Apareci pra uma entrevista de serviço na casa de um cliente. Quando a porta se abriu, uma cara lindíssima me recebeu. Ia cumprimentar, quando uma mão grande pegou ela pela cintura e a puxou pro lado. Apareceu um tio fingindo um sorrisão. O cumprimento foi o mais cordial e ensaiado possível. Ele me fez entrar, e a gente conversou sobre o anúncio que ele queria. No fim, ele aceitou com o preço mais básico. Claro que ele passou o tempo todo falando de "amantes" e do "estado necessário" de ser casado, porque "é importante ter alguém te esperando em casa..." Bom, no final das contas, não era problema meu nem minha cara de me meter na vida dos outros. Só tinha um detalhe que não me deu segurança: o serviço tinha que ser na casa dele, e só quando ele estivesse por perto. No fim, o convite dele pra almoçar foi muito forçado. Me desculpei, mais que nada com a senhora, porque "recusaria" a dedicação dela ao lar, que é o que há de mais valioso em qualquer mulherzinha. Com o passar dos dias, eu me acostumei a almoçar em santa paz, e voltava na hora pro design. Já tava fechando uma semana e não tinha avançado grande coisa. A Brenda sugeriu eu chegar um par de horas antes pra adiantar o design. E foi o que eu fiz, mas foram 3 e não 2 horas antes. A gente podia conversar um pouco. Ela tentava não me distrair nada, mesmo sendo o que eu mais queria... Parecia que a situação dela tinha me dado uma certa ternura e coragem... Até que um dia, cheguei 2 horas bem antes. A gente começou a conversar com toda confiança, e ela pediu pra eu acompanhá-la até o quarto enquanto a gente conversava. Ela começou a puxar as cobertas, e eu me aproximei completamente dela. Peguei ela pela cintura. Pensei que ela fosse me rejeitar, mas, sem embargo, ela cooperou comigo.
Ela me deixou continuar, e aos poucos foi colaborando... minhas mãos voavam por cada centímetro da pele dela, sem apressar o menor toque nas partes íntimas dela, o que era óbvio... E assim que senti, busquei tocá-la toda, ela fechou os olhos, se esfregando contra mim, enfiou as mãos entre nós, e desabotoou minha camisa, meus dedos cutucaram a buceta dela, afastando a calcinha de lado, e fui fundo o mais profundo que dava... Depois de um bom tempo assim, fui tirando o vestido dela, e ela também começou a tirar minha roupa.
Sentei na beirada da cama e puxei ela pra perto de mim, continuei beijando ela com uma ternura infinita, beijei seu pescoço, seus ombros, enquanto minhas mãos acariciavam a pele do corpo inteiro dela, tirei os peitinhos dela daquele aperto e comecei a chupá-los, dando umas mordidinhas, puxando os bicos um pouco pra fora do eixo... Ela baixou as mãos, pegou meu pau entre elas e começou a me acariciar com uns roçados como se estivesse me masturbando... Ela mantinha os olhos fechados, segurei o rosto dela, dei uns beijos neles e pedi pra ela manter bem abertos, pra ficar mais consciente e poder se curtir com total liberdade...
Então eu levantei ela e subi na cama, fiquei por cima dela e comecei a passar meu pau pelo corpo dela, sem parar de acariciar com dedicação. Ela se agarrou de novo no meu pau e não parava de me acariciar. Fui me ajustando na altura do rosto dela, esfreguei meu pau na cara dela e deixei ela livre pra agir conforme fosse sentindo. Ela começou então a masturbar meu pau, sem tirar os olhos dele... E foi beijando, colocou a língua pra fora e começou a lamber, rodeando minha pica, e aí se atreveu: engoliu quase até a metade e me encheu de um prazer imenso, na hora que chupou gulosamente meu pau...
Ela se posicionou em cima de mim, chupando com pouca experiência, mas eu não tava nem aí pra isso, o importante era deixar ela ter o controle e a liberdade do que o corpo dela pedia... Então a gente se enfiou num delicioso 69, e ela abriu as pernas de vez, levantou o quadril, esfregando a buceta e a pélvis contra a minha boca. Segurei ela pelas nádegas e guiei um pouco do jeito mais gostoso pra nós dois, senão chegaria a hora em que ela ia "arrebentar meu focinho" de tanto se esfregar com força... Depois fui me ajeitando de bruços, dando um pouco mais de liberdade, como um prelúdio pro que vinha... E assim ela engoliu ele inteiro, e eu, claro, fiquei encantado...
Terminei de me acomodar, ela cravou os olhos nos meus no momento em que ainda chupava minha pica, adorei ver aquele brilho mega desinibido no olhar dela, e sem parar de chupar, com as mãos foi acariciando minha virilha, começou a subir pelo meu corpo, assim, até que se sentou na minha pica, ela montou e conduziu a penetração, foi de uma vez até o fundo, e começou a dar giros tão vertiginosos em cima de mim... Segurei ela pela cintura, sem deixar de atender as bundas dela, que eu abria e brincava guloso com os esfíncteres anais... Conforme ela se mexia, me fascinava ver como ela me olhava, realmente curtia aquilo, "esses peitos caídos e que dão uma vontade danada", como diria Carlos, meu cliente, na verdade, não tem coisa superior na própria natureza que supere uma visão tão sublime... A pele dela "de laranja", tão cheia de suco ainda, e que me entregava uma mulher inteira, que só pedia carinho e poder fazer o que "as meninas más fazem"... Era a mesma que se dava a chance de se sentir, de ter uma boa entrega, mesmo que fosse por infidelidade...
Assim montada, só se virou sem se soltar, o que eu comemorei e falei: Ela só sorriu, e seguiu a festa entre giros e vai e vem... Eu deixava ela fazer o que quisesse, claro, sem parar de dar atenção entre beijos, carícias e palavras safadas, adorava ouvir ela gemer, cada vez se soltava mais e mais... Sem se importar se era ouvida ou não pelos vizinhos, mas ela continuava na dela, já que no final das contas era o momento dela.. os movimentos dela me levaram a dar a primeira descarga que, obviamente, é a mais abundante em todos os efeitos e dimensões, ela fechou os olhos, ao mesmo tempo que também se derramava numa multi-orgasmo....
Em seguida, virei ela e coloquei de barriga pra cima, me deitei por cima cobrindo o corpo dela de beijos, também pra me recuperar, e assim que me estabilizei, me posicionei de "missionário" e penetrei ela pela 2ª vez... Ela ficou me olhando muito espantada e me perguntou: <"se era possível fazer isso 2 vezes..">. Eu sorri e respondi: <"Nossa, se você visse, tem homem que faz pelo menos umas 6, 8 vezes, mas não sou desses não">. E eu sorri, e enquanto os dois estávamos assim, veio aquele "papo furado"... A gente começou a conversar entre umas bombadas que foram ficando suaves, fui conhecendo o caso dela, igual ao de muitos e muitos... Elas cresceram "sabendo" que sexo é "uma sujeira", e fazer era "pecado"..... E se você junta a falta de capacidade do marido, que "tampa" o buraco culpando ela, e dizendo que só "uma" vez é "suficiente" por semana... Uffa, porque mulher casada é "decente".... Bom, deixei o assunto de lado por enquanto, e fiquei bombando nela por um tempão, até que virei ela de novo....
Acomodei ela de quatro e penetrei quase de uma só vez. Ela não segurou o gemido forte. Apoiei minhas mãos nas nádegas dela e fui abrindo, distendendo os esfíncteres anais, o que fez ela ter multiorgasmos que eu sentia nos meus dedos assim que ela apertava os anéis vaginais. Era uma loucura completa poder provocar tanto numa mulher... E o que me fez mudar de lugar na penetração foram os mil e um movimentos que ela fazia com meus dedos lá dentro. Coloquei um preservativo e me acomodei, empurrando a cabeçona da minha pica, que logo começou a deslizar lá dentro do cu dela. Ela ficou bem quietinha, como se estivesse relaxando a cabeça, e de imediato começou a fazer um ritmo de vai e vem... Segurei firme na cintura dela e comecei a bombar. Quando o celular dela tocou, ela atendeu enquanto eu bombava. Era o marido dela, pedindo pra ela me ligar porque ele tava com "o compadre" e não ia me receber hoje. Pois é, bem próprio o "pretexto" pra ele, e do mais divino pra nós... Depois, tirei o preservativo, mesmo assim fui no banheiro me lavar e voltei pra cama.
Deitei em cima dela e me acomodei entre as pernas dela... Nessa hora, já não ligávamos pra mais nada, a gente se fundiu num abraço fudido, eu apalpando o corpo inteiro dela, e ela enroscando as pernas no meu corpo, nossas bucetas se esfregando e se roçando uma na outra, meu pau preso entre aqueles lábios da buceta dela, dentro daquele canal fervendo que jorrava uns sucos quentes de lava, e entre bombadas e vai e vem, só aumentava cada vez mais...
Terminei uma, e logo em seguida outra, de tão gostosa entrega da Brenda, aquele conjunto de situações que esquentou demais meus sentidos, e ficamos por um bom tempo conversando sem nos atrever a "desgrudar nossos sexos".... Ficamos mais de 2 anos nessa relação, o Carlos me dava contratos como "meu representante", e eu tinha que fazer nos domínios dele.... Mas no fim das contas, ele descobriu a situação e se mudou do pedaço em silêncio....
Ela me deixou continuar, e aos poucos foi colaborando... minhas mãos voavam por cada centímetro da pele dela, sem apressar o menor toque nas partes íntimas dela, o que era óbvio... E assim que senti, busquei tocá-la toda, ela fechou os olhos, se esfregando contra mim, enfiou as mãos entre nós, e desabotoou minha camisa, meus dedos cutucaram a buceta dela, afastando a calcinha de lado, e fui fundo o mais profundo que dava... Depois de um bom tempo assim, fui tirando o vestido dela, e ela também começou a tirar minha roupa.
Sentei na beirada da cama e puxei ela pra perto de mim, continuei beijando ela com uma ternura infinita, beijei seu pescoço, seus ombros, enquanto minhas mãos acariciavam a pele do corpo inteiro dela, tirei os peitinhos dela daquele aperto e comecei a chupá-los, dando umas mordidinhas, puxando os bicos um pouco pra fora do eixo... Ela baixou as mãos, pegou meu pau entre elas e começou a me acariciar com uns roçados como se estivesse me masturbando... Ela mantinha os olhos fechados, segurei o rosto dela, dei uns beijos neles e pedi pra ela manter bem abertos, pra ficar mais consciente e poder se curtir com total liberdade...
Então eu levantei ela e subi na cama, fiquei por cima dela e comecei a passar meu pau pelo corpo dela, sem parar de acariciar com dedicação. Ela se agarrou de novo no meu pau e não parava de me acariciar. Fui me ajustando na altura do rosto dela, esfreguei meu pau na cara dela e deixei ela livre pra agir conforme fosse sentindo. Ela começou então a masturbar meu pau, sem tirar os olhos dele... E foi beijando, colocou a língua pra fora e começou a lamber, rodeando minha pica, e aí se atreveu: engoliu quase até a metade e me encheu de um prazer imenso, na hora que chupou gulosamente meu pau...
Ela se posicionou em cima de mim, chupando com pouca experiência, mas eu não tava nem aí pra isso, o importante era deixar ela ter o controle e a liberdade do que o corpo dela pedia... Então a gente se enfiou num delicioso 69, e ela abriu as pernas de vez, levantou o quadril, esfregando a buceta e a pélvis contra a minha boca. Segurei ela pelas nádegas e guiei um pouco do jeito mais gostoso pra nós dois, senão chegaria a hora em que ela ia "arrebentar meu focinho" de tanto se esfregar com força... Depois fui me ajeitando de bruços, dando um pouco mais de liberdade, como um prelúdio pro que vinha... E assim ela engoliu ele inteiro, e eu, claro, fiquei encantado...
Terminei de me acomodar, ela cravou os olhos nos meus no momento em que ainda chupava minha pica, adorei ver aquele brilho mega desinibido no olhar dela, e sem parar de chupar, com as mãos foi acariciando minha virilha, começou a subir pelo meu corpo, assim, até que se sentou na minha pica, ela montou e conduziu a penetração, foi de uma vez até o fundo, e começou a dar giros tão vertiginosos em cima de mim... Segurei ela pela cintura, sem deixar de atender as bundas dela, que eu abria e brincava guloso com os esfíncteres anais... Conforme ela se mexia, me fascinava ver como ela me olhava, realmente curtia aquilo, "esses peitos caídos e que dão uma vontade danada", como diria Carlos, meu cliente, na verdade, não tem coisa superior na própria natureza que supere uma visão tão sublime... A pele dela "de laranja", tão cheia de suco ainda, e que me entregava uma mulher inteira, que só pedia carinho e poder fazer o que "as meninas más fazem"... Era a mesma que se dava a chance de se sentir, de ter uma boa entrega, mesmo que fosse por infidelidade...
Assim montada, só se virou sem se soltar, o que eu comemorei e falei:
Em seguida, virei ela e coloquei de barriga pra cima, me deitei por cima cobrindo o corpo dela de beijos, também pra me recuperar, e assim que me estabilizei, me posicionei de "missionário" e penetrei ela pela 2ª vez... Ela ficou me olhando muito espantada e me perguntou: <"se era possível fazer isso 2 vezes..">. Eu sorri e respondi: <"Nossa, se você visse, tem homem que faz pelo menos umas 6, 8 vezes, mas não sou desses não">. E eu sorri, e enquanto os dois estávamos assim, veio aquele "papo furado"... A gente começou a conversar entre umas bombadas que foram ficando suaves, fui conhecendo o caso dela, igual ao de muitos e muitos... Elas cresceram "sabendo" que sexo é "uma sujeira", e fazer era "pecado"..... E se você junta a falta de capacidade do marido, que "tampa" o buraco culpando ela, e dizendo que só "uma" vez é "suficiente" por semana... Uffa, porque mulher casada é "decente".... Bom, deixei o assunto de lado por enquanto, e fiquei bombando nela por um tempão, até que virei ela de novo....
Acomodei ela de quatro e penetrei quase de uma só vez. Ela não segurou o gemido forte. Apoiei minhas mãos nas nádegas dela e fui abrindo, distendendo os esfíncteres anais, o que fez ela ter multiorgasmos que eu sentia nos meus dedos assim que ela apertava os anéis vaginais. Era uma loucura completa poder provocar tanto numa mulher... E o que me fez mudar de lugar na penetração foram os mil e um movimentos que ela fazia com meus dedos lá dentro. Coloquei um preservativo e me acomodei, empurrando a cabeçona da minha pica, que logo começou a deslizar lá dentro do cu dela. Ela ficou bem quietinha, como se estivesse relaxando a cabeça, e de imediato começou a fazer um ritmo de vai e vem... Segurei firme na cintura dela e comecei a bombar. Quando o celular dela tocou, ela atendeu enquanto eu bombava. Era o marido dela, pedindo pra ela me ligar porque ele tava com "o compadre" e não ia me receber hoje. Pois é, bem próprio o "pretexto" pra ele, e do mais divino pra nós... Depois, tirei o preservativo, mesmo assim fui no banheiro me lavar e voltei pra cama.
Deitei em cima dela e me acomodei entre as pernas dela... Nessa hora, já não ligávamos pra mais nada, a gente se fundiu num abraço fudido, eu apalpando o corpo inteiro dela, e ela enroscando as pernas no meu corpo, nossas bucetas se esfregando e se roçando uma na outra, meu pau preso entre aqueles lábios da buceta dela, dentro daquele canal fervendo que jorrava uns sucos quentes de lava, e entre bombadas e vai e vem, só aumentava cada vez mais...
Terminei uma, e logo em seguida outra, de tão gostosa entrega da Brenda, aquele conjunto de situações que esquentou demais meus sentidos, e ficamos por um bom tempo conversando sem nos atrever a "desgrudar nossos sexos".... Ficamos mais de 2 anos nessa relação, o Carlos me dava contratos como "meu representante", e eu tinha que fazer nos domínios dele.... Mas no fim das contas, ele descobriu a situação e se mudou do pedaço em silêncio....
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