Meu nome é Ezequiel, mas me chamam de Tito. O motivo do meu post ou relato é contar um pouco o que vem rolando comigo atualmente. Tenho 28 anos, mas o que vou contar acho que tenho que voltar uns anos atrás, onde acho que começou a parada que vivo hoje. Minha intenção não é encher o saco, mas também não dá pra contar tudo de uma vez, porque seria impossível. Pra contar um pouco sobre mim, sou um cara que faz faculdade, mora num apê em Buenos Aires, trampa, o normal de qualquer cara da minha idade. Não sou natural de Buenos Aires, e sim de Mar del Plata, mas vim pra cá há uns anos tentar a sorte, seguindo os passos de uma ex-namorada minha na época, com quem não tô mais, mas que entra na história de algum jeito e vou chamar de Romina.
Aos meus 16 anos, na minha Mardel natal, a gente vivia numa espécie de putaria contínua, só ir pra escola e sair pra farra de sexta a domingo com os amigos. Tinha e tenho um amigo, que não era da escola, mas do bairro, que vou chamar de Gastón. Com o Gastón a gente se criou junto desde muito pequeno, porque ele morava a umas casas da minha. Diferente de mim, classe média, o Gastón, ou melhor, os pais dele, tinham e têm uma posição econômica muito, mas muito boa. Ele, ao contrário de mim, tinha poucos amigos, eu tinha um monte, mas a gente se dava super bem desde pequeno, compartilhava gostos em tudo, música, passar horas jogando videogame e outras merdas de moleque.
Como o Gastón passava horas sozinho em casa, era normal a gente se encontrar lá durante tardes inteiras, tudo desde pequeno e avançando com os anos no que chamava nossa atenção conforme a idade. Do videogame por horas, aos 15 anos a gente se viu assistindo junto nossa primeira sessão de pornô. O Gastón tinha um PC no quarto dele com internet, a gente tava sozinho e aí começamos a ver pornô pra caralho todas as tardes, normal pra qualquer moleque da idade que tava descobrindo o mundo, eu na minha. A casa não tinha esse acesso, então quase toda tarde eu tava na casa do Gaston quebrando a cabeça olhando de tudo. No começo a gente só olhava e batia uma cada um na sua casa, mas com o passar dos anos, acho que aos 17 já lustrava o sabre junto com ele no quarto dele, dois verdadeiros punheteiros. Nessa época, a gente parou de passar tanto tempo no quarto dele e começou a se juntar com uns amigos na rua ou nos shoppings, os dois virgens assumidos e loucos pra meter em qualquer coisa.
Aí entra a história da Romina. Romi é nada mais nada menos que a prima do Gaston. Conheci ela no aniversário dele. Gaston é filho único, diferente de mim que tenho uma irmã 4 anos mais velha. Naquele dia do aniversário do Gaston, não dei muita bola pra Romina, uma mina dois anos mais velha que eu. No dia seguinte, fui como sempre na casa do meu amigo, quando entrei tava a mãe dele, a tia (mãe da Romi) e a Romina, além do meu amigo. A prima e a tia moravam numa cidade perto de Mardel, a umas horas, então vieram pro aniversário e ficaram até o fim de semana, lembro bem. A parada é que naquela tarde a mãe do Gaston e a tia saíram pro centro fazer sei lá o quê, e a gente ficou sozinho com a prima mais velha. Nós no quarto dele, e ela lá embaixo na cozinha. De repente, o Gaston desce e depois volta, fazendo sinal pra eu ficar quieto e me chamando pra segui-lo. Fui, descemos e fomos até a porta do banheiro, ele falou baixinho que a prima tava tomando banho e, claro, o convite era pra espiar ela. Não consigo explicar o que foi ver pela primeira vez na vida uma mulher pelada, meu pau subiu na hora, nós dois agachados espiando de vez em quando cada um a sua prima, loira magra de peitão bonito, gostosa. Naquela tarde, depois de espiar ela e ficar com a cabeça a mil, fomos pro quarto dele bater uma como uns loucos, lembro que Nós costumávamos sentar um na cama e outro na cadeira do PC, com um guardanapo na mão, batendo uma gostoso vendo pornô no computador até encher os guardanapos de porra, mas naquela tarde foi diferente: batemos uma só falando da prima dele.
Os anos passaram, alguns, nós já com 20 anos, tínhamos perdido a virgindade com minas do nosso círculo, amigas ou amigues. Com o Gastón, saíamos juntos quase todo fim de semana. Foi quando, nessa época, recebemos a notícia de que a prima dele, Romi, ia ficar na casa do Gastón porque começaria a estudar em Mar del Plata, e era mais prático pra ela por causa da viagem; nos fins de semana, ela voltava pra cidade dela. E aí, passávamos tardes inteiras na casa do Gastón esperando a chance de espiar ela. Fizemos isso inúmeras vezes: vimos ela pelada, de fio dental quando trocava de roupa, de milhões de jeitos que deixavam a gente maluco, os dois. Quase sempre espiando pelo buraco da fechadura da porta do banheiro ou do quarto da Romi. Ela era dois anos mais velha que a gente, mas começamos a nos dar melhor com ela. Quando não estudava, vinha pro nosso quarto zoar, ouvir música e tal. A gente ficava feliz pra caralho, porque a Romi era muito, muito gostosa: alta, magra, com uns peitões bons, e rosto bonito. Amávamos ver ela vestida com a gente, e depois, quando tínhamos chance, víamos ela pelada e batíamos uma gostoso pra caralho. Curtíamos essa tara de espiar. Sim, dois verdadeiros punheteiros. Centenas de vezes a gente falava da fantasia de comer ela entre os dois. O Gastón tava louco pela prima dele, e não era pra menos.
Imagina nessa idade, 20 anos, espiar uma mina de 22 era algo realmente quente e pesado. A gente ficava doido vendo os peitos dela, que depois eu conheci bem porque ela foi minha namorada por dois anos: dois peitos grandes, com auréolas rosadas e meio caídos, lindos, e que pareciam ainda maiores por ela ser magra, como ainda é. Com o Gastón, a gente se cansava de confessar como queria enfestar a prima dele e comer ela. Por todos os lados.
Lembro como se fosse hoje, foi uma tarde de sábado, a Romi não tinha ido pra cidade dela e ia sair com a gente pra dançar junto com uns amigos em comum meus e do Gastón. Passamos a tarde inteira na casa do Gastón, esperando a maldita oportunidade, naquele dia a gente tava mais do que tarado porque já vinha bolando um plano de espiar ela a tarde toda. O problema é que nunca surgiu a chance, porque a gente ia sair e a Romi acabou tomando banho depois do jantar, e a casa do Gastón tava cheia de parentes que tinham vindo comer. Umas nove da noite fui pra casa pra tomar banho e comer alguma coisa, quando chego, um bilhete dos meus pais que tinham ido jantar fora, coisa que eles fazem direto, tava sozinho e tive que pedir uma pizza. Tava tão excitado e na punheta que já tinha na cabeça meter uma bronha no chuveiro antes de sair. Tava arrumando a roupa, quase entrando no banheiro, quando ouço a porta de casa abrir e entra minha irmã, apressada, dizendo que tinha se atrasado e precisava tomar banho primeiro, comeu um pedaço de pizza de pé e foi pro quarto dela. Fiquei bestando sentado na mesa de casa, mexendo no celular até que a Micaela (minha irmã) sai com roupa na mão pra entrar no banheiro e quando vai entrar, deixa cair a calcinha no chão e eu olhei bem na hora, foi a primeira vez que prestei atenção em algo que não devia, a Mica tava apontando a bunda toda na minha direção, a reação foi tão instantânea que nem pensei, só olhei pra aquele pedaço de rabo e senti um formigamento nos ovos.
A Mica, como já disse, quatro anos mais velha que eu, cabelo castanho claro liso com ondas nas pontas, usava franja naquela época, baixinha, não deve medir mais de um metro e sessenta, magra, costas finas, braços fininhos, muito bonita de rosto, peito pequeno, dois limõezinhos, cinturinha fina, mas com uma bunda linda, nunca antes tinha parado pra olhar minha irmã, mesmo sabendo que ela era muito gostosa, meus amigos me enlouqueciam com Isso, mas juro que nunca dei importância até aquele dia. A Mica tem uma bunda enorme, bem carnuda, redondíssima, não gigante, mas redonda e empinada pra fora, bem big booty. Não é uma bundinha qualquer nem um melãozão... é uma maçã mesmo, uma bunda linda pra caralho. A questão é que, como eu tava contando, ela se abaixou bem na minha frente e ainda tava com umas leggings pretas que não deixaram muita coisa pra imaginação. Ela se abaixou de quatro na minha frente, juntou a roupa e entrou no chuveiro. Não sei por que, mas assim que ouvi a água cair, me aproximei da porta do banheiro. Já sabendo o que ia fazer, meu pau ficou duro, tava durinho dentro do short, eu tava descalço e pelado. Comecei a espiar pelo buraco da fechadura, mas não via porra nenhuma porque a cortina tava fechada. Esperei paciente, massageando meu pau, o coração batendo a mil por causa da safadeza que eu tava fazendo. Até que ela fechou a torneira e abriu a cortina de uma vez. Vi ela de frente, pelada, pegou a toalha e começou a se secar. Vi os peitos pequenininhos, durinhos e redondinhos, os mamilos pequenos e rosados, pontudos. A buceta toda depilada e parecia bem pequenininha, uma loucura. Ela tinha 24 anos na época. Quando pegou a calcinha, eu voltei pra mesa, primeiro porque meu pau tava durasso e segundo porque ela já ia sair. Dava pra ver que ela tava fazendo tudo na pressa. Eu tava sentado na mesa, tremendo de nervoso igual um idiota, mega tarado. Meu pau não baixava, e lembro claramente que me sentei bem pra frente pra não aparecer. Quando ela abriu a porta, tava com toda a roupa nos braços, mas saiu DE CALCINHA E SUTIÃ. Nem olhou pra onde eu tava e foi pro quarto dela. Aí eu vi a bunda dela por trás. Que filha da puta! Foi a primeira vez que vi ela de fio dental. Lembro que era um fio dental preto fininho, todo enfiado na bunda. E pela primeira vez vi a bundona que minha irmã tinha, uma das melhores que já vi até hoje, esculpida à mão, maluco. Que rabo do caralho. A Cami se trocou muito rápido e saiu. jeans apertados e não sei mais o quê, me deu um beijo e foi embora, não sei pra onde.
Com toda aquela tesão que tava na minha cabeça, não dava pra aguentar, tinha que bater uma. Quando vou indo pro banheiro, vejo o quarto da minha irmã com a porta aberta, acendi a luz e toda a roupa que ela tava antes de tomar banho espalhada em cima da cama, e vi o alvo: a calcinha fio dental que ela acabou de tirar, branca. Com fogo nas veias, peguei ela e levei pro banheiro, fechei a porta, sentei no vaso pelado, de pernas abertas. Com uma mão, abri aquela calcinha fininha branca e vi ela meio amarelada na parte que encosta nos lábios da buceta dela. Tava sozinho em casa e mesmo assim tava nervoso. Levei ela no nariz e cheirei fundo. Que cheiro gostoso de buceta que tinha aquela calcinha. Fechei os olhos e não esqueço até hoje. Bati uma com uma mão, fazendo até hoje a melhor punheta da minha vida, o pau bem duro, e com a outra mão a calcinha bem perto do nariz, sentindo o cheiro de buceta da minha irmã. Comecei a imaginar que tava comendo a Romi. Tava tão tarado que minhas bolas doíam. Mesmo batendo devagar, veio vontade de gozar na hora, e quando gozei, já tava fervendo nas bolas. Naqueles olhos fechados e na minha imaginação, veio a imagem da Cami de rabo e pelada, e nem pensei em recusar essa fantasia. Imaginei minha própria irmã de quatro e eu metendo nela com tudo por trás. Nunca tinha fantasiado uma coisa dessas, mas imaginei tão real, ainda mais vendo ela minutos antes de calcinha fio dental, que levei a calcinha na boca e chupei bem naquela parte do tecido que falei antes. Senti a calcinha meio úmida e com um gostinho salgado. Isso explodiu minha cabeça, e assim, passando a língua na calcinha da minha irmã, meu pau explodiu. Soltei o pau, que bateu na minha barriga de tão duro que tava, e gozei igual um cavalo. Sujei a barriga toda com uma gozada monstruosa, um monte de jatos de porra em cima do meu próprio corpo. Suado, terminei essa baita punheta. Quando abro os olhos, a pika ainda tava pulsando de tanta tensão da bronha.
Com bastante culpa pelo que tinha feito, me limpei, larguei a calcinha fio-dental onde tinha encontrado, entrei no banho e fui dançar com os caras. Mas naquela noite, pensei várias vezes no que tinha feito, e com o passar das horas, a culpa foi indo embora, a bunda da Cami vinha na minha cabeça e eu ficava com tesão de novo.
Espero que tenham gostado do meu primeiro relato. Quero comentários, opiniões e mensagens privadas. Até a próxima, valeu.
Aos meus 16 anos, na minha Mardel natal, a gente vivia numa espécie de putaria contínua, só ir pra escola e sair pra farra de sexta a domingo com os amigos. Tinha e tenho um amigo, que não era da escola, mas do bairro, que vou chamar de Gastón. Com o Gastón a gente se criou junto desde muito pequeno, porque ele morava a umas casas da minha. Diferente de mim, classe média, o Gastón, ou melhor, os pais dele, tinham e têm uma posição econômica muito, mas muito boa. Ele, ao contrário de mim, tinha poucos amigos, eu tinha um monte, mas a gente se dava super bem desde pequeno, compartilhava gostos em tudo, música, passar horas jogando videogame e outras merdas de moleque.
Como o Gastón passava horas sozinho em casa, era normal a gente se encontrar lá durante tardes inteiras, tudo desde pequeno e avançando com os anos no que chamava nossa atenção conforme a idade. Do videogame por horas, aos 15 anos a gente se viu assistindo junto nossa primeira sessão de pornô. O Gastón tinha um PC no quarto dele com internet, a gente tava sozinho e aí começamos a ver pornô pra caralho todas as tardes, normal pra qualquer moleque da idade que tava descobrindo o mundo, eu na minha. A casa não tinha esse acesso, então quase toda tarde eu tava na casa do Gaston quebrando a cabeça olhando de tudo. No começo a gente só olhava e batia uma cada um na sua casa, mas com o passar dos anos, acho que aos 17 já lustrava o sabre junto com ele no quarto dele, dois verdadeiros punheteiros. Nessa época, a gente parou de passar tanto tempo no quarto dele e começou a se juntar com uns amigos na rua ou nos shoppings, os dois virgens assumidos e loucos pra meter em qualquer coisa.
Aí entra a história da Romina. Romi é nada mais nada menos que a prima do Gaston. Conheci ela no aniversário dele. Gaston é filho único, diferente de mim que tenho uma irmã 4 anos mais velha. Naquele dia do aniversário do Gaston, não dei muita bola pra Romina, uma mina dois anos mais velha que eu. No dia seguinte, fui como sempre na casa do meu amigo, quando entrei tava a mãe dele, a tia (mãe da Romi) e a Romina, além do meu amigo. A prima e a tia moravam numa cidade perto de Mardel, a umas horas, então vieram pro aniversário e ficaram até o fim de semana, lembro bem. A parada é que naquela tarde a mãe do Gaston e a tia saíram pro centro fazer sei lá o quê, e a gente ficou sozinho com a prima mais velha. Nós no quarto dele, e ela lá embaixo na cozinha. De repente, o Gaston desce e depois volta, fazendo sinal pra eu ficar quieto e me chamando pra segui-lo. Fui, descemos e fomos até a porta do banheiro, ele falou baixinho que a prima tava tomando banho e, claro, o convite era pra espiar ela. Não consigo explicar o que foi ver pela primeira vez na vida uma mulher pelada, meu pau subiu na hora, nós dois agachados espiando de vez em quando cada um a sua prima, loira magra de peitão bonito, gostosa. Naquela tarde, depois de espiar ela e ficar com a cabeça a mil, fomos pro quarto dele bater uma como uns loucos, lembro que Nós costumávamos sentar um na cama e outro na cadeira do PC, com um guardanapo na mão, batendo uma gostoso vendo pornô no computador até encher os guardanapos de porra, mas naquela tarde foi diferente: batemos uma só falando da prima dele.
Os anos passaram, alguns, nós já com 20 anos, tínhamos perdido a virgindade com minas do nosso círculo, amigas ou amigues. Com o Gastón, saíamos juntos quase todo fim de semana. Foi quando, nessa época, recebemos a notícia de que a prima dele, Romi, ia ficar na casa do Gastón porque começaria a estudar em Mar del Plata, e era mais prático pra ela por causa da viagem; nos fins de semana, ela voltava pra cidade dela. E aí, passávamos tardes inteiras na casa do Gastón esperando a chance de espiar ela. Fizemos isso inúmeras vezes: vimos ela pelada, de fio dental quando trocava de roupa, de milhões de jeitos que deixavam a gente maluco, os dois. Quase sempre espiando pelo buraco da fechadura da porta do banheiro ou do quarto da Romi. Ela era dois anos mais velha que a gente, mas começamos a nos dar melhor com ela. Quando não estudava, vinha pro nosso quarto zoar, ouvir música e tal. A gente ficava feliz pra caralho, porque a Romi era muito, muito gostosa: alta, magra, com uns peitões bons, e rosto bonito. Amávamos ver ela vestida com a gente, e depois, quando tínhamos chance, víamos ela pelada e batíamos uma gostoso pra caralho. Curtíamos essa tara de espiar. Sim, dois verdadeiros punheteiros. Centenas de vezes a gente falava da fantasia de comer ela entre os dois. O Gastón tava louco pela prima dele, e não era pra menos.
Imagina nessa idade, 20 anos, espiar uma mina de 22 era algo realmente quente e pesado. A gente ficava doido vendo os peitos dela, que depois eu conheci bem porque ela foi minha namorada por dois anos: dois peitos grandes, com auréolas rosadas e meio caídos, lindos, e que pareciam ainda maiores por ela ser magra, como ainda é. Com o Gastón, a gente se cansava de confessar como queria enfestar a prima dele e comer ela. Por todos os lados.
Lembro como se fosse hoje, foi uma tarde de sábado, a Romi não tinha ido pra cidade dela e ia sair com a gente pra dançar junto com uns amigos em comum meus e do Gastón. Passamos a tarde inteira na casa do Gastón, esperando a maldita oportunidade, naquele dia a gente tava mais do que tarado porque já vinha bolando um plano de espiar ela a tarde toda. O problema é que nunca surgiu a chance, porque a gente ia sair e a Romi acabou tomando banho depois do jantar, e a casa do Gastón tava cheia de parentes que tinham vindo comer. Umas nove da noite fui pra casa pra tomar banho e comer alguma coisa, quando chego, um bilhete dos meus pais que tinham ido jantar fora, coisa que eles fazem direto, tava sozinho e tive que pedir uma pizza. Tava tão excitado e na punheta que já tinha na cabeça meter uma bronha no chuveiro antes de sair. Tava arrumando a roupa, quase entrando no banheiro, quando ouço a porta de casa abrir e entra minha irmã, apressada, dizendo que tinha se atrasado e precisava tomar banho primeiro, comeu um pedaço de pizza de pé e foi pro quarto dela. Fiquei bestando sentado na mesa de casa, mexendo no celular até que a Micaela (minha irmã) sai com roupa na mão pra entrar no banheiro e quando vai entrar, deixa cair a calcinha no chão e eu olhei bem na hora, foi a primeira vez que prestei atenção em algo que não devia, a Mica tava apontando a bunda toda na minha direção, a reação foi tão instantânea que nem pensei, só olhei pra aquele pedaço de rabo e senti um formigamento nos ovos.
A Mica, como já disse, quatro anos mais velha que eu, cabelo castanho claro liso com ondas nas pontas, usava franja naquela época, baixinha, não deve medir mais de um metro e sessenta, magra, costas finas, braços fininhos, muito bonita de rosto, peito pequeno, dois limõezinhos, cinturinha fina, mas com uma bunda linda, nunca antes tinha parado pra olhar minha irmã, mesmo sabendo que ela era muito gostosa, meus amigos me enlouqueciam com Isso, mas juro que nunca dei importância até aquele dia. A Mica tem uma bunda enorme, bem carnuda, redondíssima, não gigante, mas redonda e empinada pra fora, bem big booty. Não é uma bundinha qualquer nem um melãozão... é uma maçã mesmo, uma bunda linda pra caralho. A questão é que, como eu tava contando, ela se abaixou bem na minha frente e ainda tava com umas leggings pretas que não deixaram muita coisa pra imaginação. Ela se abaixou de quatro na minha frente, juntou a roupa e entrou no chuveiro. Não sei por que, mas assim que ouvi a água cair, me aproximei da porta do banheiro. Já sabendo o que ia fazer, meu pau ficou duro, tava durinho dentro do short, eu tava descalço e pelado. Comecei a espiar pelo buraco da fechadura, mas não via porra nenhuma porque a cortina tava fechada. Esperei paciente, massageando meu pau, o coração batendo a mil por causa da safadeza que eu tava fazendo. Até que ela fechou a torneira e abriu a cortina de uma vez. Vi ela de frente, pelada, pegou a toalha e começou a se secar. Vi os peitos pequenininhos, durinhos e redondinhos, os mamilos pequenos e rosados, pontudos. A buceta toda depilada e parecia bem pequenininha, uma loucura. Ela tinha 24 anos na época. Quando pegou a calcinha, eu voltei pra mesa, primeiro porque meu pau tava durasso e segundo porque ela já ia sair. Dava pra ver que ela tava fazendo tudo na pressa. Eu tava sentado na mesa, tremendo de nervoso igual um idiota, mega tarado. Meu pau não baixava, e lembro claramente que me sentei bem pra frente pra não aparecer. Quando ela abriu a porta, tava com toda a roupa nos braços, mas saiu DE CALCINHA E SUTIÃ. Nem olhou pra onde eu tava e foi pro quarto dela. Aí eu vi a bunda dela por trás. Que filha da puta! Foi a primeira vez que vi ela de fio dental. Lembro que era um fio dental preto fininho, todo enfiado na bunda. E pela primeira vez vi a bundona que minha irmã tinha, uma das melhores que já vi até hoje, esculpida à mão, maluco. Que rabo do caralho. A Cami se trocou muito rápido e saiu. jeans apertados e não sei mais o quê, me deu um beijo e foi embora, não sei pra onde.
Com toda aquela tesão que tava na minha cabeça, não dava pra aguentar, tinha que bater uma. Quando vou indo pro banheiro, vejo o quarto da minha irmã com a porta aberta, acendi a luz e toda a roupa que ela tava antes de tomar banho espalhada em cima da cama, e vi o alvo: a calcinha fio dental que ela acabou de tirar, branca. Com fogo nas veias, peguei ela e levei pro banheiro, fechei a porta, sentei no vaso pelado, de pernas abertas. Com uma mão, abri aquela calcinha fininha branca e vi ela meio amarelada na parte que encosta nos lábios da buceta dela. Tava sozinho em casa e mesmo assim tava nervoso. Levei ela no nariz e cheirei fundo. Que cheiro gostoso de buceta que tinha aquela calcinha. Fechei os olhos e não esqueço até hoje. Bati uma com uma mão, fazendo até hoje a melhor punheta da minha vida, o pau bem duro, e com a outra mão a calcinha bem perto do nariz, sentindo o cheiro de buceta da minha irmã. Comecei a imaginar que tava comendo a Romi. Tava tão tarado que minhas bolas doíam. Mesmo batendo devagar, veio vontade de gozar na hora, e quando gozei, já tava fervendo nas bolas. Naqueles olhos fechados e na minha imaginação, veio a imagem da Cami de rabo e pelada, e nem pensei em recusar essa fantasia. Imaginei minha própria irmã de quatro e eu metendo nela com tudo por trás. Nunca tinha fantasiado uma coisa dessas, mas imaginei tão real, ainda mais vendo ela minutos antes de calcinha fio dental, que levei a calcinha na boca e chupei bem naquela parte do tecido que falei antes. Senti a calcinha meio úmida e com um gostinho salgado. Isso explodiu minha cabeça, e assim, passando a língua na calcinha da minha irmã, meu pau explodiu. Soltei o pau, que bateu na minha barriga de tão duro que tava, e gozei igual um cavalo. Sujei a barriga toda com uma gozada monstruosa, um monte de jatos de porra em cima do meu próprio corpo. Suado, terminei essa baita punheta. Quando abro os olhos, a pika ainda tava pulsando de tanta tensão da bronha.
Com bastante culpa pelo que tinha feito, me limpei, larguei a calcinha fio-dental onde tinha encontrado, entrei no banho e fui dançar com os caras. Mas naquela noite, pensei várias vezes no que tinha feito, e com o passar das horas, a culpa foi indo embora, a bunda da Cami vinha na minha cabeça e eu ficava com tesão de novo.
Espero que tenham gostado do meu primeiro relato. Quero comentários, opiniões e mensagens privadas. Até a próxima, valeu.
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