Coisas de família

Meus pais são separados, em péssimos termos, desde que eu era bem pequena e praticamente minha vida inteira morei com meu pai. Minha mãe eu via muito pouco durante toda a infância e parte da adolescência, então também não tive muito contato com toda a família desse lado. Já adulta, por coisas da vida, tive uma aproximação grande com ela e comecei a frequentar a casa dela e, por consequência, a dela (e também minha) família. Embora com meus primos eu já tivesse relação há alguns anos, tinha muitos parentes meio distantes que, sinceramente, nem lembrava que existiam. Entre eles estava o Marcos, um tio afastado, primo de segundo grau da minha mãe, uns 40 anos, que apareceu de visita um dia na casa da minha avó. Eu não sabia quem era, ele ficava dizendo pra minha mãe que não podia acreditar como eu tinha crescido, que a última vez que me viu eu era bebê, e eu só ria sem graça. O cara era muito gente boa, então a gente se enturmou rápido e começamos a conversar, ele perguntava da minha vida e eu da dele, bem, o normal que se faz com um parente distante que você não vê há anos. A verdade é que no começo não senti nada por ele, mas naquele mesmo dia ele me seguiu nas redes e começamos a trocar ideia. Com o passar das semanas, a conversa era bem fluida e de vez em quando, mas bem de leve e indiretamente, ele dava umas investidas, ciente do risco que tava correndo. Esses comentários isolados, aos poucos, começaram a despertar a puta que tem em mim e depois de pensar um pouco, percebi que tava pouco me lixando pro parentesco, era um tio distante que eu via pela primeira vez na vida e queria dar pra ele.

Nos dias seguintes, quem começou a dar em cima sem parar fui eu, mas quando ele queria continuar, eu cortava e fazia parecer que tava só brincando. Adorava deixar a rola dele dura antes de concretizar algo. A gente não tinha se visto mais depois daquele encontro na casa da minha avó, até que um dia, depois de sair da escola, como tava muito calor Fui pra lá pra aproveitar a piscina e pegar um sol, era final de novembro ou começo de dezembro e eu tava terminando o último ano do ensino médio sem matérias pendentes, então já podia começar as férias mais cedo. Minhas primas não podiam ir porque tavam estudando, então fiquei sozinha, mas como elas moram a umas casas de distância, me emprestaram roupa porque eu tava de uniforme. Se eu sou puta, elas me ganham de lavada, pedi uma biquíni pra entrar na piscina e elas não tinham nenhuma decente:

- A gente nunca entra na piscina da vó, Ju, todas as biquínis que a gente tem são bem putinhas porque sempre vamos pra piscina de caras hahaha
- Você tem que vir um dia com a gente duas
- Mmmm, sei não, olha, pelo que vocês tão falando essas festas devem ser um caos
- Com uma pica dentro pelo menos você vai terminar hahaha
- hahaha vadias...

Aí acabei pegando uma biquíni minúscula que sumia na bunda e deixava os peitos bem empinados de tão pequena e apertada que era. De tarde me enchi de bronzeador, fiquei toda oleada e fui pra piscina, mas na verdade mais pra pegar sol... Fiquei uns 40 minutos bestando sozinha, minha avó tava tirando um cochilo, até que ouço baterem no portão. Atendi e quem era? Marcos. Já tava com um sorriso de orelha a orelha. Fui abrir a porta assim, de biquíni, ou praticamente pelada, pra que mentir? E pra minha surpresa ele tava com outro cara. Quando vi os dois já tava perto demais pra voltar pra casa e me vestir, então não tive escolha senão abrir assim. Os dois tentaram disfarçar a cara mas não conseguiram, ficaram chocados com o que tavam vendo e, embora eu tenha morrido de vergonha quando vi o outro cara, num segundo fez um clique na minha cabeça e decidi botar toda minha atitude de puta. Já tava na fita e também não iam ser os primeiros a me ver com pouca roupa, muito pelo contrário, naquela idade eu já tinha bastante experiência. percurso...

- O que cê tá fazendo aqui??? Como é que cê tá?
- Quem me surpreende de te ver aqui sou eu! Às vezes dou uma passada na hora da sesta porque a gente tem folga e sua avó prepara uma comidinha pra gente hahaha
- Que estranho ela... adora cozinhar, parece hahaha
- Ele é o Alvaro, meu colega de trabalho

A gente se apresentou, o básico, e com o passar dos minutos já tinham se acostumado a me ver de biquíni, mas não conseguiam parar de me olhar (discretamente) mesmo. Dei uma comida da geladeira pra eles pra não acordar minha avó e falei que se quisessem me acompanhar até a piscina, que eu tava tomando sol e eles me interromperam. Muita vontade de se fritar de calor no sol eles não tinham, mas não iam perder a chance de continuar vendo minha bunda e meus peitos, então os dois toparam na hora.

- Vou lá em cima ver se tem um short, pra gente entrar na piscina
- Beleza, vai lá

Marcos foi embora e eu fiquei sozinha com o Alvaro. Era um moreno de uns 30 anos, com olhos claros, bem mais forte que o Marcos, todo definido. A gente conversou umas besteiras até o Marcos voltar, mas eu aproveitei pra dar um tom de putinha e cara de safada, e ele sacou na hora.

- Na verdade hoje a gente não tem folga, Ju, já terminamos o trampo, então saímos e não precisamos voltar
- Ahhhh que bom! Então podem ficar aqui comigo. Tava entediada sozinha (fazendo biquinho)
- Claro, a gente fica com você até quando quiser...

Num momento, fui lá dentro pegar algo pra beber e quando voltei, sem que me vissem, consegui ouvir o que eles tavam falando:

- Desculpa falar assim, mas tua sobrinha é muito gostosa, cara. É uma loucura essa mina!
- De boa, ela apareceu agora mais velha, eu vi ela faz tipo um mês e quero comer ela. Descobri que parece ser meio puta a mina, além disso me dá mole por mensagem mas depois se faz de sonsa.
- Ela é bem puta, agora quando você foi embora ela tava falando comigo e me olhando que nem uma puta. Não dá pra se vestir assim, cara, os peitos dela vão pular fora a qualquer momento, é doida.
- Tô na Pau dura
— Também, viu o tamanho dessas tetas? Tem que ter um saco de porra na pica pra não passar vergonha com essa besta.
— Eu vou meter nela, foda-se, não ligo pra mais nada.
— Chama ela, não seja filho da puta.
— Não sei se ela é tão puta assim, mano, nem terminou o colégio ainda, cê acha que ela curte farra?
— Sei lá, as novinhas tão cada dia mais putas.

Cortei a conversa ali, fingindo que não tinha ouvido nada, óbvio.

— Trouxe umas bebidas e protetor solar pra vocês não queimarem, gostosos.
— Valeu, Ju.

Passaram uns segundos e o Álvaro começou a passar protetor...

— Não, não! Tá passando errado! Deixa comigo...

Comecei a passar protetor no peito dele, nos braços, nas pernas, no corpo inteiro, enquanto olhava nos olhos dele, sem falar nada. Ficava acariciando ele, arranhando de leve. O Marcos não perdia um detalhe do que eu tava fazendo...

— Agora é minha vez, também não sei passar.
— Haha, deixa comigo...

Fiz a mesma coisa com o Marcos, que no meio do meu "trabalho" soltou um comentário:

— Não sei se isso é legal, hein hahaha.

O Álvaro riu baixinho.

— Fica tranquilo, que se eu quiser, tá tudo certo (piscando o olho)... Além disso, não seria a primeira vez que abusam de mim legalmente hahaha.
— Sou seu tio, não precisa me contar essas coisas.
— Se você soubesse o que sua sobrinha é capaz...

Levantei e fui pra piscina rebolando a raba, pra deixar eles de pau duro enquanto andava. Daqui a pouco os dois vieram atrás de mim e passamos a tarde toda na piscina. As picas não baixaram nunca, dava pra ver pelo short molhado. Pra minha sorte, os dois tinham uns paus enormes. Ficavam me passando a mão direto, mas sem abusar, não encostaram na minha bunda. Me abraçavam, ou me seguravam pela cintura, ou mexiam no meu cabelo. Depois que minha avó acordou, tivemos que parar com o tesão por razões óbvias e acabamos saindo da piscina um tempo depois. Eles se trocaram, eu também, e disseram que já iam embora. Iban... Por causa da minha avó, a coisa tinha ficado chata. Eu falei que também tinha que ir, vendo se eles mordiam a isca...

- A gente te dá uma carona, Ju
- Ah, sério? Vou amar vocês. Uma merda pegar o busão...
- Sim, sobrinha, sem problema

Subimos no carro, eles dois na frente e eu atrás, e fomos embora da casa da minha avó. Umas quadras depois de sair, Alvaro, que tava dirigindo, me perguntou se eu tava com pressa...

- Não, não... Não tenho nada pra fazer, por quê?
- Vamos fazer alguma coisa, quer? A gente também não tem nada pra fazer...
- Sim, ótimo! Sem problema. Ia ficar entediada em casa

Pensei que iam me levar num bar, pra beber algo e continuar com o flerte, mas o Alvaro não tava pra enrolação, foi na cara e meteu o pé direto pro motel. Quando passamos pela entrada e eu não falei nada, vi um sorriso se desenhar na cara dos dois...

- Que carinhas de feliz aniversário...
- Tem um aniversário, me falaram que você que coloca os balões...

Os três caímos na risada. Estacionamos o carro e entramos no quarto, Alvaro passou a mão na minha bunda, mas Marcos ainda não tava com coragem de fazer nada. Peguei Alvaro pelo rosto e beijei ele de língua...

- O tio tá tímido
- Deixa ele olhar um pouco pra se animar

Marcos sentou numa poltrona pra observar a gente se pegando. Eu e Alvaro começamos a nos despir, ele me deixou de calcinha fio dental e sutiã, e ele de cueca. Sentei na beirada da cama, com ele de pé, tirei a rola dele e comecei a chupar. Não tinha me enganado, ele tinha uma rola descomunal: comprida, grossa e cheia de veias, do jeito que eu gosto.

Parei de chupar e fiquei de pé na frente do Marcos. Alvaro me abraçou por trás e começou a apertar meus peitos...

- Olha que gostosa essa mulher

Ele soltou meu sutiã por trás e liberou meus peitos na cara do Marcos... Subi em cima dele na poltrona e beijei ele...

- Tá gostando da sobrinha?
- Tô adorando, meu amor...

"Tira minha calcinha", falei pro Alvaro, olhando pra ele, enquanto me beijava com o Marcos. Depois de nua, me Parei em cima do sofá e dobrei um pouco as pernas, deixando minha buceta na altura da boca dele, que começou a me chupar. Alvaro me tocava inteira enquanto Marcos me dava uma boa chupada de buceta. Quando terminou o serviço, peguei os dois pela mão e levei pra cama. Eles terminaram de se despir e me colocaram no meio, fazendo um sanduíche. Beijava os dois, me tocavam e me apertavam inteira, a gente se movia esfregando os corpos, eu amava.

Os dois se deitaram de barriga pra cima e eu fiquei no meio pra chupar as picas deles: Fiquei um tempão assim, me virava pra mamar um pouco em cada um, enfiava inteiras na boca, lambia, passava a língua na cabeça, chupava os ovos... completinho.

- Quero te comer, não aguento mais

Disse Alvaro e na hora subi em cima dele. Ajeitei e enfiei, dava pra sentir bem lá dentro, era um pauzão. Comecei a me mexer devagar e com o passar dos segundos fui aumentando o ritmo conforme ia esquentando, até ficar doida:

- AAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHH AHHHHHHHHHHHH AHHHHHHHHHHH SIM SIM SIM ASSIM EU AMO AAAAHH AHHHHHH
- AAAHH AHHH TOMA putinha TOMA

Marcos olhava enquanto se masturbava do nosso lado. Num dos meus pulos no pau dele fiz um esforço e parei pra sair, agora era a vez do Marcos. Subi em cima dele e enfiei, já tava muito quente por causa da trepada com Alvaro, então fui com tudo desde o começo. Alvaro chupava meus peitos e me beijava enquanto eu cavalgava meu tio. Num momento ele se levantou e deixou o pau na altura da minha boca pra eu chupar. Agora tinha um pau na buceta e outro na boca.

Terminei de trepar com Marcos e fiquei de quatro, Alvaro começou a me comer e meu tio ficou na minha frente pra eu chupar, me agarrou forte pelo cabelo e enfiou na minha boca. Ele controlava o ritmo do boquete, que era bem forte, tava me comendo pela boca e Alvaro bombava forte por trás. atrás. Num momento senti que ele começou a brincar com um dedo na entrada da minha buceta e, como a boa puta que sou, comecei a rebolar a bunda em sinal de aceitação do que ele tava fazendo. Ficaram nessa por um tempo e depois trocaram de posição, eu continuei na mesma. Marcos passou a me comer e o Álvaro a minha boca. Marcos começou a me foder devagar, mas logo tava descontrolado, me dando uma trepada de cinema, o barulho do impacto da minha bunda contra a pélvis dele era impressionante, enquanto eu chupava o outro pau como podia e às vezes mantinha uma punheta pra poder gritar:

- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAYYYYY SIIIIIIIIIIIIIII ASSIM BEBÊEEEEEEEEE
- TOMA garota puta TOMA DESDE QUE TE VI QUE TE QUERO ASSIM
- AYYYY SIII UMMMM ASSIM QUE QUERIA A SUA SOBRINHA???
- SIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII segundos e ele se masturbava, era o único que não tinha gozado e estava fervendo...

- VAI, GATA, NÃO ME DEIXA ASSIM, SUA VADIA
- Nããão, meu amorrr... como vou te deixar assim? Vem, joga tudo em mim

Eu me ajoelhei, ele ficou em pé na cama me apontando com a pica e eu juntei meus peitos. Olhei pra ele e mostrei a língua, tinha a cara toda cheia de porra do Alvaro. Tava muito puta. Marcos se masturbou uns segundos e explodiu:

- AAAAAAAAHHHH TOMAAAAAA O LEITE DA VADIA DO CUUUUUUUUU
- Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

Alguma coisa pulou na minha língua, alguma no meu rosto e alguma nos meus peitos. Agora sim eu tava banhada em porra. Ficamos assim deitados na cama um tempo até que eu vi que o Alvaro já tava com a pica dura de novo:

- Vamos pro segundo round, gata?
- Aiiii para, tô toda melada, vou tomar um banho

Assim que terminei de lavar a porra, os dois entraram no banheiro comigo e começamos a nos tocar e beijar debaixo d'água. Alvaro abriu um lubrificante, passou na pica dele e colocou no meu cu...

- Pode?

Só concordei com a cabeça. Me pendurei no pescoço do Marcos, enrolei minhas pernas nas costas dele e ele meteu na minha buceta. Começou a bombar devagar pra que o Alvaro achasse a entrada de trás. Ele encostou a cabeça da pica na porta da raba por um tempo e foi empurrando aos poucos. Quando teve um quarto da pica dentro, eu comecei a me mexer, dando a entender que tava liberado. Alvaro começou a me comer forte e o Marcos também, eu tava em êxtase de prazer. Nesse ritmo era impossível eles aguentarem muito... Em pouco tempo senti a porra do Marcos e na sequência a do Alvaro. Ele tinha metido sem camisinha, então senti toda a porra quente dele saindo do fundo do meu cu. A sensação me fez sentir tão, mas tão puta que eu gozei de novo. Eles saíram do chuveiro, eu terminei e saí. Continuavam pelados e prontos pra continuar.

- Tá afim de mais um?
- Hahaha... eu posso continuar até amanhã, aqui os velhinhos são outros...
- Essa gata é maluca, cara. Assim são todas. Agora? Quantos você aguenta?
- Hahaha, é a juventude... Outro dia com um amigo fiquei 12 horas sem parar praticamente
- Que loucura
- E você, transa com seus amigos?
- Com os que eu gosto, sim
- Você tá comendo a sua tia e ainda pergunta se ela come os amigos, seu idiota hahahaha sabe o que deve ser isso...
- Hahaha, mas é que tô solteira, tenho direito. Quando tô namorando, sou uma santa
- Não acredito em nada...
- Sério, fiquei dois anos com o Nico e nunca traí ele
- Não quer ser minha namorada? hahaha meu tio deixa?
- Se você me dividir de vez em quando, não tenho problema
- Hahahahaha

No meio da conversa, o Álvaro começou a me beijar, me apalpar, chupar meus peitos... O Marcos também veio pra cima de mim...

- Tô afim de fazer um 69, vocês topam?
- Hahaha sim, putinha, mas não dá pra fazer de três
- Beleza, um tempo com cada um e o outro olha...

Comecei com o Marcos, ele chupava minha buceta devagar, então pra dar uma emoção, comecei a fazer um boquete intenso. Não demorou muito pra ele querer gozar...

- Já vai, Juli, já vai, sai...
- QUEEEE SAI?? ME DÁ ISSOOOO

Eu ficava mais excitada com o Álvaro porque meu tio era muito cuidadoso, me avisava que ia gozar pra eu sair, que fofo. O Álvaro teria me segurado forte pela cabeça pra não me deixar sair e me fazer engolir a porra na marra, sem avisar. É assim que gosto dos meus machos.

- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH

Engoli a porra (já não era muita, era a terceira), saí de cima dele e limpei os lábios com um dedo, olhando fixamente pra ele com cara de putinha.

- O próximo...

O Álvaro se jogou na cama e começamos a nos chupar. Ele chupava bem minha buceta, enfiava a língua fundo. Ficamos um tempinho mais, o Álvaro tinha mais controle até que, como era de se esperar, gozou na minha boca sem avisar (do jeito que eu gosto)

- ENGOLRE A PORRA PUTAAAAAAAAAAAAAAAAA

Senti o gosto do sêmen dele e fiquei pronta pra gozar. Esfreguei um pouco o clitóris na cara dele e gozei na boca. Fiquei bem molhada, percebi quando saí e vi a boca dela toda brilhosa. Ela não falou nada, então parece que gostou.

- Quero um beijo
- Hahaha nem fodendo, você engoliu a porra dos dois, girl
- Uhhhh, vai, por favor, tô afim de beijar
- Se a gente der pra você, sim, senão não

Disse Marcos, botando pressão no Álvaro.

- Olha só o que você vai me fazer fazer... Mas beleza, você merece mesmo, girl.

A gente ficou de frente um pro outro, eu tive que ficar na ponta dos pés pra alcançar, e começamos a beijar bem quente, com língua e os corpos nus se encostando... Terminamos e nos olhamos sorrindo, feito dois apaixonados...

- Valeu, girl, puta festa que você nos deu
- Quando quiser...

Dei um selinho nele e fui beijar o Marcos... Também metemos muita língua...

- Valeu pelo presentinho, tio
- Já é minha sobrinha favorita

Chamaram avisando que o turno tava acabando, então a gente se trocou pra ir embora. Me levaram em casa, pedi pra me deixarem meia quadra antes, só por precaução, dei um beijo de língua nos dois e desci. Sem querer, tinha me metido numa puta festa e tava mais que satisfeita.

5 comentários - Coisas de família

que hermosa garchada, bb. me dejastes bien caliente con tu historia
Hola Pendex.... muy buen relato. Sos una hermosa putita... o una putita hermosa.
Me dejaste al palo.
Como me gustaria tenerte cerca...
Besos
Que pendeja mas putita.....si te gustan los vete aca te recojo toda...
demanu
Excelente relato, la verdad me dejó la pija re caliente