme na minha cintura, enquanto o pau dele roçava alucinado nas paredes da minha boceta. Era dele de novo, aquilo me excitava, não sei por quê — talvez fosse o jeito que um animal tomava posse do meu corpo, ou a maneira louca e selvagem como ele me metia. A respiração ofegante dele perto da minha nuca me deixava louca, enquanto a baba dele molhava minhas costas nuas.

O pau dele crescia rápido dentro do meu útero, até enfiar tudo com toda a dureza. Eu gemia que nem a putinha dele ao sentir ele lá dentro. Sentia as pulsações dele prestes a espalhar a semente no meu claustro, e isso me deu um orgasmo forte. Tava fora de mim, até sentir ele jorrar o leite dele — isso me levou a outro espasmo violento que sacudiu meu corpo inteiro. Soltei um grito que quase acordou minha filha.

Ele desceu e, com um puxão brusco, tirou o pau ainda encaixado na minha buceta. Doeu, mas eu gostei. Depois de lamber o pau dele, ele cuidou das minhas cavidades; retribuí a atenção chupando o membro dele, ainda bem duro. Me joguei no tapete, abraçando o Bobby, curtindo o pelo dele no meu corpo nu, e fui pegando no sono até perder a noção do tempo.

Umas lambidas no meu rosto me acordaram, e ele continuou pelo meu corpo, bem impregnado pelos fluidos já secos. Meus cheiros deviam ser muito atraentes, porque a língua dele explorava cada cantinho. Parecia que ele tava me preparando pra um novo encontro. Não demorei pra entrar no jogo dele: me coloquei de quatro de novo, pra satisfazer o desejo dele. ao mesmo tempo o meu. Tava impaciente pra meter de novo, montei rapidão, tentando enfiar o pau dele. Quando a ponta procurou, ou melhor, encontrou meu cu, instintivamente tentei impedir, mas cada vez que ele entrava um pouco, me dava prazer, uma sensação diferente. Mesmo nunca tendo feito isso, só deixando meu marido enfiar o dedo, resolvi deixar rolar, era a putinha gostosa dele, pronta pra satisfazer o macho. Meu coração batia acelerado e meu corpo começava a suar.

Notava que ele ia entrando cada vez mais, o que me estimulava a deixar ele invadir. Doía, mas dava pra aguentar. Aos poucos, foi tomando conta do meu reto, o roçar nas paredes do meu canal era mais intenso e insaciável, o crescimento dele aos poucos começava a dilatar por dentro. As patas dele se agarravam forte pra conseguir enfiar o membro inteiro, as unhas arranhavam minhas coxas. A pica do Bobby começou a me penetrar de repente, roçando as paredes do meu canal, sentindo ela crescer como das outras vezes, mas por outro buraco.

Sentia que minha bunda tava se partindo, tava sendo desvirginada por uma besta insaciável e sem controle, pronta pra satisfazer o instinto animal, não importava por qual buraco. Sentia ele entrando dolorosamente centímetro por centímetro, pelo meu reto. Acho que cada vez mais vermelho por aquela broca de carne, o esfíncter parecia pulsar pra aguentar melhor a invasão. Senti os primeiros jatos regarem meu interior, me excitava, curtia aquilo, apesar da dor. A bombada dele era implacável e cheia de violência, onde meu cu era forçado sem nenhuma contemplação.

Naquele momento, me senti humilhada pela bestialidade dele, doía pra caralho, sentia como se tivesse sendo castigada pelo que tava fazendo. Quando ele conseguiu enfiar tudo, a bola dele toda dilatada, presa na entrada do meu reto, pra terminar completamente encaixados, veio uma espécie de medo. Esperava que minha filhinha não chorasse pra eu poder socorrê-la. Naquele instante, senti como se o Bobby fosse meu dono, que era o macho possuidor da sua dona submissa, permitindo tudo, contanto que eu gozasse das penetrações dele. Sentia o pau dele pulsando dentro do meu cu, quando de repente o Bobby se virou e, pela primeira vez, ficamos travados, cu com cu, sentia o pau dele pulsando, me dando uma série de espasmos, mas quando senti ele esvaziar a porra dentro do meu cu, foi o auge, eu gemia como uma puta, me segurando pra não ser ouvida pela minha bebê. Tentava segurar as patas dele pra evitar que ele me arrastasse e acabasse me rasgando na área engatada.

Meus peitos estavam inchados, não sei se pela excitação ou pela porra, ou pelos dois, enquanto meus mamilos estavam totalmente duros, vazando um pouco do meu leite. Meu estado hormonal parecia explodir, me dando uma série de convulsões, diante dessa penetração anal tão safada.

Ficamos uns 20 minutos acoplados, e o Bobby conseguiu gozar duas vezes nesse tempo, e eu acompanhei com vários orgasmos. Quando a tesão dele foi diminuindo, ele conseguiu tirar o pau duro do meu cu. Não podia acreditar que meu cachorro foi o responsável por desvirginar meu cu. Realmente, tava exausta, me levantei pra tomar banho, e quando fiz isso, notei um pouco de sangue entre minhas pernas e vários arranhões, marcas do encontro fogoso.

3 comentários - Minha Gravidez 3

ufff!!! van 10 y te dedico la paja bien lechuda que me causaste!!!