Depois de terminar de me maquiar, me observei com atenção no espelho. Queria estar perfeita no nosso primeiro encontro. Fiquei me olhando por um tempo e me senti satisfeita com o que vi. A sombra nos olhos estava esfumada perfeitamente, dando um ar bem sexy pros meus olhos pretos, meus lábios pintados de vermelho, sem ser chamativo demais, realçavam a boca carnuda. Depois reparei no vestido. Tinha comprado um vestido preto bem justinho, mas sem exagerar, com um decote lindo que começava a se destacar desde as alças. Já na loja, me certifiquei de que meus peitos ficassem confortáveis sem precisar de sutiã, e, embora não estivessem tão empinados quanto eu gostaria (coisas da idade), amava o efeito dos meus peitos naquele vestido. Na parte de baixo, era curto, mas não tanto a ponto de me preocupar ao sentar, e claro, sem usar calcinha. Meu dono não tinha falado nada sobre usar roupa íntima, mas resolvi dar essa surpresa pra ele — que eu não tava de sutiã seria óbvio, mas queria ver a cara dele quando, se rolasse, ele metesse a mão procurando minha buceta, que eu tinha depilado pra ocasião. Depois de piscar pra mim mesma no espelho, saí no corredor e lá estava meu homem, meu dono, com um terno preto, camisa violeta e uma gravata preta fininha. Deu vontade de levantar o vestido ali mesmo e foder com ele, embora eu não desse as ordens, mas um dia eu como ele do meu jeito.-Caramba! Elena, você tá uma gostosa.Disse Raul, me olhando de cima a baixo.- Valeu, gata.Respondi enquanto caminhava sugestivamente em direção a ele. Estendi a mão e acariciei sua nuca enquanto nossas línguas se fundiam num beijo apaixonado. Conhecendo meu amo, eu tinha usado um batom à prova de beijos.
20:00 horas
Saímos para a rua, a tarde estava bem fresca, bem coerente com meu estado de espírito. Não conseguia parar de sorrir. De ser uma mulher ignorada e infeliz pelo marido, agora era uma mulher plena, feliz com um homem atencioso que me satisfazia sexualmente e tinha me descoberto uma face do sexo que minha educação me fizera rejeitar a vida inteira.
Caminhei de braço dado com ele, conversando sobre nossas vidas, nossos gostos, nossos segredos. Estava conhecendo meu filho como amante como nunca o conhecera como mãe. Parávamos para nos beijar em qualquer lugar, beijos de namorados, suaves e românticos, com alguma carícia furtiva. Parávamos para olhar tudo, comentar tudo, parecia que era a primeira vez que eu via o mundo.
Mais ou menos uma hora depois, entramos num restaurante. Meu filho o conhecia porque era um dos que deviam recomendar no hotel dele para os visitantes da ilha, e eles tinham um prato de salmão muito bom. Pedimos uma salada para dividir e um prato de salmão com acompanhamento cada um. Raul me disse que era melhor jantarmos leve, com um sorriso estranho no rosto. Tudo continuou como no resto da tarde, maravilhoso. Descobri a verdade nas palavras do meu filho naquela mesma tarde. Eu era a namorada dele, ele me tratava como se eu fosse a mulher mais especial do mundo e me fazia sentir amada. Já tinha tirado da minha mente que ele era meu filho. Seus modos, seus beijos, o fato de estarmos separados já há dois anos desde que ele foi embora e, sinceramente, nunca termos sido muito unidos, me fez tratá-lo como namorado, como amante, e aceitar que, por trás de todas essas desculpas que eu me autoimpunha, ele ser meu filho dava um toque muito safado. Sempre ouvi dizer que qualquer forma de sexo é ótima entre dois adultos que consentem. estava descobrindo como aquelas palavras eram verdadeiras.
Depois de terminar de jantar, o Raúl me disse:- Vou no banheiro, gostosa.Levantou, se aproximou, me beijou na bochecha e sussurrou no meu ouvido—Te espero aí dentro em dois minutos...vadia .-Ela se afastou.
Porra, só de ouvir nossa palavra meu corpo tremeu. Tive que fazer um esforço danado pra não sair correndo atrás dela pra aproveitar o que ela tinha preparado pra mim. Enquanto esperava, olhava feito idiota ao redor, meio com medo de que alguém descobrisse de algum jeito o que a gente tava fazendo. A excitação de estar num lugar público fez efeito em mim, minhas bochechas tavam pegando fogo e eu sentia minha buceta pulsando. Quando calculei que já tinha passado tempo suficiente, fui encontrar ela.
Ao entrar, o Raul tava me esperando encostado na pia, nunca tinha visto ele tão gostoso quanto naquele terno e com aquele olhar sedutor. Avancei pra beijar ele, mas ele me segurou, me virou e me espremeu contra a parede. Com uma mão, prendeu meus braços nas minhas costas, segurando firme, e com a outra começou a levantar meu vestido, que ficou amassado na minha cintura.- Que presente você me deu, vagabunda.Sussurrou no meu ouvido:Adoro que você não esteja usando nada por baixo. Levanta os braços e coloca as mãos na parede, e nem pense em mexer.Quando obedeci, ele começou a me dar tapas fortes na parede enquanto com a outra mão tapava minha boca. Eu não ia gritar, mas não conseguia evitar gemer de prazer ao sentir minha bunda dolorida sendo esbofeteada.- Adoro ter essa bunda tão vermelha, rabudaRaúl sussurrou pra mim enquanto eu me virava e agarrava minha bunda dolorida com força. Passou a mão da minha bunda até minha buceta e enfiou dois dedos com violência, começando a me foder com eles. Tava me dando uma punheta maravilhosa, e o som do squish dos dedos dele entrando na minha buceta molhada não demorou pra chegar.-Caralho, adoro.Ele sussurrava no meu ouvido enquanto lambia meu pescoço.Continua assim, usa a sua putinha do jeito que só você sabe.Meu filho tirou os dedos da minha buceta e os levou até minha boca.- Limpa isso, puta -E logo em seguida, ele enfiou os dedos na minha boca. Chupei e lambi aqueles dedos como se fosse a coisa mais gostosa que eu já tinha provado. Nunca tinha provado minhas secreções, mas naquele dia eu curti. Ele tirou os dedos da minha boca e voltou a foder minha buceta com eles, enquanto a outra mão foi pro meu pescoço e começou a apertar de leve.- Isso mesmo, vagabunda.Ele me dizia enquanto lambia minha boca.- Você vai gozar agora mesmo e vai sair daqui toda excitada, com a cara ardendo de tesão, e quem reparar vai perceber o quão puta você é.Porra, como eu adorava que meu filho me humilhava desse jeito. Nem pensava no que ia acontecer se alguém entrasse e me visse daquele jeito, que eu curtisse! Eu só queria dar pro meu dono o que ele pedia. Pouco depois, meu corpo começou a tremer, tava prestes a gozar.- Vou gozar, amor, vou gozarSussurrei meio rouca por causa da pressão no meu pescoço.
Raúl soltou meu pescoço e tapou minha boca pra abafar meus gemidos enquanto eu virava os olhos. Logo aquela sensação maravilhosa tomou conta do meu corpo. Minhas pernas começaram a tremer e eu ouvi meus fluidos caindo no chão enquanto meu filho soltava minha boca e enfiava a língua nela, nos fundindo num beijo selvagem.—Te espero lá fora, rabuda.Disse Raul antes de sair.
Quase sem forças, me apoiei na pia esperando minhas pernas pararem de tremer. Acariciei minha buceta e com a mão recolhi um fio da minha gozada que escorria pela parte interna da minha coxa e, me olhando no espelho, comecei a lamber minha mão. Sorri para minha imagem refletida enquanto arrumava o vestido e secava um pouco do suor do meu corpo. Me virei para sair e a porta se abriu, aparecendo um homem de uns quarenta anos que me olhou estranho.- Desculpa, gostoso. Me enganei de porta.Eu disse, sorrindo. Me perguntei por um segundo o que aquele cara pensaria se visse minha gozada no chão, e saí pra encontrar meu homem.
22:00 horas.
Depois de pagar, voltamos pra rua. Era uma noite maravilhosa e eu esperava que nosso encontro não acabasse. E, pelo comportamento do meu filho, duvidava que fosse acabar tão cedo. Ele estava muito excitado depois de masturbar a putinha dele e não ter recebido alívio. Ele me levou por ruas onde quase não passava ninguém e me beijava com paixão enquanto enfiava a mão por baixo do meu vestido pra acariciar minha buceta. Naquele momento, eu não era a putinha dele, mas claro que deixava ele fazer, ainda estava com um tesão danado e também esperava mais. Fomos a um pub e tomamos uns drinks enquanto trocávamos olhares de luxúria, nos beijávamos e sussurrávamos obscenidades no ouvido um do outro. Perto da meia-noite, meu filho disse que íamos pra casa terminar o encontro, mas, enquanto procurávamos um táxi, Raúl parou de repente e fez um gesto apontando pra alguma coisa. Ele tinha visto um cinema pornô numa rua escura. Não sei dizer se ele já conhecia aquele lugar, mas essa era a menor das minhas preocupações. Peguei na mão dele e fomos até a entrada.
Compramos os ingressos e uma garrafa d'água e entramos. Tínhamos escolhido, como vocês já devem ter adivinhado, um filme com cenas de incesto entre mães e filhos e pais e filhas. Ao entrar na sala, fiquei olhando pra todo lado, umas 6 ou 7 cabeças apareciam por cima das poltronas, todas de homens, o que me deixou um pouco nervosa, e na tela uma jovem moreninha chupava o pau do pai.
Meu filho pegou na minha mão e me levou pra umas poltronas bem no meio, já que todos os outros tinham se sentado nos cantos, imagino que buscando privacidade pra suas tarefas masturbatórias. Sentamos e comecei a curtir onde estava. Os gemidos, o som da garganta da garota sendo perfurada, o cheiro de sexo, tudo me excitava pra caralho e meu filho passou um braço pelo meu pescoço. E metendo a mão pelo decote do meu vestido, começou a amassar minha teta.
Eu me sentia no paraíso, meu mamilo tava duríssimo e minha buceta começava a ficar molhada. Queria foder meu filho ali mesmo, mas tinha me viciado tanto na submissão e humilhação que o Raúl me dava que esperei ele tomar as rédeas.
Pouco depois, Raúl desabotoou a calça e baixou um pouco, me mostrando a pica dele, toda ereta e linda.—Hora de trabalhar, puta.Ele me disse no ouvido enquanto, com a mão, guiava minha cabeça em direção ao meu desejado manjar.
Comecei a chupar o pau dele enquanto ouvia os gemidos da atriz, que já devia estar sendo fodida pelo pai. Cada vez eu me saía melhor em alojar aquela pica enorme na minha garganta, e logo meu filho começou a mexer os quadris, fodendo minha boca, enquanto eu deixava as bolas dele ensopadas de saliva que escapava do canto dos meus lábios.
Depois de alguns minutos, ouvi meu filho falar com alguém, dizendo que podia sentar duas poltronas afastado da gente e que nem pensasse em me tocar, que aproveitasse o espetáculo. Então ele começou a levantar a barra do meu vestido enquanto eu estava inclinada chupando o pau dele, imagino que para mostrar a algum desconhecido minha bunda e minha buceta molhada.
Porra, que momento, naquele cinema nojento sendo exibida para algum estranho que devia estar se punhetando olhando minha intimidade. Pouco depois, ouvi meu filho falar de novo, e dessa vez, levantando os olhos do pau dele, pude ver outro estranho sentando perto da gente, massageando um pau de tamanho considerável. Sorrindo para ele com o pau do Raúl na minha boca, pisquei um olho e voltei minha atenção total ao meu trabalho.
Daí a pouco, Raúl me segurou e me colocou de pé. A barra do meu vestido estava arregaçada na minha cintura, e aqueles porcos olhavam minha bunda e minha buceta enquanto se masturbavam sem parar. Observei melhor: o primeiro que chegou era um gordo de uns cinquenta anos, com um pau que não era nada demais. O segundo era mais ou menos da minha idade, ou pelo menos me pareceu, e minha primeira impressão sobre o pau dele estava certa, ele manobrava uma bela ferramenta, o filho da puta. Virei a cabeça procurando os outros, embora também não quisesse mais plateia, e parece que eram mais tímidos que os colegas, pois não saíram do lugar. O filme deixou de me interessar.
Enquanto olhava meu público, Raúl baixou minhas alças e puxou a parte de cima do meu vestido para baixo, tirando meus peitos para fora. Me Mordi um dedo enquanto sorria, olhando pro cara de pau grosso que começava a se masturbar rapidinho. Meu filho, me pegou pela cintura e me puxou pra perto da rola dele, agarrei ela e comecei a enfiar na minha buceta já bem molhada. Porra, que delícia de pau. Comecei a cavalgar ele com as mãos jogadas pra trás, apoiadas nos joelhos dele, e as pernas esticadas nos bancos do lado. Nessa posição, eu ficava inclinada pra trás, pra minha plateia ter a melhor visão das minhas tetas quicando enquanto a piroca do meu dono entrava e saía da minha buceta.- Diz pra eles quem você é!Meu filho me disse de repente. Fiquei um instante me perguntando se meu filho queria que eu desse meu nome pra aqueles babacas, quando a mão dele bateu na minha cara. Na hora lembrei quem ele era.— Sou a putinha dele.Segunda bofetada, dessa vez mais forte e muito mais prazerosa.—Diz pra eles quem você é!Ela gritou comigo de novo.- Sou a putinha dele!Gritei mais alto.- Muito bem, raposinha.Meu filho me dizia enquanto batia nas minhas tetas.Você é uma puta suja com sua buceta gostosa totalmente à minha disposição.Gritava enquanto continuava batendo nos meus peitos de um jeito delicioso, pra me humilhar na frente daqueles dois porcos.
Eu tava com um tesão do caralho pelo abuso e humilhação que meu filho tava me dando na frente de uns desconhecidos. O pau dele, tão grosso e duro, tava me deixando louca, e tudo isso misturado com a dor gostosa no meu rosto e o prazer que eu sentia cada vez que sentia as mãos do meu filho batendo nos meus mamilos. Meu corpo começou a tremer e eu comecei a gemer e gritar enquanto o orgasmo percorria meu corpo. Porra, que prazer, que experiência. Me inclinei pra frente e comecei a beijar a boca do meu dono, ofegando na boca dele ainda sob o efeito do meu orgasmo. Raúl começou a me mexer pra gente se levantar, me virou e apoiou minhas mãos no encosto do banco e colocou meus joelhos nos apoios de braço. Quando eu tava de costas pra ele, senti o pau dele entrando de novo na minha buceta.- Amigos, desses dois assentos vocês vão ter uma vista imbatível de duas tetas fabulosas.Meu filho falava pro meu público ocupar os dois lugares que tinham sobrado bem na minha frente. Logo eu tinha esses dois caras na minha frente, com os paus ainda duros. Os filhos da puta não iam gozar até a gente terminar. Meu filho começou a me foder violentamente e meus peitos balançavam no ritmo dessa porra de foda brutal. Os caras estavam babando enquanto batiam punheta.—Gostaram, seus filhos da puta?- Gritei pra elas enquanto ofegava- Vocês gostam das minhas tetas? Eu adoro olhar pra essas pirocas de vocês enquanto meu dono me come, adoro sentir o pau dele socando minha buceta enquanto olho pra vocês.Em putinha eu tinha me transformado pro meu filho. Quando falei putaria pro pizzaiolo, foi algo que fiz pra ele gozar rápido, mas ao ver que meu dono não falava nada, pensei que ele gostava que sua putinha provocasse outros homens, e eu adorava excitá-los com minhas palavras.
De repente, Raúl agarrou meu cabelo com força e jogou minha cabeça pra trás. Olhei pra ele ofegando como uma putinha, e ele cuspiu na minha cara. Meu filho adorava me humilhar, e sentir a saliva dele escorrendo pelo meu rosto, sendo humilhada na frente daqueles desconhecidos, me levou ao paraíso. Ele soltou minha cabeça, e eu olhei de novo pro meu público com um lado do rosto cheio da saliva do meu dono, sorri pra eles e me agarrei no encosto do banco.- Vamos, meu amo!Gritava completamente extasiada.Fode com força essa sua puta, quero sentir seu gozo dentro da minha buceta, vamos nessa, me fode!Os caras estavam bufando de esforço, se preparando pra gozar. Meu filho acelerou as estocadas e começou a ofegar. Com um uivo, começou a descarregar o pau dele dentro da minha buceta. Porra, desde o primeiro dia eu tava morrendo de vontade de sentir o semen quente do meu filho me inundando. O filho da puta continuava me comendo com força enquanto me enchia.
Os caras, ao perceberem que meu filho tava gozando, começaram a gozar também. Sentir minha buceta cheia do semen do meu filho, as estocadas dele, e ver aqueles dois porcos gozando, enchendo a roupa deles de porra, foi demais pra mim e eu comecei a gritar enquanto gozava como nunca tinha gozado antes. Meu filho saiu de dentro de mim, mandei um beijo pro meu público e me virei pra sentar na poltrona enquanto minhas pernas tremiam. Comecei a acariciar minha buceta, sentindo o toque dos meus fluidos misturados com o semen do meu amo, e ele aproximou o pau dele, já meio mole, do meu rosto. Com muito prazer, peguei ele carinhosamente com a mão e comecei a chupar, limpando e saboreando.
Quando terminei minha tarefa, me levantei. O Raúl colocou o vestido de volta em mim, que tava todo amassado na minha cintura, nos despedimos dos meus admiradores e saímos do cinema. Tinha sido o encontro mais gostoso e mais puta da minha vida, e saí daquele cinema imundo muito completa e satisfeita.
Continua...
Muito obrigada a todos e todas pelos comentários de vocês.
20:00 horas
Saímos para a rua, a tarde estava bem fresca, bem coerente com meu estado de espírito. Não conseguia parar de sorrir. De ser uma mulher ignorada e infeliz pelo marido, agora era uma mulher plena, feliz com um homem atencioso que me satisfazia sexualmente e tinha me descoberto uma face do sexo que minha educação me fizera rejeitar a vida inteira.
Caminhei de braço dado com ele, conversando sobre nossas vidas, nossos gostos, nossos segredos. Estava conhecendo meu filho como amante como nunca o conhecera como mãe. Parávamos para nos beijar em qualquer lugar, beijos de namorados, suaves e românticos, com alguma carícia furtiva. Parávamos para olhar tudo, comentar tudo, parecia que era a primeira vez que eu via o mundo.
Mais ou menos uma hora depois, entramos num restaurante. Meu filho o conhecia porque era um dos que deviam recomendar no hotel dele para os visitantes da ilha, e eles tinham um prato de salmão muito bom. Pedimos uma salada para dividir e um prato de salmão com acompanhamento cada um. Raul me disse que era melhor jantarmos leve, com um sorriso estranho no rosto. Tudo continuou como no resto da tarde, maravilhoso. Descobri a verdade nas palavras do meu filho naquela mesma tarde. Eu era a namorada dele, ele me tratava como se eu fosse a mulher mais especial do mundo e me fazia sentir amada. Já tinha tirado da minha mente que ele era meu filho. Seus modos, seus beijos, o fato de estarmos separados já há dois anos desde que ele foi embora e, sinceramente, nunca termos sido muito unidos, me fez tratá-lo como namorado, como amante, e aceitar que, por trás de todas essas desculpas que eu me autoimpunha, ele ser meu filho dava um toque muito safado. Sempre ouvi dizer que qualquer forma de sexo é ótima entre dois adultos que consentem. estava descobrindo como aquelas palavras eram verdadeiras.
Depois de terminar de jantar, o Raúl me disse:- Vou no banheiro, gostosa.Levantou, se aproximou, me beijou na bochecha e sussurrou no meu ouvido—Te espero aí dentro em dois minutos...vadia .-Ela se afastou.
Porra, só de ouvir nossa palavra meu corpo tremeu. Tive que fazer um esforço danado pra não sair correndo atrás dela pra aproveitar o que ela tinha preparado pra mim. Enquanto esperava, olhava feito idiota ao redor, meio com medo de que alguém descobrisse de algum jeito o que a gente tava fazendo. A excitação de estar num lugar público fez efeito em mim, minhas bochechas tavam pegando fogo e eu sentia minha buceta pulsando. Quando calculei que já tinha passado tempo suficiente, fui encontrar ela.
Ao entrar, o Raul tava me esperando encostado na pia, nunca tinha visto ele tão gostoso quanto naquele terno e com aquele olhar sedutor. Avancei pra beijar ele, mas ele me segurou, me virou e me espremeu contra a parede. Com uma mão, prendeu meus braços nas minhas costas, segurando firme, e com a outra começou a levantar meu vestido, que ficou amassado na minha cintura.- Que presente você me deu, vagabunda.Sussurrou no meu ouvido:Adoro que você não esteja usando nada por baixo. Levanta os braços e coloca as mãos na parede, e nem pense em mexer.Quando obedeci, ele começou a me dar tapas fortes na parede enquanto com a outra mão tapava minha boca. Eu não ia gritar, mas não conseguia evitar gemer de prazer ao sentir minha bunda dolorida sendo esbofeteada.- Adoro ter essa bunda tão vermelha, rabudaRaúl sussurrou pra mim enquanto eu me virava e agarrava minha bunda dolorida com força. Passou a mão da minha bunda até minha buceta e enfiou dois dedos com violência, começando a me foder com eles. Tava me dando uma punheta maravilhosa, e o som do squish dos dedos dele entrando na minha buceta molhada não demorou pra chegar.-Caralho, adoro.Ele sussurrava no meu ouvido enquanto lambia meu pescoço.Continua assim, usa a sua putinha do jeito que só você sabe.Meu filho tirou os dedos da minha buceta e os levou até minha boca.- Limpa isso, puta -E logo em seguida, ele enfiou os dedos na minha boca. Chupei e lambi aqueles dedos como se fosse a coisa mais gostosa que eu já tinha provado. Nunca tinha provado minhas secreções, mas naquele dia eu curti. Ele tirou os dedos da minha boca e voltou a foder minha buceta com eles, enquanto a outra mão foi pro meu pescoço e começou a apertar de leve.- Isso mesmo, vagabunda.Ele me dizia enquanto lambia minha boca.- Você vai gozar agora mesmo e vai sair daqui toda excitada, com a cara ardendo de tesão, e quem reparar vai perceber o quão puta você é.Porra, como eu adorava que meu filho me humilhava desse jeito. Nem pensava no que ia acontecer se alguém entrasse e me visse daquele jeito, que eu curtisse! Eu só queria dar pro meu dono o que ele pedia. Pouco depois, meu corpo começou a tremer, tava prestes a gozar.- Vou gozar, amor, vou gozarSussurrei meio rouca por causa da pressão no meu pescoço.
Raúl soltou meu pescoço e tapou minha boca pra abafar meus gemidos enquanto eu virava os olhos. Logo aquela sensação maravilhosa tomou conta do meu corpo. Minhas pernas começaram a tremer e eu ouvi meus fluidos caindo no chão enquanto meu filho soltava minha boca e enfiava a língua nela, nos fundindo num beijo selvagem.—Te espero lá fora, rabuda.Disse Raul antes de sair.
Quase sem forças, me apoiei na pia esperando minhas pernas pararem de tremer. Acariciei minha buceta e com a mão recolhi um fio da minha gozada que escorria pela parte interna da minha coxa e, me olhando no espelho, comecei a lamber minha mão. Sorri para minha imagem refletida enquanto arrumava o vestido e secava um pouco do suor do meu corpo. Me virei para sair e a porta se abriu, aparecendo um homem de uns quarenta anos que me olhou estranho.- Desculpa, gostoso. Me enganei de porta.Eu disse, sorrindo. Me perguntei por um segundo o que aquele cara pensaria se visse minha gozada no chão, e saí pra encontrar meu homem.
22:00 horas.
Depois de pagar, voltamos pra rua. Era uma noite maravilhosa e eu esperava que nosso encontro não acabasse. E, pelo comportamento do meu filho, duvidava que fosse acabar tão cedo. Ele estava muito excitado depois de masturbar a putinha dele e não ter recebido alívio. Ele me levou por ruas onde quase não passava ninguém e me beijava com paixão enquanto enfiava a mão por baixo do meu vestido pra acariciar minha buceta. Naquele momento, eu não era a putinha dele, mas claro que deixava ele fazer, ainda estava com um tesão danado e também esperava mais. Fomos a um pub e tomamos uns drinks enquanto trocávamos olhares de luxúria, nos beijávamos e sussurrávamos obscenidades no ouvido um do outro. Perto da meia-noite, meu filho disse que íamos pra casa terminar o encontro, mas, enquanto procurávamos um táxi, Raúl parou de repente e fez um gesto apontando pra alguma coisa. Ele tinha visto um cinema pornô numa rua escura. Não sei dizer se ele já conhecia aquele lugar, mas essa era a menor das minhas preocupações. Peguei na mão dele e fomos até a entrada.
Compramos os ingressos e uma garrafa d'água e entramos. Tínhamos escolhido, como vocês já devem ter adivinhado, um filme com cenas de incesto entre mães e filhos e pais e filhas. Ao entrar na sala, fiquei olhando pra todo lado, umas 6 ou 7 cabeças apareciam por cima das poltronas, todas de homens, o que me deixou um pouco nervosa, e na tela uma jovem moreninha chupava o pau do pai.
Meu filho pegou na minha mão e me levou pra umas poltronas bem no meio, já que todos os outros tinham se sentado nos cantos, imagino que buscando privacidade pra suas tarefas masturbatórias. Sentamos e comecei a curtir onde estava. Os gemidos, o som da garganta da garota sendo perfurada, o cheiro de sexo, tudo me excitava pra caralho e meu filho passou um braço pelo meu pescoço. E metendo a mão pelo decote do meu vestido, começou a amassar minha teta.
Eu me sentia no paraíso, meu mamilo tava duríssimo e minha buceta começava a ficar molhada. Queria foder meu filho ali mesmo, mas tinha me viciado tanto na submissão e humilhação que o Raúl me dava que esperei ele tomar as rédeas.
Pouco depois, Raúl desabotoou a calça e baixou um pouco, me mostrando a pica dele, toda ereta e linda.—Hora de trabalhar, puta.Ele me disse no ouvido enquanto, com a mão, guiava minha cabeça em direção ao meu desejado manjar.
Comecei a chupar o pau dele enquanto ouvia os gemidos da atriz, que já devia estar sendo fodida pelo pai. Cada vez eu me saía melhor em alojar aquela pica enorme na minha garganta, e logo meu filho começou a mexer os quadris, fodendo minha boca, enquanto eu deixava as bolas dele ensopadas de saliva que escapava do canto dos meus lábios.
Depois de alguns minutos, ouvi meu filho falar com alguém, dizendo que podia sentar duas poltronas afastado da gente e que nem pensasse em me tocar, que aproveitasse o espetáculo. Então ele começou a levantar a barra do meu vestido enquanto eu estava inclinada chupando o pau dele, imagino que para mostrar a algum desconhecido minha bunda e minha buceta molhada.
Porra, que momento, naquele cinema nojento sendo exibida para algum estranho que devia estar se punhetando olhando minha intimidade. Pouco depois, ouvi meu filho falar de novo, e dessa vez, levantando os olhos do pau dele, pude ver outro estranho sentando perto da gente, massageando um pau de tamanho considerável. Sorrindo para ele com o pau do Raúl na minha boca, pisquei um olho e voltei minha atenção total ao meu trabalho.
Daí a pouco, Raúl me segurou e me colocou de pé. A barra do meu vestido estava arregaçada na minha cintura, e aqueles porcos olhavam minha bunda e minha buceta enquanto se masturbavam sem parar. Observei melhor: o primeiro que chegou era um gordo de uns cinquenta anos, com um pau que não era nada demais. O segundo era mais ou menos da minha idade, ou pelo menos me pareceu, e minha primeira impressão sobre o pau dele estava certa, ele manobrava uma bela ferramenta, o filho da puta. Virei a cabeça procurando os outros, embora também não quisesse mais plateia, e parece que eram mais tímidos que os colegas, pois não saíram do lugar. O filme deixou de me interessar.
Enquanto olhava meu público, Raúl baixou minhas alças e puxou a parte de cima do meu vestido para baixo, tirando meus peitos para fora. Me Mordi um dedo enquanto sorria, olhando pro cara de pau grosso que começava a se masturbar rapidinho. Meu filho, me pegou pela cintura e me puxou pra perto da rola dele, agarrei ela e comecei a enfiar na minha buceta já bem molhada. Porra, que delícia de pau. Comecei a cavalgar ele com as mãos jogadas pra trás, apoiadas nos joelhos dele, e as pernas esticadas nos bancos do lado. Nessa posição, eu ficava inclinada pra trás, pra minha plateia ter a melhor visão das minhas tetas quicando enquanto a piroca do meu dono entrava e saía da minha buceta.- Diz pra eles quem você é!Meu filho me disse de repente. Fiquei um instante me perguntando se meu filho queria que eu desse meu nome pra aqueles babacas, quando a mão dele bateu na minha cara. Na hora lembrei quem ele era.— Sou a putinha dele.Segunda bofetada, dessa vez mais forte e muito mais prazerosa.—Diz pra eles quem você é!Ela gritou comigo de novo.- Sou a putinha dele!Gritei mais alto.- Muito bem, raposinha.Meu filho me dizia enquanto batia nas minhas tetas.Você é uma puta suja com sua buceta gostosa totalmente à minha disposição.Gritava enquanto continuava batendo nos meus peitos de um jeito delicioso, pra me humilhar na frente daqueles dois porcos.
Eu tava com um tesão do caralho pelo abuso e humilhação que meu filho tava me dando na frente de uns desconhecidos. O pau dele, tão grosso e duro, tava me deixando louca, e tudo isso misturado com a dor gostosa no meu rosto e o prazer que eu sentia cada vez que sentia as mãos do meu filho batendo nos meus mamilos. Meu corpo começou a tremer e eu comecei a gemer e gritar enquanto o orgasmo percorria meu corpo. Porra, que prazer, que experiência. Me inclinei pra frente e comecei a beijar a boca do meu dono, ofegando na boca dele ainda sob o efeito do meu orgasmo. Raúl começou a me mexer pra gente se levantar, me virou e apoiou minhas mãos no encosto do banco e colocou meus joelhos nos apoios de braço. Quando eu tava de costas pra ele, senti o pau dele entrando de novo na minha buceta.- Amigos, desses dois assentos vocês vão ter uma vista imbatível de duas tetas fabulosas.Meu filho falava pro meu público ocupar os dois lugares que tinham sobrado bem na minha frente. Logo eu tinha esses dois caras na minha frente, com os paus ainda duros. Os filhos da puta não iam gozar até a gente terminar. Meu filho começou a me foder violentamente e meus peitos balançavam no ritmo dessa porra de foda brutal. Os caras estavam babando enquanto batiam punheta.—Gostaram, seus filhos da puta?- Gritei pra elas enquanto ofegava- Vocês gostam das minhas tetas? Eu adoro olhar pra essas pirocas de vocês enquanto meu dono me come, adoro sentir o pau dele socando minha buceta enquanto olho pra vocês.Em putinha eu tinha me transformado pro meu filho. Quando falei putaria pro pizzaiolo, foi algo que fiz pra ele gozar rápido, mas ao ver que meu dono não falava nada, pensei que ele gostava que sua putinha provocasse outros homens, e eu adorava excitá-los com minhas palavras.
De repente, Raúl agarrou meu cabelo com força e jogou minha cabeça pra trás. Olhei pra ele ofegando como uma putinha, e ele cuspiu na minha cara. Meu filho adorava me humilhar, e sentir a saliva dele escorrendo pelo meu rosto, sendo humilhada na frente daqueles desconhecidos, me levou ao paraíso. Ele soltou minha cabeça, e eu olhei de novo pro meu público com um lado do rosto cheio da saliva do meu dono, sorri pra eles e me agarrei no encosto do banco.- Vamos, meu amo!Gritava completamente extasiada.Fode com força essa sua puta, quero sentir seu gozo dentro da minha buceta, vamos nessa, me fode!Os caras estavam bufando de esforço, se preparando pra gozar. Meu filho acelerou as estocadas e começou a ofegar. Com um uivo, começou a descarregar o pau dele dentro da minha buceta. Porra, desde o primeiro dia eu tava morrendo de vontade de sentir o semen quente do meu filho me inundando. O filho da puta continuava me comendo com força enquanto me enchia.
Os caras, ao perceberem que meu filho tava gozando, começaram a gozar também. Sentir minha buceta cheia do semen do meu filho, as estocadas dele, e ver aqueles dois porcos gozando, enchendo a roupa deles de porra, foi demais pra mim e eu comecei a gritar enquanto gozava como nunca tinha gozado antes. Meu filho saiu de dentro de mim, mandei um beijo pro meu público e me virei pra sentar na poltrona enquanto minhas pernas tremiam. Comecei a acariciar minha buceta, sentindo o toque dos meus fluidos misturados com o semen do meu amo, e ele aproximou o pau dele, já meio mole, do meu rosto. Com muito prazer, peguei ele carinhosamente com a mão e comecei a chupar, limpando e saboreando.
Quando terminei minha tarefa, me levantei. O Raúl colocou o vestido de volta em mim, que tava todo amassado na minha cintura, nos despedimos dos meus admiradores e saímos do cinema. Tinha sido o encontro mais gostoso e mais puta da minha vida, e saí daquele cinema imundo muito completa e satisfeita.
Continua...
Muito obrigada a todos e todas pelos comentários de vocês.
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