Vou continuar minha saga, que chamo de "Cancún para Três", que fará parte da minha história nesta segunda temporada!
Bom, depois que papai engravidou eu e mamãe de novo, decidimos ir os três para a praia. Quem não gosta de praia? Sexo, mar, comida boa, enfim...
Eu estava completamente pelada no quarto do hotel, esperando o calor infernal diminuir um pouco, mas as notícias diziam que a onda de calor podia ficar ainda mais forte. Peguei a toalha e saí com a intenção de tomar um banho frio. Quando abri o chuveiro, percebi que a água estava morna, então voltei pro quarto, me deitei de novo na cama e liguei o ventilador. O ar acariciava meu corpo nu, eu sentia ele percorrer cada centímetro da minha pele. Abri as pernas e deixei que acariciasse minha buceta. Virei de lado, e agora a carícia era nas minhas costas, descendo, e adorei quando minhas nádegas receberam o toque do vento.
O cansaço tomou conta de mim e eu dormi. Não lembro quanto tempo, mas acordei só quando ouvi meus pais falando baixinho ao pé da cama.
— Ela tá dormindo, olha, parece tão inocente, como quando era uma coelhinha simples.
— Pois é, coelha, mas nossa filha não é mais criança, agora é uma mulher. Olha o corpo dela, tem muito o que mostrar. Ela ficou ainda mais gostosa agora que tá esperando meu bebê, e já pode dormir assim. Você precisa falar com ela que vamos ter que reformar a casa, porque a família tá crescendo.
— Olha, toca ela um pouco, sente a maciez da pele dela! Só um pouquinho!
Resolvi fingir que ainda tava dormindo e deixei meu pai deslizar os dedos pelas minhas costas. Ele continuou sem parar até passar pelas minhas nádegas. Ouvi ele sair apressado do quarto, e aí fingi acordar naquela hora.
— Mamãe! Eu dormi. Tava muito calor, e a água tava muito quente. Meu pai, meu coelho? Cadê ele?
— Ele tá tomando banho, filha. Assim como você, viemos. cansados, te aviso pra você tomar um banho antes de ir pro refeitório comer todo mundo junto!
Antes de sair, ele desliza a mão na minha cintura e termina dando um tapa sonoro numa das minhas nádegas.
— Mamãe! Isso me excita — soltei uma risadinha inocente.
Vesti uma legging e fui ver o que meu pai estava fazendo, e lembrei das palavras que ele disse antes de sair: “é verdade, ela tem a pele macia e radiante”, “adoro que ela seja minha filha”.
Na minha mente voltaram momentos da minha adolescência, quando chegava em casa e muitas vezes sentava no colo dele, e ele parecia adorar. Inclusive, várias vezes peguei ele olhando pra minha calcinha quando eu estava sentada de qualquer jeito, mas nunca imaginei que ele chegaria a me ver como amante, e não como filha. Isso vocês, leitores, já sabem bem a essa altura da minha saga.
Quanto à minha mãe, nunca senti vergonha quando ela e ele entravam no meu quarto e eu estava totalmente nua. Aliás, até hoje lembro de várias vezes que sentava do lado dela assim, pelada, e ela acariciava meu cabelo ou minha barriga, e às vezes passava a mão nos meus peitos. Mas nunca pensei que ela, estando grávida, ficasse mais excitada comigo, feito uma verdadeira mamaconeja no cio. No entanto, o calor sufocante daqueles dias me ajudaria a entender que realmente somos uma família POLIAMOROSA e hiperssexual, e acabamos num triângulo de sexo e luxúria do qual nunca queremos sair. E, pra ser honesta, tudo fica em família (geneticamente falando).
Depois de uma refeição leve, passamos um tempo juntos vendo pornografia na TV. De relance, percebi que meu pai aproveitava pra pegar nos peitos da minha mãe e na barriga grávida dela, enquanto eu, a coelhinha dele, abaixava o zíper e o masturbava. Ele fazia isso sem tirar os olhos da minha entrepernas. Aos meus 22, quase 23 anos, eu tinha desenvolvido um corpo muito gostoso, mesmo já tendo tido uma filha. Os peitos quase podiam competir com os da minha mãe, minhas nádegas redondas e empinadas. Talvez a única coisa em que eu não conseguia igualar a ela... ela era meu monte de Vênus, porque ela tem muito pelo e eu, ao contrário, tenho só um montinho pequeno, ou seja, eu aperto mais que ela, e ela tem uma buceta gostosa bem comestível.
Fingi estar cansada e me despedi deles dando um beijo na bochecha de cada um (no fim das contas, minha irmãzinha e minha filha/irmã estavam no berço, ambas já dormindo, mas com meu pai fingi que não percebi e dei o beijo na boca para excitá-lo, me afastei sem olhar para trás e me tranquei no meu quarto com as duas meninas, tirei toda a minha roupa e me deitei na cama, o calor continuava, talvez não tão intenso, mas continuava, me levantei para abrir a janela, a luz estava apagada e foi quando abri que ouvi vozes na garagem, bem debaixo do meu quarto, vi as silhuetas dos meus pais e decidi tentar ouvir o que diziam, então desci silenciosamente até a cozinha e consegui ouvir um pouco do que falavam.
– Podemos tentar, meu amor, talvez ela não leve a mal.
– Mas, coelha, é verdade que ela se tornou uma mulher gostosa, mas não sei se fazemos bem.
– Eu já não aguento mais, e se você não quiser participar, farei sozinha, e mais cedo do que você imagina.
– Tá bom, coelha, você cuida de preparar o terreno.
Voltei silenciosamente para o meu quarto e me deitei rápido, pensando que a qualquer momento eles poderiam entrar, como faziam toda noite para me dar o beijo de boa noite.
– Sonia, meu amor, já está dormindo?
Continuei imóvel e os senti se aproximar, e minha mãe disse o seguinte:
– Olha para ela, não te dá vontade de acariciar aquela bundinha linda? Ou tocar esses pelinhos gostosos, ou talvez os mamilos rosados dela.
– Vamos, Silvia, deixa ela descansar, amanhã você tenta convencê-la, acho que você tem razão.
Me deram um beijo na bochecha e saíram, claro, como sempre, minha mãe não perdeu a oportunidade de acariciar minha bunda antes de sair, só que dessa vez o carinho estava mais cheio de desejo, porque minha pele nua a estava deixando inquieta.
Durante a noite, acordei vítima de sonhos onde meu pai estava me comendo de novo no nosso primeiro ménage com a mamãe coelha, enquanto minha mãe olhava com olhos cheios de tesão, fiquei pensando se era realmente o que minha mãe queria (em relação ao relacionamento que temos nós três), me senti intrigada esperando o novo dia, já não consegui mais dormir pensando em várias coisas.....
Terminamos nossa viagem com muito pouco sexo, já que as meninas estão perto de dois anos e meio e o quarto do hotel é de drywall, os sons atravessam tudo.
De manhã, depois de tomar café da manhã juntos, saímos como todos os dias, eles para o trabalho e a academia respectivamente, e eu falando sobre a universidade, de repente esqueci o que tinha ouvido de manhã, mas minha mãe me deixou inquieta de novo, quando me disse o seguinte antes de eu sair do carro.
— Coelhinha! Esta tarde, eu gostaria de aproveitar que o papai vai chegar tarde em casa para conversar com você, por favor, me espere se estiver pensando em sair.
Sim, coelha, estarei aí, tchau.
À tarde, quando cheguei em casa, minha mãe já tinha chegado e estava preparando a comida, ela me recebeu e quando entrei no meu quarto, poucos minutos depois a ouvi entrar, eu estava prestes a me despir para tomar banho, mas pela primeira vez me senti um pouco desconfortável, ou melhor, envergonhada.
— Filha! Gostaria de te perguntar uma coisa, e espero que seja sincera, amor.
Fala, mamãe, estou ouvindo.
— Você ainda transa com sua ex-namorada?
Não, coelha! Mas por que você está perguntando isso? O que está acontecendo?
— Nada, coelhinha, só curiosidade.
Enquanto continuava falando, ela foi desabotoando minha blusa, e aos poucos foi me deixando nua, já sem roupa sobre mim, continuou com suas palavras, enquanto eu a ouvia sentada na cama.
— Sonia, você já é uma mulherzinha, e está cada dia mais gostosa, seu pai e eu conversamos nos dias passados sobre coisas que acontecem no dia a dia, e bem, olha, seu pai te admira como mulher, como mãe dos filhos dele, até como amante dele! Ele acha que você se parece muito comigo (só que eu sou a versão melhorada), quando eu tinha sua idade.
— Filha, você estaria... disposta a dar um pouco de prazer pro seu papai, com a sua nova namorada?
Mas coelha, como você acha, ele te disse que quer estar com outras mulheres além de nós?
– Sim coelhinha, como você deve saber, às vezes se ele se comporta bem com a gente, eu compartilho minhas namoradas com ele, faço isso pra evitar que ele tenha uma "casinha" ou como dizem, outro lar. Ele te deseja muito, tanto você quanto uma ou outra das suas namoradas, mas tinha vergonha de te contar, então eu aceitei conversar com você sobre isso. E se você aceitar, a gente gostaria que fosse amanhã à noite.
– Ah, não sei, coelha! Acho que eu ficaria com vergonha, mas se você aprova, a gente pode tentar. E assim que eu arrumar uma nova namorada, vou tentar compartilhar ela com ele.
– Obrigada, filha, você não sabe como estou feliz, e ele vai ficar ainda mais quando eu contar pra ele.
Naquela noite, nem vi quando meu pai chegou, e no dia seguinte tudo parecia normal, mas já no fim da tarde minha mãe estava em casa quando cheguei da faculdade. Depois de almoçar só eu e ela, ela me disse o seguinte:
– Coelhinha, você tem certeza do que a gente conversou ontem?
– Sim, mamãe coelha, tenho. Mas coelha, preciso te perguntar uma coisa: você ainda me vê como sua filha? Porque eu, sinceramente, parei de te ver como minha mãe e te vejo mais como uma amante, mais honestamente como uma namorada, com quem eu divido marido.
– Bom, meu amor, eu, mesmo que às vezes te veja como minha concorrente, não consigo deixar de lado que me excita foder uma mulher que é quase meu clone. É a coisa mais linda, e até curto ser sua namorada, mesmo tendo outras mulheres na minha vida. Mas que tal se a gente for fazer compras e se preparar pra receber o papai coelho?
A gente foi fazer compras. Não me surpreendi nem um pouco quando entramos numa loja de lingerie. Ela pediu uns modelitos super sugestivos, escolheu pra mim um rosa, de tecido fino, bem transparente, e junto com o conjunto de lingerie pediu uma camisola minúscula preta, bem curta e, claro, transparente.
Saímos com nossas compras, as duas. As primeiras sombras da noite caíam sobre a cidade, o pessoal se apressava pra voltar pra casa, eu, por minha vez, sentia um vazio no estômago, porque como toda mulher grávida de 2 meses e mãe de quase 5 ou 6 meses, a gente tem vontades a toda hora. Se eu contar que minha mãe, na maioria das vezes, senão em todas, é a mais interessada em participar de um ménage entre nós duas e meu pai.
Ao chegar em casa, ela mandou eu subir pro meu quarto, tomar um banho e vestir a roupa que a gente tinha comprado, e só sair quando ela mandasse.
Subi e tomei banho, na maior calma do mundo, quando ouvi meu pai chegando. Saí do chuveiro ainda com o corpo molhado, vesti aquela peça minúscula e depois a camisola. Esperei e, em poucos minutos, ouvi minha mãe se aproximando do meu quarto.
— Coelhinha? Já tá pronta, meu amor?
Coelha, vem aqui um momento, por favor.
— O que foi, coelhinha? Tá se sentindo mal?
Não, mas quero que você me diga como eu tô, antes de sair.
— Tá divina, céu, mas só falta calçar uns saltos. Anda, calça eles e a gente te espera no quarto.
Não pode me esperar, coelha?
— Não, meu céu, prefiro me adiantar.
Ela saiu e me deixou lá, com os nervos à flor da pele. Calcei os saltos pretos, os mais altos que tenho, de bico fino e salto de quase 20 cm, e saí, não sem antes respirar fundo. Sempre tenho aquela sensação estranha que descrevo como se meu corpo sentisse o que os cordeiros devem sentir antes de serem sacrificados.
Ao chegar na sala, decidi sentar no sofá do quarto. De repente, ouvi os dois saindo do banheiro deles. Minha mãe vinha de fio dental preto e seus saltos pretos, papai só de cueca box branca, que por sinal não conseguia esconder a ereção. Eles se aproximaram de mim e sentaram, me deixando no meio.
— Coelhinha, como você tá linda, gostosa. Todo mundo aqui em casa gosta desse estilo de vida, pelo menos nessa casa, mas a verdade é que a gente não consegue evitar.
— Ai, coelhão... Não se preocupe, eu também te desejo, e amo essa experiência! E ninguém precisa se sentir culpado.
Ao ouvir minhas palavras, papai relaxou um pouco, ou melhor, acho que nós três relaxamos. Já com mais confiança, papai disse o seguinte:
— Minha coelhinha, você poderia se sentar no meu colo, como fazia quando era pequenininha?
— Sim, papai, claro que posso! Sem esperar, sentei no colo dele e me agarrei ao pescoço dele. Foi o começo de um jogo incestuoso que não conseguiríamos mais parar.
— Que peitinhos lindos você tem, meu amor! Dá pra ver que você já está grávida. Não sabe quanto tempo eu queria ter eles nas minhas mãos, desde de manhã!
Enquanto dizia essas palavras, a mão dele entrava pelo tecido fino da camisola e apertava delicadamente um dos meus peitos. Um gemidinho fez ele entender que o carinho tinha me agradado.
— Aaah, papai, que carinho gostoso, uuummmmm.
Ele soltou as alcinhas da camisola, que caíram pelos meus ombros, deixando os dois peitos descobertos. Ele se apossou de ambos e os massageou com um toque que me derreteu toda. A boca dele buscou ansiosamente a minha boca. Pela primeira vez, senti a boca dele grudada na minha. Meu corpo inteiro tremia de tanta emoção que eu estava sentindo naqueles momentos.
Quando me dei conta, mamãe coelha estava percorrendo minhas costas com as pontas dos dedos. Que ação enlouquecedora! Papai se levantou, me convidando a fazer o mesmo. Mamãe coelha continuava acariciando minhas costas, mas, ao ficar de pé abraçada com meu pai, ela deslizou minha camisola até tirá-la completamente.
Eu sentia que, por baixo da cueca do papai, uma grande surpresa me esperava. Papai continuava chupando meus peitos, e de repente mamãe coelha estava abaixando minha calcinha fio dental. Quando ela tirou completamente, fez algo que me arrepiou dos pés à cabeça.
Ela se sentou no chão, abriu minhas pernas o máximo que pôde e enfiou a cabeça entre elas, tentando beijar minha rachinha. As mãos dela seguraram minhas nádegas e assim ela conseguiu seu objetivo: enfiar a língua na minha buceta depilada.
— Hahahaha, mamãe, como você faz isso? Hohohohoho, que gostoso, continua. assim, você é uma rainha do oral.
A língua dela entrava, deixando um fio escorrendo pelas minhas pernas, mas o prazer era máximo.
Papai-coelho se separou de mim e observou com olhos de prazer como mamãe-coelha comia minha rachinha enquanto eu me estremecia de prazer, já não era mais necessário que ela separasse minhas pernas, eu mesma as abri buscando o maior prazer possível.
Pelo amor de Deus, coelho, isso é de enlouquecer!
- Você gosta que a mamãe coma sua rachinha, meu amor?
- Sim, papai, é deliciosooooooooo hahahahahhaha ssissisiiiiii
Mamãe se afastou de mim e ambos observavam minha reação, meu corpo estava todo trêmulo, e então mamãe-coelha disse o seguinte:
- Bem, meu amor, acho que é hora de irmos para a cama.
Sem me dar tempo de reagir, papai me pegou no colo e me levou carregando para a nossa cama, mamãe-coelha nos seguia a pouca distância, e eu observei como ela se despia das roupas que a cobriam. Dentro do quarto, mamãe-coelha estava muito gostosa, apesar dos anos (ela só tem 15 anos a mais que eu), ainda tinha um corpo de dar inveja, os peitos dela ainda eram firmes, não perdiam em nada para os meus. Sempre quis perguntar uma coisa a ela e só agora tive coragem.
- Mamãe, por que seus bicos são muito maiores que os meus?
- Bem, graças ao seu papai, ele cuidou de deixá-los assim. Você gostaria de ter iguais?
- Sim, mamãe, seria uma delícia.
- A gente cuida desse detalhe, meu amor, não se preocupe.
- Agora é sua vez de mamar uma yummy cock, sua boquinha precisa tomar a dose de cum fresca do seu coelho, meu amor!
Quando mamãe terminou de falar, ela tirou a cueca do papai, e pulou uma cock linda, de pele branca, não muito comprida, mas a cabeça dela parecia muito yummy, o formato de cogumelo convidava a chupar. Mamãe a colocou na boca e a metia e tirava com suavidade enquanto papai ficava tenso, fechava os olhos e contraía todos os músculos.
- Ah, coelha, você continua com uma boca deliciosa, cada dia me faz gozar mais hohoooo
- Agora você, coelhinha, abre a boquinha e Aproxima-te.
Enquanto a mamãe coelhinha dizia essas palavras, me aproximei abrindo a boca e tentando ser uma boa coelhinha, coloquei a pica do papai na minha boca, chupei igual a mamãe coelhinha fazia, e acho que ele gostou, continuei chupando sem parar, e de repente papai disse:
— Espera, espera, meu amor, acho que não estamos sendo justos, vamos gozar os três ao mesmo tempo, agora é a vez da mamãe. Ele a deitou e agora chupava a buceta dela, enquanto eu me enfiava para chupar a pica do papai, de repente mamãe coelhinha soltou seus gemidos, acho que ela realmente adora que chupem a buceta dela.
Naquele momento, os três estávamos totalmente em sincronia. Mamãe me pediu para me aproximar e beijou minha boca, a língua dela entrou na minha boca saboreando o líquido que eu tinha chupado da pica do papai, com desespero ela disse o seguinte:
— Amor, não aguento mais, vamos fazer, por favor, é a hora. Com o corpo trêmulo e banhado em suor, minha mãe se apressou em chupar a pica do papai, para deixá-la toda molhada, abriu as pernas e recebeu meu pai, só alguns segundos ele ficou dentro dela, e ela pediu para ele meter em mim.
Quando ele tirou a pica da buceta dela, ela saiu toda branca por causa da porra da mamãe coelhinha, e me deitando, ele me pegou pela cintura e meteu a pica em mim. Mamãe coelhinha se apressou em chupar meus mamilos, e apertou eles com os lábios, tornando o momento mais prazeroso. Agora ele tirou da minha buceta e dessa vez escorria minha porra, a combinação dos três foi o que mamãe coelhinha queria, ela se apressou em chupar até a última gota de porra daquela pica, satisfeita, se afastou e me disse para ficar de pé e abrir as pernas o máximo que pudesse, obedeci e o que veio a seguir foi loucura.
Mamãe ficou na minha frente, sentada no chão, a língua dela chupou minha buceta de um jeito que me fazia gritar de prazer, mas quando senti o papai coelho atrás de mim chupando meu cu, minhas pernas tremiam sem parar, as duas línguas percorriam meus dois buracos, fazendo com que eu me perdesse num momento de luxúria e desejo. Sem freios.
Papaaaaaaai, esperaaaaaa, não aguento maaaaaaaaaais, foram minhas palavras antes de gozar numa enxurrada de líquidos vaginais. A mais gulosa foi a mamãe, que se apressou pra chupar até a última gota. Os lábios da minha buceta pulsavam e estavam levemente inchados. Mamãe continuou chupando minha buceta, enquanto papai coelho acariciava a barriga de nós duas, grávidas dele, enquanto ele continuava observando nossa ação. Finalmente senti um orgasmo enorme quando, com meus gritos, as bebês do quarto começaram a chorar. Ainda consegui ter um último orgasmo e caí desfalecida no chão. Fomos ver as meninas e esperamos até elas dormirem. Voltamos, nos deitamos e não demoramos muito pra dormir os três na mesma cama, completamente pelados, como é nosso costume. Amanhã: como foi que eu compartilhei uma namorada com meus dois pais, e como foi que recebemos nossos bebês, mamãe e eu...
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Bom, depois que papai engravidou eu e mamãe de novo, decidimos ir os três para a praia. Quem não gosta de praia? Sexo, mar, comida boa, enfim...
Eu estava completamente pelada no quarto do hotel, esperando o calor infernal diminuir um pouco, mas as notícias diziam que a onda de calor podia ficar ainda mais forte. Peguei a toalha e saí com a intenção de tomar um banho frio. Quando abri o chuveiro, percebi que a água estava morna, então voltei pro quarto, me deitei de novo na cama e liguei o ventilador. O ar acariciava meu corpo nu, eu sentia ele percorrer cada centímetro da minha pele. Abri as pernas e deixei que acariciasse minha buceta. Virei de lado, e agora a carícia era nas minhas costas, descendo, e adorei quando minhas nádegas receberam o toque do vento.
O cansaço tomou conta de mim e eu dormi. Não lembro quanto tempo, mas acordei só quando ouvi meus pais falando baixinho ao pé da cama.
— Ela tá dormindo, olha, parece tão inocente, como quando era uma coelhinha simples.
— Pois é, coelha, mas nossa filha não é mais criança, agora é uma mulher. Olha o corpo dela, tem muito o que mostrar. Ela ficou ainda mais gostosa agora que tá esperando meu bebê, e já pode dormir assim. Você precisa falar com ela que vamos ter que reformar a casa, porque a família tá crescendo.
— Olha, toca ela um pouco, sente a maciez da pele dela! Só um pouquinho!
Resolvi fingir que ainda tava dormindo e deixei meu pai deslizar os dedos pelas minhas costas. Ele continuou sem parar até passar pelas minhas nádegas. Ouvi ele sair apressado do quarto, e aí fingi acordar naquela hora.
— Mamãe! Eu dormi. Tava muito calor, e a água tava muito quente. Meu pai, meu coelho? Cadê ele?
— Ele tá tomando banho, filha. Assim como você, viemos. cansados, te aviso pra você tomar um banho antes de ir pro refeitório comer todo mundo junto!
Antes de sair, ele desliza a mão na minha cintura e termina dando um tapa sonoro numa das minhas nádegas.
— Mamãe! Isso me excita — soltei uma risadinha inocente.
Vesti uma legging e fui ver o que meu pai estava fazendo, e lembrei das palavras que ele disse antes de sair: “é verdade, ela tem a pele macia e radiante”, “adoro que ela seja minha filha”.
Na minha mente voltaram momentos da minha adolescência, quando chegava em casa e muitas vezes sentava no colo dele, e ele parecia adorar. Inclusive, várias vezes peguei ele olhando pra minha calcinha quando eu estava sentada de qualquer jeito, mas nunca imaginei que ele chegaria a me ver como amante, e não como filha. Isso vocês, leitores, já sabem bem a essa altura da minha saga.
Quanto à minha mãe, nunca senti vergonha quando ela e ele entravam no meu quarto e eu estava totalmente nua. Aliás, até hoje lembro de várias vezes que sentava do lado dela assim, pelada, e ela acariciava meu cabelo ou minha barriga, e às vezes passava a mão nos meus peitos. Mas nunca pensei que ela, estando grávida, ficasse mais excitada comigo, feito uma verdadeira mamaconeja no cio. No entanto, o calor sufocante daqueles dias me ajudaria a entender que realmente somos uma família POLIAMOROSA e hiperssexual, e acabamos num triângulo de sexo e luxúria do qual nunca queremos sair. E, pra ser honesta, tudo fica em família (geneticamente falando).
Depois de uma refeição leve, passamos um tempo juntos vendo pornografia na TV. De relance, percebi que meu pai aproveitava pra pegar nos peitos da minha mãe e na barriga grávida dela, enquanto eu, a coelhinha dele, abaixava o zíper e o masturbava. Ele fazia isso sem tirar os olhos da minha entrepernas. Aos meus 22, quase 23 anos, eu tinha desenvolvido um corpo muito gostoso, mesmo já tendo tido uma filha. Os peitos quase podiam competir com os da minha mãe, minhas nádegas redondas e empinadas. Talvez a única coisa em que eu não conseguia igualar a ela... ela era meu monte de Vênus, porque ela tem muito pelo e eu, ao contrário, tenho só um montinho pequeno, ou seja, eu aperto mais que ela, e ela tem uma buceta gostosa bem comestível.
Fingi estar cansada e me despedi deles dando um beijo na bochecha de cada um (no fim das contas, minha irmãzinha e minha filha/irmã estavam no berço, ambas já dormindo, mas com meu pai fingi que não percebi e dei o beijo na boca para excitá-lo, me afastei sem olhar para trás e me tranquei no meu quarto com as duas meninas, tirei toda a minha roupa e me deitei na cama, o calor continuava, talvez não tão intenso, mas continuava, me levantei para abrir a janela, a luz estava apagada e foi quando abri que ouvi vozes na garagem, bem debaixo do meu quarto, vi as silhuetas dos meus pais e decidi tentar ouvir o que diziam, então desci silenciosamente até a cozinha e consegui ouvir um pouco do que falavam.
– Podemos tentar, meu amor, talvez ela não leve a mal.
– Mas, coelha, é verdade que ela se tornou uma mulher gostosa, mas não sei se fazemos bem.
– Eu já não aguento mais, e se você não quiser participar, farei sozinha, e mais cedo do que você imagina.
– Tá bom, coelha, você cuida de preparar o terreno.
Voltei silenciosamente para o meu quarto e me deitei rápido, pensando que a qualquer momento eles poderiam entrar, como faziam toda noite para me dar o beijo de boa noite.
– Sonia, meu amor, já está dormindo?
Continuei imóvel e os senti se aproximar, e minha mãe disse o seguinte:
– Olha para ela, não te dá vontade de acariciar aquela bundinha linda? Ou tocar esses pelinhos gostosos, ou talvez os mamilos rosados dela.
– Vamos, Silvia, deixa ela descansar, amanhã você tenta convencê-la, acho que você tem razão.
Me deram um beijo na bochecha e saíram, claro, como sempre, minha mãe não perdeu a oportunidade de acariciar minha bunda antes de sair, só que dessa vez o carinho estava mais cheio de desejo, porque minha pele nua a estava deixando inquieta.
Durante a noite, acordei vítima de sonhos onde meu pai estava me comendo de novo no nosso primeiro ménage com a mamãe coelha, enquanto minha mãe olhava com olhos cheios de tesão, fiquei pensando se era realmente o que minha mãe queria (em relação ao relacionamento que temos nós três), me senti intrigada esperando o novo dia, já não consegui mais dormir pensando em várias coisas.....
Terminamos nossa viagem com muito pouco sexo, já que as meninas estão perto de dois anos e meio e o quarto do hotel é de drywall, os sons atravessam tudo.
De manhã, depois de tomar café da manhã juntos, saímos como todos os dias, eles para o trabalho e a academia respectivamente, e eu falando sobre a universidade, de repente esqueci o que tinha ouvido de manhã, mas minha mãe me deixou inquieta de novo, quando me disse o seguinte antes de eu sair do carro.
— Coelhinha! Esta tarde, eu gostaria de aproveitar que o papai vai chegar tarde em casa para conversar com você, por favor, me espere se estiver pensando em sair.
Sim, coelha, estarei aí, tchau.
À tarde, quando cheguei em casa, minha mãe já tinha chegado e estava preparando a comida, ela me recebeu e quando entrei no meu quarto, poucos minutos depois a ouvi entrar, eu estava prestes a me despir para tomar banho, mas pela primeira vez me senti um pouco desconfortável, ou melhor, envergonhada.
— Filha! Gostaria de te perguntar uma coisa, e espero que seja sincera, amor.
Fala, mamãe, estou ouvindo.
— Você ainda transa com sua ex-namorada?
Não, coelha! Mas por que você está perguntando isso? O que está acontecendo?
— Nada, coelhinha, só curiosidade.
Enquanto continuava falando, ela foi desabotoando minha blusa, e aos poucos foi me deixando nua, já sem roupa sobre mim, continuou com suas palavras, enquanto eu a ouvia sentada na cama.
— Sonia, você já é uma mulherzinha, e está cada dia mais gostosa, seu pai e eu conversamos nos dias passados sobre coisas que acontecem no dia a dia, e bem, olha, seu pai te admira como mulher, como mãe dos filhos dele, até como amante dele! Ele acha que você se parece muito comigo (só que eu sou a versão melhorada), quando eu tinha sua idade.
— Filha, você estaria... disposta a dar um pouco de prazer pro seu papai, com a sua nova namorada?
Mas coelha, como você acha, ele te disse que quer estar com outras mulheres além de nós?
– Sim coelhinha, como você deve saber, às vezes se ele se comporta bem com a gente, eu compartilho minhas namoradas com ele, faço isso pra evitar que ele tenha uma "casinha" ou como dizem, outro lar. Ele te deseja muito, tanto você quanto uma ou outra das suas namoradas, mas tinha vergonha de te contar, então eu aceitei conversar com você sobre isso. E se você aceitar, a gente gostaria que fosse amanhã à noite.
– Ah, não sei, coelha! Acho que eu ficaria com vergonha, mas se você aprova, a gente pode tentar. E assim que eu arrumar uma nova namorada, vou tentar compartilhar ela com ele.
– Obrigada, filha, você não sabe como estou feliz, e ele vai ficar ainda mais quando eu contar pra ele.
Naquela noite, nem vi quando meu pai chegou, e no dia seguinte tudo parecia normal, mas já no fim da tarde minha mãe estava em casa quando cheguei da faculdade. Depois de almoçar só eu e ela, ela me disse o seguinte:
– Coelhinha, você tem certeza do que a gente conversou ontem?
– Sim, mamãe coelha, tenho. Mas coelha, preciso te perguntar uma coisa: você ainda me vê como sua filha? Porque eu, sinceramente, parei de te ver como minha mãe e te vejo mais como uma amante, mais honestamente como uma namorada, com quem eu divido marido.
– Bom, meu amor, eu, mesmo que às vezes te veja como minha concorrente, não consigo deixar de lado que me excita foder uma mulher que é quase meu clone. É a coisa mais linda, e até curto ser sua namorada, mesmo tendo outras mulheres na minha vida. Mas que tal se a gente for fazer compras e se preparar pra receber o papai coelho?
A gente foi fazer compras. Não me surpreendi nem um pouco quando entramos numa loja de lingerie. Ela pediu uns modelitos super sugestivos, escolheu pra mim um rosa, de tecido fino, bem transparente, e junto com o conjunto de lingerie pediu uma camisola minúscula preta, bem curta e, claro, transparente.
Saímos com nossas compras, as duas. As primeiras sombras da noite caíam sobre a cidade, o pessoal se apressava pra voltar pra casa, eu, por minha vez, sentia um vazio no estômago, porque como toda mulher grávida de 2 meses e mãe de quase 5 ou 6 meses, a gente tem vontades a toda hora. Se eu contar que minha mãe, na maioria das vezes, senão em todas, é a mais interessada em participar de um ménage entre nós duas e meu pai.
Ao chegar em casa, ela mandou eu subir pro meu quarto, tomar um banho e vestir a roupa que a gente tinha comprado, e só sair quando ela mandasse.
Subi e tomei banho, na maior calma do mundo, quando ouvi meu pai chegando. Saí do chuveiro ainda com o corpo molhado, vesti aquela peça minúscula e depois a camisola. Esperei e, em poucos minutos, ouvi minha mãe se aproximando do meu quarto.
— Coelhinha? Já tá pronta, meu amor?
Coelha, vem aqui um momento, por favor.
— O que foi, coelhinha? Tá se sentindo mal?
Não, mas quero que você me diga como eu tô, antes de sair.
— Tá divina, céu, mas só falta calçar uns saltos. Anda, calça eles e a gente te espera no quarto.
Não pode me esperar, coelha?
— Não, meu céu, prefiro me adiantar.
Ela saiu e me deixou lá, com os nervos à flor da pele. Calcei os saltos pretos, os mais altos que tenho, de bico fino e salto de quase 20 cm, e saí, não sem antes respirar fundo. Sempre tenho aquela sensação estranha que descrevo como se meu corpo sentisse o que os cordeiros devem sentir antes de serem sacrificados.
Ao chegar na sala, decidi sentar no sofá do quarto. De repente, ouvi os dois saindo do banheiro deles. Minha mãe vinha de fio dental preto e seus saltos pretos, papai só de cueca box branca, que por sinal não conseguia esconder a ereção. Eles se aproximaram de mim e sentaram, me deixando no meio.
— Coelhinha, como você tá linda, gostosa. Todo mundo aqui em casa gosta desse estilo de vida, pelo menos nessa casa, mas a verdade é que a gente não consegue evitar.
— Ai, coelhão... Não se preocupe, eu também te desejo, e amo essa experiência! E ninguém precisa se sentir culpado.
Ao ouvir minhas palavras, papai relaxou um pouco, ou melhor, acho que nós três relaxamos. Já com mais confiança, papai disse o seguinte:
— Minha coelhinha, você poderia se sentar no meu colo, como fazia quando era pequenininha?
— Sim, papai, claro que posso! Sem esperar, sentei no colo dele e me agarrei ao pescoço dele. Foi o começo de um jogo incestuoso que não conseguiríamos mais parar.
— Que peitinhos lindos você tem, meu amor! Dá pra ver que você já está grávida. Não sabe quanto tempo eu queria ter eles nas minhas mãos, desde de manhã!
Enquanto dizia essas palavras, a mão dele entrava pelo tecido fino da camisola e apertava delicadamente um dos meus peitos. Um gemidinho fez ele entender que o carinho tinha me agradado.
— Aaah, papai, que carinho gostoso, uuummmmm.
Ele soltou as alcinhas da camisola, que caíram pelos meus ombros, deixando os dois peitos descobertos. Ele se apossou de ambos e os massageou com um toque que me derreteu toda. A boca dele buscou ansiosamente a minha boca. Pela primeira vez, senti a boca dele grudada na minha. Meu corpo inteiro tremia de tanta emoção que eu estava sentindo naqueles momentos.
Quando me dei conta, mamãe coelha estava percorrendo minhas costas com as pontas dos dedos. Que ação enlouquecedora! Papai se levantou, me convidando a fazer o mesmo. Mamãe coelha continuava acariciando minhas costas, mas, ao ficar de pé abraçada com meu pai, ela deslizou minha camisola até tirá-la completamente.
Eu sentia que, por baixo da cueca do papai, uma grande surpresa me esperava. Papai continuava chupando meus peitos, e de repente mamãe coelha estava abaixando minha calcinha fio dental. Quando ela tirou completamente, fez algo que me arrepiou dos pés à cabeça.
Ela se sentou no chão, abriu minhas pernas o máximo que pôde e enfiou a cabeça entre elas, tentando beijar minha rachinha. As mãos dela seguraram minhas nádegas e assim ela conseguiu seu objetivo: enfiar a língua na minha buceta depilada.
— Hahahaha, mamãe, como você faz isso? Hohohohoho, que gostoso, continua. assim, você é uma rainha do oral.
A língua dela entrava, deixando um fio escorrendo pelas minhas pernas, mas o prazer era máximo.
Papai-coelho se separou de mim e observou com olhos de prazer como mamãe-coelha comia minha rachinha enquanto eu me estremecia de prazer, já não era mais necessário que ela separasse minhas pernas, eu mesma as abri buscando o maior prazer possível.
Pelo amor de Deus, coelho, isso é de enlouquecer!
- Você gosta que a mamãe coma sua rachinha, meu amor?
- Sim, papai, é deliciosooooooooo hahahahahhaha ssissisiiiiii
Mamãe se afastou de mim e ambos observavam minha reação, meu corpo estava todo trêmulo, e então mamãe-coelha disse o seguinte:
- Bem, meu amor, acho que é hora de irmos para a cama.
Sem me dar tempo de reagir, papai me pegou no colo e me levou carregando para a nossa cama, mamãe-coelha nos seguia a pouca distância, e eu observei como ela se despia das roupas que a cobriam. Dentro do quarto, mamãe-coelha estava muito gostosa, apesar dos anos (ela só tem 15 anos a mais que eu), ainda tinha um corpo de dar inveja, os peitos dela ainda eram firmes, não perdiam em nada para os meus. Sempre quis perguntar uma coisa a ela e só agora tive coragem.
- Mamãe, por que seus bicos são muito maiores que os meus?
- Bem, graças ao seu papai, ele cuidou de deixá-los assim. Você gostaria de ter iguais?
- Sim, mamãe, seria uma delícia.
- A gente cuida desse detalhe, meu amor, não se preocupe.
- Agora é sua vez de mamar uma yummy cock, sua boquinha precisa tomar a dose de cum fresca do seu coelho, meu amor!
Quando mamãe terminou de falar, ela tirou a cueca do papai, e pulou uma cock linda, de pele branca, não muito comprida, mas a cabeça dela parecia muito yummy, o formato de cogumelo convidava a chupar. Mamãe a colocou na boca e a metia e tirava com suavidade enquanto papai ficava tenso, fechava os olhos e contraía todos os músculos.
- Ah, coelha, você continua com uma boca deliciosa, cada dia me faz gozar mais hohoooo
- Agora você, coelhinha, abre a boquinha e Aproxima-te.
Enquanto a mamãe coelhinha dizia essas palavras, me aproximei abrindo a boca e tentando ser uma boa coelhinha, coloquei a pica do papai na minha boca, chupei igual a mamãe coelhinha fazia, e acho que ele gostou, continuei chupando sem parar, e de repente papai disse:
— Espera, espera, meu amor, acho que não estamos sendo justos, vamos gozar os três ao mesmo tempo, agora é a vez da mamãe. Ele a deitou e agora chupava a buceta dela, enquanto eu me enfiava para chupar a pica do papai, de repente mamãe coelhinha soltou seus gemidos, acho que ela realmente adora que chupem a buceta dela.
Naquele momento, os três estávamos totalmente em sincronia. Mamãe me pediu para me aproximar e beijou minha boca, a língua dela entrou na minha boca saboreando o líquido que eu tinha chupado da pica do papai, com desespero ela disse o seguinte:
— Amor, não aguento mais, vamos fazer, por favor, é a hora. Com o corpo trêmulo e banhado em suor, minha mãe se apressou em chupar a pica do papai, para deixá-la toda molhada, abriu as pernas e recebeu meu pai, só alguns segundos ele ficou dentro dela, e ela pediu para ele meter em mim.
Quando ele tirou a pica da buceta dela, ela saiu toda branca por causa da porra da mamãe coelhinha, e me deitando, ele me pegou pela cintura e meteu a pica em mim. Mamãe coelhinha se apressou em chupar meus mamilos, e apertou eles com os lábios, tornando o momento mais prazeroso. Agora ele tirou da minha buceta e dessa vez escorria minha porra, a combinação dos três foi o que mamãe coelhinha queria, ela se apressou em chupar até a última gota de porra daquela pica, satisfeita, se afastou e me disse para ficar de pé e abrir as pernas o máximo que pudesse, obedeci e o que veio a seguir foi loucura.
Mamãe ficou na minha frente, sentada no chão, a língua dela chupou minha buceta de um jeito que me fazia gritar de prazer, mas quando senti o papai coelho atrás de mim chupando meu cu, minhas pernas tremiam sem parar, as duas línguas percorriam meus dois buracos, fazendo com que eu me perdesse num momento de luxúria e desejo. Sem freios.
Papaaaaaaai, esperaaaaaa, não aguento maaaaaaaaaais, foram minhas palavras antes de gozar numa enxurrada de líquidos vaginais. A mais gulosa foi a mamãe, que se apressou pra chupar até a última gota. Os lábios da minha buceta pulsavam e estavam levemente inchados. Mamãe continuou chupando minha buceta, enquanto papai coelho acariciava a barriga de nós duas, grávidas dele, enquanto ele continuava observando nossa ação. Finalmente senti um orgasmo enorme quando, com meus gritos, as bebês do quarto começaram a chorar. Ainda consegui ter um último orgasmo e caí desfalecida no chão. Fomos ver as meninas e esperamos até elas dormirem. Voltamos, nos deitamos e não demoramos muito pra dormir os três na mesma cama, completamente pelados, como é nosso costume. Amanhã: como foi que eu compartilhei uma namorada com meus dois pais, e como foi que recebemos nossos bebês, mamãe e eu...
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17 comentários - Cancun pra três Pt4 2t