(Jake)
A festa na casa do Matt foi uma merda. Minha irmã tinha ido pra uma balada com a melhor amiga dela do Balneário e eu preferi não acompanhar pra não ficar tentado a nada. Além disso, sabia que ela ia dançar com outros idiotas, ia se esfregar neles e sei lá mais o quê. Dyane não era a garota mais inocente. O primeiro namorado dela foi aos treze anos e depois de um ano juntos, ela começou a carregar anticoncepcional na nécessaire.
Agora eu tava puto porque não conseguia tirar ela da cabeça. Era minha irmã, mas era gostosa e tesuda. E ela tinha deixado eu tocar nela na noite anterior. Ela tinha deixado eu gozar em cima dela. Ela era a melhor irmã do mundo e, pelo visto, tava tão tentada quanto eu.
Cheguei em casa umas duas da manhã, cedo demais pro gosto dos meus amigos, mas eu não tava com saco. Se eu soubesse pra qual balada a Dy tinha ido, teria ido atrás dela. Podia ter ligado e perguntado, mas não queria parecer um maldito obcecado.
Não tinha ninguém em casa. Parece que meus pais também tinham saído pra se divertir e tinham esquecido completamente da briga deles. Sentei no sofá e comecei a tomar uma cerveja. Acabei dormindo ali, sentado, meio bêbado, e lá pelas cinco da manhã ouvi a porta da frente abrir. Dyane entrou tropeçando.
—Merda —resmungou baixinho e depois soltou uma risadinha— Desde quando a gente tem um gato?
Não era um gato, claro, mas o tapete pra limpar os pés que tinha amassado num montinho preto no chão. Ela chutou ele pra longe e eu soube que ela não achava que era um gato de verdade, porque ela amava animais.
—Jake? É você? —ela me olhou confusa enquanto fechava a porta— Porra, você tá gostoso com esse cabelo bagunçado. Trouxe alguém? Vou ficar com ciúmes.
Engasguei com a saliva quando ouvi aquilo. Ela tava tão bêbada. Ri baixinho e ela veio andando devagar na minha direção. Se jogou no sofá do meu lado e esticou os pés pra mim. sapatos de salto agulha.
—Meus pés estão estourando. Tira meus sapatos, por favor.
Eu não estava em condições de protestar. Ela me olhava com uma luxúria que fez meu pau acordar na hora. Comecei a desabotoar a fivela do sapato dela e joguei os dois no chão sem nenhum cuidado. Ela me olhava parada, apoiada no braço do sofá do outro lado. Me olhava e não se mexia. Devia estar pensando um monte de coisas quentes naquele momento, igual a mim.
Da posição em que eu estava, dava pra ver a calcinha dela por baixo daquela minissaia de matar. Como ela tinha saído assim? Alguém tinha tocado nela?
Comecei a massagear os pés dela e, como recompensa, ouvi um gemido saindo dos lábios dela.
—Tô bêbada —ela disse num tom tão bêbado que nem precisava explicar que tava bêbada— Pode fazer o que quiser comigo, e acho que vou deixar.
—Eu também tô bêbado —era verdade, mas não tanto quanto ela, e ainda me martelava na cabeça que isso era incesto. Palavra do caralho. Se não existisse, isso que a gente fazia não soaria tão ruim.
Sem aviso, o pé esquerdo da Dyane começou a apalpar o volume da minha virilha. Gemi com o contato e vi ela sorrir cheia de luxúria pelo canto do olho. O pé dela começou a fazer círculos, e o prazer me fez esquecer a moral. Era minha irmã, mas também era a mulher mais gostosa que eu já conheci na vida, e eu sentia um carinho imenso por ela.
Acariciei as pernas longas dela com uma das mãos enquanto me deixava levar. Cheguei na coxa dela e quis ir mais longe, mas as pernas dela eram mais compridas que meus braços e eu não alcancei. Então ela parou a carícia na minha virilha e engatinhou na minha direção até sentar de pernas abertas em cima de mim.
—Me toca —ela pediu.
—Uh-hum —ela pegou minhas mãos e levou até a cintura dela.
Eu não conseguia parar de olhar o decote dela. Subi minhas mãos pela cintura dela e segurei os peitos dela nas minhas palmas. Soltei um suspiro fundo. Ela se remexeu em cima do meu volume enquanto Eu acariciava os peitos dela. Peitos abençoados. Redondos, nem grandes demais, nem pequenos demais. O tamanho perfeito. E ela não estava usando sutiã.
—Porra, Dy. Você saiu sem sutiã —falei meio puto.
—Não vem com esse papo de irmão mais velho —ela ronronou— Agora a parada é outra.
Peguei os mamilos dela escondidos debaixo de uma camada bem fina de pano. A blusa justa deixava claro que ela estava excitada, com os dois bicos completamente duros aparecendo. Ela gemeu se contorcendo no meu colo.
Coloquei uma mão no decote dela e deixei um dos peitos escapar. Me inclinei pra ela e desci a boca no mamilo dela. O gemido manhoso dela me deixou mais duro ainda, se é que era possível. Minha língua rodeou aquela ponta escura e com cuidado molhei toda a auréola dela. Apertei com os lábios e com a ponta da língua torturei ela de prazer por pelo menos um minuto.
Ia partir pro outro peito quando as chaves abrindo a porta da frente me assustaram. Empurrei a Dyane pra longe de mim pro outro lado do sofá bem na hora que papai e mamãe entraram em casa. Ela ajeitou a blusa antes que vissem e eu coloquei uma almofada no colo pra esconder a ereção.
—Ainda acordados? —perguntou papai.
—Chegamos faz pouco. Onde vocês estavam? —perguntei tentando desviar a atenção deles pra gente.
—Por aí —mamãe riu besta— Bom, hora de dormir.
Dyane levantou rápido como quem quer fugir logo e no primeiro passo acabou caindo no chão. Voei pra ajudar ela e papai e mamãe olharam com uma careta.
—Ela tá bêbada? —perguntaram.
Eu meio que sorri.
—Um pouco. Não se preocupem, eu cuido disso.
Levantei ela no colo enquanto ela escondia o rosto envergonhado no meu ombro e como se fosse um bebê fui deitar ela na cama. Papai e mamãe sumiram no quarto deles e pelas risadas que ouvi, soube que não iam dormir tão cedo. Pelo menos iam ficar ocupados. Sentei na cama do lado da Dyane e perguntei se ela queria colocar pijama.
Ela concordou com a cabeça.
—Quer ajuda? — perguntei, ansioso para vê-la nua.
Ela assentiu de novo. Fui pegar o pijama dela no armário e voltei. Tirei a blusa pela cabeça dela e admirei seus peitos perfeitos. Beijei seu pescoço, sua clavícula, seu ombro, e ela suspirou, tremendo. Acariciei seu abdômen com a mão e, com a outra, virei o rosto dela na minha direção. Beijei seus lábios longamente, bebendo seu nervosismo e seu desejo. Ofegamos um na boca do outro. Mordi seus lábios e saboreei sua língua. Minha mão desceu do abdômen dela para baixo e abri o zíper da saia. Me afastei e tirei aquela peça curta por suas pernas longas.
Ela se deitou na cama e fechou os olhos. Comecei a puxar a calcinha dela, deixando à vista sua bucetinha depilada. Joguei a roupa no chão e beijei suavemente sua monte de Vênus.
Ela abriu as pernas para mim, e fiquei tentado a devorar sua virilha rosada, mas não. Não enquanto ela estivesse bêbada. Se íamos fazer uma merda juntos, faríamos sóbrios. Enfiei meu dedo indicador na vagina dela, sentindo o quanto estava molhada. Eu estava tão excitado quanto ela, mas nada ia rolar essa noite. Nada além do que já tinha rolado.
Tirei o dedo e comecei a vesti-la.
— O quê? — ela perguntou, confusa.
Não disse nada enquanto terminava de vesti-la.
— Te vejo amanhã, baixinha — beijei sua testa e fui embora.
(Dyane)
Entrei no chuveiro às duas da tarde. Papai e Jake estavam lá fora na piscina, e mamãe tomava limonada na sala enquanto via a novela dela.
Me despi, abri a água e, assim que fiquei debaixo do chuveiro, desabei a chorar. Ontem à noite agi feito uma puta e, pior, com meu irmão. Joguei em cima dele e deixei ele me tocar. Quando ele foi me deitar, eu deixei o caminho livre pra ele me foder. Agora queria morrer.
Como isso podia estar acontecendo?
Nem consegui passar xampu. Encostei as costas na parede e deslizei para baixo, enquanto os soluços me sacudiam. Incesto, incesto, incesto. Você é uma doente. Uma nojenta. Uma vagabunda. Como você faz isso? Com o teu irmão? Ele é tão doente quanto você. Vocês dois deviam morrer. Se mata! Tira a própria vida antes que algo pior aconteça.
Chorei mais alto e minha mãe veio correndo ver o que estava rolando.
— Sai! — gritei quando ela abriu a porta.
Ela ia me ver chorando por algo que eu não podia compartilhar com ela. Ia ver minha cara de puta, de incestuosa, de culpada. Saberia que eu tinha feito algo muito errado e se sentiria decepcionada comigo, enojada. Ia ver na minha cara. Saberia a verdade mesmo que eu não dissesse.
— Dyane — ela entrou mesmo assim.
Correu até o chuveiro, abriu as cortinas e fechou a água.
— Filha, filha, o que foi? Você tá me assustando. Por que você tá assim?
— Sai, sai, sai — repeti como um mantra.
— Ontem você chegou bêbada em casa. O que aconteceu? Você não é assim. É algum cara? Alguém fez algo com você? Pode me contar. Sabe que pode. Sou sua mãe, sua amiga.
— Sai, sai, sai, sai, sai…
Abracei minhas pernas e enterrei o rosto nos joelhos enquanto chorava e me afogava sozinha. Mal conseguia respirar. Queria morrer sufocada agora mesmo. Seria um final bom.
— Por que você não quer me contar? Alguém fez algo com você? — ela tava pensando num degenerado sem rosto. Não fazia ideia de que quem me tocava era o próprio filho dela. Mas ninguém tinha me forçado a receber as carícias dele, os beijos, o tudo… — Quer sair daqui e a gente conversar no seu quarto?
— Não. Sai, por favor. Me deixa sozinha.
Meu pai e o Jake chegaram então e ficaram parados olhando na porta do banheiro com caras de preocupação imensa. Como é que eles ficaram sabendo que algo tava errado aqui?
— Jake — disse meu pai — Você sabe o que tá rolando, né? Ela te contou, por isso vocês andam estranhos esses dias.
Céus. Chorei mais alto. Meu pai via tudo. Ele percebia, mas tinha a mente limpa o suficiente pra não imaginar o que realmente tava acontecendo. Jake não disse nada e o banheiro ficou em silêncio por alguns minutos, exceto pelos meus soluços sem parar. Todos entenderam, por O silêncio dele, que Jake sabia. Claro, isso era uma coisa entre ele e eu.
—Posso falar com ela um minuto? —perguntou tenso— A sós?
Mamãe olhou pra ele como se achasse que era má ideia.
—Ela quer que a gente vá embora —disse pra Jake com a voz nervosa.
Coitada da mamãe. Nem imaginava.
Jake caminhou até mim, pegou uma toalha. Ninguém tinha se preocupado em cobrir minha nudez até então. Ele entrou no chuveiro comigo e se ajoelhou ao meu lado, me cobrindo com a toalha.
—Dy, podemos conversar?
Assenti chorando e deixei a cabeça cair no ombro dele. Mamãe e papai assentiram e foram embora, fechando a porta do banheiro atrás deles. Eles não faziam nem ideia do que estava rolando, senão não teriam nos deixado sozinhos tão fácil.
—Ei, você não precisa se torturar pelo que aconteceu —disse beijando meu cabelo molhado— Juro que não vai acontecer de novo. Vamos esquecer isso e voltar a ser os dois irmãos chatos de sempre.
Solucei e abracei ele mais forte. Não ajudava nada que eu estivesse quase só coberta com uma toalha e ele estivesse de sunga e tão definido.
—Esse não é o único problema —murmurei— É que eu quero que aconteça. Fico desejando isso o tempo todo. Agora mesmo tô desejando.
Levantei a cabeça e olhei pra ele. Meus olhos deviam estar parecendo os de uma piranha. Inchados e vermelhos. Quando Jake me olhou, não riu de mim, mas ficou com aquela cara de nervoso e eu soube que ele tava se segurando. Nossos rostos estavam tão perto que os dois sabiam o que passava na cabeça um do outro. Um beijo. Um beijo. Só um beijo.
—É tão ruim assim? —perguntou do mesmo jeito que já tinha feito antes.
—Acho que sim.
—Queria que não fosse, porque eu te amo pra caralho. Desculpa.
Esbocei um sorriso. Ele me amava e, ironicamente, isso era ruim. Sempre achei que o amor fosse bom de qualquer jeito, mas aqui estávamos numa situação onde o amor que sentíamos um pelo outro não era o que deveria ser.
—Se os pais soubessem… —falei e não quis terminar a frase porque não fazia ideia do que aconteceria se nossos pais descobrissem. enterarem.
—Dy, ainda não vejo por que é tão ruim — disse ela olhando para o lado — O carinho que a gente sente é o mesmo de sempre, só que agora… a gente envolve nossos corpos — soltou uma risadinha — Não é como se você ou eu fôssemos virgens a essa altura. O que rola entre a gente é a mesma coisa que poderia rolar com outras pessoas.
— Só que a gente divide o sangue, tem o mesmo DNA, saiu da mesma buceta — falei meio brusca.
Ele bufou.
— Não me diga que você tá assim por causa das timinas, guaninas e citocinas no nosso corpo — zombou ele, tentando aliviar o clima.
Fechei os olhos com força e suspirei. Recombinação genética e bases nitrogenadas. Era a isso que Jake reduzia tudo? Porra, não era só isso. A gente tinha dividido a mamadeira. Mas ele tinha um ponto; se a gente queria se sentir menos culpado por isso, tinha que arrumar uma desculpa besta que permitisse.
Se ninguém ficasse sabendo e a gente fingisse que não éramos irmãos, então talvez não fosse tão terrível. Afinal, era como um jogo. Era fazer carinho, como qualquer irmão, mas passando um pouco do limite.
— Tá bom, Dyane — suspirou ele — Esquece tudo. Vamos parar por aqui. Vamos — fez menção de se levantar — você precisa se vestir e dar alguma explicação.
Puxei ele pra baixo e ele se sentou de novo ao meu lado. Deixei a toalha escorregar completamente do meu corpo e me joguei pra abraçar ele pelo pescoço. Jake envolveu minha cintura nua com as mãos grandes e quentes dele, causando um arrepio no corpo todo.
— Não é ruim o suficiente pra parar — murmurei, aproximando meus lábios dos dele, ainda trêmula, ainda com as lágrimas na garganta.
A parte boa ganhava. Me fazia sentir tão bem estar com ele. Era gostoso tanto física quanto psicologicamente. O resto era uma merda e me fazia sentir horrível, mas não pesava o suficiente na balança. Dava pra jogar a merda pro fundo da minha cabeça e só aproveitar. Tinha que fazer isso. Já era tarde pra voltar atrás.
A gente se beijou. A gente incendiou tudo. nossas bocas enquanto nos comíamos mutuamente. Nem me preocupei que a porta estivesse destrancada.
Sentei de pernas abertas sobre as pernas dele, igual na noite anterior. Eu era uma puta? Era só meu irmão naquele momento. Não estava traindo ninguém. Não transava há meses. E mesmo antes, meu último namorado e eu estávamos meio sem paixão no final do relacionamento. Tudo estava dando errado.
Agora eu era toda do Jake. As mãos dele foram da minha cintura pros meus peitos, pros meus mamilos, desceram pra minha bunda, minhas pernas. Nossas bocas continuavam juntas. Ele começou a massagear minhas nádegas, a abri-las e deixar o ar entrar na minha buceta exposta. Me levantei, parei de sentar nele, mas continuei de joelhos.
Minha virilha ficou perto do rosto dele, mas não o suficiente. Entendendo o que eu queria, Jake começou a deslizar pelo chuveiro pra baixo até ficar bem na altura das minhas necessidades. Então aproximei minha vulva da boca dele, e ele me agarrou pela bunda pra me esmagar contra ele. Chupou o botão que envolvia meu clitóris e amassou ele com a língua.
Gemi loucamente, apoiando a testa na parede. Mexi meus quadris, prendendo o rosto dele entre minha buceta e a parede. A língua dele desceu pelos meus lábios molhados, e arrepios me consumiram. Então ele levou um dedo até minha entrada e me penetrou devagar. Moveu o dedo pra dentro e pra fora. A boca dele me comeu do mesmo jeito que tinha comido minha boca antes.
Me estremeci e tremi no rosto dele. Não sabia se Jake era o melhor fazendo oral ou se eu me sentia tão louca por saber que não era qualquer cara que estava entre minhas pernas. Era o tesão proibido ou era a boca dele?
— Porra, Jake, você é… — O que ele era? Incrível? Foda? Enlouquecedor? — Ah, Deus. Assim… Isso.
O dedo dele começou a se mover mais rápido, e a boca dele deu mordidas mais intensas. Tremi ainda mais forte, e arrepios eriçaram cada centímetro da minha pele. Comecei a apertar meus mamilos enquanto o trabalho dele me levava ao O ápice. Gemi mais alto e não me importei se ouviam ou não. Tomara que pensassem que eu ainda estava chorando. Tomara que não escutassem nada.
Me apertei mais forte contra ele e Jake fez aquela parada de vibrador que me deixou louca no outro dia. Minhas pernas quase cederam de prazer, mas me mantive de joelhos aguentando, segurando a represa de prazer que estava prestes a estourar. Rosnei tentando prolongar, mas aí teve um vazamento e decidi soltar tudo antes que o orgasmo escapasse em pequenas doses.
Cedi e gozei. A mão dele chapinhava nos meus fluidos enquanto ele continuava enfiando agora dois dedos. As contrações da minha buceta foram espasmódicas e loucas. Tive que morder meu braço pra não gritar. Jake começou a ser mais delicado e, quando terminei de gozar, desci de novo para as pernas dele. Sentei no colo dele e descansei a cabeça no peito.
— Incrível — sussurrei.
— Eu sei — ele disse num tom arrogante de brincadeira.
Me abraçou forte e ficamos parados assim por um tempo. Eu sentia o pau dele entre minhas pernas, ainda preso dentro da calça. Tinha que fazer alguma coisa.
— Levanta — falei, saindo de cima dele.
Ele se levantou e estendeu a mão, achando que já era hora de ir, mas quando levantei minha mão não foi pra pegar a dele, e sim pra agarrar o elástico da calça dele e puxar pra baixo pelas pernas peludas mas bonitas. O pau do Jake saltou completamente duro na minha frente.
— Ei, menina sem vergonha — ele riu.
Já era uma depravada só de beijá-lo, então um boquete era um fio de cabelo da bunda. Cada coisa que fizéssemos daqui pra frente não poderia nos sujar mais. Já estávamos completamente manchados pelo simples fato de nos sentirmos atraídos um pelo outro.
Peguei o pau dele entre minhas mãos e comecei a masturbar. Ele gemeu baixinho fechando os olhos enquanto eu acariciava. Coloquei a ponta do pau dele nos meus lábios e dei um beijinho. Depois estiquei a língua e bebi o líquido pré-seminal que anunciava o quanto ele estava excitado. Fui até a base do pau e de língua de fora, percorri todo o comprimento até chegar de novo na ponta.
Enfiei ele inteiro na boca e, mesmo sendo grande, eu sabia segurar o engasgo de ter ele até o fundo da minha garganta.
— Ah, porra. Você enfiou tudo — ele gemeu, entre divertido e extasiado.
Fui me movendo pra cima e pra baixo no pau dele. Enfiava e tirava da minha boca, acariciando com a língua e segurando as bolas dele com a mão livre. Por um tempo, torturei ele com um boquete lento, mas logo ele começou a reclamar. Aumentei a intensidade, chupei, beijei, enfiei e tirei. Bati uma pra ele com a mão quando não aguentava mais com a boca. Senti ele tremer.
A mão dele acariciava minha cabeça e eu sentia que logo ele ia ficar mais bruto e enfiar o pau na minha boca até gozar. Parei de usar as mãos na virilha dele e subi pelos oblíquos até o abdômen definido. Ele segurou minhas mãos e acariciou as costas delas num gesto que eu não entendi.
— Eu te amo, Dy. Muito.
Como irmã ou como mulher? Eu também já não sabia mais direito como eu amava ele. Mas sabia que amava, e muito. Isso era o que importava.
Continuei com meu trabalho. Quando ele soltou minhas mãos, voltei a acariciar os testículos dele, mas em menos de um minuto, Jake deu um toque leve na minha cabeça, murmurando um "já" entrecortado. Ele ia gozar. Eu nunca tinha engolido o leite de ninguém, mas ele era meu irmão e eu abriria uma exceção. Ele avisou de novo, mas eu continuei. Ele se contorcia e gemia.
— Dy, vou gozar — ele rosnou com dificuldade — Sabe que quando isso acontece, sai uma porrada de porra. Bem aí onde você tem a boca. Ei. Dy. Ah, Dy. Merda, ninguém nunca… você é doida. Ah, já vou.
Então ele explodiu dentro de mim e eu engoli tudo. Assim que ele terminou de jorrar o leite na minha garganta, tirei o pau da boca e dei um beijinho na ponta, igual a gente tinha começado. Deixei o pau dele cair, mole e frouxo, e fiquei olhando pra ele por um tempo. Jake tinha um pau bonito.
Ele guardou o pau e pegou minha toalha do chão. Tava pingando, toda molhada. A Jogou a toalha em cima da tampa do vaso e pegou outra no cesto. Essa era menor, mas cobria tudo o que precisava cobrir. Amarrei ela bem em volta de mim, lavei a boca e saímos.
Papai e mamãe tentaram arrancar de mim o segredo que eu guardava, mas não falei nada nem inventei desculpa. À tarde, eles já tinham esquecido, porque de algum jeito, a conversa com Jake e pular no vazio me fez largar minhas preocupações e me deixar levar. Passei o resto do dia mais alegre do que o normal.
Então, quando papai e mamãe avisaram que iam passar a noite fora, eu e Jake não conseguimos evitar trocar um olhar cúmplice. Essa era a nossa hora.
— Quer ver um filme? — ele me perguntou quando ficamos sozinhos.
Era quase dez da noite e, apesar de terem nos convidado pra uma festa, eu e Jake decidimos passar a noite juntos. Ainda dava pra desistir e ir com nossos amigos; era cedo, mas com certeza já tínhamos passado de todos os limites. Não adiantava voltar atrás agora. A coisa já estava feita.
Eu concordei e Jake colocou o filme. Sentamos no sofá e nos acomodamos coladinhos um no outro. Não demorou muito e os protagonistas começaram a transar explícito.
— Que porra é essa, Jake? Isso é um filme pornô — falei, franzindo a testa com desgosto.
Ele riu bestamente e me lançou um olhar cheio de tesão. Se inclinou e mordeu minha orelha.
— Sim. Te incomoda? — ele beijou meu pescoço e meu ombro.
De repente, a mão dele foi pro meu peito e eu já esqueci completamente do filme. Ele começou a massagear devagar e beliscar meu mamilo por cima da roupa. Minha calcinha foi ficando molhada enquanto ele continuava com as carícias, e eu me deixei fazer sem corresponder de jeito nenhum.
Levantei, deixando ele na vontade, e fui apagar a televisão. No processo, empinei bem a bunda pra ele poder ver minha calcinha por baixo do vestido, que na verdade era um dos meus moletons gigantes.
— O que você tá fazendo? —grunhiu excitado.
—Tô com vontade de cair na piscina —murmurei, como quem não quer nada.
Me afastei dele e atravessei a porta de vidro pro quintal. Parei na borda da piscina e olhei por cima do ombro: ele tinha me seguido. Parou atrás de mim e me envolveu com os braços pela cintura. Senti as mãos dele no meu abdômen e, devagar, foram descendo até a barra do meu moletom pra acariciar minha bucetinha por cima da calcinha.
Um arrepio me percorreu enquanto ele me tocava, e eu rebolava a bunda pra roçar no volume dele, que tava durinho contra mim. De repente, Jake ficou pesado e caímos juntos na piscina. Meu coração disparou, e tive que reagir rápido pra puxar o ar antes de mergulhar. Quando saímos pra superfície, bati nele como dava.
—Idiota, quase me afoga! —rosnei, mas ele me prendeu num abraço forte e começou a me beijar que nem um louco condenado. Ele riu, e eu brinquei de tentar escapar.
Quando me vi livre, nadei até a escada e saí da piscina. Olhei pra ele, provocando da borda, e ele me seguiu rápido. Corri pela beirada da piscina, dando a volta, enquanto Jake corria atrás de mim. Sim, a gente tava fazendo aquelas coisas que não devia fazer perto da piscina, mas era divertido.
Mal demos meia volta na piscina quando ele me pegou. Me jogou no chão e a gente rolou na grama. Ele me prendeu com o peso dele e começou a tirar meu moletom na marra. Como tava molhado, foi difícil tirar, e reclamei da falta de jeito dele, mas de qualquer jeito parecia me excitar mais quanto mais selvagem ele ficava.
Acabou me deixando só de calcinha e sutiã. Tirei a camisa dele, e ele não demorou pra baixar o short de praia. Encostou o pau no meu baixo ventre e começou a se esfregar em mim enquanto beijava meus peitos e tirava meu sutiã.
—Ainda toma pílula? —perguntou trêmulo— Quero te comer, Dy.
Assenti, nervosa. Comer? Sexo? Transar? Bom, o que eu esperava? Depois de Sexo oral, beijos e amassos, era só isso que nos restava e eu tava esperando por isso há tempo demais. Não dava pra bancar a sonsa.
A boca dele se grudou no meu mamilo e chupou. Eu gemi alto e um fogo se espalhou até minha buceta. Ele cuidou primeiro do meu peito esquerdo, depois do direito. A língua dele brincou com aquela pontinha marrom clara que me dava tanto prazer. Os lábios apertaram e os dentes morderam de leve. Eu gemia e grunia, me esfregando contra o pau dele, tentando apagar o fogo. Tava morrendo com as lambidas dele e queria ele dentro de mim logo.
A mão dele desceu até minha calcinha molhada, onde já não dava pra distinguir a água da piscina da minha própria lubrificação. Ele enfiou os dedos por baixo do pano e massageou ali onde eu sempre precisei.
— Tão escorregadia, irmãzinha — murmurou no meu ouvido e deu um chupão no meu pescoço.
— Ah, Jake. Preciso de você agora.
— Aqui? — ele brincou com um dedo na minha entrada — Cê gosta? Me quer aqui?
Ah, sim. Eu gemi. Bem ali. Mas já não conseguia mais falar.
Ele puxou minha calcinha sem cuidado e eu ouvi um rasgo. Percebi que devia ter arrebentado ou algo assim. Idiota. Eu gostava daquela calcinha.
Ele jogou pra um lado e abriu minhas pernas. Desceu beijando minha barriga e enterrou a boca na minha buceta. Eu gemi tão alto que soube que os vizinhos iam espiar pelo portão pra ver que putaria a gente tava fazendo no quintal. Pelo menos tava escuro.
A língua dele percorreu cada centímetro da minha intimidade. Brincou com minha carne e com aquele ponto exato do prazer. Bem quando eu tava quase gozando, ele se afastou de mim e, com uma pressa que me desconcertou, enfiou o pau na minha boceta.
— Ai, Jake! — eu grunhi entre um gemido de prazer e de raiva.
— Ah, Dyane — ele zombou com um suspiro profundo — Isso é uma loucura. Adoro.
Ele é louco, nós somos loucos. Eu também adoro.
Ele começou a se mover dentro de mim, bombando feito um louco. A mudança brusca tinha me feito esquecer o orgasmo, mas em questão de segundos depois, retomei o que tinha deixado em espera e uma onda de prazer ardente me fez tremer dos pés à cabeça. Minha buceta se contraiu em volta do Jake e ele só conseguiu gemer em êxtase.
—Amo isso — ele rosnou — começar com um orgasmo e terminar com outro — pelo jeito que ele falou, soube que não era a primeira vez dele com essa experiência e fiquei com um pouco de ciúmes.
—Idiota — rosnei, procurando a boca dele.
Ele se movia bruscamente dentro de mim, como se não transasse há anos. As investidas dele causavam um pouco de dor, mas o prazer intenso compensava. O vai e vem pegou um ritmo devastador que me fez vibrar de prazer. Não conseguia parar de gemer e sabia que ia acabar gritando.
A boca faminta dele procurou meus peitos, meu pescoço e minha boca. O quadril dele não parava de bater na minha entreperna e meus pés se arqueavam de prazer. Quando estava perto do orgasmo, senti um formigamento na parte baixa das minhas costas e ao longo das pernas. Me arqueei em direção a ele e levantei o quadril para aprofundar as investidas.
Levei minha mão ao meu ponto secreto e me acariciei, ansiosa pra chegar ao clímax.
—Já, Dy. Vou gozar. Vem comigo — ele ofegou, enterrando o rosto no meu pescoço.
Nos movemos freneticamente até que uma onda de prazer me fez tensionar por completo. Meus tremores internos levaram Jake ao próprio final e ele acabou se derramando todo dentro de mim. Compartilhamos os espasmos na mesma área. Ofegamos enquanto nossos sexos se mantinham unidos numa dança menos rítmica e meio desajeitada. Abracei o quadril dele com minhas pernas e apertei ele uma última vez contra mim.
Por fim, ficamos exaustos. Jake acabou desabando sobre mim e era bom sentir todo o peso dele me esmagando. Nos abraçamos por um bom tempo enquanto recuperávamos a respiração normal e enquanto nossos batimentos se sincronizavam.
—Te amo, irmão — falei, fechando os olhos com força, rezando pra não me arrepender dessas palavras tão comprometedoras.
—Também te amo, irmã — ele me beijou na bochecha.
Tava tudo bem o love. Entre irmãos, mas nosso love tinha ficado diferente. Mesmo assim, eu gostava de querer ele desse jeito. Mesmo que fosse doentio e torto, era uma delícia. Eu ia parar de pensar em tudo de ruim e focar no que tinha de bom nessa experiência.
O barulho da janela da casa se abrindo nos assustou. Ouvimos os gritos dos nossos pais brigando e soubemos que estávamos ferrados. Eles tinham voltado mais cedo e já estavam aqui fora, no quintal.
No momento em que Jake rolou pra fora de mim, minha mãe soltou um grito abafado. Ela já tinha nos visto.
A festa na casa do Matt foi uma merda. Minha irmã tinha ido pra uma balada com a melhor amiga dela do Balneário e eu preferi não acompanhar pra não ficar tentado a nada. Além disso, sabia que ela ia dançar com outros idiotas, ia se esfregar neles e sei lá mais o quê. Dyane não era a garota mais inocente. O primeiro namorado dela foi aos treze anos e depois de um ano juntos, ela começou a carregar anticoncepcional na nécessaire.
Agora eu tava puto porque não conseguia tirar ela da cabeça. Era minha irmã, mas era gostosa e tesuda. E ela tinha deixado eu tocar nela na noite anterior. Ela tinha deixado eu gozar em cima dela. Ela era a melhor irmã do mundo e, pelo visto, tava tão tentada quanto eu.
Cheguei em casa umas duas da manhã, cedo demais pro gosto dos meus amigos, mas eu não tava com saco. Se eu soubesse pra qual balada a Dy tinha ido, teria ido atrás dela. Podia ter ligado e perguntado, mas não queria parecer um maldito obcecado.
Não tinha ninguém em casa. Parece que meus pais também tinham saído pra se divertir e tinham esquecido completamente da briga deles. Sentei no sofá e comecei a tomar uma cerveja. Acabei dormindo ali, sentado, meio bêbado, e lá pelas cinco da manhã ouvi a porta da frente abrir. Dyane entrou tropeçando.
—Merda —resmungou baixinho e depois soltou uma risadinha— Desde quando a gente tem um gato?
Não era um gato, claro, mas o tapete pra limpar os pés que tinha amassado num montinho preto no chão. Ela chutou ele pra longe e eu soube que ela não achava que era um gato de verdade, porque ela amava animais.
—Jake? É você? —ela me olhou confusa enquanto fechava a porta— Porra, você tá gostoso com esse cabelo bagunçado. Trouxe alguém? Vou ficar com ciúmes.
Engasguei com a saliva quando ouvi aquilo. Ela tava tão bêbada. Ri baixinho e ela veio andando devagar na minha direção. Se jogou no sofá do meu lado e esticou os pés pra mim. sapatos de salto agulha.
—Meus pés estão estourando. Tira meus sapatos, por favor.
Eu não estava em condições de protestar. Ela me olhava com uma luxúria que fez meu pau acordar na hora. Comecei a desabotoar a fivela do sapato dela e joguei os dois no chão sem nenhum cuidado. Ela me olhava parada, apoiada no braço do sofá do outro lado. Me olhava e não se mexia. Devia estar pensando um monte de coisas quentes naquele momento, igual a mim.
Da posição em que eu estava, dava pra ver a calcinha dela por baixo daquela minissaia de matar. Como ela tinha saído assim? Alguém tinha tocado nela?
Comecei a massagear os pés dela e, como recompensa, ouvi um gemido saindo dos lábios dela.
—Tô bêbada —ela disse num tom tão bêbado que nem precisava explicar que tava bêbada— Pode fazer o que quiser comigo, e acho que vou deixar.
—Eu também tô bêbado —era verdade, mas não tanto quanto ela, e ainda me martelava na cabeça que isso era incesto. Palavra do caralho. Se não existisse, isso que a gente fazia não soaria tão ruim.
Sem aviso, o pé esquerdo da Dyane começou a apalpar o volume da minha virilha. Gemi com o contato e vi ela sorrir cheia de luxúria pelo canto do olho. O pé dela começou a fazer círculos, e o prazer me fez esquecer a moral. Era minha irmã, mas também era a mulher mais gostosa que eu já conheci na vida, e eu sentia um carinho imenso por ela.
Acariciei as pernas longas dela com uma das mãos enquanto me deixava levar. Cheguei na coxa dela e quis ir mais longe, mas as pernas dela eram mais compridas que meus braços e eu não alcancei. Então ela parou a carícia na minha virilha e engatinhou na minha direção até sentar de pernas abertas em cima de mim.
—Me toca —ela pediu.
—Uh-hum —ela pegou minhas mãos e levou até a cintura dela.
Eu não conseguia parar de olhar o decote dela. Subi minhas mãos pela cintura dela e segurei os peitos dela nas minhas palmas. Soltei um suspiro fundo. Ela se remexeu em cima do meu volume enquanto Eu acariciava os peitos dela. Peitos abençoados. Redondos, nem grandes demais, nem pequenos demais. O tamanho perfeito. E ela não estava usando sutiã.
—Porra, Dy. Você saiu sem sutiã —falei meio puto.
—Não vem com esse papo de irmão mais velho —ela ronronou— Agora a parada é outra.
Peguei os mamilos dela escondidos debaixo de uma camada bem fina de pano. A blusa justa deixava claro que ela estava excitada, com os dois bicos completamente duros aparecendo. Ela gemeu se contorcendo no meu colo.
Coloquei uma mão no decote dela e deixei um dos peitos escapar. Me inclinei pra ela e desci a boca no mamilo dela. O gemido manhoso dela me deixou mais duro ainda, se é que era possível. Minha língua rodeou aquela ponta escura e com cuidado molhei toda a auréola dela. Apertei com os lábios e com a ponta da língua torturei ela de prazer por pelo menos um minuto.
Ia partir pro outro peito quando as chaves abrindo a porta da frente me assustaram. Empurrei a Dyane pra longe de mim pro outro lado do sofá bem na hora que papai e mamãe entraram em casa. Ela ajeitou a blusa antes que vissem e eu coloquei uma almofada no colo pra esconder a ereção.
—Ainda acordados? —perguntou papai.
—Chegamos faz pouco. Onde vocês estavam? —perguntei tentando desviar a atenção deles pra gente.
—Por aí —mamãe riu besta— Bom, hora de dormir.
Dyane levantou rápido como quem quer fugir logo e no primeiro passo acabou caindo no chão. Voei pra ajudar ela e papai e mamãe olharam com uma careta.
—Ela tá bêbada? —perguntaram.
Eu meio que sorri.
—Um pouco. Não se preocupem, eu cuido disso.
Levantei ela no colo enquanto ela escondia o rosto envergonhado no meu ombro e como se fosse um bebê fui deitar ela na cama. Papai e mamãe sumiram no quarto deles e pelas risadas que ouvi, soube que não iam dormir tão cedo. Pelo menos iam ficar ocupados. Sentei na cama do lado da Dyane e perguntei se ela queria colocar pijama.
Ela concordou com a cabeça.
—Quer ajuda? — perguntei, ansioso para vê-la nua.
Ela assentiu de novo. Fui pegar o pijama dela no armário e voltei. Tirei a blusa pela cabeça dela e admirei seus peitos perfeitos. Beijei seu pescoço, sua clavícula, seu ombro, e ela suspirou, tremendo. Acariciei seu abdômen com a mão e, com a outra, virei o rosto dela na minha direção. Beijei seus lábios longamente, bebendo seu nervosismo e seu desejo. Ofegamos um na boca do outro. Mordi seus lábios e saboreei sua língua. Minha mão desceu do abdômen dela para baixo e abri o zíper da saia. Me afastei e tirei aquela peça curta por suas pernas longas.
Ela se deitou na cama e fechou os olhos. Comecei a puxar a calcinha dela, deixando à vista sua bucetinha depilada. Joguei a roupa no chão e beijei suavemente sua monte de Vênus.
Ela abriu as pernas para mim, e fiquei tentado a devorar sua virilha rosada, mas não. Não enquanto ela estivesse bêbada. Se íamos fazer uma merda juntos, faríamos sóbrios. Enfiei meu dedo indicador na vagina dela, sentindo o quanto estava molhada. Eu estava tão excitado quanto ela, mas nada ia rolar essa noite. Nada além do que já tinha rolado.
Tirei o dedo e comecei a vesti-la.
— O quê? — ela perguntou, confusa.
Não disse nada enquanto terminava de vesti-la.
— Te vejo amanhã, baixinha — beijei sua testa e fui embora.
(Dyane)
Entrei no chuveiro às duas da tarde. Papai e Jake estavam lá fora na piscina, e mamãe tomava limonada na sala enquanto via a novela dela.
Me despi, abri a água e, assim que fiquei debaixo do chuveiro, desabei a chorar. Ontem à noite agi feito uma puta e, pior, com meu irmão. Joguei em cima dele e deixei ele me tocar. Quando ele foi me deitar, eu deixei o caminho livre pra ele me foder. Agora queria morrer.
Como isso podia estar acontecendo?
Nem consegui passar xampu. Encostei as costas na parede e deslizei para baixo, enquanto os soluços me sacudiam. Incesto, incesto, incesto. Você é uma doente. Uma nojenta. Uma vagabunda. Como você faz isso? Com o teu irmão? Ele é tão doente quanto você. Vocês dois deviam morrer. Se mata! Tira a própria vida antes que algo pior aconteça.
Chorei mais alto e minha mãe veio correndo ver o que estava rolando.
— Sai! — gritei quando ela abriu a porta.
Ela ia me ver chorando por algo que eu não podia compartilhar com ela. Ia ver minha cara de puta, de incestuosa, de culpada. Saberia que eu tinha feito algo muito errado e se sentiria decepcionada comigo, enojada. Ia ver na minha cara. Saberia a verdade mesmo que eu não dissesse.
— Dyane — ela entrou mesmo assim.
Correu até o chuveiro, abriu as cortinas e fechou a água.
— Filha, filha, o que foi? Você tá me assustando. Por que você tá assim?
— Sai, sai, sai — repeti como um mantra.
— Ontem você chegou bêbada em casa. O que aconteceu? Você não é assim. É algum cara? Alguém fez algo com você? Pode me contar. Sabe que pode. Sou sua mãe, sua amiga.
— Sai, sai, sai, sai, sai…
Abracei minhas pernas e enterrei o rosto nos joelhos enquanto chorava e me afogava sozinha. Mal conseguia respirar. Queria morrer sufocada agora mesmo. Seria um final bom.
— Por que você não quer me contar? Alguém fez algo com você? — ela tava pensando num degenerado sem rosto. Não fazia ideia de que quem me tocava era o próprio filho dela. Mas ninguém tinha me forçado a receber as carícias dele, os beijos, o tudo… — Quer sair daqui e a gente conversar no seu quarto?
— Não. Sai, por favor. Me deixa sozinha.
Meu pai e o Jake chegaram então e ficaram parados olhando na porta do banheiro com caras de preocupação imensa. Como é que eles ficaram sabendo que algo tava errado aqui?
— Jake — disse meu pai — Você sabe o que tá rolando, né? Ela te contou, por isso vocês andam estranhos esses dias.
Céus. Chorei mais alto. Meu pai via tudo. Ele percebia, mas tinha a mente limpa o suficiente pra não imaginar o que realmente tava acontecendo. Jake não disse nada e o banheiro ficou em silêncio por alguns minutos, exceto pelos meus soluços sem parar. Todos entenderam, por O silêncio dele, que Jake sabia. Claro, isso era uma coisa entre ele e eu.
—Posso falar com ela um minuto? —perguntou tenso— A sós?
Mamãe olhou pra ele como se achasse que era má ideia.
—Ela quer que a gente vá embora —disse pra Jake com a voz nervosa.
Coitada da mamãe. Nem imaginava.
Jake caminhou até mim, pegou uma toalha. Ninguém tinha se preocupado em cobrir minha nudez até então. Ele entrou no chuveiro comigo e se ajoelhou ao meu lado, me cobrindo com a toalha.
—Dy, podemos conversar?
Assenti chorando e deixei a cabeça cair no ombro dele. Mamãe e papai assentiram e foram embora, fechando a porta do banheiro atrás deles. Eles não faziam nem ideia do que estava rolando, senão não teriam nos deixado sozinhos tão fácil.
—Ei, você não precisa se torturar pelo que aconteceu —disse beijando meu cabelo molhado— Juro que não vai acontecer de novo. Vamos esquecer isso e voltar a ser os dois irmãos chatos de sempre.
Solucei e abracei ele mais forte. Não ajudava nada que eu estivesse quase só coberta com uma toalha e ele estivesse de sunga e tão definido.
—Esse não é o único problema —murmurei— É que eu quero que aconteça. Fico desejando isso o tempo todo. Agora mesmo tô desejando.
Levantei a cabeça e olhei pra ele. Meus olhos deviam estar parecendo os de uma piranha. Inchados e vermelhos. Quando Jake me olhou, não riu de mim, mas ficou com aquela cara de nervoso e eu soube que ele tava se segurando. Nossos rostos estavam tão perto que os dois sabiam o que passava na cabeça um do outro. Um beijo. Um beijo. Só um beijo.
—É tão ruim assim? —perguntou do mesmo jeito que já tinha feito antes.
—Acho que sim.
—Queria que não fosse, porque eu te amo pra caralho. Desculpa.
Esbocei um sorriso. Ele me amava e, ironicamente, isso era ruim. Sempre achei que o amor fosse bom de qualquer jeito, mas aqui estávamos numa situação onde o amor que sentíamos um pelo outro não era o que deveria ser.
—Se os pais soubessem… —falei e não quis terminar a frase porque não fazia ideia do que aconteceria se nossos pais descobrissem. enterarem.
—Dy, ainda não vejo por que é tão ruim — disse ela olhando para o lado — O carinho que a gente sente é o mesmo de sempre, só que agora… a gente envolve nossos corpos — soltou uma risadinha — Não é como se você ou eu fôssemos virgens a essa altura. O que rola entre a gente é a mesma coisa que poderia rolar com outras pessoas.
— Só que a gente divide o sangue, tem o mesmo DNA, saiu da mesma buceta — falei meio brusca.
Ele bufou.
— Não me diga que você tá assim por causa das timinas, guaninas e citocinas no nosso corpo — zombou ele, tentando aliviar o clima.
Fechei os olhos com força e suspirei. Recombinação genética e bases nitrogenadas. Era a isso que Jake reduzia tudo? Porra, não era só isso. A gente tinha dividido a mamadeira. Mas ele tinha um ponto; se a gente queria se sentir menos culpado por isso, tinha que arrumar uma desculpa besta que permitisse.
Se ninguém ficasse sabendo e a gente fingisse que não éramos irmãos, então talvez não fosse tão terrível. Afinal, era como um jogo. Era fazer carinho, como qualquer irmão, mas passando um pouco do limite.
— Tá bom, Dyane — suspirou ele — Esquece tudo. Vamos parar por aqui. Vamos — fez menção de se levantar — você precisa se vestir e dar alguma explicação.
Puxei ele pra baixo e ele se sentou de novo ao meu lado. Deixei a toalha escorregar completamente do meu corpo e me joguei pra abraçar ele pelo pescoço. Jake envolveu minha cintura nua com as mãos grandes e quentes dele, causando um arrepio no corpo todo.
— Não é ruim o suficiente pra parar — murmurei, aproximando meus lábios dos dele, ainda trêmula, ainda com as lágrimas na garganta.
A parte boa ganhava. Me fazia sentir tão bem estar com ele. Era gostoso tanto física quanto psicologicamente. O resto era uma merda e me fazia sentir horrível, mas não pesava o suficiente na balança. Dava pra jogar a merda pro fundo da minha cabeça e só aproveitar. Tinha que fazer isso. Já era tarde pra voltar atrás.
A gente se beijou. A gente incendiou tudo. nossas bocas enquanto nos comíamos mutuamente. Nem me preocupei que a porta estivesse destrancada.
Sentei de pernas abertas sobre as pernas dele, igual na noite anterior. Eu era uma puta? Era só meu irmão naquele momento. Não estava traindo ninguém. Não transava há meses. E mesmo antes, meu último namorado e eu estávamos meio sem paixão no final do relacionamento. Tudo estava dando errado.
Agora eu era toda do Jake. As mãos dele foram da minha cintura pros meus peitos, pros meus mamilos, desceram pra minha bunda, minhas pernas. Nossas bocas continuavam juntas. Ele começou a massagear minhas nádegas, a abri-las e deixar o ar entrar na minha buceta exposta. Me levantei, parei de sentar nele, mas continuei de joelhos.
Minha virilha ficou perto do rosto dele, mas não o suficiente. Entendendo o que eu queria, Jake começou a deslizar pelo chuveiro pra baixo até ficar bem na altura das minhas necessidades. Então aproximei minha vulva da boca dele, e ele me agarrou pela bunda pra me esmagar contra ele. Chupou o botão que envolvia meu clitóris e amassou ele com a língua.
Gemi loucamente, apoiando a testa na parede. Mexi meus quadris, prendendo o rosto dele entre minha buceta e a parede. A língua dele desceu pelos meus lábios molhados, e arrepios me consumiram. Então ele levou um dedo até minha entrada e me penetrou devagar. Moveu o dedo pra dentro e pra fora. A boca dele me comeu do mesmo jeito que tinha comido minha boca antes.
Me estremeci e tremi no rosto dele. Não sabia se Jake era o melhor fazendo oral ou se eu me sentia tão louca por saber que não era qualquer cara que estava entre minhas pernas. Era o tesão proibido ou era a boca dele?
— Porra, Jake, você é… — O que ele era? Incrível? Foda? Enlouquecedor? — Ah, Deus. Assim… Isso.
O dedo dele começou a se mover mais rápido, e a boca dele deu mordidas mais intensas. Tremi ainda mais forte, e arrepios eriçaram cada centímetro da minha pele. Comecei a apertar meus mamilos enquanto o trabalho dele me levava ao O ápice. Gemi mais alto e não me importei se ouviam ou não. Tomara que pensassem que eu ainda estava chorando. Tomara que não escutassem nada.
Me apertei mais forte contra ele e Jake fez aquela parada de vibrador que me deixou louca no outro dia. Minhas pernas quase cederam de prazer, mas me mantive de joelhos aguentando, segurando a represa de prazer que estava prestes a estourar. Rosnei tentando prolongar, mas aí teve um vazamento e decidi soltar tudo antes que o orgasmo escapasse em pequenas doses.
Cedi e gozei. A mão dele chapinhava nos meus fluidos enquanto ele continuava enfiando agora dois dedos. As contrações da minha buceta foram espasmódicas e loucas. Tive que morder meu braço pra não gritar. Jake começou a ser mais delicado e, quando terminei de gozar, desci de novo para as pernas dele. Sentei no colo dele e descansei a cabeça no peito.
— Incrível — sussurrei.
— Eu sei — ele disse num tom arrogante de brincadeira.
Me abraçou forte e ficamos parados assim por um tempo. Eu sentia o pau dele entre minhas pernas, ainda preso dentro da calça. Tinha que fazer alguma coisa.
— Levanta — falei, saindo de cima dele.
Ele se levantou e estendeu a mão, achando que já era hora de ir, mas quando levantei minha mão não foi pra pegar a dele, e sim pra agarrar o elástico da calça dele e puxar pra baixo pelas pernas peludas mas bonitas. O pau do Jake saltou completamente duro na minha frente.
— Ei, menina sem vergonha — ele riu.
Já era uma depravada só de beijá-lo, então um boquete era um fio de cabelo da bunda. Cada coisa que fizéssemos daqui pra frente não poderia nos sujar mais. Já estávamos completamente manchados pelo simples fato de nos sentirmos atraídos um pelo outro.
Peguei o pau dele entre minhas mãos e comecei a masturbar. Ele gemeu baixinho fechando os olhos enquanto eu acariciava. Coloquei a ponta do pau dele nos meus lábios e dei um beijinho. Depois estiquei a língua e bebi o líquido pré-seminal que anunciava o quanto ele estava excitado. Fui até a base do pau e de língua de fora, percorri todo o comprimento até chegar de novo na ponta.
Enfiei ele inteiro na boca e, mesmo sendo grande, eu sabia segurar o engasgo de ter ele até o fundo da minha garganta.
— Ah, porra. Você enfiou tudo — ele gemeu, entre divertido e extasiado.
Fui me movendo pra cima e pra baixo no pau dele. Enfiava e tirava da minha boca, acariciando com a língua e segurando as bolas dele com a mão livre. Por um tempo, torturei ele com um boquete lento, mas logo ele começou a reclamar. Aumentei a intensidade, chupei, beijei, enfiei e tirei. Bati uma pra ele com a mão quando não aguentava mais com a boca. Senti ele tremer.
A mão dele acariciava minha cabeça e eu sentia que logo ele ia ficar mais bruto e enfiar o pau na minha boca até gozar. Parei de usar as mãos na virilha dele e subi pelos oblíquos até o abdômen definido. Ele segurou minhas mãos e acariciou as costas delas num gesto que eu não entendi.
— Eu te amo, Dy. Muito.
Como irmã ou como mulher? Eu também já não sabia mais direito como eu amava ele. Mas sabia que amava, e muito. Isso era o que importava.
Continuei com meu trabalho. Quando ele soltou minhas mãos, voltei a acariciar os testículos dele, mas em menos de um minuto, Jake deu um toque leve na minha cabeça, murmurando um "já" entrecortado. Ele ia gozar. Eu nunca tinha engolido o leite de ninguém, mas ele era meu irmão e eu abriria uma exceção. Ele avisou de novo, mas eu continuei. Ele se contorcia e gemia.
— Dy, vou gozar — ele rosnou com dificuldade — Sabe que quando isso acontece, sai uma porrada de porra. Bem aí onde você tem a boca. Ei. Dy. Ah, Dy. Merda, ninguém nunca… você é doida. Ah, já vou.
Então ele explodiu dentro de mim e eu engoli tudo. Assim que ele terminou de jorrar o leite na minha garganta, tirei o pau da boca e dei um beijinho na ponta, igual a gente tinha começado. Deixei o pau dele cair, mole e frouxo, e fiquei olhando pra ele por um tempo. Jake tinha um pau bonito.
Ele guardou o pau e pegou minha toalha do chão. Tava pingando, toda molhada. A Jogou a toalha em cima da tampa do vaso e pegou outra no cesto. Essa era menor, mas cobria tudo o que precisava cobrir. Amarrei ela bem em volta de mim, lavei a boca e saímos.
Papai e mamãe tentaram arrancar de mim o segredo que eu guardava, mas não falei nada nem inventei desculpa. À tarde, eles já tinham esquecido, porque de algum jeito, a conversa com Jake e pular no vazio me fez largar minhas preocupações e me deixar levar. Passei o resto do dia mais alegre do que o normal.
Então, quando papai e mamãe avisaram que iam passar a noite fora, eu e Jake não conseguimos evitar trocar um olhar cúmplice. Essa era a nossa hora.
— Quer ver um filme? — ele me perguntou quando ficamos sozinhos.
Era quase dez da noite e, apesar de terem nos convidado pra uma festa, eu e Jake decidimos passar a noite juntos. Ainda dava pra desistir e ir com nossos amigos; era cedo, mas com certeza já tínhamos passado de todos os limites. Não adiantava voltar atrás agora. A coisa já estava feita.
Eu concordei e Jake colocou o filme. Sentamos no sofá e nos acomodamos coladinhos um no outro. Não demorou muito e os protagonistas começaram a transar explícito.
— Que porra é essa, Jake? Isso é um filme pornô — falei, franzindo a testa com desgosto.
Ele riu bestamente e me lançou um olhar cheio de tesão. Se inclinou e mordeu minha orelha.
— Sim. Te incomoda? — ele beijou meu pescoço e meu ombro.
De repente, a mão dele foi pro meu peito e eu já esqueci completamente do filme. Ele começou a massagear devagar e beliscar meu mamilo por cima da roupa. Minha calcinha foi ficando molhada enquanto ele continuava com as carícias, e eu me deixei fazer sem corresponder de jeito nenhum.
Levantei, deixando ele na vontade, e fui apagar a televisão. No processo, empinei bem a bunda pra ele poder ver minha calcinha por baixo do vestido, que na verdade era um dos meus moletons gigantes.
— O que você tá fazendo? —grunhiu excitado.
—Tô com vontade de cair na piscina —murmurei, como quem não quer nada.
Me afastei dele e atravessei a porta de vidro pro quintal. Parei na borda da piscina e olhei por cima do ombro: ele tinha me seguido. Parou atrás de mim e me envolveu com os braços pela cintura. Senti as mãos dele no meu abdômen e, devagar, foram descendo até a barra do meu moletom pra acariciar minha bucetinha por cima da calcinha.
Um arrepio me percorreu enquanto ele me tocava, e eu rebolava a bunda pra roçar no volume dele, que tava durinho contra mim. De repente, Jake ficou pesado e caímos juntos na piscina. Meu coração disparou, e tive que reagir rápido pra puxar o ar antes de mergulhar. Quando saímos pra superfície, bati nele como dava.
—Idiota, quase me afoga! —rosnei, mas ele me prendeu num abraço forte e começou a me beijar que nem um louco condenado. Ele riu, e eu brinquei de tentar escapar.
Quando me vi livre, nadei até a escada e saí da piscina. Olhei pra ele, provocando da borda, e ele me seguiu rápido. Corri pela beirada da piscina, dando a volta, enquanto Jake corria atrás de mim. Sim, a gente tava fazendo aquelas coisas que não devia fazer perto da piscina, mas era divertido.
Mal demos meia volta na piscina quando ele me pegou. Me jogou no chão e a gente rolou na grama. Ele me prendeu com o peso dele e começou a tirar meu moletom na marra. Como tava molhado, foi difícil tirar, e reclamei da falta de jeito dele, mas de qualquer jeito parecia me excitar mais quanto mais selvagem ele ficava.
Acabou me deixando só de calcinha e sutiã. Tirei a camisa dele, e ele não demorou pra baixar o short de praia. Encostou o pau no meu baixo ventre e começou a se esfregar em mim enquanto beijava meus peitos e tirava meu sutiã.
—Ainda toma pílula? —perguntou trêmulo— Quero te comer, Dy.
Assenti, nervosa. Comer? Sexo? Transar? Bom, o que eu esperava? Depois de Sexo oral, beijos e amassos, era só isso que nos restava e eu tava esperando por isso há tempo demais. Não dava pra bancar a sonsa.
A boca dele se grudou no meu mamilo e chupou. Eu gemi alto e um fogo se espalhou até minha buceta. Ele cuidou primeiro do meu peito esquerdo, depois do direito. A língua dele brincou com aquela pontinha marrom clara que me dava tanto prazer. Os lábios apertaram e os dentes morderam de leve. Eu gemia e grunia, me esfregando contra o pau dele, tentando apagar o fogo. Tava morrendo com as lambidas dele e queria ele dentro de mim logo.
A mão dele desceu até minha calcinha molhada, onde já não dava pra distinguir a água da piscina da minha própria lubrificação. Ele enfiou os dedos por baixo do pano e massageou ali onde eu sempre precisei.
— Tão escorregadia, irmãzinha — murmurou no meu ouvido e deu um chupão no meu pescoço.
— Ah, Jake. Preciso de você agora.
— Aqui? — ele brincou com um dedo na minha entrada — Cê gosta? Me quer aqui?
Ah, sim. Eu gemi. Bem ali. Mas já não conseguia mais falar.
Ele puxou minha calcinha sem cuidado e eu ouvi um rasgo. Percebi que devia ter arrebentado ou algo assim. Idiota. Eu gostava daquela calcinha.
Ele jogou pra um lado e abriu minhas pernas. Desceu beijando minha barriga e enterrou a boca na minha buceta. Eu gemi tão alto que soube que os vizinhos iam espiar pelo portão pra ver que putaria a gente tava fazendo no quintal. Pelo menos tava escuro.
A língua dele percorreu cada centímetro da minha intimidade. Brincou com minha carne e com aquele ponto exato do prazer. Bem quando eu tava quase gozando, ele se afastou de mim e, com uma pressa que me desconcertou, enfiou o pau na minha boceta.
— Ai, Jake! — eu grunhi entre um gemido de prazer e de raiva.
— Ah, Dyane — ele zombou com um suspiro profundo — Isso é uma loucura. Adoro.
Ele é louco, nós somos loucos. Eu também adoro.
Ele começou a se mover dentro de mim, bombando feito um louco. A mudança brusca tinha me feito esquecer o orgasmo, mas em questão de segundos depois, retomei o que tinha deixado em espera e uma onda de prazer ardente me fez tremer dos pés à cabeça. Minha buceta se contraiu em volta do Jake e ele só conseguiu gemer em êxtase.
—Amo isso — ele rosnou — começar com um orgasmo e terminar com outro — pelo jeito que ele falou, soube que não era a primeira vez dele com essa experiência e fiquei com um pouco de ciúmes.
—Idiota — rosnei, procurando a boca dele.
Ele se movia bruscamente dentro de mim, como se não transasse há anos. As investidas dele causavam um pouco de dor, mas o prazer intenso compensava. O vai e vem pegou um ritmo devastador que me fez vibrar de prazer. Não conseguia parar de gemer e sabia que ia acabar gritando.
A boca faminta dele procurou meus peitos, meu pescoço e minha boca. O quadril dele não parava de bater na minha entreperna e meus pés se arqueavam de prazer. Quando estava perto do orgasmo, senti um formigamento na parte baixa das minhas costas e ao longo das pernas. Me arqueei em direção a ele e levantei o quadril para aprofundar as investidas.
Levei minha mão ao meu ponto secreto e me acariciei, ansiosa pra chegar ao clímax.
—Já, Dy. Vou gozar. Vem comigo — ele ofegou, enterrando o rosto no meu pescoço.
Nos movemos freneticamente até que uma onda de prazer me fez tensionar por completo. Meus tremores internos levaram Jake ao próprio final e ele acabou se derramando todo dentro de mim. Compartilhamos os espasmos na mesma área. Ofegamos enquanto nossos sexos se mantinham unidos numa dança menos rítmica e meio desajeitada. Abracei o quadril dele com minhas pernas e apertei ele uma última vez contra mim.
Por fim, ficamos exaustos. Jake acabou desabando sobre mim e era bom sentir todo o peso dele me esmagando. Nos abraçamos por um bom tempo enquanto recuperávamos a respiração normal e enquanto nossos batimentos se sincronizavam.
—Te amo, irmão — falei, fechando os olhos com força, rezando pra não me arrepender dessas palavras tão comprometedoras.
—Também te amo, irmã — ele me beijou na bochecha.
Tava tudo bem o love. Entre irmãos, mas nosso love tinha ficado diferente. Mesmo assim, eu gostava de querer ele desse jeito. Mesmo que fosse doentio e torto, era uma delícia. Eu ia parar de pensar em tudo de ruim e focar no que tinha de bom nessa experiência.
O barulho da janela da casa se abrindo nos assustou. Ouvimos os gritos dos nossos pais brigando e soubemos que estávamos ferrados. Eles tinham voltado mais cedo e já estavam aqui fora, no quintal.
No momento em que Jake rolou pra fora de mim, minha mãe soltou um grito abafado. Ela já tinha nos visto.
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