Este relato é 100% real e aconteceu há 30 anos, durante umas férias com meus amigos fomos para Mar del Plata acampar, em poucos dias conhecemos umas minas que estavam com os pais, eu gostei muito de uma que tinha 18 anos, Viviana, mas como eu tinha 25 anos, no começo achei que era muito novinha.
Durante as férias, saí com 2 ou 3 garotas (depois fiquei sabendo que Viviana ajudava elas a se vestir e se arrumar pra sair comigo) enquanto meus amigos ficavam muito amigos dela, das irmãs e dos pais dela.
Depois de voltar pra Buenos Aires, meus amigos me falam: "Ei, sábado vamos visitar as minas que conhecemos no camping, cê vem?" Minha primeira resposta foi não, nem pensar, não gosto da que não me interessa e a que eu gosto é muito novinha.
Mas depois pensei, vou, acompanho eles já que não tenho nada pra fazer. Quando chegamos, estávamos meio perdidos e perguntamos pra umas minas que estavam na porta de uma loja sobre a rua que procurávamos, elas eram uma mais gostosa que a outra!!! Estávamos a uma quadra e as minas eram amigas da Viviana.
Como as amigas eram gostosas, comecei a ir todo fim de semana com meus amigos, o problema é que cada vez eu gostava mais da Viviana e ela também se interessava por mim, me seguia com o olhar, ficava ligada em tudo que eu fazia, etc. No grupo de amigos dela tinha um cara, como se dizia antigamente, bicha, viado, magrinho e simpático, Julito.
Finalmente um dia me decido e encaro a Vi, falo o que sentia por ela etc etc etc, começamos a namorar, até tive que pedir a mão dela pro pai!!! Que época, pelo amor de Deus.
Nosso namoro ia de 10 mas... sempre tem um mas, não podíamos ir sozinhos pra lugar nenhum, cinema em grupo, outro lugar em grupo, só ficávamos a sós na hora da despedida, e a temperatura só aumentava, quase não aguentava mais, as mãos percorriam todo o corpo dela, ela tinha umas tetas lindas e uma bunda im pre sio nan te.
A safadeza só aumentava, ela também queria, mas os pais não deixavam ela sair sozinha. , como eu ia sair sozinha com 18 anos e o namorado com 25, não podíamos ir pra hotel nem pra lugar nenhum. A descarga que a gente tinha era quando eu ia embora, a gente fazia pela porta dos fundos, onde eu podia chupar a buceta dela ou ela chupar minha pica. O código que a gente tinha era que quando ela tava de saia, eu chupava ela. A gente fazia isso duas ou três vezes por semana, às vezes interrompido pela voz do pai: "Vamos, Viviana, que é tarde!!". Mas essa descarga não era suficiente, a gente queria transar.
Até que um dia, estando no trabalho, recebo uma ligação. "Tenho duas surpresas", ela me disse. A primeira: os pais da Liliana, a melhor amiga dela, iam viajar, então ela ia fazer companhia pra ela. "Vem sem a moto", ela disse, "e encontra com o Beto, o namorado da amiga, na esquina. Venham rápido e cuidem pra não ter ninguém vendo." A amiga morava a três quadras da casa da Vi. "E a segunda?" "Você já vai saber", ela disse. "Vai me entregar a bunda pequena como sempre pedi", pensei, mas ficou pairando.
Fizemos isso e rapidamente estávamos na casa. Comemos alguma coisa e, depois de um tempo, Liliana e Beto foram pro quarto dos pais, e a gente foi pro dela. Agora começa a ação.
Nos despir foi questão de décimos de segundo. A gente tava os dois no fogo, nos tocamos e rapidamente eu penetrei ela. Ela tava super quente, toda molhada. Gozamos os dois muito rápido, a putaria que a gente tava era enorme!!!
Descansamos um pouco e começamos de novo com as carícias. Eu tava chupando a buceta dela quando ela pede: "Vem, quero sentir você dentro de mim de novo". Nisso, ela tava me acariciando a bunda e brincando com os dedinhos pra enfiar em mim, até que num momento sinto outra mão me acariciando. Eu paro, fico tenso, não entendia o que tava rolando. Ela me diz: "Fica tranquilo, se deixa levar e vai ver como a gente vai se divertir."
Às carícias que eu recebia, se somou que comecei a sentir uma língua brincando no meu cu. Ahhh, aí comecei a ficar com um tesão doido, queria mais e mais. Gozei como nunca. tinha feito, viu que você ia gozar como nunca.
Se era o Julito, a primeira coisa que me disseram foi pra não contar nada pro Beto, já que ele não tinha nenhuma simpatia por ele, tudo tinha sido combinado entre a Vi e a Liliana. Ela me disse que essa era a segunda surpresa, porque o Julito tinha falado que, pelo jeito que eu olhava pra ele, eu queria ter algo com ele.
E aí veio o terceiro, já mais tranquilos depois de ter finalmente transado duas vezes, dedicamos mais tempo pra brincar e gozar, e agora éramos três... ela chupava minha buceta e o Julito chupava meu cu, e como ele brincava com a língua!!! Ele chupava o cu dela e eram dois me chupando a pica... lindo, muito lindo. No terceiro, eu gozei na boca dele.
Tudo muito bom, mas eu sentia que faltava algo. Dormimos um pouco e às 06:00 fomos embora com o Beto. No outro dia, eu e a Vi concordamos como tinha sido bom. Ela me disse que o Julito tinha falado que eu ia gostar muito, e ele não se enganou. Perguntei se podíamos repetir, ela disse que não tinha problema nenhum e que, como via que eu gostava que ele participasse, estava tudo bem. Também me disse que era a primeira vez que o Julito fazia aquilo com ela.
Eu sentia que precisava ver o Julito e ficava pensando em como fazer isso, não queria contar pra Vi. Uns dias depois, chegando na casa dela, tive um problema com a moto: o tanque de gasolina estava vazando, precisava esvaziar pra ver se conseguia consertar. A Vi estava tomando banho e a mãe dela me disse que não tinha nada pra me ajudar, e sugeriu: "Por que você não vai até a casa do Júlio? Ele com certeza tem um galão pra te emprestar."
Quando cheguei, o Julito se surpreendeu. Falei do que precisava e ele perguntou pra mãe se no fundo tinha algum galão. A mãe disse: "Acho que sim", e lá fomos nós... Entrar e beijá-lo apaixonadamente foi o que fiz. Perguntei: "Dá pra fazer alguma coisa aqui?" Ele disse: "Tranca a porta." Abaixei as calças e a cueca dele e comecei a chupar a pica dele com muita vontade, como eu aproveitei. "Vai, me come", pedi. Ele tinha uma pica fina e bem comprida, doeu. Um pouco, mas depois ele meteu até o fundo, me comeu com força enquanto eu me masturbava. A gente gozou e eu rapidamente vesti a roupa e fui embora. Ele correu atrás de mim e disse: "Pega o galão"... hahahaha, pedi pra ele não contar nada pra Vi.
Como continua? Na segunda parte.
Durante as férias, saí com 2 ou 3 garotas (depois fiquei sabendo que Viviana ajudava elas a se vestir e se arrumar pra sair comigo) enquanto meus amigos ficavam muito amigos dela, das irmãs e dos pais dela.
Depois de voltar pra Buenos Aires, meus amigos me falam: "Ei, sábado vamos visitar as minas que conhecemos no camping, cê vem?" Minha primeira resposta foi não, nem pensar, não gosto da que não me interessa e a que eu gosto é muito novinha.
Mas depois pensei, vou, acompanho eles já que não tenho nada pra fazer. Quando chegamos, estávamos meio perdidos e perguntamos pra umas minas que estavam na porta de uma loja sobre a rua que procurávamos, elas eram uma mais gostosa que a outra!!! Estávamos a uma quadra e as minas eram amigas da Viviana.
Como as amigas eram gostosas, comecei a ir todo fim de semana com meus amigos, o problema é que cada vez eu gostava mais da Viviana e ela também se interessava por mim, me seguia com o olhar, ficava ligada em tudo que eu fazia, etc. No grupo de amigos dela tinha um cara, como se dizia antigamente, bicha, viado, magrinho e simpático, Julito.
Finalmente um dia me decido e encaro a Vi, falo o que sentia por ela etc etc etc, começamos a namorar, até tive que pedir a mão dela pro pai!!! Que época, pelo amor de Deus.
Nosso namoro ia de 10 mas... sempre tem um mas, não podíamos ir sozinhos pra lugar nenhum, cinema em grupo, outro lugar em grupo, só ficávamos a sós na hora da despedida, e a temperatura só aumentava, quase não aguentava mais, as mãos percorriam todo o corpo dela, ela tinha umas tetas lindas e uma bunda im pre sio nan te.
A safadeza só aumentava, ela também queria, mas os pais não deixavam ela sair sozinha. , como eu ia sair sozinha com 18 anos e o namorado com 25, não podíamos ir pra hotel nem pra lugar nenhum. A descarga que a gente tinha era quando eu ia embora, a gente fazia pela porta dos fundos, onde eu podia chupar a buceta dela ou ela chupar minha pica. O código que a gente tinha era que quando ela tava de saia, eu chupava ela. A gente fazia isso duas ou três vezes por semana, às vezes interrompido pela voz do pai: "Vamos, Viviana, que é tarde!!". Mas essa descarga não era suficiente, a gente queria transar.
Até que um dia, estando no trabalho, recebo uma ligação. "Tenho duas surpresas", ela me disse. A primeira: os pais da Liliana, a melhor amiga dela, iam viajar, então ela ia fazer companhia pra ela. "Vem sem a moto", ela disse, "e encontra com o Beto, o namorado da amiga, na esquina. Venham rápido e cuidem pra não ter ninguém vendo." A amiga morava a três quadras da casa da Vi. "E a segunda?" "Você já vai saber", ela disse. "Vai me entregar a bunda pequena como sempre pedi", pensei, mas ficou pairando.
Fizemos isso e rapidamente estávamos na casa. Comemos alguma coisa e, depois de um tempo, Liliana e Beto foram pro quarto dos pais, e a gente foi pro dela. Agora começa a ação.
Nos despir foi questão de décimos de segundo. A gente tava os dois no fogo, nos tocamos e rapidamente eu penetrei ela. Ela tava super quente, toda molhada. Gozamos os dois muito rápido, a putaria que a gente tava era enorme!!!
Descansamos um pouco e começamos de novo com as carícias. Eu tava chupando a buceta dela quando ela pede: "Vem, quero sentir você dentro de mim de novo". Nisso, ela tava me acariciando a bunda e brincando com os dedinhos pra enfiar em mim, até que num momento sinto outra mão me acariciando. Eu paro, fico tenso, não entendia o que tava rolando. Ela me diz: "Fica tranquilo, se deixa levar e vai ver como a gente vai se divertir."
Às carícias que eu recebia, se somou que comecei a sentir uma língua brincando no meu cu. Ahhh, aí comecei a ficar com um tesão doido, queria mais e mais. Gozei como nunca. tinha feito, viu que você ia gozar como nunca.
Se era o Julito, a primeira coisa que me disseram foi pra não contar nada pro Beto, já que ele não tinha nenhuma simpatia por ele, tudo tinha sido combinado entre a Vi e a Liliana. Ela me disse que essa era a segunda surpresa, porque o Julito tinha falado que, pelo jeito que eu olhava pra ele, eu queria ter algo com ele.
E aí veio o terceiro, já mais tranquilos depois de ter finalmente transado duas vezes, dedicamos mais tempo pra brincar e gozar, e agora éramos três... ela chupava minha buceta e o Julito chupava meu cu, e como ele brincava com a língua!!! Ele chupava o cu dela e eram dois me chupando a pica... lindo, muito lindo. No terceiro, eu gozei na boca dele.
Tudo muito bom, mas eu sentia que faltava algo. Dormimos um pouco e às 06:00 fomos embora com o Beto. No outro dia, eu e a Vi concordamos como tinha sido bom. Ela me disse que o Julito tinha falado que eu ia gostar muito, e ele não se enganou. Perguntei se podíamos repetir, ela disse que não tinha problema nenhum e que, como via que eu gostava que ele participasse, estava tudo bem. Também me disse que era a primeira vez que o Julito fazia aquilo com ela.
Eu sentia que precisava ver o Julito e ficava pensando em como fazer isso, não queria contar pra Vi. Uns dias depois, chegando na casa dela, tive um problema com a moto: o tanque de gasolina estava vazando, precisava esvaziar pra ver se conseguia consertar. A Vi estava tomando banho e a mãe dela me disse que não tinha nada pra me ajudar, e sugeriu: "Por que você não vai até a casa do Júlio? Ele com certeza tem um galão pra te emprestar."
Quando cheguei, o Julito se surpreendeu. Falei do que precisava e ele perguntou pra mãe se no fundo tinha algum galão. A mãe disse: "Acho que sim", e lá fomos nós... Entrar e beijá-lo apaixonadamente foi o que fiz. Perguntei: "Dá pra fazer alguma coisa aqui?" Ele disse: "Tranca a porta." Abaixei as calças e a cueca dele e comecei a chupar a pica dele com muita vontade, como eu aproveitei. "Vai, me come", pedi. Ele tinha uma pica fina e bem comprida, doeu. Um pouco, mas depois ele meteu até o fundo, me comeu com força enquanto eu me masturbava. A gente gozou e eu rapidamente vesti a roupa e fui embora. Ele correu atrás de mim e disse: "Pega o galão"... hahahaha, pedi pra ele não contar nada pra Vi.
Como continua? Na segunda parte.
2 comentários - Minha primeira vez como bi parte 1