Cornudito aprendiendo con Mamá

Olá pra todo mundo, nesse relato vou contar as experiências da minha infância e pré-adolescência que foram me transformando de um menino tímido, envergonhado, mimado e superprotegido num homenzinho feminista, complacente, submisso e incapaz de aguentar uma briga.

Esse é o tipo de biquíni que começou a ser usado na minha família a partir do Natal em questão.Cornudito aprendiendo con MamáComo todo verão desde que nasci, a gente tava na praia com minha família: duas irmãs mais velhas do primeiro casamento da minha mãe, minha mãe e meu pai, sem saber que aquele seria o último verão que eu passaria com meu pai por causa da separação que começou naquela mesma areia.

A tradição era passar o verão na casa grande de praia dos meus avós, com eles e talvez a irmã mais velha da minha mãe com a filha dela, minha prima; nesse verão elas iam chegar mais tarde, então meu avô decidiu convidar um grande amigo da família que a gente chamava de Tio Marcelo. Nem eu nem meu pai ficamos felizes com a notícia, porque o tratamento dele com a gente era super intimidante e desconfortável, claro que só a gente sentia isso, já que com todas as mulheres ele se dava superbem e com meu avô tinha uma grande amizade e muito respeito. Tio Marcelo chegou um dia dirigindo a caminhonete velha dele pra fazer uma entrega pro meu avô e desde então nunca mais parou de trabalhar pra ele, fazendo vários serviços de manutenção.

Lembro do Natal antes de ir pra praia por uma coisa que eu só fui notar muito tempo depois, eu ainda acreditava em Papai Noel, então não percebi nada. Acontece que na árvore tinha uma caixa destinada aos 4 da família Montero, que é o sobrenome da minha mãe, mas na teoria deveria ser pra família Del Cacho, do meu pai; acho que todo mundo já sacou na hora que era do Tio Marcelo, ele chegou na hora que a gente ia começar a jantar porque os planos dele tinham sido cancelados e meu avô convidou ele na hora.

Ele entrou cumprimentando todo mundo com entusiasmo, aos gritos e com movimentos bruscos que conseguiram irritar meu pai, que preferiu se afastar um pouco enquanto aquilo tudo acabava. O que meu pai não esperava é que o Tio Marcelo já tinha terminado os cumprimentos e, com toda naturalidade, ocupou a cadeira do meu pai, do lado meu e da minha mãe. Quando percebeu, meu pai quis fazer alguma coisa, mas como não sabia como agir, mandou eu levantar e sentar no colo dele, dizendo que não precisava mexer em nada. É, a gente tava os dois confortáveis, uma total idiotice, já que meu lugar de criança era mais alto e estreito, então meu pai ficava mais alto que todo mundo, mas apertado na cadeira, e eu no colo dele quase caía em cima da mesa. Em mais de uma ocasião, minha mãe, passando a mão na frente do Don Marcelo, me segurava, me dava um petisco ou só passava um guardanapo. Em cada um desses movimentos, os peitos redondos e decotados dela ficavam a centímetros daquele homem, que não parava de olhar pra eles. E, em mais de uma ocasião, pela minha posição, vi como ele tirava a mão das pernas da minha mãe.

Depois de um jantar muito desconfortável, Don Marcelo reclamou pro meu pai por que minha mãe tinha que me atender o tempo todo, se eu tava em cima dele. Aí, ingenuamente, meu pai tentou explicar que não conseguia, porque era muito incômodo. Na hora, ele aproveitou a chance pra zoar ele, chamando ele de inútil, dizendo que não era nada difícil. E, aproveitando que só tava nós quatro, já que os outros estavam arrumando o outro lado, bebidas, presentes, etc., ele pegou minha mãe pela cintura e, da cadeira dele, fez ela levantar e cair no colo dele. Enquanto olhava fixamente pro meu pai, ele falava: "Viu, inútil? Olha como se faz." Agora, fingindo que ela era uma menininha, ele fez "ico-ico, cavalinho" e descaradamente fazia a bunda da minha mãe quicar na virilha dele. Vale dizer que ela tava quase nua, porque o vestido tinha subido com todo o movimento. Quando meu pai percebeu, tentou arrumar, mas Don Marcelo segurou a mão dele, dando um aperto forte que fez meu pai fraco soltar um gemidinho de dor. Isso provocou gargalhadas daquele brutamontes e umas risadinhas da minha mãe, que abriu a boca se preparando pra receber um canapé guiado pela mãozona do Marcelo. Depois de receber e engolir, ele pegou ela pela nuca e fez ela olhar bem pra ele, pra ver se tava limpa. Como ela tinha se sujado, pediu um guardanapo, mas eu já tinha acabado com eles e o resto tinha tirado da mesa. Ele me Olhei e ele disse algo que fez minha mãe cair na gargalhada: "Olha só o gordinho, gasta todos os guardanapos igualzinho ao punheteiro do pai dele". Na sequência, deu um tapa forte no meu pai, dizendo que era brincadeira. Imediatamente depois, aproveitou a risada da minha mãe pra passar um dedo nos lábios dela, limpando os restos que ainda tinha, e deslizou ele pra dentro da boca dela pra se limpar. Meu pai não acreditava na cara de pau daquele cara e olhava com a cara desfigurada, enquanto minha mãe se deixava fazer, imagino que pela surpresa. Depois de tirar o dedo gordo dele, me olhou e disse: "Olha bem, as mulheres sempre limpam os homens assim". E, obscenamente, enfiou 3 dedos da mão na boca da minha mãe, metia tudo, tirava e mexia lá dentro. A ação durou três segundos, mas na minha mente é como se nunca tivesse terminado. Ao notar o movimento dos outros, ele se levantou na hora, empurrando minha mãe contra a mesa, deixando ela apertada, inclinada pra frente, e com ele atrás, apoiando descaradamente o pacote dele nas nádegas dela, que estavam descobertas. Nessa posição, ele olhou bem pros dedos, levou a mão até meu rosto pra eu ver como tinha ficado, mas eu, confuso, não entendi o que ele queria e entreabri a boca pelo que acabara de ver. Isso foi demais pros 3. Meu pai me disse pra não ser idiota, que era pra eu olhar. Minha mãe suspirou, dizendo como eu era inocente. E Dom Marcelo tinha perdido o controle da risada, então os espasmos dele faziam um vai e vem na bunda da minha mãe e também na mão que ele tinha aproximado de mim, e eu ainda tentava pegar com a boca. Até que, finalmente, ignorando completamente as broncas e insultos do meu pai, consegui pegar aquele dedo gordo e chupar igual minha mãe. Isso fez meu pai se levantar, me derrubar em cima da mesa e respingar água na minha mãe, que estava quase apoiada nela. Ali acabaram as risadas, e fomos os 4 pro banheiro me secar, secar minha mãe e um pouco Dom Marcelo, que, incomprensivelmente, tinha se molhado. a virilha e tinha uma manchinha de umidade, meu pai imediatamente pegou uma toalha pra secar minha mãe pedindo desculpas, mas Dom Marcelo tirou a toalha dele e disse que era melhor pedir desculpas a ele pela mancha na calça e agradecer por estar cuidando da minha mãe. O sem-vergonha começou a esfregar a toalha no peito da minha mãe, apalpando obscenamente as tetas dela diante do nosso olhar passivo. Sem parar de apalpar as tetas da minha mãe, ele olhou fixamente pro meu pai — coisa que aterrorizava quase qualquer homem — e disse pra ele se apressar comigo, que tinha que cuidar da mancha na calça dele. Sem conseguir se livrar daquele olhar severo, meu pai tentou responder alguma coisa, gaguejou por 10 segundos e, quando aceitou o que tinha que fazer, Dom Marcelo já tinha pegado a mão da minha mãe, guiando ela pra tirar a do meu pai de cima de mim. Já segurando as duas mãos, fez minha mãe empurrar a mão do meu pai em direção à virilha de Dom Marcelo pra esfregar bem aquela mancha estranha de umidade. Foi assim que acabamos no banheiro, nós quatro: Dom Marcelo apalpando as tetas da minha mãe, enquanto meu pai, ajoelhado, tentava tirar a mancha de umidade do volume daquele homem enorme. Tudo acontecia tão rápido que eu não notava nada de estranho. Num momento, cruzei meu olhar com o olhar divertido dele; na mesma hora, ele endureceu e, enquanto fazia uma careta de deboche, esticou o braço pra me abraçar. Quando terminou de me rodear, enfiou dois dedos dentro da minha boca pra eu fazer igual à mamãe. Isso durou cerca de um minuto até a mancha dele desaparecer, e voltamos prontos pra abrir os presentes, dizendo só que tínhamos nos molhado.

Eu me empolguei com a caixa grande e, ao saber que era pra nós, abri bruscamente, fazendo o conteúdo voar pra todo lado. Depois de organizar tudo, percebemos que eram 5 maiôs femininos: 4 pra mulheres e 1 de menina. Dom Marcelo logo se mostrou animado e, virando-se pras minhas irmãs e pra mamãe, disse: "Lindas, vão arrasar usando eles, aproveitem muito que Com certeza não são as únicas", meu pai continuava mudo com o pano na mão e eu me divertindo com o meu que tinha desenhinhos. Papai disse: "Será que o Papai Noel se enganou?" e eu reagi com uma careta de choro, que pra cortar logo, todo mundo começou a gritar com ele, falando mil coisas diferentes, mas todas significavam que NÃO! Não tinha erro.

Don Marcelo não só tinha apalpado e apoiado à vontade a bunda da mulher dele, depois pegou a boca dela com os dedos, e enquanto amassava sem vergonha os peitos da esposa, obrigou ele a apalpar o volume dele pra secar a umidade da minha mãe, dizendo que ele tinha respingado nela, então era melhor engolir o orgulho e limpar, sem saber que se ele ousasse levantar o olhar, veria que não era o único engolindo algo — veria como um daqueles dedos grandes descansava dentro da boca do filho dele. Mas como faltava mais uma humilhação, ele nos presenteou com dois biquínis na frente de toda a família, que além de zoar ele, o obrigaram a aceitar pra eu não desconfiar de nada. Meu pai até tentou evitar vestir, mas eu, achando que não tinha erro, não aguentava de vontade de experimentar e comecei a encher o saco pra gente fazer isso.

Don Marcelo me apoiou e acabamos trocando de roupa com minha mãe e minhas irmãs, vestindo os biquínis que o tio Marcelo tinha dado de presente. O problema é que houve erro nos tamanhos, porque o do meu pai era na verdade pra minha mãe, o da minha mãe pra minha irmã mais velha, o dela pra próxima e o dela pra mim. Acontece que meu pai teve um ataque de raiva e, sem querer, descosturou por completo as duas peças do biquíni. Quando percebeu isso, minha mãe chegou perto do ouvido dele e disse: "Por se vingar no meu biquíni como um covarde, você vai ter que ver a gente andando na praia com biquínis dois ou três tamanhos menores. Reza pra não ter muitos conhecidos, porque vendo como você me defendeu hoje, não tenho dúvida de que você tem os ovinhos menores do que esse pintinho ridículo. Não sei o que você faria se um cara com uns ovos bons chegasse perto de mim."

Graças ao meu Tio Marcelo, eu aprendi. Escolher os biquínis pras minas que tão ao meu redor, e que é super normal dar eles de presente, por causa disso fiquei muito popular entre as gurias e os caras, já que elas se empolgam com minhas escolhas e eles gostam de ficar comigo por eu ser tão gente boa.Cornudito aprendiendo con MamáLembro que quando eu tinha uns 13 ou 14 anos, agradeci ele por ter me ensinado o segredo das biquínis. Nessa altura, nossa relação já era mais suave, já que nunca teríamos uma disputa territorial. Desde a infância, ele tinha se encarregado de enterrar minha agressividade e de aproveitar cada oportunidade para reforçar a masculinidade dele diante de mim, me fazer aceitá-lo como o alpha e, de tempos em tempos, me humilhar profundamente em particular ou me envergonhar em público para me manter na linha. Eu conhecia o motivo do comportamento dele, mas nem pensava muito nisso, só deixava nas mãos dele. Naquele dia, depois de agradecer por aquele ensinamento, ele me disse que o mais importante é a primeira biquíni de uma namorada e que, pra isso, eu tenho a sorte de contar com ele pra me ajudar. Lembro que vi ele emocionado e ele me mandou segui-lo pra gente ter uma boa conversa. Antes de sairmos, ele me fez esperar uns minutos e fomos da minha casa pra casa dele. Sempre que eu viajava com ele no carrão dele, ele aproveitava pra me deixar desconfortável: se jogava pra trás e dirigia com as pernas bem abertas enquanto me mandava pegar alguma revista no porta-luvas pra mostrar as gostosas peladas. Normalmente, ele achava rápido alguma semelhança entre elas e minha mãe pra começar a falar dela, me dizendo que pedaço de mulher eu tenho como mãe, que ele foi o primeiro homem dela e ela nunca parou de procurar ele, que fez de corno todos os namoradinhos dela e os dois maridinhos, incluindo eu, porque ela é uma puta safada como todas as mulheres: depois que provam ISSO (pegando e esfregando o volume enorme dele), não conseguem mais largar. Todas as mulheres querem um namoradinho amoroso que cuide e mime, mas logo fazem eles de corno porque esses viadinhos são todos pão-duros, entendeu? Não lembro de ter respondido, mas lembro dele dizer que, se eu entendo, então tenho que conhecer e aceitar meu lugar, e que quando chegarmos na casa dele, ele vai me ajudar, mas que agora eu ajude ele: procure um isqueiro debaixo do banco dele. Eu, ingenuamente, me ajoelhei no meu banco e... Coloquei minha cabeça entre as pernas dela, olhando para o chão, até que ele me pegou pela nuca e começou a me mover como se eu fosse um boneco. Depois de um tempinho, ele me soltou rindo e disse que já tínhamos chegado.
Continua...Cornudito aprendiendo con Mamá

4 comentários - Cornudito aprendiendo con Mamá

Sufriste demasiado humillacion desde chico por eso te comportas asi. Esa es mi vision. Me encanta tu relato