Jubilado na Argentina (49)

No táxi que nos levava de volta pra casa, Corina vinha colada em mim. Do outro lado do banco de trás, bem acomodado numa elegante capa de veludo com zíper, estava o vestido que a Gerta tinha dado de lembrança pra ela, além do perfume que ela já tinha experimentado e que tomava conta do ar dentro do carro. O motorista não era bobo e não parava de olhar pelo retrovisor, fungando de vez em quando.

Quando chegamos em casa, minha mulher sentiu o cheiro na hora. Sem dúvida era de alta qualidade e, sem ser forte demais, logo perfumou a casa. Corina, toda animada, se aproximou e minha mulher cheirou o pescoço dela. Adorou o aroma, que com o calor da pele da guria tinha ficado ainda mais intenso. De quebra, elogiou a elegância da minha nora com aquele vestido próprio. Depois, Corina sumiu pro quarto dela — o pequeno Javi tinha acabado de jantar e já tava dormindo.

Eu aproveitei pra entregar o presente que a Gerta tinha me dado pra ela, que também era um perfume de marca com um frasco lindo. Ao mesmo tempo, mostrei o que ela tinha me dado e passei um pouco na bochecha pra minha mulher sentir o cheiro. Mas ela, de quebra, me deu um beijo na boca que me deixou sem fôlego.

[list][/list][list]Você não tem ideia de como eu fico feliz em ver como todo mundo te admira, por onde você vai, todo mundo te trata como um amigo de longa data, e só por isso já te amo. Tenho certeza de que você se comportou como um cavalheiro e se despediu delas também em meu nome, viu? Já te falei… você devia acompanhar a Corina.[/list][list]
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Pra reforçar o que tinha me dito, me deu outro beijo ainda mais fogoso que o anterior. Um pigarro cortou nosso momento de tesão, era a Corina atrás da gente. Pelo olhar da Elena e o que eu devia ter feito, ela riu meio sem graça.
[list][/list][list]Mmm, desculpa ter surpreendido vocês num momento carinhoso, mas adoro ver vocês assim… O que acham de mim, como é que eu tô?[/list][list]
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Confesso que não consegui falar nada, fiquei de boca aberta como se tivesse visto uma aparição, mas a Elena conseguiu, embora com muita dificuldade.
[list][/list][list]Oooooh que maravilha, Corina, você está uma gostosa! O vestido é um primor, numa passarela chamaria muita atenção, mas vestido em você… dá um toque… não sei como dizer, é um toque pessoal…[/list][list][*][/list][list]Eu sei como dizer… você é muito gostosa, Corina… ah, desculpa, Elena, escapou![/list][list][*][/list][list]Não se preocupa, Pepe, eu tava pensando a mesma coisa mas me segurei, agora entendo por que os homens ficam com cara de bobo quando veem uma mulher gostosa igual você.[/list][list]
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Eu teria dito muito mais coisas. Aquele vestido, desfilado por uma beleza tão escultural quanto a Gerta, seria uma obra de arte feita pelos homens, mas vestido pela Corina era uma obra dos deuses. A frieza que as modelos normalmente colocam ao andar, só pra exibir o vestido, a Corina colocava toda a sensualidade do corpo dela. As curvas dela preenchiam cada centímetro do tecido, e ao olhar pra ela era inevitável que o sangue fervesse dentro de mim, com as consequências inevitáveis. Um leve piscar de olhos e o mínimo olhar que a Corina deu pra minha calça foi captado pela minha mulher, que na hora olhou pra minha braguilha. Não tive tempo de reagir e fui pego no flagra.em flagranteClaro, aqui está a tradução:

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[list][/list][list]Pepe, eu te conheço!… embora te entenda, uma gostosa dessas não se vê todo dia, se eu fosse homem, faria a mesma coisa.[/list][list][*][/list][list]Valeu, sua buceta gostosa, você é um amor mas não consegui evitar, não sei no que eu tava pensando…[/list][list][*][/list][list]Já… eu é que sei bem disso![/list][list]
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Corina deu várias voltas pra gente ver ela de todos os ângulos, minha mulher chegou perto e examinou o vestido com todo cuidado, claro que estava feito perfeitamente e, curiosamente, caía como uma luva nela. A Gerta, um pouco mais magra, talvez se encaixasse melhor nos padrões de moda de corpo, mas a Corina era uma mulher de tirar o fôlego, com certeza teria causado mais que um burburinho se tivesse desfilado na passarela.

Depois que passou a surpresa e a admiração, a Elena foi pra cozinha preparar o jantar, eu tava indo pra sala ver o noticiário e a previsão do tempo, mas a Corina me parou no meio do corredor e colocou os braços nos meus ombros.

[list][/list][list]Sério que você gostou? Você não foi muito falante quando me viu.[/list][list][*][/list][list]Não consegui falar nada, e o que eu teria dito não teria soado nada bem.[/list][list][*][/list][list]E agora não pode me contar?[/list][list][*][/list][list]Sim, agora sim, você tá uma gostosa de foder aqui mesmo, arrancava esse vestido no dente e te comia todinha e…[/list][list][*][/list][list]Tá bom, tá bom, malucão, com isso já me basta, é que eu tava com minhas dúvidas…[/list][list]
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Corina fechou os braços atrás da minha cabeça e se grudou em mim, acho que deixou o vestido marcado na minha roupa porque senti cada uma das curvas dela, esmagou os peitos contra mim e enfiou a perna dela entre as minhas coxas, fazendo meu pau escapar pra fora da cueca e descer pela minha perna. O beijo que ela me deu foi comparável ao que acabara de receber da minha mulher em força, mas em erotismo era muito superior. Por um momento, o barulho das panelas na cozinha parou e Corina foi me soltando devagar. Eu tava morrendo de medo da Elena aparecer e nos pegar naquela situação, mas tivemos sorte de novo e ela não viu nada. Quando Corina sumia pela porta do quarto dela, puxou o zíper do vestido justo e abaixou pra eu ver o que tinha por baixo. Tive que me apoiar na porta da sala. Corina não tinha colocado nada por baixo do vestido. Os peitos pularam soltos e duros e, quando o vestido caiu no chão, vi que nem uma calcinha fio-dental escondia a buceta morena. Ela se virou de frente pra eu ver bem e desapareceu.

Não ouvi nada do que a TV tava dizendo, eu via, mas na retina tinha gravada a figura nua da Corina que, junto com o sorriso safado que ela me dava toda vez que queria me esquentar, era a imagem perfeita pra ter ela sempre na cabeça.

Quando o Javier veio jantar, nem lembrou de perguntar como tinha sido a tarde. Já tinha esquecido a despedida da Ingrid e só mostrou interesse quando contamos que a Gerta tinha aparecido de surpresa. No fim do jantar, a Corina, como um agrado, pegou o vestido que ele tinha dado pra ela e apoiou no corpo pra ele ver o efeito. O Javier, como único comentário, só disse.

[list][/list][list]Não tá ruim, mas vestidos assim brilham mais na passarela com aquelas top models tão sofisticadas.[/list][list]
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Corina nos olhou desiludida e, apertando o vestido contra o corpo, devolveu ele pro armário.
Na hora de deitar, minha mulher queria conversar, queria que eu contasse coisas das amigas. Não ficou procurando minhas pernas pra entrelaçar com as dela como de costume, foi direto na minha piroca e já encontrou ela quase dura.

[list][/list][list]Olha só como você ficou sensível, o passarinho aí tá bem acordado, é só falar de mina que já vê como ele fica.[/list][list][*][/list][list]Desculpa, usa a palavra: buceta, não sei o que tá rolando comigo, mas antes, quando vi a Corina, me deu uma sensação…[/list][list][*][/list][list]Sim, já vi. Ficou de pau duro igual agora, a verdade é que a mina já tem um corpaço e com esse vestido ou qualquer outro que ela vista, fica uma gostosa. O Javier tem sorte, ela é muito bonita.[/list][list][*][/list][list]Sim, mas você já viu, né? Quase não dei bola pra ele, nem lembrou de perguntar pela Ingrid e pela Gerta, quase que também não, e do vestido nem te conto.[/list][list][*][/list][list]Já percebi, deve ser por causa do trabalho, o Javier tá muito sobrecarregado e ainda mais agora se propuseram ele pra subir de cargo…[/list][list][*][/list][list]Pois a Corina não merece esse tratamento, com certeza você teria dado atenção pra ela.[/list][list][*][/list][list]Normal, você já me conhece, o mínimo era reconhecer que ela estava gostosa pra caralho, digo, lindíssima, é o mínimo já que ela tava tão feliz.[/list][list][*][/list][list]A mina merece um pouco mais de atenção do Javier, se teu filho fosse que nem tu ela tava toda feliz, tenho que admitir que tu é mais cuidadoso, comigo sempre foi assim.[/list][list][*][/list][list]Claro, porque você é uma gostosona igual a Corina.[/list][list][*][/list][list]Hahaha, vai lá, Pepe, a gente se conhece há tempo, nunca fui gostosa, até que dava pro gasto, mas gostosa mesmo... e de tipo normal...[/list][list][*][/list][list]Normal, e esses peitos que eu tanto gosto, quem já chupou eles igual eu?[/list][list][*][/list][list]Você sabe que esses peitos só você comeu, e o resto também, e não tô reclamando, mas talvez tenha uns caras que poderiam fazer igual ou até melhor…[/list][list][*][/list][list]Como é?, então pergunta ou arruma outro pra ver como é que fazem![/list][list][*][/list][list]Não seja bobo, amor, era brincadeira pra ver o que você ia falar. Vai, chupa minha buceta que eu sei que você adora e eu… fico louca.[/list][list][*][/list][list]Nada disso, primeiro eu quero é os peitos, depois a gente vê se você merece... mas por enquanto vou te dar um castigo: você vai chupar minha pica do jeito que você sabe, mas... olha, sem me fazer gozar, isso eu já te falo onde vou fazer.[/list][list][*][/list][list]Às ordens, marido, aqui está esse par de peitos!. Hahaha.[/list][list]
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Nem preciso dizer que a ordem não foi a estabelecida. Minha mulher agarrou minha pica e meteu na boca dela, não parou até encher de porra, mas continuou chupando enquanto eu lambia o clitóris dela e a fazia gozar gostoso. O orgasmo dela não foi nada discreto, ela gemeu e ofegou competindo com a Corina do quarto dela. Percebi que, há algum tempo, isso tinha virado uma disputa de orgasmos. De manhã, a Elena acordou mais cedo que eu e, quando saí pra cozinha pegar um café, encontrei a Corina e a Elena conversando baixinho. Parece que estavam trocando confidências, porque mudaram de assunto na hora. Mesmo me fazendo de desligado, fiquei por perto até minha mulher dizer que ia tomar banho. Ela ainda não tinha se vestido, só colocou um roupão por cima pra sair do quarto. Já a Corina estava de camisola longa, mas semi transparente, que me deixava louco. A Corina esperou até ouvir a água do chuveiro pra tomar o café, depois veio até mim com a cafeteira na mão.
[list][/list][list]Quer outro café ou… prefere um café com porra?[/list][list]
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 Quando ela me perguntou, balançou os peitos pros lados, numa clara referência à porra que ia me servir.
[list][/list][list]Valeu, prefiro o café puro, a porra eu gosto separado, mas se quiser ela condensada, posso servir pra você.[/list][list][*][/list][list]Se não demorar muito, a gente pode experimentar as duas.[/list][list][*][/list][list]Adoraria, mas você tem que colaborar.[/list][list][*][/list][list]Com muito prazer.[/list][list]
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Corina abriu a camisola e puxou pra fora as duas tetas inchadas, com dois dedos em cada uma fez sair uns fios de leite que respingaram na minha cara. Eu me joguei num mamilo e, com a boca o mais aberta que consegui, envolvi toda a aréola e chupei até sentir o líquido morno e suave no céu da boca. Ela não perdia tempo, já tinha puxado minha pica pra fora e, sem mais, descobriu a cabecinha, apertando com a mão fechada. Cuspiu na palma e passou de novo, dessa vez mais devagar, de olhos fechados, concentrada, enquanto eu alternava de uma teta pra outra. Ela controlava minha ereção pra me dar tempo de esvaziar mais um pouco as tetas dela e mudava o ritmo. Eu tava quase gozando na mão dela, mesmo que a princípio minha intenção fosse encostar ela na bancada, levantar a saia da camisola e encher a buceta dela de porra, mas tudo parou quando a porta do banheiro rangeu. Elena tinha terminado antes do previsto, ou a gente tinha se empolgado demais. Fato é que, enquanto eu guardava a pica a duras penas, Corina secava os mamilos e escondia as tetas de volta na camisola.
[list][/list][list]Ufa, que calor! Ia lavar o cabelo pra ir no salão, mas pensei melhor e vou amanhã.[/list][list]
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Corina me olhou com cara de pena, teria sido uma grande oportunidade pra terminar o que a gente tinha começado, até fazer um bis, mas tivemos que nos contentar. Já a Corina, ela tomou banho mesmo e, quando saiu, tinha passado batom e colocado o perfume que a Gerta deu pra ela. Eu supus, e supus certo, que ela fez isso pra me excitar e me fazer imaginar o que a gente tinha perdido.

Quero acreditar que foi porque lembrou, mas a Elena também se perfumou quando se vestiu e passou um pouco de cor no rosto. Corina me deu uma olhada de soslaio, me fez notar a mudança de visual e, maliciosamente, insinuou se ela não tinha feito aquilo pra marcar território e se impor. De um jeito ou de outro, pra mim tanto fazia; o que me encantou foi ter as duas mulheres tão gostosas do meu lado.

No meio-dia, o Javier veio almoçar. Provavelmente era só pra cumprir tabela, mas mal entrou e já elogiou a mulher dele, além de dar um tapinha na bunda dela. Ela estranhou, mas agradeceu. Ele também fez um comentário galante pra mãe dele. Parecia que ele tinha mudado demais. Depois do almoço, tanta amabilidade se revelou, e eu tive que engolir seco. Ele me deu um envelope e disse.

[list][/list][list]Papai, sinto muito te dar essa notícia chata, mas aqui estão as passagens para a Espanha. Não tinha falado nada, mas andei olhando há dias as possibilidades pra vocês ficarem mais um tempo com a gente, mas as companhias aéreas não tinham mais vagas pra frente. Aí, como teve um cancelamento, consegui duas pra vocês.[/list][list][*][/list][list]Entendo, filho. Pra ser sincero, não posso dizer que tô feliz, sei que um dia ou outro ia ter que ser, mas na minha cabeça eu tentava não pensar nisso. E pra quando é?[/list][list][*][/list][list]Olha você mesmo, estão reservados, mas se não quiserem, a gente deixa pra lá e eu cancelo.[/list][list][*][/list][list]Não, cara, não. Se foi você que fez, tá tudo certo, só é... que a gente não queria voltar ainda, mas assim é melhor. A gente precisa fazer umas reformas em casa e vai ser melhor pra nós.[/list][list]
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 Abri o envelope, as passagens já estavam no nosso nome e com uma data curta demais, oito dias à frente, um nó se formou na minha garganta e olhei pra minha mulher, pra aquela buceta, naquele momento percebi que aquela buceta voltaria a ser buceta e não Elena como a tinham chamado.batizadoe mostrei a data pra ela, os olhos dela também se encheram d'água, ela pegou o pequeno e abraçou ele, as lágrimas escorrendo pelas bochechas quando passou ele pra mim, eu também apertei ele contra o peito, o menino, claro, não entendia nada, mas instintivamente me viu chorando e sentiu que algo tava errado, e começou a choramingar também. Quando olhei pro meu filho, ele tinha virado de costas pra gente não ver que ele tava na mesma.

                                      Corina não se segurou e os olhos lindos dela se encheram, ninguém falou nada, as mulheres recolheram a mesa em silêncio, eu não larguei o menino, agora cada segundo com ele contava. Pensei que podia dar merda de última hora e eles não conseguirem vir, e aí quem sabe quando eu ia abraçar ele de novo. Queria ver ele andar, me chamar de Pepe em vez de vovô, e todas essas coisas que a gente, os avós, adora. Virei pra cozinha, o que vi me surpreendeu, mas adorei: Corina abraçava minha mulher, as duas se fundindo num abraço apertado, soltando tudo que sentiam. Já não seguravam as lágrimas, as duas choravam sem parar.

                                      Meu filho olhou o relógio, sabia que ainda era cedo pra voltar ao trabalho, mas preferiu sair de casa. Deu um beijo no filho dele e uma palmada no meu ombro, com um aperto que dizia tudo, e saiu sem fazer barulho.

                                      A tarde prometia ser tensa, as mulheres ainda soluçavam, já iam se acalmando, mas de vez em quando se abraçavam de novo. Eu não largava o menino, e ele dormiu nos meus braços. Só olhava pra ele e me dava vontade de chorar de novo, tão pequeno, e mesmo que eu visse ele pelo Skype, já não seria a mesma coisa. O cheiro de bebê, de colônia, ou até da buceta que ele mamava, iam me lembrar pra sempre daquela criatura.

                                      A tensão foi baixando devagar, e as mulheres já cuidavam de cada uma de uma coisa, quando o telefone tocou. Corina atendeu. Tava conversando no quarto dela, quando saiu com uma cara que não consegui interpretar, só falou pra gente.

[list][/list][list]Era a minha mãe, ela perguntou se a gente ia estar em casa porque tava pensando em vir ver o moleque e a gente, claro, daqui a pouco ela chega.[/list][list]
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Percebi que durante todo esse tempo não tinha lembrado dela, desde que soube das aventuras dela pela Marga não tinha caído na ficha que a gente também precisava se despedir dela, e com mais razão ainda porque era da família, minha consogra Viviana, que mesmo tendo um jeito totalmente diferente, nos recebeu maravilhosamente, principalmente a mim.

Quando ela chegou, a primeira coisa que fez foi sentir o ar, logo percebeu que tinha um cheiro de perfume e que era de alta qualidade, só não conseguiu adivinhar a marca. Corina contou que a amiga Gerta tinha dado de presente, explicou por cima que ela tinha virado uma modelo cobiçada e que o perfume ainda não tinha sido lançado. A mãe dela adorou tudo aquilo e, pra compensar e evitar que ela ficasse com inveja, passou um pouco pra ela experimentar. Do vidro que tinham dado pra minha mulher, sabiamente, não mencionou.

Viviana não era nada boba e logo percebeu o clima sério que tava rolando em casa. Corina ficou encarregada de contar tudo sobre a volta pra Espanha e a estadia deles enquanto durasse o curso. A reação da mãe dela surpreendeu todo mundo.

[list][/list][list]Ah, que ótimo, assim vou poder visitar vocês por uns dias, vou adorar ir.[/list][list]
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A Corina já conhecia bem a mãe dela e, com um certo tom de provocação, falou pra ela.
[list][/list][list]Mãe, todo mundo aqui tá triste porque vocês têm que ir embora e a gente também tem que ir, e você só se importa em fazer um passeio![/list][list][*][/list][list]Mulher… bom, sim, me desculpem, é uma chateação, mas na hora pensei que, tendo todo mundo ali e com casa…[/list][list][*][/list][list]Mamãe, vê se eu te explico!… meus sogros têm uma casa própria pra eles e agora precisam fazer uma reforma grande pra gente se acomodar e a estadia sair mais em conta. Olha só que legais, eles oferecem todas as facilidades pra gente não sentir falta de nada, mas se você quiser ir… tem hotéis na Espanha, sabia?[/list][list][*][/list][list]Claro, Corina, por favor, era só uma ideia. Vou propor pra minha amiga Olga e quem sabe a gente se anima e faz uma viagem surpresa juntas.[/list][list][*][/list][list]Isso está melhor, a Corina tem razão, nossa casa não é grande, mas vamos adorar mostrar pra vocês o melhor que tem pra ver por ali perto.[/list][list][*][/list][list]Valeu, o que sinto é que não vou ver meu netinho tão cedo.[/list][list][*][/list][list]Você vai poder ver pela internet, igual o Pepe e a Elena viam antes, não é a mesma coisa, mas…[/list][list]
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 Com esse "mas", Corina deixava claro que, de qualquer forma, não se preocupava muito com o neto dela.
[list][/list][list]Que pena que vocês vão embora! Justamente, Pepe, tenho um favor pra te pedir e agradeceria se você pudesse…[/list][list]
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Corina se retesou igual uma pantera pronta pra atacar e eu tava na expectativa.
[list][/list][list]Não é nada trabalhoso, você resolve isso num instante. O que acontece é que mandei fazer cortinas novas pro meu quarto e não encontro ninguém pra colocá-las. No total, seria só tirar as velhas e colocar as novas, mas como elas têm o mecanismo dos trilhos pra abrir, não me viro sozinha. Se você pudesse vir…[/list][list]
[/list]

Minha mulher me olhou, inocente como ela é, me suplicou com o olhar pra fazer aquele favor pra ela, sabia que pra mim não era problema nenhum, em casa eu cuidava de todas essas paradas, mas não tive desculpa e aceitei.
[list][/list][list]Não se preocupa, Viviana. Vou passar lá um dia desses e resolver isso.[/list][list][*][/list][list]Ah, obrigado, sabia que você não ia me decepcionar, hoje mesmo tá me caindo bem, como sempre tô pra lá e pra cá…[/list][list][*][/list][list]Sim, o Pepe tá indo muito bem essa tarde, mãe, e como eu não tenho nada pra fazer, vou acompanhar ele caso precise ajudar, quatro olhos enxergam mais que dois.[/list][list][*][/list][list]Não precisa, filha, eu já vou ficar de olho, nem que seja só pra segurar a escada pra ela.[/list][list][*][/list][list]Não é incômodo não, vou com você e num instante a gente resolve tudo, e se tiver mais alguma coisa, também.[/list][list]
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 Viviana não conseguiu achar mais desculpas, embora a companhia da filha não fosse nada conveniente para ela. Queria fazer uma despedida inesquecível, mas a filha não era nada ingênua e sabia dos seus planos. Ficamos só mais um tempinho em casa e os três saímos para a casa da Viviana. Minha mulher ficou com o menino, bem à vontade.

A casa da Viviana estava impecável, com todos os enfeites de decoração de muito bom gosto, móveis e cortinas muito elegantes. Ela não tinha problemas financeiros, e o único vício dela era sexo — não se privava de nada. Junto com a amiga Olga, viviam a vida ao máximo.

Ela nos levou até o quarto. Tinha uma janela grande com umas cortinas muito chamativas para o meu gosto, mas ela era exagerada em tudo e gostava delas assim. Na hora, trouxe as novas, que eram mais ou menos do mesmo tipo, a escada e a caixa de ferramentas que tinha comprado há um tempo para quando eu viesse. Ficamos testando as medidas e, de fato, a montagem era um pouco trabalhosa. Então subi na escada e fiquei de olho em como a outra estava. Enquanto isso, fui descendo a cortina, e a Corina ia pegando. Ela dobrou e foi deixar num outro quarto.

Quando a mãe dela entrou, já tinha tomado o lugar e tentava me ajudar segurando minhas pernas para eu não cair da escada. As mãos dela procuravam se apoiar no mais perto da minha braguilha, e sem querer meu pau começou a se animar só de lembrar das vezes que eu tinha furado o cu daquela mulher gostosa. Por sorte ou por desconfiança, a Corina voltou rápido e viu como ela ia apalpando minha entreperna enquanto eu tirava a cortina. Na hora, ela tossiu para se fazer notar, e a Viviana tirou as mãos. A Corina mandou ela sair dali e esperou eu entregar a outra cortina.

A sorte me ajudou porque, depois de um tempo, tocou a campainha da rua. Na hora, entrou... como um vendaval, Olga, a amiga da Viviana.

[list][/list][list]Fala aí, galera. O que você tá fazendo agora, Viviana? Vim de propósito te buscar pra gente ir pra... minha casa. Tô com umas visitas urgentes e quero que você venha comigo.[/list][list][*][/list][list]Desculpa, Olga, é que o Pepe tá colocando as cortinas pra mim e minha filha Corina tá ajudando ele, mesmo eu querendo fazer isso.[/list][list][*][/list][list]Então, motivo de sobra, deixa eles com as cortinas e vem comigo pra minha casa.[/list][list][*][/list][list]Mas por que tanta pressa, hein?[/list][list]
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Olga, em voz baixa, mas que dava pra gente ouvir, disse pra ele.
[list][/list][list]Olha, Viviana, lá embaixo no carro estão o João e o Paulo, os dois brasileiros… Lembra? Aqueles que tinham uns paus enormes… Custou pra caralho juntar os dois, e hoje eles apareceram aqui em casa.[/list][list][*][/list][list]Meu Deus, logo hoje… e o que você quer que eu faça.[/list][list][*][/list][list]Já te falei, deixa o Pepe, que ele é muito habilidoso com a Corina, e deixa eles fazerem o que quiserem. Você sabe que o Pepe é um artista e sua filha já é crescida e responsável. Vamos nessa, que oportunidades como essas não aparecem sempre.[/list][list]
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 Viviana olhou pra gente sem saber o que fazer, mas Corina deu uma força pra ela.
[list][/list][list]Fica tranquila, mãe. A Olga tem razão, a gente pode fazer o mesmo que você faria e deixar tudo arrumadinho… sem pressa. Enquanto isso, você cuida das suas visitas do jeito que só você sabe… vai, fica sossegada.[/list][list]
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 Era o empurrão que faltava, ela logo arrumou o cabelo um pouco e passou batom nos lábios, ainda deu tempo de dar o perfume novo pra Olga cheirar e as duas saíram voando. Corina me fez descer da escada rápido e a gente espiou pela janela, lá embaixo na rua estava o carro da Olga, Viviana entrou atrás porque na frente tava ocupado por um braço preto musculoso, pela outra janela de trás aparecia outro braço igualmente preto ou mais e com uns bíceps que pareciam minha coxa, pelo movimento do carro dava pra adivinhar as séries de beijos que trocaram e o carro arrancou em direção a Villa del Parque.

Eu voltei pra escada e a Corina foi me passando a cortina nova, como já tinha tirado a outra já sabia o sistema pra colocar e num instante pendurei elas, tava ajustando quando senti a mão da Corina no mesmo lugar que a mãe dela tinha passado um momento antes, mas ela não se contentou só com isso, aproveitando que eu tava com as mãos ocupadas ela abaixou minha braguilha e num movimento rápido tirou minha pica pra fora, eu tava num degrau da escada que ficava na altura do rosto dela e ela não teve problema de enfiar a pica na boca, o prepúcio ela puxou com os lábios ao meter e a língua dela acariciou o freio, só abriu a boca pra me dizer.

[list][/list][list]Chega, Pepe, já tá bom demais. Tenho uma ideia: a cama da minha mãe é King size, vamos aproveitar ela. De qualquer forma, ela já tava esperando isso. Vai ser uma delícia foder nela.[/list][list][*][/list][list]Ela vai perceber que vai ficar toda arrebentada.[/list][list][*][/list][list]Melhor, mesmo que eu faça, ela vai perceber, assim vai saber que eu também tenho bom gosto e de quebra vai lembrar das vezes que ela deu aqui com meu marido.[/list][list][*][/list][list]O que você acha, Corina? Você sabia disso?[/list][list][*][/list][list]Claro, Pepe, cê acha que eu sou burra? Conhecendo minha mãe e o Javier, tava na cara, e o cheiro da buceta da minha mãe é inconfundível.[/list][list]
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Já não quis mais discutir, o que eu ia dizer? Quando afastei a escada, a Corina tinha destapado a cama e deixado só o lençol, queria que a roupa cheirasse a sexo e isso a gente sabia fazer bem.

Com o pau ainda pra fora, ela me puxou a calça e a cueca juntas e eu só precisei tirar o suéter pela cabeça, ela já tinha tirado a camisa e estava soltando a saia quando eu já estava na cama, estendi a mão pra ela subir, de tirar o sutiã e a calcinha eu cuidava e não demorei pra fazer isso, a mina se espreguiçou curtindo o frescor do lençol, devia ter trocado naquele dia porque cheirava a recém-lavado e passado, me abracei na Corina e passei os braços por trás dela, quando tirei já tinha soltado o fecho do sutiã e a peça ficou vazia do lado dela, os peitos ficaram como se eu não tivesse tirado, eretos e cheios, coroados pelos mamilos morenos e as aréolas enrugadas.

Me joguei no esquerdo, não demorei pra sentir o gosto da buceta, mas não chupava, só lambia, e o mamilo ficava duro e áspero, eu mordia e esticava até deixar pontudo, a Corina pegava os dois peitos ao mesmo tempo e juntava pra eu passar de um pro outro, ela abriu espaço entre as pernas e apoiei o pau na calcinha, sentia através do tecido o calor que saía da buceta, ela abria as pernas esperando que os lábios escapassem da peça mínima pelos lados, mas ao contrário deixava a fresta apertada e se encaixava entre os lábios. Beijei o pescoço e os ombros dela até chegar na garganta, ela deixava eu beijar virando a cabeça pra não sobrar nenhum centímetro de pele, os lóbulos das orelhas estavam entre meus lábios, com cuidado pra não soltar os brincos e engolir eles.
teria sido um problemão-.
Meus lábios subiam até a raiz dos cabelos dela, ela se virava como uma gata no cio, buscando minhas carícias. Virou-se para que eu continuasse pela nuca, seus ombros nus me receberam e, ao passar pelo meio das costas, ela ficou com a pele arrepiada e os pelos eriçados. Ela levantava a bunda pra que meu pau continuasse acariciando ela entre as nádegas, fui empurrando o máximo que a calcinha permitia, beijando ela pelas costas e, ao passar pelos lados, vi como os peitos dela se projetavam pelas laterais. Beijei a base dos seios e ela se ergueu um pouco pra tirar os mamilos pelos lados, pra não deixar de receber meus beijos.

Ao chegar na cintura, ela arqueou os quadris e eu beijei as covinhas dela, passei os dedos por baixo do elástico da calcinha e os afastei, puxando devagar pra baixo. A peça foi enrolando nas nádegas até ficar pendurada entre as coxas. Corina levantou as pernas pra que eu pudesse tirá-la, depois as abriu devagar, enquanto com as mãos pegava as bandas da bunda e as separava. A pele morena da bunda escurecia a cada momento ao se juntar, até emoldurar o buraquinho enrugado no centro. Deitei sobre as costas dela, deixando meu pau entre as pernas dela, com a cabecinha podia sentir o calor úmido que ela exalava, e fui subindo pelas costas dela até me apoiar contra ela. Minha boca beijava a nuca dela de novo e os pelos dela se eriçavam outra vez. Corina virou o rosto e me disse, suplicante.

[list][/list][list]Pepe, pela minha mãe, enfia em mim onde quiser, mas enche minha buceta com teu pau.[/list][list][*][/list][list]Não, Corina, quero que você escolha.[/list][list]
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Ela hesitou um pouco e, por conta própria, foi subindo e descendo o quadril, fazendo meu pau percorrer os lábios dela até o cóccix. Eu sentia tudo.paisagemdo passeio, a aspereza do ânus, a maciez dos lábios menores, a umidade da buceta e a dureza do clitóris, ela sem pressa estava pensando, pra mim não teria custado nada empurrar, sabia que acertaria por onde fosse, mas ela insistiu mais um momento roçando em mim com o clitóris, já estava tão duro que me impedia de continuar entre os lábios dela, ficava encaixado.

Ela levantou um pouco mais a bunda, pegou minhas mãos e as colocou debaixo pra eu pegar nos peitos dela, deixou na sorte, quando subi sobre ela ninguém sabia onde ia meter a pica e foi a umidade que decidiu, a xota estava tão molhada que não ofereceu resistência, só a sensação escorregadia e fui entrando.

A cada empurrão ela levantava a bunda e a pica ia entrando totalmente alinhada sem pressionar em lugar nenhum, quando cheguei no fundo ela fechou as pernas e me obrigou a abrir as minhas em volta dela, me aprisionou a pica como tinha feito antes com a boca.

Segurando nos peitos dela, puxava eles pra baixo mas era eu que deslizava pelas costas dela e subia me enfiando na xota cada vez mais, o suor que nos lubrificava facilitava o caminho até que, num momento, ela caiu deitada no lençol, esticou os braços em cruz e abriu as pernas, consegui entrar um pouco mais mas tive que ficar parado porque os espasmos que percorreram ela faziam mais efeito do que qualquer movimento meu. Os gemidos abafados contra o lençol mal se ouviam, alguma palavra solta, me incentivando a continuar metendo a pica, eu preferia ver ela debaixo de mim se mexendo sem juízo.

Com os braços totalmente abertos ela não chegava nem perto das bordas da cama e mexia eles sem controle com toda liberdade, as pernas se moviam igual imitando a figura do anjo na neve, mas aos poucos foi se acalmando até ficar com a cabeça virada de lado, achei que ela estaria desconfortável, me abracei nela e os dois rolamos sobre. a cama, ela ficou por cima de mim de barriga pra cima, eu não tinha soltado os peitos dela e ela não tinha deixado meu pau sair da buceta dela.
                                      Ela foi subindo em cima de mim, escorregava como se a gente tivesse sabão no meio e meu pau saiu, junto com ela uma fonte de sucos da buceta dela molhou ela e me molhou, depois foi descendo, meu pau esperava por ela e ela sabia, levantou os joelhos e com as mãos segurou eles pra cima, eu mantinha ela presa pelos peitos e ela foi se deixando descer, logo percebi, já não estava tão quente nem tão molhada como antes mas ela continuou descendo. Meu pau bateu como se fosse numa parede mas notei que tinha umas pulsações que faziam afrouxar a resistência, as pulsações foram aumentando e o pau foi ganhando terreno, já não estava tão esmagado como antes e agora ia voltando à forma original de ponta e essa ponta já entrava, foi um momento de indecisão quando, de repente, me invadiu uma sensação de paz, meu pau já estava dentro da Corina, o tronco não ofereceu dificuldade e foi escorregando até o fundo.
                                      Com as mãos nos peitos sentia as batidas do coração da Corina, eram reflexo fiel do que tava rolando no corpo dela, o auge tinha sido no momento do orgasmo mas quando meu pau lutava pra entrar no cu dela também tinha acelerado, agora marcava um ritmo acelerado mas regular, me surpreendeu notar como voltava a acelerar até um ponto crítico em que outro orgasmo sacudiu ela de novo, dessa vez estando por cima de mim de barriga pra cima só presa pelos peitos e pelo cu ela se mexia com mais liberdade mas também com mais descontrole, a cabeça dela balançava na minha gritando e gemendo sem nenhum pudor, ela tava gozando na cama da mãe dela com uma pessoa que a mãe dela teria desejado ter dentro dela, o prazer era uma mistura de vingança e prazer próprio, sabia que teriam poucas chances de repetir um ato tão livre como essa tarde, sem sem medida de tempo nem de espaço, e por isso se soltou em dois orgasmos quase seguidos e… não era o último que queria gozar essa tarde.

[list][/list][list]Ai, meu Deeeus! Que prazer você me deu, Pepe, quase morri de tanto tesão.[/list][list][*][/list][list]Já percebi que teu coração tava batendo no talo.[/list][list][*][/list][list]Sim, mas você ainda não gozou.[/list][list][*][/list][list]Pra mim, o maior prazer é ver você gozar.[/list][list][*][/list][list]Nada disso, aqui ou todo mundo vai ou ninguém vai![/list][list]
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Ela se levantou com dificuldade, as pernas tinham ficado dormentes de tanto tempo levantadas, mas quando conseguiu sentar em cima de mim, se ergueu e tirou meu pau do cu dela. Não chegou a sair de cima de mim, só foi recuando pra trás até deixar as coxas de cada lado da minha cabeça, se abaixou e procurou o que tinha na frente. Meu pau a esperava quase ereto, do jeito que ela tinha deixado, e depois de passar a língua nele, foi chupando toda a haste até voltar pra ponta, fechou os lábios e empurrou. Pra mim, deu a sensação de que ela tava metendo na buceta dela ou no cu dilatado de novo, porque só separava os lábios o suficiente pra ele entrar roçando até chegar na garganta dela.

Eu não calculei todos os detalhes, na frente dos meus olhos eu tinha motivos pra me preocupar com ela também. Com os lábios da buceta morena abertos, ela me deixava ver o interior rosado, os lábios menores um pouco mais escuros e a entrada da vagina que escorria os sucos sem parar. Um pouco mais acima, o esfínter tentava voltar a ficar fechado, mas custava a conseguir porque meu diâmetro não era normal. Pra ela, todas essas coisas não importavam naquele momento, ela se concentrava de corpo e alma em chupar meu pau e em não deixar nenhum pedaço sem lamber. Ela me conhecia mais que o marido dela e sabia o que fazer e como. Deixou meu pau duro como uma vela, com a cabeça vermelha no começo, mas que foi ficando roxa quando a excitação chegava no limite. Brilhava com toda a tensão que o prepúcio puxado pra trás na haste permitia, e as bolas grudadas.

Minha língua percorria o clitóris dela, levantando o capuzinho, deixando ele brilhante como uma amêndoa descascada. Ela mexia os quadris tentando se esquivar pra não gozar antes de mim, mas eu segurava ela com as mãos em volta dos rins e a cara enfiada entre as virilhas. Foi uma batalha de titãs, nós dois queríamos. ganhar, mas ninguém queria chegar primeiro, o que a gente queria era gozar ao mesmo tempo e a gente sentia isso no sexo um do outro.
                                      Quando o milagre aconteceu, foi uma explosão e uma libertação ao mesmo tempo, a gente não se separou, queria dar o máximo de si um pro outro, abraçados, ela nas minhas pernas e eu nas dela, continuamos lambendo e chupando enquanto os sentidos estavam tão sensíveis que a gente pulava como se tivesse levado um choque.
                                      Não me importei que a mina se derramasse na minha cara e na minha boca, acho que foi uma ejaculação feminina mais do que um vazamento brusco de fluidos, ela deve ter pensado o mesmo, meu pau cuspiu uma quantidade de porra que era quase impossível segurar na boca dela e escorria pelo canto dos lábios, o lençol ficou cheio de manchas que não deixavam dúvida sobre a batalha que rolou ali, eu tava mais preocupado que a Corina com o que a mãe dela pensaria, mas ela tava segura de que não diria nada, tinha muito o que calar, tinha dado pro marido dela por muito tempo e a mãe já tinha desconfiado por várias marcas que notou, agora era a hora de contar sem escândalo que ela também sabia foder e com o homem que ela sempre quis ter. Com certeza nessa hora a Viviana tava sendo penetrada por um brasileiro ou talvez por dois com uns pauzões enormes, mas não com o meu, ela tinha bom gosto e ia se arrepender.
                                      Corina sabia positivamente que as gozadas que a gente tinha dado eram das melhores que a gente já tinha curtido, mas ela tinha tido três orgasmos e eu um, embora pra mim já bastasse, pra ela parecia injusto.

[list][/list][list]Pepe, obrigado… você me levou ao céu, é meu homem na cama e no… Melhor eu não falar.[/list][list][*][/list][list]Melhor você não continuar, Corina, eu te entendo e se você disser isso vai me machucar, afinal de contas seu marido é meu filho e eu amo ele loucamente, o nosso é impossível.[/list][list][*][/list][list]Sim, eu sei, mas… mas seria tão gostoso…[/list][list][*][/list][list]Talvez em outra vida, quem sabe.[/list][list][*][/list][list]Queria uma coisa, mas não sei se posso te pedir.[/list][list][*][/list][list]Você já sabe que seus desejos são ordens pra mim.[/list][list][*][/list][list]Queria que você me fizesse o love igual faz com sua mulher.[/list][list][*][/list][list]Você acha que o que a gente tem feito foi só sexo?[/list][list][*][/list][list]Já sei que não, mas queria que você me tratasse como sua mulher, que me fizesse sua, que gozasse dentro de mim, preciso me sentir toda sua.[/list][list]
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 Corina se aninhou no meu peito enquanto me dizia isso, não ousava me olhar na cara, estava me pedindo para fazer dela minha mulher. Sempre soubemos nosso lugar, o que ela pedia agora era extraordinário, nunca pensei que fosse me pedir isso, e muito menos com aquela voz trêmula, aquela voz não era sensual, era puro amor.

Abracei ela como se fosse a primeira vez, na verdade era assim mesmo, procurei sua boca e a encontrei, foram beijos sem fúria, eram doces, buscando chegar à alma, e seus peitos, mesmo esmagados contra mim, não ficaram duros como sempre, agora estavam quentes, ela me procurava para pulsarmos juntos os corações, não buscamos nossos sexos, eles se encontraram, por obra da natureza ou sei lá, meu pau entrou nela, ela me recebeu com as pernas abertas, mas não totalmente abertas como quando queria ser fodida, agora simplesmente me recebia dando boas-vindas, nos movemos devagar, sem nenhum ardor explosivo, parecia que não éramos nós que empurrávamos para entrar e sair, alguém fazia isso por nós, por isso quando chegou o momento do orgasmo, não foi buscado nem calculado, foi natural, ela tremeu e eu senti um relâmpago da nuca até os ovos e explodi, não sei de onde saiu a porra, mas enchi ela de sêmen.

Continuamos abraçados até meu pau desistir, já tinha feito demais por nós, quando saiu, esperava que sujássemos o lençol de sêmen, mas não, da buceta dela não saiu nada, só um pouco de fluxo que nem chegou a escorrer.

Ainda ficamos um bom tempo abraçados até nos levantarmos e tomarmos banho, quando voltamos, o lençol estava seco, mas as manchas ainda estavam lá, falei para ela pegar outro lençol, trocar e dar qualquer desculpa para a mãe dela, mas ela me disse.

[list][/list][list]De jeito nenhum, quero que minha mãe saiba o que rolou aqui hoje e ela vai ficar com inveja de mim, tenho certeza que não vai trocar o lençol por um bom tempo só pra sentir o cheiro de você e de mim, porque outra coisa minha mãe não tem, mas sabe reconhecer uma foda de um ato de amor.[/list][list]
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 Ela me deixou sem argumentos, de alguma forma sabia que ela tinha razão e, pela primeira vez, acreditei na discrição da Viviana. Naquele momento, me arrependi de ter sido tão duro com ela, mas acho que foi necessário, mesmo que ela merecesse uma boa foda de despedida.

Pegamos a escada e as cortinas velhas, Corina arrumou a cama de novo. Imagino a reação da Viviana quando visse e sentisse o cheiro do campo de batalha.

Íamos pegar um táxi, mas Corina quis voltar para casa andando. Ela passou o braço na minha cintura e eu coloquei o meu por cima dos ombros dela.
Continua.
 
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