Bueno, vou contar pra vocês que a parada daquela noite na garagem de casa, meu marido Carlos não desconfiou de nada, absolutamente nada, felizmente. E como eu tinha falado, Carlos me chamou pra dançar numa balada na sexta. Na sexta à tarde, meu marido viajou pra levar cereal pra Buenos Aires. Depois que ele foi, me conectei pra ver se achava o Carlos, e pra minha tristeza, ele não tava. Mandei uma mensagem no celular dele, cumprimentando e perguntando se o convite ainda tava de pé. Ele disse que sim, e eu perguntei pra qual balada ele ia me levar. Ele falou uma que eu só conhecia de nome, e pelo que eu tinha ouvido, era uma bailanta.
Nisso, a Sofia me ligou, minha melhor amiga. Com tudo que tava rolando comigo ultimamente, não tinha visto ela. A gente se perguntou como tava e tal, e quando contei que meu marido tinha viajado um tempinho atrás, ela sugeriu a gente sair pra beber algo naquela noite. Falei que não podia, e ela perguntou por quê, o que eu tinha que fazer. No meu silêncio e dúvida, ela desconfiou que tinha algo rolando. Mandou eu contar, e eu falei pra ela vir em casa tomar uns mates que eu contava. Ela disse que em 15 minutos tava em casa e desligou. Eu me desconectei e fui colocar a chaleira no fogo pra esperar ela. Daqui a pouco, a Sofia chegou com umas facturas e a gente sentou pra tomar mate. A Sofia é amiga há mais de 15 anos, tem 38 anos e é separada há pouco mais de 2 anos. Ela é loira e tem um filho de 10 anos chamado Tiago. Mora perto de casa com o filho.Antes de tudo, me conta o que você tem que fazer hoje à noite, sua idiota, esse mistério tá me deixando nervosa kkk –ele disse.Conheci alguém –eu falei pra ela.Como é que é? – mepergunto, surpresa.Sim, sua idiota, tô ficando com alguém.eu falei pra ela.Para para, como é isso?ele disse.Se há umas semanas conheci alguém num chat e, bom –eu falei pra ela.Mas o Esteban não sabe nada disso, né?me pergunto (Esteban é meu marido).Não, nem pensar, senão ela me mata – falei.Hahaha, que filha da puta você é, sua idiota, e me conta sobre ele –Ele me disse.O nome dele é Carlos, tem 21 anos –eu falei pra ela.21 anos?Fico me perguntando, surpresa.Sim, 21 –eu falei pra ela.Hahaha, que pegadora de novinho você é –ele me disse.E onde é que ela mora?me perguntou.Mora no Alberdi –falei pra ela (Alberdi é um bairro de Rosário).
E como ele é?ela me perguntou.Ele não é nenhum galã, muito pelo contrário, é bem gordinho, moreno e um pouco mais alto que eu.eu falei pra ela.Boluda, você me deixa gelada –ele disse.E se eu já sei que é uma loucura, mas te juro que aquele cara me domina.eu falei pra ela.Tá se apaixonando, não é? –me perguntou.Não, nada a ver, passa por outro lado –eu falei pra ela.No sexo?ela me perguntou.Sim, o negócio é por aí mesmo.falei pra ela.Nunca me contaste que você e o Carlos não se davam bem na cama.ele disse.E essas coisas por aí dão vergonha, sua idiota, já sabe, as viagens dela, e quando a gente tá junto, parece que não é mais a mesma coisa de antes –eu falei pra ela.
Mas olha, eu ainda amo o Esteban como no primeiro dia, por isso tô te falando que é só uma parada de cama mesmo –falei pra ela.Carlos é tão garanhão assim?me pergunto rindo.Hahaha É um pouco de tudo, ele é bom na cama, não posso negar, além disso é novo, pura energia –eu falei pra ela.— E quantas vezes vocês se viram?ela me perguntou.E três vezes. Na primeira, me chamou pra tomar um negócio no Augustus, depois me convidou pra uma festa de um amigo e a gente acabou em casa até o dia seguinte. E a última vez foi aqui em casa, com o Esteban dormindo.falei pra ele (Augustus é o bar onde eu e Carlos nos conhecemos).O quê? –Fico me perguntando, surpresa.Sim, na quarta à noite ela me mandou uma mensagem no celular dizendo que queria me ver, e eu já tava deitada pra dormir, falei pra ela não fazer essa loucura, mas mesmo assim ela veio.eu falei pra ela.E como você fez? –ela me perguntou.E aí fomos pra garagem –falei pra ela.Hahaha, não acredito nisso, sua vaca.ele disse.E quando você deitou com ele pela primeira vez?Perguntou pra mim.
E naquela mesma tarde que eu conheci ele, saímos do bar e fomos pra um hotel –eu falei pra ela.Vi que não se fez de rogada, sua putinha kkkkkele disse.Me deixa super surpresa, sua idiota, e hoje à noite onde é que te convido –ele disse.Me convidou pra dançar –eu falei pra ela.Mano, por que você não vem com a gente?eu falei pra ela.Não, bucetuda, o que eu vou fazer aí no meio de vocês?ele disse.Fala Sofi, falei pro Carlos trazer um amigo e pronto.eu falei pra ela.
Um amigo? Cê tá louca, vaca.Ele me disse.Mas não é pra rolar nada, a gente se diverte um pouco e pronto, não tô dizendo pra você terminar a noite na cama com o amigo kkkkeu falei pra ela.
Hahaha, já sei, sua boba, mas não sei –ele disse.Vai, não seja besta –eu falei pra ela.Bom, tá bem –me disse.
Na hora mandei uma mensagem pro Carlos falando que tinha uma amiga que queria sair essa noite e não queria deixar ela na mão, que se ele podia levar um amigo. Ele respondeu que sim, sem drama.Pronto, sua idiota, já tá tudo resolvido.eu falei pra ela.— E aí, como é que você vai fazer com o Tiago?Perguntei pra ela.Falo pra minha velha ficar em casa essa noite.ele me disse.Seguimos tomando mate e trocando ideia sobre nossas paradas, e quando olhei o relógio já eram 7 da noite, tinha que ir no mercado comprar umas coisas.Ei, vacilona, tenho que ir no mercado. Vai comigo?eu falei pra ela.Se for assim, não tenho nada pra fazer –Ela me disse.Saímos de casa de carro e fui comprar umas paradas que tava precisando pra casa, e vinhos espumantes e champanhe pra essa noite.Mano, pra que tanta cachaça?ela me perguntou.E essa noite a gente faz a prévia em casa, sua puta.falei pra ela.Saímos do supermercado e fomos pra casa, arrumei as coisas que tinha comprado e as garrafas na geladeira.Ei, boluda, o que você vai vestir hoje à noite?eu falei pra ela.Sei lá, qualquer coisa –ele disse.Nada de qualquer coisa, agora termino de arrumar aqui e vamos pro centro te comprar um negócio –eu falei pra ela.Cê é doida, vagabunda –ele disse.Não, mas com essa roupa que você sempre veste, não sobra nada pra imaginação, haha –eu falei pra ela.Mas se eu tô bem assim, não me falta nada –ele disse.Amiga, já faz mais de 2 anos que você tá separada, não ficou com ninguém, tem que viver sua vida, o Tiago já tá grandinho –eu falei pra ela.
Sim, mas não é por aí, sei lá –ele disse.Não é pra você casar também não, é jovem e tem que aproveitar a vida, sua burra.falei pra ela.Sei lá, além disso não trouxe nada de grana –ele disse.E eu te pedi dinheiro, mano? Vai ser um presente meu –eu falei pra ela.Terminei de arrumar as coisas e fomos pro centro, entramos numa loja de roupa e falei pra ela dar uma olhada se gostava de alguma coisa enquanto eu via os vestidos. Eu via ela olhando calças e essas paradas, achei um vestido perfeito pra ela e levei pra ela.Olha, bucetuda, esse aqui é feito pra você, experimenta aí.eu falei pra ela.Você acha que eu vou usar isso?Ele me disse.Fala, boceta, já conversamos sobre isso, vai ficar mó gostosa em você, vai lá experimentar.falei pra ela.Com cara de safado, peguei o vestido e falei pra mina que tava atendendo a loja que ia experimentar. Foi pro provador enquanto eu continuava olhando as roupas. O vestido que ele ia vestir era branco com listras pretas na vertical, decotado e bem curtinho. Vi a cabeça dele aparecendo no provador e me chamando com a mão. Fui lá e entrei. O vestido ficava justinho nele.Boluda, tô parecendo uma zebra com isso –ele disse.Hahaha Ficou mó bom em você, sua boba, adorei –eu falei pra ela.Você tá mais doida que de costume, heinele me disse.Vamos nessa, troca de roupa e sai –eu falei pra ela.Paguei o vestido com o cartão e saímos da loja, subimos no carro e ela me disse pra levar ela pra casa dela.Boluda, tu pagou o vestido com o cartão. O que você vai falar pro Esteban?ele me disse.Já tá chegando teu aniversário, sua burra, vou falar que é um presente adiantado.eu falei pra ela.Que filha da puta você é, já tem tudo planejado, é rápida pra mentir –ele disse.Hahaha E sou mulher, sua tonta, a gente mente bem, diferente deles haha –eu falei pra ela.Hahahaha –riu.E aí vai pra casa umas 9 horas, aí a gente come alguma coisa e toma um drink antes –eu falei pra ela.Ok, mas o vestido leva pra sua casa, vou trocar de roupa lá, não quero sair vestida assim de casa, senão minha mãe vai se assustar.Ele me disse.
Ok –eu falei pra ela.Deixei ela em casa e fui pra minha. Quando cheguei já eram 20h30, passei no banho rápido e, quando saí, fiquei vendo o que ia vestir naquela noite. Escolhi um vestido marrom curto e uns saltos agulha brancos com preto. Deixei a roupa em cima da cama, vesti um short e uma camiseta, coloquei umas sandálias e esperei a Sofia chegar. Daqui a pouco ela chegou e pedimos uma pizza. Ela foi comprar duas cervejas no mercadinho e comemos a pizza enquanto falávamos de coisas de mulher. Terminamos de comer e fomos nos trocar. Com maquiagem e uns saltos pretos que emprestei pra ela, ela tava uma deusa. Ela ainda não tava muito convencida, mas já era tarde pra se arrepender. Peguei um espumante na geladeira e começamos a beber.Bueno, vamos brindar, sua puta.eu falei pra ela.E por que a gente brinda? –perguntou.Pra gente detonar essa noite jajajaeu falei pra ela.Vale, contanto que a gente não acabe toda quebrada, hahaha –disse.É meio tarde pra mim kkkkkfalei pra ela.Hahaha –riou.Ei, e qual é o nome do amigo do Carlos?ela me perguntou.Mmmm, você me matou, acho que Diego –eu falei pra ela.Você é uma sem-vergonha, nem o nome você sabe –ele disse.Vi ele uma vez só, naquela festa –falei pra ela.E como ele é? –ela me perguntou.E deve ter a mesma idade do Carlos, talvez um pouco mais novo ou um pouco mais velho, é moreninho e magro, um cara comum, digamos assim.eu falei pra ela.Já tá começando a te interessar a ideia, sua burra kkkkkfalei pra ela.Não, gostosa, é só pra saber mesmo.ele me disse.Tomamos dois espumantes, tiramos umas fotos rindo de besteira, o álcool já tinha feito efeito, e nisso recebo uma mensagem do Carlos, pra passar na casa dele às 2. Fomos pro banheiro e saímos de casa, passamos pra pegar o Carlos e ele saiu de casa subindo no meu carro, cumprimentou a Sofia informalmente já que dentro do carro não dava pra dar um beijo, perguntei pelo amigo dele e ele disse que ia esperar a gente na balada, perguntei se o nome era Diego e ele disse que sim. Chegamos na balada e lá apresentei a Sofia e o Carlos como devia ser, entrei na balada de mão dada com o Carlos e a Sofia do meu lado, fomos pro balcão pedir algo pra beber e o Carlos foi ver se achava o Diego. Perguntei pra Sofia o que ela achava do Carlos e ela disse que ele parecia simpático. Pedimos vodka com speed e começamos a dançar entre a gente do lado do balcão, uns caras chegaram pra tirar a gente pra dançar e obviamente recusamos, e aí vejo o Carlos se aproximando com o Diego, que por sinal olhou a gente de cima a baixo, nos apresentamos e eles vieram com uns copos de fernet.
Percebi que o Diego era bem extrovertido porque na hora já começou a falar com a Sofia, por causa da música e do barulho obviamente não ouvia o que eles falavam, ou o que o Diego falava no ouvido da Sofia, porque via que a Sofia só respondia sim ou não com a cabeça. O Carlos passou o braço por trás de mim me abraçando pela cintura e a gente se beijou, primeiro de lábios pra depois ir saboreando nossas línguas, passei meus braços pelo pescoço dele com o copo na mão e a gente se beijou um tempão, como que marcando os dias que tinham passado sem se ver, ele por sua vez passou os braços na minha cintura e a gente colou os corpos.Tava com saudade dos seus beijos, seu bobinho –Eu disse, olhando nos olhos dele e passando meu polegar pelos lábios dele pra tirar o resto de saliva.Eu também, Su –ele disse.Gostou do que rolou na quarta?ele me disse.Sim, adorei, cada vez você me trata melhor –falei pra ela.Também gostei de te comer na sua casa enquanto seu marido dormia, me deu muito tesão.ele disse.Você é um depravadinho lindo, tava com vontade de te matar quando abri a porta –eu falei pra ela.Hahaha Mas esse depravado aí te atiça, né?ele disse.Óbvio –falei pra ela.E aonde você tava que tava bebendo? –Perguntei pra ela.Tava bebendo com o Diego lá em casa e apostei com ele que era capaz de ir na sua casa e te pegar com seu marido lá mesmo.ele disse.Que putos que são, você abusa de mim kkkkkeu falei pra ela.E você se deixa, hahaha –ela me disse.Com você, tudo, cê já sabe –falei enquanto o beijava de novo com paixão.Vamos dançar –ele disse.Tá bom, vou falar com a Sofi –eu falei pra ela.Boluda, vamos dançar –falei no ouvido dela enquanto Carlos falava com Diego.Vai fundo –ela me disse.Saímos pra pista e começamos a dançar, do nosso lado estavam dançando Sofia e Diego. Começaram a tocar reggaeton e o Carlos passou o braço por trás de mim, me segurando pela cintura e me puxando pra perto dele, colocando uma das pernas dele entre as minhas. Eu passei meu braço por trás do corpo dele, segurando na cintura dele, e começamos a dançar — uma dança bem quente. Como a pista tava lotada, não me importava com a dança que a gente tava fazendo. Enquanto a gente se beijava com gosto, nossos corpos se deixavam levar pela música. Eu esfregava minha pélvis na perna dele e, de vez em quando, jogava a cabeça pra trás enquanto o Carlos me beijava o pescoço. A dança tava começando a me dar calor, junto com o calor do ambiente. De vez em quando, eu dava uma olhada no Sofia e no Diego: eles mal se mexiam, mas o Diego não parava de falar no ouvido dela, e o Sofia já tava mais solta, rindo de alguma coisa que ele dizia.
Passei meus braços no pescoço do Carlos e comi a boca dele, dando mordidinhas nos lábios com meus dentes. Essa dança tava me excitando — o roçar da minha pélvis na perna dele tava me levando ao céu. A gente se beijava como desesperados no meio da pista, enquanto ele me apertava mais contra o corpo dele. Eu segurava a nuca dele com a mão pra comer a boca dele melhor. O calor tava cada vez mais sufocante e a gente não tinha nada pra beber. Me afastei da boca do Carlos e falei que tava com muito calor, por causa dele e do calor do rolê. Ele disse a mesma coisa e falou pra gente ir no balcão comprar algo. Olhei pro Sofia e fiz sinal de ir pro balcão. Saímos com o Carlos da pista de mãos dadas, e eles vieram atrás da gente.
Enquanto esperávamos com o Carlos pra ser atendidos — ele atrás de mim, me segurando pela cintura porque tinha pouco espaço no balcão, tava lotado — pedi 4 fernets e o Carlos falou no meu ouvido.Olha só a sua amiga –Ele me disse.Quando me virei e olhei pra Sofia, não conseguia acreditar no que tava vendo: eles estavam se beijando, Diego e ela, enquanto ela passava os braços no pescoço dele e ele segurava a cintura dela. Dava pra ver clarinho as línguas deles se enrolando dentro da boca. Naquela hora, os drinks chegaram e eu fiquei com dois copos, e o Carlos com outros dois. A gente não queria atrapalhar enquanto eles estavam na deles. Eu não conseguia parar de olhar pra Sofia e pro Diego. Nunca pensei que a Sofia fosse cair tão fácil, conhecendo ela, mas acho que alguma coisa no Diego tinha mexido com ela.Agora entendo por que ela é sua amiga –me disse o Carlos.Hahaha, que idiota você é, juro que nunca imaginei isso –falei pra ela.Por quê?ela me perguntou.Porque a Sofia é discreta, a gente saiu bastante com ela e ela nunca topou nem dançar depois da separação –falei pra ela.Ah, é separada, talvez ela carregue por dentro o mesmo que você –ele disse.Hahaha e talvez, sei lá –eu falei pra ela.Seja o que for, essa noite ele come ela.Ele me disse.Não sei se a Sofi consegue ir tão longe –eu falei pra ela.Você porque não conhece o Diego –ele disse.E o que que o Diego tem?Perguntei pra ela.Ele tem um papo foda, mulher que ele conhece, mulher que ele come, come até a irmã, então já viu, né?ele disse.Como é? A irmã? –perguntei surpresa.Sim, viu a mina que você brigou na festa? Então, essa é a irmã dela.ele disse.Você me deixa gelada. Mas é consentido?Perguntei pra ela.Sim, e mais, ela procura ele pra transar, e além dele ter me contado, eu mesmo confirmei.ele disse.E como você comprovou isso?Perguntei pra ela.Ano passado a gente tava fumando os três e pintou um menage, mas no final eu não consegui fazer nada, a mina não aguentou a rola.ele disse.O trio não aguentou?Perguntei pra ela.Não, em mim, eu enfiei só a ponta e ela gritava que nem uma condenada, no final não consegui comer ela.ele disse.Hahaha Já sabia que essa mina não tinha resistência –eu falei pra ela.Não ri muito não, que pra você também foi difícil.ele disse.Sim, mas lembra da última vez que a gente ficou junto? Eu aguentei firme ou não?eu falei pra ela.Hahaha Sim, você aguentou ela toda Su –ele disse.Peço pra você não falar nada pra Sofia sobre a parada da irmã do Diego, senão vou acabar ferrando o esquema dele.ele disse.Sem drama, não vou falar nada pra ela –eu falei pra ela.Nesse momento, olho pra Sofia e Diego, que tinham parado de se beijar pra continuar trocando umas palavras no ouvido, os dois bem sorridentes. Sofia me olhou e, pegando Diego pela mão, veio na nossa direção.— Vocês não vão convidar ninguém, não?disse ela sorrindo.É que a gente via vocês tão ocupados que não queria incomodar –eu falei pra ela.Os dois estavam rindo e eu entreguei um copo pra Sofia enquanto Carlos dava o copo pro Diego. Eu continuava de mão dada com o Carlos e, quando olhei pro lado, vi uma coisa que me deixou gelada e quase fez meu coração sair pela boca: vi a Karina, a melhor amiga da Florencia, minha filha mais velha. Na hora, soltei a mão do Carlos, e ela veio na minha direção, me cumprimentou. Instintivamente, toquei no braço da Sofia — a Karina conhecia a Sofia.Como é que cê tá, Susana? –disse a Karina.Beleza, Kari. E você?eu falei pra ela.Bem, me surpreende te ver aqui –ele disse.Sim, é que eu vim com a Sofia e uns amigos dela –eu falei pra ela.Ah, tá bom –ele disse.Bom Susy, que você continue se divertindo –ele me disse.Valeu, Kari, você também –falei pra ela.Pela cara da Karina e como ela olhava pra gente, eu sabia que alguma coisa tava rolando, ou ela desconfiava. Naquela hora, fiquei paralisada, não dava pra continuar naquele lugar, nem eu nem o Carlos íamos passar bem ali.Carlos, essa é amiga da minha filha mais velha.eu falei pra ela.Uh, ela te falou alguma coisa?ele disse.Não, mas a gatinha não é boba, pelo jeito que ela olhava, acho que ela viu alguma coisa ou tá desconfiada.eu falei pra ela.E aí, o que a gente faz?ele disse.Olha, eu não quero ficar assim porque não vamos nos divertir nem você nem eu.eu falei pra ela.Sim, cê tem razão –ele disse.Vamos pra outro lugar –eu disse.Então vai, melhor assim –Ela me disse.Falei pra Sofia que a gente ia vazar dali com o Carlos e perguntei se ela ia ficar ou vir com a gente, e eles decidiram vir também. Saímos da balada e entramos no carro, eram 3h30 da madrugada e resolvemos vir pra casa tomar algo em vez de ir pra outra balada. No caminho pra casa, eu via pelo espelho a Sofia e o Diego se pegando de língua. Eu e o Carlos nos olhávamos e ríamos do quanto eles estavam melosos. Chegamos em casa, os caras ficaram na sala e eu e a Sofia fomos pra cozinha pegar o champanhe pra beber.Mana, é a primeira vez que te vejo assim com alguém.eu disse.
Hahaha E o cara tem um bom papo, além disso não é nada feio hahahaele disse.Sim, percebi, quase comeu ele quando tava beijando kkkkkeu falei.Você não sabe como ele beija, sua burra, esse cara me mataele disse.Hahaha, beleza, sua burra, já sabe, ali é o quarto de qualquer uma das minhas filhas, então quando quiser, é só ir lá.eu falei pra ela.Não, não sei, sua burra. Cê acha?ele disse.É, bobinha. Quem vai falar alguma coisa?eu falei pra ela.Ninguém –ele disse.Então vai fundo, nem pensa duas vezes –eu falei pra ela.Fomos pra sala com o champanhe e as taças, e eu sentei do lado do Carlos, enquanto a Sofia se sentou noutro sofá do lado do Diego.Por que demoraram tanto?pergunta Carlos.Coisas de mulher –disse eu.Com certeza estavam tramando algo.disse Diego.Parece que o moleque conhece as mulheres, hein kkkkkdisse a Sofia.
Parece que não é tão neném assim kkkkkdisse eu.Seguimos bebendo e rindo, e já dava pra perceber que o álcool tava batendo em nós quatro. Quando acabou o champanhe, fui pegar outra garrafa na geladeira e, quando voltei, dessa vez sentei no colo do Carlos. Enquanto o Diego enchia os copos, eu beijava o Carlos e ele correspondia aos meus beijos.Vocês podem esperar um pouco, eu –disse Diego.Hahaha Você é pouco cavalheiro, Diego, devia pedir pra Sofía descansar no seu colo também hahahadisse eu.Não precisa pedir, ela pode vir sozinha.Disse Diego, olhando para a Sofía.Sofia se levantou e sentou no colo dele, pra começar a se beijar igual tinham feito na balada e no carro, eles se devoravam com muita paixão enquanto eu e Carlos assistíamos aqueles dois se desejando. A gente se beijava e tomava nossas taças de champanhe enquanto os outros dois não paravam de se beijar, e a mão do Diego já acariciando a perna da Sofia, que se deixava levar sem problema nenhum. Num momento, Sofia sussurrou algo no ouvido do Diego e eles se levantaram, ela pegou na mão dele e começou o caminho que eu já sabia onde ia dar: num dos quartos das minhas filhas. Diego perguntou se podia levar a garrafa de champanhe e a gente disse que sim, eu tinha outra na geladeira. Eles trocaram um toca aqui entre o Diego e o Carlos, tipo comemorando a conquista do Diego, e foram pro quarto.Te falei que ele ia acabar comendo ela.me disse o Carlos.Sim, é verdade, ainda bem que não apostei nada em você hahahaeu disse pra ela.
E agora, o que a gente faz?ele disse.Agora quero que você me coma do seu jeito, bem comida –Eu disse, beijando e mordendo a boca dele.Carlos começou a me beijar com paixão e sem freio, e eu respondendo aos beijos dele com língua, me levantei um pouco e sentei de pernas abertas no colo dele enquanto com a mão segurava a nuca dele enquanto nos devorávamos de beijos, ele acariciava minhas costas e levantava meu vestido até deixá-lo na cintura, apertava minha bunda com força enquanto nossas bocas se comiam, dava pra ouvir nossa respiração cada vez mais ofegante e uns gemidos abafados meus ao sentir as mãos dele amassando minha bunda, ele jogava a cabeça pra trás e eu lambia a boca dele com minha língua, ele colocava a língua pra fora e eu chupava e sugava como se fosse o pau dele, percebia que isso o excitava e eu fazia de novo, passava pro pescoço dele e lambia, chupava, enquanto ele não parava de apertar minha bunda e respirar mais acelerado.Mmm, filha da puta, como você me excita.ele dizia.
Eu dava pequenas mordidinhas com meus dentes no pescoço dele enquanto movia minha pélvis pra frente e pra trás, esfregando minha buceta na calça dele. Desabotoei a camisa dele enquanto o beijava e colocava minha língua pra fora pra ele brincar com a dela, pra depois juntar nossas bocas de novo e nos beijar apaixonadamente. Fui descendo pelo pescoço dele, percorrendo com minha língua, tocar o peito dele com as mãos e sentir como a respiração dele aumentava. Fui descendo com minha boca até o peito dele, e beijar, fazer círculos com minha língua nos mamilos dele. Eu olhava pra ele e ele só jogava a cabeça pra trás, olhando pro teto, curtindo o que eu tava fazendo. Fui descendo e me ajoelhei no chão, desabotoei o cinto dele sem parar de olhar pra ele. Rapidamente ele tava com a calça nos tornozelos, tirei os sapatos e o jeans, deixando ele só de cueca, que já marcava bem o volume do pau dele. Acariciei com minha mão, apertava, sem parar de olhar pra ele. Aproximei minha boca e senti no meu nariz aquele cheiro gostoso de pau que eu tanto amo.
Com minhas mãos fui descendo a cueca dele até tirar, admirei aquele pau mais uma vez, segurando com minha mão e sentindo como ele tava quente, e como as veias iam aparecendo. Aproximei meu nariz pra cheirar ele todo, cheirar os ovos dele, roçar os ovos dele com meu nariz. Abri minha boca e dei uma chupada molhada nos ovos dele, vendo como ficava saliva neles. Lambi eles, olhando nos olhos dele, o olhar dele era de satisfação, eu tava curtindo. Comecei a acelerar o ritmo da minha lambida, lambia um ovo, depois o outro. Enfiei um ovo na minha boca e chupei, ele se arqueou no sofá, devia ter sentido um pouco de dor. Enfiei o outro ovo na minha boca e chupei. Percorri com minha língua desde a base até a ponta do pau dele, da cabeça já saía aquele líquido pré-seminal. Lambi fazendo círculos com minha língua, saboreei.Que suculenta buceta você tem, gostosafalei pra ela.É todo seu, raposa, saboreia.ele disse.Mmmmm como eu adoro essa sua pica, me deixa louca –falei enquanto lambia a pontinha dela.Chupa ela toda, vagabunda, vai fundo –ele me disse.Peguei no tronco dele com a mão e comecei a meter na minha boca, enfiar um pouco e tirar, quando enfiava na boca eu lambia por dentro com a língua, fazia círculos dentro da boca com a língua, olhando nos olhos dele, ele colocou uma mão na minha cabeça e me pressionava contra o pau dele, cada vez enfiava mais fundo na minha boca, e a aceleração da minha cabeça pra baixo e pra cima ficava cada vez mais forte, a mão dele me ajudava a chupar ainda mais, tirava da boca e dava chupões na ponta fazendo ele gemer, batia uma punheta pra ele com a mão enquanto eu descia mais e começava a passar a língua entre as bolas e o cu dele, ele me ajudava abrindo um pouco mais as pernas, lambia o suor que ele tinha entre as pernas, esticava bem a língua pra fora e percorria toda aquela área até as bolas, pra voltar pro pau dele e enfiar o máximo que dava na minha boca, até sentir na garganta, subia e descia a cabeça até sentir o pau dele bater e abrir minha garganta.
A respiração dele e os gemidos abafados ficavam cada vez mais evidentes e fortes.Ah, sua putinha, vai me fazer gozar –ele disse.Mmmmm me dá seu leite, dá o leite pra sua putinha, gostoso.Eu falei enquanto lambia o pau dele e não parava de masturbar ele.
Acelerei ainda mais a velocidade da minha mão enquanto os gemidos da boca dele ficavam cada vez mais altos, ele estava quase gozando. Peguei um copo e continuei masturbando ele até o corpo dele começar a ficar tenso. Coloquei o copo na ponta do pau dele e jatos potentes de porra começaram a sair do pau dele. Contei 8 jatos de porra abundantes que encheram quase até a metade do copo. Ele reclamava da própria porra enquanto a cabeça dele estava jogada para trás. Apertei o pau dele para tirar até a última gota, caindo dentro do copo. Quando ele me olhou, levantei o copo e, olhando nos olhos dele, comecei a tomar a porra dele do copo, até virar tudo. Saboreando aquela porra gostosa, quente, com um gosto doce.Que porra gostosa você tem, cara –falei enquanto, com meu dedo indicador, tirava restos de porra de dentro do copo e chupava o dedo.Que puta gostosa você é, eu te adoroele me disse.Seu garoto, sua puta –falei enquanto pegava na pica dele e dava um chupão na ponta pra deixar ela limpinha.Quando deixei a pica dele limpinha, me levantei e tirei o vestido, olhando nos olhos dele.Deixa os saltos altos –Ele me disse.Me agachei de pernas abertas pra chupar a rola dele e deixar ela dura de novo, fiquei uns dois minutos até que a rola dele voltou a ficar dura igual um mastro. Levantei e me ajoelhei no sofá com ele embaixo, com minha mão apontei a ponta da rola dele na minha buceta e fui descendo devagar, de tão molhada que tava a ponta entrou fácil, comecei a me mexer devagar enquanto dava beijos no pescoço dele, ele me agarrava na bunda tentando guiar o movimento do meu corpo, deixando mais leve, as mãos dele pousaram nos meus ombros me fazendo descer de uma vez e cravar a rola dele até os ovos.Aaaaaahhhhhhhhhhhhhhhh que filho da puta que tu é!!gritei com ela.Assim, vadia, se mexe, vai, já enfiou tudo dentro.ele disse.Mmmmmmmmmmm ah ah ah ah que pau que você tem, cara, me mata!Eu disse entre gemidos.
Sentia como o pau dele abria bem a minha buceta, tava me rasgando e eu tava adorando, a dor era pouca e o prazer era imenso, era eu quem marcava o ritmo da foda, ouvia o barulho da minha bunda batendo nas coxas dele, comecei a beijar ele, comendo a boca dele enquanto ele apertava minha bunda, me dava tapas no rabo pra eu me mexer mais rápido, me joguei pra trás e coloquei as mãos na nuca sem parar de pular em cima do pau dele, a boca dele se ocupou chupando meus peitos à vontade, me lambia, me chupava, me dava mordidas nos bicos que doíam e me deixavam louca.Ah ah ah ah ah, cara, você me deixa louca!!!gritava.Assim, vadia, se mexe, engole toda minha roladizia.Você vai me fazer gozar, filho da puta.eu falei pra ela.Goza dentro de mim, sua puta gostosa – vai fundoEle me disse.Naquele momento, senti aquele fogo que já tinha sentido tantas vezes, descendo a toda velocidade, me fazendo arquear e gritar que nem uma louca. O primeiro orgasmo da noite tinha chegado, e eu não parava de me mexer, queria mais. Apoiei a cabeça no ombro dele, tentando me recuperar do orgasmo, enquanto ele me segurava pela bunda e se movia pra não perder o ritmo. Ele subia e descia, me penetrando até o fundo a cada estocada. Quando me recuperei, coloquei as mãos nos ombros dele e retomei o controle da foda, descendo e subindo de uma vez, enfiando o pau dele até o útero. Eu sentia ele bater no fundo e sair.Assim, vadia, enfia tudo, continua assim, gostosa –ele dizia.Mmmmmm ahhhhhhhhhgssss mmmmmmmmm como você me excita, gostoso –Eu dizia pra ela.Me agarro pelo pescoço enquanto pego o ritmo da foda de novo, descendo e subindo, ele me olhava com ódio, e a fodida dele era selvagem, como se quisesse me matar com o pau dele, me metia forte e eu não parava de gemer, tava me matando de prazer.Quem é a sua putinha?me pergunto sem soltar meu pescoço.
Mmmmmmmmmmm, cê é foda, cê é meu macho safado!Eu gritei com ela.
Assim que eu gosto, putinha. Goza no meu pau. O corno te come assim, rabuda?ele disse.Agggggghhhhhhhssssssssss não, cara, tu é o único que me comeu assim na minha vida mmmmmm ah ahh ahhhh tô gozandooooooGritei.Acabei como uma puta, e o estranho foi que aquele orgasmo veio rapidíssimo, nem senti chegar, como se as palavras dele tivessem me levado a esse clímax. Caí rendida no peito dele, faltava ar e meu corpo tremia inteiro, abria a boca procurando ar e meu coração saltava no peito, se misturando com gemidos. Senti quando ele me levantou e eu me agarrei no pescoço dele, o pau dele saiu da minha buceta e senti meu fluxo misturado com urina escorrendo no chão. Minha cabeça apoiada no ombro dele via ele me levando pelo corredor, me levando pro meu quarto com certeza. Quando passamos pelo quarto da minha filha, dava pra ouvir os gemidos do Diego e da Sofia.Escuta como sua amiguinha goza kkkkkme disse o Carlos.Quando cheguei no meu quarto, ele se jogou na cama e abriu minhas pernas, se jogou por cima de mim e me penetrou até o fundo de uma só vez, jogou o corpo todo em cima de mim e eu abracei ele com minhas pernas. A cada bombada, meus saltos batiam na bunda dele. Ele tava me comendo selvagemente e parecia que não ia parar até gozar. Eu já tava toda mole, cansada, mas não parava de sentir o pau dele entrando e saindo da minha buceta. Ele tirava até mais da metade e enfiava de novo, respirando e gemendo no meu ouvido. Eu apertava ele com minhas unhas nas costas e jogava minha cabeça pra trás.Que delícia que você me come, gostoso, não para, mmmmm ahhhhhhgsssssss ahhhhh ahhhhhhhhheu gemia.Vou encher sua buceta de porra, sua putinha.me dizia no ouvido.
Enche esse cara, enche minha buceta de porra, quero sentir ela mmmmm assim mais mais mais não para!gritei com ela.Ahhh ahhh ahhh vou te encher de porra, sua puta –Ele me disse.Ele continuou me perfurando a buceta com o pau dele por alguns minutos até que seus gemidos se transformaram em gritos de prazer e seu corpo se tensionou, e eu senti o gozo quente dele batendo e enchendo as paredes da minha buceta, ele foi me enchendo aos poucos, eu sentia a temperatura dele perfeitamente dentro da minha buceta, naquele momento os músculos da minha buceta se contraíram e um novo orgasmo me tomou, fechei os olhos e senti tudo girando, me queixei, meu corpo queria se tensionar mas não conseguia por causa do peso do corpo dele, minhas pernas amoleceram e quando abri os olhos via tudo embaçado, meus olhos se encheram de lágrimas e comecei a chorar que nem uma criança, o orgasmo ainda não passava, me invadia, e além do prazer estava me causando emoção, ele gozou dentro de mim e ficou largado do meu lado, eu me contorcia na cama enquanto me queixava de tanto prazer e choramingava.Tá tudo bem? –fico me perguntando.Ays sssi aggg –Consegui responder entre gemidos.Carlos se levantou e foi pro banheiro, eu tava me recuperando aos poucos e comecei a ouvir os gemidos que vinham do quarto da minha filha, não dava pra acreditar que ainda tavam transando. Carlos voltou e deitou na cama, acendeu um cigarro e eu tentei me levantar. Quando coloquei os pés no chão, minhas pernas fraquejaram, caí de joelhos do lado da cama. Carlos me olhava e não falava nada, sabia que tudo aquilo era resultado da foda que ele tinha me dado. Com a ajuda da cama, consegui me levantar e tava difícil andar por causa das minhas pernas bambas e dos saltos. Fui pro banheiro sentindo a porra do Carlos escorrendo pelas minhas pernas, urinei e me sentei no bidê pra me lavar. Quando tava em condições, me sequei e me olhei no espelho, e de novo aquela mesma cara de satisfeita, cansada, exausta, de tanto prazer. Voltei pra cama e dormi abraçada com o Carlos.
Quando acordei, olhei o relógio e eram 2 da tarde. Ouvi barulhos na cozinha e me levantei, fui no banheiro e quando saí fui pra cozinha. Era a Sofia que tava acordada, tomando chimarrão.Já acordou faz tempo?perguntei pra ela.Não, uns 15 minutos atrás, mais ou menos –ele disse.Mana, tô exausta, tô moída por inteiro –eu falei pra ela.Você não é a única otária, eu também tô toda dolorida –Ele me disse.
E aí, você também deu uma trepada, eu dormi e vocês continuavam –falei pra ela.Hahaha, o cara é incansável mesmo, tirei tudo que tava guardado –ele disse.Claro que percebi, olha o chupão que tu tem, sua puta.falei, passando a mão no cabelo dela e olhando pro pescoço dela.Kkkk Só percebi agora quando me olhei no espelho do banheiro –ele disse.Nossa, foi selvagem mesmo a parada kkkkkeu falei pra ela.E isso que você não viu o pescoço dele hahahaele disse.Eu coloquei os lençóis e a colcha na máquina de lavar, já viu, né, ficou tudo sujo, e vesti esse robe da Flor.ele disse (Flor é minha filha).Ok, boluda, sem drama –eu falei pra ela.Bueno, boluda, vou tomar um mate com meu guri kkkkkEle me disse.
Hahaha, vai lá então, vou acordar o meu.eu falei pra ela.Voltei pra cama e sentei de pernas abertas em cima dele, beijando ele no rosto e no pescoço até ele acordar.Bom dia, seu cuzão –eu falei pra ela.Bom dia, Su. Acordou com vontade?— ela me disseA verdade é que acordei exausta, mas com você quero a todo momento –falei pra ela.Continua…






Nisso, a Sofia me ligou, minha melhor amiga. Com tudo que tava rolando comigo ultimamente, não tinha visto ela. A gente se perguntou como tava e tal, e quando contei que meu marido tinha viajado um tempinho atrás, ela sugeriu a gente sair pra beber algo naquela noite. Falei que não podia, e ela perguntou por quê, o que eu tinha que fazer. No meu silêncio e dúvida, ela desconfiou que tinha algo rolando. Mandou eu contar, e eu falei pra ela vir em casa tomar uns mates que eu contava. Ela disse que em 15 minutos tava em casa e desligou. Eu me desconectei e fui colocar a chaleira no fogo pra esperar ela. Daqui a pouco, a Sofia chegou com umas facturas e a gente sentou pra tomar mate. A Sofia é amiga há mais de 15 anos, tem 38 anos e é separada há pouco mais de 2 anos. Ela é loira e tem um filho de 10 anos chamado Tiago. Mora perto de casa com o filho.Antes de tudo, me conta o que você tem que fazer hoje à noite, sua idiota, esse mistério tá me deixando nervosa kkk –ele disse.Conheci alguém –eu falei pra ela.Como é que é? – mepergunto, surpresa.Sim, sua idiota, tô ficando com alguém.eu falei pra ela.Para para, como é isso?ele disse.Se há umas semanas conheci alguém num chat e, bom –eu falei pra ela.Mas o Esteban não sabe nada disso, né?me pergunto (Esteban é meu marido).Não, nem pensar, senão ela me mata – falei.Hahaha, que filha da puta você é, sua idiota, e me conta sobre ele –Ele me disse.O nome dele é Carlos, tem 21 anos –eu falei pra ela.21 anos?Fico me perguntando, surpresa.Sim, 21 –eu falei pra ela.Hahaha, que pegadora de novinho você é –ele me disse.E onde é que ela mora?me perguntou.Mora no Alberdi –falei pra ela (Alberdi é um bairro de Rosário).
E como ele é?ela me perguntou.Ele não é nenhum galã, muito pelo contrário, é bem gordinho, moreno e um pouco mais alto que eu.eu falei pra ela.Boluda, você me deixa gelada –ele disse.E se eu já sei que é uma loucura, mas te juro que aquele cara me domina.eu falei pra ela.Tá se apaixonando, não é? –me perguntou.Não, nada a ver, passa por outro lado –eu falei pra ela.No sexo?ela me perguntou.Sim, o negócio é por aí mesmo.falei pra ela.Nunca me contaste que você e o Carlos não se davam bem na cama.ele disse.E essas coisas por aí dão vergonha, sua idiota, já sabe, as viagens dela, e quando a gente tá junto, parece que não é mais a mesma coisa de antes –eu falei pra ela.
Mas olha, eu ainda amo o Esteban como no primeiro dia, por isso tô te falando que é só uma parada de cama mesmo –falei pra ela.Carlos é tão garanhão assim?me pergunto rindo.Hahaha É um pouco de tudo, ele é bom na cama, não posso negar, além disso é novo, pura energia –eu falei pra ela.— E quantas vezes vocês se viram?ela me perguntou.E três vezes. Na primeira, me chamou pra tomar um negócio no Augustus, depois me convidou pra uma festa de um amigo e a gente acabou em casa até o dia seguinte. E a última vez foi aqui em casa, com o Esteban dormindo.falei pra ele (Augustus é o bar onde eu e Carlos nos conhecemos).O quê? –Fico me perguntando, surpresa.Sim, na quarta à noite ela me mandou uma mensagem no celular dizendo que queria me ver, e eu já tava deitada pra dormir, falei pra ela não fazer essa loucura, mas mesmo assim ela veio.eu falei pra ela.E como você fez? –ela me perguntou.E aí fomos pra garagem –falei pra ela.Hahaha, não acredito nisso, sua vaca.ele disse.E quando você deitou com ele pela primeira vez?Perguntou pra mim.
E naquela mesma tarde que eu conheci ele, saímos do bar e fomos pra um hotel –eu falei pra ela.Vi que não se fez de rogada, sua putinha kkkkkele disse.Me deixa super surpresa, sua idiota, e hoje à noite onde é que te convido –ele disse.Me convidou pra dançar –eu falei pra ela.Mano, por que você não vem com a gente?eu falei pra ela.Não, bucetuda, o que eu vou fazer aí no meio de vocês?ele disse.Fala Sofi, falei pro Carlos trazer um amigo e pronto.eu falei pra ela.
Um amigo? Cê tá louca, vaca.Ele me disse.Mas não é pra rolar nada, a gente se diverte um pouco e pronto, não tô dizendo pra você terminar a noite na cama com o amigo kkkkeu falei pra ela.
Hahaha, já sei, sua boba, mas não sei –ele disse.Vai, não seja besta –eu falei pra ela.Bom, tá bem –me disse.
Na hora mandei uma mensagem pro Carlos falando que tinha uma amiga que queria sair essa noite e não queria deixar ela na mão, que se ele podia levar um amigo. Ele respondeu que sim, sem drama.Pronto, sua idiota, já tá tudo resolvido.eu falei pra ela.— E aí, como é que você vai fazer com o Tiago?Perguntei pra ela.Falo pra minha velha ficar em casa essa noite.ele me disse.Seguimos tomando mate e trocando ideia sobre nossas paradas, e quando olhei o relógio já eram 7 da noite, tinha que ir no mercado comprar umas coisas.Ei, vacilona, tenho que ir no mercado. Vai comigo?eu falei pra ela.Se for assim, não tenho nada pra fazer –Ela me disse.Saímos de casa de carro e fui comprar umas paradas que tava precisando pra casa, e vinhos espumantes e champanhe pra essa noite.Mano, pra que tanta cachaça?ela me perguntou.E essa noite a gente faz a prévia em casa, sua puta.falei pra ela.Saímos do supermercado e fomos pra casa, arrumei as coisas que tinha comprado e as garrafas na geladeira.Ei, boluda, o que você vai vestir hoje à noite?eu falei pra ela.Sei lá, qualquer coisa –ele disse.Nada de qualquer coisa, agora termino de arrumar aqui e vamos pro centro te comprar um negócio –eu falei pra ela.Cê é doida, vagabunda –ele disse.Não, mas com essa roupa que você sempre veste, não sobra nada pra imaginação, haha –eu falei pra ela.Mas se eu tô bem assim, não me falta nada –ele disse.Amiga, já faz mais de 2 anos que você tá separada, não ficou com ninguém, tem que viver sua vida, o Tiago já tá grandinho –eu falei pra ela.
Sim, mas não é por aí, sei lá –ele disse.Não é pra você casar também não, é jovem e tem que aproveitar a vida, sua burra.falei pra ela.Sei lá, além disso não trouxe nada de grana –ele disse.E eu te pedi dinheiro, mano? Vai ser um presente meu –eu falei pra ela.Terminei de arrumar as coisas e fomos pro centro, entramos numa loja de roupa e falei pra ela dar uma olhada se gostava de alguma coisa enquanto eu via os vestidos. Eu via ela olhando calças e essas paradas, achei um vestido perfeito pra ela e levei pra ela.Olha, bucetuda, esse aqui é feito pra você, experimenta aí.eu falei pra ela.Você acha que eu vou usar isso?Ele me disse.Fala, boceta, já conversamos sobre isso, vai ficar mó gostosa em você, vai lá experimentar.falei pra ela.Com cara de safado, peguei o vestido e falei pra mina que tava atendendo a loja que ia experimentar. Foi pro provador enquanto eu continuava olhando as roupas. O vestido que ele ia vestir era branco com listras pretas na vertical, decotado e bem curtinho. Vi a cabeça dele aparecendo no provador e me chamando com a mão. Fui lá e entrei. O vestido ficava justinho nele.Boluda, tô parecendo uma zebra com isso –ele disse.Hahaha Ficou mó bom em você, sua boba, adorei –eu falei pra ela.Você tá mais doida que de costume, heinele me disse.Vamos nessa, troca de roupa e sai –eu falei pra ela.Paguei o vestido com o cartão e saímos da loja, subimos no carro e ela me disse pra levar ela pra casa dela.Boluda, tu pagou o vestido com o cartão. O que você vai falar pro Esteban?ele me disse.Já tá chegando teu aniversário, sua burra, vou falar que é um presente adiantado.eu falei pra ela.Que filha da puta você é, já tem tudo planejado, é rápida pra mentir –ele disse.Hahaha E sou mulher, sua tonta, a gente mente bem, diferente deles haha –eu falei pra ela.Hahahaha –riu.E aí vai pra casa umas 9 horas, aí a gente come alguma coisa e toma um drink antes –eu falei pra ela.Ok, mas o vestido leva pra sua casa, vou trocar de roupa lá, não quero sair vestida assim de casa, senão minha mãe vai se assustar.Ele me disse.
Ok –eu falei pra ela.Deixei ela em casa e fui pra minha. Quando cheguei já eram 20h30, passei no banho rápido e, quando saí, fiquei vendo o que ia vestir naquela noite. Escolhi um vestido marrom curto e uns saltos agulha brancos com preto. Deixei a roupa em cima da cama, vesti um short e uma camiseta, coloquei umas sandálias e esperei a Sofia chegar. Daqui a pouco ela chegou e pedimos uma pizza. Ela foi comprar duas cervejas no mercadinho e comemos a pizza enquanto falávamos de coisas de mulher. Terminamos de comer e fomos nos trocar. Com maquiagem e uns saltos pretos que emprestei pra ela, ela tava uma deusa. Ela ainda não tava muito convencida, mas já era tarde pra se arrepender. Peguei um espumante na geladeira e começamos a beber.Bueno, vamos brindar, sua puta.eu falei pra ela.E por que a gente brinda? –perguntou.Pra gente detonar essa noite jajajaeu falei pra ela.Vale, contanto que a gente não acabe toda quebrada, hahaha –disse.É meio tarde pra mim kkkkkfalei pra ela.Hahaha –riou.Ei, e qual é o nome do amigo do Carlos?ela me perguntou.Mmmm, você me matou, acho que Diego –eu falei pra ela.Você é uma sem-vergonha, nem o nome você sabe –ele disse.Vi ele uma vez só, naquela festa –falei pra ela.E como ele é? –ela me perguntou.E deve ter a mesma idade do Carlos, talvez um pouco mais novo ou um pouco mais velho, é moreninho e magro, um cara comum, digamos assim.eu falei pra ela.Já tá começando a te interessar a ideia, sua burra kkkkkfalei pra ela.Não, gostosa, é só pra saber mesmo.ele me disse.Tomamos dois espumantes, tiramos umas fotos rindo de besteira, o álcool já tinha feito efeito, e nisso recebo uma mensagem do Carlos, pra passar na casa dele às 2. Fomos pro banheiro e saímos de casa, passamos pra pegar o Carlos e ele saiu de casa subindo no meu carro, cumprimentou a Sofia informalmente já que dentro do carro não dava pra dar um beijo, perguntei pelo amigo dele e ele disse que ia esperar a gente na balada, perguntei se o nome era Diego e ele disse que sim. Chegamos na balada e lá apresentei a Sofia e o Carlos como devia ser, entrei na balada de mão dada com o Carlos e a Sofia do meu lado, fomos pro balcão pedir algo pra beber e o Carlos foi ver se achava o Diego. Perguntei pra Sofia o que ela achava do Carlos e ela disse que ele parecia simpático. Pedimos vodka com speed e começamos a dançar entre a gente do lado do balcão, uns caras chegaram pra tirar a gente pra dançar e obviamente recusamos, e aí vejo o Carlos se aproximando com o Diego, que por sinal olhou a gente de cima a baixo, nos apresentamos e eles vieram com uns copos de fernet.
Percebi que o Diego era bem extrovertido porque na hora já começou a falar com a Sofia, por causa da música e do barulho obviamente não ouvia o que eles falavam, ou o que o Diego falava no ouvido da Sofia, porque via que a Sofia só respondia sim ou não com a cabeça. O Carlos passou o braço por trás de mim me abraçando pela cintura e a gente se beijou, primeiro de lábios pra depois ir saboreando nossas línguas, passei meus braços pelo pescoço dele com o copo na mão e a gente se beijou um tempão, como que marcando os dias que tinham passado sem se ver, ele por sua vez passou os braços na minha cintura e a gente colou os corpos.Tava com saudade dos seus beijos, seu bobinho –Eu disse, olhando nos olhos dele e passando meu polegar pelos lábios dele pra tirar o resto de saliva.Eu também, Su –ele disse.Gostou do que rolou na quarta?ele me disse.Sim, adorei, cada vez você me trata melhor –falei pra ela.Também gostei de te comer na sua casa enquanto seu marido dormia, me deu muito tesão.ele disse.Você é um depravadinho lindo, tava com vontade de te matar quando abri a porta –eu falei pra ela.Hahaha Mas esse depravado aí te atiça, né?ele disse.Óbvio –falei pra ela.E aonde você tava que tava bebendo? –Perguntei pra ela.Tava bebendo com o Diego lá em casa e apostei com ele que era capaz de ir na sua casa e te pegar com seu marido lá mesmo.ele disse.Que putos que são, você abusa de mim kkkkkeu falei pra ela.E você se deixa, hahaha –ela me disse.Com você, tudo, cê já sabe –falei enquanto o beijava de novo com paixão.Vamos dançar –ele disse.Tá bom, vou falar com a Sofi –eu falei pra ela.Boluda, vamos dançar –falei no ouvido dela enquanto Carlos falava com Diego.Vai fundo –ela me disse.Saímos pra pista e começamos a dançar, do nosso lado estavam dançando Sofia e Diego. Começaram a tocar reggaeton e o Carlos passou o braço por trás de mim, me segurando pela cintura e me puxando pra perto dele, colocando uma das pernas dele entre as minhas. Eu passei meu braço por trás do corpo dele, segurando na cintura dele, e começamos a dançar — uma dança bem quente. Como a pista tava lotada, não me importava com a dança que a gente tava fazendo. Enquanto a gente se beijava com gosto, nossos corpos se deixavam levar pela música. Eu esfregava minha pélvis na perna dele e, de vez em quando, jogava a cabeça pra trás enquanto o Carlos me beijava o pescoço. A dança tava começando a me dar calor, junto com o calor do ambiente. De vez em quando, eu dava uma olhada no Sofia e no Diego: eles mal se mexiam, mas o Diego não parava de falar no ouvido dela, e o Sofia já tava mais solta, rindo de alguma coisa que ele dizia.
Passei meus braços no pescoço do Carlos e comi a boca dele, dando mordidinhas nos lábios com meus dentes. Essa dança tava me excitando — o roçar da minha pélvis na perna dele tava me levando ao céu. A gente se beijava como desesperados no meio da pista, enquanto ele me apertava mais contra o corpo dele. Eu segurava a nuca dele com a mão pra comer a boca dele melhor. O calor tava cada vez mais sufocante e a gente não tinha nada pra beber. Me afastei da boca do Carlos e falei que tava com muito calor, por causa dele e do calor do rolê. Ele disse a mesma coisa e falou pra gente ir no balcão comprar algo. Olhei pro Sofia e fiz sinal de ir pro balcão. Saímos com o Carlos da pista de mãos dadas, e eles vieram atrás da gente.
Enquanto esperávamos com o Carlos pra ser atendidos — ele atrás de mim, me segurando pela cintura porque tinha pouco espaço no balcão, tava lotado — pedi 4 fernets e o Carlos falou no meu ouvido.Olha só a sua amiga –Ele me disse.Quando me virei e olhei pra Sofia, não conseguia acreditar no que tava vendo: eles estavam se beijando, Diego e ela, enquanto ela passava os braços no pescoço dele e ele segurava a cintura dela. Dava pra ver clarinho as línguas deles se enrolando dentro da boca. Naquela hora, os drinks chegaram e eu fiquei com dois copos, e o Carlos com outros dois. A gente não queria atrapalhar enquanto eles estavam na deles. Eu não conseguia parar de olhar pra Sofia e pro Diego. Nunca pensei que a Sofia fosse cair tão fácil, conhecendo ela, mas acho que alguma coisa no Diego tinha mexido com ela.Agora entendo por que ela é sua amiga –me disse o Carlos.Hahaha, que idiota você é, juro que nunca imaginei isso –falei pra ela.Por quê?ela me perguntou.Porque a Sofia é discreta, a gente saiu bastante com ela e ela nunca topou nem dançar depois da separação –falei pra ela.Ah, é separada, talvez ela carregue por dentro o mesmo que você –ele disse.Hahaha e talvez, sei lá –eu falei pra ela.Seja o que for, essa noite ele come ela.Ele me disse.Não sei se a Sofi consegue ir tão longe –eu falei pra ela.Você porque não conhece o Diego –ele disse.E o que que o Diego tem?Perguntei pra ela.Ele tem um papo foda, mulher que ele conhece, mulher que ele come, come até a irmã, então já viu, né?ele disse.Como é? A irmã? –perguntei surpresa.Sim, viu a mina que você brigou na festa? Então, essa é a irmã dela.ele disse.Você me deixa gelada. Mas é consentido?Perguntei pra ela.Sim, e mais, ela procura ele pra transar, e além dele ter me contado, eu mesmo confirmei.ele disse.E como você comprovou isso?Perguntei pra ela.Ano passado a gente tava fumando os três e pintou um menage, mas no final eu não consegui fazer nada, a mina não aguentou a rola.ele disse.O trio não aguentou?Perguntei pra ela.Não, em mim, eu enfiei só a ponta e ela gritava que nem uma condenada, no final não consegui comer ela.ele disse.Hahaha Já sabia que essa mina não tinha resistência –eu falei pra ela.Não ri muito não, que pra você também foi difícil.ele disse.Sim, mas lembra da última vez que a gente ficou junto? Eu aguentei firme ou não?eu falei pra ela.Hahaha Sim, você aguentou ela toda Su –ele disse.Peço pra você não falar nada pra Sofia sobre a parada da irmã do Diego, senão vou acabar ferrando o esquema dele.ele disse.Sem drama, não vou falar nada pra ela –eu falei pra ela.Nesse momento, olho pra Sofia e Diego, que tinham parado de se beijar pra continuar trocando umas palavras no ouvido, os dois bem sorridentes. Sofia me olhou e, pegando Diego pela mão, veio na nossa direção.— Vocês não vão convidar ninguém, não?disse ela sorrindo.É que a gente via vocês tão ocupados que não queria incomodar –eu falei pra ela.Os dois estavam rindo e eu entreguei um copo pra Sofia enquanto Carlos dava o copo pro Diego. Eu continuava de mão dada com o Carlos e, quando olhei pro lado, vi uma coisa que me deixou gelada e quase fez meu coração sair pela boca: vi a Karina, a melhor amiga da Florencia, minha filha mais velha. Na hora, soltei a mão do Carlos, e ela veio na minha direção, me cumprimentou. Instintivamente, toquei no braço da Sofia — a Karina conhecia a Sofia.Como é que cê tá, Susana? –disse a Karina.Beleza, Kari. E você?eu falei pra ela.Bem, me surpreende te ver aqui –ele disse.Sim, é que eu vim com a Sofia e uns amigos dela –eu falei pra ela.Ah, tá bom –ele disse.Bom Susy, que você continue se divertindo –ele me disse.Valeu, Kari, você também –falei pra ela.Pela cara da Karina e como ela olhava pra gente, eu sabia que alguma coisa tava rolando, ou ela desconfiava. Naquela hora, fiquei paralisada, não dava pra continuar naquele lugar, nem eu nem o Carlos íamos passar bem ali.Carlos, essa é amiga da minha filha mais velha.eu falei pra ela.Uh, ela te falou alguma coisa?ele disse.Não, mas a gatinha não é boba, pelo jeito que ela olhava, acho que ela viu alguma coisa ou tá desconfiada.eu falei pra ela.E aí, o que a gente faz?ele disse.Olha, eu não quero ficar assim porque não vamos nos divertir nem você nem eu.eu falei pra ela.Sim, cê tem razão –ele disse.Vamos pra outro lugar –eu disse.Então vai, melhor assim –Ela me disse.Falei pra Sofia que a gente ia vazar dali com o Carlos e perguntei se ela ia ficar ou vir com a gente, e eles decidiram vir também. Saímos da balada e entramos no carro, eram 3h30 da madrugada e resolvemos vir pra casa tomar algo em vez de ir pra outra balada. No caminho pra casa, eu via pelo espelho a Sofia e o Diego se pegando de língua. Eu e o Carlos nos olhávamos e ríamos do quanto eles estavam melosos. Chegamos em casa, os caras ficaram na sala e eu e a Sofia fomos pra cozinha pegar o champanhe pra beber.Mana, é a primeira vez que te vejo assim com alguém.eu disse.
Hahaha E o cara tem um bom papo, além disso não é nada feio hahahaele disse.Sim, percebi, quase comeu ele quando tava beijando kkkkkeu falei.Você não sabe como ele beija, sua burra, esse cara me mataele disse.Hahaha, beleza, sua burra, já sabe, ali é o quarto de qualquer uma das minhas filhas, então quando quiser, é só ir lá.eu falei pra ela.Não, não sei, sua burra. Cê acha?ele disse.É, bobinha. Quem vai falar alguma coisa?eu falei pra ela.Ninguém –ele disse.Então vai fundo, nem pensa duas vezes –eu falei pra ela.Fomos pra sala com o champanhe e as taças, e eu sentei do lado do Carlos, enquanto a Sofia se sentou noutro sofá do lado do Diego.Por que demoraram tanto?pergunta Carlos.Coisas de mulher –disse eu.Com certeza estavam tramando algo.disse Diego.Parece que o moleque conhece as mulheres, hein kkkkkdisse a Sofia.
Parece que não é tão neném assim kkkkkdisse eu.Seguimos bebendo e rindo, e já dava pra perceber que o álcool tava batendo em nós quatro. Quando acabou o champanhe, fui pegar outra garrafa na geladeira e, quando voltei, dessa vez sentei no colo do Carlos. Enquanto o Diego enchia os copos, eu beijava o Carlos e ele correspondia aos meus beijos.Vocês podem esperar um pouco, eu –disse Diego.Hahaha Você é pouco cavalheiro, Diego, devia pedir pra Sofía descansar no seu colo também hahahadisse eu.Não precisa pedir, ela pode vir sozinha.Disse Diego, olhando para a Sofía.Sofia se levantou e sentou no colo dele, pra começar a se beijar igual tinham feito na balada e no carro, eles se devoravam com muita paixão enquanto eu e Carlos assistíamos aqueles dois se desejando. A gente se beijava e tomava nossas taças de champanhe enquanto os outros dois não paravam de se beijar, e a mão do Diego já acariciando a perna da Sofia, que se deixava levar sem problema nenhum. Num momento, Sofia sussurrou algo no ouvido do Diego e eles se levantaram, ela pegou na mão dele e começou o caminho que eu já sabia onde ia dar: num dos quartos das minhas filhas. Diego perguntou se podia levar a garrafa de champanhe e a gente disse que sim, eu tinha outra na geladeira. Eles trocaram um toca aqui entre o Diego e o Carlos, tipo comemorando a conquista do Diego, e foram pro quarto.Te falei que ele ia acabar comendo ela.me disse o Carlos.Sim, é verdade, ainda bem que não apostei nada em você hahahaeu disse pra ela.
E agora, o que a gente faz?ele disse.Agora quero que você me coma do seu jeito, bem comida –Eu disse, beijando e mordendo a boca dele.Carlos começou a me beijar com paixão e sem freio, e eu respondendo aos beijos dele com língua, me levantei um pouco e sentei de pernas abertas no colo dele enquanto com a mão segurava a nuca dele enquanto nos devorávamos de beijos, ele acariciava minhas costas e levantava meu vestido até deixá-lo na cintura, apertava minha bunda com força enquanto nossas bocas se comiam, dava pra ouvir nossa respiração cada vez mais ofegante e uns gemidos abafados meus ao sentir as mãos dele amassando minha bunda, ele jogava a cabeça pra trás e eu lambia a boca dele com minha língua, ele colocava a língua pra fora e eu chupava e sugava como se fosse o pau dele, percebia que isso o excitava e eu fazia de novo, passava pro pescoço dele e lambia, chupava, enquanto ele não parava de apertar minha bunda e respirar mais acelerado.Mmm, filha da puta, como você me excita.ele dizia.
Eu dava pequenas mordidinhas com meus dentes no pescoço dele enquanto movia minha pélvis pra frente e pra trás, esfregando minha buceta na calça dele. Desabotoei a camisa dele enquanto o beijava e colocava minha língua pra fora pra ele brincar com a dela, pra depois juntar nossas bocas de novo e nos beijar apaixonadamente. Fui descendo pelo pescoço dele, percorrendo com minha língua, tocar o peito dele com as mãos e sentir como a respiração dele aumentava. Fui descendo com minha boca até o peito dele, e beijar, fazer círculos com minha língua nos mamilos dele. Eu olhava pra ele e ele só jogava a cabeça pra trás, olhando pro teto, curtindo o que eu tava fazendo. Fui descendo e me ajoelhei no chão, desabotoei o cinto dele sem parar de olhar pra ele. Rapidamente ele tava com a calça nos tornozelos, tirei os sapatos e o jeans, deixando ele só de cueca, que já marcava bem o volume do pau dele. Acariciei com minha mão, apertava, sem parar de olhar pra ele. Aproximei minha boca e senti no meu nariz aquele cheiro gostoso de pau que eu tanto amo.
Com minhas mãos fui descendo a cueca dele até tirar, admirei aquele pau mais uma vez, segurando com minha mão e sentindo como ele tava quente, e como as veias iam aparecendo. Aproximei meu nariz pra cheirar ele todo, cheirar os ovos dele, roçar os ovos dele com meu nariz. Abri minha boca e dei uma chupada molhada nos ovos dele, vendo como ficava saliva neles. Lambi eles, olhando nos olhos dele, o olhar dele era de satisfação, eu tava curtindo. Comecei a acelerar o ritmo da minha lambida, lambia um ovo, depois o outro. Enfiei um ovo na minha boca e chupei, ele se arqueou no sofá, devia ter sentido um pouco de dor. Enfiei o outro ovo na minha boca e chupei. Percorri com minha língua desde a base até a ponta do pau dele, da cabeça já saía aquele líquido pré-seminal. Lambi fazendo círculos com minha língua, saboreei.Que suculenta buceta você tem, gostosafalei pra ela.É todo seu, raposa, saboreia.ele disse.Mmmmm como eu adoro essa sua pica, me deixa louca –falei enquanto lambia a pontinha dela.Chupa ela toda, vagabunda, vai fundo –ele me disse.Peguei no tronco dele com a mão e comecei a meter na minha boca, enfiar um pouco e tirar, quando enfiava na boca eu lambia por dentro com a língua, fazia círculos dentro da boca com a língua, olhando nos olhos dele, ele colocou uma mão na minha cabeça e me pressionava contra o pau dele, cada vez enfiava mais fundo na minha boca, e a aceleração da minha cabeça pra baixo e pra cima ficava cada vez mais forte, a mão dele me ajudava a chupar ainda mais, tirava da boca e dava chupões na ponta fazendo ele gemer, batia uma punheta pra ele com a mão enquanto eu descia mais e começava a passar a língua entre as bolas e o cu dele, ele me ajudava abrindo um pouco mais as pernas, lambia o suor que ele tinha entre as pernas, esticava bem a língua pra fora e percorria toda aquela área até as bolas, pra voltar pro pau dele e enfiar o máximo que dava na minha boca, até sentir na garganta, subia e descia a cabeça até sentir o pau dele bater e abrir minha garganta.
A respiração dele e os gemidos abafados ficavam cada vez mais evidentes e fortes.Ah, sua putinha, vai me fazer gozar –ele disse.Mmmmm me dá seu leite, dá o leite pra sua putinha, gostoso.Eu falei enquanto lambia o pau dele e não parava de masturbar ele.
Acelerei ainda mais a velocidade da minha mão enquanto os gemidos da boca dele ficavam cada vez mais altos, ele estava quase gozando. Peguei um copo e continuei masturbando ele até o corpo dele começar a ficar tenso. Coloquei o copo na ponta do pau dele e jatos potentes de porra começaram a sair do pau dele. Contei 8 jatos de porra abundantes que encheram quase até a metade do copo. Ele reclamava da própria porra enquanto a cabeça dele estava jogada para trás. Apertei o pau dele para tirar até a última gota, caindo dentro do copo. Quando ele me olhou, levantei o copo e, olhando nos olhos dele, comecei a tomar a porra dele do copo, até virar tudo. Saboreando aquela porra gostosa, quente, com um gosto doce.Que porra gostosa você tem, cara –falei enquanto, com meu dedo indicador, tirava restos de porra de dentro do copo e chupava o dedo.Que puta gostosa você é, eu te adoroele me disse.Seu garoto, sua puta –falei enquanto pegava na pica dele e dava um chupão na ponta pra deixar ela limpinha.Quando deixei a pica dele limpinha, me levantei e tirei o vestido, olhando nos olhos dele.Deixa os saltos altos –Ele me disse.Me agachei de pernas abertas pra chupar a rola dele e deixar ela dura de novo, fiquei uns dois minutos até que a rola dele voltou a ficar dura igual um mastro. Levantei e me ajoelhei no sofá com ele embaixo, com minha mão apontei a ponta da rola dele na minha buceta e fui descendo devagar, de tão molhada que tava a ponta entrou fácil, comecei a me mexer devagar enquanto dava beijos no pescoço dele, ele me agarrava na bunda tentando guiar o movimento do meu corpo, deixando mais leve, as mãos dele pousaram nos meus ombros me fazendo descer de uma vez e cravar a rola dele até os ovos.Aaaaaahhhhhhhhhhhhhhhh que filho da puta que tu é!!gritei com ela.Assim, vadia, se mexe, vai, já enfiou tudo dentro.ele disse.Mmmmmmmmmmm ah ah ah ah que pau que você tem, cara, me mata!Eu disse entre gemidos.
Sentia como o pau dele abria bem a minha buceta, tava me rasgando e eu tava adorando, a dor era pouca e o prazer era imenso, era eu quem marcava o ritmo da foda, ouvia o barulho da minha bunda batendo nas coxas dele, comecei a beijar ele, comendo a boca dele enquanto ele apertava minha bunda, me dava tapas no rabo pra eu me mexer mais rápido, me joguei pra trás e coloquei as mãos na nuca sem parar de pular em cima do pau dele, a boca dele se ocupou chupando meus peitos à vontade, me lambia, me chupava, me dava mordidas nos bicos que doíam e me deixavam louca.Ah ah ah ah ah, cara, você me deixa louca!!!gritava.Assim, vadia, se mexe, engole toda minha roladizia.Você vai me fazer gozar, filho da puta.eu falei pra ela.Goza dentro de mim, sua puta gostosa – vai fundoEle me disse.Naquele momento, senti aquele fogo que já tinha sentido tantas vezes, descendo a toda velocidade, me fazendo arquear e gritar que nem uma louca. O primeiro orgasmo da noite tinha chegado, e eu não parava de me mexer, queria mais. Apoiei a cabeça no ombro dele, tentando me recuperar do orgasmo, enquanto ele me segurava pela bunda e se movia pra não perder o ritmo. Ele subia e descia, me penetrando até o fundo a cada estocada. Quando me recuperei, coloquei as mãos nos ombros dele e retomei o controle da foda, descendo e subindo de uma vez, enfiando o pau dele até o útero. Eu sentia ele bater no fundo e sair.Assim, vadia, enfia tudo, continua assim, gostosa –ele dizia.Mmmmmm ahhhhhhhhhgssss mmmmmmmmm como você me excita, gostoso –Eu dizia pra ela.Me agarro pelo pescoço enquanto pego o ritmo da foda de novo, descendo e subindo, ele me olhava com ódio, e a fodida dele era selvagem, como se quisesse me matar com o pau dele, me metia forte e eu não parava de gemer, tava me matando de prazer.Quem é a sua putinha?me pergunto sem soltar meu pescoço.
Mmmmmmmmmmm, cê é foda, cê é meu macho safado!Eu gritei com ela.
Assim que eu gosto, putinha. Goza no meu pau. O corno te come assim, rabuda?ele disse.Agggggghhhhhhhssssssssss não, cara, tu é o único que me comeu assim na minha vida mmmmmm ah ahh ahhhh tô gozandooooooGritei.Acabei como uma puta, e o estranho foi que aquele orgasmo veio rapidíssimo, nem senti chegar, como se as palavras dele tivessem me levado a esse clímax. Caí rendida no peito dele, faltava ar e meu corpo tremia inteiro, abria a boca procurando ar e meu coração saltava no peito, se misturando com gemidos. Senti quando ele me levantou e eu me agarrei no pescoço dele, o pau dele saiu da minha buceta e senti meu fluxo misturado com urina escorrendo no chão. Minha cabeça apoiada no ombro dele via ele me levando pelo corredor, me levando pro meu quarto com certeza. Quando passamos pelo quarto da minha filha, dava pra ouvir os gemidos do Diego e da Sofia.Escuta como sua amiguinha goza kkkkkme disse o Carlos.Quando cheguei no meu quarto, ele se jogou na cama e abriu minhas pernas, se jogou por cima de mim e me penetrou até o fundo de uma só vez, jogou o corpo todo em cima de mim e eu abracei ele com minhas pernas. A cada bombada, meus saltos batiam na bunda dele. Ele tava me comendo selvagemente e parecia que não ia parar até gozar. Eu já tava toda mole, cansada, mas não parava de sentir o pau dele entrando e saindo da minha buceta. Ele tirava até mais da metade e enfiava de novo, respirando e gemendo no meu ouvido. Eu apertava ele com minhas unhas nas costas e jogava minha cabeça pra trás.Que delícia que você me come, gostoso, não para, mmmmm ahhhhhhgsssssss ahhhhh ahhhhhhhhheu gemia.Vou encher sua buceta de porra, sua putinha.me dizia no ouvido.
Enche esse cara, enche minha buceta de porra, quero sentir ela mmmmm assim mais mais mais não para!gritei com ela.Ahhh ahhh ahhh vou te encher de porra, sua puta –Ele me disse.Ele continuou me perfurando a buceta com o pau dele por alguns minutos até que seus gemidos se transformaram em gritos de prazer e seu corpo se tensionou, e eu senti o gozo quente dele batendo e enchendo as paredes da minha buceta, ele foi me enchendo aos poucos, eu sentia a temperatura dele perfeitamente dentro da minha buceta, naquele momento os músculos da minha buceta se contraíram e um novo orgasmo me tomou, fechei os olhos e senti tudo girando, me queixei, meu corpo queria se tensionar mas não conseguia por causa do peso do corpo dele, minhas pernas amoleceram e quando abri os olhos via tudo embaçado, meus olhos se encheram de lágrimas e comecei a chorar que nem uma criança, o orgasmo ainda não passava, me invadia, e além do prazer estava me causando emoção, ele gozou dentro de mim e ficou largado do meu lado, eu me contorcia na cama enquanto me queixava de tanto prazer e choramingava.Tá tudo bem? –fico me perguntando.Ays sssi aggg –Consegui responder entre gemidos.Carlos se levantou e foi pro banheiro, eu tava me recuperando aos poucos e comecei a ouvir os gemidos que vinham do quarto da minha filha, não dava pra acreditar que ainda tavam transando. Carlos voltou e deitou na cama, acendeu um cigarro e eu tentei me levantar. Quando coloquei os pés no chão, minhas pernas fraquejaram, caí de joelhos do lado da cama. Carlos me olhava e não falava nada, sabia que tudo aquilo era resultado da foda que ele tinha me dado. Com a ajuda da cama, consegui me levantar e tava difícil andar por causa das minhas pernas bambas e dos saltos. Fui pro banheiro sentindo a porra do Carlos escorrendo pelas minhas pernas, urinei e me sentei no bidê pra me lavar. Quando tava em condições, me sequei e me olhei no espelho, e de novo aquela mesma cara de satisfeita, cansada, exausta, de tanto prazer. Voltei pra cama e dormi abraçada com o Carlos.
Quando acordei, olhei o relógio e eram 2 da tarde. Ouvi barulhos na cozinha e me levantei, fui no banheiro e quando saí fui pra cozinha. Era a Sofia que tava acordada, tomando chimarrão.Já acordou faz tempo?perguntei pra ela.Não, uns 15 minutos atrás, mais ou menos –ele disse.Mana, tô exausta, tô moída por inteiro –eu falei pra ela.Você não é a única otária, eu também tô toda dolorida –Ele me disse.
E aí, você também deu uma trepada, eu dormi e vocês continuavam –falei pra ela.Hahaha, o cara é incansável mesmo, tirei tudo que tava guardado –ele disse.Claro que percebi, olha o chupão que tu tem, sua puta.falei, passando a mão no cabelo dela e olhando pro pescoço dela.Kkkk Só percebi agora quando me olhei no espelho do banheiro –ele disse.Nossa, foi selvagem mesmo a parada kkkkkeu falei pra ela.E isso que você não viu o pescoço dele hahahaele disse.Eu coloquei os lençóis e a colcha na máquina de lavar, já viu, né, ficou tudo sujo, e vesti esse robe da Flor.ele disse (Flor é minha filha).Ok, boluda, sem drama –eu falei pra ela.Bueno, boluda, vou tomar um mate com meu guri kkkkkEle me disse.
Hahaha, vai lá então, vou acordar o meu.eu falei pra ela.Voltei pra cama e sentei de pernas abertas em cima dele, beijando ele no rosto e no pescoço até ele acordar.Bom dia, seu cuzão –eu falei pra ela.Bom dia, Su. Acordou com vontade?— ela me disseA verdade é que acordei exausta, mas com você quero a todo momento –falei pra ela.Continua…







5 comentários - Conheci ele num chat (5)
no hay nada más saludable que ponerse al día con un pendejo
pero le digo algo no hay nada más satisfactorio, que probar a un veterano
así que, cuando guste!