Graças aos comentários positivos e aos meus seguidores que me mandaram mensagens pessoais. Porque vocês pediram e porque devo isso ao carinho dos meus seguidores, não vou postar minha história só no próximo domingo, vou postar hoje!
Bom, como eu tava falando, recapitulando um pouco!
Papai, mesmo que pareça repetitivo, tinha parado de me ver como filha, e agora eu era a namorada dele, a amante dele. Não demorou pra eu engravidar da minha primeira filha. Papai ficou tão feliz, pensei que ele ia me levar pra abortar, mas não, sejamos o que formos, não somos assassinos, ainda mais de uma vida inocente.
Mamãe ficou feliz por eu ter um bebê, mas de repente comecei a sentir que ela tinha ciúmes de mim. Eu tinha 20 anos na época, já que minha primeira menina nasceu quando eu tinha 21. Mamãe, com 35 anos, começou a ir ao médico e, quando eu tava com 4 meses de gravidez, ela chegou com a notícia de que também ia ser mãe de novo. Na universidade, eu não era a única garota que teria um bebê, tinha várias. Algumas não terminaram a faculdade porque casaram, mas eu consegui terminar. Demorei um pouco pra pegar meu diploma, mas consegui. (Papai botou em mim e na mamãe o apelido de COELHINHAS. Ela é a coelha, e eu sou a coelhinha... A única diferença é que eu sou a coelhinha do papai e ela é a Mamãe Coelha.)
Bom, depois que eu e a mamãe engravidamos do mesmo homem, eu parei de dormir no meu quarto e mudei a decoração dele pras meninas. Móveis novos, berço, roupinha de bebê, enfim, todos os gastos que vêm com a chegada de um bebê.
Quando eu tava com 5 meses, fui com meu "marido" e minha "namorada" fazer o ultrassom. Papai já tinha dito pra mim e pra mamãe que ele queria um menino que levasse o nome dele, mas pra sorte ou azar, o ultrassom mostrou que ia vir mais uma menina na família. Eu fiquei muito feliz, sempre quis ter uma irmãzinha ou uma filha... (e melhor ainda se for as duas). Então, no caminho pra casa, papai e eu discutimos por causa disso. Nome da menina: eu queria que ela se chamasse igual a mim (Steffany Vianney), mas meu pai queria que ela se chamasse como a mãe dele, ou seja, como minha avó. Demorei pra aceitar, mas só depois que minha avó morreu, por causa da raiva que ela fez com meu pai quando descobriu que ele tinha engravidado a filha dela. Foi uma perda lamentável, mas eu quase não via minha avó, já que a casa dos meus avós é "assombrada" e meu pai não gosta daquela casa, porque foi construída em 1530, logo depois da conquista do México-Tenochtitlán... Dizem que aparece um sacerdote asteca à noite... Mas eu te falo: nunca vi nada do que contam sobre aquela casa ou mansão.
Como nós já somos uma família de 3 adultos, dormimos, praticamente durante toda a minha gravidez, os 3 no mesmo quarto. O sortudo é meu pai, que dorme com duas mulheres tão gostosas. Durante minha gravidez, consegui um trabalho online de casa, desenhando cenários e fantasias para um videogame da LIONHEAD STUDIOS. Foi muito bom, porque graças a isso pude trabalhar em jogos como Assassin's Creed ou jogos para a Gameloft (agora trabalho em um jogo RPG, só para meus seguidores VIP, com download gratuito). Mas chegou o dia em que dei à luz minha filha. As contrações começaram por volta das 10 da noite, e eu dei à luz às 2 da madrugada, parto normal, de uma menina que pesou 3800 gramas, saudável e linda, mas ela é igualzinha às fotos da minha mãe quando tinha aquela idade...
Foi um resguardo muito gostoso, porque o fato de ser responsável por uma vida nova, tão linda e maravilhosa, é algo lindo para qualquer mãe. Meu pai decidiu me dar um anel de noivado, muito estranho até aqui... Vou fazer um parêntese e explicar uma coisa...
(Veja bem, na época em que eu estudava no Japão o ensino médio, com curso técnico de "Desenho e Design Gráfico", meu pai abandonou o cristianismo e mergulhou na busca pela sua missão de vida. Atualmente ele é budista, mas naquela época ele começou a se aprofundar na cultura japonesa e no xintoísmo, ou religião XINTO...
Bom, 2 dias antes do fim da minha quarentena, meu pai me deu essa surpresa e decidiu levar eu e minha mãe pro Japão de novo. A verdade é que dava pra ver que minha mãe já tava com uma barriga bem grande. Meu pai e minha mãe já tinham preparado tudo pra gente casar pela religião xintoísta. Diferente do cristianismo, que te dá papéis pra comprovar batismo e outros sacramentos, o xintoísmo só pede que você seja respeitoso com os espíritos (bons e ruins).
No Japão, quando qualquer mulher se casa pelo xintoísmo, elas alugam os trajes de casamento, uns quimonos de seda com bordados em ouro e prata. Eu tive o privilégio de ganhar o meu, sem precisar alugar um, já que eu era, como os japoneses dizem, uma *teikireiki* (mulher jovem na idade de casar). Ainda guardo ele no meu armário. Foi assim que fizemos nossos votos matrimoniais no templo JINJA. Meu visual incluía o cabelo com o tradicional *Tsunokakushi*. Como "noivos", trocamos um rosário (*juzu*) e, mais recentemente, por influência ocidental, também os anéis (O MEU ERA UMA VERSÃO DO SENHOR DOS ANÉIS). Em seguida, o sacerdote recita uma prece e prossegue com o *sansankudo* (literalmente, o três-três-nove), onde meu pai e eu selamos nossa união e manifestamos o desejo de alcançar a felicidade suprema (como se eu já não tivesse alcançado).
Durante o ritual, as *miko* (o equivalente xintoísta dos coroinhas) nos oferecem saquê sagrado (*o-miki*) em três pequenas tigelas laqueadas (*sakazuki*) para bebermos numa ordem específica (cada tigela tem um tamanho, da menor pra maior), levando à boca duas vezes e bebendo só na terceira (nove tentativas e três goles). O três representa o Céu, a Terra e o Ser Humano.
Terminamos esse ritual e, agora como casal, expressamos nossos votos diante da minha mãe (juntos ou separados), com o sacerdote concluindo com umas palavras que fecham a cerimônia religiosa. Agora, como recém-casados, agradecemos. Atendemos os convidados e damos início à festa, o Hirou no Gui, onde celebramos nossa união junto com o resto da galera, amigos, colegas de trabalho, acionistas da empresa (tinha gente que eu nem conhecia).
A recepção do meu casamento japonês costuma seguir certos padrões que se repetem: uma entrada magnífica dos noivos (tocando a marcha nupcial), depois nós dois, membros desse novo casamento, nos apresentamos à sociedade como um novo casal. Durante o banquete, meus amigos do Japão, lembro que fazem uma pequena homenagem ao noivo, falando da vida dele e das coisas boas que ele fez; mas antes, o normal é que eles troquem de roupa, substituindo pelas equivalentes ocidentais, o fraque do noivo e o vestido branco da noiva. Por que abrir mão de algo se você pode ter o melhor das duas tradições? Vamos ser honestos, além disso, aquela noite seria a segunda vez que papai e eu ficaríamos sozinhos, já que mamãe não sabe e nunca soube do que aconteceu em Vegas.
Assim chegou a noite, nos despedimos dos convidados pela presença deles, e nos preparamos para passar nossa "Noite de núpcias". Já que eu era a noiva, fui carregada nos braços dele, tirei o vestido e coloquei um conjuntinho de "Coelhinha da Playboy", já que como coelhinha dele, tenho que honrar o apelido. Vi meu pai me esperando já impaciente na cama, peladão, e eu me preparei para dançar uma música do Wham, "Whisper Careless", e aí toda a ação começou.
Primeiro ele me deu um beijo na boca bem apaixonado, depois começou a me despir devagar até só me deixar de fio dental rosa com minha tiara de orelhas de coelho. Me preparei para dar um boquete nele, quando menos percebi, papai já tinha me colocado de quatro, uma atrás da outra. Isso acabou quando ele pediu se podia meter por trás. Foi muito agressivo, me fez chorar e sangrar pelo cu, mas pelo menos tudo se acalmou e agora a gente não para de fazer por trás. No dia seguinte, eu não conseguia nem sentar, fiquei com uma hemorroida e laceração no cólon. Tivemos que visitar um médico que me receitou uns supositórios de Lidocaína com Hidrocortisona pra regenerar meu cólon e poder sentar. Ficamos 15 dias sem sexo e minha princesa ficou sem leitinho, porque por causa do remédio tive que parar de dar meu gozo pra ela pra sempre. Mas a ciência moderna inventou a fórmula láctea pra esses casos, e até com isso quem saiu ganhando foi minha mãe, já que depois que minha filha melhorou, ela voltou a provar o leite materno graças à mamãe!
Como tivemos que voltar pro México, os meses passaram e minha mãe deu à luz sua segunda filha, minha irmãzinha, Samantha. Agora éramos 4 mulheres na família... Meu pai estava feliz, mas ainda queria um menino.
Mamãe sempre diz que é mais fácil criar meninas do que meninos, mas cada um tem sua opinião, tem quem diga o contrário.
Como meu pai e eu não tivemos nossa "LUA DE MEL", ele prometeu me levar e realizar esse sonho, mas isso vou deixar pra terceira parte!
....Saudações, comentem e não esqueçam de me seguir....
Mãe e filha felizes
Já está a parte 3http://www.poringa.net/posts/relatos/3330227/Mi-confesion-Familia-de-conejitas-Pt-3.html
Bom, como eu tava falando, recapitulando um pouco!
Papai, mesmo que pareça repetitivo, tinha parado de me ver como filha, e agora eu era a namorada dele, a amante dele. Não demorou pra eu engravidar da minha primeira filha. Papai ficou tão feliz, pensei que ele ia me levar pra abortar, mas não, sejamos o que formos, não somos assassinos, ainda mais de uma vida inocente.
Mamãe ficou feliz por eu ter um bebê, mas de repente comecei a sentir que ela tinha ciúmes de mim. Eu tinha 20 anos na época, já que minha primeira menina nasceu quando eu tinha 21. Mamãe, com 35 anos, começou a ir ao médico e, quando eu tava com 4 meses de gravidez, ela chegou com a notícia de que também ia ser mãe de novo. Na universidade, eu não era a única garota que teria um bebê, tinha várias. Algumas não terminaram a faculdade porque casaram, mas eu consegui terminar. Demorei um pouco pra pegar meu diploma, mas consegui. (Papai botou em mim e na mamãe o apelido de COELHINHAS. Ela é a coelha, e eu sou a coelhinha... A única diferença é que eu sou a coelhinha do papai e ela é a Mamãe Coelha.)
Bom, depois que eu e a mamãe engravidamos do mesmo homem, eu parei de dormir no meu quarto e mudei a decoração dele pras meninas. Móveis novos, berço, roupinha de bebê, enfim, todos os gastos que vêm com a chegada de um bebê.
Quando eu tava com 5 meses, fui com meu "marido" e minha "namorada" fazer o ultrassom. Papai já tinha dito pra mim e pra mamãe que ele queria um menino que levasse o nome dele, mas pra sorte ou azar, o ultrassom mostrou que ia vir mais uma menina na família. Eu fiquei muito feliz, sempre quis ter uma irmãzinha ou uma filha... (e melhor ainda se for as duas). Então, no caminho pra casa, papai e eu discutimos por causa disso. Nome da menina: eu queria que ela se chamasse igual a mim (Steffany Vianney), mas meu pai queria que ela se chamasse como a mãe dele, ou seja, como minha avó. Demorei pra aceitar, mas só depois que minha avó morreu, por causa da raiva que ela fez com meu pai quando descobriu que ele tinha engravidado a filha dela. Foi uma perda lamentável, mas eu quase não via minha avó, já que a casa dos meus avós é "assombrada" e meu pai não gosta daquela casa, porque foi construída em 1530, logo depois da conquista do México-Tenochtitlán... Dizem que aparece um sacerdote asteca à noite... Mas eu te falo: nunca vi nada do que contam sobre aquela casa ou mansão.
Como nós já somos uma família de 3 adultos, dormimos, praticamente durante toda a minha gravidez, os 3 no mesmo quarto. O sortudo é meu pai, que dorme com duas mulheres tão gostosas. Durante minha gravidez, consegui um trabalho online de casa, desenhando cenários e fantasias para um videogame da LIONHEAD STUDIOS. Foi muito bom, porque graças a isso pude trabalhar em jogos como Assassin's Creed ou jogos para a Gameloft (agora trabalho em um jogo RPG, só para meus seguidores VIP, com download gratuito). Mas chegou o dia em que dei à luz minha filha. As contrações começaram por volta das 10 da noite, e eu dei à luz às 2 da madrugada, parto normal, de uma menina que pesou 3800 gramas, saudável e linda, mas ela é igualzinha às fotos da minha mãe quando tinha aquela idade...
Foi um resguardo muito gostoso, porque o fato de ser responsável por uma vida nova, tão linda e maravilhosa, é algo lindo para qualquer mãe. Meu pai decidiu me dar um anel de noivado, muito estranho até aqui... Vou fazer um parêntese e explicar uma coisa...
(Veja bem, na época em que eu estudava no Japão o ensino médio, com curso técnico de "Desenho e Design Gráfico", meu pai abandonou o cristianismo e mergulhou na busca pela sua missão de vida. Atualmente ele é budista, mas naquela época ele começou a se aprofundar na cultura japonesa e no xintoísmo, ou religião XINTO...
Bom, 2 dias antes do fim da minha quarentena, meu pai me deu essa surpresa e decidiu levar eu e minha mãe pro Japão de novo. A verdade é que dava pra ver que minha mãe já tava com uma barriga bem grande. Meu pai e minha mãe já tinham preparado tudo pra gente casar pela religião xintoísta. Diferente do cristianismo, que te dá papéis pra comprovar batismo e outros sacramentos, o xintoísmo só pede que você seja respeitoso com os espíritos (bons e ruins).
No Japão, quando qualquer mulher se casa pelo xintoísmo, elas alugam os trajes de casamento, uns quimonos de seda com bordados em ouro e prata. Eu tive o privilégio de ganhar o meu, sem precisar alugar um, já que eu era, como os japoneses dizem, uma *teikireiki* (mulher jovem na idade de casar). Ainda guardo ele no meu armário. Foi assim que fizemos nossos votos matrimoniais no templo JINJA. Meu visual incluía o cabelo com o tradicional *Tsunokakushi*. Como "noivos", trocamos um rosário (*juzu*) e, mais recentemente, por influência ocidental, também os anéis (O MEU ERA UMA VERSÃO DO SENHOR DOS ANÉIS). Em seguida, o sacerdote recita uma prece e prossegue com o *sansankudo* (literalmente, o três-três-nove), onde meu pai e eu selamos nossa união e manifestamos o desejo de alcançar a felicidade suprema (como se eu já não tivesse alcançado).
Durante o ritual, as *miko* (o equivalente xintoísta dos coroinhas) nos oferecem saquê sagrado (*o-miki*) em três pequenas tigelas laqueadas (*sakazuki*) para bebermos numa ordem específica (cada tigela tem um tamanho, da menor pra maior), levando à boca duas vezes e bebendo só na terceira (nove tentativas e três goles). O três representa o Céu, a Terra e o Ser Humano.
Terminamos esse ritual e, agora como casal, expressamos nossos votos diante da minha mãe (juntos ou separados), com o sacerdote concluindo com umas palavras que fecham a cerimônia religiosa. Agora, como recém-casados, agradecemos. Atendemos os convidados e damos início à festa, o Hirou no Gui, onde celebramos nossa união junto com o resto da galera, amigos, colegas de trabalho, acionistas da empresa (tinha gente que eu nem conhecia).
A recepção do meu casamento japonês costuma seguir certos padrões que se repetem: uma entrada magnífica dos noivos (tocando a marcha nupcial), depois nós dois, membros desse novo casamento, nos apresentamos à sociedade como um novo casal. Durante o banquete, meus amigos do Japão, lembro que fazem uma pequena homenagem ao noivo, falando da vida dele e das coisas boas que ele fez; mas antes, o normal é que eles troquem de roupa, substituindo pelas equivalentes ocidentais, o fraque do noivo e o vestido branco da noiva. Por que abrir mão de algo se você pode ter o melhor das duas tradições? Vamos ser honestos, além disso, aquela noite seria a segunda vez que papai e eu ficaríamos sozinhos, já que mamãe não sabe e nunca soube do que aconteceu em Vegas.
Assim chegou a noite, nos despedimos dos convidados pela presença deles, e nos preparamos para passar nossa "Noite de núpcias". Já que eu era a noiva, fui carregada nos braços dele, tirei o vestido e coloquei um conjuntinho de "Coelhinha da Playboy", já que como coelhinha dele, tenho que honrar o apelido. Vi meu pai me esperando já impaciente na cama, peladão, e eu me preparei para dançar uma música do Wham, "Whisper Careless", e aí toda a ação começou.
Primeiro ele me deu um beijo na boca bem apaixonado, depois começou a me despir devagar até só me deixar de fio dental rosa com minha tiara de orelhas de coelho. Me preparei para dar um boquete nele, quando menos percebi, papai já tinha me colocado de quatro, uma atrás da outra. Isso acabou quando ele pediu se podia meter por trás. Foi muito agressivo, me fez chorar e sangrar pelo cu, mas pelo menos tudo se acalmou e agora a gente não para de fazer por trás. No dia seguinte, eu não conseguia nem sentar, fiquei com uma hemorroida e laceração no cólon. Tivemos que visitar um médico que me receitou uns supositórios de Lidocaína com Hidrocortisona pra regenerar meu cólon e poder sentar. Ficamos 15 dias sem sexo e minha princesa ficou sem leitinho, porque por causa do remédio tive que parar de dar meu gozo pra ela pra sempre. Mas a ciência moderna inventou a fórmula láctea pra esses casos, e até com isso quem saiu ganhando foi minha mãe, já que depois que minha filha melhorou, ela voltou a provar o leite materno graças à mamãe!
Como tivemos que voltar pro México, os meses passaram e minha mãe deu à luz sua segunda filha, minha irmãzinha, Samantha. Agora éramos 4 mulheres na família... Meu pai estava feliz, mas ainda queria um menino.
Mamãe sempre diz que é mais fácil criar meninas do que meninos, mas cada um tem sua opinião, tem quem diga o contrário.
Como meu pai e eu não tivemos nossa "LUA DE MEL", ele prometeu me levar e realizar esse sonho, mas isso vou deixar pra terceira parte!
....Saudações, comentem e não esqueçam de me seguir....
Mãe e filha felizes

Já está a parte 3http://www.poringa.net/posts/relatos/3330227/Mi-confesion-Familia-de-conejitas-Pt-3.html
39 comentários - Minha confissão "Família Coelho" P.2
preciosas nenas
la historia cad ves se torna mas interesante +++++10 todo el rato ya quiero saber que mas sucedera
Cachonda historia, y que hermoso sería cojerlas a ambas.-
Aquí estoy haciendo caso