Olá, gente gostosa!!!!
Valeu pelos pontos e comentários!!!!
São o combustível pra continuar contando essa história, que parece ficção mas foi bem real!!!
As mensagens com a Ana viraram rotina, a gente se propondo todo tipo de situação sexual. Ainda não existia WhatsApp, senão a gente teria feito sexo virtual e tantas outras coisas… A putaria e a química que a gente tinha não rolava nos nossos casamentos.
Uma semana depois do nosso 2º encontro, a gente se trombou de novo… Claramente nossos corpos se precisavam. Não tinha choro nem nada que nos parasse. A gente marcava um dia, e cada um fazia de tudo pra estar lá. Era uma loucura. Se ver e ir direto pro motel aliviar as tensões.
Cada dia era uma nova aventura e eu me propunha uns objetivos diferentes pra ver até onde a gente ia.
Naquele dia, eu tava na esperança de aguentar a transa inteira sem gozar. Não sabia se ia conseguir porque a mina me esquentava demais… mas fazer o quê… era um novo desafio.
Foi assim que a gente se encontrou numa tardezinha, de novo beijos no carro e direto pro motel… Muita pele, muita paixão.
Entramos no quarto e, como sempre, o furacão que vivia em nós se soltou. Dessa vez, tentei fazer a preliminar durar o máximo possível, sempre eu cuidando da Ana, porque sabia que se ela me chupasse a pica muito cedo, eu não ia conseguir cumprir minha missão.
Não lembro qual foi o motivo dela estar “ofendida” e não se deixar pegar… se fazendo de “difícil”. Mas, mais insistente que cachorro no cio, fui tirando a roupa dela e, com acesso ao corpo, comecei o trabalho oral… pescoço, ombros, peitos… a calça jeans tava grudada nela, era uma pena ter que tirar, aquela bunda partida pela costura que se dividia em duas metades simétricas, redondas, empinadas… Enquanto chupava os peitos dela (por se não falei, não eram muito grandes, mais pra pequenos, clássico tandem: se tem bunda boa, tem peito pequeno e vice-versa), eu apalpava a bunda e a buceta por cima da calça. Ela me pegava na pica, Mas como ela tava se fazendo de difícil, eu dizia: “não não… você tá ofendida” e ela ria cúmplice e sarcasticamente.
Meu pau explodia na calça. Mas não queria dar a vitória pra ela. Ela se fazia de difícil, então eu também… os dois “arianos” brigando pra ganhar uma batalha que já tava perdida desde que a gente se encontrou. Mas ninguém queria dar o braço a torcer. Tentei tirar a calça dela e ela se afastou, puxei ela pra mim segurando pela bunda e encostei o pau na pussy dela, fazendo força pra ela sentir como tava.
A: aaaaaaammmmmmmm como isso se sente
Y: viu??? Hoje eu te arrebento toda
A: toda não…
Y: como não??
A: tô ofendida…
Y ria com malícia
Virei ela e encostei o pau na bunda dela, fazendo força, enquanto falava no ouvido:
Y: se o pessoal da escola visse a gente…. Que inveja que iam ter de mim!!!
A: aaaaaaammmmmmmmmmmm… o que cê tá dizendo??
Y: o que você ouviu… não se faz de sonsa, você sabe como todo mundo te olha na escola
A: por isso que o Paco não quer que eu vá buscar ele e pede pra ir sozinho
Y: pois é… se além dos professores, até os colegas dele olham pra sua bunda, devem bater umas punhetas os moleques hahahahaha
A: é… a minha é bem masturbatória
Y: ele bate punheta pensando na mamãe??? (enquanto eu punhetava ela por cima da calça)
A: não seja tarado!!!!
Y: por que você é de saaaaaaaaaaaaaaanta…. Hahahahaha
A: eu sou uma senhora que não tem atenção em casa, por isso caí nas suas garras
Y: aaaaiiiii coitada da senhoraaaaaaaaaaaaaaaaaaaa….. (e eu desabotoava a calça dela e acariciava a pussy por cima da calcinha fio dental)
A: hahaha você é de dar medo
Y: e é isso que você gosta (enfiei um dedo entre os lábios vaginais dela)
A: sim sim…. Mmmmmm
Fui descendo a calça dela, agora na lembrança, fiquei igual ao grande Olmedo fazendo de Mãos Santas, agachado com os glúteos dela na altura do meu rosto, com aquela calcinha fio dental que sumia no meio da racha da bunda linda dela, dei uma mordida de leve (pra não marcar).
Joguei ela na cama, ela ficou sentada com os Calças no tornozelo e as botas ainda calçadas. Puxando, tirei tudo, ela ficou só de fio dental (já dava pra ver a umidade) deitada de barriga pra cima. Fui subindo com meus beijos pelas pernas dela, compriiiiiiiiiiiidas, torneadas, firmes. Ana estava com o olhar fixo no teto e se deixava fazer. Abri as pernas dela devagar e, enquanto beijava suas pernas, acariciava os lábios da buceta por cima do tecido, fazendo ela ficar com vontade. Conforme eu subia pelas pernas dela, a respiração dela ficava ofegante. De baixo, eu via os biquinhos rosados apontando pro teto, durinhos de tesão. Cheguei perto da buceta dela ainda coberta pelo pano e passei a língua por cima do fio dental.
A: não molha que depois me incomoda
Y: e se você não vestir de novo??
A: sim, claro, e a calça me corta no meio…
Tive pena, então tirei o fio dental, deixando a buceta rosada e molhada à minha disposição. Enfiei a língua e lambi toda a umidade dela, deixando também minha saliva. Abri os lábios dela com a língua e ataquei o interior com lambidas rápidas e depois outras longas, alternando velocidade e profundidade, passando pelo clitóris e voltando a entrar. Estiquei as mãos para tocar os peitos dela, os gemidos dela enchiam o quarto, os peitos subiam e desciam, a barriga se contraía junto com as pernas. Não tem nada mais lindo do que fazer uma mulher gostosa gozar com a língua. O orgasmo atravessou ela. Ela apertou as pernas, deixando minha cara presa na buceta dela — não tinha intenção de ir pra outro lugar que não fosse aquele… então, mesmo sem ar, aproveitei aqueles segundos de clímax.
Subi na cama e meti nela sem pedir permissão… quase não deixei ela se recuperar do orgasmo e já tava em cima, penetrando ela na posição de missionário.
Não vou encher o saco de vocês com os detalhes óbvios de posições, caras, beijos e muitos etcs.
Quando quis fazer a Booty nela, ela fala:
A: não não.. hoje não.. tô ofendida com você
Y: sim sim.. claro…
A: sério, pelo que você me disse outro dia, hoje não dou
Já tava encontrei, porque foi assim que eu deixei ela, então peguei ela pela cintura, apontei a pica na bunda e empurrei…
A: nãaaaaaaaaaaaaaaaaaammmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm
Y: vamo ver como é que cê tá ofendida??? (e enfiei a cock toda no cu dela)
A: aaaaahhh filha da puta
Daí pra frente foi só prazer. Ela teve vários orgasmos a mais, e quando eu sentia que ia gozar, eu aliviava, queria cumprir meu objetivo
Quando já tinha passado mais de uma hora de sexo frenético, ela me olha
A: que que cê tem que não goza??
Y: tô guardando… pra sair tudo junto
A: ahã…. E o que cê tá pensando??
Y: encher sua boquinha
A: cê acha??
Y: eu ia gostar… cê deixa??
A: quem te disse??? Talvez sim… talvez não…
Eu comecei a meter com tudo no cu dela
Y: e qual talvez tá mais perto?? O sim? Ou o não?
A: aaah aaahhaaaahhhh cê tá me machucando
Y: posso meter mais forte… (aumentando o ritmo da foda)
A: aaaaahhh filha da putaaaaaaa!! Para!!! Para!!!
Y: me responde… cê tá mais perto do não ou do sim?
A: SIM SIM SIM….
Eu toquei o clitóris dela, meti um dedo na buceta dela, e comecei a comer ela com mais “amor”
Mais um orgasmo….
Eu já não aguentava muito… então tirei a cock do cu dela e deitei de barriga pra cima
Ana subiu em cima e enfiou a cock
Y: olha que vou gozar dentro…
A: cê não vai ser tão idiota assim!!!
Y: eu não me arriscaria a fazer o que cê tá fazendo
A: me deixa um pouquinho que eu tô gostando
Y: Ok
Fazendo esforço, revisando o teorema de Pitágoras, o de Tales, a divisão de números complexos, e outras situações menos confortáveis… consegui superar o momento
Y: Chega!!! Vai… faz tua mágica… (piscando um olho)
A: hahahahaha mágica???
Y: cê sabe do que eu tô falando
A: não sou mágica…
Y: não se faz de sonsa… vai… me dá esse gosto
Ana desmontou da minha cock, abri as pernas pra dar espaço, ela deitou deixando a cara na altura da minha virilha, me olhou nos olhos e começou a chupar com muito tesão… Ela chupava com vontade, com amor, com carinho, com paixão, com loucura… era uma deusa do boquete… Um dia eu confessei pra ela numa conversa por mensagem: "ninguém chupou minha pica tão gostoso igual você"
Obviamente, eu não dava pra muito… depois de uns minutos de um prazer oral daqueles, comecei a tremer, uma careta tomou conta de mim, não precisava avisar, porque minhas pernas apertaram ela, e eu me deixei levar………………………
Não sei quantos jorros saíram dos meus ovos, não consegui contar, só sei que sentia minha pica cuspindo e cuspindo sem parar. Primeiro jorros longos, depois outros mais curtos, e ela me olhava nos olhos e deixava meu gozo entrar todinho na boca dela. Nem uma gota escapou da filha da puta… Quando soltou minha pica fez: “PLA… PLA… PLA…” como se estivesse saboreando e deixando passar o pouco de gozo que devia ter grudado no céu da boca, e se jogou em cima de mim, como quem fez uma boa ação e agora busca aprovação.
Claro que ficou mais que aprovada.
Tomamos um banho juntos, com muitos mimos e carícias, e nos despedimos até uma nova oportunidade.
Uns dias depois, ela me manda uma mensagem
A: OI, ME AVISA QUANDO POSSO TE LIGAR
Y: oi… ok, tô saindo da escola, me liga daqui a 15
Ela ligou:
A: Oi, viu como você é um idiota!!!
Y: Epa!! Boa tarde!!!
A: é, boa tarde pra você… bah… nem sei
Y: o que aconteceu?? (a primeira coisa que pensei foi que o marido tinha descoberto…)
A: TÔ GRÁVIDA…..
-----------------------------CONTINUA---------------------------------------------------
Valeu pelos pontos e comentários!!!!
São o combustível pra continuar contando essa história, que parece ficção mas foi bem real!!!
As mensagens com a Ana viraram rotina, a gente se propondo todo tipo de situação sexual. Ainda não existia WhatsApp, senão a gente teria feito sexo virtual e tantas outras coisas… A putaria e a química que a gente tinha não rolava nos nossos casamentos.
Uma semana depois do nosso 2º encontro, a gente se trombou de novo… Claramente nossos corpos se precisavam. Não tinha choro nem nada que nos parasse. A gente marcava um dia, e cada um fazia de tudo pra estar lá. Era uma loucura. Se ver e ir direto pro motel aliviar as tensões.
Cada dia era uma nova aventura e eu me propunha uns objetivos diferentes pra ver até onde a gente ia.
Naquele dia, eu tava na esperança de aguentar a transa inteira sem gozar. Não sabia se ia conseguir porque a mina me esquentava demais… mas fazer o quê… era um novo desafio.
Foi assim que a gente se encontrou numa tardezinha, de novo beijos no carro e direto pro motel… Muita pele, muita paixão.
Entramos no quarto e, como sempre, o furacão que vivia em nós se soltou. Dessa vez, tentei fazer a preliminar durar o máximo possível, sempre eu cuidando da Ana, porque sabia que se ela me chupasse a pica muito cedo, eu não ia conseguir cumprir minha missão.
Não lembro qual foi o motivo dela estar “ofendida” e não se deixar pegar… se fazendo de “difícil”. Mas, mais insistente que cachorro no cio, fui tirando a roupa dela e, com acesso ao corpo, comecei o trabalho oral… pescoço, ombros, peitos… a calça jeans tava grudada nela, era uma pena ter que tirar, aquela bunda partida pela costura que se dividia em duas metades simétricas, redondas, empinadas… Enquanto chupava os peitos dela (por se não falei, não eram muito grandes, mais pra pequenos, clássico tandem: se tem bunda boa, tem peito pequeno e vice-versa), eu apalpava a bunda e a buceta por cima da calça. Ela me pegava na pica, Mas como ela tava se fazendo de difícil, eu dizia: “não não… você tá ofendida” e ela ria cúmplice e sarcasticamente.
Meu pau explodia na calça. Mas não queria dar a vitória pra ela. Ela se fazia de difícil, então eu também… os dois “arianos” brigando pra ganhar uma batalha que já tava perdida desde que a gente se encontrou. Mas ninguém queria dar o braço a torcer. Tentei tirar a calça dela e ela se afastou, puxei ela pra mim segurando pela bunda e encostei o pau na pussy dela, fazendo força pra ela sentir como tava.
A: aaaaaaammmmmmmm como isso se sente
Y: viu??? Hoje eu te arrebento toda
A: toda não…
Y: como não??
A: tô ofendida…
Y ria com malícia
Virei ela e encostei o pau na bunda dela, fazendo força, enquanto falava no ouvido:
Y: se o pessoal da escola visse a gente…. Que inveja que iam ter de mim!!!
A: aaaaaaammmmmmmmmmmm… o que cê tá dizendo??
Y: o que você ouviu… não se faz de sonsa, você sabe como todo mundo te olha na escola
A: por isso que o Paco não quer que eu vá buscar ele e pede pra ir sozinho
Y: pois é… se além dos professores, até os colegas dele olham pra sua bunda, devem bater umas punhetas os moleques hahahahaha
A: é… a minha é bem masturbatória
Y: ele bate punheta pensando na mamãe??? (enquanto eu punhetava ela por cima da calça)
A: não seja tarado!!!!
Y: por que você é de saaaaaaaaaaaaaaanta…. Hahahahaha
A: eu sou uma senhora que não tem atenção em casa, por isso caí nas suas garras
Y: aaaaiiiii coitada da senhoraaaaaaaaaaaaaaaaaaaa….. (e eu desabotoava a calça dela e acariciava a pussy por cima da calcinha fio dental)
A: hahaha você é de dar medo
Y: e é isso que você gosta (enfiei um dedo entre os lábios vaginais dela)
A: sim sim…. Mmmmmm
Fui descendo a calça dela, agora na lembrança, fiquei igual ao grande Olmedo fazendo de Mãos Santas, agachado com os glúteos dela na altura do meu rosto, com aquela calcinha fio dental que sumia no meio da racha da bunda linda dela, dei uma mordida de leve (pra não marcar).
Joguei ela na cama, ela ficou sentada com os Calças no tornozelo e as botas ainda calçadas. Puxando, tirei tudo, ela ficou só de fio dental (já dava pra ver a umidade) deitada de barriga pra cima. Fui subindo com meus beijos pelas pernas dela, compriiiiiiiiiiiidas, torneadas, firmes. Ana estava com o olhar fixo no teto e se deixava fazer. Abri as pernas dela devagar e, enquanto beijava suas pernas, acariciava os lábios da buceta por cima do tecido, fazendo ela ficar com vontade. Conforme eu subia pelas pernas dela, a respiração dela ficava ofegante. De baixo, eu via os biquinhos rosados apontando pro teto, durinhos de tesão. Cheguei perto da buceta dela ainda coberta pelo pano e passei a língua por cima do fio dental.
A: não molha que depois me incomoda
Y: e se você não vestir de novo??
A: sim, claro, e a calça me corta no meio…
Tive pena, então tirei o fio dental, deixando a buceta rosada e molhada à minha disposição. Enfiei a língua e lambi toda a umidade dela, deixando também minha saliva. Abri os lábios dela com a língua e ataquei o interior com lambidas rápidas e depois outras longas, alternando velocidade e profundidade, passando pelo clitóris e voltando a entrar. Estiquei as mãos para tocar os peitos dela, os gemidos dela enchiam o quarto, os peitos subiam e desciam, a barriga se contraía junto com as pernas. Não tem nada mais lindo do que fazer uma mulher gostosa gozar com a língua. O orgasmo atravessou ela. Ela apertou as pernas, deixando minha cara presa na buceta dela — não tinha intenção de ir pra outro lugar que não fosse aquele… então, mesmo sem ar, aproveitei aqueles segundos de clímax.
Subi na cama e meti nela sem pedir permissão… quase não deixei ela se recuperar do orgasmo e já tava em cima, penetrando ela na posição de missionário.
Não vou encher o saco de vocês com os detalhes óbvios de posições, caras, beijos e muitos etcs.
Quando quis fazer a Booty nela, ela fala:
A: não não.. hoje não.. tô ofendida com você
Y: sim sim.. claro…
A: sério, pelo que você me disse outro dia, hoje não dou
Já tava encontrei, porque foi assim que eu deixei ela, então peguei ela pela cintura, apontei a pica na bunda e empurrei…
A: nãaaaaaaaaaaaaaaaaaammmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm
Y: vamo ver como é que cê tá ofendida??? (e enfiei a cock toda no cu dela)
A: aaaaahhh filha da puta
Daí pra frente foi só prazer. Ela teve vários orgasmos a mais, e quando eu sentia que ia gozar, eu aliviava, queria cumprir meu objetivo
Quando já tinha passado mais de uma hora de sexo frenético, ela me olha
A: que que cê tem que não goza??
Y: tô guardando… pra sair tudo junto
A: ahã…. E o que cê tá pensando??
Y: encher sua boquinha
A: cê acha??
Y: eu ia gostar… cê deixa??
A: quem te disse??? Talvez sim… talvez não…
Eu comecei a meter com tudo no cu dela
Y: e qual talvez tá mais perto?? O sim? Ou o não?
A: aaah aaahhaaaahhhh cê tá me machucando
Y: posso meter mais forte… (aumentando o ritmo da foda)
A: aaaaahhh filha da putaaaaaaa!! Para!!! Para!!!
Y: me responde… cê tá mais perto do não ou do sim?
A: SIM SIM SIM….
Eu toquei o clitóris dela, meti um dedo na buceta dela, e comecei a comer ela com mais “amor”
Mais um orgasmo….
Eu já não aguentava muito… então tirei a cock do cu dela e deitei de barriga pra cima
Ana subiu em cima e enfiou a cock
Y: olha que vou gozar dentro…
A: cê não vai ser tão idiota assim!!!
Y: eu não me arriscaria a fazer o que cê tá fazendo
A: me deixa um pouquinho que eu tô gostando
Y: Ok
Fazendo esforço, revisando o teorema de Pitágoras, o de Tales, a divisão de números complexos, e outras situações menos confortáveis… consegui superar o momento
Y: Chega!!! Vai… faz tua mágica… (piscando um olho)
A: hahahahaha mágica???
Y: cê sabe do que eu tô falando
A: não sou mágica…
Y: não se faz de sonsa… vai… me dá esse gosto
Ana desmontou da minha cock, abri as pernas pra dar espaço, ela deitou deixando a cara na altura da minha virilha, me olhou nos olhos e começou a chupar com muito tesão… Ela chupava com vontade, com amor, com carinho, com paixão, com loucura… era uma deusa do boquete… Um dia eu confessei pra ela numa conversa por mensagem: "ninguém chupou minha pica tão gostoso igual você"
Obviamente, eu não dava pra muito… depois de uns minutos de um prazer oral daqueles, comecei a tremer, uma careta tomou conta de mim, não precisava avisar, porque minhas pernas apertaram ela, e eu me deixei levar………………………
Não sei quantos jorros saíram dos meus ovos, não consegui contar, só sei que sentia minha pica cuspindo e cuspindo sem parar. Primeiro jorros longos, depois outros mais curtos, e ela me olhava nos olhos e deixava meu gozo entrar todinho na boca dela. Nem uma gota escapou da filha da puta… Quando soltou minha pica fez: “PLA… PLA… PLA…” como se estivesse saboreando e deixando passar o pouco de gozo que devia ter grudado no céu da boca, e se jogou em cima de mim, como quem fez uma boa ação e agora busca aprovação.
Claro que ficou mais que aprovada.
Tomamos um banho juntos, com muitos mimos e carícias, e nos despedimos até uma nova oportunidade.
Uns dias depois, ela me manda uma mensagem
A: OI, ME AVISA QUANDO POSSO TE LIGAR
Y: oi… ok, tô saindo da escola, me liga daqui a 15
Ela ligou:
A: Oi, viu como você é um idiota!!!
Y: Epa!! Boa tarde!!!
A: é, boa tarde pra você… bah… nem sei
Y: o que aconteceu?? (a primeira coisa que pensei foi que o marido tinha descoberto…)
A: TÔ GRÁVIDA…..
-----------------------------CONTINUA---------------------------------------------------
7 comentários - A mãe gostosa do meu aluno (parte 4)
excelente historia!
NOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
No la habrás hecho abortar..ja!