Este é meu primeiro post, vou mostrar as coisas que a gente tem que aguentar por ser um corno manso ingênuo e sem atitude.
Ela é minha amada namorada, ali podemos vê-la acabando de chegar na minha casa, deitada na minha cama e me chamando pra, como sempre, tirar a roupa dela e cumprir uma das minhas tarefas de namorado amoroso. Ela adora que eu cuide de pintar as unhas das mãos e dos pés dela, e principalmente, como neste caso, que eu depile bem a sua delicada bucetinha. Então, como é de costume todo fim de semana, antes de sair com as amigas, ela chega na minha casa e me chama pra depilar, deixando só uma trilha grossa, fina e sugestiva no púbis dela.

Essas são as imagens frequentes que tenho a sorte de conseguir quando ela me pede pra tirar a calcinha dela e lavar à mão, como é nosso costume sempre que ela volta de dançar com "as minas" (como a gente chama o grupo de amigas dela, que tem várias gurias e, entre elas, a irmã dela, minha irmã e duas das minhas primas) e me conta como tá molhada por causa de tudo que dançou, ou da academia me dizendo como o treinador puxou pesado nos exercícios, da faculdade me contando como veio apertada no busão ou depois de uma das várias atividades dela.
Como de costume, depois de deixar a calcinha dela impecável, vou na hora pra minha cama me encontrar com ela, como todo dia. Ela se deita de bruços, olhando pro pé da cama pra ver TV ou mexer no celular, enquanto eu enterro minha cara entre as nádegas dela pra fazer sexo oral na bunda dela até ela sentir que tá perto. Nessa hora, ela me deita de costas e senta na minha cara pra esfregar a buceta molhada dela por todo o meu rosto, me encharcando e se estimulando do jeito que ela quiser. Depois de fazer ela gozar uma ou várias vezes e decidir que já chega, ela se deita do meu lado... (continua)
Ela é minha amada namorada, ali podemos vê-la acabando de chegar na minha casa, deitada na minha cama e me chamando pra, como sempre, tirar a roupa dela e cumprir uma das minhas tarefas de namorado amoroso. Ela adora que eu cuide de pintar as unhas das mãos e dos pés dela, e principalmente, como neste caso, que eu depile bem a sua delicada bucetinha. Então, como é de costume todo fim de semana, antes de sair com as amigas, ela chega na minha casa e me chama pra depilar, deixando só uma trilha grossa, fina e sugestiva no púbis dela.

Essas são as imagens frequentes que tenho a sorte de conseguir quando ela me pede pra tirar a calcinha dela e lavar à mão, como é nosso costume sempre que ela volta de dançar com "as minas" (como a gente chama o grupo de amigas dela, que tem várias gurias e, entre elas, a irmã dela, minha irmã e duas das minhas primas) e me conta como tá molhada por causa de tudo que dançou, ou da academia me dizendo como o treinador puxou pesado nos exercícios, da faculdade me contando como veio apertada no busão ou depois de uma das várias atividades dela. Como de costume, depois de deixar a calcinha dela impecável, vou na hora pra minha cama me encontrar com ela, como todo dia. Ela se deita de bruços, olhando pro pé da cama pra ver TV ou mexer no celular, enquanto eu enterro minha cara entre as nádegas dela pra fazer sexo oral na bunda dela até ela sentir que tá perto. Nessa hora, ela me deita de costas e senta na minha cara pra esfregar a buceta molhada dela por todo o meu rosto, me encharcando e se estimulando do jeito que ela quiser. Depois de fazer ela gozar uma ou várias vezes e decidir que já chega, ela se deita do meu lado... (continua)
3 comentários - Cornudo pobre