Quando cheguei em casa, a primeira coisa que minha mulher me perguntou foi se eu tinha satisfeito o desejo da dona Amparo. Sem hesitar, disse que sim, mas me segurei pra não especificar qual desejo eu tinha satisfeito. De passagem, comentei que a filha dela, Pepita, também tinha me dado um presentinho pros tios, mas também não expliquei o conteúdo da caixinha. Falei que eles moravam em Sagunto e que ela tinha me pedido pra ligar pra eles e mandar que viessem buscar. Elena respondeu na hora que não, que um recado desses eu tinha que levar até o fim, afinal de contas a cidade deles fica a uns 25 km de casa.
Fiquei brincando um pouco com meu neto. Assim que me viu, já esticava os bracinhos pra eu pegá-lo, e com qualquer gracinha ele ria até quase se engasgar. Enquanto isso, deixei as mulheres mais à vontade pra prepararem o jantar. Javier chegou bem na hora de sentar à mesa. Eu, de canto de olho, olhava pra Corina. Pelo jeito que ela andava, dava pra ver que, juntando as coxas, evitava que as bolas chinesas escapassem. Ela não fazia nada pra disfarçar, e pela marca que a calcinha mínima fazia no vestido, ela devia estar passando aperto. Mas parecia que valia a pena, porque de vez em quando ela tinha que se apoiar em alguma cadeira e esperar passar o choque.
Minha mulher, essa noite, não teve a brilhante ideia de experimentá-las de novo, e pra mim foi até bom. As valencianas já tinham me saturado bastante, e dormi como uma pedra a noite toda. De manhã, ao acordar, me dei conta de que fazia tempo que não falava com meu bom amigo argentino. Por um motivo ou outro, não tinha passado no parque que a gente frequentava, e tava com vontade de saber dele, dos problemas dele e contar as últimas aventuras. Quando saí na rua, fui otimista em direção à praça Aristóbulo del Valle. Não sei se era por causa do clima, meio úmido, ou por qual motivo, mas tava bem deserta. O sol tava fraco, ventava, e ninguém tava a fim de sentar. Então pensei que talvez encontrasse meu amigo, como em outras vezes, andando pelo bairro atrás de erva-mate ou do jornal.
Fiquei vagando pelas ruas, já ia virar na rua Helguera quando vi na calçada do outro lado a Magda, que estava prestes a atravessar. Ficamos felizes pra caralho os dois, ela até atravessou sem cuidado quando um carro passava, me abraçou como se não me visse há anos e encheu minha cara de beijos. Depois que a euforia do encontro passou, falei o quanto tava feliz de ver ela tão gostosa e tão mudada. A mina tava contente com o rumo que a vida dela tinha tomado, em parte graças a mim. Agora se vestia com elegância, roupa de qualidade e cuidava do corpo, não parecia a mesma toda maquiada e pintada. Ela se pendurou no meu braço e perguntou.
[list][/list][list]O que você tá fazendo por esses lados, fortão? Tava com muita saudade de você, pensei que tinha voltado pro seu país.[/list][list][*][/list][list]Pois não, mas quase. Já decidimos e não vamos demorar muito. Meu filho precisa fazer um curso pra se promover na empresa e eles vão ficar um tempo com a gente lá. Por isso tô tentando me despedir dos amigos com calma.[/list][list][*][/list][list]E das amigas, nada? Mmm, que decepção, já me esqueceu tão rápido…[/list][list][*][/list][list]Não, mulher, ainda vamos ficar uns dias, mas hoje de manhã percebi que faz tempo que não falo com meu amigo e, como não vi ele no parque, dei uma volta pra ver se encontrava, mesmo com medo de que você tivesse esgotado ele de tanto foder com ele, hahaha.[/list][list][*][/list][list]Nãooo pelo amor de Deus, nada disso, a verdade é que ele passou uma temporada meio debilitado, o clima úmido do rio não ajuda ele, eu, mesmo que você não acredite, me preocupo muito com ele e fico de olho na saúde dele, aliás, sempre dou uma volta quando venho na casa da Cati, agora ele já tá melhor, qualquer dia desses você vai ver ele, se o tempo estiver bom, sentado como sempre no parque.[/list][list][*][/list][list]Tá bom, você me tranquiliza, vou voltar mais vezes até ver ele, quero contar um monte de coisas e me despedir direito.[/list][list][*][/list][list]Com certeza o que tu tem que contar pra ele é sobre seus casos com as mulheres, já te conheço, tu é um Don Juan.[/list][list][*][/list][list]Não fica com a mente suja… mas até que você tem um pouco de razão, kkkk.[/list][list]
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Marga ia pendurada no meu braço, falando animadamente comigo. A gente formava um casal atípico, ela tão gostosa e arrumada, e eu com um monte de anos a mais. Alguns viravam a cabeça ao nos ver, e não me surpreendia se me invejavam.
[list][/list][list]Sabe de uma coisa? Tô morrendo de vontade de passar um tempo com você, tenho um monte de coisas pra te contar, mas hoje meus filhos tão em casa, senão te chamava pra tomar um café e… o que você quiser.[/list][list][*][/list][list]Não se preocupa, a gente vai achar um momento pra se despedir direito, mas me diz… como é que tão a Cati e a Olga?[/list][list][*][/list][list]Bem… A Cati, como sempre, presa na cadeira dela, vive me perguntando por você, não para de lembrar de você, sei lá por quê, hahaha. E a filha dela, a Olga, já é outra história. Como mora lá em cima e sozinha… Bom, sozinha é modo de dizer… agora ela tá muito agarrada com a Viviana, e as duas sempre têm companhia uma da outra. Sua consogra tá solta demais, as duas se vestem como jovens, e olha, a verdade é que têm uns corpos de dar inveja, não economizam em roupa e cuidados. É raro o fim de semana que elas dormem na casa da Olga e não ficam sozinhas — sempre trazem algum homem, se não são dois. E não pense que elas têm mau gosto, não olham idade nem cor. Semana passada trouxeram dois brasileiros, diziam que eram primos, mas acho que não tinham parentesco nenhum. A única coisa que tinham em comum era um pau de mais de um palmo. Me chamaram porque não tinham toalhas de banho e eu vi os quatro trepando na cama. Pepe, não tô exagerando nada, mas o pau deles batia no joelho e elas enfiavam quase até o fim. Eu desci rápido porque um deles tirou o pau e mostrou pra mim, como quem pergunta se eu queria experimentar.[/list][list]que barbaridade de pau![/list][list]Passaram o fim de semana inteiro transando, eu e a Cati tivemos que tampar os ouvidos com os gritos e gemidos que as duas soltavam. Quando elas foram embora na segunda, subi pra limpar, tinha porra pra todo lado e elas não saíram da cama o dia inteiro. A Olga me contou que elas tinham sido comidas um atrás do outro sem parar, se revezavam e comiam elas de todo jeito, perderam a conta dos orgasmos que tiveram e me mostrou a buceta, quase sangrava de tão irritada que tava, embora a Viviana fosse a pior, o cu dela tava dilatado que nem um copo d'água e não fechava, não quis contar pra Cati, mas elas ficaram andando de pernas abertas por vários dias. Falando nisso, pra onde você tá indo?[/list][list][*][/list][list]Pois é, já não tenho plano nenhum, embora tenha pensado em ir visitar uma amiga que mora em Villa Devoto. Não sei se ela vai estar, mas se não a encontrar, vou tomar um aperitivo na cafeteria que é um vagão de trem que fica perto, tem um clima muito bom. Mas se quiser, te acompanho até a estação do San Martin e depois sigo sozinho.[/list][list][*][/list][list]Como quiser, que pena que meus filhos estão em casa!… enfim.[/list][list][*][/list][list]Tranquila, e aí, me conta da sua irmã, já se "modernizou" um pouco?[/list][list][*][/list][list]Minha irmã? Você não ia reconhecer ela, desde que seu amigo e você fizeram ela entrar na "razão", agora ela é uma viciada em sexo anal. Outro dia ela me contou que conheceu um cara, foram pra um albergue e ficaram transando. O mais engraçado é que era ela quem exigia que ele metesse no cu dela, ele tava meio relutante porque nunca tinha feito, mas ela ensinou ele e adorou desvirgar o cara. Imagina só minha irmã dando aula de como dar o cu... hahaha[/list][list][*][/list][list]Hahaha, isso aí a gente tinha que ver pra crer.[/list][list]
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Chegamos na estação e atravessamos a passarela elevada, esperamos o trem dela chegar, mas um instante antes parou outro no sentido contrário, e de lá chamaram ela pela janela.
[list][/list][list]Marga, Marga![/list][list][*][/list][list]Oi, Inês… Cadê você e as crianças?[/list][list][*][/list][list]Relaxa, sua irmã veio aqui e levou eles, falou que depois te ligava, que queria comprar umas roupas pra eles.[/list][list][*][/list][list]Ahh!, bem, valeu.[/list][list]
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Marga se virou pra mim, já me olhava de outro jeito.
[list][/list][list]Olha só, temos sinal verde. Minha irmã levou as crianças que tinham ficado com a Inês, minha vizinha. Posso te convidar pra aquele café que a gente tem pendente… se você quiser.[/list][list]
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Como única resposta, ela me deu um beijo na boca. Eu não tinha argumentos pra contradizer ela, a possibilidade de Malena ou Marlene estarem na casa dela perdeu força e, quando o trem chegou, subi com a Marga. O trem tava bem cheio e a gente teve que ir apertado o trajeto inteiro, isso só esquentou ainda mais o clima. No balanço do trem e nos empurrões, a Marga enfiava as tetas no meu peito e a barriga dela colava na minha.
[list][/list][list]Esse trem é perigoso, imagino que nunca vai tão cheio, porque você vai chegar em casa toda apalpada.[/list][list][*][/list][list]Hahaha, mmm, tô te achando meio ciumento… Não curtiu o roçado?[/list][list][*][/list][list]Claro, mas eu penso naqueles que vão todo dia na sua frente, vão chegar de pau duro.[/list][list][*][/list][list]Hahaha, não tenho tanta sorte assim, às vezes até me apertam, mas tento olhar pela janela, mesmo sentindo um pau duro no meu cu, hahaha.[/list][list]
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Entre brincadeiras e risadas, chegamos na casa da Marga. Os restos da saída apressada dos filhos dela eram evidentes: brinquedos espalhados por todo lado e material escolar. Mas ela passou por cima de tudo, me pegou pela mão e me levou pro quarto dela. Me sentou na cama e, na minha frente, foi tirando o vestido até ficar só de calcinha e sutiã. Deu uma voltinha pra me mostrar o conjunto de lingerie que tava usando. A mudança tinha chegado em tudo. Quando a conheci, ela se vestia com roupas simples e, na maioria das vezes, usava o uniforme de enfermeira porque não tinha nada melhor pra vestir. Agora, tava exibindo um sutiã de marca, do tipo mais gostoso que eu já tinha visto.
[list][/list][list]Gostou? Comprei pensando em você, tava doida pra você me ver usando. Quer que eu tire ou prefere tirar você mesmo?[/list][list][*][/list][list]Vou tirar isso de você, mas sem usar as mãos... vou fazer com a boca.[/list][list][*][/list][list]Mmm, isso nunca tinham feito comigo antes, acho que vou gostar.[/list][list]
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Ela se aproximou de mim e ficou de pé entre minhas pernas, os peitos dela chegavam na altura do meu rosto e eu os beijei. O sutiã era realmente de pouco tecido e bem fino, os mamilos marcavam, ainda mais depois dos primeiros beijos. Abracei a cintura dela e fui beijando ao redor dos seios, ela se mexia, oferecendo-os, mas eu evitava ir direto neles. Com os lábios e os dentes, fui afrouxando as alças até fazê-las cair pelos ombros. Marga tentava encolher o peito para que o sutiã caísse, já que ficava folgado, mas eu ia puxando centímetro por centímetro e beijando cada pedaço de pele que ia descobrindo. Os mamilos dela iam crescendo sem que eu os tocasse; eu sentia como os peitos endureciam e esticavam o tule do sutiã, dificultando que ele deslizasse. De vez em quando, com a língua molhada, eu umedecia a área onde os mamilos empurravam para sair, fazendo com que ficassem mais duros, saltando das aréolas.
Deixei a renda que coroava as taças bem na borda das aréolas dos mamilos. A redondeza do peito puxava com força e esticava o sutiã, apertando num sulco profundo. Virei ela de costas; ela pensou que eu fosse soltar o fecho traseiro e o sutiã saltaria pela pressão, mas o que fiz foi continuar descendo a peça alguns centímetros, deixando as taças esticadas, embora ainda cumprissem sua função. Agora, só as rendas presas nos próprios mamilos seguravam tudo; as aréolas já apareciam até a metade, como luas surgindo no horizonte.
Marga estava desesperada. O peito agitado dela respirava, subindo e descendo o par de peitos, com risco de escaparem da peça, mas eu ia com todo cuidado. Tive a ideia de meter a língua por baixo da renda, entre a taça e a aréola, e rodear o mamilo dela. Não cheguei a tirá-lo, mas deixei ele totalmente áspero e molhado. Marga suspirou. Num instante, puxei a taça para baixo. o suficiente pra deixar o mamilo à mercê dos meus dentes, mordi com cuidado puxando ele, a teta ficou em formato de cone mas ela gemia e ofegava sem reclamar, quando aspirei e entrou na minha boca o mamilo duro e a aréola inteira, aconteceu o que nunca tinha rolado comigo, a Marga gozou, nenhuma mulher tinha gozado só de eu chupar as tetas dela embora eu reconheça que o tratamento que eu tava dando era especial mas ela devia ser muito sensível nos mamilos e não aguentou.
Ela pegou minha cabeça e enfiou entre os peitos dela, puxando o sutiã e deixando ele na barriga, com os peitos livres não dei trégua, mordi, lambi e chupei, fazendo ela gritar de tesão, com as mãos peguei as nádegas dela por baixo da calcinha e amassava enfiando os dedos entre elas até chegar nos lábios da buceta por trás, ela pediu, implorou e exigiu que eu comesse ela logo, puxava minha roupa pra me despir me empurrando pra eu deitar e poder subir em cima de mim.
Deixei ela fazer, com mãos desesperadas me despiu como se arrancasse minha pele, não esperou tirar minha calça pelos pés porque perdia muito tempo com os sapatos e puxou a cueca de uma vez deixando minha rola dura, também não teve paciência de tirar a calcinha, só afastou ela e pegando minha rola como um pincel passou umas duas vezes pra molhar na buceta dela, na terceira vez apontou pra dentro da vagina e sentou, ela tava bem lubrificada porque entrou violenta mas suave até o fundo, não parou de pular em cima de mim até gozar de novo, esse orgasmo foi muito mais intenso, não parou de se mexer até saciar todo o fogo que tinha na buceta, caiu em cima de mim deixando as tetas amassadas no meu peito, estavam molhadas com minha saliva e duras marcando minha pele.
Pensei que ela tava tão exausta que não aguentava mais mas senti os músculos vaginais começarem a espremer minha rola que ainda estava dentro, se a ereção tinha baixado um pouco, ela voltou a subir ao máximo e me disse no ouvido.
[list][/list][list]Agora você vai ver como eu também sei enfiar no cu e melhor que minha irmã.[/list][list]
[/list]
Ela se levantou e virou de costas pra mim, queria que eu aproveitasse a visão. Agachada, pegou o tronco e colocou entre as nádegas. Não estava dilatada, mas sim lubrificada. A vontade dela venceu a resistência do esfíncter e logo meu pau desapareceu no cu dela. O resto foi um suspiro e uma sentada. Ela cravou até sumir, ficou amassando minhas bolas e pulando. Eu via como ela enfiava e tirava a pica do cu sem parar, enquanto ela mesma se acelerava. Consegui alcançar o clitóris dela, que aparecia entre os lábios abertos da buceta, e acariciei com dois dedos. O orgasmo foi fulminante, mas ela não quis me largar e continuou pulando.
Vendo ela se mexer e lutar contra o vendaval que bagunçava o cabelo dela, eu também gozei. Enchi o cu dela de porra e ela se deitou de costas em cima de mim. Eu segurava ela pegando nos peitos e esperamos meu pau sair mole. A mancha que deixamos no lençol era bem grande. Os fluidos que não paravam de escorrer da buceta dela se juntaram com a porra que saía do cu dilatado dela. Ainda sobrou força pra ela se ajoelhar e pegar meu pau mole, enfiar na boca e chupar até reviver. Tentei convencê-la de que não tinha jeito, meu tempo de recuperação já não era nem sombra do que foi num dia distante, mas a insistência dela me mostrou que determinação move montanhas. Ela ficou chupando minha pica até deixar tão dura que, quando gozei e nem avisei, as bochechas dela incharam. Ela mostrou a vitória: a boca cheia de sêmen, e depois engoliu tudo.
Ficamos um bom tempo sobre o lençol. Ela não sabia o que fazer pra me agradecer por ter arrumado um emprego pra ela e mudado a vida dela. Eu disse que ela merecia o melhor. Ela mostrou que lutava pelos filhos mesmo fazendo coisas de que não gostava, e agora tinha a recompensa. Marga era uma boa garota. Uma das melhores que já tinha encontrado e, pra mim, seria uma pessoa que não esqueceria fácil. Nos despedimos com a certeza de que não seria a última vez que nos veríamos e trocamos os telefones pra manter contato.
Quando saí da casa da Marga, tava pletórico, não esperava passar a tarde tão tranquilamente. Ao descer na estação do San Martín, encontrei a Marlene. Como sempre, tava impecavelmente vestida no estilo francês. Ficou muito feliz em me ver, assim como eu fiquei de vê-la. Ela tava com pressa, mas mesmo assim aceitou tomar um café comigo. Sentamos numa cafeteria perto da estação. Perguntei como iam as coisas. Ela me contou das filhas: a Malena tava passando por um momento mais ou menos com o Fernando, mas como não se viam muito, tava levando bem. A filha dela, Francis, tinha se separado do marido de vez. Ela confessou que as três sentiam minha falta, que sempre que se reuniam, lembravam da tarde que passamos juntos. Logo perguntei pela Guerta, a modelo. Ela tava empolgada, a garota valia a pena e tinha tido sorte.
Naquele momento, tava na França fazendo uma campanha publicitária de um perfume muito famoso no mundo todo. A vida dela tinha mudado completamente, embora não tivesse tempo pra nada nem vida própria, mas comparado com o que fazia antes, era uma mudança total. A Marlene olhava o relógio sem parar. Não quis fazer ela perder tempo e nos despedimos. Quando me beijou, esfregou na minha boca os lábios retocados e carnudos. Cheirava a perfume caro e tava lindíssima. Prometemos nos ver antes de eu ir embora, e a vi sumir com passos rápidos. Aquele andar dava um movimento sensual pra cintura dela. Lembrei de como tinha conquistado aquele castelo do qual tanto se vangloriava, mas que ninguém ainda tinha desbravado.
Voltei pra casa e cruzei pela avenida San Martín. Tive que esperar o trem que vinha do centro passar, e pela... Na janela, vi a cara da Malena, fiquei feliz pra caralho e esperei ela descer. Ela ainda não tinha me visto, e o rostinho sério dela se iluminou quando me viu. O abraço e os beijos que ela me deu foram gostosos, mas senti que estavam mais sentimentais do que o normal. Por isso, quando ela pediu pra eu acompanhá-la, não tive coragem de recusar. Contei que tinha acabado de deixar a mãe dela, que tava indo muito apressada. Ao ouvir isso, ela me contou.
[list][/list][list]A Marlene começou a sair com um francês faz pouco tempo, conheceu ele numa exposição do Manet e ficou toda encantada com as histórias que ele contava sobre Paris. Ele disse que pintava no ateliê dele em Montmartre e ficava falando da luz que entrava pelo claraboia enorme, que dava pros telhados onde aparecia a cúpula do Sacré-Cœur. Minha mãe caiu que nem uma adolescente. Eu não acredito em nada disso, mas ela tá completamente apaixonada pelo Jean-Baptiste. Ele é bem mais novo que ela, mas sabe como tratar ela direito. Minha mãe confessou pra mim que ele lembra muito você, só que com menos experiência. Ela tá decidida a ensinar tudo pra ele, na real já começou as primeiras lições pra encular ele do jeitinho que você ensinou.[/list][list][*][/list][list]Hahaha, tua mãe é uma mulher especial, não tem limites.[/list][list][*][/list][list]É verdade, minha irmã morre de inveja porque desde que largou o marido, só teve experiência com você e isso já faz tempo. Melhor ela não te encontrar, porque não vai te largar até você encher ela todinha…[/list][list][*][/list][list]Hahaha, que pena não ter mais tempo pra fazer uma reunião de família, quem sabe sua mãe não convidava o Jean Bautiste, aí eu podia anotar tudo![/list][list][*][/list][list]Que malvado você é, minha mãe te chamaria de "l'enfant terrible", hahaha.[/list][list][*][/list][list]Agora falando sério, como é que você tá?[/list][list][*][/list][list]Eu?... tô, só isso, tô, mas o que a gente tá fazendo aqui na rua? Vem comigo pra casa e a gente conversa um pouco.[/list][list][*][/list][list]Como quiser, então a relação com seu marido não se resolveu?[/list][list][*][/list][list]Não do jeito que eu queria. Uma coisa é ter uma certa liberdade no sexo, até compreensível pelo tipo de vida que a gente leva, mas tá complicando demais. Se você lembra, a gente teve uma crise muito forte quando todo mundo se envolveu com a Tina, a dançarina. A coisa saiu do controle porque ela é ninfomaníaca e não conseguia sexo suficiente nem com todos eles. No começo, ela ficou com um e com outro, e no final com todos ao mesmo tempo. Você sabe que eu fiquei sabendo pelo dançarino que não participou porque era gay. A situação se acalmou por um tempo porque entrou no grupo outro dançarino que era um verdadeiro garanhão, e a Tina deixou os outros músicos em paz. Mas o coitado durou pouco. A Tina sugou ele de tal jeito que ela tinha que carregá-lo quando dançavam tango. Ele ficou tão fraco que virou um palito de tanto transar com ela. Durou pouco tempo até que ele teve que ir embora por não aguentar o ritmo.[/list][list][*][/list][list]Pobre menino, uma coisa é transar, que todo mundo gosta, mas não parar de transar ninguém aguenta.[/list][list][*][/list][list]Isso aconteceu, ela o espremeu como um limão e, quando o garoto já não conseguia mais satisfazê-la, voltou a procurar os músicos. Começou como sempre: boquete no Fernando, trepada com o violinista e metida de cu com o pianista, mas aos poucos juntou todos de novo ao mesmo tempo, e eles a comiam sem parar.[/list][list][*][/list][list]Que gostosa![/list][list][*][/list][list]Sim, Bárbara, mas agora ela tem um problema: tá grávida! E não sabe de quem, porque todo mundo comeu ela, e tantas vezes que é impossível descobrir. E o pior é que já avisaram: se ela insistir em descobrir, ninguém vai querer saber de nada.[/list][list][*][/list][list]Até certo ponto acho normal, e você, como tá lidando com isso?[/list][list][*][/list][list]Imagina só, já nem sei mais o que pensar, meu marido poderia ter um filho com outra e ainda por cima não é qualquer uma, é uma que dá pra todo mundo que aparece.[/list][list]
[/list]
Malena me olhou, os olhos cheios de lágrimas quando entramos na casa dela. Ela jogou a bolsa que carregava num sofá e me abraçou. Eu sentia as lágrimas molhando meu pescoço e beijei o dela. A garota soluçava sem consolo, e eu beijei as lágrimas que escorriam. Ela correspondeu, me beijando suavemente nos lábios e me abraçou. Entre soluços, ela me disse.
[list][/list][list]Com o tanto que deve ser lindo ter um filho desejado, com você eu adoraria ter um, você é a pessoa que eu conheço que seria o melhor pai pro meu filho.[/list][list][*][/list][list]Não fala isso não, você vai ver que encontra um pai ideal, o Fernando vai mudar, se ele se afastar da dançarina, com certeza vai voltar a ser o de sempre, você vai ver.[/list][list][*][/list][list]Mas contigo eu me sinto tão à vontade… nos teus braços me faz mais mulher, é uma pena que você vá pra Espanha, queria ter você sempre por perto, me contentaria em sentir o calor do teu corpo de vez em quando, você me atraiu já no avião quando a gente se conheceu.[/list][list][*][/list][list]Mmm que viagem… amei sentir como uma gostosa igual você pegava na minha rola e enfiava na boca.[/list][list][*][/list][list]Era o mínimo que eu podia fazer e o máximo porque estávamos em público. Eu gostei da sua compreensão quando meu marido insistiu pra eu fazer uma punheta pra ele debaixo da manta. Pra você eu fiz porque você não pediu e merecia mais do que ele. O boquete final foi o prêmio extra. Kkkkk.[/list][list][*][/list][list]Malena, você tem o dom de me deixar com o pau duro como nunca, daquela vez ele já tava desenganado, achava que nunca mais ia usar e você fez ele reviver.[/list][list][*][/list][list]Como assim agora? Mmm, sinto ele crescendo e crescendo entre minhas pernas, é uma pena que não esteja onde deveria. Quer enfiar ele bem quentinho? Te garanto que vai ser muito bem recebido.[/list][list][*][/list][list]Imagino que já te falaram isso várias vezes, mas tu tem a buceta mais aconchegante que eu conheço.[/list][list][*][/list][list]Valeu, mas ninguém tinha me falado isso. Minha buceta só serve pra satisfazer alguém sem pensar que eu também gosto de transar.[/list][list][*][/list][list]Já eu adoro tudo em você, seus peitos me encantam e sua boca me enlouquece.[/list][list][*][/list][list]E a minha bunda, você não gosta mais?[/list][list][*][/list][list]Não queria te contar, mas nela me sinto em casa e gozo à vontade.[/list][list][*][/list][list]Eu sei, mas eu gosto mais quando você goza na minha buceta, adoro sentir seu gozo queimando, eu gozo só de sentir.[/list][list]
[/list]
Enquanto a gente conversava abraçados de pé, a Malena foi abrindo minha camisa e a blusa dela, já só tinha o sutiã e quando eu falei dos peitos dela, ela tirou e colou os peitos no meu peito, enquanto eu empurrava meu pau duro entre as pernas dela, sentindo o calor que o púbis dela soltava por baixo da saia.
[list][/list][list]Malena, tem uma coisa que eu não te falei e é o que mais me dá vontade agora.[/list][list][*][/list][list]Tem algo melhor ainda?[/list][list][*][/list][list]Sim, eu quero muito lamber sua buceta, é uma coisa que me deixa louco, na minha língua sinto todas as sensações do seu corpo.[/list][list][*][/list][list]Isso dá pra resolver, mas vamos ficar à vontade na minha cama, é bem mais fácil.[/list][list]
[/list]
Me carregou no colo até a cama e me empurrou pra deitar, puxou minha calça pra baixo e me deixou com o pau apontando pro teto, mas ela tirou a saia enquanto meu pau balançava cortando o ar. Quando tirou a calcinha, subiu na cama e se ajoelhou no meu peito, com os dedos abriu a buceta e me mostrou o clitóris inchado e bem à mostra.
[list][/list][list]Tava se referindo a isso?[/list][list][*][/list][list]Exatamente isso, me dá aqui que vou te comer todinha.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]
[/list]
Mais duas joelhadas adiante e eu já tinha a buceta da Malena na minha boca, ela tinha passado as pernas sobre meus ombros e com as mãos apertava as próprias nádegas, puxando-as contra mim, pressionando os lábios dela contra os meus. Ela se inclinou pra trás, apoiando as mãos nos meus joelhos e me oferecendo a buceta completamente aberta. Lambi, chupei e mordi sem parar, sentia as vibrações na barriga dela com os mini orgasmos, via os peitos dela durinhos por cima de mim, com os bicos salientes. Ela foi se deixando cair sobre minha boca, queria que eu não parasse de lamber nenhum espaço. Meus dedos ajudaram minha língua e entraram pelos buracos que encontraram até fazê-la gemer de prazer. A buceta dela jorrava uns líquidos brancos e grossos que eu bebia, os orgasmos curtos eram o prelúdio de um orgasmo gigantesco, devia ser o tsunami das gozadas porque ela liberou tanta tensão que a fez gritar desesperadamente e caiu pra trás em cima de mim, a cabeça dela ficou dobrada entre minhas coxas com minha piroca encostada na bochecha dela, mas ela não tinha forças nem pra se mexer.
Com as pernas dela ao meu lado, eu passava as mãos acariciando as coxas torneadas dela, tomando cuidado pra não chegar perto do sexo. Ela estava tão sensível que cada vez que eu me aproximava parecia até que doía. A barriga e o peito dela subiam e desciam com os tremores do prazer que sentia, os peitos dela estavam duros e coroados pelos bicos inchados. Quando foi recobrando os sentidos, ela notou que minha piroca balançava contra o rosto dela, via a centímetros de distância minha cabecinha vermelha e pelada, como se pedisse atenção. Malena esticou a mão, puxou ela pra perto e beijou carinhosamente, não soltou mais e percorreu ela de ponta a ponta, se virou ficando de bruços em cima de mim, as pernas dela ao lado da minha cara me ofereciam o melhor do corpo dela. Quando cheguei perto dos lábios dela, ela deu um pulo, ainda estava sensível demais, então fui pras nádegas abertas, o cu parecia me chamar, se abria e fechava, provocando que eu lambesse, a ponta da minha língua conseguiu alcançar e ela fez com que se aproximasse de mim.
Coloquei o travesseiro debaixo da cabeça e deixei na mesma altura, lambi tudo ao redor antes de focar nas rugosidades escuras, debaixo dele a buceta continuava escorrendo, mas meu alvo era o cu, Malena se aproximava oferecendo e pedindo mais carícias, meu dedo substituiu minha língua e entrou sem dificuldade, já achava pouco quando coloquei o outro dedo, queria mais ao se acostumar com o tamanho e com três já ficava satisfeita, eu ia gozar, ia fazer na boca dela, mas ela me atrasava quando sentia a cabecinha inchando roxa, tratou de deixar a excitação no máximo pra acelerar as lambidas no meu pau e quando os dois estivemos à beira do orgasmo, ela se levantou e sentou em cima de mim, enfiou o pau no cu e se mexeu como um pião pra encher o reto de porra, nós dois sentimos ao mesmo tempo e saiu uma quantidade enorme de leite que ela guardou pra si quando eu saí, fechou o esfíncter e não vazou uma gota, me abraçou e ficamos nos beijando com os corpos colados e suados, as pernas entrelaçadas e os peitos esmagados contra mim.
[list][/list][list]Malena, achei que você queria que eu gozasse dentro da sua buceta.[/list][list][*][/list][list]Claro que queria, mas sei que você tem muito respeito pelos filhos. Não ia querer que, se por acaso eu engravidasse, você ficasse sempre na dúvida se tem um filho perdido por aí.[/list][list][*][/list][list]É verdade, você não sabe as vezes que eu tive ultimamente pra me colocar em risco, mas por um lado não quero que nenhuma mulher sofra as consequências nem ficar pensando que algum moleque poderia sentir minha falta como pai.[/list][list][*][/list][list]Tô certa de que mais de uma mulher ficaria felizona de carregar um filho teu na barriga, ou tô enganada?[/list][list][*][/list][list]Porra, Malena! Como vocês são, mulheres! São todas um pouco bruxas, é verdade. Alguma aí ia adorar ser engravidada por mim, e te confesso que eu também adoraria, mas… é impossível, não quero nem pensar nas consequências…[/list][list][*][/list][list]Você poderia ser avô e… pai.[/list][list][*][/list][list]Por que você tá dizendo isso?[/list][list][*][/list][list]Haha, ai Pepe, tu não consegue disfarçar, sua nora, como é o nome dela, Camila? Vocês dois estão caidinho um pelo outro e ela te olha com uns olhinhos… que tá morrendo de vontade de você comer ela, se já não fizeram, e você também, quando tá com ela fica de boca aberta babando, aposto que já conversaram sobre isso, vocês adorariam ter um filho juntos, principalmente ela, não liga muito que você seja o sogro dela, é a oportunidade perfeita, tudo ficaria na família, ou vocês não pensaram nisso?[/list][list][*][/list][list]Ela se chama Corina e a gente nem pensou nisso, seria um desastre de família, imagina com que cara eu olharia pro meu filho, depois de ter botado chifre nele e, principalmente, feito ele passar como seu um filho que eu tinha feito na mulher dele…[/list][list][*][/list][list]Nossa, que moralista você ficou, quer dizer, tá me dizendo que você e a Corina nunca transaram? Isso você conta pra outras, mas pra mim não cola, e aposto que vocês transam muito e bem, e que você já teve vontade de se deixar levar, engravidar ela e ter algo só de vocês dois, hahaha, Pepe, pelo amor… já trepamos tantas vezes você e eu pra você querer me enganar… mas não se preocupa, é coisa dos dois, mas eu não pensaria duas vezes. Vou te contar um segredo: quando eu te falei que tinha engravidado do “italiano”, na verdade o único com quem eu tinha transado era você, e pra mim foi uma decepção quando minha menstruação desceu. Foram os dois meses mais felizes que eu tive desde que me casei, mesmo que eu não tivesse te dito nada e teria jurado na Bíblia que não era seu. E não sei por quê, mas com a Corina aconteceria o mesmo que comigo: ela não iria querer te comprometer com sua mulher e muito menos com o marido dela, mas no fundo do seu ser feminino, você seria o pai do filho dela.[/list][list][*][/list][list]Porra Malena, você me abriu ao meio como se faz com as reses no matadouro, acho que não sobrou nenhum segredo pra esconder de você, você é igualzinha à Corina, com ela não adianta dar desculpa.[/list][list][*][/list][list]Porque a gente te ama e você é uma pessoa adorável, é uma pena que a gente não fosse livre os três, faríamos um trio perfeito, você teria nós duas sempre prontinhas e parindo de vez em quando, não me diga que você não ia gostar![/list][list][*][/list][list]Que maldade, você tá me descrevendo um sonho, seria uma maravilha e te confesso que meu pau já tá se lambendo.[/list][list][*][/list][list]Não, seu pau não, quem vai se lamber sou eu porque vou te fazer um boquete como ninguém nunca fez, nem a Corina, bom, isso… não sei. Kkkk.[/list][list]
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Malena, com uma risada jovem e sensual ao mesmo tempo, se jogou no meu pau. Não teve dificuldade nenhuma pra deixar ele tão duro que chegava a doer. Usou todas as artes e truques que conhecia, não deixou nenhum canto seco. Me deixava usar o corpo dela inteiro, mas evitava que eu tentasse enfiar o pau em qualquer buraco — só a boca dela é que tava liberada. Meus dedos se enterravam na buceta e no cu dela, beliscavam o clitóris ou os mamilos, mas ela, mesmo gemendo de prazer, não soltava meu pau. Tava me dando uma despedida com direito a prêmio, queria que eu levasse uma lembrança inesquecível da primeira argentina que conheci. As mãos dela não paravam de me acariciar de todas as maneiras possíveis, e com uma maestria danada, prolongou minha gozada até a exaustão. Quando ela decidiu que eu tinha merecido a porra, fez isso nos peitos dela, encheu eles de leite que depois recolheu com os dedos e espalhou pelo corpo, e então chupou os dedos com deleite, me encarando com um sorriso safado.
Foi difícil me recuperar, nunca tinha ficado tanto tempo na tensão sem conseguir descarregar o sêmen. Malena era decididamente a amante perfeita, junto com a Corina, claro. Senti um calafrio na espinha ao lembrar do plano que a Corina e ela tinham imaginado pra mim: as duas juntas, prontas pra tudo, sem tabus. Tive que balançar a cabeça pra voltar à realidade. Tudo aquilo era um sonho, uma fantasia maravilhosa, mas, na real, impensável.
Tomamos banho juntos, devagar. A pele dos nossos corpos tava pegajosa e cheirava a suor, a sêmen e a fluido da Malena. Com uma esponja natural, ela me ensaboou e se demorou especialmente no meu pau — não chegou a ficar duro, mas dava pra ver a intenção. Eu ensaboei ela toda, era um deleite percorrer as curvas dela, não tinha nenhuma ruguinha, igualzinho à Corina. Sequei ela centímetro por centímetro, tentando gravar aquela mulher na minha mente. Ia ser muito difícil conhecer outra igual. igual, uns corpos que me deixavam excitado, mas o mais importante é que me tinham enfeitiçado.Continua.
Agradeço seus comentários e avaliações.
Valeu.
Fiquei brincando um pouco com meu neto. Assim que me viu, já esticava os bracinhos pra eu pegá-lo, e com qualquer gracinha ele ria até quase se engasgar. Enquanto isso, deixei as mulheres mais à vontade pra prepararem o jantar. Javier chegou bem na hora de sentar à mesa. Eu, de canto de olho, olhava pra Corina. Pelo jeito que ela andava, dava pra ver que, juntando as coxas, evitava que as bolas chinesas escapassem. Ela não fazia nada pra disfarçar, e pela marca que a calcinha mínima fazia no vestido, ela devia estar passando aperto. Mas parecia que valia a pena, porque de vez em quando ela tinha que se apoiar em alguma cadeira e esperar passar o choque.
Minha mulher, essa noite, não teve a brilhante ideia de experimentá-las de novo, e pra mim foi até bom. As valencianas já tinham me saturado bastante, e dormi como uma pedra a noite toda. De manhã, ao acordar, me dei conta de que fazia tempo que não falava com meu bom amigo argentino. Por um motivo ou outro, não tinha passado no parque que a gente frequentava, e tava com vontade de saber dele, dos problemas dele e contar as últimas aventuras. Quando saí na rua, fui otimista em direção à praça Aristóbulo del Valle. Não sei se era por causa do clima, meio úmido, ou por qual motivo, mas tava bem deserta. O sol tava fraco, ventava, e ninguém tava a fim de sentar. Então pensei que talvez encontrasse meu amigo, como em outras vezes, andando pelo bairro atrás de erva-mate ou do jornal.
Fiquei vagando pelas ruas, já ia virar na rua Helguera quando vi na calçada do outro lado a Magda, que estava prestes a atravessar. Ficamos felizes pra caralho os dois, ela até atravessou sem cuidado quando um carro passava, me abraçou como se não me visse há anos e encheu minha cara de beijos. Depois que a euforia do encontro passou, falei o quanto tava feliz de ver ela tão gostosa e tão mudada. A mina tava contente com o rumo que a vida dela tinha tomado, em parte graças a mim. Agora se vestia com elegância, roupa de qualidade e cuidava do corpo, não parecia a mesma toda maquiada e pintada. Ela se pendurou no meu braço e perguntou.
[list][/list][list]O que você tá fazendo por esses lados, fortão? Tava com muita saudade de você, pensei que tinha voltado pro seu país.[/list][list][*][/list][list]Pois não, mas quase. Já decidimos e não vamos demorar muito. Meu filho precisa fazer um curso pra se promover na empresa e eles vão ficar um tempo com a gente lá. Por isso tô tentando me despedir dos amigos com calma.[/list][list][*][/list][list]E das amigas, nada? Mmm, que decepção, já me esqueceu tão rápido…[/list][list][*][/list][list]Não, mulher, ainda vamos ficar uns dias, mas hoje de manhã percebi que faz tempo que não falo com meu amigo e, como não vi ele no parque, dei uma volta pra ver se encontrava, mesmo com medo de que você tivesse esgotado ele de tanto foder com ele, hahaha.[/list][list][*][/list][list]Nãooo pelo amor de Deus, nada disso, a verdade é que ele passou uma temporada meio debilitado, o clima úmido do rio não ajuda ele, eu, mesmo que você não acredite, me preocupo muito com ele e fico de olho na saúde dele, aliás, sempre dou uma volta quando venho na casa da Cati, agora ele já tá melhor, qualquer dia desses você vai ver ele, se o tempo estiver bom, sentado como sempre no parque.[/list][list][*][/list][list]Tá bom, você me tranquiliza, vou voltar mais vezes até ver ele, quero contar um monte de coisas e me despedir direito.[/list][list][*][/list][list]Com certeza o que tu tem que contar pra ele é sobre seus casos com as mulheres, já te conheço, tu é um Don Juan.[/list][list][*][/list][list]Não fica com a mente suja… mas até que você tem um pouco de razão, kkkk.[/list][list]
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Marga ia pendurada no meu braço, falando animadamente comigo. A gente formava um casal atípico, ela tão gostosa e arrumada, e eu com um monte de anos a mais. Alguns viravam a cabeça ao nos ver, e não me surpreendia se me invejavam.
[list][/list][list]Sabe de uma coisa? Tô morrendo de vontade de passar um tempo com você, tenho um monte de coisas pra te contar, mas hoje meus filhos tão em casa, senão te chamava pra tomar um café e… o que você quiser.[/list][list][*][/list][list]Não se preocupa, a gente vai achar um momento pra se despedir direito, mas me diz… como é que tão a Cati e a Olga?[/list][list][*][/list][list]Bem… A Cati, como sempre, presa na cadeira dela, vive me perguntando por você, não para de lembrar de você, sei lá por quê, hahaha. E a filha dela, a Olga, já é outra história. Como mora lá em cima e sozinha… Bom, sozinha é modo de dizer… agora ela tá muito agarrada com a Viviana, e as duas sempre têm companhia uma da outra. Sua consogra tá solta demais, as duas se vestem como jovens, e olha, a verdade é que têm uns corpos de dar inveja, não economizam em roupa e cuidados. É raro o fim de semana que elas dormem na casa da Olga e não ficam sozinhas — sempre trazem algum homem, se não são dois. E não pense que elas têm mau gosto, não olham idade nem cor. Semana passada trouxeram dois brasileiros, diziam que eram primos, mas acho que não tinham parentesco nenhum. A única coisa que tinham em comum era um pau de mais de um palmo. Me chamaram porque não tinham toalhas de banho e eu vi os quatro trepando na cama. Pepe, não tô exagerando nada, mas o pau deles batia no joelho e elas enfiavam quase até o fim. Eu desci rápido porque um deles tirou o pau e mostrou pra mim, como quem pergunta se eu queria experimentar.[/list][list]que barbaridade de pau![/list][list]Passaram o fim de semana inteiro transando, eu e a Cati tivemos que tampar os ouvidos com os gritos e gemidos que as duas soltavam. Quando elas foram embora na segunda, subi pra limpar, tinha porra pra todo lado e elas não saíram da cama o dia inteiro. A Olga me contou que elas tinham sido comidas um atrás do outro sem parar, se revezavam e comiam elas de todo jeito, perderam a conta dos orgasmos que tiveram e me mostrou a buceta, quase sangrava de tão irritada que tava, embora a Viviana fosse a pior, o cu dela tava dilatado que nem um copo d'água e não fechava, não quis contar pra Cati, mas elas ficaram andando de pernas abertas por vários dias. Falando nisso, pra onde você tá indo?[/list][list][*][/list][list]Pois é, já não tenho plano nenhum, embora tenha pensado em ir visitar uma amiga que mora em Villa Devoto. Não sei se ela vai estar, mas se não a encontrar, vou tomar um aperitivo na cafeteria que é um vagão de trem que fica perto, tem um clima muito bom. Mas se quiser, te acompanho até a estação do San Martin e depois sigo sozinho.[/list][list][*][/list][list]Como quiser, que pena que meus filhos estão em casa!… enfim.[/list][list][*][/list][list]Tranquila, e aí, me conta da sua irmã, já se "modernizou" um pouco?[/list][list][*][/list][list]Minha irmã? Você não ia reconhecer ela, desde que seu amigo e você fizeram ela entrar na "razão", agora ela é uma viciada em sexo anal. Outro dia ela me contou que conheceu um cara, foram pra um albergue e ficaram transando. O mais engraçado é que era ela quem exigia que ele metesse no cu dela, ele tava meio relutante porque nunca tinha feito, mas ela ensinou ele e adorou desvirgar o cara. Imagina só minha irmã dando aula de como dar o cu... hahaha[/list][list][*][/list][list]Hahaha, isso aí a gente tinha que ver pra crer.[/list][list]
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Chegamos na estação e atravessamos a passarela elevada, esperamos o trem dela chegar, mas um instante antes parou outro no sentido contrário, e de lá chamaram ela pela janela.
[list][/list][list]Marga, Marga![/list][list][*][/list][list]Oi, Inês… Cadê você e as crianças?[/list][list][*][/list][list]Relaxa, sua irmã veio aqui e levou eles, falou que depois te ligava, que queria comprar umas roupas pra eles.[/list][list][*][/list][list]Ahh!, bem, valeu.[/list][list]
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Marga se virou pra mim, já me olhava de outro jeito.
[list][/list][list]Olha só, temos sinal verde. Minha irmã levou as crianças que tinham ficado com a Inês, minha vizinha. Posso te convidar pra aquele café que a gente tem pendente… se você quiser.[/list][list]
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Como única resposta, ela me deu um beijo na boca. Eu não tinha argumentos pra contradizer ela, a possibilidade de Malena ou Marlene estarem na casa dela perdeu força e, quando o trem chegou, subi com a Marga. O trem tava bem cheio e a gente teve que ir apertado o trajeto inteiro, isso só esquentou ainda mais o clima. No balanço do trem e nos empurrões, a Marga enfiava as tetas no meu peito e a barriga dela colava na minha.
[list][/list][list]Esse trem é perigoso, imagino que nunca vai tão cheio, porque você vai chegar em casa toda apalpada.[/list][list][*][/list][list]Hahaha, mmm, tô te achando meio ciumento… Não curtiu o roçado?[/list][list][*][/list][list]Claro, mas eu penso naqueles que vão todo dia na sua frente, vão chegar de pau duro.[/list][list][*][/list][list]Hahaha, não tenho tanta sorte assim, às vezes até me apertam, mas tento olhar pela janela, mesmo sentindo um pau duro no meu cu, hahaha.[/list][list]
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Entre brincadeiras e risadas, chegamos na casa da Marga. Os restos da saída apressada dos filhos dela eram evidentes: brinquedos espalhados por todo lado e material escolar. Mas ela passou por cima de tudo, me pegou pela mão e me levou pro quarto dela. Me sentou na cama e, na minha frente, foi tirando o vestido até ficar só de calcinha e sutiã. Deu uma voltinha pra me mostrar o conjunto de lingerie que tava usando. A mudança tinha chegado em tudo. Quando a conheci, ela se vestia com roupas simples e, na maioria das vezes, usava o uniforme de enfermeira porque não tinha nada melhor pra vestir. Agora, tava exibindo um sutiã de marca, do tipo mais gostoso que eu já tinha visto.
[list][/list][list]Gostou? Comprei pensando em você, tava doida pra você me ver usando. Quer que eu tire ou prefere tirar você mesmo?[/list][list][*][/list][list]Vou tirar isso de você, mas sem usar as mãos... vou fazer com a boca.[/list][list][*][/list][list]Mmm, isso nunca tinham feito comigo antes, acho que vou gostar.[/list][list]
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Ela se aproximou de mim e ficou de pé entre minhas pernas, os peitos dela chegavam na altura do meu rosto e eu os beijei. O sutiã era realmente de pouco tecido e bem fino, os mamilos marcavam, ainda mais depois dos primeiros beijos. Abracei a cintura dela e fui beijando ao redor dos seios, ela se mexia, oferecendo-os, mas eu evitava ir direto neles. Com os lábios e os dentes, fui afrouxando as alças até fazê-las cair pelos ombros. Marga tentava encolher o peito para que o sutiã caísse, já que ficava folgado, mas eu ia puxando centímetro por centímetro e beijando cada pedaço de pele que ia descobrindo. Os mamilos dela iam crescendo sem que eu os tocasse; eu sentia como os peitos endureciam e esticavam o tule do sutiã, dificultando que ele deslizasse. De vez em quando, com a língua molhada, eu umedecia a área onde os mamilos empurravam para sair, fazendo com que ficassem mais duros, saltando das aréolas.
Deixei a renda que coroava as taças bem na borda das aréolas dos mamilos. A redondeza do peito puxava com força e esticava o sutiã, apertando num sulco profundo. Virei ela de costas; ela pensou que eu fosse soltar o fecho traseiro e o sutiã saltaria pela pressão, mas o que fiz foi continuar descendo a peça alguns centímetros, deixando as taças esticadas, embora ainda cumprissem sua função. Agora, só as rendas presas nos próprios mamilos seguravam tudo; as aréolas já apareciam até a metade, como luas surgindo no horizonte.
Marga estava desesperada. O peito agitado dela respirava, subindo e descendo o par de peitos, com risco de escaparem da peça, mas eu ia com todo cuidado. Tive a ideia de meter a língua por baixo da renda, entre a taça e a aréola, e rodear o mamilo dela. Não cheguei a tirá-lo, mas deixei ele totalmente áspero e molhado. Marga suspirou. Num instante, puxei a taça para baixo. o suficiente pra deixar o mamilo à mercê dos meus dentes, mordi com cuidado puxando ele, a teta ficou em formato de cone mas ela gemia e ofegava sem reclamar, quando aspirei e entrou na minha boca o mamilo duro e a aréola inteira, aconteceu o que nunca tinha rolado comigo, a Marga gozou, nenhuma mulher tinha gozado só de eu chupar as tetas dela embora eu reconheça que o tratamento que eu tava dando era especial mas ela devia ser muito sensível nos mamilos e não aguentou.
Ela pegou minha cabeça e enfiou entre os peitos dela, puxando o sutiã e deixando ele na barriga, com os peitos livres não dei trégua, mordi, lambi e chupei, fazendo ela gritar de tesão, com as mãos peguei as nádegas dela por baixo da calcinha e amassava enfiando os dedos entre elas até chegar nos lábios da buceta por trás, ela pediu, implorou e exigiu que eu comesse ela logo, puxava minha roupa pra me despir me empurrando pra eu deitar e poder subir em cima de mim.
Deixei ela fazer, com mãos desesperadas me despiu como se arrancasse minha pele, não esperou tirar minha calça pelos pés porque perdia muito tempo com os sapatos e puxou a cueca de uma vez deixando minha rola dura, também não teve paciência de tirar a calcinha, só afastou ela e pegando minha rola como um pincel passou umas duas vezes pra molhar na buceta dela, na terceira vez apontou pra dentro da vagina e sentou, ela tava bem lubrificada porque entrou violenta mas suave até o fundo, não parou de pular em cima de mim até gozar de novo, esse orgasmo foi muito mais intenso, não parou de se mexer até saciar todo o fogo que tinha na buceta, caiu em cima de mim deixando as tetas amassadas no meu peito, estavam molhadas com minha saliva e duras marcando minha pele.
Pensei que ela tava tão exausta que não aguentava mais mas senti os músculos vaginais começarem a espremer minha rola que ainda estava dentro, se a ereção tinha baixado um pouco, ela voltou a subir ao máximo e me disse no ouvido.
[list][/list][list]Agora você vai ver como eu também sei enfiar no cu e melhor que minha irmã.[/list][list]
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Ela se levantou e virou de costas pra mim, queria que eu aproveitasse a visão. Agachada, pegou o tronco e colocou entre as nádegas. Não estava dilatada, mas sim lubrificada. A vontade dela venceu a resistência do esfíncter e logo meu pau desapareceu no cu dela. O resto foi um suspiro e uma sentada. Ela cravou até sumir, ficou amassando minhas bolas e pulando. Eu via como ela enfiava e tirava a pica do cu sem parar, enquanto ela mesma se acelerava. Consegui alcançar o clitóris dela, que aparecia entre os lábios abertos da buceta, e acariciei com dois dedos. O orgasmo foi fulminante, mas ela não quis me largar e continuou pulando.
Vendo ela se mexer e lutar contra o vendaval que bagunçava o cabelo dela, eu também gozei. Enchi o cu dela de porra e ela se deitou de costas em cima de mim. Eu segurava ela pegando nos peitos e esperamos meu pau sair mole. A mancha que deixamos no lençol era bem grande. Os fluidos que não paravam de escorrer da buceta dela se juntaram com a porra que saía do cu dilatado dela. Ainda sobrou força pra ela se ajoelhar e pegar meu pau mole, enfiar na boca e chupar até reviver. Tentei convencê-la de que não tinha jeito, meu tempo de recuperação já não era nem sombra do que foi num dia distante, mas a insistência dela me mostrou que determinação move montanhas. Ela ficou chupando minha pica até deixar tão dura que, quando gozei e nem avisei, as bochechas dela incharam. Ela mostrou a vitória: a boca cheia de sêmen, e depois engoliu tudo.
Ficamos um bom tempo sobre o lençol. Ela não sabia o que fazer pra me agradecer por ter arrumado um emprego pra ela e mudado a vida dela. Eu disse que ela merecia o melhor. Ela mostrou que lutava pelos filhos mesmo fazendo coisas de que não gostava, e agora tinha a recompensa. Marga era uma boa garota. Uma das melhores que já tinha encontrado e, pra mim, seria uma pessoa que não esqueceria fácil. Nos despedimos com a certeza de que não seria a última vez que nos veríamos e trocamos os telefones pra manter contato.
Quando saí da casa da Marga, tava pletórico, não esperava passar a tarde tão tranquilamente. Ao descer na estação do San Martín, encontrei a Marlene. Como sempre, tava impecavelmente vestida no estilo francês. Ficou muito feliz em me ver, assim como eu fiquei de vê-la. Ela tava com pressa, mas mesmo assim aceitou tomar um café comigo. Sentamos numa cafeteria perto da estação. Perguntei como iam as coisas. Ela me contou das filhas: a Malena tava passando por um momento mais ou menos com o Fernando, mas como não se viam muito, tava levando bem. A filha dela, Francis, tinha se separado do marido de vez. Ela confessou que as três sentiam minha falta, que sempre que se reuniam, lembravam da tarde que passamos juntos. Logo perguntei pela Guerta, a modelo. Ela tava empolgada, a garota valia a pena e tinha tido sorte.
Naquele momento, tava na França fazendo uma campanha publicitária de um perfume muito famoso no mundo todo. A vida dela tinha mudado completamente, embora não tivesse tempo pra nada nem vida própria, mas comparado com o que fazia antes, era uma mudança total. A Marlene olhava o relógio sem parar. Não quis fazer ela perder tempo e nos despedimos. Quando me beijou, esfregou na minha boca os lábios retocados e carnudos. Cheirava a perfume caro e tava lindíssima. Prometemos nos ver antes de eu ir embora, e a vi sumir com passos rápidos. Aquele andar dava um movimento sensual pra cintura dela. Lembrei de como tinha conquistado aquele castelo do qual tanto se vangloriava, mas que ninguém ainda tinha desbravado.
Voltei pra casa e cruzei pela avenida San Martín. Tive que esperar o trem que vinha do centro passar, e pela... Na janela, vi a cara da Malena, fiquei feliz pra caralho e esperei ela descer. Ela ainda não tinha me visto, e o rostinho sério dela se iluminou quando me viu. O abraço e os beijos que ela me deu foram gostosos, mas senti que estavam mais sentimentais do que o normal. Por isso, quando ela pediu pra eu acompanhá-la, não tive coragem de recusar. Contei que tinha acabado de deixar a mãe dela, que tava indo muito apressada. Ao ouvir isso, ela me contou.
[list][/list][list]A Marlene começou a sair com um francês faz pouco tempo, conheceu ele numa exposição do Manet e ficou toda encantada com as histórias que ele contava sobre Paris. Ele disse que pintava no ateliê dele em Montmartre e ficava falando da luz que entrava pelo claraboia enorme, que dava pros telhados onde aparecia a cúpula do Sacré-Cœur. Minha mãe caiu que nem uma adolescente. Eu não acredito em nada disso, mas ela tá completamente apaixonada pelo Jean-Baptiste. Ele é bem mais novo que ela, mas sabe como tratar ela direito. Minha mãe confessou pra mim que ele lembra muito você, só que com menos experiência. Ela tá decidida a ensinar tudo pra ele, na real já começou as primeiras lições pra encular ele do jeitinho que você ensinou.[/list][list][*][/list][list]Hahaha, tua mãe é uma mulher especial, não tem limites.[/list][list][*][/list][list]É verdade, minha irmã morre de inveja porque desde que largou o marido, só teve experiência com você e isso já faz tempo. Melhor ela não te encontrar, porque não vai te largar até você encher ela todinha…[/list][list][*][/list][list]Hahaha, que pena não ter mais tempo pra fazer uma reunião de família, quem sabe sua mãe não convidava o Jean Bautiste, aí eu podia anotar tudo![/list][list][*][/list][list]Que malvado você é, minha mãe te chamaria de "l'enfant terrible", hahaha.[/list][list][*][/list][list]Agora falando sério, como é que você tá?[/list][list][*][/list][list]Eu?... tô, só isso, tô, mas o que a gente tá fazendo aqui na rua? Vem comigo pra casa e a gente conversa um pouco.[/list][list][*][/list][list]Como quiser, então a relação com seu marido não se resolveu?[/list][list][*][/list][list]Não do jeito que eu queria. Uma coisa é ter uma certa liberdade no sexo, até compreensível pelo tipo de vida que a gente leva, mas tá complicando demais. Se você lembra, a gente teve uma crise muito forte quando todo mundo se envolveu com a Tina, a dançarina. A coisa saiu do controle porque ela é ninfomaníaca e não conseguia sexo suficiente nem com todos eles. No começo, ela ficou com um e com outro, e no final com todos ao mesmo tempo. Você sabe que eu fiquei sabendo pelo dançarino que não participou porque era gay. A situação se acalmou por um tempo porque entrou no grupo outro dançarino que era um verdadeiro garanhão, e a Tina deixou os outros músicos em paz. Mas o coitado durou pouco. A Tina sugou ele de tal jeito que ela tinha que carregá-lo quando dançavam tango. Ele ficou tão fraco que virou um palito de tanto transar com ela. Durou pouco tempo até que ele teve que ir embora por não aguentar o ritmo.[/list][list][*][/list][list]Pobre menino, uma coisa é transar, que todo mundo gosta, mas não parar de transar ninguém aguenta.[/list][list][*][/list][list]Isso aconteceu, ela o espremeu como um limão e, quando o garoto já não conseguia mais satisfazê-la, voltou a procurar os músicos. Começou como sempre: boquete no Fernando, trepada com o violinista e metida de cu com o pianista, mas aos poucos juntou todos de novo ao mesmo tempo, e eles a comiam sem parar.[/list][list][*][/list][list]Que gostosa![/list][list][*][/list][list]Sim, Bárbara, mas agora ela tem um problema: tá grávida! E não sabe de quem, porque todo mundo comeu ela, e tantas vezes que é impossível descobrir. E o pior é que já avisaram: se ela insistir em descobrir, ninguém vai querer saber de nada.[/list][list][*][/list][list]Até certo ponto acho normal, e você, como tá lidando com isso?[/list][list][*][/list][list]Imagina só, já nem sei mais o que pensar, meu marido poderia ter um filho com outra e ainda por cima não é qualquer uma, é uma que dá pra todo mundo que aparece.[/list][list]
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Malena me olhou, os olhos cheios de lágrimas quando entramos na casa dela. Ela jogou a bolsa que carregava num sofá e me abraçou. Eu sentia as lágrimas molhando meu pescoço e beijei o dela. A garota soluçava sem consolo, e eu beijei as lágrimas que escorriam. Ela correspondeu, me beijando suavemente nos lábios e me abraçou. Entre soluços, ela me disse.
[list][/list][list]Com o tanto que deve ser lindo ter um filho desejado, com você eu adoraria ter um, você é a pessoa que eu conheço que seria o melhor pai pro meu filho.[/list][list][*][/list][list]Não fala isso não, você vai ver que encontra um pai ideal, o Fernando vai mudar, se ele se afastar da dançarina, com certeza vai voltar a ser o de sempre, você vai ver.[/list][list][*][/list][list]Mas contigo eu me sinto tão à vontade… nos teus braços me faz mais mulher, é uma pena que você vá pra Espanha, queria ter você sempre por perto, me contentaria em sentir o calor do teu corpo de vez em quando, você me atraiu já no avião quando a gente se conheceu.[/list][list][*][/list][list]Mmm que viagem… amei sentir como uma gostosa igual você pegava na minha rola e enfiava na boca.[/list][list][*][/list][list]Era o mínimo que eu podia fazer e o máximo porque estávamos em público. Eu gostei da sua compreensão quando meu marido insistiu pra eu fazer uma punheta pra ele debaixo da manta. Pra você eu fiz porque você não pediu e merecia mais do que ele. O boquete final foi o prêmio extra. Kkkkk.[/list][list][*][/list][list]Malena, você tem o dom de me deixar com o pau duro como nunca, daquela vez ele já tava desenganado, achava que nunca mais ia usar e você fez ele reviver.[/list][list][*][/list][list]Como assim agora? Mmm, sinto ele crescendo e crescendo entre minhas pernas, é uma pena que não esteja onde deveria. Quer enfiar ele bem quentinho? Te garanto que vai ser muito bem recebido.[/list][list][*][/list][list]Imagino que já te falaram isso várias vezes, mas tu tem a buceta mais aconchegante que eu conheço.[/list][list][*][/list][list]Valeu, mas ninguém tinha me falado isso. Minha buceta só serve pra satisfazer alguém sem pensar que eu também gosto de transar.[/list][list][*][/list][list]Já eu adoro tudo em você, seus peitos me encantam e sua boca me enlouquece.[/list][list][*][/list][list]E a minha bunda, você não gosta mais?[/list][list][*][/list][list]Não queria te contar, mas nela me sinto em casa e gozo à vontade.[/list][list][*][/list][list]Eu sei, mas eu gosto mais quando você goza na minha buceta, adoro sentir seu gozo queimando, eu gozo só de sentir.[/list][list]
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Enquanto a gente conversava abraçados de pé, a Malena foi abrindo minha camisa e a blusa dela, já só tinha o sutiã e quando eu falei dos peitos dela, ela tirou e colou os peitos no meu peito, enquanto eu empurrava meu pau duro entre as pernas dela, sentindo o calor que o púbis dela soltava por baixo da saia.
[list][/list][list]Malena, tem uma coisa que eu não te falei e é o que mais me dá vontade agora.[/list][list][*][/list][list]Tem algo melhor ainda?[/list][list][*][/list][list]Sim, eu quero muito lamber sua buceta, é uma coisa que me deixa louco, na minha língua sinto todas as sensações do seu corpo.[/list][list][*][/list][list]Isso dá pra resolver, mas vamos ficar à vontade na minha cama, é bem mais fácil.[/list][list]
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Me carregou no colo até a cama e me empurrou pra deitar, puxou minha calça pra baixo e me deixou com o pau apontando pro teto, mas ela tirou a saia enquanto meu pau balançava cortando o ar. Quando tirou a calcinha, subiu na cama e se ajoelhou no meu peito, com os dedos abriu a buceta e me mostrou o clitóris inchado e bem à mostra.
[list][/list][list]Tava se referindo a isso?[/list][list][*][/list][list]Exatamente isso, me dá aqui que vou te comer todinha.[/list][list]Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.[/list][list]
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Mais duas joelhadas adiante e eu já tinha a buceta da Malena na minha boca, ela tinha passado as pernas sobre meus ombros e com as mãos apertava as próprias nádegas, puxando-as contra mim, pressionando os lábios dela contra os meus. Ela se inclinou pra trás, apoiando as mãos nos meus joelhos e me oferecendo a buceta completamente aberta. Lambi, chupei e mordi sem parar, sentia as vibrações na barriga dela com os mini orgasmos, via os peitos dela durinhos por cima de mim, com os bicos salientes. Ela foi se deixando cair sobre minha boca, queria que eu não parasse de lamber nenhum espaço. Meus dedos ajudaram minha língua e entraram pelos buracos que encontraram até fazê-la gemer de prazer. A buceta dela jorrava uns líquidos brancos e grossos que eu bebia, os orgasmos curtos eram o prelúdio de um orgasmo gigantesco, devia ser o tsunami das gozadas porque ela liberou tanta tensão que a fez gritar desesperadamente e caiu pra trás em cima de mim, a cabeça dela ficou dobrada entre minhas coxas com minha piroca encostada na bochecha dela, mas ela não tinha forças nem pra se mexer.
Com as pernas dela ao meu lado, eu passava as mãos acariciando as coxas torneadas dela, tomando cuidado pra não chegar perto do sexo. Ela estava tão sensível que cada vez que eu me aproximava parecia até que doía. A barriga e o peito dela subiam e desciam com os tremores do prazer que sentia, os peitos dela estavam duros e coroados pelos bicos inchados. Quando foi recobrando os sentidos, ela notou que minha piroca balançava contra o rosto dela, via a centímetros de distância minha cabecinha vermelha e pelada, como se pedisse atenção. Malena esticou a mão, puxou ela pra perto e beijou carinhosamente, não soltou mais e percorreu ela de ponta a ponta, se virou ficando de bruços em cima de mim, as pernas dela ao lado da minha cara me ofereciam o melhor do corpo dela. Quando cheguei perto dos lábios dela, ela deu um pulo, ainda estava sensível demais, então fui pras nádegas abertas, o cu parecia me chamar, se abria e fechava, provocando que eu lambesse, a ponta da minha língua conseguiu alcançar e ela fez com que se aproximasse de mim.
Coloquei o travesseiro debaixo da cabeça e deixei na mesma altura, lambi tudo ao redor antes de focar nas rugosidades escuras, debaixo dele a buceta continuava escorrendo, mas meu alvo era o cu, Malena se aproximava oferecendo e pedindo mais carícias, meu dedo substituiu minha língua e entrou sem dificuldade, já achava pouco quando coloquei o outro dedo, queria mais ao se acostumar com o tamanho e com três já ficava satisfeita, eu ia gozar, ia fazer na boca dela, mas ela me atrasava quando sentia a cabecinha inchando roxa, tratou de deixar a excitação no máximo pra acelerar as lambidas no meu pau e quando os dois estivemos à beira do orgasmo, ela se levantou e sentou em cima de mim, enfiou o pau no cu e se mexeu como um pião pra encher o reto de porra, nós dois sentimos ao mesmo tempo e saiu uma quantidade enorme de leite que ela guardou pra si quando eu saí, fechou o esfíncter e não vazou uma gota, me abraçou e ficamos nos beijando com os corpos colados e suados, as pernas entrelaçadas e os peitos esmagados contra mim.
[list][/list][list]Malena, achei que você queria que eu gozasse dentro da sua buceta.[/list][list][*][/list][list]Claro que queria, mas sei que você tem muito respeito pelos filhos. Não ia querer que, se por acaso eu engravidasse, você ficasse sempre na dúvida se tem um filho perdido por aí.[/list][list][*][/list][list]É verdade, você não sabe as vezes que eu tive ultimamente pra me colocar em risco, mas por um lado não quero que nenhuma mulher sofra as consequências nem ficar pensando que algum moleque poderia sentir minha falta como pai.[/list][list][*][/list][list]Tô certa de que mais de uma mulher ficaria felizona de carregar um filho teu na barriga, ou tô enganada?[/list][list][*][/list][list]Porra, Malena! Como vocês são, mulheres! São todas um pouco bruxas, é verdade. Alguma aí ia adorar ser engravidada por mim, e te confesso que eu também adoraria, mas… é impossível, não quero nem pensar nas consequências…[/list][list][*][/list][list]Você poderia ser avô e… pai.[/list][list][*][/list][list]Por que você tá dizendo isso?[/list][list][*][/list][list]Haha, ai Pepe, tu não consegue disfarçar, sua nora, como é o nome dela, Camila? Vocês dois estão caidinho um pelo outro e ela te olha com uns olhinhos… que tá morrendo de vontade de você comer ela, se já não fizeram, e você também, quando tá com ela fica de boca aberta babando, aposto que já conversaram sobre isso, vocês adorariam ter um filho juntos, principalmente ela, não liga muito que você seja o sogro dela, é a oportunidade perfeita, tudo ficaria na família, ou vocês não pensaram nisso?[/list][list][*][/list][list]Ela se chama Corina e a gente nem pensou nisso, seria um desastre de família, imagina com que cara eu olharia pro meu filho, depois de ter botado chifre nele e, principalmente, feito ele passar como seu um filho que eu tinha feito na mulher dele…[/list][list][*][/list][list]Nossa, que moralista você ficou, quer dizer, tá me dizendo que você e a Corina nunca transaram? Isso você conta pra outras, mas pra mim não cola, e aposto que vocês transam muito e bem, e que você já teve vontade de se deixar levar, engravidar ela e ter algo só de vocês dois, hahaha, Pepe, pelo amor… já trepamos tantas vezes você e eu pra você querer me enganar… mas não se preocupa, é coisa dos dois, mas eu não pensaria duas vezes. Vou te contar um segredo: quando eu te falei que tinha engravidado do “italiano”, na verdade o único com quem eu tinha transado era você, e pra mim foi uma decepção quando minha menstruação desceu. Foram os dois meses mais felizes que eu tive desde que me casei, mesmo que eu não tivesse te dito nada e teria jurado na Bíblia que não era seu. E não sei por quê, mas com a Corina aconteceria o mesmo que comigo: ela não iria querer te comprometer com sua mulher e muito menos com o marido dela, mas no fundo do seu ser feminino, você seria o pai do filho dela.[/list][list][*][/list][list]Porra Malena, você me abriu ao meio como se faz com as reses no matadouro, acho que não sobrou nenhum segredo pra esconder de você, você é igualzinha à Corina, com ela não adianta dar desculpa.[/list][list][*][/list][list]Porque a gente te ama e você é uma pessoa adorável, é uma pena que a gente não fosse livre os três, faríamos um trio perfeito, você teria nós duas sempre prontinhas e parindo de vez em quando, não me diga que você não ia gostar![/list][list][*][/list][list]Que maldade, você tá me descrevendo um sonho, seria uma maravilha e te confesso que meu pau já tá se lambendo.[/list][list][*][/list][list]Não, seu pau não, quem vai se lamber sou eu porque vou te fazer um boquete como ninguém nunca fez, nem a Corina, bom, isso… não sei. Kkkk.[/list][list]
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Malena, com uma risada jovem e sensual ao mesmo tempo, se jogou no meu pau. Não teve dificuldade nenhuma pra deixar ele tão duro que chegava a doer. Usou todas as artes e truques que conhecia, não deixou nenhum canto seco. Me deixava usar o corpo dela inteiro, mas evitava que eu tentasse enfiar o pau em qualquer buraco — só a boca dela é que tava liberada. Meus dedos se enterravam na buceta e no cu dela, beliscavam o clitóris ou os mamilos, mas ela, mesmo gemendo de prazer, não soltava meu pau. Tava me dando uma despedida com direito a prêmio, queria que eu levasse uma lembrança inesquecível da primeira argentina que conheci. As mãos dela não paravam de me acariciar de todas as maneiras possíveis, e com uma maestria danada, prolongou minha gozada até a exaustão. Quando ela decidiu que eu tinha merecido a porra, fez isso nos peitos dela, encheu eles de leite que depois recolheu com os dedos e espalhou pelo corpo, e então chupou os dedos com deleite, me encarando com um sorriso safado.
Foi difícil me recuperar, nunca tinha ficado tanto tempo na tensão sem conseguir descarregar o sêmen. Malena era decididamente a amante perfeita, junto com a Corina, claro. Senti um calafrio na espinha ao lembrar do plano que a Corina e ela tinham imaginado pra mim: as duas juntas, prontas pra tudo, sem tabus. Tive que balançar a cabeça pra voltar à realidade. Tudo aquilo era um sonho, uma fantasia maravilhosa, mas, na real, impensável.
Tomamos banho juntos, devagar. A pele dos nossos corpos tava pegajosa e cheirava a suor, a sêmen e a fluido da Malena. Com uma esponja natural, ela me ensaboou e se demorou especialmente no meu pau — não chegou a ficar duro, mas dava pra ver a intenção. Eu ensaboei ela toda, era um deleite percorrer as curvas dela, não tinha nenhuma ruguinha, igualzinho à Corina. Sequei ela centímetro por centímetro, tentando gravar aquela mulher na minha mente. Ia ser muito difícil conhecer outra igual. igual, uns corpos que me deixavam excitado, mas o mais importante é que me tinham enfeitiçado.Continua.
Agradeço seus comentários e avaliações.
Valeu.
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