Fui com minha gostosa no estádio.

Fui com minha gostosa no estádio.

Fala, queridos leitores! Essa é a minha primeira história e também sou novato aqui no site. Espero que curtam o trampo que tô apresentando pra vocês. Sem mais enrolação, bora começar:



Fui com minha gostosa no estádio.


Essa história que vou contar é sobre eu e minha namorada. Minha descrição não importa nada, sou um cara normal. Agora, minha namorada Julieta é uma gostosa de 20 anos, tem uns peitos pequenos e firmes que compensa com uma bunda bem redondinha e empinada. Ela é magrinha, branquinha, cabelo castanho e olhos castanhos claros. Ela é muito gente boa e simpática, mas tudo isso tem um lado negativo: ela é bem putinha.
E falo isso porque conheço ela, adora andar bem leve de roupa e no verão é um inferno sair na rua com ela porque é muito óbvio quando os caras ficam olhando, e o pior é que, ao perceber, a danada da puta ainda rebola mais e faz carinha de safada.

O negócio é que, num certo domingo, eu tinha comprado dois ingressos pra ver meu time local, que acompanho bastante. Infelizmente, o amigo que ia comigo cancelou em cima da hora, meio-dia, e o jogo começava às 15h. Sentei na mesa pensando no que fazer com o ingresso extra. Vender? Não tinha paciência pra isso. Dar de presente? Não tinha pra quem. Aí me veio a ideia mais idiota até agora: ir com a Juli, minha namorada... Liguei pra ela e convidei. Mesmo ela dizendo que não gostava de ver futebol, no fim aceitou pra passar um tempo juntos, e combinamos que eu passaria buscá-la em uma hora. Meu pai me emprestou o carro e fiz a viagem curta até a casa dela. Toquei a campainha e ela me atendeu.


vadia mãe" – pensei.Julieta tava usando umas leggings pretas bem justinhas que marcavam por baixo uma fio dental rosa, já que os fios apareciam na cintura dela, um tênis esportivo e a camisa do time que o irmão mais novo emprestou pra ela, mas ó, ela amarrou ela tipo cropped, deixando o umbigo de fora, além de um rabo de cavalo no cabelo, toda maquiada. Tava muito putinha.—Vamos? —ela me disse.

—Dá licença, então.


Fui com minha gostosa no estádio.No caminho, já fiquei bolando na cabeça o momento de merda que ia passar, ainda mais que a popular tá cheia de uns caras verdes que veem uma gostosa e já começam a se esfregar na hora, e isso sem contar como minha mina tava. Quando cheguei, procurei um lugar o mais tranquilo possível, o que não adiantou nada, porque depois de alguns minutos correndo, o campo tava lotado. Começou o jogo e notei uns três caras uns degraus acima, na diagonal, bem brutos, xingando os jogadores e parecendo meio bêbados. Quase no fim do primeiro tempo, meu time faz o primeiro gol, e aí... Minha mina, que tava bem de boa, começou a gritar de pé e dar pulinhos agarrada na grade. Os caras de trás começaram a zuar:-Esaaaa é assim que se joga!!
-É assim que eu gosto de vir no estádio!!
-Que partida linda pra caralho!!
Tudo isso acompanhado de vários assobios, que deixavam minha mina ainda mais motivada e se exibindo mais, passando a mão no cabelo, rebolando a bunda apoiada no parapeito e pulando fazendo as tetas balançarem. No intervalo, a gente sentou.- Ai, meu amor, tô com sede, me compra uma Coca? - ela falou com a voz manhosa de sempre. - Fechou, espera o vendedor passar. - Ali parece que eu tô vendo ele...Pois é, o vendedor tava no endereço que eu tava vendo, mas tava bem longe e ainda tava se afastando mais.—Ah, beleza, já volto.

—Fala, meu amor — e me deu um beijinho.

Eu ia andando e ouço ela gritar:

—E uma comida também!

—Fechou! — respondi.
Tava andando e passei perto daqueles caras que eu mencionei antes, e ouvi um falando pro outro: "tá com fome, meu amor... sabe como eu dou de comer pra ela?". Não dei bola, mas consegui ver eles um pouco mais de perto e reparar como eram: dois dos caras tinham uns 30 anos, morenos altos, um deles usava boné e o outro cabelo comprido, já o terceiro me surpreendi ao ver que era um moleque, uns 15 ou 16 anos, mais ou menos.

Quando alcancei o vendedor, a espera foi interminável até ele me atender, comprei um copo de refrigerante grande e dois cachorros-quentes. Quando cheguei no meu lugar, estranhei não ver minha namorada, mas não liguei muito até começar o segundo tempo do jogo, se ela foi no banheiro, tava demorando pra caralho. Até que finalmente caiu a ficha que os 3 caras de trás também não estavam mais lá, e já esperei o pior.

Fui pros banheiros próximos e não encontrei eles, tinha muita gente, mas minha mina não tava em lugar nenhum, e pensei... "Os banheiros dos fundos". Fui andando rápido, quase trotando até lá, que eram os menos usados, e me deparei com uma tábua de madeira atravessando a moldura da porta vazia com uma placa de "interditado". Entrei sem fazer barulho, no chão tinha poças d'água, parecia que tinha goteiras, vazamentos nos canos ou algo do tipo, caminhei pelo corredor escuro em forma de "L" e espiei a cabeça. A imagem que vi era foda:

Os 3 caras de pau duro, com as picas pra fora das bermudas, formando um semicírculo NA FRENTE DA MINHA NAMORADA, ela vestida, de joelhos chupando paus como uma louca... Cuspia e masturbava eles, alternando "chup chup chup muah chup" era o som que ecoava pelas paredes daquele banheiro. A baba misturada com o líquido pré-seminal escorria pelo queixo dela, deixando fios meio brancos no chão. Fiquei ali no corredor vendo eles de lado, sem que percebessem minha presença, já que tava bem escuro por causa da pouca iluminação e da merda da luz. ângulo de visão.
—Vai, puta, chupa, chupa, se você adora ficar mostrando essa buceta pra gente. — Dizia o de boné.

— É isso aí, gostosa, tava com fome? Toma aqui pra comer... — Comentou o de cabelo comprido enquanto pegava a Juli pelos cabelos e puxava ela pro pau dele até chegar na garganta.

*Glup glup glup*
-Sim, sim, sim, adoro chupar ela, me dá de comer!

*Glup glup ghghgh*


Fui com minha gostosa no estádio.E continuava chupando enquanto eles caíam na gargalhada e batiam punheta na boca dela, xingando ela de tudo, "girl slut", "chupadora de pica", "slut de merda". Num dado momento, o de cabelo comprido agarra ela pelo braço, coloca ela de pé contra um mictório, de costas pra ele, e puxa a legging dela pra baixo, deixando a fio-dental à mostra entre aquelas duas bundinhas rosadas...*Tas!*- a bunda direita da Julieta estala com o tapa que o cara acabou de dar nela.-Ayy, minha rabeta...! -Cala a boca, puta, era isso que você queria, não era?

*Tas! Tas!*

Ai, não me bate! Tá doendo..." – ela dizia, fazendo biquinho e olhando pro cara, virando a cabeça pra trás pra fazer contato visual.

"Ah, minha vida, mas que gostosa você é! Me perdoa, mas é que olha como você me deixa com essa sua bunda.
O moreno segurou a rola com uma mão e dava tapinhas na bunda da minha namorada, "é isso que você quer?" ele dizia; ela olhava nos olhos dele: "sim, por favor, me dá", em seguida com a outra mão ele puxou a calcinha fio dental pro lado e enfiou tudo na buceta dela de uma só vez.-Uff!!.- ela bufou, revirando os olhos e mordendo os lábios.

-Porra, que apertadinha que ela é!- Dizia o vagabundo enquanto começava o vai e vem.

-Isso, me fode toda! Me dá pica! Me dá pica!.
Lá estava minha namorada naquele banheiro vagabundo, apoiada com as duas mãos no mictório, empinando a bunda, com uma perna esticada e a outra na ponta do pé, com a calça arriada, enquanto um cara qualquer metia nela, segurando a cintura dela com uma mão e enfiando a outra por baixo da camiseta, acariciando os peitos dela. Os outros dois caras que estavam se masturbando pareciam não aguentar e se aproximaram, deixando a cintura perto do rosto da Juli, que soltou uma das mãos para masturbar e chupar os dois paus.-Deita ela de lado." — Disse o cara de boné.Fui com minha gostosa no estádio.


Em cinco segundos tiraram a legging preta dela e colocaram no chão molhado como um tapete, onde o cara de boné se deitou e ela, sem perder tempo, montou nele, ficando só com a camiseta, a fio dental e o tênis. Os outros dois se posicionaram na frente da Juli, que começou de novo a saborear as pirocas, agora com as duas mãos livres. Ela adorava: pulava, cuspia nas picas, chupava e lambia os ovos. O som dos testículos do cara de baixo batendo na bunda da minha mina era constante e bem alto.*Flap flap flap flap*Ela tava completamente fora de si, dava pra ver que tava suando de tanto esforço, e não é à toa, já que três caras tavam comendo ela. Num momento, o de cabelo comprido fala: "se prepara, putinha, que vou encher essa sua bunda". Nessa hora, a Juli tava com as bolas do cara na boca, então só conseguiu balançar a cabeça afirmativamente enquanto ele puxava o cabelo dela, fazendo ela engolir tudo.

Pararam um pouco pra que o negão se posicionasse atrás da bunda da minha namoradinha, que tava montada no de boné, esperando a iminente penetração anal. A Julieta se virava o máximo que podia pra ver aquela pica se aproximando do cu dela, e quando a cabeça tava entrando no buraquinho, a carinha da minha mina era de puro tesão. Ela abriu a boquinha com uma expressão de surpresa enquanto sorria, e os olhos dela ficaram arregalados. Devagar e sem parar, a pica ia entrando nela por trás.
Ai, Meu Deeeus... aii!!" — ela conseguia dizer.

"Shh, fecha essa buceta!" — falou o de boné.

"Não, não! Melhor abrir..." — respondeu o de cabelo comprido, e todos caíram na risada.
Mas ela não aguentava, então usou a própria camiseta como mordaça pra não soltar gritos enquanto seus olhinhos se reviravam pra todo lado. Num determinado momento, enfiaram a pica toda no cu dela e começaram devagar o vai e vem, e depois de uns minutos o ritmo foi aumentando. Daí a pouco os 3 já estavam comendo o cu dela do jeito que queriam, penetrando por todos os lados e trocando de lugar. A camiseta que ela usava pra tampar a boca agora era substituída pela pica do moleque de 16 que aprendeu rápido e puxava o rabo de cavalo dela enquanto Juli chupava o pau dela como se fosse o melhor manjar que já provou na vida; enquanto os outros dois metiam nela brutalmente, fazendo todo tipo de estalo e som de carne batendo.

*Flap flap Tas! flap flap* - Soava a bunda dela enquanto perfuravam e davam tapas naquele traseiro já vermelho e marcado de dedos.
—Me comam, me comam, me dêem pica!, me arrebentem toda! — pedia pros caras, e levava a pica de novo na boca pra continuar chupando que nem uma louca.As picas entrando e saindo dos dois buracos pareciam pistões, como se fosse um movimento mecânico. Cravavam até o fundo, recuavam até quase sair e voltavam a entrar uma e outra vez, acompanhados dos gemidos da Juli, que resfolegava, se mordia e chupava sem parar.- Adoro! Dá, dá, dá, me bate!
- Os caras já nem se mexiam, era ela quem fazia o movimento de quadril, enfiando as pirocas uma por uma, enquanto sorria e babava no pau do adolescente.

- Ah, mas tu é a Shakira das picas, sua puta do caralho!

- Vai, senta nessas picas, sua vadiazinha! – incentivava o de boné.

- Que rabo gostoso essa mina tem, olha como engole tudo. – comentou o outro, puxando o cabelo dela como se fosse rédea e enfiando no buraco dela.
O corpo da minha querida namorada estava mole, todo suado, brilhando sob o único tubo fluorescente do banheiro público.—Ah, não aguento mais! — Disse o garotinho.Isso pareceu acionar um interruptor em Julieta, que enfiou a cabeça da pica do cara na boca enquanto batia uma punheta furiosa com uma mão e com a outra massageava os ovos dele. O moleque agarrou o cabelo da minha mina com as duas mãos e começou a ter espasmos enquanto ela tinha a pica dele enfiada na boca e o encarava com seus olhos castanhos enormes de baixo para cima, enquanto ele gozava na boquinha dela.-Mmmmmmuah!.- Ela fez ao tirar a pica da boca, deixando-a sem nenhum resquício de porra.Naquele momento, o jogo já estava terminando, então os dois caras que estavam comendo ela se levantaram e ela ficou de joelhos na frente.— Já te demos de comer, garota. — Disse um.
— Agora é hora de te dar algo pra beber, o que acha? — Comentou o outro.
— Sim, sim, manda ver, me dá toda a porra, toda na boquinha! — Respondeu ela alegremente com um sorriso, enquanto começava a chupar e bater punheta nos paus.
— Toma lá, filha da puta, engole tudo!
Ela, que estava de joelhos com as duas mãos sobre as pernas, abriu a boca como se esperasse um prêmio pelo seu trabalho duro da tarde. Um jato de porra saiu disparado na direção do rosto dela, deixando um fio desde o topo do cabelo até a bochecha, enquanto outra gota grossa ficava sobre o nariz e escorria para dentro da boca dela.-sua puta de merda, toma o gozo!
-Dá pra mim, por favor, me dá, me dá logo!
Um fio grosso de porra escorreu pelo rosto dela, da testa até a pálpebra esquerda, que ela teve que fechar, e ficou olhando com um olho só enquanto os outros jatos iam se depositando na língua pequeninha dela, que não conseguia segurar tudo e transbordava até o queixo.— Mas que putinha que você é, deixou minhas bolas secas, vagabunda — disse o de cabelo comprido.

— Tá aí, pediu pro seu namorado algo pra beber e a gente acabou te dando a porra toda, haha — ria o de boné.

— Hahaha, valeu pelo lanche, galera, essa porra tá uma delícia! — sorria Julieta, enquanto juntava com os dedos os fios de porra e levava à boca, saboreando como se fosse doce.

— Quando quiser, vem que a gente continua te atendendo, putinha. Agora a gente vai, que o jogo tá acabando, mas antes limpa essa bagunça.

— Sim, senhor, claro que vou continuar vindo — respondeu ela, enquanto dava chupões nos paus pra deixá-los limpos.
Naquela hora, saí rapidão de lá e fui pro meu lugar. Pouco depois, os três caras apareceram no lugar deles, dando gargalhadas e ajeitando o volume por cima das bermudas. Daí a pouco, minha namorada apareceu, visivelmente cansada, mas com um sorriso de orelha a orelha, toda suada, a legging molhada e o cabelo uma bagunça.—Onde cê tava? — recriminei ela.
— Tava por aí, encontrei uns amigos que me chamaram pra comer e como você demorou muito, fui com eles. — Respondeu em voz alta, sorrindo.
*HAHAHA!* dava pra ouvir ao fundo.—Olha, cê tá suja aqui. — Apontando com meu indicador uma gotinha esbranquiçada na bochecha dela.

— Ah, deixa eu ver... — Ela leva os dedos até lá e, depois de examinar por um segundo, leva à boca. "Mmh", maionese, meu amor.

— Ah, beleza, vamos embora? O jogo já tá acabando.

— Vamos.
O caminho pra casa foi meio silencioso, até que ela comentou que no fim das contas achou a quadra divertida, e me fez prometer que levaria ela toda vez que eu fosse. Aceitei, o que eu podia dizer? Se eu amo minha namorada, mas ela é tão putinha...


Fui com minha gostosa no estádio.


Espero que o conteúdo tenha sido do seu agrado, se vocês gostaram, não esqueçam de comentar, isso me incentivaria a continuar no meu caminho como contador de histórias. Também aceito qualquer tipo de crítica e sugestão, seja na caixa de comentários ou por mensagem privada. Me despeço e espero que até logo, Anon.


Fui com minha gostosa no estádio.

13 comentários - Fui com minha gostosa no estádio.

muy lindo relato cornudito, me pusiste la chota a pleno, pone una foto de tu chica
van puntos
Con unos gifs o imágenes entremedio quedaria 100/10, buenísimo relato
La primera vez que lo leí no le puse puntos, hoy van 10!
prgsx +2
Que lindo el detalle de la descripcion de los tipos, sumando un pendejo

Amaría tener una novia así de puta!