Reescrever experiências! Roubaram meu usuário anterior, mas com certeza lembram das minhas histórias... Vou contar uma coisa que aconteceu comigo há mais ou menos um ano, quando fui de férias com minhas amigas para a costa argentina. Eu sou a Cathy, morena de cabelo comprido, tenho uns 1,60m, uns peitões enormes, pele branca e uma bunda grande... Tenho olhos pretos e boca carnuda. Fomos 5 mulheres sozinhas veranear na costa argentina. Uma tarde, estávamos na praia tomando sol quando chega um grupo de 8 caras com música, caixa térmica com bebida, bola de futebol, etc. Típicos "paspalhões". Eles se instalaram bem perto da gente, e em 10 minutos já estavam puxando papo, perguntando de onde a gente era, o que a gente fazia, onde a gente tinha ido dançar, etc. Eu estava deitada com meus óculos escuros, olhando os caras que compartilhavam a cerveja e a música deles com a gente. Um deles chamou minha atenção porque era o que menos falava, sorria, mas ficava mais afastado do resto. Era moreno e alto, tinha olhos puxados, um sorriso perfeito, dava pra ver que malhava porque era definido. Enquanto todos falavam e queriam se exibir, ele sorria e olhava em volta, claramente deslocado no meio dos amigos. "Com certeza tem namorada", pensei. Então levantei e falei pras minhas amigas que ia dar um mergulho no mar. Um dos caras disse "vou com você", mas eu falei que preferia ir sozinha. Todos riram, inclusive o moreno intrigante. Enquanto caminhava em direção à água, sentia os olhos dele na minha bunda. Me virei e olhei direto nos olhos dele. Ele riu e ficou vermelho... Voltei e me aproximei dele. — Vamos para a água? — Você disse que preferia ir sozinha — Mas agora prefiro ir com você, vamos? — Vamos — ele respondeu. Largou a latinha de cerveja e foi comigo. — Como você aguenta eles? — perguntei, e ele sorriu. — São meus amigos de infância, são bons, um pouco chatos, mas não são ruins — respondeu sério. — Qual é o seu nome? — Rodrigo, Rodri, e o seu? — Eu sou a Cathy — falei, e entramos no mar. Fomos bem longe, passando a arrebentação, e continuamos conversando besteira. Fiquei me perguntando se a gente ia sair pra dançar hoje, falei que depende de onde e com quem. Quando saímos do mar, trocamos os celulares e cada um voltou pro seu grupo de amigos. Saímos bem tarde da praia, mas às 23h, quando minhas amigas estavam decidindo onde ir pra balada, chegou um WhatsApp dele. — E aí, vamos sair hoje, Cathy? — As meninas aqui tão decidindo onde ir, e vocês? — Querem ir pra balada do centro, mas não sei se tô afim, tô mais pra algo mais tranquilo... — Tipo o quê? — Uma cerveja na praia com uma morena — Kkkk, faz frio na praia de noite, Rodri — Levo cerveja, cobertores, e a gente faz uma fogueira — Minhas amigas decidiram ir pra balada do centro, falei que queria descansar, então ia ficar pra dormir. Quando elas foram, mandei mensagem pro Rodri. — Já tô pronta e agasalhada ☃️ — Passei o endereço — Daqui a 20 minutos tô aí — Coloquei uma calcinha fio-dental vermelha de renda, com um sutiã combinando, uma calça de couro, salto, e uma blusa MUITO decotada com um casaquinho contra o “frio” Quando chegamos na praia, descemos a caixa térmica e todos os cobertores que ele trouxe, estendemos um no chão e cada um se cobriu com um. Conversamos sobre a vida, e quando já tinha tomado umas três cervejas, me aproximei mais dele... — Tá com frio? — perguntou todo cavalheiro — Tô, mas quero sentir teu calor humano — Tenho muito pra te oferecer — ele disse, brincalhão — Não me provoca — falei, mordendo o lábio. Não sei como, acabei no colo dele, de frente, ele me beijou desesperado, senti a língua dele entrar fundo na minha boca, úmida, quente, molhada. Ele passava a mão na minha bunda por cima da calça e nas minhas costas. Me beijou o pescoço e começou a descer pros meus peitos. Tirou um deles pra fora da blusa e do sutiã e chupou meu mamilo, eu gemi, o contato molhado dele mais o frio da praia me deu arrepios... tava adorando a situação, me excitava, me enlouquecia. Ele mordeu meu mamilo, Chupou ele, passou a língua num jogo completamente quente. Puxei a outra teta pra fora e ele tocava com os dedos, eu tentava roçar no pau dele que sentia preso, sentia ele na minha pélvis... — Vamos pro apê — falei sufocada de gemidos. Levantamos rápido, jogamos tudo no carro e fomos pro apartamento dele. No carro, passei a mão por cima da calça dele, ele suspirava e me olhava com aqueles olhos cheios de luxúria... Entramos num dos quartos, rindo, bêbados de prazer, ele me encostou na parede e começou a me beijar de novo, tirou minha camiseta, se afastou e me olhou... voltou a me beijar desesperado assim, virei ele e encostei na parede. Tirei a camiseta e a calça dele em dois segundos, me ajoelhei e deixei o pau dele à mostra. Era grande e tava inchado, coloquei na boca devagar, sentia o pau quente entrando na minha boca e ele suspirava, segurava minha cabeça como se nada pudesse escapar... enfiei até a garganta, metia e tirava, chupava e passava a língua de cima pra baixo, ele tava enlouquecendo... Tirei e comecei a passar no meu rosto, todo o melado dele e minha saliva escorrendo pela cara, e ele segurava minha cabeça e puxava pra trás, enfiou até a garganta quando não aguentou mais, me segurou dos dois lados e começou a me comer pela boca... Engasguei, então ele me levantou, tirou minha calça e me jogou na cama... Me virou e, do jeito que tava, com a calcinha fio dental ainda, encostou o pau todo em mim, eu tava enlouquecendo, ele afastou um pouco a calcinha e enfiou só a cabeça, gemi... mmm como eu tava gostando!!! Ele tirou e enfiou só a cabeça três vezes — Me come — supliquei... — Pede — Me come, por favor, enfia tudo — Ele foi enfiando devagar, até sentir o fundo. Nessa hora, puxou meu cabelo e começou uma metida e tirada frenética. Até que via que eu ia gozar e parava. Enfiava só a pontinha por mais um tempo. Brincava comigo... Tentei virar, mas ele segurou minha cintura. Fica assim - Eu senti aquela rola na minha buceta, cheia de fogo, queria gozar ali mesmo, e dormir... quando ele me comeu de novo rápido, eu sabia que ia gozar. Então empinei minha bunda e esperei, toda a eletricidade se concentrou na minha buceta, tentava me mover no ritmo dele - Me dá mais forte!! - gritei e ele, obediente, me segurou pela cintura e me comeu muito, muito forte. Dava pra ouvir o barulho da pélvis dele batendo na minha bunda, senti a eletricidade e senti que minhas pernas não respondiam quando gozei num orgasmo maravilhoso. Meu parceiro tirou a rola dele, me virou e enfiou na minha boca, continuando o ritmo frenético. - Pela boquinha também forte!? - ele perguntou enlouquecido. Não consegui responder, porque a rola dele chegava na minha garganta e saía na hora, dois minutos demorou pra encher minha boca de porra. Tomei tudo obedecendo o aperto dele,... continua...
4 comentários - Verão Argentino Gostoso