Tudo começou há pouco tempo. Eu moro só com minha mãe nos arredores da cidade. Ela tem 45 anos, mede uns 1,65m, tem a pele clara e uns peitos que o sutiã 38C mal consegue segurar.
Bem, como eu estava dizendo, isso começou há alguns meses, quando decidi tirar um ano de férias da escola. Por isso, comecei a ter bastante tempo livre e, como não saio muito, passei o tempo todo no PC. Já minha mãe passa a tarde toda no trabalho e chega quase à meia-noite. Praticamente toda a vida dela acontece de noite, e ela dorme por volta das 6 da manhã. Eu tive que me acostumar com o horário dela para poder passar mais tempo com ela e não ficar entediado sozinho em casa.
Um dia, minha mãe me pediu para fazer uma limpeza na casa, especialmente no quarto dela, que estava uma bagunça. Como não tinha nada melhor para fazer, aceitei. Comecei a limpar a casa toda e deixei o quarto dela por último, para dar mais atenção. Quando entrei, estava tudo uma zona — minha mãe não tinha exagerado. A roupa suja estava jogada por todos os lados, os sapatos também, e dava pra ver que ela não arrumava a cama há bastante tempo. Comecei recolhendo toda a roupa e, enquanto fazia isso, encontrei uma calcinha usada. Mas, em vez de colocá-la com as outras roupas, aproximei do nariz para sentir o cheiro. Amei a sensação que isso causou em mim — é indescritível, só quem já fez algo assim vai entender. Fiquei tão excitado que lambi justo onde tinha uma pequena mancha da sua buceta. Depois disso, guardei dentro da minha calça e continuei a limpeza.
Com o quarto arrumado, abri o guarda-roupa para guardar as poucas roupas limpas que também encontrei jogadas, mas não coube tudo. Procurando um lugar para colocar, abri uma gaveta na base da cama. A gaveta estava quase vazia, exceto por uma caixa preta lá no fundo. Nunca na vida tinha visto aquilo... Vi e fiquei curioso para saber o que tinha dentro. Tirei com cuidado e coloquei na cama, ao abrir tudo o que pensava sobre minha mãe como mulher mudou completamente. Dentro dela encontrei um grande consolo vermelho de 20cm e bem grosso, um colar de pérolas brancas mas o que mais me surpreendeu foi o tamanho das pérolas quase eram como limões e uns quadrinhos já meio velhos onde nas capas se viam mulheres amarradas por cordas e coisas desse tipo.
Eu fiquei em choque como era possível que minha mãe tivesse esse tipo de gostos, para ser sincero sempre achei ela uma mulher atraente e algumas vezes cheguei a fantasiar com ela mas eu pensava que ela era uma mulher com gostos normais, não que gostasse de masoquismo. Estava tão impressionado que fiquei encharcado de suor mas o mais impressionante era que meu pau estava a mil, quase saindo da calça, mas um barulho no jardim me tirou do transe, era minha mãe no seu carro. Rapidamente guardei tudo na caixa, coloquei na gaveta e desci as escadas para ir à sala, logo depois ela entrou.
Já cheguei
*Oi, como foi?
Bem, você sabe, muito trabalho
Ela sentou ao meu lado e continuou
E por que está suando, bebê?
*É que acabei de terminar de limpar seu quarto e cansei um pouco
Claro, estava muito sujo, obrigada por limpar, amor, vou te recompensar
*Obrigado, vou dormir
Mas acabei de chegar e ainda é muito cedo
*Eu sei, mas estou realmente exausto, mãe
Ok, depois a gente conversa, amor
Eu ainda estava muito nervioso com tudo, então cortei a conversa o mais rápido que pude e subi para o meu quarto. Enquanto estava deitado, pensei em tudo que vi naquela caixa, peguei meu laptop e busquei vídeos de sexo sadomasoquista, só levei alguns minutos para gozar vendo os vídeos. Achei que com isso já ia conseguir dormir tranquilo, mas me enganei. Tive um sonho que só conseguiu me deixar ainda mais excitado, estava na sala deitado quando de repente uma mulher chegou e rapidamente montou em mim, começando a... tirar minha roupa enquanto ela me beijava e, quando já tinha tirado toda minha roupa, pegou meu pau e o colocou entre suas pernas. Ela se movia para cima e para baixo entre gemidos, seus seios balançavam a cada investida contra meu corpo. Eu a segurava pela cintura para movê-la ainda mais rápido, mas naquele momento percebi que era minha mãe aquela mulher que gritava de prazer. Continuei sem me importar com isso até acordar. Já eram 14h, exatamente a hora que minha mãe costuma levantar. Me sentia estranho, como se tivesse um vazio dentro de mim, como se tivessem tirado algo que eu desejava muito. Talvez fosse porque queria que o sonho se tornasse realidade.
Desci as escadas até a cozinha e lá estava minha mãe com seu blusão branco, que deixava seu torso um pouco transparente e revelava suas lindas e suaves pernas. Fiquei hipnotizado vendo suas pernas e sua bunda, que ficavam transparentes através do blusão, quando ela virou para mim e disse:
— Já estava na hora de você acordar.
— É, fiquei muito cansado ontem à noite.
— Por isso não fui te acordar. Bom, então vamos tomar café da manhã.
Depois disso, ficamos conversando sobre coisas sem importância até que deu 17h e ela foi trabalhar.
Não aguentei mais e voltei ao quarto dela para verificar a caixa. Virei-a sobre a cama para tirar todo o conteúdo e, entre as coisas, encontrei um cartão de memória de celular. Corri para meu quarto pegar o laptop e o adaptador para inseri-lo. De volta, me deitei na cama dela e comecei a ver o conteúdo do cartão. Só tinha uma pasta de fotos. Ao abri-la, fiquei chocado. Eram fotos da minha mãe fazendo sexo, mas não só isso — como suspeitava, ela gostava de sexo masoquista. Em algumas fotos, ela aparecia amarrada e com uma bola de borracha na boca; em outras, sendo penetrada pelo mesmo cara que tirava as fotos. Mas a que mais me surpreendeu foi uma em que ela estava olhando para a câmera com o rosto todo coberto de porra. Ela parecia tão... tão... linda. Era como ter uma puta na minha... Na minha própria casa, a única coisa em que conseguia pensar era em comê-la, penetrá-la como nas fotos, e encher seu rosto lindo de porra. Corri pro meu quarto buscar a calcinha que eu tinha guardado e voltei pra me masturbar na cama dela. Esfreguei ela no meu pau até explodir, enchando de sêmen, mas isso não era o suficiente pra mim, eu queria mais, queria ela, queria a putinha masoquista da minha mãe.
Comecei a pensar como diabos ia fazer pra comer ela, então me veio um plano. Se ela queria ser maltratada e praticamente estuprada, era isso que eu ia fazer.
Comecei a juntar todas as coisas que ia precisar pra dominar minha mãe e tomei um banho. Depois de uma longa espera, ela chegou do trabalho. Desci pra recebê-la como se nada fosse acontecer, conversamos um pouco e começamos a jantar. Ela falava sobre coisas do trabalho, mas na verdade eu não tava prestando muita atenção, tava mais concentrado no decote. Me surpreendia um botão não sair voando da blusa dela, tava tão apertada nos peitos.
Quando terminamos, eu subi pro meu quarto e ela ficou na sala vendo TV enquanto fazia uns exercícios. As horas passaram até bater 5 da manhã. Desci de novo pra sala e encontrei minha mãe no computador.
— Achei que você já tinha dormido.
— *Ainda não tô com muito sono.*
— Bom, eu só vou tomar um banho e vou pra cama.
Ela desligou o computador e subiu pro banheiro. Depois de uns minutos, eu também subi, mas pro meu quarto, buscar a mochila onde tinha guardado as coisas que usaria pra botar meu plano em prática. Antes dela sair do banheiro, entrei no quarto dela pra deixar a mochila debaixo da cama e voltei pro meu pra esperar ela terminar de tomar banho.
Quando finalmente ela saiu, entrou no quarto e deixou a porta entreaberta. Eu, com muito cuidado pra não fazer barulho, saí do meu e me posicionei atrás da porta dela. Lá estava ela, totalmente pelada. Fiquei olhando, já que ela estava de frente pra porta e como se... Eu estava secando o cabelo e não conseguia ver o rosto dela. Observei atento seus seios, que eram ainda maiores do que eu imaginava, e seus grandes mamilos cor de mel. Também vi os pelos que cobriam sua buceta, eram bastante e bem escuros. Era a imagem perfeita, fiquei estupefato ao vê-la assim, ela estava tão gostosa, mas pela minha distração não tive tempo de reagir quando ela tirou a toalha do rosto.
— Juan, que porra você tá fazendo?
Me joguei rapidamente sobre ela e a deitei na cama, ela gritava e tentava se soltar em vão.
— Me solta, que que você tá fazendo, seu louco!
Eu não falava, estava concentrado em conseguir pegar a mochila que tinha deixado embaixo da cama para poder dominá-la. Finalmente alcancei a mochila e me sentei em cima da minha mãe para que ela não pudesse se mexer enquanto eu tirava a fita adesiva para amarrar as mãos dela na cabeceira. Ela continuava gritando e me arranhando, mas finalmente consegui pegar um pedaço da fita e amarrar a mão direita dela, enquanto colocava meu joelho na outra mão para que ela não pudesse mexer. Depois amarrei a outra e continuei com as pernas, essas deram ainda mais trabalho, mas consegui deixá-las amarradas nos cantos da cama.
— Ajudem-me, por favor!
— *Cala a boca, Foxy, ninguém vai te ouvir, lembra que as casas do lado estão vazias.
— Imbecil, o que você acha que tá fazendo?
— *Te tratando como você é: uma maldita puta masoquista.
Tirei da gaveta a caixa com os brinquedinhos dela e joguei em cima dela.
— *Quem diria que você era uma putinha completa.
— Cala a boca!
— *Acho que isso não vai no seu pescoço, né?
Disse enquanto pegava o colar de pérolas e colocava sobre o rosto dela.
— Você é um imbecil, me solta!
— *Desculpa, mamãe, mas de agora em diante você vai ser minha putinha pessoal.
— Você tá doente!!
— *Olha quem fala.
Comecei a acariciar as pernas dela, adorava como a pele dela era macia.
— Para de me tocar, seu estúpido!!
— *Cala a boca, Foxy.
— Me solta!
— *Acho que alguém vai precisar de um pouco de disciplina.
Tirei meu cinto e comecei a bater nas pernas dela com ele.
— Aaahh, por favor, para!
— *Você vai guardar. silêncio
Por favor me deixa
*Fala que vai ficar quieta
Eu prometo
*Muito bem, putinha
Continuei acariciando ela, mas notei que depois que bati com o cinto, a buceta dela tinha ficado bem molhada
*Nossa, você ficou toda molhada, putinha. Parece que você gosta mesmo de ser humilhada, né?
Não me chama assim
*Sua bocetinha já tá pronta pra ser perfurada
Não faz isso, você é meu filho
*Você é só a minha putinha
Abaxi minha calça e tirei meu pau, que já estava bem duro, e de uma só enfiada meti tudo na buceta molhada dela
Aaahhh, meu Deus, o que você fez!!!!!
Enfiava com muita força, tanta que quase dava pra sentir o fundo da vagina dela. Os peitos dela se mexiam igual no meu sonho, comecei a chupá-los e a mordiscar os mamilos
*É assim que eu tinha sonhado, mamãe
Por favor, filho, me solta, isso é muito errado, meu Deus!!
*Tá bom, mas isso é só o começo
Parei de penetrar ela e peguei um pedaço de pano preto da mochila e amarrei em volta dos olhos dela
*Você não vai ver nada, mamãe
Peguei a mochila de novo e tirei uns prendedores de roupa de madeira, fui colocando nos peitos dela, uns 10 em cada um
Tira essas coisas, tá doendo muito
*Você reclama demais, acho que é hora de tampar sua boca
Peguei um pouco de fita e, justo quando ia colocar, lembrei da calcinha suja com a qual tinha me masturbado. Fui buscar e, quando voltei, falei pra minha mãe
*Abre a boca, gostosa
Ela balançou a cabeça negando
*Tem certeza que não quer abrir?
Peguei o nariz dela e apertei um pouco pra ela não conseguir respirar. Depois de alguns segundos, ela cedeu e abriu a boca. Meti rapidinho a calcinha dela cheia da minha porra e fechei a boca com fita antes que ela pudesse cuspir
*Boa, agora eu volto, vou fazer um café pra não dar sono. Não vai sair daí, hein, hahaha
Desci pra cozinha e, enquanto tomava meu café, fiquei pensando no que mais poderia fazer com a minha mãe. Por sorte, me veio uma ideia. Peguei um copo e enchi de gelo
Quando cheguei no quarto, minha mãe estava quieta, então eu caminhei ao redor da cama, depois busquei uma tesoura porque precisava cortar a fita para amarrá-la em uma nova posição. Cortei primeiro a fita das mãos dela, amarrei-as novamente mas agora juntas e não presas à cama. Fiz o mesmo com seus tornozelos. *Agora, putinha, quero que você fique de quatro Ela não se mexia, então puxei seu cabelo até colocá-la nessa posição, deixando sua buceta e seu ânus escuro à minha vista Peguei um gelo do copo e comecei a esfregar no seu cuzinho enquanto dizia *Você sabe que com o frio as coisas encolhem e seu cuzinho não é exceção Comecei a introduzir o gelo dentro de seu ânus, quando entrou, coloquei outro e depois lambi a água que saía de lá. Ela tentava expulsar os gelos, mas enfiei meu polegar para impedir. Peguei seu colar de pérolas e tirei a fita de sua boca, ela imediatamente cuspiu a calcinha *Agora chupa isso Enfiei uma pérola de seu colar em sua boca, depois outra e mais outra *Muito bem, lubrifique-as com sua saliva porque vão direto para seu ânus Depois de tirá-las de sua boca, comecei a introduzi-las em seu ânus Por favor, pare antes que se arrependa *Arrepender do quê? Isso é um sonho para mim e sei que para você também Comecei a enfiar cada pérola, ela gritava cada vez que uma entrava, no total enfiei 7 pérolas das 12 que eram *Nossa, parece que você já enfiou muitas coisas na sua bunda na vida, né, putinha? Por favor, tire, estão me rasgando, pelo amor de Deus *Ok, mas primeiro você terá que fazer algo Qualquer coisa Peguei-a pelo cabelo e a deitei novamente, mas agora com a cabeça pendurada na borda da cama, tirei a venda dos olhos e coloquei meu pau na entrada de sua boca *Começa a chupar, putinha, e se me morder, te dejo amarrada a semana toda Por favor, não *Abre a boquinha, putinha Comecei a esfregá-lo em seu rosto até que abriu a boca e começou a chupar, primeiro timidamente e depois com mais força *Muito bem, continua assim, putinha Ela continuou chupando meu pau, a saliva dela encharcava meu pênis e escorria pelas bochechas, eu sentia meu pau chegando até a garganta dela e ela se engasgava cada vez que eu enfiava até lá, mas de repente ouvi que ela começou a gemer de prazer, virei para ver as mãos dela e, mesmo amarradas juntas, ela estava se masturbando, acariciando o clitóris bem rápido. Tirei meu pau da boca dela e perguntei:
*Gostou, putinha?*
Sim, eu adoro, não para.
Meti de novo na boca dela, ela lambia com muita luxúria enquanto ofegava, e continuamos assim por mais 5 minutos até que finalmente gozei dentro da boca dela. Soltei 5 jatos grandes que encheram tanto a boca dela que começou a escorrer pelo rosto todo e ela quase se engasgou.
Depois que ela engoliu o que pôde, coloquei ela de quatro novamente e tirei as pérolas do ânus dela.
*Lambe para saber como seu cuzinho tem gosto, foxy.*
Ela começou a lamber e chupar elas, depois a beijei, enfiando toda minha língua para provar o gosto de todos os nossos fluidos combinados.
Até que alguém faz direito.
*O quê?*
Você me tratou como uma puta, sabia que você conseguiria.
*Já sabia que isso ia acontecer?*
Não pensei que fosse tão cedo, mas já estava planejando. Acha que achou aquela caixa por coincidência?
*Mas não entendo.*
Desde que você fez 15 anos, eu queria que você me fodesse assim, mas precisava que você ficasse mais forte para poder me dominar completamente. Eu já estava com tesão, só precisava esquentar você, e foi muito fácil.
*Acho que você vai precisar de mais castigo para parar de ser tão puta.*
Sim, me castiga quantas vezes quiser, baby.
E desde aquele dia, minha mãe se tornou minha putinha masoquista.
Bem, como eu estava dizendo, isso começou há alguns meses, quando decidi tirar um ano de férias da escola. Por isso, comecei a ter bastante tempo livre e, como não saio muito, passei o tempo todo no PC. Já minha mãe passa a tarde toda no trabalho e chega quase à meia-noite. Praticamente toda a vida dela acontece de noite, e ela dorme por volta das 6 da manhã. Eu tive que me acostumar com o horário dela para poder passar mais tempo com ela e não ficar entediado sozinho em casa.
Um dia, minha mãe me pediu para fazer uma limpeza na casa, especialmente no quarto dela, que estava uma bagunça. Como não tinha nada melhor para fazer, aceitei. Comecei a limpar a casa toda e deixei o quarto dela por último, para dar mais atenção. Quando entrei, estava tudo uma zona — minha mãe não tinha exagerado. A roupa suja estava jogada por todos os lados, os sapatos também, e dava pra ver que ela não arrumava a cama há bastante tempo. Comecei recolhendo toda a roupa e, enquanto fazia isso, encontrei uma calcinha usada. Mas, em vez de colocá-la com as outras roupas, aproximei do nariz para sentir o cheiro. Amei a sensação que isso causou em mim — é indescritível, só quem já fez algo assim vai entender. Fiquei tão excitado que lambi justo onde tinha uma pequena mancha da sua buceta. Depois disso, guardei dentro da minha calça e continuei a limpeza.
Com o quarto arrumado, abri o guarda-roupa para guardar as poucas roupas limpas que também encontrei jogadas, mas não coube tudo. Procurando um lugar para colocar, abri uma gaveta na base da cama. A gaveta estava quase vazia, exceto por uma caixa preta lá no fundo. Nunca na vida tinha visto aquilo... Vi e fiquei curioso para saber o que tinha dentro. Tirei com cuidado e coloquei na cama, ao abrir tudo o que pensava sobre minha mãe como mulher mudou completamente. Dentro dela encontrei um grande consolo vermelho de 20cm e bem grosso, um colar de pérolas brancas mas o que mais me surpreendeu foi o tamanho das pérolas quase eram como limões e uns quadrinhos já meio velhos onde nas capas se viam mulheres amarradas por cordas e coisas desse tipo.
Eu fiquei em choque como era possível que minha mãe tivesse esse tipo de gostos, para ser sincero sempre achei ela uma mulher atraente e algumas vezes cheguei a fantasiar com ela mas eu pensava que ela era uma mulher com gostos normais, não que gostasse de masoquismo. Estava tão impressionado que fiquei encharcado de suor mas o mais impressionante era que meu pau estava a mil, quase saindo da calça, mas um barulho no jardim me tirou do transe, era minha mãe no seu carro. Rapidamente guardei tudo na caixa, coloquei na gaveta e desci as escadas para ir à sala, logo depois ela entrou.
Já cheguei
*Oi, como foi?
Bem, você sabe, muito trabalho
Ela sentou ao meu lado e continuou
E por que está suando, bebê?
*É que acabei de terminar de limpar seu quarto e cansei um pouco
Claro, estava muito sujo, obrigada por limpar, amor, vou te recompensar
*Obrigado, vou dormir
Mas acabei de chegar e ainda é muito cedo
*Eu sei, mas estou realmente exausto, mãe
Ok, depois a gente conversa, amor
Eu ainda estava muito nervioso com tudo, então cortei a conversa o mais rápido que pude e subi para o meu quarto. Enquanto estava deitado, pensei em tudo que vi naquela caixa, peguei meu laptop e busquei vídeos de sexo sadomasoquista, só levei alguns minutos para gozar vendo os vídeos. Achei que com isso já ia conseguir dormir tranquilo, mas me enganei. Tive um sonho que só conseguiu me deixar ainda mais excitado, estava na sala deitado quando de repente uma mulher chegou e rapidamente montou em mim, começando a... tirar minha roupa enquanto ela me beijava e, quando já tinha tirado toda minha roupa, pegou meu pau e o colocou entre suas pernas. Ela se movia para cima e para baixo entre gemidos, seus seios balançavam a cada investida contra meu corpo. Eu a segurava pela cintura para movê-la ainda mais rápido, mas naquele momento percebi que era minha mãe aquela mulher que gritava de prazer. Continuei sem me importar com isso até acordar. Já eram 14h, exatamente a hora que minha mãe costuma levantar. Me sentia estranho, como se tivesse um vazio dentro de mim, como se tivessem tirado algo que eu desejava muito. Talvez fosse porque queria que o sonho se tornasse realidade.
Desci as escadas até a cozinha e lá estava minha mãe com seu blusão branco, que deixava seu torso um pouco transparente e revelava suas lindas e suaves pernas. Fiquei hipnotizado vendo suas pernas e sua bunda, que ficavam transparentes através do blusão, quando ela virou para mim e disse:
— Já estava na hora de você acordar.
— É, fiquei muito cansado ontem à noite.
— Por isso não fui te acordar. Bom, então vamos tomar café da manhã.
Depois disso, ficamos conversando sobre coisas sem importância até que deu 17h e ela foi trabalhar.
Não aguentei mais e voltei ao quarto dela para verificar a caixa. Virei-a sobre a cama para tirar todo o conteúdo e, entre as coisas, encontrei um cartão de memória de celular. Corri para meu quarto pegar o laptop e o adaptador para inseri-lo. De volta, me deitei na cama dela e comecei a ver o conteúdo do cartão. Só tinha uma pasta de fotos. Ao abri-la, fiquei chocado. Eram fotos da minha mãe fazendo sexo, mas não só isso — como suspeitava, ela gostava de sexo masoquista. Em algumas fotos, ela aparecia amarrada e com uma bola de borracha na boca; em outras, sendo penetrada pelo mesmo cara que tirava as fotos. Mas a que mais me surpreendeu foi uma em que ela estava olhando para a câmera com o rosto todo coberto de porra. Ela parecia tão... tão... linda. Era como ter uma puta na minha... Na minha própria casa, a única coisa em que conseguia pensar era em comê-la, penetrá-la como nas fotos, e encher seu rosto lindo de porra. Corri pro meu quarto buscar a calcinha que eu tinha guardado e voltei pra me masturbar na cama dela. Esfreguei ela no meu pau até explodir, enchando de sêmen, mas isso não era o suficiente pra mim, eu queria mais, queria ela, queria a putinha masoquista da minha mãe.
Comecei a pensar como diabos ia fazer pra comer ela, então me veio um plano. Se ela queria ser maltratada e praticamente estuprada, era isso que eu ia fazer.
Comecei a juntar todas as coisas que ia precisar pra dominar minha mãe e tomei um banho. Depois de uma longa espera, ela chegou do trabalho. Desci pra recebê-la como se nada fosse acontecer, conversamos um pouco e começamos a jantar. Ela falava sobre coisas do trabalho, mas na verdade eu não tava prestando muita atenção, tava mais concentrado no decote. Me surpreendia um botão não sair voando da blusa dela, tava tão apertada nos peitos.
Quando terminamos, eu subi pro meu quarto e ela ficou na sala vendo TV enquanto fazia uns exercícios. As horas passaram até bater 5 da manhã. Desci de novo pra sala e encontrei minha mãe no computador.
— Achei que você já tinha dormido.
— *Ainda não tô com muito sono.*
— Bom, eu só vou tomar um banho e vou pra cama.
Ela desligou o computador e subiu pro banheiro. Depois de uns minutos, eu também subi, mas pro meu quarto, buscar a mochila onde tinha guardado as coisas que usaria pra botar meu plano em prática. Antes dela sair do banheiro, entrei no quarto dela pra deixar a mochila debaixo da cama e voltei pro meu pra esperar ela terminar de tomar banho.
Quando finalmente ela saiu, entrou no quarto e deixou a porta entreaberta. Eu, com muito cuidado pra não fazer barulho, saí do meu e me posicionei atrás da porta dela. Lá estava ela, totalmente pelada. Fiquei olhando, já que ela estava de frente pra porta e como se... Eu estava secando o cabelo e não conseguia ver o rosto dela. Observei atento seus seios, que eram ainda maiores do que eu imaginava, e seus grandes mamilos cor de mel. Também vi os pelos que cobriam sua buceta, eram bastante e bem escuros. Era a imagem perfeita, fiquei estupefato ao vê-la assim, ela estava tão gostosa, mas pela minha distração não tive tempo de reagir quando ela tirou a toalha do rosto.
— Juan, que porra você tá fazendo?
Me joguei rapidamente sobre ela e a deitei na cama, ela gritava e tentava se soltar em vão.
— Me solta, que que você tá fazendo, seu louco!
Eu não falava, estava concentrado em conseguir pegar a mochila que tinha deixado embaixo da cama para poder dominá-la. Finalmente alcancei a mochila e me sentei em cima da minha mãe para que ela não pudesse se mexer enquanto eu tirava a fita adesiva para amarrar as mãos dela na cabeceira. Ela continuava gritando e me arranhando, mas finalmente consegui pegar um pedaço da fita e amarrar a mão direita dela, enquanto colocava meu joelho na outra mão para que ela não pudesse mexer. Depois amarrei a outra e continuei com as pernas, essas deram ainda mais trabalho, mas consegui deixá-las amarradas nos cantos da cama.
— Ajudem-me, por favor!
— *Cala a boca, Foxy, ninguém vai te ouvir, lembra que as casas do lado estão vazias.
— Imbecil, o que você acha que tá fazendo?
— *Te tratando como você é: uma maldita puta masoquista.
Tirei da gaveta a caixa com os brinquedinhos dela e joguei em cima dela.
— *Quem diria que você era uma putinha completa.
— Cala a boca!
— *Acho que isso não vai no seu pescoço, né?
Disse enquanto pegava o colar de pérolas e colocava sobre o rosto dela.
— Você é um imbecil, me solta!
— *Desculpa, mamãe, mas de agora em diante você vai ser minha putinha pessoal.
— Você tá doente!!
— *Olha quem fala.
Comecei a acariciar as pernas dela, adorava como a pele dela era macia.
— Para de me tocar, seu estúpido!!
— *Cala a boca, Foxy.
— Me solta!
— *Acho que alguém vai precisar de um pouco de disciplina.
Tirei meu cinto e comecei a bater nas pernas dela com ele.
— Aaahh, por favor, para!
— *Você vai guardar. silêncio
Por favor me deixa
*Fala que vai ficar quieta
Eu prometo
*Muito bem, putinha
Continuei acariciando ela, mas notei que depois que bati com o cinto, a buceta dela tinha ficado bem molhada
*Nossa, você ficou toda molhada, putinha. Parece que você gosta mesmo de ser humilhada, né?
Não me chama assim
*Sua bocetinha já tá pronta pra ser perfurada
Não faz isso, você é meu filho
*Você é só a minha putinha
Abaxi minha calça e tirei meu pau, que já estava bem duro, e de uma só enfiada meti tudo na buceta molhada dela
Aaahhh, meu Deus, o que você fez!!!!!
Enfiava com muita força, tanta que quase dava pra sentir o fundo da vagina dela. Os peitos dela se mexiam igual no meu sonho, comecei a chupá-los e a mordiscar os mamilos
*É assim que eu tinha sonhado, mamãe
Por favor, filho, me solta, isso é muito errado, meu Deus!!
*Tá bom, mas isso é só o começo
Parei de penetrar ela e peguei um pedaço de pano preto da mochila e amarrei em volta dos olhos dela
*Você não vai ver nada, mamãe
Peguei a mochila de novo e tirei uns prendedores de roupa de madeira, fui colocando nos peitos dela, uns 10 em cada um
Tira essas coisas, tá doendo muito
*Você reclama demais, acho que é hora de tampar sua boca
Peguei um pouco de fita e, justo quando ia colocar, lembrei da calcinha suja com a qual tinha me masturbado. Fui buscar e, quando voltei, falei pra minha mãe
*Abre a boca, gostosa
Ela balançou a cabeça negando
*Tem certeza que não quer abrir?
Peguei o nariz dela e apertei um pouco pra ela não conseguir respirar. Depois de alguns segundos, ela cedeu e abriu a boca. Meti rapidinho a calcinha dela cheia da minha porra e fechei a boca com fita antes que ela pudesse cuspir
*Boa, agora eu volto, vou fazer um café pra não dar sono. Não vai sair daí, hein, hahaha
Desci pra cozinha e, enquanto tomava meu café, fiquei pensando no que mais poderia fazer com a minha mãe. Por sorte, me veio uma ideia. Peguei um copo e enchi de gelo
Quando cheguei no quarto, minha mãe estava quieta, então eu caminhei ao redor da cama, depois busquei uma tesoura porque precisava cortar a fita para amarrá-la em uma nova posição. Cortei primeiro a fita das mãos dela, amarrei-as novamente mas agora juntas e não presas à cama. Fiz o mesmo com seus tornozelos. *Agora, putinha, quero que você fique de quatro Ela não se mexia, então puxei seu cabelo até colocá-la nessa posição, deixando sua buceta e seu ânus escuro à minha vista Peguei um gelo do copo e comecei a esfregar no seu cuzinho enquanto dizia *Você sabe que com o frio as coisas encolhem e seu cuzinho não é exceção Comecei a introduzir o gelo dentro de seu ânus, quando entrou, coloquei outro e depois lambi a água que saía de lá. Ela tentava expulsar os gelos, mas enfiei meu polegar para impedir. Peguei seu colar de pérolas e tirei a fita de sua boca, ela imediatamente cuspiu a calcinha *Agora chupa isso Enfiei uma pérola de seu colar em sua boca, depois outra e mais outra *Muito bem, lubrifique-as com sua saliva porque vão direto para seu ânus Depois de tirá-las de sua boca, comecei a introduzi-las em seu ânus Por favor, pare antes que se arrependa *Arrepender do quê? Isso é um sonho para mim e sei que para você também Comecei a enfiar cada pérola, ela gritava cada vez que uma entrava, no total enfiei 7 pérolas das 12 que eram *Nossa, parece que você já enfiou muitas coisas na sua bunda na vida, né, putinha? Por favor, tire, estão me rasgando, pelo amor de Deus *Ok, mas primeiro você terá que fazer algo Qualquer coisa Peguei-a pelo cabelo e a deitei novamente, mas agora com a cabeça pendurada na borda da cama, tirei a venda dos olhos e coloquei meu pau na entrada de sua boca *Começa a chupar, putinha, e se me morder, te dejo amarrada a semana toda Por favor, não *Abre a boquinha, putinha Comecei a esfregá-lo em seu rosto até que abriu a boca e começou a chupar, primeiro timidamente e depois com mais força *Muito bem, continua assim, putinha Ela continuou chupando meu pau, a saliva dela encharcava meu pênis e escorria pelas bochechas, eu sentia meu pau chegando até a garganta dela e ela se engasgava cada vez que eu enfiava até lá, mas de repente ouvi que ela começou a gemer de prazer, virei para ver as mãos dela e, mesmo amarradas juntas, ela estava se masturbando, acariciando o clitóris bem rápido. Tirei meu pau da boca dela e perguntei:
*Gostou, putinha?*
Sim, eu adoro, não para.
Meti de novo na boca dela, ela lambia com muita luxúria enquanto ofegava, e continuamos assim por mais 5 minutos até que finalmente gozei dentro da boca dela. Soltei 5 jatos grandes que encheram tanto a boca dela que começou a escorrer pelo rosto todo e ela quase se engasgou.
Depois que ela engoliu o que pôde, coloquei ela de quatro novamente e tirei as pérolas do ânus dela.
*Lambe para saber como seu cuzinho tem gosto, foxy.*
Ela começou a lamber e chupar elas, depois a beijei, enfiando toda minha língua para provar o gosto de todos os nossos fluidos combinados.
Até que alguém faz direito.
*O quê?*
Você me tratou como uma puta, sabia que você conseguiria.
*Já sabia que isso ia acontecer?*
Não pensei que fosse tão cedo, mas já estava planejando. Acha que achou aquela caixa por coincidência?
*Mas não entendo.*
Desde que você fez 15 anos, eu queria que você me fodesse assim, mas precisava que você ficasse mais forte para poder me dominar completamente. Eu já estava com tesão, só precisava esquentar você, e foi muito fácil.
*Acho que você vai precisar de mais castigo para parar de ser tão puta.*
Sim, me castiga quantas vezes quiser, baby.
E desde aquele dia, minha mãe se tornou minha putinha masoquista.
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