Três dias depois, ela me ligou

Não vou enganar ninguém. Eu me sentia muito confuso e culpado. Aquela sensação de ter feito algo que seria malvisto por todo meu círculo, mas que eu tinha curtido tanto, era contraditória pra mim. Minha cabeça não parava de analisar todos os fatores. Transado com o melhor amigo do meu pai. Não sabia se tinha feito certo ou errado, e me preocupava a vontade que eu tinha de encontrar ele de novo e engolir aquele pauzão poderoso.

A família do Carlos era a esposa dele, Gema, uma tia espetacular em todos os sentidos, e as duas filhas, uma da minha idade, Mariola, que ia comigo pra aula, e outra mais velha, da idade da minha irmã, Carolina, que tava estudando pra concurso. Sem dúvida era uma família de revista, ele, vocês já sabem como é, e a mulher, linda. Já podem imaginar como são as filhas, até hoje.

A confusão me fez pensar em ir pra praia, onde meus pais têm um apartamento, e até cheguei a procurar as chaves, que não encontrei, e pensando que meus pais tinham levado, perguntei pra minha irmã, que me respondeu que papai tinha dado as chaves do apartamento pro Carlos pra eles irem durante a festa.

A festa da minha cidade dura 6/7 dias, pegando um fim de semana e um feriado, mas o resto é dia útil. Naquele ano, a festa foi de terça a segunda, sendo a própria segunda o feriado, e meu encontro com o Carlos foi numa quarta. Quinta e sexta continuei trabalhando na festa e, sinceramente, não vi o Carlos nem a família dele no barraco, e achei que ele tinha ido pro apartamento dos meus pais passar uns dias. Até que chegou o sábado.

Aquele sábado eu tava feliz, porque só trabalharia 4 horas ao meio-dia e depois folgava até segunda à noite. Eu vinha me cuidando pra não ir pro trabalho de ressaca e me sentir mal, então acordei tarde, tomei banho, café da manhã e, bem antes de sair de casa, o telefone fixo tocou. Yolanda, minha irmã, atendeu o telefone e eu ouvi ela dizer: "Espera, não sei se ele já foi embora" e, dando um grito, me chamou. Grite "Juani! Você tá aqui ou já foi embora?" Respondi com outro grito: "Por pouco, mas tô aqui!"

"Porra, o telefone aqui embaixo, é o Carlos, perguntando por você."

Naquele momento, meu coração acelerou como nunca antes, fiquei nervoso e excitado, não queria que minha irmã me visse daquele jeito. Corri e peguei o telefone, bem atento pra que a fofoqueira da minha irmã não estivesse ouvindo, e respondi um tímido "sim".

—E aí, bicho, o que cê tá fazendo? — ele perguntou. —Me preparando pra ir trampar um pouco — respondi. —Você não tava na praia? — perguntei.

—Que nada, mano, as coisas complicaram no trampo, tem um pedido enorme pra entregar até segunda e a gente tá super atrasado. A Gema e as meninas foram sim, tão lá, e eu fiquei aqui. Quem sabe com um pouco de sorte eu consigo ir pelo menos na segunda e curtir um pouco a praia. Qual teu plano pro fim de semana? — ele perguntou.

E naquele momento, a bola voltou pra mim. Eu podia curar todos os meus medos e dizer que tava muito ocupado, ou contar a verdade. Que eu trabalhava até as 6 daquele dia e não voltava a trampar até segunda. Todas as variáveis passaram pela minha cabeça, e no final…

—Então, olha, hoje eu trampo até as 18:00 e depois não tenho plano nenhum.

Rapidamente, ele se ofereceu pra gente jantar essa noite, e a verdade é que eu tava afim. Independente do que tinha rolado e ia rolar, a companhia do Carlos sempre foi foda.

—Ok, então olha, acho que vou trampar até as 20:00. Volto, tomo um banho e vou na sua casa lá pras 20:45, e aí a gente sai pra jantar em algum lugar. Tá de boa se a gente for pra cidade vizinha, que não tem festa? Assim não preciso me arrumar! — ele propôs, e pra mim pareceu ótimo.

Fui trampar, voltei pra casa, e depois de tirar um cochilo, me arrumando comentei com minha irmã que ia jantar com o Carlos, e ela disse que já sabia. Falou que talvez fosse na casa do Carlos pra… Tomar um banho na piscina.
O Carlos tem uma casa enorme com piscina, que dá pra acessar sem precisar entrar na casa em si. E, olha, na minha casa tinha chave de tudo, porque o Carlos e a Gema deram uma cópia pros meus pais pra emergências, mas a gente só tinha liberdade total pra usar a piscina e o barracão dela.

— Quando você vai? — perguntei, morrendo de medo de ser pego transando com o Carlos.
— Sei lá, talvez hoje à noite, talvez amanhã, não sei... — respondeu a Yolanda. — Ok, quem sabe eu vou com você quando for — falei, dando um beijo nela e me despedindo, porque o Carlos já tinha buzinado e tava no portão.

Entrei na caminhonete enorme dele, e o Carlos, que não queria se arrumar, tava super estiloso. Bermuda e uma camisa polo meio desgastada que caía muito bem nele.

— Aonde a gente vai? — ele perguntou. E eu, que já tava entregue de corpo e alma, respondi: — Pra onde você me levar!

Fomos pra cidade vizinha, que perto da piscina municipal tem uma pizzaria. Comemos lá, e conversamos sobre tudo: estudo, trabalho, família, futebol, política — mas nada de sexo. E assim fui me acalmando, até que, depois de pagar a conta, voltamos pro carro.

Dentro do carro, o Carlos me perguntou se eu tinha gostado da experiência do outro dia.

Respondi que sim, mas que tava muito confuso. Ele disse que se sentia igual, que não sabia como a gente tinha chegado naquilo, que nunca tinha feito nada com um cara antes, mas que desde então não conseguia parar de pensar em mim... e na minha bunda.

— Eu também não parei de pensar em você e nesse pedaço de pau que você tem. Fecho os olhos e me vejo te chupando no meio do campo, fico louco — falei. E, num ato de coragem, completei: — Na verdade, queria repetir...

Ele me olhou, sorriu, ligou o carro e perguntou: — Tá a fim de um banho na piscina lá de casa?

Respondi que sim, mas que talvez minha irmã estivesse lá. ali.
"Não se preocupa, a gente entra pela frente e vê se tem alguém ou não"
Chegamos na casa dele lá pelas 23h, e vimos que não tinha ninguém, então fomos direto pra piscina, e eu falei... "Não trouxe sunga!" (como se isso fosse problema, com a quantidade de vezes que já nadei pelado na piscina dele à noite)
-É que você nunca nadou pelado de noite nessa piscina, passarinho... – ele disse, deixando claro que já tinha me pegado em todos esses banhos escondidos.
Resumindo, como se fosse cena de filme, a gente foi se despindo enquanto chegava na piscina pra se jogar na água de uma vez naquela noite quente.
Ficamos um tempão brincando na água até que acabamos agarrados na borda, dentro da piscina, e num movimento sutil, Carlos me envolveu com os braços, colando minhas costas no peito dele e, principalmente, aquela piroca enorme e grossa dele na minha bunda, que ao sentir, se abriu igual uma flor. Aí começamos a comentar a jogada do outro dia e eu sentia o pau dele endurecendo e procurando meu cu.
"Vamos pra dentro?" ele perguntou. "Sim" – respondi, todo excitado.
Saindo da piscina, ele deu uns quatro ou cinco passos na frente, no gramado, se virou e, com aquela piroca enorme nas mãos, olhando pra mim enquanto eu subia as escadas da piscina, vi ele puxar o prepúcio pra trás e começar a mijar. Sem pensar, me aproximei e agarrei ele, igual no outro dia. Tava na frente dele e falei pra continuar, e ele começou a mijar no meu pau e na minha barriga, e enquanto via o jato descendo, fui abaixando a boca pra chupar e sentir de novo o gosto do pau mijado dele. Durinho e mijado, me deixou ainda mais tesudo.
Depois de um tempão chupando ele, a gente foi pra dentro, e seguindo ele no escuro, ele me levou até o quarto de hóspedes, onde me empurrou na cama, de bruços, e me segurando pela cintura, levantou meu quadril, me deixando de quatro na cama. Minha bunda ficou exposta do jeito que ele quis, e mais uma vez, e depois de um tapa, Deus dizia "que cuzão você tem, filho da puta", enquanto aproximava a boca do meu ânus, me abrindo ainda mais com suas mãos fortes.
Ele chupava, abria e metia a língua, cada vez com mais força, até que se levantou e perguntou de novo se eu confiava nele, e eu, já entregue de novo, disse que sim.
Trazendo o pauzão dele perto da minha boca, ele falou: "chupa e deixa bem babado". Enquanto eu chupava e ele enfiava até a garganta, ele dizia: "quanto mais cuspir, melhor vai entrar..."
Dessa vez, Carlos me virou e, cuspindo no meu cu já molhado, encostou o rabão dele na minha bunda e, empurrando minha cabeça contra a cama, me deixando totalmente entregue, abriu meu cu como se fosse um melão e disse:
"Hoje não tem dedinho, só rabo..." e, empurrando o pau, foi enfiando aquela barra dura dentro de mim, sentindo cada veia do cock dele deslizando pelo meu esfíncter.
Talvez a vontade que eu tava de ser comido, a posição e o trabalho prévio da língua dele fizeram com que entrasse sem dificuldade nem dor, até que chegou aquele momento em que senti a pélvis dele contra meu cu. Sem se mexer, ele fala:
"Hoje podemos gritar à vontade, ninguém nos ouve, e acredite, hoje vamos gritar."
Me segurando pelos quadris, ele me afastava e me batia de novo contra ele, enfiando o pau cada vez mais rápido, batendo com as bolas e apertando minha próstata, me dando um prazer inexplicável que me fazia gritar e gemir sem parar.
"Continua!", eu gritava, "me dá mais", eu pedia, enquanto ele se movia.
Ele gritava, perguntando se eu gostava de como ele me comia, e o pau dele, até que me segurando mais forte ele pergunta:
"Onde você quer que eu goze?"
"Me emprenha, seu filho da puta", eu gritava uma e outra vez, até que ele berra: "vou te emprenhar" e, acompanhando as estocadas com empurrões, encheu minhas entranhas de novo com a porra quente dele, e é essa sensação que me faz gozar na cama, ficando os dois exaustos. deitados na cama, ainda com o rabo dele enfiado, dando uns pequenos espasmos.
Quando ele resolve se soltar, e bem raro em mim, com toda a minha excitação, fui procurar aquela pica pra saborear o gosto da porra dele.
Daí, a gente levantou e foi pra cozinha beber água, trocando olhares cúmplices e risadas.
Já era tarde, deviam ser umas 2 ou 3 da madrugada, e eu não sabia o que fazer, se voltava pra casa ou ficava lá aquela noite, mas tava me sentindo muito, muito bem.
A casa do Carlos fica a 150 metros da casa dos meus pais, e depois de conversar um tempo sentados na escada do pátio dele, pelados, enquanto a porra dele escorria devagar do meu cu, decidi ir pra minha casa dormir, e que no domingo a gente podia fazer alguma coisa.
E depois de entrar no banheiro, limpar o cu e me vestir, saí da casa dele e olhei o celular, onde tinha um SMS da minha irmã dizendo:
"Deixei um bilhete pra você na cozinha."
Pensei que tinha acontecido alguma coisa e acelerei o passo até chegar em casa. Antes de ir pra cozinha, fui no quarto dela e lá estava ela dormindo.
E desci pra cozinha, onde tinha um bilhete, que ainda guardo, com os dizeres:
"Vi vocês saindo da piscina. Espero que tenha aproveitado esse pedaço de rabo. Amanhã a gente conversa. P.S.: Toma um banho antes de deitar. Te amo."
Eu podia ter me preocupado, mas minha irmã é de confiança.
Fui dormir depois do banho, relaxado, com a bunda ardendo, e pensando em como ia contar tudo isso pra minha irmã e o que a gente ia fazer amanhã…

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